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Revista do Villa

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Revista luso-brasileira de conteúdo sobre cultura, gastronomia, moda, turismo,

entretenimento, eventos sociais, bem-estar, life style e muito mais...

Resultados encontrados para busca vazia

  • Mônica Nakamura, taróloga

    Entrevista com a competente astróloga e taróloga Monika Nakamura.  Foto 1:O estilo sofisticado da famosa taróloga Monika Nakamura.  1- Olá Monika! Como será o amanhã? Você poderia nos responder?! O amanhã segundo a minha concepção e intuição , será um mundo onde a era de aquário que já se iniciou há uns 2 anos e meio , trará uma igualdade nas relações sociais e interpessoais. Será um mundo onde grupos serão gerados com a influência da equidade social e o pensamento mais amplo e racional no sentido de que a humanidade será equiparada a uma imensa ong universal. Já estamos nesse caminho. Dentro dessa narrativa, guerras , mudanças de comportamento e o inconsciente humano já vem tornando o mundo que vivemos um lugar de muitos ajustes energéticos e vibracionais . Um exemplo disso que o tempo se mostra mais acelerado, quem antes estava calado agora se manifesta de maneiras diferentes das de outras épocas mais remotas. Quem está embaixo da pirâmide socio econômico começou a se mover e se inconformar com a  diferença de classes mostrando a sua importância e sua força dentro do mundo . Todos as mudanças pelas quais o mundo vem recebendo, inclusive a de ordem natural, climáticas e econômicas estão tendo que ajustar a sua forma de uma nova forma. Nada irá impedir isso acontecer. Os reflexos dessas mudanças já estão acontecendo. 2-Quando surgiu a sua vocação de leitura do futuro, de fazer previsões? Na verdade, nao diria uma vocação e sim um dom , uma missão espiritual. Sei que aos 9 anos de idade eu já levava para a escola um baralho comum de jogar pif paf , buraco, para ver o futuro dos meus amiguinhos na hora do intervalo. Tenho amigos dessa época até hoje. Muito tempo depois, conheci uma senhora que me disse que eu teria a missão de orientar e ajudar as pessoas através das leituras de Tarot . Foi ela , Dona Sulamita quem me ensinou a utilizar o Tarot com o propósito de trabalhar profissionalmente. Na mesma época eu entrei no curso de Direito na pontifícia universidade católica no Rio de Janeiro, onde me formei. O ano 1985. Nunca mais parei de trabalhar como taróloga profissional. 3- A sua capacidade de ler o destino é algo natural ou você realizou cursos?   No que concerne as leituras com Tarot sempre existe a diferença entre os que possuem o dom e os que por curiosidade ou desejo de ser um tarólogo . No meu caso , foi algo de Deus . Algo natural na minha jornada de vida. Fluindo bem e que sei que é uma missão que tenho nessa encarnação. Não é uma questão de “obrigação “ e sim uma escolha por uma decisão que chegou como o ar fresco da primavera que exala energia positiva e sensação de fazer o que eu sei melhor fazer nessa existência. É necessário possuir o dom para fazer leituras assertivas. Não basta comprar o curso e pensar que será fácil. O Tarot exige constante experiência diária e muita conectividade com o plano espiritual. Os dois sempre andam juntos! Tarot e espiritualidade. Foto 2: Em momento de atendimento com suas cartas poderosas a atriz Julianne trevisol  , atriz global e da Record. Agora está no masterchef Nakamura sempre recebendo celebridades.  4-Como você pratica a leitura do futuro? Faço através das cartas . Abro o jogo e faço a interpretação seguindo a minha intuição e mediunidade. 5-Você segue as mensagens zodiacais? Algumas vezes sim. Eu também sou astrologa e acredito muito nos astros . 6- Você poderia comentar sobre a radiestesia? A radiestesia é uma outra ferramenta fantástica! Através da radiestesia posso medir a energia de uma pessoa, ambiente e objetos. Saber se tem boa energia ou ao contrário. Muitos objetos dentro de um local podem conter certas energias negativas que não são visíveis aos olhos de quem os possuem . Uso muito a radiestesia em conjunto com a técnica do Feng Shui . 7- Onde reside o poder dos cristais? O poder dos cristais naturais ou polidos consiste na criação deles dentro da própria natureza. Há muitas coisas a serem faladas sobre os poder deles . Há muitos anos que o homem moderno não vive sem a presença dos cristais. Exemplo disso são os celulares, televisões, carros de fórmula 1, foguetes, por aí vai ! Precisam do cristal de quartzo . Em relação ao espiritual e beleza estética e saúde emocional os cristais ou pedras naturais, são uma excelente opção para ajudar nos estudos, ansiedade, dependência, depressao e melhorar a pele também, proteção espiritual, etc. 8- Quais são os seus planos futuros? Os meus planos para o futuro serão sempre melhores que os de ontem e sempre com a certeza e esperança de poder continuar fazendo a minha parte nesse planeta da melhor maneira possível. Creio na presença de Deus e na sua justiça. Foto 3: Nakamura relaxada após vários atendimentos.  Fotos:Arquivo pessoal/Divulgação  Instagram pessoal @tarologa_monikamgmnakamura Instagram profissional @monikazenn Chico Vartulli

  • Maria José Langone (Zezé Langone) - astróloga e profissional formada em Relações Públicas

    Apresentação Maria José Langone, conhecida como Zezé Langone , é astróloga e profissional formada em Relações Públicas. Estudiosa da astrologia desde a década de 1990, construiu sua trajetória unindo conhecimento técnico, sensibilidade simbólica e aprofundamento contínuo, mantendo até hoje supervisão com importantes referências da área. Seu trabalho se destaca pela abordagem da astrologia como ferramenta de autoconhecimento, reflexão e leitura dos ciclos coletivos. DM 1 — Para começarmos, conte aos leitores da Revista do Villa quem é você, sua formação e como começou sua trajetória na astrologia. Zezé Langone — “Meu nome é Maria José Langone, mas todos me chamam de Zezé Langone. Comecei a estudar astrologia por volta de 1996 com Valdenir Benedetti e, daí pra frente, não parei mais. Até hoje faço supervisão com Cláudia Lisboa, grande amiga e mestra. Minha formação acadêmica é em Relações Públicas.” DM 2 — Na sua visão, qual é o verdadeiro papel da astrologia na vida das pessoas que se aproximam desse conhecimento? Zezé Langone — “Sem dúvida, a astrologia é uma grande ferramenta de autoconhecimento para quem está disposto a ver o lado sombra também. A partir do momento que a pessoa vai estudando, ela vai se identificando com traços descritos pelo signo, mas não é só o signo.” DM 3 — Muitas pessoas ainda reduzem a astrologia ao signo solar. Como você explicaria a complexidade de uma análise astrológica? Zezé Langone — “Além do signo solar, temos o signo do ascendente e o signo em que a Lua se encontra, fora os aspectos planetários. Tudo isso traz uma análise particular para cada pessoa. Não existe um mapa igual ao outro.” DM 4 — Vivemos um momento de grandes transformações coletivas. O que os movimentos planetários atuais podem sinalizar para as pessoas? Zezé Langone — “Muitos planetas de longa duração estão mudando de signo, e isso pode sinalizar que as pessoas vão perceber um clima diferente com essas mudanças. Esses movimentos costumam marcar viradas importantes no comportamento individual e coletivo.” DM 5 — Como você enxerga a relação entre astrologia, tecnologia e o futuro da busca por autoconhecimento? Zezé Langone — “Eu acredito que a tecnologia vai aguçar cada vez mais a curiosidade da autodescoberta. A astrologia é uma ponte para a cultura. Cada vez mais vamos nos aprofundando em mitologia, filosofia, psicologia, astronomia e outros campos do saber.” Entrevista – Revista do Villa Criação de Conteúdo Digital: Delcio Marinho & ChatGPT Delcio Marinho

  • Portugal: InovCluster promove roadshows para impulsionar transformação digital na Região Centro

    Foto: Agência Incomparáveis A InovCluster, em parceria com a Universidade da Beira Interior (UBI) e o Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB), vai promover dois roadshows de capacitação e experimentação tecnológica dedicados à transformação digital das empresas da Região Centro, sob o título “Capacitação + Test Before Invest” .   A primeira sessão realiza-se no dia 12 de janeiro , às 14h00 , na Faculdade de Engenharia da Universidade da Beira Interior , na Covilhã, e será dedicada à inteligência artificial aplicada à produtividade , explorando o seu impacto na otimização de processos, apoio à tomada de decisão e aumento da eficiência organizacional.   O programa inclui ainda demonstrações de protótipos tecnológicos, pitches de soluções inovadoras e uma experiência prática de cibersegurança , através de um Escape Room temático.   Já no dia 14 de janeiro , às 9h00 , a Escola Superior de Tecnologia do IPCB , em Castelo Branco, recebe a segunda sessão, com foco nas tecnologias emergentes aplicadas à competitividade empresarial , nomeadamente inteligência artificial, cibersegurança e robótica.   O programa inclui uma mesa-redonda dedicada ao impacto destas tecnologias no contexto empresarial e uma sessão de formação do IMPULSO IA – Programa de Literacia em Inteligência Artificial , dinamizada pela APDC com o apoio da Google, abordando ferramentas e metodologias para comunicação, marketing digital e análise de dados.   As duas iniciativas, integradas no projeto PTCentro DIH da Região Centro , cofinanciado pelo PRR , têm como objetivo promover uma capacitação estratégica assente na experimentação e no contacto direto com tecnologias digitais avançadas, no âmbito do serviço “Test Before Invest” .   Este serviço permite que empresas e organizações testem soluções tecnológicas inovadoras antes de realizarem investimentos significativos, reduzindo riscos e reforçando a confiança na tomada de decisão.   Durante os roadshows, os participantes terão acesso a conhecimento especializado, provas de conceito, demonstrações tecnológicas e contacto direto com soluções digitais aplicadas à transformação digital.   Paralelamente, as empresas tecnológicas poderão apresentar as suas soluções, beneficiando de um ambiente privilegiado de visibilidade, networking e contacto com potenciais clientes e parceiros.   Os roadshows representam uma oportunidade para aprender, testar tecnologias e apoiar decisões mais informadas no percurso da transformação digital, sendo que os programas completos e as inscrições estão disponíveis em: https://www.inovcluster.pt/media/noticias/2026/inovcluster-promove-roadshows-capacitacao-test-before-invest/ Ígor Lopes

  • Iniciativa da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira reunirá líderes empresariais para discutir o papel do CEO em Lisboa

    Carlos Mendes Gonçalves, fundador e CEO da Casa Mendes Gonçalves. Foto: divulgação “A sustentabilidade não é um custo nem um exercício de reputação, mas uma condição para a perenidade dos negócios num ambiente cada vez mais volátil e exigente”. É esta a convicção de Carlos Mendes Gonçalves, fundador e CEO da Casa Mendes Gonçalves, que será o convidado central da segunda edição do projeto “Conversas da Câmara”, promovido pela Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCLB), um espaço de diálogo estratégico entre líderes empresariais de Portugal e do Brasil. O evento terá lugar no espaço “JNcQUOI Members Club”, em Lisboa, no próximo dia 21 de janeiro, a partir das 12h. As vagas são limitadas. O tema desta edição será “Sustentabilidade, Competitividade e Impacto: decisões empresariais num mundo em transição”, que, segundo os responsáveis pela CCLB, “reflete uma mudança profunda na agenda das lideranças”. Na visão de Otacílio Soares, presidente da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira, o propósito das “Conversas da Câmara” é “criar um espaço de diálogo qualificado entre pares, afastado de discursos normativos e centrado em experiências para a liderança”. “O evento acontece mensalmente e a mesa-redonda privilegia a troca franca sobre dilemas estratégicos, governança, risco e responsabilidade, num ambiente reservado que favorece a profundidade das discussões. (…) O formato de almoço executivo foi concebido para favorecer a troca direta entre pares, num ambiente reservado, que estimula a reflexão e o debate qualificado”, frisou este responsável. O encontro está a cargo de Giovana Bratti, que integra o quadro de diretores da Câmara de Comércio, coordena o Comité de Sustentabilidade, e tem o papel de chair  deste evento. Para Giovana, o momento atual exige uma nova leitura do papel do CEO. Na sua avaliação, liderar atualmente implica tomar decisões difíceis equilibrando resultados de curto prazo com impactos de longo prazo. “A sustentabilidade é um critério de sobrevivência competitiva, num mundo sem previsibilidade”, afirmou Giovana, que tem defendido a integração definitiva da sustentabilidade no núcleo da estratégia empresarial. Para esta responsável, “os CEOs enfrentam hoje um paradoxo incontornável: são chamados a tomar decisões com maior impacto num contexto em que a informação é abundante, mas os referenciais tradicionais deixaram de oferecer segurança. Neste cenário, impacto, eficiência e responsabilidade passam a funcionar como ativos estratégicos concretos”. Outro tema da conversa, garantem os organizadores do evento, será o papel da inteligência artificial como instrumento a serviço da liderança. “Ao ampliar significativamente a capacidade analítica das organizações, a IA reforça a responsabilidade dos CEOs em definir critérios claros de ética, governança e alinhamento cultural”, disseram. Empresário com vasta experiência Carlos Mendes Gonçalves, fundador e CEO da Casa Mendes Gonçalves, grupo português presente em mais de 30 países e responsável por marcas expressivas como a Paladin, traz consigo uma trajetória empresarial construída a partir da Golegã ao longo de mais de quatro décadas, sendo frequentemente referido como um “exemplo de visão de longo prazo aliada à inovação, à valorização do capital humano e ao compromisso com o território”. Sob a sua liderança, crescimento e impacto, os projetos empresariais em que está envolvido evoluíram de forma integrada, reforçando a ideia de que “competitividade é resultado de escolhas estratégicas consistentes”. Currículo e experiências que serão agora levados à mesa pela entidade luso-brasileira na capital portuguesa. “O projeto “Conversas da Câmara” integra uma agenda mais ampla da Câmara Luso-Brasileira de fortalecimento do diálogo estratégico entre líderes empresariais de Portugal e do Brasil”, sublinhou Otacílio Soares, sublinhando que, “num momento em que o capitalismo enfrenta pressões crescentes por transformação, a iniciativa propõe uma reflexão madura sobre o papel das empresas, e, sobretudo, dos seus líderes, na construção de modelos de negócio mais resilientes, competitivos e alinhados com as exigências do século XXI”. Iniciativa “Conversas da Câmara” conta com o apoio da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Colombiana, da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Sul Africana, da Portugal-China Chamber of Commerce & Industry, da Câmara de Comércio Portugal-Holanda e da Camera di Commercio Italiana per il Portogallo. As inscrições devem ser realizadas através do seguinte link: https://ccilb.pt/noticias/segunda-edicao-do-almoco-executivo-da-ccilb-acontece-em-janeiro-com-foco-em-sustentabilidade-e-competitividade/ Ígor Lopes

  • Acácio Pinto apresentou em Viseu livro sobre experiência migratória dos anos 1960 para França

    Fotos: divulgação O livro “O Emigrante”, de Acácio Pinto, coloca no centro do debate literário a emigração portuguesa para França nas décadas de 1960 e 1970. A obra parte de um encontro entre duas personagens no Sud Express para retratar trajetórias marcadas pela separação familiar, pela deslocação forçada e pelos silêncios que atravessam gerações. O romance constrói-se a partir de memórias individuais e coletivas, abordando a identidade, a herança emocional e as escolhas feitas longe de Portugal, num contexto em que milhares de portugueses partiram em busca de melhores condições de vida.   A apresentação da obra realizou-se na Biblioteca Municipal D. Miguel da Silva, em Viseu, no final de 2025, e contou com a intervenção do deputado José Cesário, antigo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, e atual deputado eleito pela emigração pelo círculo de fora da Europa, sublinhando a relevância histórica e social do fenómeno migratório. Com uma narrativa assente em contextos reais, Acácio Pinto dá continuidade a um percurso literário focado em temas estruturantes da sociedade portuguesa, conferindo visibilidade a uma experiência que marcou regiões como o distrito de Viseu e que permanece atual na leitura do passado e do presente da diáspora portuguesa. O que o levou a escrever “O Emigrante” e que história quis contar a partir desse encontro fortuito entre duas personagens no Sud Express, num contexto marcado pela emigração portuguesa dos anos 1960? O Emigrante nasce das minhas memórias e das memórias de muitos ex-emigrantes com quem falei. A emigração marcou profundamente a minha infância e juventude. Nos anos 1960, o meu pai partiu para França para garantir condições de vida e estudo aos filhos. Eu e o meu irmão ficámos em Portugal com a minha mãe, que fez a escolha de permanecer para nos acompanhar e assegurar esse caminho. Essa divisão da família, motivada pelo futuro, deixou marcas que atravessam este livro. Aliás, ainda tenho bem presentes os dias em que eu ia com o taxista da minha aldeia levar o meu pai à estação de Mangualde para apanhar o Sud Express  que, no final do mês de agosto, depois das férias de verão, ia sempre à pinha. Nesse último dia de férias, a minha mãe ficava em casa a chorar e o meu pai, que só vinha a Portugal uma vez por ano, partia para mais uma viagem, em pé ou sentado nos corredores, naquele comboio carregado de emigrantes portugueses. E, esse encontro fortuito de dois emigrantes na viagem de comboio narrada no romance, um da região de Viseu, outro do concelho da Figueira da foz, não é mais do que a primeira cena e o clique para o início de uma história que, sendo sobre a emigração, é também sobre identidade, sobre aquilo que herdamos sem saber e sobre as perguntas que só surgem quando já somos adultos. Para além da emigração, o livro fala dos silêncios que atravessam as famílias e das verdades que ficam suspensas durante anos. Não se pense, porém, que este é um romance biográfico, que é sobre o meu pai. Não, não é. As personagens ganham vida própria e corresponderão às vidas de milhares de emigrantes desses anos em que Portugal foi alvo de um forte êxodo populacional, dos campos e das cidades, e que tornaram Paris a segunda cidade do mundo com maior número de portugueses. Quais foram as principais motivações pessoais, históricas ou literárias que estiveram na origem desta obra centrada na emigração a salto para França? Fixar em romances aspetos de tempos históricos tem sido um dos objetivos literários da minha escrita de há alguns anos a esta parte. Trata-se de partilhar com os leitores um olhar sobre esses acontecimentos resultantes das minhas vivências, das minhas observações, leituras e conversas com inúmeras pessoas que deles tenham conhecimento. E depois construo aquilo de que gosto, cenas e intrigas, de grande verossimilhança com os tempos e com os espaços que são tratados na respetiva obra. Ou seja, dou azo à ficção com base na realidade que está sempre muito presente nas minhas narrativas, através de espaços geográficos concretos e de personagens de base real, umas mais travestidas do que outras. No caso deste romance, vivi nos meus tempos de infância e juventude a saga de inúmeras famílias que tinham de se “empenhar”, pedindo dinheiro emprestado, para se entregarem a um passador e arriscarem uma viagem clandestina e perigosa para tentarem dar uma vida digna a si e à sua família, uma vez que Salazar impedia a saída de portugueses. Quais considera serem os pontos centrais de “O Emigrante”, em termos de identidade, memória, sacrifício e impacto das escolhas feitas longe de Portugal? Os pontos centrais de O Emigrante  têm a ver com o sacrifício que tantos portugueses tiveram de fazer nessa aventura migratória. Trabalhar “no duro”, num país em que a língua era diferente, vivendo muitas vezes em barracas (os designados bidonvilles ), longe da família e numa enorme solidão, não era, seguramente, uma tarefa fácil para esses nossos concidadãos, verdadeiros heróis de um tempo politicamente escuro e persecutório, que se vivia em Portugal, mergulhado numa ditadura que já levava quatro décadas. A acrescer a essas dificuldades, teci um enredo que coloca os emigrantes deste romance ante outros dilemas, mas estas questões, da identidade, da memória e dos desígnios da vida, são de natureza romanesca, embora bastante ancoradas em contextos que conhecemos. Na sua perspetiva, qual é a importância dos emigrantes para regiões como o distrito de Viseu, tanto no passado como na atualidade, do ponto de vista humano, social e económico? Os emigrantes tiveram sempre um papel capital no nosso país. No distrito de Viseu, particularmente, eles foram importantíssimos, contribuindo com as suas remessas de divisas para o desenvolvimento económico das suas terras: construíram e requalificaram moradias, espaços comerciais, colocaram os filhos a estudar e trouxeram uma outra visão da sociedade que permitiu um outro olhar sobre o mundo que nos rodeia. Dialogar com as nossas comunidades, com os emigrantes, com muitos que se tornaram empresários de sucesso, apresentando-lhes perspetivas de investimento, oportunidades de negócio nas terras de onde um dia abalaram, deve ser uma estratégia a prosseguir e a incrementar, quer pelo Governo quer pelas autarquias locais. De que forma decorreu a apresentação do livro na Biblioteca Municipal D. Miguel da Silva, em Viseu, e que significado teve para si ver a obra apresentada por José Cesário, num espaço simbólico para a região? A apresentação que teve lugar na Biblioteca Municipal D. Miguel da Silva foi para mim um momento especial pelo facto de Viseu ser a minha cidade do coração, onde estudei (no Liceu Alves Martins e no Magistério Primário) e onde desempenhei funções políticas durantes vários anos no Governo Civil. Para além disso, estava ladeado por dois amigos e dois políticos com créditos firmados, João Azevedo, o atual presidente da Câmara Municipal de Viseu, e José Cesário, deputado à Assembleia da República. Já agora acrescento que quando comecei a pensar na apresentação deste livro em Viseu quis logo que fosse efetuada por José Cesário, não só pelo facto de ser meu amigo e ter sido meu colega, mas sobretudo por ele ser um profundo conhecedor da diáspora portuguesa e do fenómeno da emigração. Ele, para além de ser eleito deputado pelos nossos concidadãos espalhados pelo mundo, desempenhou as funções de Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, o que lhe confere uma visão holística desta realidade. Estou-lhe muito grato pela sua disponibilidade imediata para a leitura do livro e para a sua apresentação e estou, igualmente, grato ao Município de Viseu e ao seu presidente pela sua presença, que muito me honrou, e pela colaboração e cedência das instalações. Que outras obras literárias já publicou e de que forma “O Emigrante” dialoga ou se distingue do seu percurso anterior como escritor? Tendo algumas obras publicadas, desde 2003, permito-me, porém, referir nesta oportunidade os meus outros dois anteriores romances, O Volframista  e O Leitor de Dicionários , ambos vencedores do prémio literário Cónego Albano Martins de Sousa, respetivamente, nos anos de 2022 e 2024. Direi que, sendo os três romances baseados em factos verdadeiros e em realidades históricas, sociais e políticas que marcaram épocas em Portugal e no Mundo — O Volframista , que se foca na “febre do ouro negro” e leva o leitor até aos tempos da Segunda Guerra Mundial e O Leitor de Dicionários  até aos tempos do ensino nos seminários e nos colégios particulares, à falta de oferta de ensino público, no tempo do Estado Novo —, O Emigrante  centra-se numa temática bem mais universal e intemporal ontem como hoje. Só mudam as geografias de partida e de chegada. Ou seja, se há alguma distinção a fazer no meu percurso como escritor, ela começa em 2022, com uma maior preocupação e dedicação a temas marcantes da nossa sociedade. Isto é, tendo por base territórios que vivencio, Portugal em geral e a Beira-Alta em particular, e tempos históricos que bem conheço ou cujo estudo aprofundo, tenho-me centrado na criação de tramas, intrigas e personagens fortes e rigorosamente ancoradas nesses espaços e nesses tempos. Em que locais ou canais o público pode adquirir “O Emigrante” e qual tem sido, até ao momento, a receção dos leitores? Os meus livros podem ser adquiridos na região de Viseu em várias livrarias e papelarias, ou então serem solicitados através do site da editora www.letraseconteudos.pt  ou ainda na plataforma www.wook.pt . Está claro que se alguém se dirigir a mim através das redes sociais eu também tratarei de expedir o livro para os interessados. Quanto à reação e recetividade dos leitores ela tem sido excelente com vários deles a fazerem-nos chegar as suas opiniões que são genericamente muito positivas. Aliás, estamos já a caminho da 3.ª edição. Para quem ainda não o conhece, quem é Acácio Pinto? Sou natural de um concelho do interior de Portugal, Sátão, um concelho rural, onde nasci em 1959. Os meus pais, como já referi, viveram a emigração, ele partindo e a minha mãe ficando, para que eu e o meu irmão pudéssemos estudar. Em termos profissionais fui professor do 1.º ciclo e, mais tarde, de Geografia, no Ensino Secundário. Com uma forte ligação à vida associativa e cultural, tive uma incursão na comunicação social tendo estado na fundação de alguns projetos de imprensa e de rádio e mantive uma colaboração regular, ao longo de décadas, com jornais regionais e nacionais. Desempenhei, igualmente, inúmeras funções públicas de natureza política, de que destaco as de Governador Civil do Distrito de Viseu e de Deputado à Assembleia da República, sempre pelo Partido Socialista, a cujos órgãos regionais e nacionais pertenci. Atualmente, estou aposentado, dedicando-me à escrita e à edição de livros, residindo em Sátão e na Praia de Quiaios. Ígor Lopes

  • Com 30 anos de trajetória, Cia Os Buriti apresenta o espetáculo “Depois do Silêncio” a partir de 13 de janeiro, no Teatro Poeira

    Baseada em fatos reais, peça narra a trajetória da menina americana surdocega Helen Keller e seu encontro com a professora Anne Sullivan   Combinando teatro e dança, montagem inclusiva é encenada em português e em libras pelas próprias atrizes   Depois de uma curta temporada em 2022, o espetáculo “Depois do Silêncio”, da companhia brasiliense Os Buriti, está de volta ao Rio de Janeiro. A peça ficará em cartaz de 13 de janeiro a 25 de fevereiro (sessões terça e quarta, às 20h), no Teatro Poeira. Com direção artística de Eliana Carneiro, a peça é baseada em fatos reais da vida da menina americana Helen Keller (1880-1968), que perde a visão e a audição ainda na primeira infância, vivendo em um mundo totalmente apartado até a chegada da professora Anne Sullivan. A partir desse encontro, Anne começa a árdua tarefa de ensinar língua de sinais tátil e fazer com que Helen aprenda a se comunicar com o mundo.   Em cena, as atrizes Camila Guerra e Naira Carneiro interpretam Anne Sullivan e Helen Keller, respectivamente. A atriz Renata Rezende (surda) traz ao palco um contexto autobiográfico, criando um diálogo paralelo entre o período em que viveram as personagens (os anos 1890) e os dias atuais. Combinando teatro e dança, o espetáculo é encenado em português e em libras pelas próprias atrizes tornando a montagem inclusiva para surdos. “A peça não só pretende contribuir para a reflexão de jovens e adultos sobre a temática da acessibilidade e visibilidade das pessoas com deficiência, mas também ser um exemplo de inclusão a partir do encontro de atrizes ouvintes e surdas em cena”, conta Naira Carneiro.   Com sede em Brasília, a companhia Os Buriti completou 30 anos de trajetória em 2025. Em janeiro de 2026, o grupo estará em cartaz com a mostra “Os Buriti 30 anos” no Centro Cultural Banco do Brasil – Brasília. https://www.youtube.com/watch?v=L9qC7nUBp8k&authuser=0 https://www.youtube.com/watch?v=lkdKZ9X_q-I&authuser=0   Sobre a trajetória da peça “Depois do Silêncio” estreou em formato online em 2021 no YouTube. Participou dos festivais virtuais “Festival de Mujeres em Escena por la Paz” (Colômbia), “Festival Funarte Acessibilidança” e “Mulher em Cena 2021” (DF). No mesmo ano, a peça teve sua estreia presencial na “MID – Mostra Internacional de Dança”, no CCBB de Brasília; e participou do festival “Campão Cultural” (MS).   Em 2022, participou dos festivais “Teatrália” (Espanha), do FTB – Festival do Teatro Brasileiro (Bahia) e do Festival Brasileiro de Teatro Toni Cunha (SC). Neste mesmo ano, a peça integrou a programação do SESC RJ PULSAR cumprindo curta temporada no Sesc Copacabana (RJ) e participou da Mostra Modos de Acessar no Sesc Paulista (SP). Em 2023, “Depois do Silêncio” fez temporada na reinauguração do Teatro SESI Sorocaba (SP).   Em 2024, o espetáculo fez temporadas pelo SESI SP (São José dos Campos e São José do Rio Preto) e circulação pelo SESC PULSAR por cidades quatro cidades Estado do Rio de Janeiro: Nova Iguaçu, Barra Mansa, São João de Meriti e Teresópolis. Ainda no mesmo ano, integrou a programação do “Crear em Libertad - Encuentro Internacional de Danza y Artes Contemporáneas de Asunción”, no Paraguai. Em 2025, fez temporadas no SESC Goiânia (GO), Caixa Cultural Brasília e SESC Gama (DF), além de ter retornado ao Paraguai com apresentações no Teatro Municipal de Assunção.   Sobre Helen Keller Escritora e ativista social norte-americana (1880-1968), foi a primeira pessoa surdocega a entrar para uma instituição de ensino superior. Formou-se em filosofia e lutou em defesa dos direitos sociais, das mulheres e das pessoas com deficiência. Aos 18 meses de idade, contraiu uma doença que a deixou sem visão e audição. Com a dificuldade de se comunicar, tornou-se uma criança considerada mal-educada e rebelde, tinha muitos ataques de fúria e acessos de mau humor.   Antes de completar sete anos, passou a contar com a ajuda da professora Anne Sullivan. Contratada pela família, com muito trabalho e paciência, Anne conseguiu fazer Helen entender o significado das palavras que eram soletradas em sua mão. A primeira palavra entendida por Helen foi água e, no mesmo dia, a menina aprendeu 30 palavras. Mais tarde, numa rápida assimilação, ela aprendeu o alfabeto braille e o manual, o que facilitou sua escrita e leitura, e também a falar. Anne e Helen permaneceram juntas por 49 anos realizando palestras, viagens e difundindo a importância da língua de sinais, da inclusão e lutando pela emancipação das pessoas com deficiência.   Sobre a Cia Os Buriti – Teatro de Dança Com 30 anos de trajetória, a companhia criada em 1995 se dedica a montar espetáculos fundindo diferentes linguagens artísticas. Fundada por Eliana Carneiro, a companhia é composta por seus filhos Naira Carneiro e Guian Larrea, Camila Guerra, Renata Rezende e pelos músicos Jorge Brasil, André Togni, Daniel Pitanga, Marília Carvalho, Diogo Vanelli e Carlos Frazão. Sediada em Brasília, o grupo já se apresentou por diversas cidades brasileiras e também no exterior (Portugal, Espanha, Alemanha, Itália, França, Áustria, Grécia, Índia, México, Paraguai e Romênia), participando de festivais e encontros de teatro, dança e música.   A Cia Os Buriti já montou 16 espetáculos autorais: “À Beira do Sol” (2022), “Depois do Silêncio” (2021), “Lampião no Céu” (2017), “KALO – Filhos do Vento” (2016), “Aurora” (2016), “Os Buriti Contam Histórias” (2013), “Cantos de Encontro” (2012), “Blima – Imagens do Sagrado” (2012), “Varal de Histórias” (2010), “Lia de Manaká” (2010), “Trilogia de Gênios da Música” (2007), “Cordas e Contos” (2006), “O Marajá Sonhador e Outras Histórias” (2004), “A Menina que Veio do Céu” (2001), “Inana A Grande Mãe” (1997) e “Os Buriti Dançam Bamboo” (1995).   Site: http://osburiti.com.br Instagram: @osburiti | @ depois.do .silencio.espetaculo Facebook: facebook.com/osburiti   Ficha Técnica Direção : Eliana Carneiro e Rogero Torquato Direção Artística e Coreografias : Eliana Carneiro Intérpretes Criadoras : Camila Guerra, Naira Carneiro e Renata Rezende Roteiro e Dramaturgia : O Grupo Trilha Sonora Original : Diogo Vanelli Desenho de Luz : Camilo Soudant Cenografia : Rodrigo Lélis Artista Gráfico e Vídeo Arte : Gabriel Guirá Design : Gilberto Filho Figurinos : O Grupo | Boneca: Neuza Freire Fotos : Diego Bresani Produção Executiva : Thiago Miyamoto Assessoria de Imprensa : Paula Catunda e Catharina Rocha Direção de Produção : Naira Carneiro | Os Buriti Produções Artísticas Realização : Cia Os Buriti     SERVIÇO   Espetáculo: “Depois do Silêncio” Temporada: de 13 de janeiro a 25 de fevereiro de 2026 Local: Teatro Poeira Endereço: Rua São João Batista, 104 - Botafogo Dias e horário: terça e quarta, às 20h Ingressos: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia) Venda online: Sympla Horários da bilheteria:  Terça a sábado, das 15h às 20h Domingo, das 15h às 19h . Classificação: 12 anos Duração:  60 min. Capacidade: 170 lugares   Alex Varela

  • Novos Embaixadores de Turismo do RJ tomam posse em janeiro

    Um grupo de 18 novos Embaixadores de Turismo do Estado do Rio de Janeiro toma posse neste mês de janeiro, em um evento fechado para cerca de 80 convidados. O Programa Embaixadores do Rio foi criado durante a gestão do então prefeito Saturnino Braga e, desde então, é coordenado pelo professor Bayard Do Coutto Boiteux. As personalidades escolhidas para atuar na promoção institucional do Estado do Rio de Janeiro, por meio de suas atividades profissionais e influência social, foram selecionadas em 2025 por um júri presidido pela Baronesa Diana Macedo. O colegiado foi composto por Eric Herrero, Célia Domingues, Matheus Oliveira, Zizi Magalhães, Aloysio Teixeira e o próprio Bayard Boiteux. “Nosso desafio é reunir um grupo heterogêneo, que contemple a diversidade e que, em função de suas atividades laborais, possa promover institucionalmente o Rio de Janeiro. Desde a criação do programa, já foram nomeados cerca de 300 Embaixadores, mas atualmente 135 atuam de forma efetiva”, afirma Boiteux. Entre os novos Embaixadores de Turismo estão o cônsul-geral da França no Rio de Janeiro, Eric Tallon; a presidente da Fundação Theatro Municipal, Clara Paulino; o secretário municipal de Cultura de Miguel Pereira, Júlio César de Souza; a psicóloga e cientista da sustentabilidade Carla Pimentel; a produtora cultural Rose Oliveira, diretora do Grupo Ginga; o diretor da Fundação Museu da Imagem e do Som, Cesar Miranda Ribeiro; o colunista social Cesar Gabriel Almeida; a presidente da Fundação Cidade das Artes, Daniela Ribeiro; o fazendeiro Edgar Ramos; o fotógrafo e empresário João de Orléans e Bragança; o artista plástico Jerome Poignard; o diretor da Casa Roberto Marinho, Lauro Cavalcanti; Marcia Wu, secretária-geral da Câmara de Intercâmbio Brasil-China; Priscila Bentes, CEO do Circuito Elegante; Rosária Filgueiras, pianista; Suzana Magalhães, hoteleira; Steve Solot, diretor da Latin American Training Center (LATC); e Francisco de Orléans e Bragança, diretor da Tribuna de Petrópolis. Segundo Bayard Boiteux, os resultados do trabalho dos Embaixadores nem sempre são facilmente mensuráveis, mas têm impacto direto na imagem e na promoção do destino. “Entrevistas, shows, exposições e até posts em redes sociais muitas vezes são mais eficazes do que campanhas promocionais tradicionais. É fundamental estar presente nos principais eventos dos mercados emissores mas entender como os Embaixadores, muitas vezes em conversas informais ou em atividades que não são diretamente ligadas ao turismo, acabam gerando resultados concretos para o Rio”, explica. O Programa Embaixadores de Turismo do RJ é coordenado pelo Portal Consultoria em Turismo, com apoio da Associação dos Embaixadores de Turismo do Estado do Rio de Janeiro, do restaurante Capitu e da Sociedade Nacional de Agricultura. A organização do evento é assinada pela Ascom Divulga Rio e pela Matheus Oliveira Produções. Divulgação Rio

  • Mestre Acácio Fernandes - Competidor de Jiu- Jitsu

    Equipe Rio de Janeiro Fighting Team   Em participação num dos eventos da JJFA, um dos mais renomados da cidade de Belo Horizonte/MG que têm como Presidente o Professor Ralfe, lutadores do Rio de Janeiro se conhecem e após conversas e lembranças das décadas 80/90 e 2000, onde havia um evento Rio x Minas que acontecia uma vez ao ano em cada estado, resolvem retomar esta nostalgia e fundam a equipe Rio de Janeiro Fighting Team. Os Mestres Acácio Fernandes e Rolney Pereira juntamente com os Professores Luis Ghaspar e Juliano Penido e demais professores de Itaguaí, Rio das Ostras, Maricá, Itaipuaçu, São Gonçalo, Niterói e Rio de Janeiro, através do Professor Cleiton Nascimento, se reúnem em janeiro de 2026 para a apresentação oficial e formalização da equipe de Jiu-Jitsu competitivo do estado do Rio de Janeiro para competirem dentro e fora do estado, com espírito esportivo, em competições glamurosas chamadas Rio x Minas dos anos 80 e 90. Com o advento da competição mineira de elevada qualidade técnica e premiações valorosas que motivaram a princípio o Mestre Acácio Fernandes como também os Professores Juliano Penido e Luis Ghaspar a formarem uma equipe unificada do Rio de Janeiro buscando apoio do Mestre Rolney Pereira, decidem se reunir no início de janeiro de 2026 para formalização dessa equipe, reunindo vários professores e outros mestres, formando uma só equipe para representar o estado do Rio de Janeiro nas competições não só em Minas Gerais como também em outros estados como Paraíba, Amazonas, Juiz de Fora e até buscando vaga no campeonato europeu, abrindo portas a todos os professores e mestres que estiverem disposto a participarem dessa equipe cujo nome não poderia ser outro, Rio de Janeiro Fighting Team. > Lutei disposta de cinturão Gi e NoGi > Tenho 51 anos > 38 anos de Jiu-Jitsu > Sou formado pelo clube Paes de Jiu-Jitsu pelo GM Anselmo Paes > Sou fundador do Instituto Gênesis Grappling Team Paes BJJ > Participo de Campeonato Até Hoje no Jiu-jitsu e na Luta Livre > Sou faixa Preta e vermelho 7° Grau no jiu-jitsu > Faixa Preta 1° Grau na Luta Livre Esportiva   Ø  Faixa Branca e vermelha 7° Grau Jiu-Jitsu Tradicional Japonês.   Títulos BJJ Sul América Brasileiro Mundial Estadual   Luta livre Sul América Estadual Brasileiro Mundial   Fundador da Unión African Of Brazilan Jiu-Jitsu na África com Representação na Argélia, Tunísia, Egito, Arábia Saudita.   Equipe Rio de Janeiro Fighting Team Jiu-Jitsu Gi NoGi Freestyle Jiu-Jitsu   Da esquerda para direita. Mestre Acácio Fernandes    Mestre Rolney Pereira Prof. Ricardo Pires Prof. Luiz Ghaspar Prof. Cleiton Nascimento Prof. Juliano Penido João Paulo Penido

  • Fafá de Belém, o Musical, estreia dia 15 de janeiro no Teatro Riachuelo Rio

    No palco, Fafá ganha vida nas interpretações das atrizes Lucinha Lins e Helga Nemeczyk Crédito: Nil Canine Fafá de Belém, o Musical  utiliza a linguagem do teatro musical para narrar a trajetória de uma das mais importantes cantoras da música brasileira. Iniciaremos nossa jornada pela floresta amazônica, berço e cenário de origem da artista. Por meio das lendas e mitos dos povos da floresta — indígenas, ribeirinhos, marajoaras, entre outros — contaremos e cantaremos a saga da nossa cabocla Fafá. Ecologia, meio ambiente e MPB são ingredientes que compõem o nosso espetáculo em homenagem ao cinquentenário desta grande cidadã e artista brasileira. O musical fica em cartaz no Teatro Riachuelo Rio de 15 de janeiro a 8 de março. A história será contada em três planos. O primeiro plano se passa no presente, durante a gravação de um documentário em homenagem aos 50 anos de carreira de Fafá de Belém. A partir de suas lembranças, vão surgindo os demais planos. O segundo plano representa a memória da infância, em uma Belém lírica — entre mitos e lendas. No terceiro plano, assistimos à construção da carreira da cantora — de Belém para o mundo. Três atrizes interpretarão a cantora nas fases da infância, juventude e maturidade: Fafá-menina, Fafá-cantora e Fafá de Belém. No início da peça, os planos se estabelecem de forma independente; a partir de determinado momento, eles se atravessam e se completam. Fafá de Belém Em 2025, Maria de Fátima Palha de Figueiredo, mais conhecida como Fafá de Belém, completa 50 anos de carreira. A cabocla de voz sensual que invadiu a cena musical brasileira em meados dos anos 1970 quebrou padrões de comportamento, trazendo consigo toda a cultura da região Norte do país.  Segundo o jornalista Arthur da Távola, foi através da voz da jovem Fafá, pela tela da TV, que ele pôde descobrir o Brasil profundo, amazônico, tão pouco conhecido, até então, pelos brasileiros das grandes capitais. A canção era “Filho da Bahia”, de Walter Queiroz, que fazia parte da trilha sonora da novela  Gabriela , da TV Globo. E, assim, com apenas 18 anos, aquela menina que vinha da floresta entrou nas casas de todo o país com o seu sorriso aberto, sua gargalhada inconfundível, suas curvas, seus seios fartos, seu jeito espontâneo e livre de viver.  A partir de 1979, se torna uma porta voz na luta pelos direitos da mulher, cantando músicas com viés mais feminista, como: “Bilhete”, “Sob medida” e “Que me venha esse homem” .  Foi a musa da campanha  Diretas Já , viajando país afora e reivindicando o direito de os brasileiros votarem para presidente. A canção “Menestrel das Alagoas” virou o hino do movimento e, de fato, Fafá se aproximou mais do povo. Como consequência, passou a gravar um repertório mais popular: “Abandonada”   e “Nuvem de lágrimas”  –  o que resultou em um aumento significativo na vendagem de seus discos. Como se já não bastasse tanta popularidade, a cantora coleciona hits em diversas trilhas de novelas. São mais de 70 canções!  Falar de Fafá é falar do Círio de Nazaré, maior evento religioso do mundo. É misturar a fé católica à fé cabocla. É religião com indigenismo. É cantar para os três papas que visitaram o Brasil e, também, cantar mambos, cúmbias, calipsos e carimbós – ritmos que formaram a sua identidade musical paraense.   E, seguindo o fluxo dos rios, a voz que veio da floresta desaguou em Portugal, onde reina absoluta entre fados e pimbas, tornando-se cidadã portuguesa. Com seu temperamento rasgado e passional, conquistou a comunidade  LGBTQIA+, dialogou com as novas gerações e estourou mundialmente com o remix da canção “Emoriô”, feito pela jovem dupla francesa Trinix. A faixa virou  hit nas baladas brasileiras e, também, nas pistas da Europa. Por fim, Fafá de Belém rodou o mundo, mas nunca se desconectou de suas raízes amazônicas.  A mestiçagem e a miscigenação de povos, etnias e elementos culturais e religiosos são parte importante de sua obra musical e de sua visão de mundo. Nossa homenageada é embaixadora do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) e da Fundação Amazônia Sustentável, além de ser uma das vozes que fomentou a escolha de Belém para sediar a mais recente edição da COP – Conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas. Sobre o Teatro Riachuelo Rio Localizado no icônico edifício do antigo Cine Palácio, na Cinelândia, berço dos maiores movimentos sociais e culturais do país, o Teatro Riachuelo Rio é um dos mais tradicionais palcos do Brasil. Tombado como patrimônio histórico e arquitetônico, o espaço preserva sua fachada neomourisca e foi completamente revitalizado para atender aos mais altos padrões técnicos da cena cultural contemporânea. Desde sua reinauguração, em 2016, o Instituto Evoé é responsável pela gestão do teatro, que hoje representa a união entre história, modernidade e pluralidade artística. Um retrofit completo devolveu vida ao prédio, mantendo detalhes originais da construção de 1890 e integrando elementos de design contemporâneo, como poltronas, iluminação cênica de última geração e estrutura técnica de padrão internacional. Com capacidade para 999 espectadores, distribuídos entre plateia e dois balcões, o Teatro Riachuelo Rio ocupa cerca de 3.500m². Conta com palco de 280m², subpalco, fosso de orquestra, camarins, sala de ensaio e espaços de convivência que atendem a uma programação diversa. Ficha técnica Fafá de Belém, o musical Direção geral e idealização: Jô Santana Texto: Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche. Direção artística: Gustavo Gasparini Pesquisa: Rodrigo Faour Elenco:  Lucinha Lins (atriz convidada) Helga Nemetik  Laura Saab Ananda K Clarah Passos Daniel Carneiro Diego Luri Fernando Leite Gabriel Manitta Karen Silveira Mona Vilardo Naieme Sérgio Dalcin Thuca Soares Diretora assistente: Iléa Ferraz Direção musical: Marcelo Alonso Neves Assistente de direção musical e regente: Glauco Berçot Coreografia: Renato Vieira Coreógrafa assistente: Soraya Bastos  Cenografia: Ronald Teixeira Assistente de cenografia: Pedro Stamford Figurinista: Claudio Tovar  Assistente de figurino: Paulo Raika Visagista: Beto Carramanhos Desenho de som: Bruno Pinho e Paulo Altafim Iluminador: Paulo Cesar Medeiros Fotos still: Leo Aversa  Design gráfico: DOROTÉIA DESIGN / Adriana Campos, Flávia Pacheco, Pedro Cancelliero e Iara Moraes Marketing: Edu Santos Marketing cultural e parcerias: Gheu Tibério Assistente de marketing cultural e parcerias: Paula Rego e Pedro Ribeiro Assessoria de imprensa: amigos comunicação /Mauricio Aires e Rogério Alves Clipping: Top Clip Social media: Stace Mayka Performance: V2P Direção de produção: Carmem Oliveira / Renato Araujo Assistente de Produção: Thales Huebra Assessoria jurídica: FRANCEZ ADVOGADOS – Andrea Francez, Myrna Malanconi e João Pedro Batista  Contabilidade: Yara Brasil Direção financeira e leis de incentivo: Janaína Reis  Assistente Administrativo: Marcela Lima Direção técnica: Ricardo Santana Chef: Osmar Ribeiro Produção: Charge Produções e Fato Produções SERVIÇO FAFA DE BELEM, O MUSICAL De: 15 de janeiro a 08 de fevereiro de 2026 Horários:  quintas e sextas-feiras, às 20h / sábados e domingos, às 17h     Classificação:  12 anos Duração:  2h40 (com intervalo de 15 min) Ingressos:   https://www.ingresso.com/espetaculos/fafa-de-belem-o-musical   Valores: Plateia VIP - R$ 200,00 Plateia - R$ 180,00 Balcão Nobre - R$ 100,00 Balcão - R$ 40,00 Informações para a imprensa Teatro Riachuelo Rio: MNiemeyer Assessoria de Comunicação -  www.mniemeyer.com.br Juliana Rosa:  juliana@mniemeyer.com.br  / (21) 97209-5898 Informações para a imprensa "FAFÁ DE BELÉM, O MUSICAL": Mauricio Aires e Rogerio AlvesAmigos Assessoria de Comunicação55 21 99988-2158 / 55 21 96744-0203 mauricioaires@amigosassessoria.com.br    Alex Varela

  • Encontro Luso-Brasileiro debaterá Inteligência Artificial e Direitos Humanos em Coimbra

    Foto: divulgação O “ Encontro Luso-Brasileiro sobre IA e Direitos Humanos: Desafios Éticos e Legais” realiza-se a 3 de fevereiro de 2026 , entre às 9h e às 13h , na Sala 1.05 do Colégio da Trindade , na cidade portuguesa de Coimbra, um evento que constitui um espaço de diálogo académico entre docentes e investigadores de Portugal e do Brasil sobre os mais recentes desenvolvimentos na interação entre Direito e Inteligência Artificial, com particular enfoque no impacto da IA nos direitos humanos. A iniciativa visa “aprofundar a reflexão sobre os desafios éticos e legais colocados pela Inteligência Artificial, dando especial destaque a uma análise comparada dos desenvolvimentos legislativos no Brasil e na União Europeia/Portugal”, incluindo matérias como governança algorítmica, responsabilidade civil, direitos de personalidade, direitos de autor, autodeterminação informacional e avaliação de impacto em direitos fundamentais. O programa inclui intervenções de académicos do Instituto Jurídico da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (IJ/FDUC) , da Universidade do Vale do Rio dos Sinos ( UNISINOS) e  da Universidade de São Paulo . O encontro será realizado no âmbito do projeto estratégico UIDB/04643/2025 – Instituto Jurídico da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra , reforçando a cooperação académica luso-brasileira e o debate interdisciplinar sobre os desafios jurídicos da inovação tecnológica. O evento conta com entrada gratuita, mediante inscrição prévia em https://ls.uc.pt/index.php/946218?lang=pt Ígor Lopes

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