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LUSO-BRASILEIRA

REVISTA DO VILLA

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  • Gestão de talento: Quando a empresa acha que talento é encontrar. E esquece-se que é também manter

    Entre Portugal e Brasil, gerir talento vai muito além de atrair, desenvolver ou reter pessoas: exige reconhecer potencial, compreender contextos e criar condições para que ele possa crescer sem ser aprisionado. Imagem gerada por IA Toda a gente fala de talento. Poucas organizações, porém, sabem realmente o que fazer com ele. Fala-se em atrair, desenvolver, reter, potenciar, identificar, mapear. Tudo muito bonito. Mas, na prática, muitas empresas continuam a tratar o talento como se fosse um recurso raro que aparece sozinho e fica por gratidão. (Fica aqui a minha oposição à expressão “retenção de talento”. Continuo a pensar que quem retém pessoas são os presídios, e as empresas não são prisões.) O talento é sensível. Tem memória. Reage à forma como é tratado. E, entre Portugal e Brasil, a gestão de talento revela diferenças muito interessantes — não só na forma de o reconhecer, mas também na forma de o justificar, desenvolver e sustentar. E nós continuamos à procura de identificar as diferenças entre Portugal e o Brasil nestes temas da gestão e da gestão de pessoas. Em Portugal, a gestão de talento tende a estar mais associada à consistência, à competência demonstrada, à seriedade da entrega e à previsibilidade do desempenho. Há uma forte valorização de quem faz bem, mantém a qualidade e não cria ruído desnecessário. É uma leitura mais estrutural e, muitas vezes, mais prudente. O problema é que prudência em excesso pode tornar a organização lenta para reconhecer potencial antes de ele já estar visível para toda a gente. No Brasil, a gestão de talento tende a incorporar de forma mais evidente a energia relacional, a capacidade de mobilização, a leitura de contexto e a presença humana. Não basta ser bom. É preciso conseguir gerar adesão, influenciar, envolver e fazer com que os outros queiram trabalhar consigo. O risco aqui é o oposto: confundir carisma com talento sustentado ou visibilidade com profundidade. E aqui está o primeiro ponto provocador: muitas organizações dizem que fazem gestão de talento, mas, na verdade, fazem gestão de simpatias, de impressões ou de urgências. Talento não é só performance. Também não é só potencial. E muito menos é só proximidade ao poder. Talento é a combinação de capacidade, aprendizagem, adaptação, consistência e impacto futuro. O problema é que muitas empresas só reconhecem talento quando ele já está a render no presente. E, nesse momento, estão a gerir o passado, não o futuro. Entre Portugal e Brasil, isso ganha um sabor ainda mais interessante. Em Portugal, valoriza-se muito quem sabe fazer, quem entrega com rigor, quem demonstra maturidade operacional. Há uma espécie de meritocracia silenciosa: a pessoa prova-se e, depois, é reconhecida. No Brasil, há uma leitura mais dinâmica do talento, muitas vezes ligada à visibilidade da contribuição, à capacidade de articulação e ao efeito que a pessoa tem sobre a equipa e o ambiente. Um lado procura profundidade. O outro procura tração. E os dois lados podem falhar se não forem capazes de perceber o que falta ao seu próprio modelo. Porque talento sem contexto não se sustenta. E contexto sem talento não produz diferença. Nas organizações, uma das maiores falhas é tratar todas as pessoas com o mesmo pacote de desenvolvimento. Não funciona. Há talento que precisa de método. Há talento que precisa de exposição. Há talento que precisa de confiança. Há talento que precisa de desafio. Há talento que precisa de chão. E há talento que precisa de espaço. A gestão de talento não é uma receita universal. É uma leitura fina de onde está o potencial e do que o pode fazer crescer. Em Portugal, esse crescimento tende a ser mais facilmente associado à estrutura de carreira, aos marcos de progressão e à consistência de resultados. Isso pode ser uma vantagem, porque cria critério. Mas também pode ser uma armadilha, porque faz com que a organização espere demasiado tempo para investir em alguém que ainda não “cumpre o padrão completo”, quando, precisamente, esse investimento seria o que o ajudaria a chegar lá. No Brasil, a gestão de talento tende a ser mais sensível ao dinamismo relacional e à capacidade de se mover em contextos diversos. Isso pode ser uma vantagem enorme, porque revela rapidamente quem tem presença, adaptabilidade e influência. Mas também pode ser uma armadilha, porque faz com que a organização promova energias fortes sem testar suficientemente a sua sustentação em cenários de maior complexidade. A provocação, portanto, é esta: talento não é o que a pessoa faz quando tudo corre bem. É o que ela sustenta quando o contexto muda. É por isso que a verdadeira gestão de talento começa muito antes da promoção, da retenção ou da sucessão. Começa com perguntas simples, mas difíceis: esta pessoa aprende depressa? Esta pessoa sustenta a pressão? Esta pessoa cresce sem perder o alinhamento? Esta pessoa amplia o efeito dos outros ou apenas o seu próprio? Esta pessoa consegue ser excelente sem depender de estar sempre confortável? E há outra questão ainda mais incómoda: a organização sabe distinguir talento de afinidade? Porque, muitas vezes, confunde-se talento com pessoas que pensam como nós, falam como nós e nos deixam confortáveis. Isso não é gestão de talento. Isso é gestão de semelhança. Talento real, em contextos luso-brasileiros, é aquele que consegue navegar entre códigos diferentes sem perder autenticidade. É aquele que sabe quando ser direto e quando construir uma relação. Quando entregar com precisão e quando mobilizar com presença. Quando agir com estrutura e quando improvisar com inteligência. E isso, curiosamente, é o que muitas organizações ainda não sabem medir. Talvez por isso a gestão de talento seja uma das áreas onde mais se fala e menos se pensa com profundidade. Reter, desenvolver e promover são verbos bonitos. Mas, sem critério, tornam-se slogans. O verdadeiro desafio é criar sistemas que reconheçam talento antes de ser óbvio, o desenvolvam enquanto ainda está em expansão e o mantenham sem o aprisionar. No fundo, gerir talento é isto: perceber que a empresa não está apenas a selecionar quem já brilha. Está a decidir quem vai brilhar mais e em que condições. E, entre Portugal e Brasil, essa decisão continua a ser um dos testes mais sérios à maturidade organizacional. Pedro Ramos

  • Estreia em 15 de outubro no Sesc Tijuca, Exercício das Crianças, direção Noemi Marinho, teatro adulto

    Sesc RJ apresenta a peça “Exercício das Crianças” ▹ texto de Bruno Cavalcanti ▹ direção de Noemi Marinho ▹ com Fernanda Viacava e Nicole Cordery Aclamada pela crítica em São Paulo, a peça conta a história do reencontro de duas irmãs depois de quinze anos, por ocasião da morte do pai. Abusos e traumas escondidos por anos vêm à tona no confronto entre quem ficou e quem partiu. O jogo teatral entre as atrizes busca novas formas de contar a história que, aos poucos, faz o público questionar onde termina a personagem e começa a atriz, até que essa distinção já não tenha importância e o jogo cênico se misture ao enredo. Exercicio das Crianças, Crédito fotográfico - Joao Caldas A peça “Exercício das Crianças” chega ao Rio de Janeiro no dia 15 de outubro, no Sesc Tijuca. O texto é de Bruno Cavalcanti (adaptador de “O Mercador de Veneza”, com Dan Stulbach) e direção da premiada atriz, dramaturga e diretora teatral Noemi Marinho, 50 anos de carreira, referência no teatro brasileiro. Em cena, Fernanda Viacava (a Pastora Sueli da série “Sintonia”, Netflix) e Nicole Cordery (a Esposa do Governador na série “Dom”, Prime Vídeo). Fernanda e Nicole acumulam passagens significativas em montagens do Grupo Tapa, dirigido por Eduardo Tolentino de Araújo, como “Camaradagem”,” Contos de Sedução”, “Amargo Siciliano”, “Gata Em Telhado de Zinco Quente”. A partir da história do encontro entre duas irmãs depois de anos, a peça propõe um jogo em que estão difusos os limites entre atriz e personagem: “Essa história parte do jogo teatral de duas atrizes encontrando formas de contar uma história, no caso, a de duas irmãs que se reencontram após a morte do pai e um longo período separadas. O que, de início, é uma história comum, com mecanismos e jogos comuns do teatro, aos poucos se desenvolve fazendo o público questionar o que é personagem e o que é atriz, até que essa distinção já não faça mais sentido e o jogo se mescle com a ação como uma forma de sobrevivência dessas duas personagens” explica o autor, Bruno Cavalcanti. "Pra mim, o mais instigante dessa peça é perceber o público juntando as pecinhas do jogo na cabeça, como uma participação ativa. A gente vai sentindo as risadas soltas que vão aos poucos se tensionando.", conta a atriz Fernanda Viacava. “O Exercício é um jogo que estabelecemos com a plateia. A chave de tudo está na goteira. O público tem a possibilidade de sair do teatro com diferentes interpretações para aquela história, e pra mim isso é o que a arte pode oferecer de mais rico.”, completa a colega de cena Nicole Cordery. SINOPSE Carla (Nicole Coordery) e Marta (Fernanda Viacava) são irmãs que se reencontram após quinze anos, por ocasião da morte do pai. Marta, mais velha, permaneceu na casa para cuidar do pai doente e das duas sobrinhas, enquanto Carla deixou as filhas e decidiu viver sua vida longe do núcleo familiar. Agora, de volta e afirmando estar muito doente, quer reassumir seu lugar na casa da família. Exercicio das Crianças, Crédito fotográfico - Joao Caldas A MONTAGEM A encenação de Noemi Marinho desnuda os mecanismos teatrais, todos aparentes. A ausência de elementos em cena é uma escolha que define a linguagem da peça. No palco vazio, a primeira coisa que se vê é um breve aquecimento das atrizes. O figurino é uma básica roupa preta. Ao longo da peça, não há quase mudanças de luz. O fluxo dos diálogos rápidos e da movimentação das intérpretes não se dá de forma realista. A sonoplastia de uma goteira persistente é realizada pelas próprias atrizes. A “estrela” da encenação é o jogo teatral que se estabelece entre as duas. A CRÍTICA “A original construção dos diálogos e a maneira como a história é contada revelam um autor com pleno domínio da escrita teatral” (José Cetra, Palco Paulistano, jurado APCA). “Ao abdicar de elementos visuais elaborados e ao reduzir os artifícios, a peça convida o público a relembrar o poder da presença e da palavra, reafirmando o teatro como uma linguagem viva, capaz de ser plena mesmo em sua mais absoluta simplicidade.” (Bob Souza, Em Foco, jurado APCA). “Para a peça atingir um resultado concreto, ainda mais diante de tanta simplicidade, é fundamental a presença de atrizes calibradas que sustentem o formato da montagem. Esta solidez alcançada pela prática de palco confere outra dramaticidade para as personagens. O fato de as duas ficarem o tempo inteiro no limite do absurdo poderia afastar o espectador – o que não acontece –, caso não dessem credibilidade ao desafio.” (Dirceu Alves Jr, Infoteatro). “Se Beckett e Nelson Rodrigues resolvessem tomar um café — ou, mais apropriadamente, um conhaque — é provável que dali saísse algo muito parecido com este espetáculo.” (Isabel Branquinha, Foyer Teatral). “Além do texto de grande impacto, o destaque de Exercício das crianças fica para a sintonia e perfeita comunhão em cena de Nicole e Fernanda. O jogo cênico das atrizes envolve a plateia do início ao fim.” (Mauricio Mellone, Favo do Mellone). FICHA TÉCNICA Texto: Bruno Cavalcanti Elenco: Fernanda Viacava e Nicole Cordery Direção: Noemi Marinho Assistência de direção: Tati Marinho Desenho de luz: Felipe Vidal Operação de luz: Yasmin Pedreira Fotos: João Caldas Arte gráfica: Angela Ribeiro Direção de produção: Taís Somaio — Valentina Produções Assistência de produção: Helena Somaio Realização: Sesc Rio Assessoria de imprensa: JSPontes Comunicação — João Pontes e Stella Stephany NOEMI MARINHO – Diretora Atriz, dramaturga e diretora teatral, Noemi Marinho, 50 anos de carreira, é nome referencial no teatro brasileiro, com uma série de trabalhos importantes. Formou-se na Escola de Arte Dramática (EAD) da Universidade de São Paulo (USP) e no Tablado de Maria Clara Machado, no Rio de Janeiro. Como atriz, esteve em montagens importantes como “Édipo Rei” (1983), de Sófocles, “Auto do Frade” (1985), de João Cabral de Melo Neto, “Feliz Ano Velho” (1987), de Alcides Nogueira, “Risco e Paixão” (1988), de Fauzi Arap, “Gata em Telhado de Zinco Quente” (2014), de Tennessee Williams, entre outros. Como diretora, assinou encenações como “Antares” (1990), “Corte Fatal” (1994), “Apareceu a Margarida” (2000), “A Dança Final” (2010) e “O Crânio” (2013), entre outros. Como dramaturga, assinou sucessos como “Fulaninha & Dona Coisa”, “Homeless”, “Solteira, Viúva, Casada e Divorciada”, “Plantonista Vilma”, “Almanaque Brasil”, “Cor de Chá”, “A Onda” e “Daqui Ninguém me Tira”. Recebeu os Prêmios APCA (1978), Mambembe (1988) como Melhor Atriz, Prêmio APETESP (1988 e 1993) e Shell (1991) como dramaturga pelos textos “Fulaninha & Dona Coisa”, “Homeless” e “Almanaque Brasil”. BRUNO CAVALCANTI - Dramaturgo Jornalista e produtor cultural, Bruno Cavalcanti estreou como dramaturgo em 2017 com a peça “Papo com o Diabo”, encenada por Eduardo Martini sob a direção de Elias Andreato. Publicou os livros: “Crônicas de um Jovem jornalista” (Editora Saraiva), “Porque a Gente é Assim – Música Popular e Comportamento” (Independente), “Um Papo com o Diabo” (Editora Giostri) e “Simplesmente Clô” (Editoria Giostri). Como produtor, trabalhou com Miguel Falabella, Marina Lima, Mafalda Minnozzi, Alessandra Maestrini, Kiara Sasso, Vânia Bastos, Renata Ricci, Gottsha e Alessandra Verney. Trabalhou nos jornais O Estado de S. Paulo, Jornal do Brasil, Folha de S. Paulo e no UOL. Foi vencedor do Prêmio Jovem Jornalista, Edição 2013. É autor dos textos: “Pequeno Manual Prático para a Vida Feliz”, “Paixão”, “Amor”, “E as Crianças?”, ‘Paixão Crônica”, “Simplesmente Clô”, “Um Elvis”, entre outros. Exercicio das Crianças, Crédito fotográfico - Joao Caldas SERVIÇO: ESTREIA: 15 de outubro, quinta-feira, às 19h TEMPORADA: até 8 de novembro LOCAL: Teatro I do Sesc Tijuca — Rua Barão de Mesquita, 539, Tijuca, Rio de Janeiro HORÁRIOS: quinta a sábado, às 19h; domingo, às 18h INGRESSOS: R$ 30; R$ 21 (credencial Sesc); R$ 15 (meia-entrada); gratuito (PCG) VENDAS: www.ingresso.com ou na bilheteria do Sesc, de terça a sexta, das 7h às 19h30; sábado, das 9h às 19h; domingo, das 9h às 18h CAPACIDADE: 45 lugares — 42 assentos, 2 cadeiras para pessoas obesas e 1 espaço para cadeirante DURAÇÃO: 50 minutos GÊNERO: comédia dramática CLASSIFICAÇÃO: 14 anos ACESSIBILIDADE: sim Alex Varela

  • Empresária Joana Wolff faz 55 anos e celebra com festão no condomínio Wimbledon Park, na Barra

    Empresária reuniu mais de 500 convidados no Wimbledon Park, na Barra da Tijuca, em uma noite marcada por música, performances, fogos de artifício e muita animação Crédito fotográfico: José Olimpio A empresária Joana Wolff celebrou, na noite de sábado, 19 de setembro, seus jovens 55 anos com uma mega festa para mais de 500 convidados, no condomínio Wimbledon Park, na Barra da Tijuca. A cantora Bia Chami foi a grande atração musical da noite, enquanto Isabelita dos Patins entrevistou os convidados na chegada. A celebração contou ainda com trio de anões, fogos de artifício, robô de LED, chuva de papel, violinista e DJ, que comandou a pista iluminada — disputada por tantos convidados que quase não havia espaço para dançar. Os registros fotográficos ficaram por conta de José Olímpio. Juliana Stabile, Raquel Motta - Crédito fotográfico: José Olimpio Leticia Lazzell, Isabelita dos patins e anões - Crédito fotográfico: José Olimpio Luiza Botino, Cacau Osório - Crédito fotográfico: José Olimpio Marcelo Borges, Cesar Gabriel de Almeida - Crédito fotográfico: José Olimpio Marceloe Claudia Cury - Crédito fotográfico: José Olimpio Marcia Romão e Quentin Lewis - Crédito fotográfico: José Olimpio Roberta Fonseca - Crédito fotográfico: José Olimpio Rosana Rodrigues, Claudia Cury - Crédito fotográfico: José Olimpio Shirley Maia, Lulu Albuquerque - Crédito fotográfico: José Olimpio Tamara e Vagner Jacomo - Crédito fotográfico: José Olimpio Tania Xavier, Claudia Dutra - Crédito fotográfico: José Olimpio Theresa Macedo - Crédito fotográfico: José Olimpio Waltinho Guimarães, Isa alves - Crédito fotográfico: José Olimpio Bia e Joana Wolff - Crédito fotográfico: José Olimpio Bia e Ju Wolff - Crédito fotográfico: José Olimpio Bia, Joana e Ju Wolff - Crédito fotográfico: José Olimpio Carlinhos Lamoglia - Crédito fotográfico: José Olimpio Carol Livia, Ana Paula Barbosa - Crédito fotográfico: José Olimpio Catia Garrido, Leila Esposito - Crédito fotográfico: José Olimpio Claudia Samico, Theresa Macedo, Alessaandra Amaral - Crédito fotográfico: José Olimpio Dirce Motta - Crédito fotográfico: José Olimpio Eder Meneghine, Ana Cecilia Azevedo, Rolf Machado -Crédito fotográfico: José Olimpio Eder Meneghine - Crédito fotográfico: José Olimpio Elma Giovanelli - Crédito fotográfico: José Olimpio Felipe e Joana Wolff - Crédito fotográfico: José Olimpio Felipe, Eduardo, Joana, Ju e Bia Wolff - Crédito fotográfico: José Olimpio Fotógrafo José Olímpio e Jaqueline Barreto - Crédito fotográfico: José Olimpio Francisco Barreiras, Alice Tamborindeguy - Crédito fotográfico: José Olimpio Jaqueline Barreto, Elma Giovanelli - Crédito fotográfico: José Olimpio Joana Wolff entra Alessa e Fabio Migani - Crédito fotográfico: José Olimpio Joana Wolff entre Norine Carnevalle e Jose Lustosa - Crédito fotográfico: José Olimpio Joana Wolff - Crédito fotográfico: José Olimpio Joana Wolff - Crédito fotográfico: José Olimpio Joana Wolff - Crédito fotográfico: José Olimpio Joana Wolff - Crédito fotográfico: José Olimpio Joana Wolff - Crédito fotográfico: José Olimpio Joana Wolff - Crédito fotográfico: José Olimpio Joana Wolff - Crédito fotográfico: José Olimpio Joana Wolff, Isabelita dos Patins e anões - Crédito fotográfico: José Olimpio Joana Wolff, Isabelita dos Patins - Crédito fotográfico: José Olimpio Joana Wolff, Zizi Baptista - Crédito fotográfico: José Olimpio Para mais fotos acesse o album virtual da festa abaixo https://zeolimpio.jalbum.net/ José Olimpio

  • Semente: quando a vida insiste em nascer entre as ruínas

    Curta-metragem de Trycia Mello transforma o universo dos zumbis em uma reflexão poética sobre identidade, memória, liberdade e recomeços Semente – Divulgação Em um mundo onde a morte parece ter vencido e os mortos caminham entre as ruínas de uma civilização esquecida, surge uma personagem que rompe com aquilo que se espera dela. “Semente”, curta-metragem dirigido por Trycia Mello, apresenta uma narrativa pós-apocalíptica que utiliza o universo dos zumbis para falar de algo essencialmente humano: a capacidade de escolher, lembrar e acreditar que ainda pode existir vida depois do fim. A protagonista é Zumbi Drag, personagem interpretada por Marcelo Macrina, uma drag queen zumbi que imediatamente chama a atenção pela força visual e pela simbologia. Inserida inicialmente em meio à horda, ela carrega consigo a marca de um mundo que já não existe. Entretanto, ao abandonar os demais zumbis, inicia uma trajetória silenciosa e singular. Semente – Divulgação Mais do que uma fuga, sua decisão representa uma ruptura. A personagem deixa para trás aquilo que parecia ser seu destino para seguir um impulso de preservação da vida. É justamente nessa escolha que o filme encontra uma de suas principais forças: o que significa continuar vivendo quando tudo ao redor parece condenado? O título, “Semente”, reforça essa ideia. Uma semente representa possibilidade, transformação e continuidade. Mesmo quando plantada em um ambiente aparentemente sem vida, existe nela a potência de fazer algo novo nascer. O curta utiliza essa imagem como metáfora para mostrar que a esperança pode surgir justamente nos lugares onde ninguém mais espera encontrá-la. A memória também ocupa um espaço importante nessa jornada. Ao recordar experiências de sua vida anterior, a protagonista estabelece uma ponte entre quem foi e quem se tornou. Ela pode ser um zumbi, mas suas lembranças revelam que sua identidade não desapareceu completamente. Há algo dentro dela que permanece — uma espécie de último vestígio de humanidade. A escolha de uma drag queen como protagonista acrescenta ainda uma camada de representatividade e expressão artística à narrativa. A personagem não está ali apenas como parte de um cenário de horror; sua presença visual e simbólica contribui para construir uma história sobre identidade, isolamento e liberdade. Trycia Mello conduz essa fábula por meio de uma atmosfera que mistura elementos do cinema de zumbis com uma abordagem mais poética. Em vez de apostar somente no medo e na destruição característicos do gênero, “Semente” abre espaço para a reflexão. Semente – Divulgação No fim, talvez a pergunta mais importante deixada pelo filme não seja sobre os mortos que caminham, mas sobre os vivos que ainda podem escolher seu próprio caminho. “Semente” é, portanto, uma história sobre recomeços. Sobre aquilo que permanece dentro de nós mesmo depois das perdas. E sobre a possibilidade de fazer nascer alguma coisa nova quando o mundo parece ter chegado ao fim. Gabriella Oliveira

  • Crítica - “Só Serei Feliz Quando Poppea Tiver o Título de Imperatriz”

    “Só Serei Feliz Quando Poppea Tiver o Título de Imperatriz” Estreou Cenas da Coroação de Poppea, de Cláudio Monteverdi (1567 – 1643), produzida no ano de 1637, no Salão Assyrio do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (TMRJ). Apresentada no IV Festival Oficina da Ópera no TMRJ. “Só Serei Feliz Quando Poppea Tiver o Título de Imperatriz” A apresentação foi realizada no Salão Assyrio, fato que acaba por limitar a produção do espetáculo. As dimensões reduzidas do espaço de apresentação, bem como o número de componentes da orquestra deixam transparecer as limitações. Também devemos levar em consideração a decoração do local (azulejos, esculturas, ...), bem como a iluminação do local Portanto, a direção teve que adequar o espetáculo ao espaço onde foi apresentado. A diminuta orquestra foi regida com competência por Jésus Figueiredo, que manteve o equilíbrio e a harmonia entre os músicos e os cantores. Ainda que tais limitações espaço-musicais existam, a apresentação nos levou à Roma Antiga, quando era governada pelo Imperador Nero. Todo um jogo de poder, traição, amor, ambição, e sensualidade estão presentes na trama. O conjunto de solistas é de qualidade, cantam bem, e mesclam interpretação e emoção. Carolina Morel faz uma Poppea que esbanja sensualidade, e faz de tudo para conquistar Nero e se tornar a Imperatriz de Roma. Canto poético e sedutor, e atuação grandiosa. “Só Serei Feliz Quando Poppea Tiver o Título de Imperatriz” Nerone foi interpretado por Hebert Campos, que faz um Imperador narcisista e desmedido, que passa por cima de todos para alcançar seus objetivos. Ele não quer mais sua esposa Ottavia, “fria e estéril”, e deseja se casar com Poppea. Apresenta um bom timbre de voz, afinado e impactante. Poppea e Nerone se unem em nome do amor. Deixam no ar um ambiente de paixão. Ottavia foi feita por Carla Rizzi. A personagem deixa transparecer a condição feminina naquele mundo, submetida aos mandos e desmandos de Nero. Transparece tristeza, solidão, angústia, melancolia, sofrimento e humilhação. Canta muito bem, tendo uma bonita interpretação. Arnalta foi realizada por Geilson Santos, com uma voz forte e potente, um canto eloquente. Conselheira, ama de Poppea, detentora de saber e razão, uma pessoa lúcida. Leonardo Thieze fez Sêneca, o filósofo estoico, com uma voz aguda e potente. Os discípulos de Sêneca foram realizados por João Campelo, Guilherme Gonçalves e Cicero Pires, apresentando atuação adequada. Os atores Duda Marins e Carlos Marinho representam o deus amor. Interpretação que esbanjou sensualidade e volúpia. A direção de Ana Vanessa é dedicada e cuidadosa, com marcações precisas que tornam a apresentação dinâmica e bem conduzida, potencializando a qualidade das interpretações do elenco. A Cenografia criada por Clara Velasco é simples, bem solucionada, e apresentando elementos cenográficos que remetem às ruínas arquelógicas romanas, como pedaços de mármores, bem como vasos e ânforas de metal em tom dourado. Os figurinos criados por Nícolas Rodrigues (in memoriam), e Marcelo Marques (supervisão) são de bom gosto, criativos, adequados aos personagens, correta combinação de cores (vermelho e dourado, tons terrosos,...), e facilitam a locomoção dos solistas pelo palco. A Iluminação criada por Jonas Bastos é boa e bonita, relacionada às cenas e aos personagens. Cenas da Coroação de Poppea é uma produção de ópera que reconstitui a atmosfera da Roma antiga; apresenta um elenco de cantores de qualidade; e figurinos de bom gosto e requintados. Ótima produção de ópera! Alex Varela

  • A Cigarra e a Formiga no Teatro J. Safra — dia 26 de setembro

    Superprodução com efeitos, bonecos e muita fantasia faz única apresentação, dia 26 de setembro, sábado, no Teatro J. Safra Cigarra e a Formiga - Divulgação A história da Cigarra e a Formiga fala sobre uma cigarra que só gostava de cantar e dançar, sem se preocupar em construir uma casa ou guardar alimentos para se proteger do inverno. Bem próximo dali, existia um formigueiro onde muitas formigas trabalhavam o tempo todo, carregando e armazenando folhas para quando o frio chegasse. Uma dessas formiguinhas adorava ouvir o canto da cigarra. Um dia, ela resolveu dar ouvidos à artista e experimentou cantar e dançar junto com ela, o que acabou despertando sua curiosidade sobre o que é a felicidade. Essa decisão da formiguinha causou uma baita confusão no formigueiro, deixando a Rainha e o professor Formigão muito preocupados. Cigarra e a Formiga - Divulgação No meio de toda essa confusão, o inverno chegou! Desprotegida do frio e com muita fome, a cigarra recorreu ao formigueiro pedindo ajuda. A Rainha, embora muito brava, acabou deixando a cigarra ficar por lá durante todo o inverno — claro, sob algumas condições. A cigarra teve que prometer que, no próximo ano, não iria apenas cantar e dançar, mas também trabalhar para garantir seu próprio abrigo e alimento. Assim, a história termina com um final muito feliz. Cigarra e a Formiga - Divulgação Serviço: A CIGARRA E A FORMIGA Autoria: Falcon Mantovani Direção: Falcon Mantovani Elenco: Falcon Mantovani, Sara Montes e Kaique Mantovani Duração: 60 minutos Classificação: livre Gênero: infantil Data: dia 26 de setembro, sábado, às 15h. Ingressos: a partir de R$ 25 Compras online: https://www.eventim.com.br Bilheteria Quartas e quintas – 14 às 21h Sextas, Sábados e Domingos – 14h até o horário dos espetáculos Aceita os cartões de débito e crédito: Amex, Dinners, Elo, Mastercard, Visa e Hipercard. Não aceita cheques. Telefone da bilheteria: (11) 3611-3042 Teatro J. Safra | 627 lugares Endereço: Rua Josef Kryss, 318 - Barra Funda - São Paulo – SP Telefone: (11) 3611 3042 e 3611 2561 Abertura da casa: 2 horas antes de cada horário de espetáculo, com serviço de lounge-bar no saguão do Teatro. Acessibilidade para deficiente físico Estacionamento: Valet Service (Estacionamento próprio do Teatro) - R$ 40,00 Flavia Fusco

  • Gongada Drag reúne Suzy Brasil, estrelas de Drag Race Brasil e grandes nomes do humor no Teatro Riachuelo Rio

    Espetáculo comandado por Bruno Motta chega ao Rio de Janeiro em 30 de setembro com DaCota Monteiro, Nando Gald, Deco Machado, Melina Blley e Chanel Gongada Drag O palco do Teatro Riachuelo Rio recebe, na quarta-feira, 30 de setembro, às 20h, uma nova edição do Gongada Drag. Criado e apresentado pelo humorista Bruno Motta, o espetáculo reúne diferentes gerações da arte drag e da comédia LGBTQIA+ brasileira em uma noite de performances, improviso, interação com a plateia e muito deboche. O elenco desta edição é formado por Suzy Brasil, DaCota Monteiro, Nando Gald, Deco Machado, Melina Blley e Chanel, além do anfitrião Bruno Motta. A seleção combina artistas consagrados do humor, fenômenos das redes sociais e duas participantes da segunda temporada de Drag Race Brasil. Inspirado no formato do roast, o Gongada transforma a provocação em espetáculo. No palco, as artistas apresentam números e participam de jogos e desafios de humor, nos quais ninguém está livre das piadas, nem mesmo quem segura o microfone. Gongada Drag - Plateia Riachuelo Cada apresentação recebe uma formação diferente, criando um show único e imprevisível. O público encontrará um elenco marcado por trajetórias de destaque: Suzy Brasil — Um dos maiores nomes da comédia drag brasileira, foi campeã da quinta temporada de LOL: Se Rir, Já Era!, no Prime Video, após ter sido vice-campeã da terceira edição. Também venceu o Prêmio PRIO do Humor com o espetáculo Bye Bye Bangu e foi anunciada como jurada da nova temporada do Prêmio Multishow de Humor, com Dani Calabresa. DaCota Monteiro — Drag queen, atriz, comediante e criadora de conteúdo, ganhou projeção em realities como Queen Stars Brasil e Corrida das Blogueiras. Na televisão, tornou-se apresentadora de La Maison: Drag Me As a Queen, ao lado de Lia Clark. Nando Gald — Influenciador carioca que viralizou com vídeos de humor sobre o cotidiano, a comunidade da Urucânia e sua paixão pelo Vasco. Com seu bordão “Respeita a minha história!”, tornou-se uma voz de representatividade LGBTQIA+ dentro de um ambiente tradicionalmente marcado pelo machismo: as arquibancadas do futebol. Deco Machado — Comediante e publicitário que transforma vivências relacionadas ao autismo, à bissexualidade e à umbanda em humor. Seus vídeos conquistaram as redes sociais e deram origem a espetáculos como Testemunha de Oxalá, seu solo de stand-up umbandista. Melina Blley — Finalista da segunda temporada de Drag Race Brasil, encerrou a competição entre as três melhores participantes. A artista paraibana radicada no Rio destacou-se pelos visuais grandiosos, pela presença de palco e por sua personalidade marcante. Gongada Drag - Divulgação Chanel — Uma das revelações da segunda temporada de Drag Race Brasil, é conhecida pela capacidade de transitar entre glamour, terror e cultura pop. Após o reality, tornou-se apresentadora de Mostra a Mala, produção oficial da WOW Presents Plus dedicada aos bastidores e aos looks das participantes da temporada. Bruno Motta — Criador e apresentador do Gongada Drag, é um dos pioneiros do stand-up brasileiro. Foi um dos criadores do Furo MTV, apresentou o espetáculo de improviso Improvável e acumula participações em programas como Altas Horas, The Noite, Conversa com Bial e Programa do Jô. Ao levar a linguagem do roast para um grande palco, o Gongada Drag celebra uma tradição histórica da cultura LGBTQIA+: rir de si, responder com inteligência e transformar provocação em arte. O resultado é um encontro entre humor, performance e representatividade que já passou por importantes teatros do país. Teatro Riachuelo Rio O prédio, tombado como patrimônio histórico-cultural, é imponente e se destaca na Rua do Passeio, número 40, reunindo passado, presente e futuro em um só lugar. O ícone da belle époque brasileira ficou com as portas fechadas por dois anos até 2016, quando foi devolvido à população como Teatro Riachuelo Rio, sempre com uma programação plural e acessível. Desde então, foram realizadas diversas peças, musicais, concertos e shows. Com uma área de aproximadamente 3.500 m², o teatro oferece uma estrutura completa para seus frequentadores, incluindo foyer, salas de ensaio, escritórios, camarins, área externa e uma grande sala com plateia para 999 pessoas. Mais do que um espaço físico, o teatro representa um compromisso com a promoção da cultura e da arte em suas diversas formas. O espaço conta ainda com o Bettina, Café & Arte, que, além de funcionar como bomboniere para atender ao público do teatro, também oferece café da manhã e almoço. Gongada Drag Serviço: Gongada Drag 30 de setembro (quarta-feira), 20h Valores:Plateia VIP - R$ 220,00 Plateia - R$ 180,00 Balcão Nobre - R$ 150,00 Balcão - R$ 50,00 Classificação etária: 14 anos Duração: 120 minutos Teatro Riachuelo Rio – Rua do Passeio, 38 – Centro, Rio de Janeiro – RJ Alex Varela

  • O homem que fez da família sua maior história

    Faleceu ontem, 18 de setembro, o empresário Dr. César Thomé, deixando saudades entre familiares, amigos e a sociedade carioca. Dr. César Thomé — In memoriam Faleceu ontem, 18 de setembro, o empresário Dr. César Thomé. A sociedade carioca despede-se de César Thomé, que por tantos anos compartilhou a vida com Micheline Thomé, sua companheira de uma longa história. Pai de Rafael e César Neto, deixa saudade entre familiares e amigos. Que Maria Santíssima o receba em seus braços e cubra Micheline e toda a família com seu manto, levando conforto neste momento de dor. A coluna lamenta profundamente o falecimento e presta solidariedade à família. Dr. César Thomé e sua esposa, Micheline Thomé Cesar Gabriel de Almeida

  • Bomtalvão, influencer de sucesso, se apresenta no Teatro J. Safra dia 19 de setembro

    que revisita momentos marcantes de sua vida Meu Nome Não é BOMTALVÃO Texto Camila Rafanti | Direção: Pedro Granato Dias 19 e 20 de setembro, sábado e domingo, no Teatro J. Safra Crédito fotográfico - Thalyta Dias Por trás de Bomtalvão existe uma pessoa tímida de Anápolis que cresceu ouvindo que falava alto demais, gesticulava demais, chorava demais e era diferente demais. Em seu primeiro espetáculo teatral, o criador de conteúdo Bomtalvão transforma sua trajetória em um solo autobiográfico, engraçado, irreverente e surpreendentemente emocionante. Entre histórias sobre seletividade alimentar, ansiedade, depressão, relacionamentos, empregos desastrosos, tentativas frustradas de alcançar a fama e muitos perrengues, Bomtalvão revisita momentos marcantes de sua vida, desde a infância em Goiás até a mudança para São Paulo e o sucesso nas redes sociais. "Meu Nome Não É Bomtalvão é uma história sobre coragem, identidade e pertencimento. Um espetáculo que mistura humor, emoção e verdade para lembrar que toda trajetória carrega histórias que merecem ser ouvidas. Bomtalvão - Divulgação Serviço Meu Nome não é Bomtalvão Idealização: Bomtalvão Texto Camila Rafanti Direção: Pedro Granato Duração: 80 min. Recomendação: 14 anos Gênero: solo autobiográfico Data: 19 e 20 de setembro, sábado, às 20h e domingo, às 17h. Ingressos: a partir de R$ 60. Ingressos online: Ingressos — Meu Nome Não é Bomtalvão | Eventim Bilheteria Quartas e quintas – 14 às 21h Sextas, Sábados e Domingos – 14h até o horário dos espetáculos Aceita os cartões de débito e crédito: Amex, Dinners, Elo, Mastercard, Visa e Hipercard. Não aceita cheques. Telefone da bilheteria: (11) 3619 3183 Teatro J. Safra | 627 lugares Endereço: Rua Josef Kryss, 318 - Barra Funda - São Paulo – SP Telefone: (11) 3611 3042 e 3611 2561 Abertura da casa: 2 horas antes de cada horário de espetáculo, com serviço de lounge-bar no saguão do Teatro. Acessibilidade para deficiente físico Estacionamento: Valet Service (Estacionamento próprio do Teatro) - R$ 40,00 Flavia Fusco

  • AC/DC UK chega ao Brasil para turnê por 12 cidades e se apresenta no Qualistage dia 9 de outubro

    Com mais de duas horas de show, banda inglesa percorre seis estados com “Thunderstruck”, “Back In Black”, “Highway to Hell”, “Hells Bells” e outros clássicos que conduzem uma experiência que une energia, nostalgia e diferentes gerações AC/DC UK - Divulgação Nesta semana, o AC/DC UK dá continuidade à turnê 2026 pelo Brasil, uma sequência de 12 apresentações que percorre o país entre setembro e outubro. A turnê teve início no dia 17 de setembro, em Blumenau (SC), e segue por Joinville, Rio do Sul, Criciúma, Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Belo Horizonte, Campinas, São Paulo, Rio de Janeiro e Santo André, onde será encerrada no dia 10 de outubro. Depois de passar por mais de 20 países, grandes festivais europeus e palcos diante de milhares de pessoas, o AC/DC UK apresenta um espetáculo de mais de duas horas, reunindo grandes sucessos da banda australiana. Quando os primeiros acordes de “Thunderstruck” ecoam, não é preciso anunciar o que vem a seguir: bastam alguns segundos para o riff ser reconhecido e a reação da plateia começar antes mesmo dos vocais. “Hells Bells” muda o clima e cria uma atmosfera própria; “Back In Black” coloca em cena um dos riffs mais reconhecíveis da história do rock; e, em “Highway to Hell”, o refrão ganha o público e transforma palco e plateia em uma só voz. Até chegar a “For Those About To Rock (We Salute You)”, quando o show assume um clima de grande celebração e a força de um clássico que traduz como poucos a energia de uma grande noite de rock. “You Shook Me All Night Long”, “T.N.T.”, “Shoot to Thrill”, “Whole Lotta Rosie”, “Dirty Deeds Done Dirt Cheap” e outros clássicos ampliam uma sequência pensada não apenas para ser ouvida, mas vivida em alto volume, diante de um palco. AC/DC UK - Divulgação Para quem estará na plateia, talvez o show não comece exatamente quando as luzes se apagam. Algumas dessas músicas já fazem parte da vida de quem estará ali há muito tempo. Podem trazer de volta uma viagem, os amigos de uma época, uma festa, um amor, alguém que apresentou o AC/DC pela primeira vez ou uma fase que parecia guardada até que um riff fosse capaz de trazê-la novamente para o presente. É justamente aí que um grande show de rock oferece algo que nenhuma playlist consegue reproduzir: as lembranças são individuais, mas a experiência se torna coletiva. Pais e filhos, amigos de décadas e fãs de diferentes gerações reconhecem juntos os primeiros acordes, cantam os mesmos refrões e compartilham histórias através da música. Não será apenas a oportunidade de reviver canções que marcaram tantos momentos, mas também de criar novas lembranças ao som delas. Dos grandes festivais europeus aos palcos brasileiros - Formado por músicos britânicos com sólida trajetória nos palcos europeus, o AC/DC UK consolidou-se como uma das principais referências internacionais dedicadas ao repertório do AC/DC. Com performances marcadas pela excelência musical, autenticidade e respeito à essência da banda australiana, o grupo é formado por Gav Bolt (vocais), Graham Harker (guitarra solo), Devon Tristan Gaskell (guitarra), Danny Curran (baixo) e Darren Ward (bateria). A trajetória internacional do AC/DC UK ajuda a dimensionar o espetáculo que agora chega ao país. No Graspop Metal Meeting, na Bélgica, o grupo se apresentou no Metal Dome, espaço para 7.500 pessoas, depois do Iron Maiden. No Stone Free, em Londres, fechou o palco Indigo após Alice Cooper. Já no Herning Rocker, na Dinamarca, participou de um evento esgotado com capacidade para 15 mil pessoas. AC/DC UK - Divulgação A história da banda também já se cruzou diretamente com músicos ligados ao próprio AC/DC. O grupo dividiu o palco com Simon Wright, ex-baterista do AC/DC; Bob Richards, que participou das sessões de Rock or Bust; e Tony Currenti, baterista que gravou no álbum High Voltage. E há ainda uma passagem daquelas capazes de despertar a curiosidade até de quem não acompanha o circuito de rock: o AC/DC UK participou de “Os Mercenários 4” (Expend4bles), produção estrelada por Sylvester Stallone, aparecendo como a banda do bar frequentado por Barney Ross, personagem vivido pelo ator. São credenciais construídas ao longo de mais de uma década de estrada e que transformaram o projeto inglês dedicado ao repertório do AC/DC em uma atração com trajetória internacional própria. A distância entre o público brasileiro e o primeiro acorde, portanto, já não é mais medida em meses. É questão de dias. Algumas músicas a gente escuta. Outras acompanham uma vida inteira. E, a partir da próxima semana, muitas dessas histórias voltarão a se encontrar diante de um palco. AC/DC UK - Divulgação SHOW Na SEXTA - 9 de OUTUBRO Apresentação às 21h30 A casa abre 19h30 QUALISTAGE Av. Ayrton Senna, 3000 - Via Parque Shopping A partir de R$ 97,50 Venda: https://qualistage.com.br/ac-dc-uk Ou na Bilheteria Oficial: Shopping Via Parque - Av. Ayrton Senna, 3000 - Barra da Tijuca, RJ De Segunda a Sábado das 11h às 20h / Domingo e Feriados das 13h às 20h Em dias de shows o horário de atendimento sofre alterações. Confira a programação do local. Capacidade da casa: 9 mil em pé / 3.500 sentados Acessibilidade Classificação: 18 anos - Menores de idade acompanhados dos responsáveis legais Rozangela Silva

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