
LUSO-BRASILEIRA
REVISTA DO VILLA
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- Em Portugal, Luis Villarino prepara lançamento do livro “Casas Cariocas” para outubro
Livro, que revisita os lugares e personagens que marcaram a vida cultural e boêmia do Rio, ganha lançamento em Portugal no final de outubro, ampliando a circulação da obra dedicada à memória carioca. Luis Villarino entrega a Renato Rodyner um exemplar de Casas Cariocas. Luis Villarino está em Portugal a trabalho, cumprindo uma série de compromissos profissionais. Entre as atividades previstas durante sua passagem pelo país está a gravação do Programa do Villa, que será realizada diretamente de Lisboa. A viagem também inclui encontros ligados à divulgação de seu livro. Em Cascais, Villarino entregou um exemplar de Casas Cariocas ao artista e galerista Renato Rodyner, em sua galeria na Casa da Guia. O livro será lançado em Portugal no final de outubro. Capa do livro "Casas Cariocas" Em Casas Cariocas, Luis Villarino percorre diferentes períodos da história da cidade a partir de lugares que se tornaram importantes pontos de encontro. Mais do que endereços, os estabelecimentos retratados pelo autor mostram uma época em que artistas, escritores, músicos, jornalistas, intelectuais e personagens da vida social carioca conviviam em torno de mesas, balcões e pequenos palcos. Com uma narrativa baseada em relatos e lembranças, Casas Cariocas transforma estabelecimentos comerciais e espaços de entretenimento em parte de uma grande história sobre o Rio de Janeiro. A obra resgata não apenas lugares que desapareceram ou mudaram de função, mas também os hábitos, personagens, encontros e acontecimentos que ajudaram a formar a identidade cultural da cidade. O lançamento em Portugal, previsto para o final de outubro, amplia o alcance desse registro sobre a história do Rio e leva ao público português um pouco da trajetória de uma cidade que, durante décadas, foi cenário de encontros entre música, literatura, gastronomia, arquitetura e vida noturna. A data oficial do lançamento será confirmada e divulgada em breve. Igor Alcantara
- A Extraordinária História do Jovem Colunista Social: Cesar Gabriel de Almeida
Cesar Gabriel de Almeida/ Socialite e colunista social da CG society e Revista do Villa - @cgsocietycolunasocial Cesar Gabriel de Almeida ao lado de pessoas especiais que contribuíram de maneira significativa para sua trajetória como embaixador de turismo e colunista social no Rio de Janeiro. Antes de existir o colunista social, existia um menino. Um menino chamado Cesar Gabriel Volta de Carvalho, que chegou ao mundo cercado de histórias e que, ainda no início da vida, teve seu nascimento registrado pelos jornais O Globo, O Dia e Extra. Anos depois, ao construir sua identidade pública, escolheu ser conhecido como Cesar Gabriel de Almeida, uma homenagem às suas raízes paraibanas e à família que sempre representou uma parte essencial de sua história. A trajetória de Cesar não começou nos grandes salões, nos eventos ou nas colunas sociais. Ela começou dentro de casa, nas lembranças de uma família marcada por amor, valores e profundas emoções. Uma das figuras mais importantes de sua vida foi seu avô, Beni Jordão, um homem que deixou uma marca impossível de apagar. Importante e respeitado latifundiário, engenheiro de grande inteligência, profissional que trabalhou em Furnas e reconhecido por sua bondade, generosidade e pelo ser humano que era, Beni foi muito mais do que um avô: foi uma referência, um exemplo e um dos grandes amores da vida de Cesar. Momentos em familia: Beni Jordão (avô), Valéria Volta (mãe), Rodrigo Carvalho (pai) Cesar Gabriel e Heloísa Melo (avó) Aos nove anos, Cesar enfrentou uma das maiores dores de sua vida: a perda do avô. Uma ausência que permanece presente diariamente e que deixou uma saudade profunda. Antes disso, a família já havia atravessado momentos extremamente difíceis. Em dezembro de 2015, Beni, que enfrentava complicações relacionadas à diabetes, recebeu a notícia de que sua esposa, Dona Heloísa Melo, havia sido atropelada por um carro forte. O impacto daquela notícia foi devastador. Naquele mesmo momento, segundo a família, seu sistema nervoso foi profundamente afetado e ele perdeu a visão. César e Adriana (Naná. Quem está há 30 anos trabalhando para a família. Mesmo diante das dificuldades, o amor entre Beni e Heloísa permaneceu como uma das histórias mais bonitas que Cesar presenciou: uma união construída por companheirismo, cuidado, fidelidade e uma ligação que atravessou todas as fases da vida. Um amor recíproco, daqueles que permanecem como exemplo para quem teve o privilégio de acompanhar. A partida de Beni Jordão deixou uma ausência impossível de preencher. Para Dona Heloísa, perder o companheiro de uma vida inteira representou uma das maiores dores que enfrentou. O luto trouxe um período de profunda tristeza e sofrimento emocional, mas foi justamente nesse momento que a ligação entre avó e neto se tornou ainda mais forte. Cesar e Dona Heloísa encontraram um no outro a força para continuar. Unidos pela saudade de Beni e pelo amor que compartilhavam por ele, construíram uma relação de cumplicidade, cuidado e proteção. Segundo a própria Dona Heloísa, Cesar foi a razão que a ajudou a seguir em frente após a perda do marido, aquele que trouxe novamente sentido aos seus dias. Para ela, o neto foi uma luz em meio a uma das fases mais difíceis de sua vida. Essa relação marcou profundamente a forma como Cesar passou a enxergar o mundo. Ele aprendeu desde cedo que cada pessoa carrega uma história, uma memória e sentimentos que muitas vezes não aparecem aos olhos de todos. Talvez por isso, anos depois, ao entrar no universo social, seu olhar nunca tenha sido apenas para festas ou acontecimentos, mas principalmente para as pessoas. Antes de se tornar colunista, Cesar descobriu que histórias merecem ser preservadas. Foi essa sensibilidade que o aproximou da sociedade, da comunicação e do desejo de registrar trajetórias. O primeiro grande capítulo dessa caminhada foi escrito em 2023, quando, ainda muito jovem, participou da celebração dos 60 anos de Luiza Paula Sampaio, CEO da Arteiras Comunicação. Naquele encontro nasceu uma amizade marcada pelo carinho, pelo respeito e pela admiração. Luiza passou a acompanhar de perto o crescimento de Cesar, acolhendo-o com um afeto genuíno que permanece até hoje. César entre Luiza Paula Sampaio e Tânia Paranhos na festa que elas ofereceram aos amigos. Aquele momento representou mais do que uma simples participação em uma comemoração. Foi o primeiro contato de Cesar com um universo que despertaria sua curiosidade e mostraria a ele que a alta sociedade não era apenas formada por eventos, mas por histórias, famílias e relações construídas ao longo do tempo. No ano seguinte, 2024, uma aproximação maior com suas raízes paraibanas ampliou ainda mais seus horizontes. O convívio com suas primas Rose Almeida e Lúcia Nóbrega, além da querida amiga Terezinha Loureiro, aproximou Cesar de pessoas que carregavam consigo tradição, memória e uma forte ligação com a sociedade paraibana. Ao observar essas trajetórias, acompanhar suas presenças nos acontecimentos sociais e conhecer melhor o trabalho dos colunistas, Cesar percebeu que existia ali um universo onde cultura, história e relações humanas se encontravam. Em fevereiro de 2025, um novo encontro marcaria definitivamente a trajetória de Cesar. Uma linda celebração oferecida por Luiza Paula Sampaio e Tânia Paranhos aos seus amigos, realizada em um cenário paradisíaco em Pedra de Guaratiba, no Rio de Janeiro, tornou-se um daqueles momentos que, sem que ninguém perceba naquele instante, acabam mudando caminhos. César com Cristina e Claudio de Aboim em um almoço na casa de Moacyr Arcoverde. Foi naquela ocasião que Cesar conheceu Moacyr Arcoverde e sua então esposa, Patrícia Xavier. A partir daquele encontro nasceu uma ligação muito especial. Mais do que um novo relacionamento social, surgiu uma amizade construída com carinho, admiração e uma identificação que fez com que Cesar passasse a considerar Moacyr um verdadeiro primo. A relação entre os dois ganhou uma dimensão especial. Moacyr tornou-se uma das figuras mais importantes da caminhada de Cesar, não apenas pela proximidade familiar existente, mas principalmente pela forma generosa com que o acolheu. Foi alguém que abriu portas, apresentou pessoas e mostrou ao jovem colunista novos ambientes e novas histórias. Com sua maneira acolhedora de reunir pessoas, Moacyr proporcionou a Cesar encontros que seriam fundamentais para sua formação dentro desse universo. Ele mostrou que a verdadeira sociedade não está apenas nos lugares frequentados, mas nas amizades construídas, na elegância dos gestos e na capacidade de receber e aproximar pessoas. Com todas essas experiências ainda muito vivas, Cesar decidiu transformar sua paixão em realidade. Em maio de 2025 nasceu a CG Society, uma coluna social criada com o propósito de registrar acontecimentos, homenagear pessoas e preservar histórias que mereciam ser lembradas. A ideia nasceu de uma admiração pelo universo social, mas rapidamente se transformou em um projeto próprio. Cesar passou a colocar em prática seu olhar atento, sua curiosidade e sua vontade de mostrar que por trás de cada evento existe uma história, uma trajetória e pessoas que merecem reconhecimento. Em pouco tempo, a CG Society conquistou espaço. Vieram as coberturas dos principais acontecimentos sociais do Rio de Janeiro, São Paulo e Paraíba, ampliando sua rede de contatos e consolidando seu nome entre os novos talentos do colunismo social brasileiro. Moacyr Arcoverde e César em um almoço em sua casa. Poucos meses depois, em julho de 2025, outro momento se tornaria inesquecível. Moacyr Arcoverde promoveu uma tradicional feijoada em sua residência para celebrar o aniversário de Patrícia Xavier. O encontro reuniu pessoas queridas da sociedade e representou um dos capítulos mais importantes da trajetória de Cesar. Foi naquela ocasião que ele se aproximou de nomes que se tornariam fundamentais em sua caminhada, como Cristina e Cláudio Aboim, Aloysio e Joana Maria Teixeira, Orlanda Freire, Luiza Paula Sampaio, Tânia Paranhos, Franklin Toscano, Sylvinha de Castro, Sérgio Carvalhal, Thyna Mendes e William Guedes, entre tantos outros. Cristina e Cláudio Aboim tiveram um papel muito especial nessa fase. O carinho, a confiança e a acolhida do casal fizeram com que Cesar ampliasse ainda mais seus horizontes e conhecesse profundamente a sociedade carioca. Através dessa convivência, novas portas se abriram e novos laços foram criados. Sylvinha de Castro e César Gabriel em um almoço na casa de Moacyr Arcoverde. O aniversário de Cristina Aboim tornou-se outro momento marcante. Foi uma celebração que aproximou Cesar ainda mais desse universo e reforçou a importância das relações que havia construído. Com generosidade e amizade, Cristina e Cláudio contribuíram para que aquele jovem comunicador encontrasse seu espaço em meio a pessoas com histórias de décadas. Mas, entre tantos encontros importantes, uma presença ganhou um significado especial na vida de Cesar: Sylvinha de Castro. Para ele, Sylvinha representa muito mais do que uma personalidade da sociedade. Representa inspiração. Uma mulher de fé, força e coragem, alguém que transmite elegância não apenas pela forma de se apresentar, mas principalmente pela maneira como conduz sua vida. O carinho de Cesar por Sylvinha é enorme. Ele enxerga nela uma referência de superação, espiritualidade e humanidade. Seus conselhos, suas palavras e sua maneira de olhar a vida se tornaram ensinamentos que levará consigo. Em um universo muitas vezes marcado pelas aparências, Sylvinha demonstra que os valores verdadeiros estão na essência, na fé e no coração. Outro grande nome que passou a fazer parte dessa caminhada foi Franklin Toscano. Com sua experiência e conhecimento do colunismo social, Franklin tornou-se um importante conselheiro para Cesar. Seus ensinamentos sobre postura, ética, comunicação e relacionamento ajudaram o jovem colunista a compreender que uma coluna social vai muito além de registrar eventos: é uma forma de contar histórias e valorizar pessoas. Franklin Toscano e César em um almoço na casa de Moacyr Arcoverde. A partir dali, os convites passaram a se multiplicar. Cesar passou a acompanhar aniversários, encontros beneficentes, lançamentos, eventos culturais e grandes celebrações da sociedade carioca, paulista e paraibana. Também passou a circular pelos ambientes mais tradicionais da sociedade carioca, entre a Barra da Tijuca e a Zona Sul, convivendo com aquilo que muitos chamam de o high society raiz: pessoas que preservam uma elegância discreta, histórias familiares e uma tradição que atravessa gerações. Sua atuação chamou atenção também no setor turístico. Ao acompanhar e divulgar eventos ligados aos Embaixadores de Turismo do Rio de Janeiro, aproximou-se do professor Bayard Do Coutto Boiteux, uma das grandes referências do turismo brasileiro, por quem Cesar tem uma tremenda consideração e admiração. Professor Bayard Boiteux no seu aniversário e Cesar. Em janeiro de 2026, Cesar recebeu um dos maiores reconhecimentos de sua trajetória: foi convidado a integrar a associação e recebeu o título de Embaixador de Turismo do Rio de Janeiro, tornando-se um dos mais jovens a receber essa distinção. Em sua posse como embaixador de turismo do Rio de Janeiro. Cesar, sua avó, Heloísa Melo e a amiga de fé, Orlanda Freire. Hoje, Cesar Gabriel de Almeida é reconhecido como o colunista social mais jovem do Rio de Janeiro. Mas, para ele, sua maior conquista não está apenas nos títulos, nos eventos ou nos lugares que passou a frequentar. Está nas pessoas que encontrou pelo caminho. Franklin, com seu carisma e humor, o apelidou de mini colunista e o apelido seguiu, provocando muitas risadas. Coluna. CG society no Instagram @cgsocietycolunasocial Ele guarda como um dos maiores presentes de sua trajetória o fato de ter sido acolhido por muitos como filho, neto ou alguém da própria família. Pessoas que poderiam simplesmente enxergar um jovem começando agora escolheram oferecer carinho, amizade, conselhos e confiança. Atualmente, Cesar continua circulando pelos principais eventos da cidade, registrando momentos e valorizando pessoas. Entre uma cobertura e outra, mantém sua leveza e seu bom humor. Quando alguém brinca dizendo que ele é uma socialite, responde sorrindo que é apenas um “socialite colunista da Shopee”. Talvez essa seja uma das maiores marcas de sua trajetória: conquistar espaços sem perder a simplicidade. Em pouco tempo, Cesar Gabriel de Almeida construiu um caminho próprio, feito de encontros, gratidão e histórias. Mais do que escrever sobre a alta sociedade, ele passou a fazer parte dela. Não apenas pelos eventos que frequenta, mas pelas relações que construiu, pelas memórias que preserva e pelas pessoas que encontrou. Sua história continua sendo escrita todos os dias, mostrando que grandes trajetórias não nascem apenas de oportunidades, mas da capacidade de reconhecer o valor de cada encontro. João Paulo Penido
- Entrevista | Ator Roberto Cordovani - De Dalí a Salvador
Em entrevista a Kaique Fernando Rocha de Sousa, Roberto Cordovani fala sobre a construção de Salvador Dalí, a relação com o teatro e a arte, e revela o que o público pode esperar de “De Dalí a Salvador”, espetáculo que estreia em novembro, em São Paulo. Fotografia: José Kalil Você está prestes a estrear "De Dalí a Salvador", em novembro, em São Paulo. Depois de tantos anos de carreira, o que ainda faz um novo espetáculo despertar em você aquele frio na barriga? Roberto Cordovani: Todo espetáculo é um recomeço. A experiência nos dá ferramentas, mas nunca elimina a expectativa. O teatro acontece ao vivo, diante do público, e isso faz com que cada estreia seja única. Esse frio na barriga é sinal de respeito pelo palco e pela plateia. Salvador Dalí foi um artista provocador e complexo. O que mais te desafiou ao construir esse personagem? Roberto Cordovani: O maior desafio foi encontrar o ser humano por trás do mito. Dalí era um personagem de si mesmo, mas também tinha contradições, fragilidades e uma inteligência extraordinária. Meu trabalho foi justamente revelar essas camadas sem perder sua essência. Fotografia: José Kalil Em suas respostas, você fala sobre liberdade intelectual, arte e legado. O que significa deixar um legado para um artista? Roberto Cordovani: Legado não é autopromoção. É aquilo que permanece nas pessoas depois que o espetáculo termina. Se uma obra desperta reflexão, emoção ou transforma alguém, ela continua viva. É isso que realmente importa. Dalí costumava dizer que a vida é um grande projeto artístico. Como essa visão influencia sua maneira de viver e criar? Roberto Cordovani: Influencia completamente. Acredito que a arte não está apenas no palco, mas na forma como escolhemos viver. Criar exige coragem, curiosidade e disposição para olhar o mundo de diferentes maneiras. Depois de tantos trabalhos marcantes, o que o teatro ainda representa para você? Roberto Cordovani: O teatro continua sendo um espaço de encontro. É onde o ator e o público compartilham um momento que nunca mais se repetirá exatamente da mesma forma. Essa é a grande magia dessa arte. O que o público pode esperar de "De Dalí a Salvador", que estreia em novembro, em São Paulo? Roberto Cordovani: Pode esperar uma experiência que vai além da biografia de Salvador Dalí. O espetáculo propõe uma reflexão sobre arte, identidade, criatividade e liberdade. Espero que cada pessoa saia do teatro com mais perguntas do que respostas, porque é isso que a boa arte costuma provocar. finaliza Roberto Cordovani. Kaique Fernando Rocha de Sousa
- Com texto inédito e direção do premiado Ivan Fernandes, “Vida de Cão – Uma Amizade Fora da Coleira” estreia no Teatro Café Pequeno, no Leblon
Pivo Maia e Claudio Amado vivem a relação inesperada de amizade de um homem e um cão em meio às pressões e solidão da vida contemporânea Pivo Maia e Claudio Amado em Vida de Cão - Fotografia: Clarissa Ribeiro Em um mundo cada vez mais frenético e implacável em suas metas, cobranças e obrigações, o afeto e seus pequenos gestos podem ressignificar a vida. Esse é o ponto de partida de “Vida de Cão – Uma Amizade Fora da Coleira”, peça que estreia no Teatro Café Pequeno, no Leblon, em curtíssima temporada de 11 a 26 de agosto, com sessões às terças e quartas-feiras, às 20h. O espetáculo apresenta um texto inédito do premiado dramaturgo Ivan Fernandes que aborda o fenômeno crescente da vida contemporânea, com a sua dinâmica de pressão pelo resultado, em detrimento do bem-estar e de relações significativas. O autor também assina a direção. No palco, dois atores experientes, Pivo Maia e Claudio Amado, encarnam Renan e Wesley, respectivamente. Renan é um homem que vive entre compromissos, pressa e solidão. A sua rotina atribulada esconde o vazio de quem já não encontra mais sentido no dia a dia. Até que, numa esquina qualquer, surge Wesley — um cachorro vira-lata que, ao ser acolhido por Renan, abre espaço para uma amizade inesperada e transformadora. Com texto cativante e acessível, a peça evidencia como um afeto inesperado pode atravessar barreiras emocionais e recuperar a possibilidade de se conectar com o outro. Uma história sensível, que mistura humor e delicadeza, convidando o público a refletir sobre vínculos, empatia e a beleza das pequenas mudanças. Vida de Cão O estilo de vida contemporâneo, marcado por pressões profissionais e excesso de demandas, tem gerado impactos crescentes no bem-estar emocional. Segundo o relatório State of the Global Workplace, da Gallup, cerca de 40% dos trabalhadores no mundo relatam altos níveis de estresse diário, enquanto a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece o burnout como consequência do estresse crônico relacionado ao trabalho. Segundo o autor, “Vida de Cão” nasce da necessidade de contar uma história sobre encontros transformadores. Em um mundo marcado pelo isolamento, pela pressa e pelo individualismo, o espetáculo propõe uma reflexão poética sobre a força das conexões afetivas, mostrando como gestos cotidianos podem dar novos contornos à vida. A relação entre homem e animal funciona aqui como metáfora do acolhimento: Wesley não é apenas um cachorro, mas a representação da possibilidade de mudança, de olhar para fora de si e reencontrar a sensibilidade perdida. O espetáculo conta com o apoio da Prefeitura e Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, do Bar do Caramello (Copacabana) e da água mineral Donna Natureza. Pivo Maia e Claudio Amado em Vida de Cão - Fotografia: Clarissa Ribeiro Serviço: Onde: Teatro Café Pequeno - Av. Ataulfo de Paiva, 269, Leblon, Rio de Janeiro - RJ Quando: Terças e Quartas, às 20h, de 11 a 26 de agosto Ingressos: R$ 40 (inteira) / R$20 (meia) Meia-entrada para idosos, estudantes, classe teatral, professores da rede pública ou particular, PCD, LGBTQIA+ e indígenas.Venda de ingressos: na bilheteria (abre uma hora antes de espetáculo) e no site https://bileto.sympla.com.br/event/124675/d/403493/s/2644313 Capacidade: 90 lugares Duração: 60 minutos Classificação indicativa: 14 anos Rede social: https://www.instagram.com/vidadecao_espetaculo/ Ficha técnica: Texto e direção: Ivan Fernandes Atuação: Claudio Amado e Pivo Maia Produção Executiva: Juliana Calafange Coprodutor: Claudio Amado Produtor Associado: Alexandre Varella Cenografia: Rostand Albuquerque Iluminação: Paulo Denizot Figurinos e Adereços: Hagata Cris Operação de som e luz: Pedro Garcia Designer Gráfico: Manoela Olesko Fotografia: Clarissa Ribeiro (@clarissaribeirofotografia) Assessoria de Imprensa: Carlos Pinho Apoio: Prefeitura e Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro Apoio cultural: Bar do Caramello (Copacabana) e água mineral Donna Natureza Carlos Pinho
- Favela Orquestra celebra Raul Seixas em concerto no Teatro Nelson Rodrigues
No dia 14 de agosto, a Favela Orquestra sobe ao palco do Teatro Nelson Rodrigues para apresentar o concerto “Plunct Plact Zuum – Uma viagem no tempo com Raul!” – uma homenagem ao cantor e compositor Raul Seixas, que completaria 80 anos em 2025. Com novos arranjos sinfônicos, o espetáculo revisita clássicos que atravessaram gerações, como “Sociedade Alternativa”, “Metamorfose Ambulante”, “Tente Outra Vez” e “Gita”. O concerto tem patrocínio da Nova Transportadora do Sudeste – NTS, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e CAIXA. Favela Orquestra - Fotografia: Marlon Saint Sob a regência de Vinícius Louzada, os jovens músicos dão nova vida ao repertório de um dos maiores ícones da música brasileira, em uma apresentação que une a energia do rock à potência sinfônico-coral. O concerto conta ainda com as participações especiais do cantor João Bragança, das solistas Alícia Rachel, Gia Oliveira e Thallyta Braz, e do ator Amarildo Moraes interpretando Raul Seixas. Realizado no mês de agosto, em que se celebra a juventude, o concerto busca aproximar as novas gerações à obra do compositor baiano. “Sua obra sempre representou liberdade de pensamento, criatividade, inquietação e coragem para questionar o mundo — características que conversam diretamente com a essência da Favela Orquestra, projeto formado por crianças e jovens que têm a música como instrumento de transformação social”, explica a pianista Moana Martins, diretora-executiva do IBME – Instituto Brasileiro de Música e Educação, organização social sem fins lucrativos da qual a Favela Orquestra e o CJRJ fazem parte. Favela Orquestra - Fotografia: Henrique Passos Os novos arranjos, que incluem vozes femininas interpretando canções historicamente marcadas por vozes masculinas, foram desenvolvidos para valorizar a melodia das composições sem abrir mão da energia e da irreverência que sempre caracterizaram o artista. O título do espetáculo é uma referência a uma das faixas mais icônicas de Raul Seixas, criada originalmente para o especial infantil homônimo da TV Globo. “Raul Seixas continua falando sobre liberdade, sobre coragem para construir o próprio caminho. Em uma época marcada por tantas mudanças e desafios, suas músicas incentivam o pensamento crítico, a criatividade e o respeito às diferenças. Para os jovens músicos do IBME, interpretar Raul também representa um exercício de escuta, pesquisa e valorização da música brasileira. É uma oportunidade de compreender que diferentes estilos musicais podem dialogar e que a arte é um espaço permanente de inovação e expressão”, completa Moana Martins. "Acreditamos que a cultura é uma importante ferramenta de desenvolvimento humano e transformação social. Ao apoiar a Favela Orquestra, reforçamos nosso compromisso com iniciativas que ampliam o acesso à arte, valorizam a diversidade cultural e contribuem para a formação de crianças e jovens nos territórios onde a NTS está presente", destaca Miriam Cardoso, Gerente de Gente da NTS. “Plunct Plact Zuum – Uma viagem no tempo com Raul!” Favela Orquestra Regentes: Vinicius Louzada Participação especial: João Bragança Solistas: Alícia Rachel, Gia Oliveira e Thallyta Braz Favela Orquestra - Fotografia: Rafael Ribeiro PARTE I Eu Nasci Há Dez Mil Anos Atrás (Raul Seixas / Paulo Coelho) Al Capone (Raul Seixas / Paulo Coelho) Sociedade Alternativa (Raul Seixas / Paulo Coelho) A Maçã (Raul Seixas / Paulo Coelho / Marcelo Motta) Mosca na Sopa (Raul Seixas) Olha o Trem (Raul Seixas / Paulo Coelho) Metamorfose Ambulante (Raul Seixas) Tente Outra Vez (Raul Seixas / Paulo Coelho / Marcelo Motta) Medo da Chuva (Raul Seixas / Paulo Coelho) PARTE II Participação Especial: João Bragança Cowboy Fora da Lei (Raul Seixas / Cláudio Roberto) Como Vovó Já Dizia (Raul Seixas / Paulo Coelho) Maluco Beleza (Raul Seixas / Cláudio Roberto) Gita (Raul Seixas / Paulo Coelho) Grande Final Plunct Plact Zuum (O Carimbador Maluco) (Raul Seixas) Plunct Plact Zuum – Uma viagem no tempo com Raul! Favela Orquestra Data: 14 de agosto (sexta), às 19h Local: Teatro Nelson Rodrigues (Av. República do Paraguai, 230 - Centro, RJ) Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia) Sobre a Favela Orquestra Composta por 25 integrantes, a Favela Orquestra é um projeto de educação musical e inclusão social voltado para estudantes da rede pública, famílias e comunidades. Iniciativa do Instituto Brasileiro de Música e Educação (IBME), a Favela Orquestra promove formação artística, cidadania e oportunidades profissionais por meio da música, valorizando os talentos e as potências culturais das comunidades do Rio de Janeiro. O projeto tem o patrocínio da Nova Transportadora do Sudeste – NTS, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e CAIXA. Desde sua estreia no palco do Teatro Nelson Rodrigues, em maio de 2025, com o concerto “Pagode Sinfônico”, o grupo tem se destacado por unir a excelência técnica à emoção popular, em apresentações que já prestaram homenagens a Patativa do Assaré e Bob Marley. Sobre o Instituto Brasileiro de Música e Educação (IBME) O Instituto Brasileiro de Música e Educação (IBME) tem por objetivo promover a transformação social e a integração comunitária por meio da educação, da música e da cultura para estudantes da rede pública de ensino, famílias e comunidades do Estado do Rio de Janeiro. Em mais de uma década de atuação, o projeto já impactou mais de 20 mil pessoas e conta com mais de 200 profissionais envolvidos, além de 70 monitores, 8 formações musicais, mais de 300 bolsistas e, atualmente, mais de 6 mil alunos impactados. Entre os projetos em destaque estão: Geração de Sons, Sinta o Som, Favela Orquestra, Coro Juvenil do Rio de Janeiro e Orquestra Sinfônica Juvenil Carioca. Redes sociais IBME https://ibme.org.br https://www.instagram.com/ibmerj https://www.youtube.com/ibmerj https://www.youtube.com/ibmerj http://facebook.com/ibmerj Alex Varela
- Estreia de “Minha Estrela Dalva”, com Renato Borghi e Soraya Ravenle e direção de Elias Andreato, celebra a memória de Dalva de Oliveira
Espetáculo de Renato Borghi celebra Dalva de Oliveira em noite que reuniu elenco, convidados e artistas; Cristina Granato registrou os principais momentos da estreia Renato Borghi e Soraya Ravenle - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato O musical “Minha Estrela Dalva” estreou no Rio de Janeiro na noite de 31 de julho, no Teatro Claro Mais, em Copacabana. Escrito e estrelado por Renato Borghi, o espetáculo presta homenagem a Dalva de Oliveira, uma das maiores vozes da música brasileira, e chegou à cidade após uma temporada de sucesso em São Paulo. No elenco estão Soraya Ravenle, que interpreta Dalva de Oliveira, Elcio Nogueira Seixas, como o jovem Renato Borghi, e Ivan Vellame, que dá vida a personagens ligados à trajetória da cantora, incluindo Herivelto Martins. A direção é assinada por Elias Andreato e Elcio Nogueira Seixas. A montagem não apresenta uma biografia convencional. A história parte da relação afetiva de Borghi com Dalva, iniciada quando ele tinha apenas seis anos, e cria um encontro imaginário entre o ator e sua musa. Além de revisitar a carreira da cantora, o espetáculo aborda os conflitos pessoais, os relacionamentos e o machismo enfrentado por Dalva ao longo de sua trajetória, aproximando sua história de questões ainda presentes nos dias atuais. “Minha Estrela Dalva” segue em cartaz no Teatro Claro Mais até 27 de setembro, com sessões às quintas e sábados, às 20h, e sextas e domingos, às 17h. Soraya Ravenle - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato A fonaudióloga Jane Celeste e Soraya Ravenle - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Bilhete do namorado Tim Rescala - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato -Soraya Ravenle com bilhete do namorado Tim Rescala - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Elias Andreato e Camila Vevilacqua - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Elias Andreato e Camila Vevilacqua - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Isabelita dos Patins e Therezinha Sodré - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Thamara Koorax, Rodrigo Faour, Alicinha Silveira e Marco Rodrigues - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Ithamara Koorax e Rodrigo Faour - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Alicinha Silveira e Marco Rodrigues - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Pina e sua mãe Grazi Saraiva - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Marcia Barros, Claudio Rangel, Stella Freitas e Ângela Rebello - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Ithamara Koorax e Felipe Abreu - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Evandro Rius e Rodrigo Faour - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Mauro Ferreira e Rodrigo Faour - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Isabel Teixeira - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Rodrigo Faour e Rosa Maria Araújo - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Marcos Sacramento e Rosa Maria Araújo - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Stella Freitas, Edwin Luisi, Claudio Rangel e Elias Andreato - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Isabel Teixeira e Maitê Proença - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Isabel Teixeira e Maitê Proença - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Mateus Solano - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Renato Borghi e Soraya Ravenle - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Renato Borghi e Soraya Ravenle - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Renato Borghi e Soraya Ravenle - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Soraya Ravenle e Tim Rescala - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Miriam Schenker e seu filho Mateus Solano - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato A fonaudióloga Jane Celeste e Soraya Ravenle - aplicando laser nas cordas vocais - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato A fonaudióloga Jane Celeste e Soraya Ravenle - aplicando laser nas cordas vocais - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Renato Borghi e Soraya Ravenle - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Elcio Nogueira Seixas e Renato Borghi - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Soraya Ravenle - - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Soraya Ravenle - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Soraya Ravenle - - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Renato Borghi - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Maricia Rubim e sua mãe Rozette - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Mateus Solano e Isabel Teixeira - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Mateus Solano e Isabel Teixeira - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Mateus Solano e Isabel Teixeira - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Jonas Bloch e Soraya Ravenle - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Mateus Solano, Soraya Ravenle, Isabel Teixeira e Jonas Bloch - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Jonas Bloch , Soraya Ravenle , Renato Borghi , Mateus Solano e Isabel Teixeira - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Renato Borghi , Mateus Solano e Isabel Teixeira - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Soraya Ravenle e Renato Borghi - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Mateus Solano, Isabel Teixeira e Elcio Nogueira Seixas - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Mateus Solano e Isabel Teixeira - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Luciana Braga , Stella Freitas , Soraya Ravenle e Edwin Luisi - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Soraya Ravenle e Felipe Abreu - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Soraya Ravenle e Felipe Abreu - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Soraya Ravenle, Marcos Sacramento e Felipe Abreu - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato O casal Adriana Birolli e Ivan Zettel - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Tim Rescala e Marcos Sacramento - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Soraya Ravenle e Tim Rescala - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Soraya Ravenle e Tim Rescala - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Ithamara Koorax , Soraya Ravenle e Tim Rescala - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Ithamara Koorax , Soraya Ravenle , Dhu Moraes e Tim Rescala - Minha Estrela Dalva - Fotografia: Cristina Granato Cristina Granato
- O Homem Mais Inteligente da História: adaptação da obra de Augusto Cury está em cartaz até 29 de agosto no Teatro Itália, em São Paulo
Quando o renomado psiquiatra e ateu Marco Polo aceita o desafio da ONU de analisar a mente de Jesus sob a ótica estritamente científica, ele não imaginava que iniciaria a jornada mais impactante de sua vida Arte de Divulgação: Lucas Peixoto Após vender mais de 40 milhões de livros em 70 países, o renomado psiquiatra Augusto Cury levou aos palcos aquela que considera a obra mais vital de sua carreira: O Homem Mais Inteligente da História. O romance sócio-emocional, lançado em 2016 após 15 anos de pesquisas sobre gestão da emoção, foi adaptado para o teatro pelo próprio autor. Desde sua estreia, em setembro de 2021, o espetáculo já viajou por diversos teatros do país e celebra agora o seu sexto ano em cartaz. Ao lado de um grande elenco — composto por Priscilla Dieminger, Renan Rezende, Murilo Inforsato, Pietro Alonso e Letícia Navarro —, o protagonista Marco Polo (Daniel Satti), inicia uma jornada épica que surpreende os cientistas diante do inexplicável. Com extrema sensibilidade, a peça aborda temas essenciais como a busca da felicidade, depressão e inteligência emocional. Foto de Flavio Moret Sinopse: Na trama, o cientista e psiquiatra Marco Polo, um dos maiores ateus da atualidade, viaja a Jerusalém para uma reunião da ONU. Lá, ele é desafiado por uma plateia de intelectuais a realizar uma empreitada inédita: estudar a mente do homem mais famoso da história sob a ótica da ciência, e não da religião. Mesmo relutante, Marco Polo aceita o desafio. Uma mesa-redonda com brilhantes profissionais é montada para analisar se Jesus foi, de fato, o maior especialista no território da emoção — um mestre em autocontrole, criatividade e resiliência. Foto de Ronaldo Gutierrez O Homem Mais Inteligente da História Adaptação: Augusto Cury e Francis Helena Cozta Direção: Ivan Parente Elenco: Daniel Satti, Renan Rezende, Murilo Inforsato, Priscilla Dieminger, Pietro Alonso e Letícia Navarro Stand-ins: Victor Garbossa e João Pedro Uvo. Elenco sujeito a alteração sem aviso prévio Ficha Técnica: Adaptação: Augusto Cury e Francis Helena Cozta Direção: Ivan Parente Elenco: Daniel Satti, Renan Rezende, Murilo Inforsato, Priscilla Dieminger, Pietro Alonso e Letícia Navarro Stand-ins: Victor Garbossa e João Pedro Uvo. Direção Geral de Produção: Luciano Cardoso Cenário e criação de luz: Pitty Santana Trilha sonora: Wagner Passos Figurinos: Débora Munhys Técnico Responsável: Vitor Medeiros Gerente de Operações: Rafael Sandoli Produção Administrativa: Bruno Ricardo Produção Executiva: Sandro Nunes Coordenação de Comunicação: Kesya Andrade Assistente de Comunicação: Anelis Muniz Tour Manager: Renan Rezende, Murilo Inforsato e Pietro Alonso Design Gráfico: Lucas Peixoto Edição de Vídeos: Agência Alwa Áudios: Na Paz - Produtora e Rádio Gestão Tráfego Digital: ATMKT Social Media: Yasmim Julianelli Assessoria Jurídica: SVM Advocacia Assessoria Registro de Marcas: Ranzolin - Propriedade Intelectual Realização: Applaus Arte y Alma Classificação: 10 anos. Gênero: Comédia Romântica. Duração: 75 min. Temporada: de 1º a 29 de agosto, sábados, às 18h. Ingressos: R$ 100 | R$ 50 meia Ingressos online: https://bileto.sympla.com.br/event/106687/d/394804/s/2602086 Bilheteria: abre 2 horas antes do espetáculo Teatro Itália Avenida Ipiranga, 344 República 290 lugares | cafeteria | acessibilidade | valet no local Flavia Fusco
- Elenco e equipe de "Colegas e o Herdeiro" marcam presença em pré-estreia em São Paulo
Longa dirigido por Marcelo Galvão chega aos cinemas em 13 de agosto, dando continuidade à história do filme que marcou o cinema inclusivo brasileiro Fotografia: Mariana Pekin O elenco e a equipe de “Colegas e o Herdeiro” se reuniram na noite desta segunda-feira (3), em São Paulo, para a pré-estreia do longa dirigido por Marcelo Galvão. A sessão aconteceu no Espaço Petrobras de Cinema e reuniu nomes que fazem parte da produção, entre eles o diretor Marcelo Galvão, a produtora associada Aleksandra Zakartchouk e os protagonistas Ariel Goldenberg e Henrique Fernandes. A fotógrafa Mariana Pekin esteve presente no evento e registrou diversos momentos da noite, acompanhando a passagem dos artistas pelo tapete vermelho e os encontros do elenco antes da sessão. Os registros fotográficos destacam a participação dos atores e profissionais envolvidos na produção e a atmosfera de celebração que marcou a pré-estreia. Com distribuição da H2O Films, em parceria com a Gatacine e a Globo Filmes, “Colegas e o Herdeiro” chega ao circuito comercial brasileiro no dia 13 de agosto. O filme é uma continuação independente de “Colegas”, lançado em 2012 e dirigido pelo próprio Marcelo Galvão. Fotografias: Mariana Pekin Na nova aventura, um grupo de amigos deixa o instituto para reencontrar Stallone, que vive no Uruguai em meio a uma disputa pela herança de um hotel. Para chegar até Punta del Este, eles embarcam clandestinamente em um avião de carga. A viagem, porém, toma outro rumo quando o grupo se envolve com contrabandistas de pedras preciosas. O elenco reúne Ariel Goldenberg, Breno Viola, Rita Pokk, João Vitor de Paiva Bittencourt, Deto Montenegro, Luiza Godoi, Fafy Siqueira, Henrique Fernandes, entre outros. A produção mantém a proposta de protagonismo de pessoas com deficiência intelectual, reunindo artistas com síndrome de Down, autismo, síndrome de Williams e outras condições. O primeiro “Colegas” tornou-se um dos principais exemplos de representatividade no cinema brasileiro e conquistou o Kikito de Ouro de Melhor Filme no Festival de Gramado. A sequência preserva esse caráter inclusivo ao mesmo tempo em que aposta em uma trama de aventura ambientada entre o Brasil e o Uruguai. Antes do lançamento nacional, “Colegas e o Herdeiro” passou por festivais no Brasil e no exterior. Em 2025, o filme participou do Zerkalo International Film Festival, na Rússia, e do Los Angeles Brazilian Film Festival, nos Estados Unidos, onde recebeu o Prêmio Especial do Júri. A produção também conquistou o prêmio de Melhor Fotografia no LABRFF-Orlando e integrou a programação da 49ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Com roteiro e direção de Marcelo Galvão, o longa tem produção de Rafael Yoshida e Marcelo Galvão, coprodução da Globo Filmes e distribuição da H2O Films. A fotografia é assinada por Rodrigo Tavares (AIP) e Eduardo Makino, enquanto Zenor Ribas responde pela direção de arte e Ed Côrtes pela música original. “Colegas e o Herdeiro” estreia nos cinemas brasileiros em 13 de agosto. Sinopse Para reencontrar o amigo Stallone, que vive no Uruguai em meio a uma disputa pela herança de um hotel, um grupo de colegas foge do instituto em uma ousada viagem clandestina. A bordo de um avião de carga rumo a Punta del Este, o que deveria ser apenas uma visita transforma-se em uma perigosa aventura quando cruzam o caminho de contrabandistas de pedras preciosas Elenco Amélia Bittencourt (In memoriam) Ariel Goldenberg Breno Viola Cristiano Lourenço Deto Montenegro Gabriel D Lazzari Henrique Fernandes João Vitor de Paiva Bittencourt Luiza Godoi Marcelo Naz Marcos Contreras Phil Miler Rafaela Fontanetti Rita Pokk Samanta Quadrado Participação Especial: Fafy Siqueira Ficha Técnica Produção: Rafael Yoshida e Marcelo Galvão Produtora Associada: Aleksandra Zakartchouk Produção Executiva de Desenvolvimento: Cláudia da Natividade e Mario Peixoto Diretora de Produção: Taty Behar Produção de Elenco: Neusa Romano e Andreia Cosenza Figurino: Carol Scortegagna Maquiagem: Val Oliveira Direção de Arte: Zenor Ribas Direção de Fotografia: Rodrigo Tavares, AIP e Eduardo Makino Som Direto: Gabriela Bervian Desenho de Som e Mixagem: Pedro Lima Música Original: Ed Côrtes Montagem: Marcelo Galvão Produção Executiva: Marçal Souza e Rafael Yoshida Direção e Roteiro: Marcelo Galvão Distribuição: H2O Films Uma Produção Gatacine em Coprodução com Globo Filmes MARCELO GALVÃO | Diretor Marcelo Galvão (1973) é cineasta, roteirista e produtor nascido no Rio de Janeiro e fundador da produtora Gatacine. Graduado em Publicidade pela FAAP e com estudos na New York Film Academy, iniciou a carreira em agências de publicidade antes de ingressar no setor cinematográfico. Dirigiu longas-metragens como "Quarta B" (2005), eleito Melhor Filme Brasileiro na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, e "Colegas" (2012), obra que recebeu o prêmio de Melhor Filme no Festival de Gramado. Sua filmografia inclui "A Despedida" (2014), pelo qual ganhou o prêmio de Melhor Diretor também no Festival de Gramado, "O Matador" (2017), o primeiro filme original brasileiro distribuído pela Netflix, e a sequência de “Colegas”, "Colegas e o Herdeiro". ARIEL GOLDENBERG (Stalone) Ariel Goldenberg é um ator brasileiro, natural de São Paulo. Atualmente, com 45 anos de idade, Ariel tem mais de 25 anos de carreira e conquistou sucesso com o filme “Colegas”, do diretor Marcelo Galvão. Com o lançamento do filme, Ariel, que tem como ídolo o ator Sean Penn, iniciou uma campanha nas redes sociais com o objetivo de trazer o astro estadunidense para a estreia do filme. Sean Penn não pode vir, mas com o sucesso da campanha, o ator recebeu Ariel em sua casa em Los Angeles. Ariel recebeu um Kikito (prêmio do festival de Gramado) por sua atuação no filme “Colegas”. O ator iniciou sua carreia na Oficina dos Menestréis e fez curso de roteirista na Academia Brasileira de Cinema. Sua trajetória inclui peças de teatro como “O Reizinho Mandão” e “Ele e Suas Irmãs”, além de diversos filmes, entre eles “Colegas”, “Colegas e o Herdeiro” e “Oficina do Diabo”. Também fez séries como “Carga Pesada”, onde contracenou com grandes nomes da teledramaturgia como Stênio Garcia e Antônio Fagundes, além de novelas de sucesso como “Chiquititas”. Ariel sempre utilizou sua visibilidade para defender o protagonismo e a inclusão de pessoas com deficiência no meio audiovisual. BRENO VIOLA (Márcio) Referência na luta das pessoas com Síndrome de Down, Breno Viola, 45 anos, é ator, judoca, apresentador e palestrante. Pioneiro em diversas frentes, o carioca coleciona conquistas. É uma das estrelas do filme “Colegas” (2013), de Marcelo Galvão, pelo qual levou o prêmio de melhor ator no Festival de Gramado, ao lado dos outros dois protagonistas. Agora segue em "Colegas e o Herdeiro" (2026), como o personagem Marcio. Também participou do documentário “Três vidas e um sonho” (2022), de Galvão. Apresentou o quadro “Qual é a diferença?” (2015), no Fantástico, da Globo, ao lado de Drauzio Varella. Foi o primeiro atleta com Síndrome de Down no mundo a conquistar a faixa preta de judô, em 2002. Foi instrutor e auxiliar-técnico no Instituto Reação, no Rio. Como ativista, representou o Brasil na sede da ONU, em Nova York, em 2013, no Dia Internacional da Síndrome de Down, entre outros eventos. GABRIEL DELIBERALI LAZZARI (Igor) Bacharel em Educação Física e Palestrante. É ator e interpretou Igor, um dos protagonistas do filme “Colegas e o Herdeiro”, do qual é Embaixador no Rio Grande do Sul. Também é Autodefensor pela Região Sul da FBASD - Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down, com formação em Advocacy pela FBASD. Tem participação ativa nas demandas associativas e é membro da diretoria da AFAD - Associação dos Familiares e Amigos do Down de Porto Alegre, atuando como Relações Públicas. Já palestrou em seminários e na comemoração dos 30 anos da Declaração de Salamanca. Formações: Oratória, Interpretação e Italiano. HENRIQUE FERNANDES (Magrelo) Henrique Fernandes tem 20 anos e é um ator negro, autista e paulistano. Aos 17 anos, participou de seu primeiro longa-metragem, "Colegas e o Herdeiro". Faz parte da Oficina dos Menestréis desde 2018, atuando em espetáculos como "A Mansão de Miss Jane" e "A Sétima Arte". Recentemente, integrou o elenco do filme "Sins of the Silent Farm", nova produção do diretor Marcelo Galvão. A atuação é a forma que encontrou de se expressar, superar desafios e dar vida a histórias que emocionam, conectam e inspiram as pessoas. Acredita no poder da arte como ferramenta de inclusão, representatividade e transformação. JOÃO VITOR DE PAIVA (Duda) João Vitor de Paiva é ator, influenciador digital, palestrante e modelo. Com síndrome de Down, interpreta Duda, um dos protagonistas de "Colegas e o Herdeiro" e par romântico da personagem de Fernanda. Conhecido nas redes sociais como @jvdepaiva, soma mais de 1 milhão de seguidores entre Instagram e TikTok. É Jovem Ativista do UNICEF e integra o seleto grupo de 100 lideranças jovens globais da organização (um dos cinco brasileiros escolhidos). Também é o primeiro estudante com trissomia do cromossomo 21 (T21) a ingressar no curso de Educação Física da PUC Goiás e foi eleito o Melhor Influenciador Brasileiro na categoria Diversidade e Inclusão no Prêmio iBest 2024. Por meio de seu trabalho, atua na promoção dos direitos das pessoas com deficiência e da inclusão no Brasil. LUIZA GODOI (Letícia) Luiza Godoi é publicitária, influenciadora digital, atriz, palestrante, escritora, roteirista e diretora de cinema. No filme “Colegas e o Herdeiro”, interpreta a personagem Letícia, uma das protagonistas da história. Também é embaixadora das pessoas com deficiência física e intelectual da Defensoria Pública do Estado do Paraná. Também é integrante da Associação DownLoAd, de Apucarana (PR), e autodefensora pelo Paraná. Utiliza a comunicação, as redes sociais e o cinema para promover acessibilidade, representatividade e conscientização. RAFAELA FONTANETTI (Fernanda) Rafaela Fontanetti tem 23 anos e é atriz protagonista do longa-metragem “Colegas e o Herdeiro”. Estudante do terceiro ano de Artes Cênicas na Escola de Atores Wolf Maya, também é influenciadora digital, atleta de nado artístico adaptado e palestrante de diversidade e inclusão. Nas redes sociais (@rafafonta1), encanta seus "morangos", como carinhosamente apelida seus seguidores. Com alegria, autenticidade e leveza, Rafa mostra que as pessoas com T21 podem estudar, trabalhar, viver um grande amor, ter autonomia, conquistar todos seus sonhos e incentiva pais, familiares e profissionais a acreditarem nas pessoas com deficiência. RITA POKK (Aninha) Rita Pokk é atriz e palestrante, reconhecida por sua marcante trajetória na diversidade e inclusão no cinema brasileiro, construída em grande parte em parceria com o cineasta Marcelo Galvão. Sob sua direção, Rita protagonizou o aclamado Colegas — papel que lhe rendeu o Kikito de Prêmio Especial do Júri no Festival de Gramado (2012) — , além de ter atuado nos longas-metragens Colegas e o Herdeiro, Sins of the Silent Farm, Três Vidas e Um Sonho e no curta-metragem Ouija. Sua carreira inclui ainda o documentário Do Luto à Luta e as novelas Chiquititas e Jamais Te Esquecerei. Fora das telas, trabalha na área de suporte operacional da Drogasil e ministra palestras inspiradoras sobre sua experiência com cinema inclusivo. H2O FILMS | Distribuidora Fundada em 2012, a H2O Films é uma distribuidora brasileira que já lançou mais de 80 títulos de gêneros que vão do documentário musical às comédias populares, passando por filmes de família e de arte. Entre eles estão: “Cássia Eller”, de Paulo Henrique Fontenelle, um dos documentários mais bem-sucedidos de mercado e de crítica; “Vai Que Cola - O Filme”, a maior bilheteria de abertura nacional de 2015 com mais de 3,2 milhões de espectadores; a franquia protagonizada por Marcus Majella, “Um Tio Quase Perfeito” e “Um Tio Quase Perfeito 2”; o show “Roberto Carlos em Jerusalém 3D” que fez mais de 70 mil de público; o último filme do mestre Cacá Diegues, “O Grande Circo Místico”, indicado pelo Brasil a concorrer a uma vaga ao Oscar em 2019. Outros títulos de destaque são “Pérola”, de Murilo Benício; “Ó Paí, Ó 2", com Lázaro Ramos e grande elenco; “Virgínia e Adelaide”, de Jorge Furtado e Yasmim Thayná; “Aumenta que é rock'n'roll", de Tomás Portella, que foi o grande vencedor da 27ª edição do Festival de Cinema Brasileiro de Paris, conquistando o Troféu Jangada de Melhor Filme e o Prêmio do Júri Jovem. Já o “O Auto da Compadecida 2”, de Flávia Lacerda e Guel Arraes, se consagrou como a maior estreia de um filme brasileiro em 2024 e levou mais de 4,3 milhões de pessoas aos cinemas brasileiros. GLOBO FILMES | Coprodutora Há mais de 25 anos, a Globo Filmes constroi parcerias que impulsionam o audiovisual brasileiro, levando grandes histórias nacionais ao público de todas as gerações. Desde 1998, atua como a maior coprodutora e uma das principais investidoras do cinema nacional, com mais de 560 títulos lançados e mais de 270 milhões de espectadores acumulados nas salas de cinema. O portfólio da Globo Filmes reúne produções que marcaram o cinema brasileiro. Entre os sucessos de público estão “Minha Mãe é uma Peça 3” e “Tropa de Elite 2”, ambos com mais de 11 milhões de espectadores, e grandes bilheterias recentes como “Minha Irmã e Eu”, “Os Farofeiros 2” e “Vitória”. A trajetória inclui ainda obras aclamadas pela crítica dentro e fora do país, como “2 Filhos de Francisco”, “Carandiru”, “Cidade de Deus” (quatro indicações ao Oscar) e “Bacurau” (Prêmio do Júri em Cannes). Mais recentemente, títulos como “O Último Azul” (vencedor do Urso de Prata na Berlinale) e “Manas” (GDA Director’s Award no Festival de Veneza) reforçam a diversidade e a potência das narrativas nacionais. A Globo Filmes segue acreditando na força das salas de cinema e no impacto das boas histórias. Com foco na qualidade artística e na pluralidade de conteúdos, leva ao público o melhor do cinema brasileiro nos mais variados gêneros. GATACINE | Produtora É uma produtora audiovisual fundada em 2001 pelo cineasta Marcelo Galvão, com mais de 100 prêmios conquistados em festivais de cinema no Brasil e no exterior. Reconhecida por projetos com impacto social, já produziu diversos longas-metragens, entre eles "Colegas", "A Despedida", "O Matador" e "Quarta B". Primeiro Plano
- Instituto Dell'Arte / Festival Nova Friburgo Edição Inverno / programação clássica
Festival Nova Friburgo Edição Inverno reúne concertos e atividades do Programa Educacional apARTE, em parceria com o Instituto Dell’Arte e apoio da Universidade Mozarteum Salzburg Quarteto da Guanabara O Festival Nova Friburgo Edição Inverno, reúne, de 14 a 21 de agosto, uma programação de concertos gratuitos dedicada à riqueza do repertório para cordas, aproximando a herança clássica europeia trazida por alunos do Programa Educacional apARTE, da Universidade Mozarteum Salzburg, justamente na cidade em que Villa-Lobos se comprometeu com a renovação e a brasileirização dessa linguagem. Foi em Friburgo que Heitor Villa-Lobos apresentou, em 1915, algumas de suas primeiras obras e deu início ao ciclo de 17 quartetos de cordas que atravessaria toda a sua trajetória. Reconhecido por aliar excelência artística e formação de novos talentos, o Programa Educacional apARTE integra a programação do Festival Nova Friburgo Edição Inverno em parceria com o Instituto Dell’Arte com apoio da Universidade Mozarteum de Salzburg, da Áustria. Criado em homenagem ao violoncelista Antonio Meneses, o programa oferece bolsas de estudos em música de câmara e reúne jovens músicos de cordas de sete estados brasileiros para uma vivência intensa ao lado de artistas convidados. Com ensino individualizado, o Programa Educacional apARTE promove a formação acadêmica e pedagógica de novos talentos, com um ensino individualizado e autodisciplina. Ao longo do festival, diferentes formações e intérpretes convidam o público a percorrer esse diálogo entre épocas, estilos e territórios — de Mozart aos grandes mestres do gênero e aos compositores que transformaram a música de câmara no Brasil. A programação clássica do Festival Nova Friburgo Edição Inverno prima pela variedade, com sinfonias, uma ópera e bastante música de câmara, em espaços culturais da cidade e com entrada franca. Além de mobilizar a população local e as redondezas, gera um grande movimento de turistas que normalmente lotam hotéis, pousadas e restaurantes durante todo o período. Todas as atrações são gratuitas. A Serva Patroa Programação Uma excelente oportunidade para quem tem a curiosidade de testemunhar a criação de uma performance de música clássica é a série de ensaios da orquestra e dos conjuntos de câmara do apARTE. Os músicos que participam dessas formações (tanto a orquestral quanto as de câmara) são jovens talentosos selecionados para bolsas integrais oferecidas pelo Programa Educacional apARTE em parceria com a Universidade Mozarteum Salzburg (Áustria), modelo de excelência na formação de músicos. Nos ensaios na Oficina Escola de Artes— que poderão ser acompanhados pelo público do festival, a partir do dia 14 de agosto —, os músicos prepararão obras como três divertimentos e uma serenata de Mozart, sinfonias de Mendelssohn e Beethoven, um estudo para cordas de Richard Strauss e os famosos concertos para violino e orquestra que Vivaldi batizou de As Quatro Estações, com o solista Daniel Guedes. Todas as obras ensaiadas serão apresentadas em concertos do festival, culminando no espetáculo de encerramento, no dia 21 de agosto, com a 5ª Sinfonia de Beethoven. O festival também conta com conjuntos de câmara consagrados no cenário clássico. Um deles é o Quarteto da Guanabara, fundado há mais de meio século. Reformulado em 2019, ele conta com o violoncelista Márcio Malard, um dos integrantes históricos das primeiras formações (entrou em 1983), o violista Daniel Albuquerque e os violinistas Daniel Guedes e Mateus Soares. Na apresentação do dia 15 de agosto, na Usina Cultural Energisa, o grupo ganha o reforço do violoncelista Fábio Presgrave, virtuose com formação na Juilliard School of Music, em Nova Iorque. Igualmente aguardada é a performance do Quarteto Assaz, formado por membros da Orquestra Sinfônica Brasileira. No dia 19 de agosto, também na Usina Cultural Energisa, o grupo tocará Souvenir de Florence, de Tchaikovsky, e o Quarteto de Cordas nº 1, de Villa-Lobos, que tem a distinção de ter sido composto em Nova Friburgo, em 1915, e revisado em 1946. Outra talentosa formação desse gênero é o Quarteto Villa-Lobos, que se apresentará no dia 16 de agosto, na Oficina Escola de Artes. Saindo do universo das cordas e entrando no dos instrumentos de sopro, vale conferir o Quinteto Brisa Carioca, dia 18 de agosto, na Usina Cultural Energisa. O programa tem obras conhecidas, como uma transcrição da ópera Così fan tutte, de Mozart, e joias mais obscuras, como um quinteto do compositor romântico alemão August Klughardt. Na seara sinfônica, além do conjunto formado pelos bolsistas do Programa Educacional apARTE, haverá uma apresentação, no dia 15 de agosto, na Oficina Escola de Artes, da Orquestra Sinfônica de Barra Mansa. Criada em 2005, essa orquestra é, hoje, uma das mais reconhecidas do país, exportando talentos para a Alemanha, a França e os Estados Unidos. Uma pequena jóia encravada na programação do festival, no dia 17 de agosto, é A Serva Patroa (em italiano, "La serva padrona"), famosa ópera cômica em um ato, composta por Giovanni Battista Pergolesi, em 1733, que será encenada pela Cia. Lírica Lívia Dias no Teatro Municipal de Nova Friburgo. Em recitais mais intimistas na Oficina Cultural Energisa, o público verá a pianista mineira Myrian Aubin, no dia 16 de agosto, e o duo formado pela pianista Fernanda Canaud e o violonista Caio Márcio Santos, no dia 20, com um programa totalmente brasileiro. Em uma formação de trio tão incomum quanto interessante, a pianista Marina Spoladore, o trompetista Maico Lopes e o trompista Tiago Carneiro se apresentam no mesmo local, no dia 21 de agosto. Camerata do Festival O Festival Nova Friburgo Edição Inverno é apresentado pelo Ministério da Cultura e Águas de Nova Friburgo, através da Lei Rouanet, com o patrocínio da ENERGISA e conta com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa e da Prefeitura Municipal de Nova Friburgo, por meio da Secretaria de Cultura, com a realização do Instituto Dell’Arte e Ministério da Cultura, integrando o calendário oficial de eventos do município. Eixo educacional: parceria com a Universidade Mozarteum Salzburg Um dos pilares desta edição é a parceria com a Universidade Mozarteum Salzburg, referência internacional em formação musical, com mais de 2 mil estudantes de 70 países. A instituição austríaca apoia o Programa Educacional apARTE, festival de música de câmara dedicado à formação de jovens músicos brasileiros por meio da prática em conjunto no mais alto nível. A cada edição, jovens selecionados em processo nacional de audições por vídeo recebem bolsas integrais para se dedicarem inteiramente à música, sem barreiras financeiras. A proposta do apARTE parte de uma convicção simples: talento não escolhe onde nasce, e jovens músicos crescem quando dividem o palco com grandes artistas. Drive com imagens: https://drive.google.com/drive/folders/1w4U6hBYa8Uvd6YAFoxoSq6iLHaXcRuzB Festival de Nova Friburgo Edição Inverno Programação Clássica ENTRADA FRANCA 14 de agosto, sexta-feira Oficina Escola de ArtesEnsaio da orquestra e grupos de câmara do apARTE Festival - de 14h às 16h e de 17h às 19h30m 15 de agosto, sábado Usina Cultural EnergisaQuarteto da Guanabara e Fábio Presgrave – 18hPrograma:F. Schubert - Quinteto de Cordas em Dó Maior, D. 956G. F. Haendel - Arranjo para violino e violoncelo da Passacaglia (VI.Passacaille, Suíte para Cravo nº 7 em Sol menor, HWV 432 Oficina Escola de ArteEnsaio da orquestra e grupos de câmara do apARTE Festival – de 10h às 12h30m; de 14h às 16h30m e de 17h às 19h Orquestra Sinfônica de Barra Mansa – 16h 16 de agosto, domingo Usina Cultural EnergisaPianista Myrian Aubin e e Hyu-Kyung Jung, violino – 16h Oficina Escola de ArtesEnsaio da Camerata do Festival – de 10h às 12h30m; de 14h às 16h30m e de 17h às 19h30m Quarteto Villa-Lobos - 12h 17 de agosto, segunda-feira Teatro Municipal de Nova FriburgoÓpera A Serva Patroa de Pergolesi com a Cia. Lírica Lívia Dias – 20hOficina Escola de ArtesEnsaio da orquestra e grupos de câmara do apARTE Festival – de 9h às 11h30m; de 14h às 16h30m e de 17h às 19h30m Concerto apARTE – 12hprograma:W. A. MOZARTDivertimento “Salzburg Symphony No. 1” in D Major, K. 136Divertimento “Salzburg Symphony No. 2” in B-Flat Major, K. 137Divertimento “Salzburg Symphony No. 3” in F Major, K. 138 18 de agosto, terça-feira Teatro Municipal de Nova FriburgoAs Quatro Estações de Vivaldi, com a Camerata do Festival – 20h30m Solista: Daniel Guedes Usina Cultural Energisa19h — Quinteto Brisa Carioca Oficina Escola de Artes Concerto apARTE – 12h programa: F. MIGNONE - Festa na Bahia - 9 min.W. A. MOZART - Serenade No. 13 “Eine kleine Nachtmusik” in G major, K. 525 19 de agosto, quarta-feira Usina Cultural EnergisaQuarteto Assaz – 19hPrograma:H. VILLA-LOBOS - Quarteto de Cordas No. 1 Souvenir de Florence, Op. 70 - solo de Daniel Guedes Oficina Escola de ArtesConcerto apARTE – 12h Programa:R. STRAUSS - Metamorphosen 20 de agosto, quinta-feira Usina Cultural EnergisaFernanda Canaud, piano e Caio Márcio Santos, violão – 19h programa: Piano: W.A.Mozart (270 Anos) - Sonata K.280 ( 3 movimentos) Radamés Gnattali (120 Anos) - Prenda Minha / Vaidosa/ Moto Contínuo/ Pretensiosa/ Canhoto Duo: Arranjos de Radamés Gnattali: Garoto - Gente Humilde / Desvairada Violão:Garoto (Aníbal Augusto sardinha) - Jorge do Fusa / Enigma Duo: Ernesto Nazareth - Brejeiro /Coração que Sente / Odeon / Batuque Oficina Escola de ArtesConcerto apARTE – 12h programa: R. SCHUMANNBilder aus Osten, Op. 66 (arr. by F. Hermann) F. MENDELSSOHN Sinfonia para Cordas No. 5 em si bemol maior 21 de agosto, sexta-feira Usina Cultural EnergisaMarina Spoladore, Maico Lopes e Tiago Carneiro (trompete, trompa e piano) - 18h Oficina Escola de ArtesConcerto apARTE– 12h L. V. BEETHOVENSinfonia No. 5 em dó menor, Op. 67 (arr. by C. F. Ebers) SERVIÇO: Usina Cultural EnergisaPraça Pres. Getúlio Vargas, 55 – Centro Capacidade: 150 pessoas Oficina Escola de Artes Praça Pres. Getúlio Vargas Capacidade: 90 pessoas Teatro Municipal de Nova Friburgo Praça do Suspiro Capacidade: 564 lugares Reg Murray - Assessoria de Imprensa regmurray.jornalista@gmail.com (21) 98892-1549 celular e whatsapp (24) 2221-0987 Alex Varela
- O Tablado inicia as comemorações dos seus 75 anos com nova montagem de clássico de Maria Clara Machado
Escrito em 1954, “A Bruxinha que Era Boa” faz curta temporada de 08 de agosto e 13 de setembro com novidades A Bruxinha que Era Boa - Crédito fotográfico: Hernane Cardoso Fundado em 1951 por um grupo liderado pela então jovem mineira Maria Clara Machado, O Tablado faz parte da história cultural do Brasil. Para celebrar os 75 anos dessa linda trajetória, a instituição abre a programação especial revisitando um clássico infantil: “A Bruxinha que Era Boa”. As sessões acontecem aos sábados e domingos, às 17h, em curta temporada de 8 de agosto a 13 de setembro, no teatro O Tablado, na Lagoa. Escrita em 1954 por Maria Clara Machado e premiada no Distrito Federal em 1955, “A Bruxinha que Era Boa” foi encenada pela primeira vez em O Tablado em 1958, retornando em 1999 e 2014. Tornou-se um dos grandes clássicos do teatro infantil brasileiro. Ao lado de “Pluft, o Fantasminha”, é uma das peças mais montadas por grupos profissionais e amadores em todo o país. Com direção e adaptação de Cacá Mourthé, a nova montagem conta com novidades, como nas músicas originais assinadas por Lincoln Vargas. O espetáculo apresenta Ângela, uma bruxinha diferente que estuda na Escola de Maldades da Floresta, onde todos querem ganhar a fabulosa vassourinha a jato, prêmio de bruxa mais malvada. Ângela quer muito ganhar a vassoura a jato, pois o que mais gosta de fazer é voar pela floresta, por cima das árvores e perto das nuvens. O problema é que a bruxinha não sabe fazer maldades e ainda ajuda o menino Pedrinho, um jovem lenhador, a escapar das maldades de suas amigas, o que a faz ser presa na Torre de Piche. O novo amigo Pedrinho é o único que pode ajudá-la a escapar e ganhar a vassoura a jato. A Bruxinha que Era Boa - Crédito fotográfico: Hernane Cardoso Ao inverter a lógica tradicional das histórias de bruxas, a obra revela como a bondade pode ser vista como defeito em ambientes tóxicos, abordando temas como diferença, preconceito, bullying e a coragem de ser quem se é. Ambientado em uma floresta viva e mágica, o espetáculo trata o embate entre bem e mal sem maniqueísmo, com humor e poesia. Uma obra que atravessa gerações, ensinando que ser bom não é ser ingênuo — e que a imaginação pode ser um gesto de cuidado. - Até hoje, aquela bruxinha ainda age. Ainda sopra boas mensagens. Um teatro como feitiço do bem. São as magias de Maria Clara Machado – destaca Cacá Mourthé. Marco da cultura nacional Considerado Patrimônio Cultural da cidade do Rio de Janeiro e tombada pela Prefeitura carioca, com atividades artísticas reconhecidas pelo Governo Federal, O Tablado é uma escola de teatro com cerca de 700 alunos e mais de 20 professores, atuante na formação cultural de cidadãos de todo o Brasil. Foi fundado em 1951 por Maria Clara Machado, autora de 23 peças infantis, entre elas “A bruxinha que era boa”, “A menina e o vento”, “O rapto das cebolinhas”, “O cavalinho azul” e “Pluft, O Fantasminha”, premiadas nacional e internacionalmente e traduzidas para diversos idiomas. Em 75 anos, O Tablado se tornou referência na formação de plateias sensíveis e de profissionais de teatro – cenógrafos, figurinistas, iluminadores, atores e diretores, a exemplo de Hamilton Vaz Pereira, Wolf Maya, Cininha de Paula, Claudia Abreu, Ingrid Guimarães, Louise Cardoso, Malu Mader, Du Moscovis, Leonardo Brício, Andréa Beltrão, Fernanda Torres, Rubens Corrêa, Drica Moraes, Jaqueline Laurence, Mateus Solano e Gregório Duvivier, entre muitos outros. A Bruxinha que Era Boa - Crédito fotográfico: Hernane Cardoso Serviço: Temporada de “A Bruxinha que era boa”: de 8 de agosto a 13 de setembro Sessões: sábados e domingos, às 17h Local: Teatro O Tablado - Avenida Lineu de Paula Machado, 795, Lagoa, Rio de Janeiro – RJ Ingressos: de R$ 40 a R$ 80, vendas no site https://bileto.sympla.com.br/event/123789/d/399624 Classificação etária: livre Site: https://www.otablado.com.br/ Rede social: https://www.instagram.com/teatrotablado Ficha técnica: Autora: Maria Clara Machado Direção Geral e Adaptação: Cacá Mourthé Música Original: Lincoln Vargas Cenografia: Julia Marina Figurinista: Elisa Faulhaber Iluminação: Rodrigo Belay Assistente de Direção e Preparadora Corporal: Julianna Firme Direção Musical: Lincoln Vargas Assistentes de direção musical: Caio Paranaguá e Ney Feijó Músicos: Ney Feijó e Cecília Brandão Desenho de Som: Leandro Lobo Operadores de Som: Caio Paranaguá e Maria Clara Reis Assistentes de cenografia: Rayane Da Vinha e Gabriel Andrade Cenotécnico: Guilherme Tommasi (GT Cenografia) Equipe de cenotecnia: Gaúcho (João Pedro Gerônimo), Marcus Pugliese e Edson Patrício Leôncio Aderecista: Alex Grilli e Eline Santos Figurinista Assistente: Luna Jatobá Assistente de figurino: Teo Canoro Caracterização: Lucas Raibolt e Arthur Dias Costureira: Riso Monteiro Perucas: Marcia Elias (Bruxo-Chefe, Bruxa Instrutora e Bruxa Fedelha) e Lucas Raibolt (Bruxa Caolha, Bruxa Fredegunda, Bruxa Fedorosa e Vice-Bruxo) Assistência de Iluminação: Jirllan Cavagna Montagem de luz: Jirllan Cavagna, Vitor Hugo Guimarães e Vicente Velloso Responsável técnico de iluminação e operador de luz: Vicente Velloso Direção de palco: Kinho Andrade Contrarregras: Victor Hugo Ribeiro, Francisco Vasconcelos e Nabuco Assessoria de Imprensa: Carlos Pinho Social Media e Gestor de Tráfego: Hernane Cardoso Design Gráfico: Luana Manuel Fotos e Produção Audiovisual: Hernane Cardoso Controler financeiro: Janaina Santos Bilheteria: Elisa Nunes e Zé Helou Administração: Janaina Santos e Luana Manuel Assistentes de produção: Jovi Gonçalves, Elisa Nunes e Kinho Andrade Direção de produção: Luana Manuel Realização: O Tablado Elenco: Bruxinha Ângela – Luiza Kosovski Bruxinha Caolha – Beatriz Linhales Bruxinha Fredegunda – Helena Alpino Bruxinha Fedorosa – Bruna Zordan Bruxinha Fedelha – Maria Repetto Bruxa-Chefe – Grila Grimaldi Bruxo Belzebu Terceiro – Samuel Valladares Vice-Bruxo – Rodrigo Barcelos Pedrinho – Gabriel Wotzik Stand-in: Julianna Firme Seres da Floresta: Antônia do Vale, Beatriz Ferreira, Dhulia Vitória, Emmanuel Roque, Gabriel Netto, Jovi Gonçalves e Maria Paiva Carlos Pinho









