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Revista do Villa

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Revista luso-brasileira de conteúdo sobre cultura, gastronomia, moda, turismo,

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Resultados encontrados para busca vazia

  • “Melodrama da Meia-Noite” faz curta temporada no Teatro Dulcina

    (Fonte: RL Comunica)   Devido ao sucesso de público, companhia Melodramática retorna aos palcos cariocas com Rita Von Hunty e grande elenco   Após mais de 15 anos de trajetória, a Companhia Melodramática @ciamelodramatica retoma aos palcos carioca com o espetáculo “Melodrama da Meia-Noite” com Rita Von Hunty e grande elenco. A montagem terá curta temporada, com três apresentações nos dias 24, 25 e 26 de abril (sexta, sábado e domingo), no Teatro Dulcina, no Centro do Rio de Janeiro.   Trata-se de uma peça de improvisação inspirada no melodrama francês do século XIX. A obra resgata o universo popular do gênero, com vilões cruéis, mocinhos apaixonados e personagens marcados por emoções intensas.   Sob o comando do Monsieur Le Professeur, os atores interpretam personagens arquetípicos do melodrama e, a partir de jogos dramatúrgicos, constroem tramas inéditas a cada apresentação. Amores impossíveis, famílias despedaçadas, crimes misteriosos e finais surpreendentes surgem em tempo real, sempre com a participação ativa da plateia, que assume o papel de “povo de Paris”.   “'Melodrama da Meia-Noite’ propõe uma viagem ao Boulevard du Crime, na Paris do século XIX, período em que se consolida o melodrama de inspiração francesa. Por meio de um jogo de improvisação, mediado pela figura de Monsieur Le Professeur, o público acompanha histórias construídas ao vivo e é convidado a interferir no destino de vilãs e vilões implacáveis, além de mocinhos e mocinhas apaixonados”, comenta o diretor do espetáculo, Paulo Merisio.   Aqui, o público tem voz — e até arremesso: bolas de meia voam em direção aos atores quando a cena não agrada, enquanto moedas são lançadas ao palco em sinal de aprovação. O destino dos personagens está, literalmente, nas mãos da plateia.   Com figurinos de época, trilha sonora executada ao vivo e iluminação criada em cena, “Melodrama da Meia-Noite” celebra um teatro popular, afetuoso e inteligente, que honra suas raízes históricas ao mesmo tempo em que dialoga com o presente por meio do jogo, da musicalidade e da improvisação.   Antes da apresentação de sábado (25/04), das 13h30 às 16h30, a Cia Melodramática realiza, no Teatro Dulcina, a Oficina Melodrama, voltada para atores, estudantes e amantes das artes cênicas. Ministrada pelo diretor Paulo Merisio, em parceria com o elenco, a atividade propõe uma experiência prática inspirada nos arquétipos do espetáculo, como vilões, mocinhos e personagens marcados por emoções intensas. As inscrições e mais informações estão disponíveis na plataforma Sympla, no link de compra dos ingressos.   Ficha técnica: Direção: Paulo Merisio Elenco: Gabriela De Paula, Glória Dinniz Ribas, Henrique Moretzsohn, Juliana Aquino, Leo Vaz, Marcio Antunes, Paulo Merisio, Rita Von Hunty, Virgínia Castellões e Wesley May. Produção: Glória Dinniz Ribas, Juliana Aquino e Virgínia Castellões. Produção executiva: Yan Pereira Iluminador: Pedro Garcia Operador de Som: Vander Rabelo Figurino: Fil Rodrigues Direção Gráfica: João Caetano Mídias e Gestão de Tráfego: Maria Flor Digital Captação de apoio: Oh Glória Produções Realização: Cia Melodramática Assessoria de Imprensa: RL Comunica     Serviço : Melodrama da Meia-Noite Local: Teatro Dulcina (Rua Alcindo Guanabara, 17 - Cinelândia) Data/ Horário: Dias 24 e 25 de abril (sexta e sábado), às 19h / Dia 26 de abril (domingo), às 18h. Lotação:450 lugares Classificação: Livre Ingressos: Inteira: R$100 / Meia: R$50,00 / Promocional: R$40,00           - Pelo link do Sympla: https://www.sympla.com.br/evento/melodrama-da-meia-noite-com-rita-von-hunty/3355703   Siga a Rede Social @ciamelodramatica    Nando Andrade

  • Concerto Sinfônico Bossa Nova Hoje hoje e sempre - Teatro Riachuelo-Centro

    Na última quinta-feira, dia 9, o Teatro Riachuelo foi tomado por uma atmosfera rara — daquelas em que o tempo parece desacelerar para ouvir melhor.  A Noite Sinfônica marcou o nascimento do projeto Bossa Nova Hoje e Sempre, celebrando não apenas um gênero, mas um estado de espírito. Clássicos que atravessam gerações ganharam novos contornos na interpretação da Orquestra Villa-Lobos, sob a condução sensível do maestro Adriano Machado. No palco, vozes que carregam a própria história da Bossa Nova — Roberto Menescal, Alaíde Costa e Wanda Sá — encontraram a nova geração representada por Theo Bial, em um encontro que uniu passado, presente e futuro em uma mesma vibração. Dora Vergueiro conduziu a noite, destacando a presença de Ruy Castro na plateia — guardião e narrador de tantas memórias desse movimento que mudou a música brasileira. Juntos, eles também dão vida ao videocast que irá registrar essas histórias, em conversas com artistas da Bossa Nova  para o portal www.bossanovahojeesempre.com.br . Mais do que um lançamento, foi um reencontro com a essência. Porque a Bossa Nova não pertence ao passado — ela continua acontecendo, agora. RELEASE https://www.midiorama.com/concerto-sinfonico-bossa-nova-hoje-e-sempre   Nome Colunista

  • Emídio Sousa avalia segundo Encontro Nacional do Associativismo Luso-Brasileiro como passo estratégico para a realização do “Portugal, Nação Global”

    Imagem: Emídio Sousa, Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, durante evento em Ouro Preto. Foto: Gabriel Caetano Durante o segundo Encontro Nacional do Associativismo Luso-Brasileiro, realizado entre os dias 25 e 27 de março, em Ouro Preto, Minas Gerais, e organizado pela Câmara Portuguesa de Minas, Emídio Sousa, Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, afirmou, em entrevista à Agência Incomparáveis , que o evento no Brasil reforça laços entre Portugal e o país sul-americano, fomenta projetos conjuntos e serve como preparação para criar uma comunidade económica global de portugueses, em linha com a iniciativa “Portugal, Nação Global”, que decorrerá nos dias 29 e 30 de abril, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, Portugal.   “O ‘Portugal, Nação Global’, que eu tive a oportunidade de o desenvolver, é um evento que estamos a lançar e que visa, precisamente, potenciar o intercâmbio de negócios e as câmaras de comércio luso-brasileiras têm aqui um papel fundamental”, afirmou este governante, relacionando o encontro em Ouro Preto com a preparação para o evento em Lisboa.   O secretário de Estado explicou que encontros como este contribuem para a articulação entre associações, empresários e câmaras de comércio, criando condições para que a iniciativa de abril gere oportunidades concretas.   O objetivo passa por “criar uma comunidade económica dos portugueses”, permitindo que, através da língua portuguesa e do movimento associativo, empresários se entreajudem, descubram oportunidades e façam negócios funcionarem de forma eficiente.   “Portanto, é uma ambição grande e, se o conseguirmos, eu penso que vamos marcar a história da nossa relação enquanto comunidades”, disse Emídio Sousa, que reforçou que o evento prepara concretamente a diáspora para o fórum “Portugal, Nação Global”.   “Aqui, as nossas câmaras de comércio têm um papel fundamental e eu penso que consegui transmitir a importância desse evento do ‘Portugal, Nação Global’ e desta nova marca que nós queremos que fique bem gravada nas pessoas que é esta Nação Global”, salientou.   “Somos nós portugueses, que estamos presentes em 178 países, que temos centenas de comunidades, algumas até nos sítios mais recônditos, portanto, temos tudo para fazer sucesso. Haja agora esta vontade que eu senti em todos de avançar!”, acrescentou.   O encontro em Ouro Preto debateu associativismo, sustentabilidade e cooperação económica, mobilizando associações, empresários, redes consulares e câmaras de comércio como ponte para o lançamento de bases económicas e culturais mais sólidas e duradouras entre Portugal e as suas comunidades globais.   Ígor Lopes

  • Orquestra Petrobras Sinfônica apresenta Villa-Lobos, George Gershwin e Beethoven no Theatro Municipal do Rio de Janeiro

    A apresentação conta com a regência do maestro Carlos Prazeres e a participação da pianista Erika Ribeiro   A  Orquestra Petrobras Sinfônica  apresenta, no  Theatro Municipal do Rio de Janeiro , no dia 14 abril, às 19h, mais uma edição de sua série de  Concertos Clássicos . Sob regência do maestro  Carlos Prazeres , o repertório une tradição e modernidade.  O programa começa com as  Bachianas Brasileiras nº 9 , de  Heitor Villa-Lobos , última obra do seu ciclo que sintetiza a fusão entre a tradição clássica europeia e os elementos rítmicos e melódicos brasileiros. Em seguida, a premiada pianista  Erika Ribeiro  se junta à Orquestra e interpreta os solos de   Rhapsody in Blue , de  George Gershwin , orquestrada por Ferde Grofé. Composta mais de um século depois, apresenta um caráter igualmente vibrante, mas com uma energia festiva própria. Trata-se de uma celebração musical que marcou a união inédita entre o jazz e a música sinfônica, criando uma sonoridade inovadora e marcante.  Para finalizar, a  Sinfonia nº 7 em Lá maior , de  Ludwig van Beethoven ,  uma peça extremamente alegre, frequentemente descrita como a “apoteose da dança”, definição consagrada por Richard Wagner. Esse título é bastante apropriado, pois, desde o primeiro movimento, a música convida a uma grande dança, capaz de envolver até mesmo quem está sentado na plateia, fazendo com que o público sinta o coração pulsar no mesmo ritmo da orquestra. Carlos Prazeres  é um dos mais requisitados maestros brasileiros de sua geração, filho de Armando Prazeres, idealizador e criador da Orquestra Petrobras Sinfônica, onde atuou por 8 anos como regente assistente de  Isaac Karabtchevsky. A tualmente é regente titular da Orquestra Sinfônica da Bahia e diretor artístico da Orquestra Light da Rocinha. Já dividiu palco com renomados artistas como Vladimir Vengerov, Gil Shaham, Hélène Grimaud, Valentina Lisitsa, Pablo Villegas, entre outros.   “Eu sempre fico muito feliz de estar junto com a Orquestra Petrobras Sinfônica, que fez e continua fazendo parte da minha vida. Foi fundada pelo meu pai e lembro-me, ainda criança, de percorrer as fileiras e estantes da orquestra nos concertos da Independência, no hall do edifício-sede da Petrobras, no Centro do Rio. Posteriormente, com o início do patrocínio oficial da Petrobras — que se deu justamente com a Sétima Sinfonia de Beethoven, obra de estreia desse novo momento —, essa relação se tornou ainda mais simbólica para mim. Então, eu tenho dois sentimentos que andam juntos: primeiro, a nostalgia de estar sempre junto a essa orquestra amada e querida do meu coração; e, também, a lembrança do meu pai, com a emoção e a saudade de vê-lo reger justamente a Sinfonia nº 7 com a Petrobras Sinfônica.” afirma Carlos Prazeres.  Já a pianista  Erika Ribeiro  possui uma trajetória marcada por participação em concursos e premiações no cenário da música clássica. Ela foi vencedora de diversos concursos nacionais de piano e se apresenta com frequência nas principais salas de concerto brasileiras. Em 2022, seu primeiro álbum solo foi indicado ao Grammy Latino, na categoria de “Melhor disco de música clássica” e também foi finalista do Prêmio Concerto na categoria “Melhor disco do ano”. Além disso, Erika é professora na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO, onde leciona Piano e Música de Câmera. Villa-Lobos, Gershwin e Beethoven são compositores de contextos distintos que contribuíram para a formação e circulação da música em diferentes sociedades. Villa-Lobos articulou elementos de práticas musicais brasileiras com a tradição de concerto, ampliando a presença do Brasil no repertório internacional. Gershwin aproximou estruturas da música de concerto e linguagens do jazz e da música popular urbana nos Estados Unidos, favorecendo o diálogo entre públicos e circuitos. Beethoven atuou na transição entre períodos da música europeia, expandindo formas e estabelecendo referências que influenciaram a produção posterior. Em conjunto, suas obras seguem presentes, funcionando como pontos de conexão entre tradição, inovação e difusão cultural. Serviço Data: 14 de abril de 2026 (terça-feira) Horário: 19h Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro - Praça Floriano, S/N - Centro, Rio de Janeiro - RJ Ingressos: na bilheteria do Theatro Municipal ou em   petrobrasinfonica.com.br     Alex Varela

  • O Morro dos ventos uivantes: nada é limpo aqui

    O novo O Morro dos Ventos Uivantes acertou onde muitos remakes tropeçaram: não tenta ser atual, ele tenta ser verdadeiro e isso muda tudo! A fotografia é de uma beleza quase dolorida até o fim. Tudo é rigorosamente enquadrado, com uma paleta de preto, branco e vermelho que atravessa a narrativa com força e elegância. Se você gosta de organização como eu, vai adorar os planos simétricos, os personagens centralizados… É precisão nível cirúrgica, mas o melhor é que não é só bonito: é linguagem. E a trilha sonora faz justo o contrário, é leve, delicada, sem invadir, só envolvendo.   Tecnicamente, é um filme perfeito. A direção conduz com segurança, sem as saídas fáceis que todos detestamos. A montagem caprichou respeitando o tempo do drama sem pressa. O filme não entrega emoção chata mastigada. Não facilita, precisamos pensar ao assistir.   Heathcliff (Jacob Elordi) impressiona pela humanidade crua. O garoto que passou por tanta maldade, ele não pede empatia, arranca quase que a fórceps. Existe uma dor ali nele que não se explica, só se sente. Quero destacar um ator que eu não conhecia: Martin Clunes, que faz o senhor Earnshaw, pai da protagonista. Que potência! Em poucos minutos de tela, quase roubou o filme. Catherine Earnshaw  é praticamente uma anti-heroína interpretada por Margot Robbie. Ela faz tudo errado, tudo! E, ainda assim, a gente torce por ela; não sei bem por que. Talvez haja algo reconhecível naquela impulsividade, naquela falha trágica, naquela toxicidade toda.   O filme não romantiza: ele expõe. Tanto Catherine como Heatcliff são tóxicos, atravessam o outro e se ferem de um jeito assustador. E é nesse ponto que o longa ganha densidade. Há uma camada quase psicanalítica, o desejo como falta, como excesso, como repetição de um vazio que nunca se preenche mesmo com os maiores descontroles possíveis.   A pergunta ficou comigo foi: até que ponto a gente também não é assim? No roteiro, não há concessão. É uma história sobre confronto, sobre obsessão, desejo. Tentar enquadrar isso nos valores de 2026 é reduzir a potência desse drama escrito em 1846 por Emily Brontë, ainda atual assustadoramente.   Cláudia Felício (roteirista, escritora best-seller e crítica especializada em cinema)

  • Suíça: Língua portuguesa ganhou espaço no Salão do Livro de Genebra

    Imagem: Linia Brandt, responsável pela iniciativa. Foto: Agência Incomparáveis A nossa reportagem acompanhou a edição 2026 do “Salão Internacional do Livro de Genebra”, considerada a maior feira editorial da Suíça francófona, que decorreu entre 18 e 22 de março, celebrando a sua 40ª edição com cerca de 100 mil visitantes e 1.500 autores. Um evento que contou com a presença da língua portuguesa através do stand E-Linia Brandt, integrado no “Europa Literatura Network - Clube de Networking Literário”, que recebeu escritores portugueses, brasileiros e de outras geografias lusófonas.   Num ambiente marcado pela diversidade cultural, o espaço destacou-se como ponto de encontro para autores da lusofonia, refletindo a importância da comunidade portuguesa e brasileira na Suíça, e afirmando a língua portuguesa num contexto editorial internacional.   Em entrevista, Linia Brandt explicou que a criação do projeto nasceu de uma necessidade pessoal, afirmando que “a iniciativa nasceu da necessidade de falar para o mundo que eu era escritora”, numa trajetória que começou de forma individual e evoluiu para uma plataforma coletiva de apoio a outros autores.   A entrada no Salão do Livro surgiu de forma quase inesperada, quando percebeu as limitações de acesso ao evento.   “Procurei ter uma mesa aqui no Salão e não tinha mais espaço disponível, apenas um stand”, destacou. Foi neste sentido que Linia procurou estruturar um projeto próprio e criar um espaço dedicado à literatura independente. A partir desse momento, o stand E-Linia Brandt passou a assumir um papel agregador dentro da comunidade lusófona.   “Convidei escritores a virem partilhar comigo esse momento”, disse, recordando que, hoje, o seu espaço “é dedicado a todos os escritores independentes que não sabem para onde ir”, posicionando assim “como uma porta de entrada para novos autores no circuito internacional”.   A iniciativa responde também a uma lacuna identificada ao longo dos anos no próprio evento.   “Sempre procurava no Salão um livro em português”, sublinhou, porém, a reduzida presença de obras lusófonas reforçou a sua missão de “criar um espaço próprio para essa representação”. Um compromisso que se traduziu na abertura do projeto a novos participantes.   “Todos que queiram estar no Salão, participando no meu stand, são bem-vindos”, afirmou.   Para além da promoção de outros autores, Linia Brandt apresentou também os seus próprios livros, centrados na experiência da imigração, identidade e desenvolvimento pessoal. Entre as obras destacam-se “ Uma Edelweiss com Raízes Brasileiras” , onde reflete sobre 26 anos de imigração na Suíça; “ Quer Imigrar para a Suíça?” , dedicado aos desafios emocionais e sociais do percurso migratório; e “ A Arte de Viver Bem, Praticando o Jejum” , baseado na sua experiência pessoal de transformação.   A autora assume a sua identidade como um equilíbrio entre culturas, manifestando ter orgulho em dizer que é suíça, assim como em dizer que é brasileira.   No âmbito do evento, foi ainda apresentada a nova revista “ 40 anos, 40 Mulheres Construtoras de Pontes” , lançada no próprio Salão do Livro de Genebra, reunindo testemunhos femininos ligados à diáspora e à construção de percursos entre culturas.   “Essa revista é para todas as mulheres que atravessam pontes”, disse.   “Posso dizer que a nossa presença no Salão do Livro de Genebra afirma-se como uma plataforma de visibilidade para a língua portuguesa, contribuindo para a afirmação da literatura lusófona num evento de dimensão internacional e reforçando o papel das comunidades emigrantes na difusão cultural”, finalizou Linia Brandt.   Ígor Lopes

  • Segunda edição do Festival “O Que Move Você?” celebra arte, acessibilidade e diversidade no Rio

    O Ministério da Cultura e o Rio Brasil Terminal apresentam a segunda edição do Festival O Que Move Você?, com apoio da Prefeitura do Rio, por meio da Cidade das Artes, e realização da Embaixadores da Alegria. O evento acontece nos dias 11 e 12 de abril, das 15h às 21h30, na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, com entrada gratuita. @embaixadoresdaalegria_ @cidadedasartes_.   Com foco no protagonismo da pessoa com deficiência, o festival reúne artistas com e sem deficiência em uma programação diversa de música, teatro, painéis, exposição, yoga, atrações circenses, DJs, oficinas e área gastronômica. Entre os destaques estão nomes como Jonathan Ferr, Bossacucanova, Alfredo Del-Penho, Rodrigo Sha, Marco Suzano, Jovi Joviniano, Guilherme Dantas, Luís Carlinhos e Bel Kutner.   A programação inclui ainda a exposição “Sou Down, Soul Up”, oficinas de musicalização, meditação guiada, dança em cadeira de rodas, contação de histórias e apresentações especiais com total acessibilidade, pensadas para diferentes deficiências. Programação completa em ingressos @0qmovevc.   No teatro, dois espetáculos ganham destaque: “Meu Amor é Cego”, dirigido por Bel Kutner, e “Meu Corpo Está Aqui”, obra premiada baseada nas vivências de artistas PCDs, abordando afeto, autonomia, corpo e sexualidade.   Os painéis “Encontros que Movem” ampliam a proposta do festival ao promover debates sobre ciência, inclusão, maternidade atípica e cotidiano da pessoa com deficiência, com convidados como a pesquisadora Tatiana Sampaio, Caio Leitão, Yohama Eshima e Maria Teresa Stengel.   Idealizado por Caio Leitão, cofundador da Embaixadores da Alegria, o festival reforça a arte como instrumento de inclusão, acolhimento e combate ao capacitismo, criando um espaço de encontros, escuta e valorização da diversidade humana. Fonte: Sheila Gomes Nando Andrade

  • “Mais do que nunca é importante a gente fomentar o comércio exterior”

    Imagem: Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central do Brasil. Foto: Funcex/divulgação Durante a comemoração dos 50 anos da Fundação de Comércio Exterior e Relações Internacionais (Funcex), no Rio de Janeiro, Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, foi homenageado como “Personalidade do Ano 2025” em Comércio Exterior. Na sua intervenção, o dirigente refletiu sobre o papel histórico da fundação e sobre a evolução do comércio internacional, destacando a capacidade de adaptação do Brasil às transformações globais e a importância de uma visão estratégica no apoio às empresas nacionais.   Galípolo iniciou a sua intervenção recordando o contexto geopolítico do passado, incluindo o impacto do choque do petróleo de 1976 e as movimentações estratégicas entre grandes potências, como os Estados Unidos e a China.   Segundo o presidente do Banco Central, essas mudanças mostraram que “passou a haver uma queda de exportação na China diretamente para os Estados Unidos, mas o aumento das exportações da China para o Vietnam, para o México, do México para os Estados Unidos” demonstra a complexidade das cadeias comerciais globais e a necessidade de adaptação das políticas de comércio exterior.   O presidente do Banco Central salientou também o valor civilizatório do comércio internacional, afirmando que ele promove interdependência e cooperação entre povos, o que permite que o bem-estar de uns dependa da contribuição de outros.   Para Galípolo, esta dimensão humana e económica torna o papel da Funcex especialmente relevante.   “Defender o comércio exterior neste momento histórico tem um papel civilizatório, tem um papel de defesa de uma dimensão da humanidade”, destacou.   Ao longo do discurso, o responsável enfatizou ainda a importância de reconhecer a função estratégica das instituições no fortalecimento do comércio exterior, lembrando que a Funcex atua como facilitadora da internacionalização das empresas brasileiras e promotora de políticas públicas.   “Mais do que nunca é importante a gente fomentar o comércio exterior enquanto uma peça desse tecido que envolve a integração dos povos e a interdependência do trabalho dos seres humanos”, referiu Galípolo, que encerrou a sua intervenção com uma saudação à Funcex pelo seu cinquentenário e votos de continuidade, defendendo que a fundação deve continuar a ser um instrumento essencial para o desenvolvimento sustentável do comércio externo brasileiro e para a inserção do país nos mercados globais.   “Queria dar os parabéns pelos cinquenta anos, mas, mais do que isso, desejar toda a sorte para os próximos cinquenta anos, que a gente possa contar uma história de êxito de futuro, de integração no Brasil um papel essencial no formato do comércio exterior”, concluiu.   O evento que celebrou os 50 anos da Funcex na cidade maravilhosa decorreu no último dia 25 de março. Ígor Lopes

  • Teatro Vivo Sp: Clarice Niskier estreia obra inspirada nas cancoes de Zeca Baleiro, A Esperança na Caixa de Chicletes Ping Pong

    Niska Produções Culturais apresenta em São Paulo o espetáculo “A ESPERANÇA NA CAIXA DE CHICLETES PING PONG” texto, atuação e direção de Clarice Niskier supervisão de direção de Amir Haddad direção musical de Zeca Baleiro INDICADA AO PRÊMIO APCA DE MELHOR DRAMATURGIA 2022 Inspirado nas canções de Zeca Baleiro, o texto de Clarice é uma declaração de amor à cultura popular brasileira. O texto, em rima, é um livre-cordel que fala da brasilidade, formada por fragmentos de diferentes culturas, como um dos patrimônios imateriais mais importantes do planeta. Clarice procura responder à pergunta de seu filho: “Mãe, por que você nunca quis morar em outro país?” A peça é uma espécie de “fico” da atriz que, de forma gingada e poética, revela as esperanças e as desesperanças que compõem a sua decisão de abraçar o Brasil. O espetáculo reúne 45 músicas de Zeca Baleiro (trechos ou íntegras) interligadas aos pensamentos e sentimentos da atriz. Sobre ética, reflete a partir de textos de  Sérgio Buarque de Holanda, Eduardo Galeano e do historiador Yuval Harari. Villa-Lobos e Chico Buarque, entre outros, levaram Clarice até Zeca Baleiro, e assim ela mostra ao filho de forma pop o amor pela cultura popular brasileira. ESTREIA: 18 de abril (sab), às 20h ONDE: Teatro Vivo - Av. Dr. Chucri Zaidan, 2460 - Vila Cordeiro / SP     Tel: (11) 3430-1524 HORARIOS: 6ª e sab às 20h, dom às 18h / INGRESSOS: R$140 e R$70 (meia) em https://bileto.sympla.com.br/event/117450?share_id=1-copiarlink ou na bilheteria nos dias de peça 2h antes da apresentação / CLASSIFICAÇÃO: 16. anos / DURAÇÃO: 80 min / CAPACIDADE: 274 espectadores / ACESSIBILIDADE: assentos reservados para acessibilidade via reserva na bilheteria ou em teatrovivo@trimitraco.com.br / GÊNERO: comédia pop lírica / TEMPORADA: até 07 de junho INGRESSO VIVO VALORIZA: Cliente Vivo Valoriza possui 50% de desconto na compra de até um par de ingressos (não acumulativo com direito de meia entrada nem outras promoções). O cliente deverá entrar no APP Vivo e realizar o resgate do voucher de desconto na aba Vivo Valoriza. O voucher deverá se apresentado na entrada do teatro. A não apresentação do voucher poderá levar ao cliente ter que efetuar o pagamento do complemento do desconto para validação do ingresso. FOTOS: https://drive.google.com/drive/folders/1LBTvUiChv2AVHWoK1G9MRHzx0EN3yX0P?usp=share_link     “A Esperança Na Caixa de Chicletes Ping Pong”, espetáculo de Clarice Niskier inspirado na obra de Zeca Baleiro e indicado ao Prêmio APCA de Melhor Texto, volta a São Paulo para temporada no Teatro Vivo a partir de 18 de abril. Esse espetáculo celebra também a parceria de mais de 20 anos da atriz com o diretor Amir Haddad.   “Eu amo a cultura popular brasileira, plural, multifacetada, multirracial, que não impõe uma verdade absoluta. Tenho uma relação visceral com o palco e com a música popular brasileira: ela nunca nos deixou na mão. É sobre esse amor à terra da cultura. Um cordel pop sobre a nossa infinita criação.”     Estas reflexões de Clarice Niskier foram mote para a criação de “A Esperança Na Caixa de Chicletes Ping Pong”. Durante quatro anos de pesquisa, embalada pela obra de Zeca Baleiro, Clarice escreveu e reescreveu o texto, contando com a colaboração do próprio Zeca, com quem se encontrou regularmente ao longo do processo.   “Por meio do trabalho dele, me sinto em casa novamente no meu país. Zeca Baleiro tem um olhar afinadíssimo para a cultura popular e para os acontecimentos do mundo, sabe mesclar como ninguém humor, afetividade e crítica em suas letras, com ritmos e melodias de todos os estilos possíveis, melodias que se desdobram em belas canções que já fazem parte do acervo da MPB”, conta Clarice. “Você vai mergulhando no trabalho dele e vê como são ricas suas letras e melodias, sem preconceitos, abertas a várias influências. Somos um país com inúmeras visões de mundo, crenças, religiões, raças, isso é encantador, é isso que devemos celebrar”.      SINOPSE   Embalada por 45 músicas de Zeca Baleiro, Clarice vai desfiando memórias, sentimentos e perguntas sobre o Brasil, a vida, o sucesso e o amor. Desejos e reflexões se encadeiam de forma lúdica, através de versos, para exaltar a brasilidade.   DE ONDE VEM O TÍTULO DA PEÇA?   O título tem origem numa experiência muito pessoal de Clarice, revelada ao público durante a peça:   “Quando pequena, criava esperanças (o inseto) dentro de uma caixa de chicletes Ping Pong. O sorveteiro da carrocinha da esquina me dava uma caixa vazia, a de 25 unidades. Eu forrava com folhinhas verdes, e colocava a esperança ali. Às vezes, ela fugia, entediada, voltava pra mata, eu entendia, ficar presa, coisa chata. Criar esperança é muito bom. Evita mau-olhado, resolve problemas sexuais, e traz o futuro em três dias.”   FRAGMENTOS DA PEÇA   Um dia, juro, parada no muro da Av. Paulista / Sentindo a tristeza do mundo / Resolvi tomar um café no Bar do Raimundo / Só o nome é ficção / E lembrei do Chico / O nosso Buarque de Holanda / Receitando Para Todos / O derradeiro remédio para cada dor humana / Um músico brasileiro / Então, prenhe de rima e cafeína / Vim pro teatro, meu terreno baldio / E com saudade do Rio / Do Vitor, do Zé / Com ternura, pensei na minha cura / E decidida bradei no meu terreiro / Eu, vou de Zeca Baleiro.   Raízes do Brasil / Um livro extraordinário / O pessoal da direita diz que é de esquerda / O pessoal da esquerda diz que é de direita / Leiam, senhores / Ler por osmose, nossa pior neurose / E pensemos / Oremos / Dancemos / Para sairmos dessa Era dos Extremos.     AS MÚSICAS   1.             Samba do Approach - letra & música 2.             Babylon - letra & música; e versos 3.             Homem Só – versos 4.             Balada do Oitavo Andar – versos 5.             Lenha – versos 6.             Amargo – versos 7.             Mamãe no Face – letra & música 8.             Era Domingo – letra & música 9.             Bienal - versos 10.          Minha Tribo Sou Eu - letra completa 11.          Pastiche - letra completa 12.          VôImbolá – versos 13.          Desesperança – letra & música (parceria com Paulo Monarco /poema Sousândrade). 14.          Drumembeis – versos 15.          Pedra de Responsa – versos 16.          Parque de Juraci – letra & música 17.          Muzak – letra & musica  18.          Trecho 1 “Novela Selfie dos Cinquenta Anos – ZB” 19.          Meu Nome É Nelson Rodrigues - letra completa 20.          Trecho 2 “Novela Selfie dos Cinquenta Anos – ZB” 21.          Trova – letra & música 22.          Outra Canção do Exílio – versos 23.          Heavy Metal do Senhor – versos 24.          Cigarro – versos 25.          Por Onde Andará Stephen Fry? – letra & música 26.          Vocação – voz de ZB (parceria Padre Zezinho) 27.          Trecho 3 “Novela Selfie dos Cinquenta Anos – ZB” 28.          Salão de Beleza – versos 29.          Trecho 4 “Novela Selfie dos Cinquenta Anos – ZB” 30.          De Mentira – versos 31.          Vai de Madureira – letra & música ou versos 32.          O Desejo – versos 33.          Mamãe Oxum da Cachoeira – letra & música 34.          Telegrama – versos 35.          À Flor da Pele – letra & música 36.          Minha Casa – letra completa 37.          Nu – versos 38.          Yes – versos 39.          Brigitte Bardot – letra & música 40.          Eu Despedi o Meu Patrão – versos 41.          Bandeira – letra completa 42.          Bachianas nº5 Villa Lobos versão ZB  43.          Melodia Sentimental Villa Lobos versão ZB 44.          Tudo Passará – de Nelson Ned – voz ZB 45.          Chovia no Canavial- versos   FICHA TÉCNICA   Texto, Interpretação, Direção Geral: Clarice NiskierSupervisão de Direção: Amir HaddadTrilha Sonora e Direção Musical: Zeca BaleiroCriação, Confecção, Ressignificação do Manto Vermelho de Zeca Baleiro: XarlôCenografia: José DiasIluminação: Aurélio de SimoniFigurino: Kika LopesPreparação de voz: Rose Gonçalves Interpretação de canto: Pamella MachadoPreparação Corporal: Mary KunhaAdereçamento dos Instrumentos: XarlôConfecção da Esperança: Fernando SantanaDireção de Cena, Operação de Luz e Som: Carlos Henrique PereiraArte Gráfica: Carol VasconcellosAssistente de Figurino: Sassá MagalhaesAssistente de Iluminação: Guiga EnsáFotos: Dalton Valerio e Zé RendeiroAssessoria Jurídica: Luciana Arruda ( SP )Direção de Produção: José Maria Braga Assistente de Produção: Fernanda Tein Parceria Cultural: Ponto de Bala Produções Promoção: Terra Apoio: Vivo, Casa Gira Realização: Niska Produções Culturais Assessoria de Imprensa: JSPontes Comunicação - João Pontes e Stella Stephany   ZECA BALEIRO   Zeca Baleiro nasceu em 11 de abril de 1966 em São Luís do Maranhão. Começou a carreira participando de festivais e compondo música para teatro infantil nos anos 80. Com sua mistura de ritmos e referências musicais diversas, canções líricas e a verve afiada de humor e ironia, o cantor e compositor foi recebido com entusiasmo pelo público e imprensa quando lançou seu primeiro disco, “Por Onde Andará Stephen Fry?”, em 1997.   Ao longo destes quase 30 anos, lançou dezessete discos de estúdio, oito álbuns ao vivo, DVDs e vários projetos especiais, em que se destacam o disco em parceria com a poeta Hilda Hilst, “Ode descontínua e remota para flauta e oboé – de Ariana para Dionísio”; “Café no Bule”, CD em parceria com Paulo Lepetit e Naná Vasconcelos; e “Zoró Zureta”, projeto para crianças que inclui os CDs “Zoró [bichos equisitos] Vol.1” e “Zureta Vol.2”; um aplicativo e o DVD de animações “A Viagem da Família Zoró”. Também comandou o programa de TV “Baile do Baleiro”, que estreou em 2016 no Canal Brasil.   Como produtor, realizou álbuns de artistas diversos, dentre eles Sérgio Sampaio (“Cruel”), Antonio Vieira (“O Samba é Bom”), Vanusa (“Vanusa Santos Flores”), Odair José (“Praça Tiradentes”), Wado (“O Ano da Serpente”), o angolano Filipe Mukenga (“Nós Somos Nós”) e Edson Cordeiro (“Ouve a minha voz”). Desde 2006 mantém o selo Saravá Discos, por onde tem lançado projetos de perfil alternativo e seus próprios álbuns.   Artista multifacetado, Zeca Baleiro vem se dedicando também à literatura e ao teatro (tem quatro livros lançados e é autor de duas peças). Compôs trilhas para dança (“Mãe Gentil”, “Bicho Solto Buriti Bravo”, “Cubo” e “Geraldas e Avencas”), teatro (“Lampião e Lancelote”, “Roque Santeiro”, “O Ninho”, “Gente é Gente”, “Felicidade”) e cinema (“Carmo”, “Oração do Amor Selvagem” e “Paraíso Perdido”).   Excursionou por vários países da Europa (Bélgica, Alemanha, França, Itália, Portugal, Espanha e Suíça), África (Cabo Verde e Angola) e América do Sul (Argentina e Uruguai). Tem álbuns editados em Portugal, Espanha, Argentina e França.   CLARICE NISKIER   Clarice Niskier é atriz, dramaturga e diretora de teatro. Completou 40 anos de profissão em 2022. Seus estudos começaram em 1980 na escola O Tablado, fundada por Maria Clara Machado, no Rio de Janeiro, onde participou da montagem amadora da peça Tambores Na Noite, de Bertolt Brecht, sob a direção de Dina Moscovici, que lhe valeu o convite para estrear profissionalmente a peça Porcos com Asas, no Teatro Cacilda Becker, em 1982, como protagonista. De lá para cá, somam-se mais de 45 espetáculos em seu currículo.   Foi indicada por três vezes ao Prêmio Shell de Melhor Atriz, pelas peças A Lista; Troia e A Alma Imoral – por esta foi vencedora, com sua adaptação do livro homônimo do escritor e rabino Nilton Bonder, em cartaz há 20 anos, e já assistida por mais de 750 mil espectadores em todo Brasil. Atualmente, produz, dirige e interpreta as seguintes peças que fazem parte de seu repertório: Coração de Campanha, de sua autoria, ao lado do ator Isio Ghelman; A Alma Imoral; A Lista, de Jennifer Tremblay, e A Esperança Na Caixa de Chicletes Ping Pong, também de sua autoria, baseada nas canções de Zeca Baleiro. “A Esperança”, foi indicada em 2002 ao Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) de Melhor Dramaturgia. Esse repertório é fruto de sua parceria de mais de 20 anos com o mestre Amir Haddad e com o produtor e músico José Maria Braga.   A atriz já trabalhou com diversos diretores, entre eles, Antônio Pedro, Domingos Oliveira, Eduardo Wotzik, Felipe Hirsh, Bia Lessa, Lucia Coelho e Paulo José. Com André Acioly, José Maria Braga e o ator Elias Andreato, fundou durante a pandemia a Companhia Aldeia dos Bobos, realizando vários trabalhos poéticos on line.   A Esperança Na Caixa de Chicletes Ping Pong, aborda temas como ética e cultura popular brasileira, estreou em março de 2020, no Rio, foi interrompida durante a pandemia, e reestreou com sucesso em SP, no Teatro J. Safra, em maio de 2022, e voltará em cartaz em 2026. A atriz tem ainda trabalhos no cinema, na televisão, já participou de várias novelas, porém, como gosta de dizer, o teatro é a sua casa. O documentário Nua Dos Pés À Cabeça, sobre os seus 40 anos de Teatro, com direção e roteiro de Renata Paschoal, está disponível pelo streaming do Canal Curta!. Como Clarice gosta de dizer: “Na arte teatral, assim como na vida, somos um processo sem fim: não temos aonde chegar, mas como e por onde seguir”.         Vivo Cultura   Considerada uma das principais marcas apoiadoras da cultura no Brasil, a Vivo investe nas artes visuais, cênicas e na música para ampliar e democratizar o acesso dos brasileiros à cultura. Isso porque a empresa acredita no poder da tecnologia para potencializar o alcance das iniciativas culturais e contribuir para transformação social por meio da arte.   Além de apoiar a circulação de espetáculos culturais por todo país, a Vivo possui o Teatro Vivo em São Paulo, que em 2025 promoveu 13 espetáculos, vistos por mais de 52 mil pessoas, e incentiva importantes equipamentos culturais, como a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), Pinacoteca de São Paulo, MASP, MIS São Paulo, Instituto Inhotim, Museu Oscar Niemeyer e MAM- São Paulo. Todas as suas iniciativas buscam ampliar o acesso ao conhecimento com novas formas de vivência e aprendizado, fortalecidas nos aspectos de diversidade, inclusão, coletividade e educação. Alex Varela

  • Joana Teixeira é homenageada na Quinta da Henriqueta

    Sugestão de pauta .um beijinho ,Monica Alvarenga  A  escritora Joana Teixeira foi homenageada por Bayard Do Coutto Boiteux ,no restaurante Michelin  Quinta da Henriqueta ,no jardim Botânico ,por sua colaboração para a arte de escrever com o seu romance Despertar de um sonho.                                  Um grupo de apenas 11 convidados desfrutou de pratos da gastronomia portuguesa e pode confraternizar com a autora ,que lança um novo  livro no ano que vem.                                                                      Boiteux aproveitou o almoço para anunciar que está escrevendo um livro ,juntamente com Matheus Oliveira ,sobre Aloysio Teixeira ,marido de Joana com passagens de sua vida pública e empresarial e depoimentos de amigos: Aloysio Teixeira um apaixonado pelo Rio. Fotos divulgação   Divulgação Rio

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