Revista do Villa
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Revista luso-brasileira de conteúdo sobre cultura, gastronomia, moda, turismo,
entretenimento, eventos sociais, bem-estar, life style e muito mais...
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- Carnaval 2026
Dizem que o ano no Brasil só começa depois do carnaval, isso é mito pois o carnaval nunca termina para uma comunidade ávida por resultados e apaixonados pela sua escola de coração, seja do grupo de acesso ou do especial, essa comunidade segue os passos da escola na cadência e no ritmo ditados por um carnaval cada vez mais sofisticado e empresarial! Confesso que assistindo aos ensaios técnicos dessa noite de sexta-feira 07/02 me emocionei por vezes vendo a garra dessa gente que vive em prol desse universo chamado carnaval! Vi crianças sambando feito gente grande e pessoas calejadas pelo tempo de vida e de luta brincando feito criança! Uma das alegrias que tive foi saber que algumas escolas de samba se fecharam à comunidade para quem de fato e direito merecem brilhar depois de um ano inteiro de luta e suor para a escola passar bonito pela avenida! Viva o Samba, viva a liberdade de expressão que só o carnaval permite! Foto @val.fguimaraes Val Guimarães
- Comemorações do Centenároo da Estação Primeira de Mangueira
Jô Santana e Rafaello Ramundo se unem no musical dos 100 anos da Mangueira. Peça inédita une a potência da Bateria da Mangueira à sofisticação da Orquestra Novo Traço. O centenário da Mangueira será celebrado em grande estilo. Mangueira 100 Anos: O Espetáculo de Uma História se desdobra em múltiplas linguagens: teatro musical, literatura, audiovisual, exposição, desfile de moda e ações formativas. O mais ambicioso do projeto será a peça inédita, unindo a potência da Bateria da Mangueira à sofisticação da Orquestra Novo Traço, promovendo um encontro raro entre o samba de raiz e a música sinfônica brasileira. Idealizado por Jô Santana, que divide com Rafaello Ramundo a direção geral e a realização do projeto, a celebração visa respeitar o tempo da história e o pulso da comunidade. Jô é ator, produtor e diretor artístico, com mais de 30 anos à frente da Fato Produções e mais de 65 espetáculos realizados. Idealizador dos Musicais Cartola, Dona Ivone Lara, Alcione a Marrom e Martinho, é referência no teatro musical brasileiro, com prêmios como Bibi Ferreira, APTR, APCA e SHELL, além de Vencedor em Especial do Prêmio Arcanjo 2024. Rafaello é fundador e diretor de criação da Novo Traço, além de curador artístico e idealizador de grandes eventos como Tim Music Rio, Prudential Concerts, Casa Light, Fim de Tarde e o Festival Equatorial de Natal. Rafaello é também o idealizador da Orquestra Novo Traço. No segundo semestre desse ano, a celebração começa com a realização de oficinas de teatro musical, produção cultural, corte e costura, comunicação, mídias sociais, visagismo e cenografia. A previsão de estreia para o musical é abril de 2027 no Rio de Janeiro. Assessoria de imprensa do projeto Maurício Aires e Rogério Alves Alex Varela
- Feijoada de Aniversario Claudia Cury-Restaurante Carmelita-Clube Arouca-Barra
Claudia Cury celebrou mais um ano de vida em grande estilo,cercada dos melhores amigos é como tem, é muito amada por todos. Com uma super feijoada que reuniu amigos, de todas as tribos e muito samba no pé. O menu, assinado pela Carmelita Gastronomia, foi um verdadeiro sucesso e deu o tom perfeito para a festa, uma deliciosa feijoada. A animação ficou por conta de uma roda de samba pra lá de especial, com o Pagode Magia e intérpretes oficiais da Vila Isabel e da São Clemente, garantindo energia do começo ao fim e do DJ Junior Machado nas Carrapetas. Com produção de Patrícia Lamoglia e decoração de Carlos Lamoglia, o evento foi impecável em cada detalhe. Para adoçar ainda mais a celebração, bolo e doces da Silvinha, que encantaram os convidados. Uma festa animada, cheia de estilo e boas vibrações, e muitas risadas do jeitinho que Claudia merece. Vera Donato
- Presidenciais 2026: “A relação com os portugueses que vivem e trabalham no estrangeiro, bem como com os seus descendentes, será uma prioridade no exercício da Presidência”
Foto: divulgação A poucos dias da segunda volta das eleições presidenciais portuguesas, agendada para o próximo domingo, 8 de fevereiro, António José Seguro fala à nossa reportagem numa entrevista exclusiva, realizada em plena reta final da campanha. O candidato assume a relação com as comunidades portuguesas no estrangeiro como prioridade estratégica caso seja eleito Presidente da República, sublinhando que Portugal se projeta no mundo através dos seus emigrantes e lusodescendentes, presentes em todos os continentes e ativos nos planos económico, cultural e cívico. Ao longo da entrevista, Seguro afirma a intenção de usar a autoridade moral e o prestígio da função presidencial para defender a dignidade e os direitos dos portugueses espalhados pelo mundo, reforçando os laços institucionais com a diáspora. Destaca o contributo do Conselho das Comunidades Portuguesas e do Conselho da Diáspora, sem desvalorizar o papel dos deputados eleitos pelos círculos da emigração e do movimento associativo, que sustenta a língua, a cultura, a promoção económica e o apoio social. O candidato anuncia ainda a intenção de promover um Fórum Anual das Comunidades Portuguesas, como espaço estruturado de diálogo, reconhecimento e projeção externa do país. Seguro insiste numa mensagem de inclusão e coesão nacional, defendendo que não existem portugueses de primeira nem de segunda e assumindo um compromisso com a juventude lusodescendente, através de intercâmbios e programas de aproximação a Portugal. No âmbito da sua candidatura à Presidência da República, que visão estratégica defende para o reforço da ligação entre o Estado português e as comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo, considerando o seu peso demográfico, económico e cultural na projeção internacional de Portugal? Assumi no meu Manifesto para as Comunidades que a relação com os portugueses que vivem e trabalham no estrangeiro, bem como com os seus descendentes, será uma prioridade no exercício da Presidência. Portugal é maior do que o seu território: somos uma nação com raízes profundas e ramos que se estendem a todos os continentes. A nossa diáspora é um ativo estratégico para o país, uma rede viva de talento, investimento, cultura e influência global. Pretendo fazer tudo para que os nossos compatriotas se sintam parte integrante do todo nacional, criando uma ligação permanente de valorização, reconhecimento e proximidade institucional, reforçando o contributo das comunidades para a projeção internacional de Portugal. Todos não somos demais para unir os portugueses. Que papel atribui ao Presidente da República enquanto garante da coesão nacional alargada, num país que se estende muito para além das suas fronteiras geográficas, e de que forma pretende valorizar institucionalmente o contributo da diáspora para a economia, a diplomacia e a afirmação externa de Portugal? O papel do Presidente da República é precisamente o de garante da coesão e unidade nacional, e isso compreende os portugueses que vivem no país tanto como os que estão no estrangeiro. Tenho detetado, em muitos compatriotas, um sentimento de afastamento que pretendo combater, chamando a atenção para os laços fortes que unem as comunidades ao país e estando atento à eficácia das políticas que lhes são dirigidas. O Presidente não governa, mas inspira, convoca e mobiliza. Quero usar a autoridade moral e o prestígio da função presidencial para unir vontades e defender sempre a dignidade e os direitos dos portugueses espalhados pelo mundo. Portugal afirma-se melhor no mundo quando conta com os portugueses que desempenham um papel relevante nos países de acolhimento, como embaixadores naturais dos nossos valores, da nossa cultura e da nossa influência. Considera que os atuais mecanismos de representação das comunidades portuguesas, como o Conselho das Comunidades Portuguesas e o Conselho da Diáspora Lusa, respondem de forma eficaz às realidades contemporâneas da emigração e da mobilidade global? Tanto o Conselho das Comunidades Portuguesas como o Conselho da Diáspora dão um contributo relevante para afirmar necessidades, prioridades e oportunidades da nossa diáspora e para a projeção de Portugal no mundo. Mas é igualmente essencial não esquecer o papel central dos deputados eleitos pelos círculos da emigração, bem como o movimento associativo, que representa e apoia as comunidades em múltiplos domínios: língua, cultura, promoção económica, apoio social, recreativo e desportivo. Como Presidente, quero também promover um Fórum Anual das Comunidades Portuguesas, como espaço de diálogo e reconhecimento de contributos. Como avalia hoje as comunidades portuguesas? As Comunidades Portuguesas são um dos mais importantes ativos do país, pela sua influência nos países de acolhimento e pelo que representam para Portugal. Hoje, as comunidades mudaram muito: há maior mobilidade, mais qualificação, novos interesses e uma influência crescente. São um dos nossos maiores instrumentos de afirmação do país. Portugal precisa de reconhecer este mérito e valorizar institucionalmente este capital humano, cultural e económico. Que feedback recebeu desse mesmo público durante a campanha antes da primeira volta? Percebi uma forte vontade de participar nos destinos de Portugal e de não ser esquecida. Também percebi que há temas decisivos, como o ensino da língua portuguesa e a qualidade do atendimento consular. É essencial termos serviços consulares mais modernos, digitalizados e próximos das comunidades. Há uma dimensão afetiva muito forte nas comunidades portuguesas que exige de Portugal uma resposta à altura. Os emigrantes que querem regressar que exigem que o estado funcione, a economia competitiva e possam aceder a tempo e horas aos cuidados de saúde em Portugal. Que mensagem deixa às novas gerações de emigrantes e lusodescendentes, muitas vezes afastadas da língua portuguesa e da participação cívica, sobre o seu lugar no futuro político, cultural e simbólico de Portugal? Que nunca desistam de Portugal. Que aprendam a língua portuguesa, que é uma das grandes línguas mundiais e uma porta aberta no mundo. Darei especial atenção à juventude lusodescendente, promovendo intercâmbios, bolsas e programas que reforcem o vínculo com Portugal e distingam jovens exemplos de liderança e mérito. Participem na vida cívica e política dos países de acolhimento e também em Portugal, porque o futuro de Portugal também se constrói convosco. Por fim, por que a Diáspora deve depositar confiança na sua candidatura? Num mundo de incerteza, tenho experiência política nacional e europeia, valorizo a estabilidade e a paz social e serei um fator de unidade nacional. Sou um fator de unidade nacional. Para mim, não há portugueses de primeira nem de segunda: todos contam, estejam dentro ou fora do país. Saberei valorizar e reconhecer a importância das nossas comunidades, estarei atento às suas necessidades e combaterei qualquer sentimento de afastamento. Assumo o compromisso de ser sempre o Presidente de todos os portugueses, onde quer que estejam. Onde está um português, está Portugal. * As mesmas condições editoriais foram oferecidas e disponibilizadas ao candidato André Ventura, respeitando a isonomia e o rigor jornalístico, em respeito ao público que acompanha o nosso trabalho. Porém, após contactos com a equipa do candidato, não obtivemos respostas às perguntas dentro do prazo definido pela nossa redação, igual para os dois candidatos. Ígor Lopes
- CCP adota novo logótipo institucional
CCP adota novo logótipo institucional Há cerca de um ano, por iniciativa do Conselho Regional da Europa, o Conselho Permanente do CCP deu início ao processo de substituição do logótipo utilizado há mais de vinte e cinco anos, recomendando a adoção do logótipo usado pela Comissão Nacional de Eleições (CNE) nas eleições para o CCP realizadas em novembro de 2023. Ao longo de vários meses, foram auscultadas todas as estruturas do CCP, promovido diálogo com o Gabinete do secretário de Estado das Comunidades Portuguesas e, posteriormente, formalizado junto da Comissão Nacional de Eleições um pedido especial para a cessão gratuita e definitiva do referido logótipo ao CCP. Após a devida autorização formal da CNE, à qual o CCP manifesta publicamente o seu agradecimento, foi definido que, a partir de janeiro de 2026, o novo logótipo passará a ser utilizado por todas as estruturas do CCP e por todos os conselheiros e conselheiras em exercício de mandato. Mandatado pelo Conselho Permanente, o CCP precisou ainda que, desde o dia 15 do corrente mês, o novo logótipo já se encontra oficialmente adotado e em uso, conforme imagem em anexo, assinalando uma nova etapa na identidade institucional do Conselho das Comunidades Portuguesas. Ígor Lopes
- Uma Homenagem de Qualidade à Bibi Ferreira
Estreou O Céu de Bibi Ferreira, no teatro Sesc Ginástico. O teatro brasileiro é repleto de atores e atrizes de qualidade e excelência. Diversos ainda estão por aqui, atuando e interpretando seus personagens nos palcos. Outros já não estão mais por aqui. Foram para o céu, como Bibi Ferreira, e lá fazem a sua ribalta acontecer. Memória é seleção. Há fatos que queremos lembrar. Outros que desejamos esquecer. E, para nós que gostamos de apreciar as produções teatrais, não podemos deixar de lembrar daquelas em que atuou Bibi Ferreira. Ela deu vida a protagonistas marcantes no universo teatral. O texto de Gabriel Chalita selecionou a atriz Bibi Ferreira, como poderia ter escolhido outra qualquer proeminente atriz brasileira para lhe celebrar. A opção por Abigail foi acertada, pois ela foi uma das mais reconhecidas que atuaram nos palcos brasileiros, interpretando, cantando, representando, dirigindo e empreendendo. E redigir um texto, que é musical, biográfico, memorialístico, poético, emocionante e sensível, para lembrar das suas várias facetas como mãe, mulher, atriz, diretora, entre outras, contribui para preservar a sua memória, que é a do teatro brasileiro, em particular do teatro musical brasileiro. O elenco é integrado por quatro atrizes: Giulia Nadruz, Bárbara Sut, Luísa Vianna, Fernanda Biancamano. Elas têm uma atuação comovente e digna de aplausos. Elas interpretam e representam com qualidade. Mas é na cantoria que elas se revelam. Elas cantam com afinação e entonação, com um timbre de voz na medida certa, equilibrado e em proporcionalidade. Cantam canções em português, inglês, espanhol e francês! Cantam as canções que Bibi Ferreira interpretou nos musicais em que atuou. Estão unidas, entrosadas e afinadas. Dominam o texto, passando com emoção e suavidade. Dominam o palco, preenchendo todos os espaços nele existentes. Apresentam uma boa comunicação com o público. Portanto, elas têm uma atuação deferida e merecedora de elogios. As atrizes são acompanhadas por um conjunto de músicos, dirigidos com competência por Carlos Bauzys, responsável pela direção musical. As atrizes e os músicos se complementam, dando uma sonoridade ímpar ao espetáculo. A direção de Gustavo Barchilon é precisa e certeira, dando uma direção á notável atuação das atrizes, que estão plenas no palco. A direção de movimento criada por Roberta Serrado deu um dinamismo ao espetáculo, e possibilitou que as atrizes se movimentassem com elegância, postura e suavidade pelo palco. Os figurinos criados por Karen Brusttolin sâo de bom gosto, elegantes, combinam as cores preta e cinza, e facilitam a movimentação das atrizes pelo palco. A cenografia de Natália Lana é criativa, original, e apresenta uma boa distribuição dos elementos cenográficos pelo palco. A iluminação criada por Ana Luzia de Simoni apresenta um bonito desenho de luz, e contribui para realçar a interpretação das atrizes Ademais, a luz cria e marca o ritmo e o dinamismo do espetáculo. Ela varia de acordo com o contexto das cenas, complementando as interpretações das atrizes. Texto, direção, cenografia, figurinos e iluminação formam um conjunto harmônico e equilibrado. Excelente produção cênica! Alex Varela
- Portugal recebe segunda edição de congresso luso-brasileiro
Imagem: Tati Pinheiro, criadora do congresso e responsável pela curadoria do programa. Foto: Agência Incomparáveis Lisboa acolhe, nos dias 18 e 19 de abril, a segunda edição do Congresso Internacional Metamorfose da Alma, iniciativa que regressa a Portugal após a realização da primeira edição, marcada por forte adesão do público e pela consolidação do projeto enquanto proposta de alcance internacional. O encontro decorre no Seminário Torre d’Aguilha e reúne oradores de diferentes áreas ligadas à expansão da consciência, autoconhecimento e práticas integrativas, mantendo o formato presencial e vagas limitadas. À frente da organização está Tati Pinheiro, criadora do congresso e responsável pela curadoria do programa, que assume novamente a abertura do evento. Em entrevista à nossa reportagem, Tati revela que a segunda edição surge ancorada na experiência adquirida na estreia portuguesa, no conhecimento mais aprofundado do contexto local e numa programação ajustada às expectativas do público, além dos bastidores desta nova edição, os critérios de escolha dos painelistas, a evolução do projeto e o papel de Lisboa enquanto palco estratégico para o desenvolvimento do congresso no espaço europeu. A primeira edição do Congresso Metamorfose da Alma marcou presença junto do público em Portugal. Que aprendizagens concretas dessa estreia estiveram na base da construção desta segunda edição, agora em Lisboa? Particularmente eu estou adorando aprender sobre os hábitos da cultura portuguesa. Profissionalmente, sempre há ajustes que são necessários. Creio que vai ficando mais leve a produção de um evento desse porte, com tantas pessoas envolvidas, quando vamos ficando mais à vontade. O que pesou mais na decisão de avançar para uma segunda edição do congresso: a resposta do público, os resultados observados nos participantes ou a maturação do próprio projeto enquanto proposta internacional? Tudo isso pesou. Especialmente o meu amor por Portugal e o desejo de voltar. Cada edição traz os seus próprios desafios e novos aprendizados. Eu sou uma pessoa que adora aprender, então, sinto-me motivada com esse empreendedorismo intercultural. Repetir um congresso implica responsabilidade acrescida. Em que medida esta segunda edição representa uma continuidade do trabalho iniciado e em que pontos traduz uma evolução clara face à primeira experiência? Na primeira edição eu não conhecia o local do evento. Isso, por si só, gera muita ansiedade. Agora eu sinto-me mais em casa. Sobre os palestrantes, trazem particularidades que exigem novas direções. Quanto ao público, aumenta a expetativa o que aumenta a minha responsabilidade em entregar melhores resultados. Tudo realizado com muito afeto e respeito, sempre! A programação mantém o foco na expansão da consciência, com abordagens diversas e complementares. Que critérios orientaram a escolha dos temas e dos oradores para esta edição, à luz do que foi observado no primeiro congresso? Eu sou muito intuitiva. É um processo meio que de canalização e sincronicidades. Os nomes vão surgindo, alguns palestrantes convidam-se a participar, outros me encantam quando são entrevistados por mim no meu canal do Youtube: Tati Pinheiro Oficial. Em seguida, vem a questão da disponibilidade de datas. O custo alto da viagem. São muitos fatores a serem ponderados, tanto por mim como pelos palestrantes. Mas é uma jornada que vai acontecendo. Já estou planeando a próxima edição mais focada em prosperidade e autoconhecimento. Enfim, não saio mais de Portugal! Como aconteceu a escolha dos painelistas? Da edição anterior temos The Project joy (Joice Yane), que fez muito sucesso com o tema de Realidade Paralelas; Cristina Sá, que foi muito bem-sucedida no painel sobre a Nova Sexualidade; e a cantora lírica Gisela Hendricks, que traz a cura pela voz. Além de mim, é claro. Dessa vez eu focarei numa meditação de reconexão com a Criança Interior. As novidades dessa edição são: Paula Cabral, que já esteve comigo em palcos brasileiros como palestrante; Marcia Pugliese, numeróloga que relaciona os números com cores num trabalho diferenciado; Kelly Curcialeiro, arquiteta que vai explicar e dar dicas sobre a energia dos ambientes; Catia Simionato, que tem um público enorme em Portugal e está participando no congresso pela primeira vez; Andrea Francomano, especialista em Apometria e que tem um método próprio. Aliás, em primeira mão informo a todos que ambas vão oferecer cursos específicos das suas áreas no mesmo final de semana para quem quiser se aprofundar nos assuntos. Teremos também espaço para expositores. Quem quiser participar pode contactar Expositores, pelo telefone/WhatsApp: +55 11 5196-2553, a nossa gerente comercial, Laryssa. A sua participação volta a abrir o congresso, desta vez com a Vivência de Reconexão com a Criança Interior. Que significado tem para si iniciar novamente o evento e que mensagem considera central para quem regressa e para quem participa pela primeira vez? Sempre coloco-me como primeira palestrante para dar as boas-vindas. Dessa vez, focarei somente na meditação. Será 100% prático! Um momento de cura mesmo. Essa é a minha proposta. Posso adiantar que faremos uma terceira edição em Portugal, no segundo semestre, e nessa oportunidade, mudarei o foco: aguardem as novidades e fiquem focados no evento de abril. Como está organizada a programação? A programação do segundo Congresso Internacional Metamorfose da Alma distribui-se por dois dias no Seminário Torre d’Aguilha, em Lisboa, com início no sábado, 18 de abril, às 9h, comigo a conduzir uma vivência de reconexão com a criança interior, seguindo-se intervenções de Catia Simionato, Kelly Curcialeiro, Marcia Pugliese, The Project Joy e Andrea Francomano, num percurso que cruza acolhimento emocional, energia dos ambientes, numerologia, realidades paralelas e apometria sistémica, com pausa para almoço entre às 12h e às 13h. No domingo, 19 de abril, os trabalhos retomam às 9h com Paula Cabral, dedicada ao código da nova consciência humana, prosseguem com Cristina Sá, que aborda a sexualidade como caminho de regresso ao equilíbrio, e encerram com Gisela Hendricks, numa sessão centrada na terapia através da voz, consolidando um programa orientado para experiências práticas e partilha presencial. O Congresso Metamorfose da Alma afirma-se como um evento presencial, com vagas limitadas. Que leitura faz da procura por este tipo de encontros num contexto europeu e que papel Lisboa assume nesta segunda edição internacional? Vivíamos no presencial sem a possibilidade do online antes da Pandemia. Depois, fomos para uma nova realidade, na qual somente o online era viável. Agora, está mais do que na hora de termos eventos híbridos e opções para online e presencial. Cada estilo tem a sua mágica. Eu, particularmente, gosto de dar um abraço, tirar foto, almoçar juntos. Essa rede de contactos se transforma numa rede de apoio. A jornada do despertar é muito solitária. Com os eventos presenciais vamos criando grupos e amigos. Além disso, a energia que se forma é espetacular. Só mesmo vivenciando para explicar. Ígor Lopes
- Ex-autarca de Belmonte nomeado cônsul honorário do Brasil na região
António Pinto Dias Rocha, ex-presidente da Câmara Municipal de Belmonte e atual cônsul honorário do Brasil para os distritos de Castelo Branco e Portalegre. Foto: Agência Incomparáveis Até há poucos meses, António Pinto Dias Rocha presidia à Câmara Municipal de Belmonte, encerrando um ciclo de 48 anos de serviço público, somando experiência autárquica e carreira médica. Agora, inicia um novo capítulo como cônsul honorário do Brasil para os distritos de Castelo Branco e Portalegre, numa fase em que o Interior Centro consolida a sua condição de território de acolhimento, com uma comunidade brasileira em crescimento, integrada e com impacto real na economia local. A Agência Incomparáveis entrevistou, de forma exclusiva, António Rocha em Belmonte, semanas depois de deixar a autarquia e de ser anunciado para as novas funções consulares. A criação do consulado honorário surge num ponto estratégico do país, onde residem estudantes, trabalhadores e famílias brasileiras, muitos deles ligados à Universidade da Beira Interior e aos institutos politécnicos da região, respondendo a uma necessidade antiga de proximidade institucional, apoio e acompanhamento. Durante a nossa conversa, o novo cônsul honorário sublinha uma ligação construída ao longo de décadas, marcada pela história comum, pela presença simbólica do Brasil em Belmonte e pelo papel quotidiano da comunidade brasileira no território. “Tudo nos liga ao Brasil”, afirma, defendendo que a missão passa por garantir que os brasileiros se sintam na região como ele sempre se sentiu no Brasil, em casa, num contexto em que a interioridade portuguesa encontra na imigração um eixo de renovação social, demográfica e económica. O que motiva esse novo desafio? Aprendi, desde cedo, por ter nascido na terra de Pedro Alves Cabral, o mais ilustre belmontense de sempre, a gostar do Brasil. Tive o privilégio de brincar no mesmo castelo onde Pedro Alves Cabral brincou, que é o nosso castelo do Belmonte, e depois, tendo em conta as responsabilidades políticas, por aqui viver, ter sido médico durante muitos anos, que é a minha terra, e de que gosto muito, aprendi a gostar, como toda a gente em Belmonte gosta, do Brasil e de tudo o que diz respeito ao Brasil. Fiz várias viagens ao Brasil, criei uma casa em Santa Cruz Cabrália, um município brasileiro no litoral do Estado da Bahia, região Nordeste do país, para poder mostrar Portugal e Belmonte no Brasil, com o apoio do governo português. Tenho relações com Porto Seguro. Consegui criar ou incentivar a recuperação do “Prémio Pedro Alves Cabral”, que houve nos anos 1970, antes da Revolução de Abril em Portugal, que levava jovens de Belmonte ao Brasil, mas, depois, parou e consegui recuperar esse movimento que apoia dois jovens, um rapaz e uma rapariga, os melhores alunos do 9.º ano de escolaridade, e todos os anos vão ao Brasil, levados pela Câmara Municipal de Belmonte. Aqui em Belmonte, basta “falar brasileiro” e toda a gente tem um sorriso, tem um carinho muito grande. Digo a quem nos estiver a ler, e que seja brasileiro: venham a Belmonte, serão bem tratados como se estivessem em vossa casa, isso é uma garantia que vos dou, porque é esse o sentimento de toda a população de Belmonte. Agora, o governo brasileiro reconhece essa interação e instala aqui um consulado honorário. Já sabe quais serão exatamente as suas funções? Fiquei muito satisfeito, pois foi uma luta que eu travei durante muitos anos para conseguir esta oportunidade. Achava que Belmonte merecia ter um consulado honorário do Brasil, tendo em conta Pedro Alves Cabral e o nascimento dessa figura aqui. Em boa hora, Alessandro Warley Candeas, cônsul-geral do Brasil em Lisboa, gostou da ideia e disse que iria empenhar-se substancialmente e, com toda a certeza, que iríamos ter o consulado. É verdade, é uma realidade e não podemos esquecer também o apoio do Embaixador do Brasil em Portugal, Raimundo Carreiro, um homem que já consideramos um amigo, um irmão de Belmonte. Vamos ver se eu mereço esse desafio de ter o apoio, quer do senhor embaixador do Brasil em Portugal, quer do senhor cônsul-geral do Brasil em Lisboa, para ser cônsul honorário em Belmonte. Estou a empenhar-me. Estou disposto a dar o meu melhor por um país que eu adoro, um país que eu considero o meu segundo país, que é o Brasil. E esse apoio também chega em boa hora para a comunidade brasileira que está instalada na região. Aliás, muitos luso-brasileiros, ou seja, brasileiros já com nacionalidade portuguesa, e bem integrados… O António tem um mandato de dois anos estabelecido, que pode depois obviamente ser renovado, segundo conversamos. O que deseja que esteja realizado no momento em que cumprir essa primeira fase do mandato? O que quer ver quando olhar para trás? O meu desejo é a consolidação do consulado e prestar serviços à população brasileira na região. Porque temos muitos brasileiros na Universidade da Beira Interior, mas também estamos ligados ao Instituto Politécnico de Castelo Branco e de Portalegre. E não nos podemos esquecer que os brasileiros têm tido um papel extraordinário na resolução de muitos problemas de falta de mão de obra em Portugal. Acho que não há nenhum café na nossa região que não tenha brasileiros a trabalhar, mas essa comunidade precisa de ter condições para estar cá, tem de se sentir bem para terem cá as suas famílias, que se sintam seguros, que sintam que têm, além da segurança, educação para os filhos, que tenham casas onde possam estar. Eu vou tentar ajudar. Esse é o meu desafio. Faremos tudo para que os brasileiros se sintam aqui, como eu me senti sempre que fui ao Brasil, em casa. Nas suas funções também estarão contempladas ações como apoio documental? Estou plenamente confiante nas decisões do senhor Embaixador e do senhor cônsul-geral do Brasil. Vamos encontrar os mecanismos que sirvam os interesses do Brasil e dos brasileiros na região e, com certeza, os interesses da minha região que é esta que gosto muito, claro. E como caracteriza a comunidade brasileira que vive hoje aqui em Belmonte e no restante da região? É um perfil de gente qualificada. A maioria vem para esta região e quer trazer as suas famílias, em virtude de fatores como a segurança, estabilidade, certeza da educação, dos bons cuidados de saúde. Portanto, têm tudo para se sentirem em casa. Além disso, também temos um conjunto de cidadãos brasileiros menos qualificados, mas que merecem tanto respeito como os qualificados, que estão cá a trabalhar, gostam de cá estar e querem cá também constituir as suas famílias ou trazer as suas famílias para aqui viver. Temos de fazer tudo para que isso seja uma realidade, porque nós precisamos deles, precisamos dos brasileiros que venham para aqui, porque temos problemas de interioridade, temos muita gente idosa. Todos os brasileiros serão bem-vindos. Para nós, tudo o que esteja ligado ao Brasil é muito importante. Há bandeiras do Brasil por toda a parte. No castelo, por exemplo, está permanentemente, 24 horas sobre 24 horas, hasteada a bandeira brasileira na torre, onde Cabral passou muitos e muitos dias. Portanto, tudo nos liga ao Brasil, tudo nos liga a sermos cada vez mais unidos e mais irmãos. Uma interação entre Brasil e Portugal que ganha também novo fôlego, novos ares, a partir de Belmonte com esse consulado honorário… António, uma mensagem para quem nos lê: como a comunidade brasileira pode interagir com o consulado honorário? Já existe um espaço físico? Infelizmente, ainda não existe espaço físico. Achamos que o município de Belmonte tem obrigações e vai, com certeza, assumi-las. Se não as assumir, estamos dispostos a assumir as nossas responsabilidades. Mas penso que a Câmara Municipal irá assumir, tendo em conta a importância que tem de ter um consulado honorário do Brasil em Belmonte. Dizemos que em Belmonte nasceu o Brasil. E é verdade, porque aqui nasceu Pedro Alves Cabral. Tem algum canal de comunicação? Para já, tenho o meu e-mail pessoal: apdiasrocha@gmail.com Em breve serão divulgados os contactos pessoais. Mas, quem precisar do consulado no futuro, venha a Belmonte, cá estaremos e serão bem-vindos. Não sei se lhes poderemos dar todas as respostas de que necessitam, mas estaremos disponíveis para os ouvir, para os acompanhar e para lhes dizer onde e como poderão tentar resolver os vossos problemas. Estaremos de braços abertos para os receber. Ígor Lopes
- Com conceito inédito e irreverente, o maior camarote carnavalesco de São Paulo transforma o Carnaval em uma nação imaginária onde o samba governa e Zeca Pagodinho é o presidente do povo
O Camarote Bar Brahma (CBB) , o maior camarote carnavalesco de São Paulo, anuncia Zeca Pagodinho como grande homenageado e protagonista de sua edição de 2026. O CBB estreia o conceito “República do Pagodinho” , que transforma o cantor em presidente simbólico de um universo onde o samba é lei, o riso é decreto e a boemia é patrimônio nacional. Mais que um tema, a nova campanha é um mergulho na brasilidade afetiva que o artista representa. A ideia é imaginar o Camarote Bar Brahma como um país fictício governado pela leveza, bom humor e malemolência de Zeca Pagodinho - características que o tornaram símbolo da cultura popular brasileira e ícone da festa. “O Zeca não governa, ele convida. Não decreta, ele canta”, resume o manifesto da campanha. É nessa toada que o Camarote irá, aos poucos, apresentar os pilares dessa “nação da folia”: ministérios criativos como o da Boemia e da Poesia, passaporte oficial para os foliões, ações em parceria com grandes marcas e uma ambientação que promete transformar o Anhembi numa verdadeira capital do samba brasileiro. “Zeca é uma figura que transcende gerações e representa o espírito mais genuíno do Carnaval: a alegria simples, o encontro, a música como linguagem universal. A escolha dele como protagonista da campanha foi natural e afetiva. É um convite para o Brasil inteiro fazer parte dessa República que celebra a nossa cultura com leveza e verdade”, afirma Cairê Aoas, sócio da Diverti, empresa do Grupo DVT, responsável pela produção do CBB. “O CBB chega à sua melhor forma em 2026. Estamos falando de uma estrutura que vai muito além da música: é uma experiência cultural, sensorial e afetiva, que se reinventa a cada ano sem perder a conexão com suas raízes. Somos, com orgulho, um dos maiores e mais desejados espaços do Carnaval brasileiro e queremos continuar surpreendendo quem vive essa festa com a gente”, completa Cairê. O Camarote Bar Brahma 2026 acontece nos dias 13, 14, 15 e 21 de fevereiro, no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo. A programação já reúne grandes nomes da música brasileira e propõe experiências distintas a cada noite. A abertura, no dia 13 de fevereiro, será inteiramente dedicada ao samba, com Alcione, Zeca Pagodinho e o projeto Samba 90, formado por Netinho de Paula (Negritude Júnior), Chrigor (Exaltasamba) e Marcio Art (Art Popular). No sábado, dia 14, o camarote celebra a pluralidade da música brasileira com Samuel Rosa, Mart’nália e Xande de Pilares. Já no domingo, dia 15, Zeca retorna ao palco do CBB ao lado de Diogo Nogueira. O encerramento acontece no dia 21 de fevereiro, durante o Desfile das Campeãs, com um reencontro histórico de Bell Marques e Durval Lelys, em uma homenagem ao axé, e o DJ GBR finalizando o line-up. Os ingressos estão disponíveis pelo site da Total Acesso . Serviço Site do Camarote Bar Brahma Sobre o Camarote Bar Brahma Criado em 2001, o Camarote Bar Brahma se consolidou como um dos ícones do Carnaval paulistano. Em 2026, celebra 26 anos de história reunindo um ecossistema de experiências espalhadas por diferentes pontos da cidade, conectando música, gastronomia, turismo e entretenimento. Reconhecido como o maior camarote de São Paulo e referência no Carnaval, o CBB é um case de inovação e ousadia, transformando a forma como marcas e público vivem a folia. Mais do que uma festa, é um símbolo da potência cultural e criativa de São Paulo, hoje palco do maior Carnaval do país. Sobre o Grupo DVT O Grupo DVT é um grupo empresarial que gera negócios a partir do entretenimento. Suas empresas oferecem soluções completas na gestão de marcas e eventos, com competências que abrangem desde a criação e produção de eventos até a gestão de dados, marketing de influência, operação de alimentos e bebidas, tecnologia, e ativações de marcas. Com sede em São Paulo, o Grupo DVT é um dos mais completos grupos de entretenimento e negócios do Brasil. Isso porque acredita na conexão entre marcas e públicos a partir da criação de experiências que geram resultados. Para cumprir essa missão, o grupo conta com um portfólio de marcas reconhecidas nacionalmente, como Circuito Sertanejo, Jaguariúna Rodeo Festival, Caldas Country Festival, Camarote Bar Brahma e Coala Festival. Fazem parte do Grupo DVT as empresas Diverti, Total Acesso, Cooler DVT, Clan DVT, Coala Music e Instituto de Compromisso com o Desenvolvimento Humano (ICDH). Informações à imprensa: Agência Brands Fernanda Brandão - fernanda@agenciabrands.com.br Isabella Sala - isabella@agenciabrands.com.br Alessandra Dayrell
- Barómetro da Lusofonia: “O nosso objetivo é ajudar a integrar ainda mais os países de língua portuguesa”, disse Antônio Lavareda
Foto: Agência Incomparáveis Apresentado, no último dia 28 de janeiro, no quadro das comemorações dos 30 anos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), o inédito estudo Barómetro da Lusofonia reúne dados comparativos sobre perceções, prioridades sociais e vínculos culturais em oito países, confirmando, de acordo com Antônio Lavareda, idealizador e diretor geral do projeto, uma base sólida de legitimidade social no espaço da CPLP. Em declarações exclusivas à Agência Incomparáveis, Antônio Lavareda, que é também presidente do Conselho Científico do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Económicas, com sede no Brasil, sublinhou que o projeto vai além de uma pesquisa de opinião tradicional. “ O nosso objetivo é ajudar a integrar ainda mais os países de língua portuguesa ”, afirmou, defendendo que a língua comum funciona como um espaço simbólico de pertença num universo marcado por realidades geográficas, sociais e económicas muito distintas. O coordenador destacou ainda que, apesar de os países lusófonos não partilharem fronteiras, existe um capital político e cultural relevante que pode ser mobilizado para reforçar a cooperação. “ A pátria nossa é a língua portuguesa ”, recordou, citando Fernando Pessoa, para enfatizar o papel do idioma como facilitador do intercâmbio cultural, social, institucional e económico entre os Estados-Membros. Lavareda explicou que o Barómetro introduz uma dimensão inovadora ao analisar não apenas preocupações internas, mas também o grau de conhecimento, interesse e perceção que as populações têm umas das outras, incluindo temas como trocas culturais, migrações, consumo de informação, indústrias criativas, desinformação e até preferências desportivas. Segundo o investigador, estes dados constituem um instrumento estratégico para apoiar políticas públicas e decisões multilaterais mais informadas no âmbito da CPLP, estando já previstos seminários internacionais para análise e reflexão sobre os resultados do Barómetro. Nesta primeira edição, o estudo ouviu 5.400 pessoas em Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, pelo que os resultados, para Antônio Lavareda, demonstram que compreender simultaneamente as convergências e as singularidades das sociedades lusófonas é essencial para “ promover a cooperação e, através de tudo isso, ajudar a fortalecer e a promover os valores democráticos” no espaço da língua portuguesa. Ígor Lopes










