Revista do Villa
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- Teatro Vivo Sp: Clarice Niskier estreia obra inspirada nas cancoes de Zeca Baleiro, A Esperança na Caixa de Chicletes Ping Pong
Niska Produções Culturais apresenta em São Paulo o espetáculo “A ESPERANÇA NA CAIXA DE CHICLETES PING PONG” texto, atuação e direção de Clarice Niskier supervisão de direção de Amir Haddad direção musical de Zeca Baleiro INDICADA AO PRÊMIO APCA DE MELHOR DRAMATURGIA 2022 Inspirado nas canções de Zeca Baleiro, o texto de Clarice é uma declaração de amor à cultura popular brasileira. O texto, em rima, é um livre-cordel que fala da brasilidade, formada por fragmentos de diferentes culturas, como um dos patrimônios imateriais mais importantes do planeta. Clarice procura responder à pergunta de seu filho: “Mãe, por que você nunca quis morar em outro país?” A peça é uma espécie de “fico” da atriz que, de forma gingada e poética, revela as esperanças e as desesperanças que compõem a sua decisão de abraçar o Brasil. O espetáculo reúne 45 músicas de Zeca Baleiro (trechos ou íntegras) interligadas aos pensamentos e sentimentos da atriz. Sobre ética, reflete a partir de textos de Sérgio Buarque de Holanda, Eduardo Galeano e do historiador Yuval Harari. Villa-Lobos e Chico Buarque, entre outros, levaram Clarice até Zeca Baleiro, e assim ela mostra ao filho de forma pop o amor pela cultura popular brasileira. ESTREIA: 18 de abril (sab), às 20h ONDE: Teatro Vivo - Av. Dr. Chucri Zaidan, 2460 - Vila Cordeiro / SP Tel: (11) 3430-1524 HORARIOS: 6ª e sab às 20h, dom às 18h / INGRESSOS: R$140 e R$70 (meia) em https://bileto.sympla.com.br/event/117450?share_id=1-copiarlink ou na bilheteria nos dias de peça 2h antes da apresentação / CLASSIFICAÇÃO: 16. anos / DURAÇÃO: 80 min / CAPACIDADE: 274 espectadores / ACESSIBILIDADE: assentos reservados para acessibilidade via reserva na bilheteria ou em teatrovivo@trimitraco.com.br / GÊNERO: comédia pop lírica / TEMPORADA: até 07 de junho INGRESSO VIVO VALORIZA: Cliente Vivo Valoriza possui 50% de desconto na compra de até um par de ingressos (não acumulativo com direito de meia entrada nem outras promoções). O cliente deverá entrar no APP Vivo e realizar o resgate do voucher de desconto na aba Vivo Valoriza. O voucher deverá se apresentado na entrada do teatro. A não apresentação do voucher poderá levar ao cliente ter que efetuar o pagamento do complemento do desconto para validação do ingresso. FOTOS: https://drive.google.com/drive/folders/1LBTvUiChv2AVHWoK1G9MRHzx0EN3yX0P?usp=share_link “A Esperança Na Caixa de Chicletes Ping Pong”, espetáculo de Clarice Niskier inspirado na obra de Zeca Baleiro e indicado ao Prêmio APCA de Melhor Texto, volta a São Paulo para temporada no Teatro Vivo a partir de 18 de abril. Esse espetáculo celebra também a parceria de mais de 20 anos da atriz com o diretor Amir Haddad. “Eu amo a cultura popular brasileira, plural, multifacetada, multirracial, que não impõe uma verdade absoluta. Tenho uma relação visceral com o palco e com a música popular brasileira: ela nunca nos deixou na mão. É sobre esse amor à terra da cultura. Um cordel pop sobre a nossa infinita criação.” Estas reflexões de Clarice Niskier foram mote para a criação de “A Esperança Na Caixa de Chicletes Ping Pong”. Durante quatro anos de pesquisa, embalada pela obra de Zeca Baleiro, Clarice escreveu e reescreveu o texto, contando com a colaboração do próprio Zeca, com quem se encontrou regularmente ao longo do processo. “Por meio do trabalho dele, me sinto em casa novamente no meu país. Zeca Baleiro tem um olhar afinadíssimo para a cultura popular e para os acontecimentos do mundo, sabe mesclar como ninguém humor, afetividade e crítica em suas letras, com ritmos e melodias de todos os estilos possíveis, melodias que se desdobram em belas canções que já fazem parte do acervo da MPB”, conta Clarice. “Você vai mergulhando no trabalho dele e vê como são ricas suas letras e melodias, sem preconceitos, abertas a várias influências. Somos um país com inúmeras visões de mundo, crenças, religiões, raças, isso é encantador, é isso que devemos celebrar”. SINOPSE Embalada por 45 músicas de Zeca Baleiro, Clarice vai desfiando memórias, sentimentos e perguntas sobre o Brasil, a vida, o sucesso e o amor. Desejos e reflexões se encadeiam de forma lúdica, através de versos, para exaltar a brasilidade. DE ONDE VEM O TÍTULO DA PEÇA? O título tem origem numa experiência muito pessoal de Clarice, revelada ao público durante a peça: “Quando pequena, criava esperanças (o inseto) dentro de uma caixa de chicletes Ping Pong. O sorveteiro da carrocinha da esquina me dava uma caixa vazia, a de 25 unidades. Eu forrava com folhinhas verdes, e colocava a esperança ali. Às vezes, ela fugia, entediada, voltava pra mata, eu entendia, ficar presa, coisa chata. Criar esperança é muito bom. Evita mau-olhado, resolve problemas sexuais, e traz o futuro em três dias.” FRAGMENTOS DA PEÇA Um dia, juro, parada no muro da Av. Paulista / Sentindo a tristeza do mundo / Resolvi tomar um café no Bar do Raimundo / Só o nome é ficção / E lembrei do Chico / O nosso Buarque de Holanda / Receitando Para Todos / O derradeiro remédio para cada dor humana / Um músico brasileiro / Então, prenhe de rima e cafeína / Vim pro teatro, meu terreno baldio / E com saudade do Rio / Do Vitor, do Zé / Com ternura, pensei na minha cura / E decidida bradei no meu terreiro / Eu, vou de Zeca Baleiro. Raízes do Brasil / Um livro extraordinário / O pessoal da direita diz que é de esquerda / O pessoal da esquerda diz que é de direita / Leiam, senhores / Ler por osmose, nossa pior neurose / E pensemos / Oremos / Dancemos / Para sairmos dessa Era dos Extremos. AS MÚSICAS 1. Samba do Approach - letra & música 2. Babylon - letra & música; e versos 3. Homem Só – versos 4. Balada do Oitavo Andar – versos 5. Lenha – versos 6. Amargo – versos 7. Mamãe no Face – letra & música 8. Era Domingo – letra & música 9. Bienal - versos 10. Minha Tribo Sou Eu - letra completa 11. Pastiche - letra completa 12. VôImbolá – versos 13. Desesperança – letra & música (parceria com Paulo Monarco /poema Sousândrade). 14. Drumembeis – versos 15. Pedra de Responsa – versos 16. Parque de Juraci – letra & música 17. Muzak – letra & musica 18. Trecho 1 “Novela Selfie dos Cinquenta Anos – ZB” 19. Meu Nome É Nelson Rodrigues - letra completa 20. Trecho 2 “Novela Selfie dos Cinquenta Anos – ZB” 21. Trova – letra & música 22. Outra Canção do Exílio – versos 23. Heavy Metal do Senhor – versos 24. Cigarro – versos 25. Por Onde Andará Stephen Fry? – letra & música 26. Vocação – voz de ZB (parceria Padre Zezinho) 27. Trecho 3 “Novela Selfie dos Cinquenta Anos – ZB” 28. Salão de Beleza – versos 29. Trecho 4 “Novela Selfie dos Cinquenta Anos – ZB” 30. De Mentira – versos 31. Vai de Madureira – letra & música ou versos 32. O Desejo – versos 33. Mamãe Oxum da Cachoeira – letra & música 34. Telegrama – versos 35. À Flor da Pele – letra & música 36. Minha Casa – letra completa 37. Nu – versos 38. Yes – versos 39. Brigitte Bardot – letra & música 40. Eu Despedi o Meu Patrão – versos 41. Bandeira – letra completa 42. Bachianas nº5 Villa Lobos versão ZB 43. Melodia Sentimental Villa Lobos versão ZB 44. Tudo Passará – de Nelson Ned – voz ZB 45. Chovia no Canavial- versos FICHA TÉCNICA Texto, Interpretação, Direção Geral: Clarice NiskierSupervisão de Direção: Amir HaddadTrilha Sonora e Direção Musical: Zeca BaleiroCriação, Confecção, Ressignificação do Manto Vermelho de Zeca Baleiro: XarlôCenografia: José DiasIluminação: Aurélio de SimoniFigurino: Kika LopesPreparação de voz: Rose Gonçalves Interpretação de canto: Pamella MachadoPreparação Corporal: Mary KunhaAdereçamento dos Instrumentos: XarlôConfecção da Esperança: Fernando SantanaDireção de Cena, Operação de Luz e Som: Carlos Henrique PereiraArte Gráfica: Carol VasconcellosAssistente de Figurino: Sassá MagalhaesAssistente de Iluminação: Guiga EnsáFotos: Dalton Valerio e Zé RendeiroAssessoria Jurídica: Luciana Arruda ( SP )Direção de Produção: José Maria Braga Assistente de Produção: Fernanda Tein Parceria Cultural: Ponto de Bala Produções Promoção: Terra Apoio: Vivo, Casa Gira Realização: Niska Produções Culturais Assessoria de Imprensa: JSPontes Comunicação - João Pontes e Stella Stephany ZECA BALEIRO Zeca Baleiro nasceu em 11 de abril de 1966 em São Luís do Maranhão. Começou a carreira participando de festivais e compondo música para teatro infantil nos anos 80. Com sua mistura de ritmos e referências musicais diversas, canções líricas e a verve afiada de humor e ironia, o cantor e compositor foi recebido com entusiasmo pelo público e imprensa quando lançou seu primeiro disco, “Por Onde Andará Stephen Fry?”, em 1997. Ao longo destes quase 30 anos, lançou dezessete discos de estúdio, oito álbuns ao vivo, DVDs e vários projetos especiais, em que se destacam o disco em parceria com a poeta Hilda Hilst, “Ode descontínua e remota para flauta e oboé – de Ariana para Dionísio”; “Café no Bule”, CD em parceria com Paulo Lepetit e Naná Vasconcelos; e “Zoró Zureta”, projeto para crianças que inclui os CDs “Zoró [bichos equisitos] Vol.1” e “Zureta Vol.2”; um aplicativo e o DVD de animações “A Viagem da Família Zoró”. Também comandou o programa de TV “Baile do Baleiro”, que estreou em 2016 no Canal Brasil. Como produtor, realizou álbuns de artistas diversos, dentre eles Sérgio Sampaio (“Cruel”), Antonio Vieira (“O Samba é Bom”), Vanusa (“Vanusa Santos Flores”), Odair José (“Praça Tiradentes”), Wado (“O Ano da Serpente”), o angolano Filipe Mukenga (“Nós Somos Nós”) e Edson Cordeiro (“Ouve a minha voz”). Desde 2006 mantém o selo Saravá Discos, por onde tem lançado projetos de perfil alternativo e seus próprios álbuns. Artista multifacetado, Zeca Baleiro vem se dedicando também à literatura e ao teatro (tem quatro livros lançados e é autor de duas peças). Compôs trilhas para dança (“Mãe Gentil”, “Bicho Solto Buriti Bravo”, “Cubo” e “Geraldas e Avencas”), teatro (“Lampião e Lancelote”, “Roque Santeiro”, “O Ninho”, “Gente é Gente”, “Felicidade”) e cinema (“Carmo”, “Oração do Amor Selvagem” e “Paraíso Perdido”). Excursionou por vários países da Europa (Bélgica, Alemanha, França, Itália, Portugal, Espanha e Suíça), África (Cabo Verde e Angola) e América do Sul (Argentina e Uruguai). Tem álbuns editados em Portugal, Espanha, Argentina e França. CLARICE NISKIER Clarice Niskier é atriz, dramaturga e diretora de teatro. Completou 40 anos de profissão em 2022. Seus estudos começaram em 1980 na escola O Tablado, fundada por Maria Clara Machado, no Rio de Janeiro, onde participou da montagem amadora da peça Tambores Na Noite, de Bertolt Brecht, sob a direção de Dina Moscovici, que lhe valeu o convite para estrear profissionalmente a peça Porcos com Asas, no Teatro Cacilda Becker, em 1982, como protagonista. De lá para cá, somam-se mais de 45 espetáculos em seu currículo. Foi indicada por três vezes ao Prêmio Shell de Melhor Atriz, pelas peças A Lista; Troia e A Alma Imoral – por esta foi vencedora, com sua adaptação do livro homônimo do escritor e rabino Nilton Bonder, em cartaz há 20 anos, e já assistida por mais de 750 mil espectadores em todo Brasil. Atualmente, produz, dirige e interpreta as seguintes peças que fazem parte de seu repertório: Coração de Campanha, de sua autoria, ao lado do ator Isio Ghelman; A Alma Imoral; A Lista, de Jennifer Tremblay, e A Esperança Na Caixa de Chicletes Ping Pong, também de sua autoria, baseada nas canções de Zeca Baleiro. “A Esperança”, foi indicada em 2002 ao Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) de Melhor Dramaturgia. Esse repertório é fruto de sua parceria de mais de 20 anos com o mestre Amir Haddad e com o produtor e músico José Maria Braga. A atriz já trabalhou com diversos diretores, entre eles, Antônio Pedro, Domingos Oliveira, Eduardo Wotzik, Felipe Hirsh, Bia Lessa, Lucia Coelho e Paulo José. Com André Acioly, José Maria Braga e o ator Elias Andreato, fundou durante a pandemia a Companhia Aldeia dos Bobos, realizando vários trabalhos poéticos on line. A Esperança Na Caixa de Chicletes Ping Pong, aborda temas como ética e cultura popular brasileira, estreou em março de 2020, no Rio, foi interrompida durante a pandemia, e reestreou com sucesso em SP, no Teatro J. Safra, em maio de 2022, e voltará em cartaz em 2026. A atriz tem ainda trabalhos no cinema, na televisão, já participou de várias novelas, porém, como gosta de dizer, o teatro é a sua casa. O documentário Nua Dos Pés À Cabeça, sobre os seus 40 anos de Teatro, com direção e roteiro de Renata Paschoal, está disponível pelo streaming do Canal Curta!. Como Clarice gosta de dizer: “Na arte teatral, assim como na vida, somos um processo sem fim: não temos aonde chegar, mas como e por onde seguir”. Vivo Cultura Considerada uma das principais marcas apoiadoras da cultura no Brasil, a Vivo investe nas artes visuais, cênicas e na música para ampliar e democratizar o acesso dos brasileiros à cultura. Isso porque a empresa acredita no poder da tecnologia para potencializar o alcance das iniciativas culturais e contribuir para transformação social por meio da arte. Além de apoiar a circulação de espetáculos culturais por todo país, a Vivo possui o Teatro Vivo em São Paulo, que em 2025 promoveu 13 espetáculos, vistos por mais de 52 mil pessoas, e incentiva importantes equipamentos culturais, como a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), Pinacoteca de São Paulo, MASP, MIS São Paulo, Instituto Inhotim, Museu Oscar Niemeyer e MAM- São Paulo. Todas as suas iniciativas buscam ampliar o acesso ao conhecimento com novas formas de vivência e aprendizado, fortalecidas nos aspectos de diversidade, inclusão, coletividade e educação. Alex Varela
- Joana Teixeira é homenageada na Quinta da Henriqueta
Sugestão de pauta .um beijinho ,Monica Alvarenga A escritora Joana Teixeira foi homenageada por Bayard Do Coutto Boiteux ,no restaurante Michelin Quinta da Henriqueta ,no jardim Botânico ,por sua colaboração para a arte de escrever com o seu romance Despertar de um sonho. Um grupo de apenas 11 convidados desfrutou de pratos da gastronomia portuguesa e pode confraternizar com a autora ,que lança um novo livro no ano que vem. Boiteux aproveitou o almoço para anunciar que está escrevendo um livro ,juntamente com Matheus Oliveira ,sobre Aloysio Teixeira ,marido de Joana com passagens de sua vida pública e empresarial e depoimentos de amigos: Aloysio Teixeira um apaixonado pelo Rio. Fotos divulgação Divulgação Rio
- Açores: Fórum das Migrações debate desafios e oportunidades da mobilidade na ultraperiferia
Foto: divulgação/Richard Kalocsai - Ecomuseu do Corvo O governo dos Açores, através da Secretaria Regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades, promove, entre os dias 8 e 10 de abril, a quarta edição do Fórum das Migrações, que decorre nos concelhos das ilhas do Corvo e das Flores, reunindo especialistas, académicos e representantes institucionais para discutir a mobilidade humana em territórios ultraperiféricos. Subordinado ao tema “Migrações na Ultraperiferia Atlântica: Desafios, Oportunidades e Futuro da Mobilidade Humana na Ultraperiferia”, o fórum afirma-se como um espaço de reflexão e debate sobre as dinâmicas migratórias em contextos insulares, promovendo o diálogo entre entidades públicas, organizações da sociedade civil e comunidades migrantes. A sessão inaugural realiza-se no Pavilhão Multiusos do Corvo, no dia 8 de abril, das 14h30 às 17h30, com a abertura a cargo do presidente da Câmara Municipal do Corvo, Marco Silva, e do secretário regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades, Paulo Estêvão. Segue-se a conferência inaugural “Ultraperiferias e Mobilidade: Um Novo Horizonte para as Migrações”, proferida por Pedro Portugal Gaspar, presidente do Conselho Diretivo da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA). No final da tarde, uma mesa de diálogo sobre “Governança Migratória no Atlântico: Desafios e Oportunidades para o Corvo” reúne representantes locais dos setores político, económico, social e cultural, com moderação do diretor regional das Comunidades, José Andrade. O dia 8 de abril termina, às 18h30, no salão nobre da Câmara Municipal do Corvo, onde decorre a apresentação do livro “Somos Açores - Um arquipélago vivo pelas ações das Casas dos Açores no Brasil”, da autoria do jornalista e escritor luso-brasileiro Ígor Lopes. Uma obra que destaca o papel das Casas dos Açores no Brasil enquanto estruturas fundamentais na preservação da identidade cultural açoriana, na dinamização das comunidades emigrantes e no reforço das ligações entre o arquipélago e a diáspora. Através de diferentes testemunhos e iniciativas, este trabalho retrata um arquipélago vivo, projetado para além do território insular, evidenciando o contributo destas instituições na promoção cultural, social e institucional dos Açores no contexto internacional. No dia 9 de abril, as atividades passam para a ilha das Flores, no Auditório Municipal das Lajes, com início às 14h30 e término às 18h00. A programação inclui a conferência “Mobilidade Humana e Coesão Social nas Ilhas: A Perspetiva da OIM”, apresentada por Vasco Malta, chefe de missão da OIM em Portugal, seguida do painel “Viver e Migrar na Ultraperiferia: Oportunidades e Desafios para Quem Chega e Quem Parte”, com intervenções de representantes da CRESAÇOR, AIPA, Associação dos Emigrantes Açorianos e da Câmara Municipal das Lajes, moderado pelo chefe de Divisão de Apoio às Migrações, Hernani Bettencourt. O dia prossegue com o painel de educação e interculturalidade “Escolas que Integram: Caminhos Interculturais na Ultraperiferia Atlântica”, com participação de alunos, pais e representantes escolares, moderado por Válter Peres, técnico superior da Direção Regional das Comunidades. A sessão com nova apresentação do livro de Ígor Lopes, às 18h30, no salão nobre da Câmara Municipal de Santa Cruz das Flores. O último dia do fórum, 10 de abril, decorre em Santa Cruz das Flores, com o painel “Territórios Pequenos, Mundos Grandes: Experiências de Imigrantes e Regressados”, que conta com testemunhos de imigrantes residentes nas Flores e emigrantes regressados, moderado pelo diretor regional das Comunidades. Segue-se a conferência de encerramento “Ultraperiferias, Comunidade e Futuro: Uma Visão para as Próximas Décadas”, proferida por Paulo Vitorino Fontes, professor da Universidade dos Açores. A sessão de encerramento conta com a presença da presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz das Flores, Elisabete Noia, e de Paulo Estêvão. À tarde, será inaugurado o novo serviço da AIMA no balcão da Rede Integrada de Apoio ao Cidadão dos Açores (RIAC) , com a participação de Pedro Portugal Gaspar e de Carlos Miguel Fernandes Mateus, presidente da RIAC. Com entrada livre para o público local e transmissão em direto através da página “Comunidades Açores” no Facebook, o Fórum das Migrações procura assim reafirmar, na sua quarta edição, o compromisso do governo dos Açores com a promoção da cooperação e da integração, consolidando o papel da Região como ponte entre comunidades, culturas e territórios. Ígor Lopes
- Bruce Gomlevsky interpreta o dramaturgo brasileiro em ‘Nelson Rodrigues – o passado sempre tem razão’
Monólogo tem dramaturgia e direção de Carlos Jardim e estreia no dia 01 de maio, no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB RJ) Fotos de divulgação: https://drive.google.com/drive/folders/1HEeIN9TrMprT1JcOQ639Ngzi4EwoWz3M?usp=sharing “No Rio de Janeiro há de tudo - e até cariocas”. “Por enquanto o ser humano é apenas um projeto sempre adiado”. “O trágico na amizade é o dilacerado abismo da convivência”. “Em amor, deve-se mentir, sempre!”. Tais pensamentos só poderiam nascer da mente daquele que é considerado o maior dramaturgo brasileiro de todos os tempos: Nelson Rodrigues. Frasista genial, aclamado, odiado, censurado. Respeitado até por seus detratores. Sua obra desperta os mais variados sentimentos, jamais a indiferença. O mais carioca dos pernambucanos volta à cena em ‘Nelson Rodrigues – o passado sempre tem razão ’. O jornalista Carlos Jardim assina a dramaturgia e a direção do monólogo que traz Bruce Gomlevsky interpretando o autor de clássicos como ‘Vestido de noiva’, ‘O beijo no asfalto’, ‘Álbum de família’, e ntre outros. A estreia nacional será no Teatro 2 , do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB RJ) , no dia 1º. de maio de 2026 , em curtíssima temporada. O monólogo não é uma biografia convencional. Carlos Jardim não conta de forma cronológica a vida de Nelson Rodrigues. O que está em cena é o pensamento, a palavra, a alma de um homem atormentado, contraditório e genial. “Busco mostrar o Nelson que não foge da polêmica, que faz reflexões profundas, mas que também se mostra humano e, às vezes, até vulnerável. A intenção é mostrar seu pensamento intenso, conturbado, que até hoje se mostra vivo e relevante”, explica Jardim, que ficou mais de quatro meses mergulhado no universo do escritor. Nada mais justo que as próprias falas e os escritos de Nelson sejam protagonistas do texto , com diversos pensamentos do autor reunidos por uma costura meticulosa. O texto que ganha o corpo de Bruce Gomlesvky é quase 100% fiel às falas e escritos originais de Nelson Rodrigues, com pequenas intervenções de Carlos Jardim que, além de mergulhar na obra do homenageado, assistiu a inúmeras entrevistas em vídeo, vasculhou o material disponível em livros e crônicas e foi pinçando trechos até chegar à forma final do texto, que conta com a colaboração do próprio Bruce. “Cheguei à sala de leitura com um roteiro pronto, mas, desde o primeiro momento, deixei claro que estava aberto às sugestões. Bruce é um apaixonado pelo Nelson e sonhava em interpretar o dramaturgo. Conforme fomos lendo e trabalhando no texto, ele foi trazendo trechos incríveis, que se encaixavam com perfeição à ideia original”, exalta Jardim. “Quando li a dramaturgia inicial concebida pelo Carlos Jardim já me apaixonei pelo projeto, mas sugeri que continuássemos em uma busca que pudesse enriquecer ainda mais a dramaturgia. Temos um diretor brilhante e muito aberto para um processo colaborativo”, complementa Bruce. A relação de Bruce com Nelson Rodrigues vem de longo tempo. Dirigiu espetáculos como ‘Bonitinha, mas ordinária’ e ‘Anti-Nelson Rodrigues’. Interpretar o dramaturgo é um desejo antigo. “Sou apaixonado pela obra dele. Com certeza, um dos maiores dramaturgos do século XX, no mundo. Um profundo conhecedor da psique humana. Autor de estilo único, criador de uma linguagem própria que, corajosamente, coloca em cena e desnuda o que há de mais profundo no inconsciente humano, despudoradamente e de forma amoral”, vibra o ator. O monólogo traz reflexões importantes e mostra como o escritor se mantém cada vez mais atual. Em ano de eleições e Copa do Mundo, a paixão de Nelson por futebol e política e suas opiniões polêmicas entram em cena ao lado de temas sempre presentes na vida do escritor, como amor, adultério, morte, o Rio de Janeiro e suas contradições, o subúrbio carioca e seu cotidiano pulsante. Pensamentos muitas vezes polêmicos, frases que podem gerar identificação ou mesmo repúdio. Nelson nunca temeu dizer o que pensava e está presente no espetáculo em toda sua genial contradição. Para Carlos Jardim, trazer esses questionamentos é muito importante, ainda mais em um momento no qual o país vive tão polarizado: “o que mais me atrai é poder provocar discussões ainda muito pertinentes através do pensamento dele, especialmente no mundo de hoje, em que o diálogo e as dúvidas deram lugar a certezas absolutas e posições radicais que não admitem revisão”. Bruce Gomlesvky tem experiência em interpretar personagens reais. Já viveu ícones como Renato Russo e Raul Seixas nos palcos, Henfil no cinema, e agora tem estudado todo o universo do escritor, bem como assistido a tudo que existe dele, entrevistas, depoimentos, em uma pesquisa minuciosa. A preocupação, contudo, não é mimetizar Nelson Rodrigues. “Essa questão pode aparecer em alguns momentos em cena, mas o mais importante é trazer a alma do Nelson. Inevitavelmente, será sempre o "nosso Nelson". Um Nelson Rodrigues visto através de "nossas lentes” “. Nascido em Recife, Nelson Rodrigues veio ainda criança para o Rio de Janeiro, onde tornou-se jornalista, escritor, firmou sua identidade e criou uma obra fundamental para a cultura brasileira. Autor de romances, crônicas, contos, foi no teatro que o autor alcançou seu apogeu com uma série de peças que são referência na dramaturgia criada no Brasil. A crítica nem sempre o aplaudiu. O público chegou a vaiar alguns de seus espetáculos. Muitas vezes, o reconhecimento só veio tardiamente, pois sempre esteve à frente de seu tempo. “O fascinante é que você não precisa concordar com ele para admitir sua genialidade”, vibra Jardim. Quase cinquenta anos após sua morte, Nelson Rodrigues segue sendo celebrado, montado, debatido, mas permanece, muitas vezes, incompreendido. Embora se declarasse um romântico, ele nunca quis ser amado por todos. Muito pelo contrário, como cunhou em uma de suas mais célebres frases: “toda unanimidade é burra”. Sinopse O maior dramaturgo brasileiro nunca sai de cartaz, com suas peças sempre atuais e relevantes. Livros e ensaios são leituras obrigatórias para entender a força da escrita do “Shakespeare brasileiro”. ‘Nelson Rodrigues - O passado sempre tem razão’ vai além, e leva para o palco as próprias falas do autor de clássicos como ‘Vestido de noiva’ e ‘Álbum de família’. Responsável pela dramaturgia da peça, Carlos Jardim “pescou” falas registradas em inúmeras entrevistas dadas por Nelson, além de trechos de crônicas e peças, formando uma dramaturgia própria para um grande ator levar esses pensamentos - sempre atuais - para a cena. Bruce Gomlevsky aceitou desafio com entusiasmo e já está mergulhado no universo rodrigueano, para absorver a atmosfera única do grande escritor. “O passado sempre tem razão” é uma fala de Nelson que se mostra cada vez mais verdadeira, uma vez que o maior dramaturgo brasileiro, tão aclamado quanto odiado, está cada vez mais atual. Estão presentes em cena os temas que sempre apaixonaram Nelson, como amor, adultério, política, futebol e suas próprias peças. Destaque especial para as falas sobre futebol, as vésperas da Copa do Mundo. E também para o pensamento político do escritor, com suas teorias polêmicas e extremamente atuais, que vão criar um grande debate em 2026, ano em que vamos ter uma das mais importantes e polarizadas eleições presidenciais da nossa história. Carlos Jardim Diretor e roteirista de ‘Maria – Ninguém sabe quem sou eu’, sobre a cantora Maria Bethânia. Lançado pela Globo Filmes em 2022, foi o documentário nacional mais visto no ano. Autor e diretor da peça ‘Textos cruéis demais – Quando o amor te vira pelo avesso’, que estreou em janeiro de 2023, com temporadas no Rio e em São Paulo, onde teve lotação esgotada. Assina também texto e direção, ao lado de Eduardo Barata, da comédia ‘As tias do Adolfinho’, com estreia prevista para 2027. Jornalista com 41 anos de experiência, Carlos Jardim trabalha na TV Globo há 29 anos, tendo passado por ‘Fantástico’ e ‘Jornal Nacional’, onde ganhou o Emmy Internacional de 2011 pela cobertura da ocupação do Conjunto de Favelas do Alemão, no Rio. Atualmente é Chefe de Redação da GloboNews, onde criou a faixa de minidocumentários ‘GloboNews Documento’. Carlos Jardim faz as entrevistas e assina direção, roteiro e edição. Já foram ao ar - e estão no Globoplay - os docs com Maria Bethânia, Zezé Motta, Daniela Mercury, Teresa Cristina e Fafá de Belém. No Entretenimento da Globo, foi o idealizador, diretor geral e roteirista final do programa ‘Assim como a gente’, com apresentação de Fátima Bernardes, que estreou 2023 no GNT/Globoplay. Foi roteirista das temporadas 2019 e 2020 da ‘Escolinha do Professor Raimundo’, exibidas na Globo e no Canal Viva. Fez parte da equipe de criação do programa ‘Encontro com Fátima Bernardes’, em 2012. Bruce Gomlevsky Ator, produtor, cenógrafo e encenador teatral há 30 anos. Indicado ao prêmio Shell e ao prêmio Cesgranrio como melhor diretor de 2014, pelos espetáculos ‘Festa de família’ e ‘Funeral’, de Thomas Vinterberg. Participou de mais de 70 espetáculos teatrais. Destacam se: ‘Memórias do esquecimento’ (Prêmio APTR de melhor ator 2018); ‘Uma Ilíada’ (Prêmio Cesgranrio de melhor ator 2015); ‘O homem travesseiro’, de Martin Mc Donagh (prêmio APTR de melhor direção e melhor espetáculo 2012); ‘A volta ao lar’, de Harold Pinter; ‘Cyrano de Bergerac’; ‘Renato Russo’ (indicado ao prêmio Shell de melhor ator 2007 e visto por 500 mil pessoas em mais de 40 cidades brasileiras), entre outros. Integrou por 3 anos a Cia de Ópera Seca, dirigida por Gerald Thomas. Bruce Gomlevsky é também fundador e diretor artístico da cia teatro Esplendor e seu espetáculo ‘Um tartufo’ foi indicado a mais de 8 prêmios na cidade do Rio de Janeiro, em 2018. Em 2022, dirigiu ‘Uma Revolução dos Bichos’ e, em 2023, ‘Outra Revolução dos bichos’, com o qual foi indicado ao prêmio Shell e APTR de melhor diretor. Atualmente, dirige ‘Hamlet’ e o solo ‘Pedrinhas Miudinhas’. Ficha Técnica Realização: Noticiarte Produções Ator: Bruce Gomlevsky Direção e dramaturgia: Carlos Jardim Colaboração dramaturgia: Bruce Gomlevsky Assistente de direção: Flávia Rinaldi Trilha original: Liliane Secco Direção de produção: Luiz Prado Assistentes de produção: Bernardo Brito e Danielle Senra Cenário: Nello Marrese Iluminação e operação de luz: Elisa Tandeta Figurinos: Maria Callou Redes sociais: Clara Corrêa Assessoria jurídica: Berenice Sofiete Operador de som: Consuelo Barros Fotos: Dalton Valério Sobre o CCBB RJ Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro marca o início do investimento do Banco do Brasil em cultura. Instalado em um edifício histórico, projetado pelo arquiteto do Império, Francisco Joaquim Bethencourt da Silva, é um marco da revitalização do centro histórico da cidade do Rio de Janeiro. São 36 anos ampliando a conexão dos brasileiros com a cultura com uma programação relevante, diversa e regular nas áreas de artes visuais, artes cênicas, cinema, música e ideias. Quando a cultura gera conexão ela inspira, sensibiliza, gera repertório, promove o pensamento crítico e tem o poder de impactar vidas. A cultura transforma o Brasil e os brasileiros e o CCBB promove o acesso às produções culturais nacionais e internacionais de maneira simples, inclusiva, com identificação e representatividade que celebram a pluralidade das manifestações culturais e a inovação que a sociedade manifesta. Acessível, contemporâneo, acolhedor, surpreendente: pra tudo que você imaginar. SERVIÇO : ‘NELSON RODRIGUES – O PASSADO SEMPRE TEM RAZÃO’ - Estreia: 01 de maio de 2026 Temporada: até 25 de maio de 2026 CCBB RJ - Teatro II Horários: Segunda - 19h Quarta a sábado – 19h Domingo – 18h Duração: 1h15 Classificação etária: 14 anos Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia), disponíveis no site bb.com.br/cultura , e na bilheteria do CCBB RJ. Centro Cultural Banco do Brasil Rua Primeiro de Março, 66, Centro, Rio de Janeiro - RJ Contato: 21 3808-2020 | ccbbrio@bb.com.br Mais informações em bb.com.br/cultura Siga o CCBB nas redes sociais: x.com/ccbb_rj | facebook.com/ccbb.rj | instagram.com/ccbbrj | tiktok.com/@ccbbcultura Funcionamento CCBB RJ: De quarta a segunda, das 9h às 20h (fecha às terças). ATENÇÃO: Domingos, das 8h às 9h - horário de atendimento exclusivo para visitação de pessoas com deficiências intelectuais e/ou mentais e seus acompanhantes, conforme determinação legal (Lei Municipal nº 6.278/2017) Assessoria de imprensa CCBB RJ Giselle Sampaio gisellesampaio@bb.com.br | 21 3808-0142 | 21 99972-6933 INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA: Alan Diniz alan@xavantecomunicacao.com.br - (21) 99473.6974 Alex Varela
- Mônica Paixão reposicionou o lugar das mulheres em cargos de alta gestão na hotelaria do Brasil contemporâneo
Foto: Verônica Peixoto Em um setor historicamente comandado por homens nos cargos de alta gestão, Mônica Paixão @monikapaixao transformou a própria trajetória em um marco da hotelaria brasileira contemporânea. Seu nome entrou para a história ao se tornar a primeira mulher a ocupar a gerência-geral de um hotel na cidade do Rio de Janeiro, rompendo barreiras e inaugurando um novo modelo de liderança feminina no segmento. Formada em Economia pela Universidade Cândido Mendes e em Relações Públicas pela UERJ, Mônica iniciou cedo sua jornada. Aos 23 anos, ingressou como gerente de recepção no então icônico Le Meridien Copacabana, hoje Hilton Rio de Janeiro. Seu talento para a gestão e a habilidade no relacionamento com equipes rapidamente a destacaram na operação, rendendo sucessivas promoções ao longo de 14 anos. Ao perceber que deveria avançar, decidiu buscar novos desafios. Em novembro de 2000, foi convidada a liderar a abertura do hotel Ipanema Plaza, tornando-se então, a primeira mulher no Rio de Janeiro a ocupar o cargo de gerente-geral. O sucesso foi imediato: no réveillon daquele mesmo ano, o hotel alcançou 100% de ocupação, consolidando um case emblemático de eficiência operacional e posicionamento de mercado. Após sua chegada à gerência-geral, outras mulheres passaram a ocupar posições semelhantes no Rio. Ainda assim, a trajetória não foi simples. Mônica enfrentou resistências, tanto explícitas quanto sutis. “Em muitas reuniões, ainda hoje sou a única mulher”, afirma. Mesmo diante de comentários relacionados ao seu gênero, construiu sua autoridade com firmeza, carisma, personalidade e resultados. Foi justamente essa combinação entre visão de negócios e relações humanas que a levou a quebrar paradigmas na hotelaria. Para ela, a formação em Economia forneceu bases importantes para a gestão, mas o verdadeiro diferencial sempre esteve nas pessoas. “Eu gosto de lidar com pessoas. A hotelaria traz essa gratificação”, resume. Não por acaso, define sua liderança a partir do fator humano: “80% do meu tempo é dedicado a pessoas”. Contratada em um momento crítico pelo Le Canton, foi vista como a última aposta para reverter a situação do empreendimento. Enfrentou os impactos da pandemia, reestruturou equipes, reposicionou a operação e conduziu uma transformação profunda, consolidando o hotel como referência no setor. Esse percurso culminou em sua ascensão à liderança máxima da empresa, ao tornar-se CEO. Além disso, ocupa a presidência da ABIH, ampliando sua influência e inspirando homens e mulheres a novos modelos de gestão. Ao olhar para o mercado, sua trajetória revela mudanças importantes. Para ela, esse movimento é uma conquista coletiva, ainda que a transformação cultural nas organizações siga em curso. Mais do que uma carreira de sucesso, Mônica Paixão construiu um legado. Seu pioneirismo não apenas abriu portas, mas também reposicionou o lugar das mulheres na liderança da hotelaria brasileira. Nando Andrade
- Um segundo...
Às vezes, é só isso que separa a vida que você conhece… Da vida que você precisa aprender a viver. No dia 04/04/2015, num ato de imprudência, mudou tudo. Ela acordou em uma realidade que ela nunca escolheu. Dor, limitações, medo… E uma pergunta que não saía da cabeça dela: ‘Por que comigo?’ Mas, com o tempo… ela entendeu. A pergunta nunca foi ‘por que comigo?’ A pergunta sempre foi: ‘O que eu vou fazer com isso?’ E foi ali que tudo mudou. Ela decidiu que aquilo não seria o seu fim. Seria o ponto de virada. Hoje ela está aqui, não como alguém que perdeu… Mas como alguém que se reconstruiu. Ela é atleta de vôlei sentado. Ela é modelo. Palestrante. Trabalha na Transpotech. Mas nada disso é maior do que a sua maior conquista: Ela não desistiu dela. Porque a vida pode até te derrubar… Mas a decisão de ficar no chão… sempre será sua. André Cantarino
- Belo Horizonte: Centro da Comunidade Luso-brasileira recebeu comitiva portuguesa em visita institucional
Foto: divulgação O Centro da Comunidade Luso-Brasileira de Belo Horizonte, em Minas Gerais, Brasil, acolheu uma visita institucional que reuniu o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, o diretor-geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas, António Moniz, a embaixadora de Portugal em Brasília, Isabel Pedrosa, bem como o cônsul de Portugal em Belo Horizonte, Eurico de Matos, o presidente do Centro da Comunidade Luso-Brasileira de Belo Horizonte, João Carlos Antunes Barata, o presidente da Casa dos Açores em Minas Gerais, Cláudio Motta, Marco Antonio Borges, Procurador de justiça do Ministério Público no Brasil e ex-conselheiro das comunidades portuguesas, além de diretores, associados e membros da comunidade portuguesa em Minas Gerais. A receção decorreu na sede social da instituição, no passado dia 25 de março, num ambiente de forte simbolismo para a comunidade luso-descendente, reafirmando os laços históricos e culturais entre Portugal e o estado de Minas Gerais. Durante a visita, a comitiva foi guiada pelo vice-presidente do Centro, professor Pedro Barata, que apresentou os espaços e a história da centenária casa, destacando o papel do Centro da Comunidade Luso-Brasileira como ponto de encontro e preservação das tradições portuguesas na região. Na ocasião, o presidente da instituição, João Carlos Antunes Barata, manifestou o seu agradecimento pela visita, sublinhando a importância deste encontro para o fortalecimento das relações entre Portugal e a diáspora em Belo Horizonte. O responsável destacou igualmente o contributo do consulado português na cidade, reconhecendo o empenho do cônsul Eurico de Matos na concretização da iniciativa. Ígor Lopes
- O Triste destino (FIM) de parte do Acervo de Dalva de Oliveira
Que Dalva de Oliveira é uma das maiores vozes deste país, é informação unânime. Uma estrela de grande valor e importância para a memória e cultura nacional. Receber a notícia que parte do seu acervo, que estava em posse de uma INSTITUIÇÃO, foi entregue para dois sujeitos desconhecidos, sem qualquer importância ou relevância dentro do âmbito do colecionismo e pesquisa é algo surreal e podemos até mesmo dizer que é atitude irresponsável. Tanto é que parte desse material foi RASGADA/DESTRUÍDA e outra parte comercializada. Fazendo assim com que esse acervo se perca de uma vez por todas. Esse material tinha fotos inéditas, fotos de família, fotos com autógrafos para seus filhos,recortes de jornal, material referente a apresentações internacionais de Dalva... E pasmem meus amigos: ATÉ DOCUMENTOS PESSOAIS. Um verdadeiro golpe contra a memória e cultura do nosso país. Se alguém tinha o direito de dar destino a esse material, seria a família. Mas que em momento nenhum foi consultada, comunicada e nem mesmo foi oferecido a ela o direito de ficar com o acervo. Paula, neta de Dalva, está totalmente consternada com essa situação. Está tentando buscar ajuda e forças para conseguir recuperar o acervo de sua avó. O que ainda resta nesta Instituição? Por qual motivo não entregaram esse material para a Paula, NETA de Dalva? Já que queriam se desfazer, que entregassem a família e não a desconhecidos. Convido a todos os leitores a iniciarem campanhas de apoio em prol de Paula Martins, para que ela consiga reaver o que lhe pertence por direito. Afinal, o que farão com as coisas da Dalva que sobraram? Bem... Se sobraram... Esse material NECESSITA ser entregue a quem é de direito, URGENTE. Em prol da memória e cultura nacional, a Revista do Villa sai na frente na divulgação do ocorrido em apoio ao legado da Rainha da Voz - Dalva de Oliveira. Tadeu Kebian
- São Gonçalo recebe o 1º Festival de Contação de Histórias
Projeto gratuito promove cultura e literatura para o público infantojuvenil A cidade de São Gonçalo será palco do 1º Festival de Contação de Histórias, nos dias 8 e 9 de abril de 2026 (quarta e quinta-feira), das 9h às 18h, no Clube Tamarilândia, no bairro Porto Novo. Inédito e gratuito, o evento tem como tema “Os Encantos dos Contos de Fadas” e propõe uma programação de caráter cultural e educativo voltada ao público infantojuvenil. Durante os dois dias, o festival oferece atividades planejadas para crianças, jovens, estudantes, professores e suas famílias, convidando o público a mergulhar em um universo de narrativas, imaginação e literatura, em uma atmosfera acolhedora, interativa e acessível. A expectativa da organização é receber cerca de 400 participantes ao longo da programação. Mais do que entretenimento, a proposta é despertar o interesse pela leitura, estimular a criatividade e fortalecer o vínculo do público jovem com a cultura oral e escrita. A programação é diversificada com contação de histórias ao vivo, oficinas literárias recreativas, mesas-redondas, palestras e oficinas. O festival também conta com parcerias com escolas da rede pública e organizações sociais, ampliando seu alcance e impacto. O encerramento, no segundo dia, contará com apresentação musical de Fred Tavares, além de um momento especial de leitura de um poema, criando uma transição sensível e afetiva para o fim da programação. “O Festival de Contação de Histórias nasceu do desejo de criar um espaço onde a imaginação seja livre e a literatura seja celebrada. Acreditamos que uma história bem contada tem o poder de transformar a forma como uma criança enxerga o mundo”, afirma Danielle Bragança, coordenadora geral do projeto. “Produzir este festival é realizar um sonho coletivo. Cada detalhe foi pensado com carinho para que o público se sinta dentro de um verdadeiro conto de fadas. Ver crianças encantadas e criativas é a nossa maior recompensa”, completa Yonara Costa, curadora do evento. O projeto conta com o apoio institucional do Instituto dos Sonhos. Para o fundador e ativista social, Rafael Vieira, a iniciativa reforça o compromisso com a transformação social por meio da cultura e da educação: “O Festival de Contação de Histórias planta sementes de imaginação, empatia e amor pela leitura nas novas gerações”. Realização: Governo Federal, Ministério da Cultura, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Política Nacional Aldir Blanc. Serviço: Festival de Contação de Histórias Local: Clube Tamarilândia (Rua José do Patrocínio, 86, Porto Novo - São Gonçalo) Data / Horário: Dias 08 e 09 de abril de 2026 (quarta-feira e quinta-feira), das 09h às 18h Entrada: Grátis Nando Andrade
- Mostra Mestras do Macabro No Cinema do CCBB RIO
Mostra destaca o protagonismo feminino no cinema de horror em 38 filmes, no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro, de 15 de abril a 18 de maio de 2026 Homenagens a diretoras e atriz, debates, curso e a estreia da festa “Noite no museu” completam a programação gratuita Imagens de divulgação: https://drive.google.com/drive/folders/1O7W11hzRlfLLH4KvmMA263jB7U4VS4Nn?usp=sharing Após a primeira edição da mostra, realizada em março de 2025, Mestras do Macabro – As Cineastas do Horror ao Redor do Mundo retorna ao Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB RJ), de 15 de abril a 18 de maio de 2026, com uma proposta curatorial organizada em torno de eixos temáticos, ampliando o olhar sobre diferentes vertentes e abordagens do macabro sob perspectiva feminina. A mostra tem o patrocínio do Banco do Brasil e produção da BLG Entretenimento, e segue para os CCBBs Brasília e São Paulo após a temporada no Rio. Toda a programação é gratuita. Os ingressos para os filmes podem ser retirados a partir das 9h do dia da exibição, na bilheteria física ou no site do CCBB RJ. A curadora Beatriz Saldanha selecionou 38 títulos — sendo 31 filmes dirigidos por mulheres e outros sete com participação feminina em funções essenciais como roteiro, montagem, fotografia, trilha sonora, maquiagem e efeitos especiais. Entre os temas que estruturam a seleção estão as vampiras contemporâneas, o misticismo e a religiosidade, e a representação da chamada “loucura” feminina, um dos tópicos mais recorrentes e controversos do horror. Apesar do foco em produções recentes, a mostra mantém o compromisso com o resgate histórico. A sessão de abertura apresenta Hollywood 90028 (1973), de Christina Hornisher, obra que foi redescoberta internacionalmente e que chama a atenção pelo retrato amargo da desilusão com o sonho da indústria cinematográfica mais cobiçada do mundo. Um dos destaques desta edição é a homenagem à cineasta francesa Marina de Van, com a exibição de três de seus longas: Encontro com o passado , estrelado por Sophie Marceau e Monica Bellucci; O lado sombrio, uma história sobrenatural perturbadora; e Em minha pele , o seu filme cult, considerado como um dos títulos mais emblemáticos do chamado “novo extremismo francês”. Diretora, roteirista e atriz, Marina de Van aborda de maneira franca e bastante pessoal temas delicados como a relação da mulher com o próprio corpo. A mostra também destaca a trajetória da videomaker Cecelia Condit, que realizou alguns dos trabalhos mais importantes no campo do cinema experimental, com curtas como Talvez em Michigan e Debaixo da pele . Em seus filmes, Cecelia evoca as narrativas dos contos de fadas para discutir questões familiares profundas, bem como o horror da violência contra as mulheres, através de uma estética que mais se assemelha a pesadelos. “É uma cineasta brilhante, extremamente generosa e seus filmes precisam ser vistos, ainda mais se considerarmos que, infelizmente, a violência contra as mulheres está presente na sociedade atual de maneira intolerável”, ressalta Beatriz Saldanha A produção brasileira contemporânea marca presença com a pré-estreia de Love Kills , de Luiza Schelling Tubaldini, sessões especiais de Virtuosas , de Cíntia Domit Bittar, de O despertar de Lilith , de Monica Demes, e de curtas-metragens estrelados por Gilda Nomacce, a “rainha do grito”, reconhecida por seus papéis no cinema de gênero. A programação inclui ainda sessões especiais com títulos derivados ou continuações de franquias populares, como Pesadelo final: a morte de Freddy , Criaturas 3 — primeiro filme estrelado por Leonardo DiCaprio — e A maldição de Carrie , título que foi bastante pedido pelo público na primeira edição da mostra. A mostra realizará sessões inclusivas dos filmes Love Kills , Criaturas 3 e Virtuosas . O público poderá usar os recursos de acessibilidade (legenda descritiva, audiodescrição, Libras) através do aplicativo MobLoad, disponível gratuitamente nos formatos Android e IOS. ATIVIDADES EXTRAS Além das exibições dos filmes, a mostra promove uma série de atividades formativas e reflexivas, como debates, sessões comentadas e curso. No dia 16 de abril, às 18h10, após a sessão de Possessão , acontece o debate “Olhando além da diretora: criação, excessos e autoria feminina no horror”, com Cássia Ferreira, pesquisadora e jornalista, mestra em Comunicação pela UERJ, e Kimberly Palermo , cineasta e mestranda em Cinema e Audiovisual pela UFF. A mediação será da curadora Beatriz Saldanha. No dia seguinte (17/04), sexta-feira, às 19h, a diretora Luiza Schelling Tubaldini conversa com o público, após a pré-estreia de seu longa-metragem Love Kills . Outra cineasta que estará presente para um bate-papo será Monica Demes, que apresenta O Despertar de Lilith , no dia 6 de maio, às 17h30. A mostra oferece ainda a masterclass “Rainha do grito por excelência: técnicas de performance para filmes de horror” com a atriz Gilda Nomacce. Será um encontro com duração de 2h no dia 25 de abril, com início às 15h. Haverá entrega de certificado aos participantes. As senhas serão distribuídas a partir das 14h. A idealizadora e curadora da mostra Beatriz Saldanha, Doutoranda em Comunicação Audiovisual pela UAM, ministrará o curso “A abjeção feminina como estratégia de libertação no cinema de horror”. Serão dois encontros, com duração de 2h cada, nos dias 7 e 8 de maio, às 17h30, no Cinema 2. O curso propõe uma introdução ao conceito de abjeção feminina no cinema de horror, a partir de referenciais teóricos como Mary Douglas, Julia Kristeva e Barbara Creed, analisando como imagens de corpos femininos monstruosos, abjetos ou desviantes podem representar não apenas como instrumentos de controle simbólico, mas também resistência e libertação através de estratégias de ruptura. Por meio de exemplos do cinema de horror clássico e contemporâneo, o curso discutirá a relação entre gênero, corpo, violência e transformação, instigando a reflexão e o debate sobre o potencial político e estético da abjeção. Haverá entrega de certificado e as senhas serão distribuídas 1h antes do início das aulas. Por fim, mas não menos impactante, o CCBB realiza a sua primeira festa “Noite no Museu”, que acontece no dia 17 de abril. Será uma experiência que mistura cinema e música, uma noite para celebrar o imaginário gótico com sessão especial de Love Kills , às 19h, seguida de festa com DJ e show. O evento contará com comidinhas e bebidinhas do bar Labuta. Aqueles que retirarem ingresso para o filme já garantem presença na festa. Os ingressos para a “Noite no Museu” serão disponibilizados a partir do dia 6 de abril, na bilheteria física e no site do CCBB – bb.com.br/cultura . SOBRE O CCBB RJ Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro marca o início do investimento do Banco do Brasil em cultura. Instalado em um edifício histórico, projetado pelo arquiteto do Império, Francisco Joaquim Bethencourt da Silva, é um marco da revitalização do centro histórico da cidade do Rio de Janeiro. São 36 anos ampliando a conexão dos brasileiros com a cultura com uma programação relevante, diversa e regular nas áreas de artes visuais, artes cênicas, cinema, música e ideias. Quando a cultura gera conexão ela inspira, sensibiliza, gera repertório, promove o pensamento crítico e tem o poder de impactar vidas. A cultura transforma o Brasil e os brasileiros e o CCBB promove o acesso às produções culturais nacionais e internacionais de maneira simples, inclusiva, com identificação e representatividade que celebram a pluralidade das manifestações culturais e a inovação que a sociedade manifesta. Acessível, contemporâneo, acolhedor, surpreendente: pra tudo que você imaginar. PROGRAMAÇÃO COMPLETA: Disponível também no site bb.com.br/cultura Dia 15 de Abril – quarta-feira 18h – Sessão de Abertura - Hollywood 90028 ( Hollywood 90028 ). EUA, 1973. Direção: Christina Hornisher. 87 min. 18 anos. Um fotógrafo deseja ingressar no mercado cinematográfico em Los Angeles, mas fica desiludido com o meio e, em desespero, passa a cometer uma série de assassinatos. Dia 16 de Abril – quinta-feira 16h – Possessão ( Possession ). França / Alemanha Ocidental, 1981. Direção: Andrzej Zulawski. Com Isabelle Adjani. 124 min. 18 anos. 18h10 – Debate “Olhando além da diretora: criação, excessos e autoria feminina no horror”, com Cássia Ferreira, pesquisadora e jornalista, mestra em Comunicação pela UERJ, e Kimberly Palermo , cineasta e mestranda em Cinema e Audiovisual pela UFF. Mediação da curadora Beatriz Saldanha. 90 minutos. Dia 17 de Abril – sexta-feira 19h – Love Kills Brasil, 2025. Direção: Luiza Shelling Tubaldini. 97 min. 16 anos. Sessão com legenda descritiva , audiodescrição e LIBRAS 20h45 – Bate-papo com a diretora Luiza Shelling Tubaldini. 45 minutos. Dia 18 de Abril – sábado 16h – Mary mórbida ( American Mary ). Canadá, 2012. Direção: Jen Soska e Sylvia Soska. 103 min. 18 anos. Dia 19 de Abril – domingo 16h – Evolução ( Évolution ). França / Bélgica / Espanha, 2015. Direção: Lucile Hadžihalilović. 81 min. 18 anos. Dia 20 de Abril – segunda-feira 18h – Censora . Reino Unido, 2021. Direção: Prano Bailey-Bond. 84 min. 16 anos. Dia 22 de Abril – quarta-feira 17h30 – Vida celeste ( High Life ). França / Reino Unido / Alemanha / Polônia / EUA, 2018. Direção: Claire Denis. 113 min. 16 anos. Dia 23 de Abril – quinta-feira 17h30 – Garota sombria caminha pela noite ( A Girl Walks Home Alone at Night ). EUA, 2014. Direção: Ana Lily Amirpour. 101 min. 16 anos. Dia 24 de Abril – sexta-feira 17h30 – O lado sombrio ( Dark Touch ). França / Irlanda, 2013. Direção: Marina De Van. 90 min. 16 anos. Dia 25 de Abril – sábado 15h – Masterclass “Rainha do grito por excelência: técnicas de performance para filmes de horror” com a atriz Gilda Nomacce . 120 minutos. 16 anos. 17h30 – Sessão De Curtas: Homenagem A Gilda Nomacce . 76 minutos. 16 anos. Nua Por Dentro Do Couro , de Lucas Sá. 22 minutos. O Segredo Da Família Urso , de Cíntia Domit Bittar. 21 minutos. Lilith , de Edem Ortegal. 20 minutos. 5 Estrelas , de Fernando Sanches. 15 minutos. Dia 26 de Abril – domingo 16h – Possuída ( Ginger Snaps ). Canadá, 2000. Direção: John Fawcett. Roteiro: Karen Walton 108 min. 18 anos. Dia 27 de Abril – segunda-feira 16h – Vingança preventiva ( Prevenge ). Reino Unido, 2016. Direção: Alice Lowe. 88 min. 18 anos. Dia 29 de Abril – quarta-feira 18h – As mulher dos ossos ( Huesera ) México / Peru, 2022. Direção: Michelle Garza Cervera. 97 min. 16 anos. Dia 30 de Abril – quinta-feira 17h30 – A flor da felicidade ( Little Joe). Áustria / Reino Unido / Alemanha / França, 2019. Direção: Jessica Hausner. 105 min. 12 anos. Dia 01 de Maio – sexta-feira 18h – Mente paranoica ( Office Killer ). EUA, 1997. Direção: Cindy Sherman. 82 min. 18 anos. Dia 02 de Maio – sábado 16h – Encontro com o passado ( Ne te retournes pas ). França / Itália / Luxemburgo / Bélgica, 2009. Direção: Marina De Van. 110 min. 14 anos. Dia 03 de Maio – domingo 15h – Sessão de curtas: o horror experimental de Cecelia Condi . 80 minutos. 16 anos. O Monstro Em Mim – 08 minutos Debaixo Da Pele – 12 minutos Talvez Em Michigan – 12 minutos Subúrbios Do Éden – 16 minutos Oh, Rapunzel! – 25 minutos Eu Tinha Medo – 07 minutos 17h – O Vingador Tóxico ( The Toxic Avenger ). EUA, 1984. Direção: Michael Herz e Lloyd Kaufman. Efeitos de maquiagem: Jennifer Aspinall. 82 min. 18 anos. Dia 04 de Maio – segunda-feira 17h30 – A Maldição De Carrie – 105 minutos – 18 anos Dia 06 de Maio – quarta-feira 17h30 – O despertar de Lillith ( Lilith’s Awakening ). Brasil, 2016. Direção: Monica Demes. 80 min. 16 anos. 19h00 – Bate-papo com a diretora Monica Demes. 40 minutos. 16 anos. Dia 07 de Maio – quinta-feira 17h30 – Curso “ A abjeção feminina como estratégia de libertação no cinema de horror” com Beatriz Saldanha. Aula 1. 120 minutos. 16 anos. (CINEMA 2) 18h – Vampira humanista procura suicida voluntário ( Vampire humaniste cherche suicidaire consentant ). Canadá, 2023. Direção: Ariane Louis-Seize. 91 min. 16 anos. Dia 08 de Maio – sexta-feira 17h30 – Curso “ A abjeção feminina como estratégia de libertação no cinema de horror” com Beatriz Saldanha. Aula 2. 120 minutos. 16 anos. (CINEMA 2) 18h – O cemitério maldito II ( Pet Sematary II ). EUA, 1992. Direção: Mary Lambert. 100 min. 16 anos. Dia 09 de Maio – sábado 15h – Criaturas 3 ( Critters 3 ). EUA, 1991. Direção: Kristine Peterson. 84 min. 14 anos Sessão com legenda descritiva. 17h – Sombrio ( Sombre ). França, 1998. Direção: Philippe Grandrieux. Direção de Fotografia: Sabine Lancelin. 112 min. 18 anos. Dia 10 de Maio – domingo 16h – Em minha pele ( Dans ma peau ). França, 2002. Direção: Marina De Van. 95 min. 18 anos. Dia 11 de Maio – segunda-feira 18h – Pesadelo final, a morte de Freddy: a hora do pesadelo 6 ( Freddy’s Dead: The Final Nightmare ). EUA, 1991. Direção: Rachel Talalay. 89 min. 16 anos. Dia 13 de Maio – quarta-feira 18h – Sessão de curtas: o horror experimental de Cecelia Condit. 80 minutos. 16 anos. O Monstro Em Mim – 08 minutos Debaixo Da Pele – 12 minutos Talvez Em Michigan – 12 minutos Subúrbios Do Éden – 16 minutos Oh, Rapunzel! – 25 minutos Eu Tinha Medo – 07 minutos Dia 14 de Maio – quinta-feira 18h – O lago da perdição ( La virgen de la tosquera ). Argentina / Espanha / México, 2025. Direção: Laura Casabe. 93 min. 16 anos. Dia 15 de Maio – sexta-feira 18h – Criaturas 3 ( Critters 3 ). EUA, 1991. Direção: Kristine Peterson. 84 min. 14 anos Sessão com legenda descritiva. Dia 16 de Maio – sábado 15h30 – Atlântico ( Atlantique ). França / Senegal / Bélgica, 2019. Direção: Mati Diop. 106 min. 12 anos 18h – Vingança preventiva ( Prevenge ). Reino Unido, 2016. Direção: Alice Lowe. 88 min. 18 anos. Dia 17 de Maio – domingo 18h – Re(nascer) ( Birth/Rebirth ). EUA, 2023. Direção: Laura Moss. 101 min. 16 anos Dia 18 de Maio – segunda-feira 18h – Virtuosas . Brasil, 2025. Direção: Cíntia Domit Bittar. 88 min. 16 anos. Sessão com legenda descritiva , audiodescrição e LIBRAS Informações sobre os filmes, de acordo com os eixos curatoriais A CINEASTA EM FOCO: MARINA DE VAN Em minha pele ( Dans ma peau ). França, 2002. Direção: Marina De Van. 95 min. 18 anos Depois de machucar a perna em um acidente, uma mulher desenvolve uma estranha obsessão pela própria pele, mergulhando uma perigosa relação de autofagia. Encontro com o passado ( Ne te retournes pas ). França / Itália / Luxemburgo / Bélgica, 2009. Direção: Marina De Van. 110 min. 14 anos Uma escritora passa por estranhas transformações pessoais, invisíveis ao marido e aos filhos, e, guiada por uma fotografia, parte em viagem em busca de si mesma. O lado sombrio ( Dark Touch ). França / Irlanda, 2013. Direção: Marina De Van. 90 min. 16 anos Depois de sobreviver a um massacre ocorrido numa pequena cidade da Irlanda, uma menina de 11 anos é acolhida por vizinhos, mas o horror está longe de terminar. ALÉM DA DIREÇÃO: OUTRAS MESTRAS DO MACABRO ISABELLE ADJANI (atuação) Possessão ( Possession ). França / Alemanha Ocidental, 1981. Direção: Andrzej Zulawski. 124 min. 18 anos Uma mulher se comporta de maneira perturbadora depois de pedir o divórcio ao marido, mas as suspeitas de infidelidade logo dão lugar a algo muito mais sinistro. Outras mulheres de destaque na equipe: Marie-Sophie Dubus e Suzanne Lang-Willar (montagem), Ingrid Zoré (figurino) JENNIFER ASPINALL (efeitos de maquiagem) O Vingador Tóxico ( The Toxic Avenger ). EUA, 1984. Direção: Michael Herz e Lloyd Kaufman. 82 min. 18 anos Um rapaz atrapalhado que trabalha numa academia de musculação cai num tonel de lixo radiativo e se transforma no Vingador Tóxico, um improvável herói monstruoso. SABINE LANCELIN (direção de fotografia) Sombrio ( Sombre ). França, 1998. Direção: Philippe Grandrieux. 112 min. 18 anos Um assassino em série que persegue prostitutas fica profundamente perturbado e hesitante em matar ao conhecer uma mulher por quem se apaixona intensamente. Outras mulheres de destaque na equipe: Elina Löwensohn (atuação), Sophie Fillières (roteiro), Françoise Tourmen (montagem), Catherine Jacques (produção), Mathilde Muyard (edição de som), Ann Dunsford (figurino) KAREN WALTON (roteiro) Possuída ( Ginger Snaps ). Canadá, 2000. Direção: John Fawcett. 108 min. 18 anos Duas jovens irmãs desajustadas têm suas vidas transformadas radicalmente quando uma delas é mordida por um lobisomem na noite de sua primeira menstruação. Outras mulheres de destaque na equipe: Katharine Isabelle e Emily Perkins (atuação), Karen Lee Hall (produção), Mary Wilkinson (direção de arte), Lea Carlson (figurino) SESSÕES DE CURTAS-METRAGENS O HORROR EXPERIMENTAL DE CECELIA CONDIT Seleção de seis curtas-metragens da videomaker (duração total: 80 min.) O MONSTRO EM MIM (2026, 8 min) Um passeio pela floresta revela o monstro que vive dentro de todos nós. Vídeo experimental sobre saúde mental. DEBAIXO DA PELE (1981, 12 min) Uma mulher relembra sua assustadora experiência com um namorado que matou a companheira anterior e guardou o cadáver no armário. Relato macabro baseado num caso verídico. TALVEZ EM MICHIGAN (1983, 12 min) Duas amigas passeiam pelo shopping e são perseguidas por um homem misterioso usando uma máscara. Musical experimental, absurdo e morbidamente cômico. SUBÚRBIOS DO ÉDEN (1992, 16 min) Uma mulher tenta conciliar os papéis de esposa e mãe enquanto se dedica à carreira profissional. Drama musical de inspiração bíblica, sobre relacionamentos abusivos. OH, RAPUNZEL! (1996, 25 min) Uma menininha se perde na floresta e é acolhida por uma mulher que pode ser sua mãe, ou ela própria. Conto de fadas musical, sombrio e repleto de implicações psicanalíticas. EU TINHA MEDO (2020, 7 min) Uma mulher relata os medos que superou, contando e cantando. Animação experimental sobre traumas. HOMENAGEM A GILDA NOMACCE Seleção de quatro curtas-metragens estrelados pela atriz (duração total: 76 min.) Nua por dentro do couro , de Lucas Sá (2014, 22 min) Ela protege sua carne, mas o couro começa a cair. O segredo da família urso , de Cíntia Domit Bittar (2014, 21 min) 1970, ditadura militar brasileira. Geórgia, uma menina de 8 anos, é proibida de entrar no porão de sua casa, onde costumava brincar. Longe dos olhos dos pais e da velha babá, Geórgia encontra a porta destrancada: há alguém lá dentro. Lilith , de Edem Ortegal (2018, 20 min) Lilith teria sido a primeira mulher da humanidade, mas foi expulsa do paraíso e amaldiçoada para sempre por se opor ao sistema patriarcal do reino dos céus. Agora ela está de volta, com seus servos e sua sede de vingança para destruir a ordem criada por Deus e pelo Diabo. 5 estrelas , de Fernando Sanches (2020, 15 min) Katia Fontinelle é uma talentosa atriz de teatro que pede um Uber para ir a uma festa no interior, em um sábado à noite. Para sua surpresa, a motorista é uma mulher. A viagem segue tranquila até que coisas estranhas começam a acontecer, e o que era pra ser uma viagem tranquila se transforma em uma noite de terror. SESSÕES TEMÁTICAS O LEGADO DE MARY SHELLEY Evolução ( Évolution ). França / Bélgica / Espanha, 2015. Direção: Lucile Hadžihalilović. 81 min. 18 anos Numa ilha isolada, mulheres realizam uma série de estranhas experiências médicas que modificam os corpos dos meninos, buscando derrubar etapas da evolução. Vida celeste ( High Life ). França / Reino Unido / Alemanha / Polônia / EUA, 2018. Direção: Claire Denis. 113 min. 16 anos Muito além do sistema solar, um grupo de criminosos vive isolado em uma nave espacial enquanto é submetido a um experimento de reprodução humana. A flor da felicidade ( Little Joe). Áustria / Reino Unido / Alemanha / França, 2019. Direção: Jessica Hausner. 105 min. 12 anos Uma mãe solo que trabalha desenvolvendo novas espécies de plantas decide levar uma flor geneticamente modificada para o seu filho, com terríveis consequências. Re(nascer) ( Birth/Rebirth ). EUA, 2023. Direção: Laura Moss. 101 min. 16 anos Uma cientista obstinada desafia os limites da biologia ao trazer uma menina de volta à vida, envolvendo a mãe da criança num pacto marcado por grandes dilemas éticos. VAMPIRAS CONTEMPORÂNEAS Garota sombria caminha pela noite ( A Girl Walks Home Alone at Night ). EUA, 2014. Direção: Ana Lily Amirpour. 101 min. 16 anos Na cidade-fantasma iraniana de Bad City, um lugar que fede a morte e solidão, os habitantes não sabem que estão sendo perseguidos por uma vampira solitária. O despertar de Lillith ( Lilith’s Awakening ). Brasil, 2016. Direção: Monica Demes. 80 min. 16 anos Uma mulher sufocada pelas relações com o marido, o pai e um colega de trabalho vê a oportunidade de mudar sua vida ao encontrar a bela e sedutora vampira Lilith. Vampira humanista procura suicida voluntário ( Vampire humaniste cherche suicidaire consentant ). Canadá, 2023. Direção: Ariane Louis-Seize. 91 min. 16 anos Sasha é uma jovem vampira sensível demais para matar pessoas, e quando os pais dela cortam seu suprimento de sangue, ela percebe que sua vida está em perigo. Pré-estreia Love Kills . Brasil, 2025. Direção: Luiza Shelling Tubaldini. 97 min. 16 anos No centro de São Paulo, um rapaz ingênuo que trabalha num restaurante se envolve com uma misteriosa vampira e acaba no meio de uma intriga sangrenta e ancestral. REPRESENTAÇÕES DA LOUCURA FEMININA Mente paranoica ( Office Killer ). EUA, 1997. Direção: Cindy Sherman. 82 min. 18 anos Uma tímida funcionária de escritório, enlouquecida pelas demandas do emprego, mata acidentalmente um colega e decide continuar eliminando seus desafetos. Mary mórbida ( American Mary ). Canadá, 2012. Direção: Jen Soska e Sylvia Soska. 103 min. 18 anos Uma estudante de medicina precisa pagar uma dívida estudantil e, para isso, se envolve no obscuro mundo da modificação corporal em cirurgias clandestinas. Vingança preventiva ( Prevenge ). Reino Unido, 2016. Direção: Alice Lowe. 88 min. 18 anos Uma mulher grávida, que ficou viúva subitamente, sai em uma matança desenfreada a comando de seu bebê, que deseja eliminar os culpados pela morte de seu pai. Censora . Reino Unido, 2021. Direção: Prano Bailey-Bond. 84 min. 16 anos Após assistir a um vídeo desagradavelmente familiar, uma censora de filmes decide resolver o mistério do desaparecimento de sua irmã e perde a noção da realidade. MISTICISMO, RELIGIOSIDADE E GÊNERO Atlântico ( Atlantique ). França / Senegal / Bélgica, 2019. Direção: Mati Diop. 106 min. 12 anos Num subúrbio de Dakar, operários de um canteiro de obras de uma torre futurista decidem ir embora do país e partem para o oceano em busca de uma vida melhor. As mulher dos ossos ( Huesera ) México / Peru, 2022. Direção: Michelle Garza Cervera. 97 min. 16 anos Aterrorizada pelos sintomas da gestação em seu corpo, uma mãe de primeira viagem precisa recorrer ao sobrenatural para enfrentar a entidade La Huesera. Virtuosas . Brasil, 2025. Direção: Cíntia Domit Bittar. 88 min. 16 anos Um retiro seleto para mulheres cristãs em busca de sua melhor versão, escolhidas por meio de um sorteio, se transforma em uma jornada absurda e perigosa. O lago da perdição ( La virgen de la tosquera ). Argentina / Espanha / México, 2025. Direção: Laura Casabe. 93 min. 16 anos Uma garota apaixonada por um amigo de infância pede ajuda de sua avó para fazer ritos de feitiçaria e magia negra para que ela possa conquistar o amor de sua vida. SEQUÊNCIAS IMPERDÍVEIS Criaturas 3 ( Critters 3 ). EUA, 1991. Direção: Kristine Peterson. 84 min. 14 anos Os pequenos alienígenas peludos e redondos, que devoram qualquer coisa ou pessoa, invadem e atacam um pacato prédio residencial em Los Angeles. Pesadelo final, a morte de Freddy: a hora do pesadelo 6 ( Freddy’s Dead: The Final Nightmare ). EUA, 1991. Direção: Rachel Talalay. 89 min. 16 anos Freddy Krueger, que assombra os sonhos, volta a espreitar os pesadelos do último adolescente sobrevivente de Springwood e de uma mulher capaz de matar o vilão. O cemitério maldito II ( Pet Sematary II ). EUA, 1992. Direção: Mary Lambert. 100 min. 16 anos Um adolescente e seu pai se mudam para a cidade natal de sua falecida mãe, onde eles encontram o antigo cemitério indígena com o poder de ressuscitar os mortos. A maldição de Carrie ( The Rage: Carrie 2 ). EUA, 1999. Direção: Katt Shea. 105 min. 18 anos Uma série de violentos assassinatos tem início após uma jovem ser provocada pelos atletas de sua escola, que desconhecem o poder telecinético devastador da garota. MESTRAS DO MACABRO- AS CINEASTAS DO HORROR AO REDOR DO MUNDO - 2ª EDIÇÃO De 15 de abril a 18 de maio de 2026 Entrada franca. Ingressos para as sessões dos filmes e os debates: retirada a partir das 9h do dia da exibição/atividade, na bilheteria física ou no site bb.com.br/cultura Ingressos para a oficina e o curso: as senhas serão distribuídas 1h antes do início da atividade. Produção: BLG Entretenimento Realização: Centro Cultural Banco do Brasil Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro Rua Primeiro de Março 66, Centro – Rio de Janeiro/RJ Contato:(21) 3808-2020 | ccbbrio@bb.com.br Mais informações em: bb.com.br/cultura Siga o CCBB nas redes sociais: x.com/ccbb_rj | facebook.com/ccbb.rj | instagram.com/ccbbrj | tiktok.com/@ccbbcultura Assessoria de Imprensa CCBB Rio de Janeiro Giselle Sampaio: (21) 3808-0142 / 21 99972-6933 / gisellesampaio@bb.com.br Assessoria de Imprensa Mestras do Macabro Khora Comunicação & Produção Claudia Oliveira | 21 98799-5742 | claudiamac.oliveira@gmail.com Mariana Bezerra Cavacanti | (21) 99154-2275 | maribezerracava@gmail.com Alex Varela










