Revista do Villa
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Revista luso-brasileira de conteúdo sobre cultura, gastronomia, moda, turismo,
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- Sociedade da Excelência Luso-Brasileira decide promover primeiro Fórum exclusivamente on-line
Imagem gerada por IA Responsáveis pela Sociedade da Excelência Luso-Brasileira (SELB) anunciaram que o 1.º Fórum da entidade, diferentemente do anunciado anteriormente, decorrerá exclusivamente em formato totalmente digital, com acesso gratuito, e com transmissão ao vivo para participantes de diferentes países, no próximo dia 15 de junho. Uma iniciativa que pretende “consolidar-se como uma plataforma internacional de debate, cooperação e partilha de conhecimento entre Portugal e Brasil”. O evento estará disponível para ser acompanhado pelo público através deste link: https://teams.microsoft.com/meet/240715431784291?p=iufKk8fCaDqlCkpNAv A organização destaca ainda que o evento nasce com o objetivo de “fortalecer os laços institucionais, académicos, culturais e empresariais entre os dois países, reunindo especialistas de diferentes áreas para debater os desafios e oportunidades da atualidade”. Segundo esses mesmos responsáveis, o fórum pretende ainda “reforçar a ligação entre comunidades científicas, universidades, empresas, ecossistemas de inovação e representantes da sociedade civil dos dois lados do Atlântico”, num momento em que temas como inteligência artificial, transformação digital, educação, saúde mental, inovação empresarial e o acordo Mercosul-União Europeia ganham espaço nas agendas internacionais. “A qualidade dos participantes é excecional, e isso enche-nos de orgulho. Conseguimos reunir vozes de grande mérito, dos dois lados do Atlântico, que trazem consigo experiência, visão e, acima de tudo, vontade de construir pontes entre Portugal e Brasil. Este fórum é mais do que um espaço de debate: é um encontro de talentos, de ideias e de compromisso com o futuro comum que queremos fortalecer”, defendeu Pedro Ramos, presidente da SELB. Este responsável sublinhou ainda que “os temas em discussão refletem exatamente esse espírito, com debates sobre inovação, transformação digital, inteligência artificial generativa, sustentabilidade, liderança, empresas familiares e o futuro da cooperação luso-brasileira, incluindo também a dimensão estratégica das relações económicas entre os dois países”. Saiba mais sobre o evento e a SELB em: https://lusobrasil-connect.lovable.app/ Programa reflete temas em destaque entre os dois países A sessão de abertura está marcada para as 10h00 no Brasil e 14h00 em Portugal, com intervenção de Manuel Moreira da Silva, presidente do ISCAP – Politécnico do Porto, que abordará a importância da cooperação académica e científica luso-brasileira num cenário internacional marcado pela transformação tecnológica e pelas novas exigências globais. O primeiro painel do encontro terá como tema “Natureza e originalidade da cultura da excelência luso-brasileira, habilitadora do futuro”. O debate irá centrar-se na construção histórica e cultural da relação entre Portugal e Brasil, bem como na influência dessa ligação na formação de novas dinâmicas de inovação, criatividade e pensamento estratégico. Durante este painel, Pedro M. Martins, chairman da SELB, apresentará a comunicação “A excelência luso-brasileira das velas de Cabral à supremacia quântica”, numa reflexão sobre a evolução histórica das relações entre os dois países e o impacto da ciência e da tecnologia no contexto contemporâneo. Já Natasha Geràldo, diretora de Diversidade da SELB, irá abordar “A vantagem de ter a diversidade no DNA da natureza luso-brasileira” tema que pretende analisar a pluralidade cultural como fator diferenciador para inovação, integração e desenvolvimento social. Ainda no primeiro painel, Andréa Luísa Teixeira, diretora de Artes & Letras da SELB, e Alberto Pacheco, professor da UniNova, apresentarão a comunicação “Recitativos de salão luso-brasileiros”, proposta voltada para a relação entre património cultural, música e identidade histórica partilhada entre Portugal e Brasil. A mesa redonda deste painel será moderada por Pedro Ramos, presidente da SELB. O segundo painel será dedicado ao tema “Desafios contemporâneos diferenciadores da comunidade educacional e científica luso-brasileira, no contexto global”. A sessão reunirá especialistas ligados às áreas da educação, investigação científica, gestão de pessoas e saúde mental. A professora Dora Martins, diretora da Pós-Graduação sobre Inteligência Artificial e Gestão de Recursos Humanos do ISCAP – Politécnico do Porto, irá falar sobre “A excelência da gestão de pessoas luso-brasileira contemporânea”, refletindo sobre os novos desafios das organizações e das lideranças em ambientes cada vez mais tecnológicos. Por sua vez, Vanessa Alcici, executiva da ID Singular, irá sublinhar a “Experiência luso-brasileira do Prémio de Gestão Humanizada”, iniciativa ligada às novas abordagens corporativas focadas em gestão de talento e valorização humana. A saúde mental no ambiente educacional será outro dos temas em destaque. Luiz Paulo Ribeiro, professor e investigador da Universidade Federal de Minas Gerais, apresentará uma reflexão sobre os desafios psicológicos e emocionais enfrentados por estudantes, docentes e investigadores na atualidade. Já Hugo Miguel Carvalho, professor coordenador do ISCIA, abordará “O otimismo dos estudantes do ensino profissionalizante e superior”, tema relacionado com expectativas profissionais, qualificação académica e perspetivas de futuro das novas gerações.A mesa redonda deste segundo painel será moderada por Carolina Resende, diretora Académica & Científica da SELB. A inovação tecnológica e a inteligência artificial estarão no centro do terceiro painel, intitulado “Novas fronteiras da inovação luso-brasileira na era da GenAI”. O debate deverá concentrar-se nas transformações provocadas pelas novas tecnologias, especialmente pela inteligência artificial generativa, nos ambientes empresariais, urbanos e institucionais. Egon Barbosa, CEO da Liquid Innovation CO – USA & Europe, irá apresentar o tema “Smart City of Rock do Rock in Rio – For a better world at smart scale”, abordando soluções tecnológicas ligadas a cidades inteligentes e experiências de grande escala. Na sequência, Sérgio Gama, principal AI Solution Architect da TD Synnex, falará sobre “Reinventando negócios com IA na prática luso-brasileira”, tema centrado na aplicação prática da inteligência artificial em empresas e organizações. A especialista em inovação e transformação digital Tatiana Oliveira apresentará a comunicação “Jornada de dados como catalisador para inovação – cases luso-brasileiros”, destacando exemplos relacionados com análise de dados, digitalização e tomada de decisão estratégica. A mesa redonda deste painel será moderada por Dirceu Matheus Jr., diretor de Inovação da SELB. O quarto e último painel do fórum colocará em discussão o tema “Acordo Mercosul/UE – Um oceano de oportunidades para a economia luso-brasileira”, considerado um dos principais temas na atualidade. A sessão terá início com a intervenção de Ígor Lopes, diretor de Relações Internacionais da SELB, que fará o enquadramento estratégico das oportunidades atuais para empresas, instituições e ecossistemas de negócios ligados a Portugal e Brasil. O advogado e conselheiro da SELB Luiz Fernandes irá abordar o “Potencial das parcerias entre startups luso-brasileiras”, numa análise sobre inovação, empreendedorismo tecnológico e internacionalização de empresas. Já Otacílio Soares, presidente da Câmara de Comércio e Indústria Luso-brasileira, apresentará uma reflexão sobre “Cooperação empresarial luso-brasileira na prática”, destacando experiências concretas de articulação económica entre os dois mercados. A mesa redonda final deste painel será moderada por Ígor Lopes, reunindo os intervenientes para debater os impactos do acordo Mercosul-União Europeia e as possibilidades de expansão das relações empresariais, comerciais e institucionais entre Portugal e Brasil. O encerramento do fórum contará com a apresentação das conclusões finais por parte de Pedro Ramos, presidente da SELB. Na sequência, Daniela Vieira Cunha, diretora da Faculdade de Computação e Informática da Universidade Presbiteriana Mackenzie, fará a intervenção de encerramento oficial do encontro. A organização considera que o evento representa “um passo importante na consolidação de uma rede internacional voltada para excelência académica, científica, tecnológica, cultural e empresarial entre Portugal e Brasil”. Para o chairman da SELB, “a comunidade Luso-brasileira (portugueses intervenientes no Brasil e descendentes de brasileiros e brasileiros intervenientes em Portugal e descendentes de portugueses) ultrapassa os 50 milhões, e desde a época de Cabral, são protagonistas da História destes dois países”. “A Sociedade da Excelência Luso-brasileira foi criada precisamente como ponto de encontro e divulgação do que melhor faz esta comunidade na economia, academia, ciência e artes, e o 1º Fórum pretende ser uma mostra contemporânea disso mesmo. Inicialmente, procuramos realizar este Fórum presencialmente em simultâneo em São Paulo e no Porto, mas rapidamente nos apercebemos que não estávamos a privilegiar da mesma forma a comunidade dispersa pelo imenso território continental e insular brasileiro e português e, por isso, agora vamos realizar o evento apenas on line, onde todos podem ter o mesmo acesso”, explicou Pedro M. Martins. Num cenário internacional marcado pela digitalização, pela transformação das relações económicas e pelo avanço acelerado da inteligência artificial, o 1.º Fórum da Excelência Luso-Brasileira pretende também “posicionar-se como um espaço de articulação estratégica entre instituições e profissionais dos dois lados do Atlântico, promovendo novas oportunidades de cooperação e desenvolvimento conjunto”. Ígor Lopes
- Alinne Prado compartilha histórias da televisão e reflexões sobre representatividade no 'Plural Podcast'
Uma carreira construída diante das câmeras, marcada por autenticidade, talento e compromisso com causas sociais. Alinne Prado em entrevista ao Plural Podcast Essa é a trajetória de Alinne Prado, convidada do quarto episódio da segunda temporada do Plural Podcast. Jornalista, apresentadora e palestrante. Alinne soma mais de duas décadas de atuação na comunicação brasileira. Com passagens por programas de grande repercussão, como Vídeo Show, TV Fama, Encontro com Fátima Bernardes e atrações da Record TV, ela se tornou uma das vozes mais respeitadas quando o assunto é representatividade, empoderamento feminino e protagonismo negro. Durante o episódio, Alinne relembra momentos importantes de sua caminhada profissional, fala sobre desafios enfrentados ao longo da carreira e destaca a importância da comunicação como ferramenta de transformação social. O encontro integra a proposta do Plural Podcast de preservar memórias, valorizar personagens marcantes e promover conversas que dialogam com diferentes gerações. Sob o comando de Juninho Batista, produtor artístico e executivo com mais de 40 anos de atuação no cenário cultural brasileiro, o programa aposta em entrevistas que unem profundidade, afeto e relevância. Além de Alinne Prado, a atual temporada reúne nomes de destaque da cultura nacional, como André Gonçalves, Carlinhos de Jesus e Cláudia Wildberger. Também estão previstos episódios inéditos com Jane Duboc e Tânia Alves. A produção audiovisual é assinada pela Iglu Produções, com coordenação de Rodrigo Oliveira. Allan Lima responde pelo making of, pelas fotos promocionais e pelo suporte à produção artística, contribuindo para a identidade visual da temporada. Assita a entrevista na integra em: www.youtube.com/@juninhobatistaprodutor Alessandra Dayrell
- Espetáculo “Viver é Melhor que Sonhar: Uma Celebração a Belchior” chega ao Teatro Riachuelo Rio em apresentação única
O show é uma experiência sensorial e emocional que mergulha o público na alma da música brasileira Créditos de Imagem: MOA No dia 10 de junho, chega ao palco do Teatro Riachuelo Rio uma jornada sonora e visual que resgata a atmosfera da década de 1970 e revive os grandes sucessos de álbuns icônicos como Alucinação e Coração Selvagem. Cada nota, cada imagem e cada palavra do espetáculo constrói uma narrativa potente, conectando o público a temas atemporais com intensidade e poesia. Com uma performance visceral, André Abreu — já consagrado por suas apresentações internacionais em espetáculos como Queen Celebration — incorpora Belchior com autenticidade impressionante. Acompanhado por uma banda ao vivo, o artista entrega uma interpretação arrebatadora, que emociona e eletriza do início ao fim. Mais do que um tributo, este espetáculo é uma celebração da genialidade e do legado de um dos maiores nomes da música brasileira. Uma experiência única, que vem conquistando plateias por onde passa e deixando marcas profundas na memória de quem assiste. Viver é, sem dúvida, melhor do que sonhar. E esta é a oportunidade de viver Belchior como nunca antes. "Viver é Melhor que Sonhar: Uma Celebração a Belchior” Créditos- MOA Teatro Riachuelo Rio O prédio, tombado como patrimônio histórico-cultural, é imponente e se destaca na Rua do Passeio, número 40, reunindo passado, presente e futuro em um só lugar. O ícone da belle époque brasileira ficou com as portas fechadas por dois anos até 2016, quando foi devolvido à população como Teatro Riachuelo Rio, sempre com uma programação plural e acessível. Desde então, foram realizadas diversas peças, musicais, concertos e shows. Com uma área de aproximadamente 3.500 m², o teatro oferece uma estrutura completa para seus frequentadores, incluindo foyer, salas de ensaio, escritórios, camarins, área externa e uma grande sala com plateia para 999 pessoas. Mais do que um espaço físico, o teatro representa um compromisso com a promoção da cultura e da arte em suas diversas formas. O espaço conta ainda como o Bettina, Café & Arte, que além de abrir como bomboniere para atender ao público do teatro, funciona também para café da manhã e almoço. Serviço: "Viver é Melhor que Sonhar: Uma Celebração a Belchior" 10 de junho Dia e horário: Quarta - feira, às 20h Vendas: https://www.ingresso.com/evento/uma-celebracao-a-belchior Valores: Plateia VIP - R$ 130,00 (meia); R$ 260,00 (inteira)Plateia - R$ 120,00 (meia); R$ 240,00 (inteira)Balcão Nobre - R$ 95,00 (meia); R$ 190,00 (inteira)Balcão - R$ 80,00 (meia); R$ 160,00 (inteira) Classificação: Livre Duração: 100 min Teatro Riachuelo Rio - Rua do Passeio, 38 - Centro, Rio de Janeiro - RJ Alex Varela
- Portugal e Brasil. Falamos a mesma língua… ou andamos só a fingir?
'Falamos a mesma língua, sim. Mas vivemo-la de formas diferentes.' - Por Pedro Ramos Potugal e Brasil. Somos tão próximos na história, tão íntimos na língua… e, ainda assim, tantas vezes estranhos uns para os outros. E talvez seja inevitável começar pelo óbvio que, afinal, não é assim tão óbvio: a língua. Dizemos, com uma convicção quase preguiçosa, que falamos a mesma língua. Português. Ponto final. Mas será mesmo? Basta deixar a teoria e entrar na prática! Em Portugal, pedimos para ir à “casa de banho”. No Brasil, procuramos o “banheiro”. Em Portugal começamos o dia com “pequeno-almoço”. No Brasil, com “café da manhã”. Em Portugal atendemos o “telemóvel”. No Brasil, o “celular”. Até aqui, tudo parece “folclore linguístico”, curioso, até simpático. Mas não nos enganemos: não são apenas palavras diferentes. São formas diferentes de organizar a realidade. O português tende a descrever as coisas com uma precisão funcional, muitas vezes mais literal. O brasileiro pinta a linguagem com mais contexto, mais imagem, mais proximidade ao uso vivido. Um simplifica. O outro aproxima. E depois chegam as subtilezas; aquelas que verdadeiramente criam ruído. Em Portugal, despedimo-nos com um “cumprimentos” ou, num registo mais próximo, “beijinhos”. Há medida, há controlo, há dose certa de proximidade. No Brasil, alguém pode terminar uma conversa profissional com um caloro “um cheiro” - especialmente no Nordeste - carregado de afeto, de cultura, de identidade. Para um português, pode soar excessivo. Para um brasileiro, é simplesmente humano. E é aqui que a questão deixa de ser linguística e passa a ser cultural. Porque quando um português ouve mais emoção, pode desconfiar de falta de rigor. Quando um brasileiro ouve mais contenção, pode interpretar distância ou frieza. E ambos estão, silenciosamente, a julgar o outro… sem perceber que estão apenas a traduzir mal. Voltamos então às expressões que parecem inocentes, mas não são. “Logo vemos”, em Portugal, pode ser um elegante “não”. “A gente vê isso”, no Brasil, pode ser um compromisso real ou, simplesmente, uma forma diplomática de não fechar a porta. “Se calhar” carrega ponderação; “imagina” carrega empatia. “Pois” (essa obra-prima portuguesa!) pode significar tudo… e o seu contrário. O problema não está na língua que falamos. Está na ilusão de que não precisamos de a interpretar. E enquanto continuarmos a confundir vocabulário com entendimento, vamos continuar a ter equipas desalinhadas, lideranças frustradas e relações profissionais cheias de ruído invisível. Este é o primeiro ponto desta jornada sobre Pessoas entre Portugal e Brasil: a comunicação não falha por falta de palavras. Falha por excesso de pressupostos. E talvez esteja na altura de deixarmos de assumir que nos entendemos… só porque reconhecemos as palavras. Porque, no fim do dia, o verdadeiro desafio nunca foi falar português. Foi (e continua a ser!) entender o que o outro realmente quis dizer. Colunista: Pedro Ramos Gestor, Professor, Autor e Palestrante Internacional. Doutorado em Economia e apaixonado por Pessoas. Especialista em Liderança e Gestão de Pessoas na Lusofonia Pedro Ramos
- RJ: Teatro Dulcina recebe Tríptico – Encontro de Cias. de Dança Contemporânea
Em montagens que integram teatro, dança, percussão e videografia, o espaço da Funarte, no Centro do Rio de Janeiro reúne o Núcleo de Dança para Atores e o Coletivo Muanes Dançateatro Triptico Flyer/Divulgação Nos dias 6 e 7 de junho, o Tríptico – Encontro de Cias. de Dança Contemporânea ocupa o Teatro Dulcina, espaço da Funarte no Centro do Rio de Janeiro (RJ). A ação, dedicada à dança contemporânea e às artes integradas, reúne os espetáculos Sob a Pele, do Núcleo de Dança para Atores (NDA), e Odara Ô, do Coletivo Muanes Dançateatro. Unindo várias linguagens artísticas, sua meta é promover um espaço de difusão, intercâmbio e valorização do fazer artístico carioca contemporâneo. O projeto, realizado pela Produtora Visuallyze e idealizado por Roberto Lima, conta com o apoio do Programa Funarte Aberta. Os ingressos têm preços populares. “As duas obras reúnem intérpretes, músicos e artistas visuais em processos que integram dança, teatro, performance, percussão e recursos audiovisuais. O Tríptico propõe ao público uma experiência artística plural, sensível e imersiva”, diz a produção. Sob a Pele, montagem de dança-teatro, tem como objetivo mergulhar nas inquietudes e emoções profundas da experiência humana, revelando em cena estados emocionais, memórias e instintos, por meio do movimento e da expressividade corporal. A direção é de Roberto Lima e a coreografia de Mônica Barbosa. Já Odara Ô “conduz uma investigação sobre o universo feminino como território de ancestralidade, resistência e reinvenção”. Seu foco é “articular dança contemporânea, musicalidade afro-brasileira e percussão ao vivo, em uma construção cênica ritualística e poética”, explica a diretora do espetáculo, Denise Zenicola. Sob a Pele conta com nove intérpretes e investe em “atmosferas sensíveis”, criadas por iluminação, figurinos e videografia. Em Odara Ô, a presença da percussão ao vivo e da projeção visual amplia a experiência imersiva do espetáculo, conectando corporeidade, ancestralidade e presença cênica. A fusão entre diferentes linguagens artísticas fortalece a proposta do encontro enquanto espaço de experimentação estética e circulação de obras autorais. As duas peças serão apresentadas no sábado e no domingo. Os ingressos são vendidos a R$ 40, com meia-entrada a R$ 20, antecipadamente ou na bilheteria. Um ambiente de reunião e diálogo “Mais do que uma mostra de espetáculos, o Tríptico estabelece um ambiente de reunião e diálogo entre artistas, pesquisadores, estudantes e público, ampliando o acesso à dança contemporânea e fortalecendo o intercâmbio entre coletivos independentes da cidade do Rio de Janeiro. O projeto reafirma a potência da arte como espaço de escuta, transformação e partilha coletiva, aproximando diferentes trajetórias e perspectivas da cena contemporânea brasileira” comenta Nando Andrade, produtor executivo. Os coletivos “O Núcleo de Dança para Atores (NDA) há 25 anos desenvolve pesquisas na fronteira entre dança, expressão corporal e teatro. Formado por artistas com origem na Escola de Teatro Martins Penna e na Escola de Teatro da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), o grupo tornou-se referência em processos de criação colaborativa e formação artística continuada. Já o Coletivo Muanes Dançateatro investiga temas ligados à identidade, corporeidade, ancestralidade e presença feminina em cena, utilizando a dança contemporânea e as culturas afrobrasileiras”, acrescenta. O Tríptico – Encontro de Cias. de Dança Contemporânea surge como iniciativa de fortalecimento da produção independente em dança contemporânea no Rio de Janeiro. Incentiva a circulação de montagens autorais e promove o diálogo entre diferentes estéticas e modos de criação. “A iniciativa integra a programação apoiada pela Funarte por meio do Programa Funarte Aberta, contribuindo para a democratização do acesso às artes e para a ocupação cultural de espaços públicos de relevância histórica”, concluem os coletivos. Serviço Artes integradas – dança, teatro, música (percussão) e videografia Tríptico – Encontro de Cias. de Dança Contemporânea Curta temporada: 6 e 7 de junho de 2026 Espetáculos: Sob a Pele e Odara Ô Programação Sessões duplas6 de junho de 2026, sábado, às 19h7 de junho de 2026, domingo, às 18h Classificação indicativa: 14 anos Local: Teatro Dulcina Endereço: Rua Alcindo Guanabara, 17, Cinelândia, Centro – Rio de Janeiro (RJ) Espaço cultural da Fundação Nacional de Artes – Funarte Ingressos: R$ 40,00 | Meia-entrada: R$ 20,00 | Vendas: https://www.sympla.com.br/evento/trIptico---danca-contemporanea/3440428 Ficha Técnica – Sob a Pele Direção do espetáculo: Roberto Lima | Coreografia: Mônica Barbosa | Gestão de Produção: Nando Andrade | Iluminação: Vinícius Rigo | Figurino: Nivea Faso | Assistência de Figurino: Marco Aurélio | Edição de Vídeo: Thiago Magalhães | Fotografia: Thiago Ripper e Kyara Zenga | Editais e Mídias Sociais: Ary Freitas e Maciel Tavares | Gestão de Projetos: Nando Andrade e Roberto Lima | Designer Gráfico: Vinícius RigoIntérpretes: | Arthur Morsch | Ândrea Cordeiro | Julia Emilene | Letícia Gelabert | Michele Lima | Thay Lenck | Thiago Magalhães | Tomás Santa Rosa | Vinícius Rigo Idealização: Núcleo de Dança para Atores | Realização: Visuallyze Ficha Técnica – Odara Ô Direção Geral: Denise ZenicolaElenco: Ivana D’Rosevita, Beatriz Lopes, Jamile Oliveira e Maria Clara Bald Percussão: Marcos Rum | VJ: Plinio Pietro | Produção: Roy D’Peres Realização: Coletivo Muanes Dançateatro Ficha técnica – Tríptico – Encontro de Cias. de Dança Contemporânea Idealização: Roberto Lima | Realização: Produtora Visuallyze | Apoio: Programa Funarte Aberta Mais informações Sobre o projeto – Produção e Imprensa: Nando Andrade E-mail: fernando.andrade@visuallyze.com Telefone/WhatsApp: (21) 99075-1740 Sobre o Programa Funarte Aberta: aqui, neste link Sobre os Espaços Culturais da Funarte: aqui, neste link Nando Andrade
- Revista do Villa | Entrevista: Atriz Andréia Ribeiro
Nesta edição, conversamos com Andréia Ribeiro, atriz, produtora cultural e pesquisadora, que compartilha sua trajetória artística, os desafios da profissão e sua profunda conexão com o teatro, a literatura e a memória cultural brasileira. Imagem: Andréia Ribeiro/Divulgação DM: Quando você percebeu que a atuação era mais do que um interesse e se tornaria parte da sua vida? Andréia: Quando tento buscar na memória o início de tudo, a imagem que me vem é a de uma criança muito sensível, de olhar triste, mas ao mesmo tempo profundamente lúdica. Eu transformava a casa em palco. As brincadeiras aconteciam entre móveis arrastados, figurinos improvisados e um olhar muito atento aos detalhes. Desde pequena, havia em mim uma necessidade quase instintiva de criar atmosferas, inventar cenas e contar histórias. Lembro que, mesmo sem compreender exatamente o que era teatro ou atuação, eu montava pequenas peças infantis e chamava minha mãe e os vizinhos para assistir. Eu tinha apenas sete anos. Também amava assistir novelas e uma que me marcou profundamente foi Escrava Isaura. Quando vi Léa Garcia interpretando Rosa, fiquei completamente impactada pela força do seu olhar e pela intensidade da sua presença em cena. Minha mãe, Marisete, uma mulher silenciosa e observadora, percebeu isso antes mesmo de eu conseguir nomear meus sonhos. A vida foi conduzindo tudo de forma muito bonita. Tive a sorte de encontrar mestres fundamentais no meu caminho, como Sérgio Britto e Hamilton Vaz Pereira. Depois, segui minha formação na Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), onde compreendi definitivamente que a atuação não era apenas um interesse: era a minha vida. DM: Qual personagem, espetáculo ou trabalho mais marcou sua trajetória até agora? Andréia: Tenho uma trajetória da qual me orgulho profundamente. Quando olho para trás e vejo a menina que fui, as dificuldades que enfrentei e todo o esforço da minha mãe para investir nos meus sonhos, sinto uma emoção muito grande. Na televisão, destaco a personagem Zita, da minissérie Memorial de Maria Moura, meu primeiro trabalho na TV Globo. Foi uma experiência inesquecível ao lado de atrizes extraordinárias como Glória Pires, Cristiana Oliveira e Zezé Polessa. Mas foi no teatro que vivi um dos encontros mais transformadores da minha vida artística: a obra de Carolina Maria de Jesus. Há mais de uma década estou em cena com o solo Carolina Maria de Jesus – Diário de Bitita, assumindo não apenas a função de atriz, mas também de pesquisadora e produtora. Aprendo com Carolina todos os dias. O que mais me atravessa é sua capacidade de transformar dor em literatura e realidade em poesia. Essa personagem me permite algo raro: amadurecer junto com ela. Cada ano vivido acrescenta novas camadas à interpretação. Hoje vivemos uma fase muito bonita de internacionalização da obra, levando a história de Carolina para novos públicos e novos países. DM: Como funciona o seu processo de preparação para interpretar uma personagem? Andréia: Sempre fui uma atriz que compreendeu muito cedo que o corpo é o território de onde nascem minhas ações em cena. Meu processo de criação parte, antes de tudo, do corpo. Antes da palavra, vem o gesto, a respiração, a presença e a memória corporal. Essa percepção me levou à formação técnica em dança contemporânea e posteriormente à pós-graduação em Preparação Corporal para as Artes Cênicas na Escola e Faculdade Angel Vianna. O encontro com Angel Vianna transformou profundamente minha vida e minha percepção sobre o corpo. Aprendi a escutar os pequenos territórios do movimento, os silêncios, as tensões e tudo aquilo que o corpo revela antes mesmo da fala existir. A construção de uma personagem começa justamente aí: na observação da energia, do ritmo, da respiração, da forma de caminhar, olhar e ocupar o espaço. Aos poucos, a palavra encontra seu lugar dentro dessa arquitetura interna. DM: Quais são os maiores desafios enfrentados atualmente pelas atrizes no cenário artístico? Andréia: Acredito que um dos maiores desafios seja a falta de incentivo e de políticas culturais que tenham compromisso com a continuidade dos projetos. A arte no Brasil muitas vezes sobrevive graças à resistência de quem a produz. No meu caso, manter vivo, desde 2013, o espetáculo Carolina Maria de Jesus – Diário de Bitita sempre foi um exercício diário de persistência. Ao longo dessa trajetória, precisei aprender todas as etapas da produção cultural: elaboração de projetos, leis de incentivo, editais, captação de recursos e construção de parcerias. Também acredito que ainda existe pouca valorização da trajetória das mulheres artistas ao longo do tempo. Muitas atrizes precisam lutar constantemente para continuar produzindo, pesquisando e sendo vistas com profundidade, especialmente aquelas que escolhem caminhos ligados à literatura, ao teatro e à preservação da memória cultural. Investir em cultura deveria ser entendido como um compromisso permanente com a transformação da sociedade. DM: Que mensagem ou sentimento você busca transmitir ao público através da sua arte? Andréia: O teatro, para mim, é um lugar de transformação. Existe algo de profundamente arrebatador na arte. Ela tem a capacidade de tocar as pessoas, provocar reflexão, despertar emoções, curar feridas invisíveis e gerar mudanças. Acredito na arte como encontro. Um encontro capaz de produzir empatia, consciência e sensibilidade. Quando estou em cena, desejo que o público saia dali atravessado de alguma forma: mais conectado consigo mesmo, com o outro e com o mundo. Através da minha arte, procuro transmitir conforto, amor e coragem. Quero colaborar para a construção de indivíduos mais humanos, mais lúcidos e de uma sociedade mais justa. Talvez essa seja a missão que mais me move: usar a arte não apenas para entreter, mas também para criar memória, pertencimento e transformação. Imagem: Andréia Ribeiro/Divulgação Sobre a entrevistada: Andréia Ribeiro Atriz, produtora cultural e pesquisadora, nasceu no Rio de Janeiro e construiu uma trajetória sólida no teatro, cinema e televisão. É formada em Teatro pela Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), possui formação técnica em Dança Contemporânea e pós-graduação em Preparação Corporal para as Artes Cênicas pela Escola e Faculdade Angel Vianna. Também é graduada em Comunicação Social – Relações Públicas pela Universidade Gama Filho. Participou de importantes montagens teatrais, entre elas O Alienista, Bonitinha, Mas Ordinária, Os Sete Gatinhos, Yerma e Cai o Pano. É sócia-diretora da Casa Forte Produções Culturais e Esportivas e desenvolve, desde 2013, projetos de relevância artística e social. Seu trabalho de maior projeção é o espetáculo solo Carolina Maria de Jesus – Diário de Bitita, do qual é atriz, pesquisadora e produtora. A montagem percorreu importantes festivais, teatros e eventos literários no Brasil e no exterior, incluindo apresentações na Alemanha e participação no Festival Internacional de Teatro Sommerwerft, em Frankfurt. Na televisão, participou de produções como Memorial de Maria Moura, Tocaia Grande, Mulheres Apaixonadas, A Grande Família, Pé na Jaca e Chiquinha Gonzaga. No cinema, integrou o elenco do longa-metragem A Suspeita (2023), estrelado por Glória Pires e dirigido por Pedro Peregrino. Também participou do documentário Carolina, exibido pelo Canal GNT, além de ministrar oficinas de teatro para crianças, jovens e adultos em diferentes regiões do Brasil. Conteúdo digital Delcio Marinho & ChatGPT Delcio Marinho
- Banda Doce Malícia — uma história de talento, romantismo e tradição no forró brasileiro.
A banda Forró Doce Malícia marcou seu nome na história do forró pernambucano com uma trajetória construída através da música romântica, da identidade nordestina e de grandes sucessos que conquistaram o público. Surgida em 2002, na cidade de Ouricuri, a banda ganhou destaque no cenário regional com canções que embalaram gerações de fãs do forró. Entre os sucessos mais lembrados está “Se Entregou Demais”, música que se tornou uma das marcas registradas do grupo e continua sendo lembrada pelos admiradores do gênero. A banda também reúne um repertório conhecido por músicas como “Você Marcou Demais”, “Refém da Paixão”, “Só Um Segundo” e “Te Perdi”, entre outras faixas de destaque. Sob a direção de Sanches Martins (proprietário), a Banda Doce Malícia segue representando a força da cultura musical nordestina, mantendo sua conexão com o público e reforçando o legado construído ao longo dos anos no forró brasileiro. Com uma trajetória consolidada, o grupo mantém viva a tradição do forró romântico, levando emoção aos palcos e preservando a essência musical que conquistou o público desde o início de sua carreira. Além do sucesso da Banda Doce Malícia um dos grandes destaques na trajetória do grupo é o cantor Sanches Martins, reconhecido por sua voz marcante e pelo estilo romântico que ajudou a consolidar a identidade musical da banda. Natural do Nordeste brasileiro, Sanches Martins ganhou espaço no cenário do forró através de sua dedicação à música e do forte vínculo com a cultura popular nordestina. Sua interpretação emocional e presença de palco contribuíram para que diversas canções da Banda Doce Malícia alcançassem grande repercussão entre os fãs do gênero, forró romântico para diversas cidades do Brasil. Ao lado da Banda Doce Malícia, participou da divulgação de sucessos que marcaram época e ajudaram a fortalecer o nome do grupo no cenário musical. José Soares
- 'Ginga Tropical' recebe Embaixadores de Turismo do RJ
Numa ação promocional da Associação dos Embaixadores de Turismo do RJ, um grupo de associados, acompanhados pelo vice-presidente executivo da entidade, Bayard Do Coutto Boiteux, assistiu ontem ao espetáculo Ginga Tropical, no Centro Cultural Veneza. Rose Oliveira e Bayard Boiteux Numa ação promocional da Associação dos Embaixadores de Turismo do RJ, um grupo de associados, acompanhados pelo vice-presidente executivo da entidade, Bayard Do Coutto Boiteux, assistiu ontem ao espetáculo Ginga Tropical, no Centro Cultural Veneza. Bayard Boiteux, Regina Bogossian, Orlanda Freire e Chico Vartulli O espetáculo que é dirigido pela produtora Cultural e embaixadora de Turismo do RJ, Rose Oliveira, leva o público para uma viagem pelo folclore nacional, contemplando todas as regiões, com 22 dançarinos e 8 músicos. São 90 minutos de show, que começam com uma divertida aula de samba e num palco vibrante uma síntese da nossa identidade cultural é apresentada numa experiência inesquecível. “Não é apenas um show, diz Boiteux, é uma compreensão efetiva da diversidade cultural brasileira.” A arte em movimento Ao assistir o show, o turista compreende que o Rio de Janeiro vai muito além de suas praias, montanhas e cartões postais. Descobre um povo alegre, acolhedor, capaz de transformar cultura em emoção. Essa é uma das grandes virtudes do turismo cultural: criar conexões afetivas entre o visitante e o destino. Nesse contexto, os Embaixadores de Turismo do RJ exercem uma função estratégica. Os músicos Ao longo dos anos, a entidade tem reunido personalidades de diversas áreas que contribuem para fortalecer a imagem do Estado, atrair eventos e promover o desenvolvimento turístico cultural e as novas opções de entretenimento. A aproximação entre o Ginga Tropical e os Embaixadores representa a união perfeita entre cultura e promoção turística. Bayard Boiteux, Willians Haubrichs, Dorys Daher e Marcello Antunes, Chico Vartulli, Carlos DeCastro Lyra, Bernadete Simonelli, Rawlson de Thuin, Vera Aninha e Eloá Von Der Way De um lado, o espetáculo que valoriza a identidade brasileira e carioca, de outro,uma instituição comprometida também em promover as potencialidades do Rio.Ambas compartilham o mesmo objetivo: Mostrar o que o Rio tem de melhor. A vibração dos artistas “Desde 2013, o Ginga Tropical encanta plateias no Brasil e no mundo,com um verdadeiro retrato de formação étnica e cultural de nosso país”, destaca Rose Oliveira. “A alma do Brasil em um só espetáculo”, conclui a diretora do espetáculo, que tem na sua equipe, Eloá Way na produção,o maestro Jorge Cardoso, na direção musical e jeane Pernambuco e Paulo Cristo, na coreografia. Vivemos um momento em que os viajantes procuram autenticidade. Alegria que contagia Eles desejam vivenciar experiências únicas e conhecer a alma dos lugares que visitam. São tradições, histórias e manifestações que são vivenciadas com afetividade, vibrações positivas que fazem a plateia dançar mas sobretudo se emocionar. Fotos: Angela Gastaldi Divulgação Rio
- Brasil: Escritor Carlos Seixas lançou livro sobre o “Mundial de Futebol de 2014”
O lançamento ocorreu na Academia Pernambucana de Letras, em Recife, Brasil, onde reside o autor, numa sessão coletiva. Carlos Seixas: divulgação/acervo pessoal No último dia 23 de maio, o escritor brasileiro Carlos Seixas lançou a sua mais recente obra: "2014 - Um relato das desventuras de uma Copa", publicado pela Editora Coqueiro. O livro apresenta diversos acontecimentos relacionados ao Mundial de Futebol masculino de Futebol da Fifa em 2014, ocorrida no Brasil. Nele, o autor nos apresenta “factos pitorescos, engraçados e até bizarros” ocorridos em solo brasileiro e em torno do evento, com uma “fina ironia” e “pinceladas de humor”. A partir da visão de uma capital nordestina, Carlos Seixas transporta-nos, através de uma narrativa leve e divertida, e ao mesmo tempo real, ao momento do evento desportivo que é considerado o mais assistido e prestigiado do mundo. A obra chega num momento “oportuno”, trazendo também reflexões sobre o tema e acerca do comportamento humano, “já que estamos num ano de Copa e num período em que a humanidade está passando por uma fase de transição, com o desenvolvimento tecnológico”. Segundo o autor, "trata-se de um sorridente relato das desventuras de uma copa de futebol, ocorrida no Brasil, e que, hoje e sempre, despertará a atenção na busca das causas em relação aos factos ocorridos, sejam desportivos ou comportamentais. Em resumo, uma obra divertida e reflexiva", frisou o autor, que aproveitou para acrescentar que, “ao participar no evento, vivenciou um momento de pertencimento ao cenário literário pernambucano". Além disso, destaca que "o ponto alto foi quando realizei a apresentação da minha obra, na qual, inclusive, foi citado o grande jogador português Cristiano Ronaldo". Carlos Seixas finaliza afirmando que "a motivação de ter escrito o livro foi o facto de desejar proporcionar, aos meus leitores, acesso a pontos verídicos e engraçados ocorridos num evento futebolístico de magnitude mundial, realizado no meu país de origem, o Brasil". Carlos Seixas: divulgação/acervo pessoal Entre livros e letras, o mundo do autor Carlos Seixas, nascido em Manaus no ano de 1960 e residente em Recife, é um autor multifacetado, formado em Letras (perfil Crítica Literária) e Administração pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Com uma trajetória literária diversificada, o escritor já lançou os livros de poemas "Lembrança" (1982), “Instinto Urbano” (1986), “Quanto Encanto Enquanto Ecoa Este Canto Concreto” (2001), “Elegias" (2017), “Raicais Literários” (2019), "Senryus" (2024) e "O nome, você inventa!" (2024). Atualmente, dedica-se ao trabalho com poemas e narrativas infantis e infantojuvenis, além de haikais, entre outros géneros literários. Neste novo livro, o leitor terá a oportunidade de penetrar numa obra repleta de crónicas desportivas, na qual o autor demonstra a sua capacidade de “inovação narrativa, com bastante humor”. O livro “2014 - Um relato das desventuras de uma Copa” pode ser adquirido no link da bio disponivel no Instagram do autor, em: @carlosseixasescritor Ígor Lopes
- Curitiba: Turismo, Economia, e o jeito único do povo curitibano
Conheça Curitiba, e seus principais pontos turisticos Jardim Botânico de Curitiba Curitiba é uma das cidades mais conhecidas do Brasil quando o assunto é planejamento urbano, qualidade de vida, sustentabilidade e desenvolvimento econômico. Capital do Paraná, a cidade se tornou referência nacional por seus parques, sistema de transporte coletivo e pela organização urbana que chama a atenção de turistas brasileiros e estrangeiros. O turismo tem papel importante na economia curitibana. Segundo dados do Instituto Municipal de Turismo, a maioria dos moradores avalia positivamente o setor e reconhece sua contribuição para a geração de empregos, fortalecimento do comércio, bares, restaurantes e divulgação da cidade para o Brasil e o mundo. Entre os pontos turísticos mais visitados estão o famoso Jardim Botânico de Curitiba, considerado por muitos o principal cartão-postal da cidade, além da Ópera de Arame, do Parque Barigui, do Largo da Ordem, da Rua XV de Novembro e do tradicional bairro de Santa Felicidade, conhecido por sua gastronomia e influência da imigração italiana. A economia de Curitiba é diversificada e moderna. A cidade possui forte presença dos setores de serviços, tecnologia, comércio, turismo e inovação. Nos últimos anos, a capital paranaense também ampliou investimentos em economia criativa, cultura e empreendedorismo, fortalecendo sua posição como um dos principais polos econômicos do Sul do Brasil. O turismo também vem sendo tratado como um motor de desenvolvimento econômico pela administração municipal. Eventos, festivais, feiras e grandes celebrações movimentam milhões de reais e ajudam a gerar renda para milhares de trabalhadores direta e indiretamente ligados ao setor. Na política, Curitiba possui grande relevância no cenário nacional. A cidade frequentemente participa de debates sobre mobilidade urbana, inovação, sustentabilidade e gestão pública. O município mantém políticas voltadas para planejamento urbano e desenvolvimento econômico, buscando equilibrar crescimento, preservação ambiental e qualidade de vida para a população. O povo curitibano também é um dos aspectos mais comentados por quem visita a cidade. Conhecidos por um perfil mais reservado em comparação com outras regiões do Brasil, os moradores costumam valorizar a organização, a educação e os espaços públicos. Ao mesmo tempo, a cidade reúne influências de diversas comunidades de imigrantes, incluindo italianos, alemães, poloneses, ucranianos e japoneses, formando uma rica diversidade cultural que se reflete na gastronomia, na arquitetura e nas tradições locais. Curitiba segue se consolidando como uma cidade que une tradição e modernidade. Seus parques, espaços culturais, investimentos em inovação e forte identidade urbana fazem da capital paranaense um destino cada vez mais procurado por turistas, empresários e pessoas em busca de novas oportunidades. Mais do que um importante centro econômico. Curitiba representa um modelo de cidade que busca crescer sem perder sua essência, preservando suas áreas verdes, sua história e a identidade de seu povo. A região central de Curitiba continua sendo um dos principais polos de comércio, serviços, gastronomia e turismo da capital paranaense. Próximo ao Shopping Estação, diversos estabelecimentos contribuem diariamente para a movimentação econômica da cidade, recebendo moradores, trabalhadores, estudantes e visitantes de diferentes regiões do Brasil. A área é conhecida por sua localização estratégica, reunindo centros comerciais, hotéis, restaurantes, instituições de ensino e empresas que ajudam a impulsionar a economia local. O fluxo constante de pessoas fortalece os negócios da região e gera oportunidades para empreendedores de diversos segmentos. Os restaurantes, cafés, lanchonetes e demais estabelecimentos gastronômicos desempenham papel importante nesse cenário, oferecendo opções para quem trabalha no centro da cidade ou visita Curitiba a turismo e negócios. Além de movimentar a economia, esses espaços promovem encontros, networking e integração social. A proximidade com importantes pontos turísticos e comerciais torna a região um dos locais mais dinâmicos da capital. O Shopping Estação, por exemplo, é uma referência para compras, lazer e entretenimento, atraindo visitantes durante todo o ano. O desenvolvimento do comércio e da gastronomia no centro demonstra a capacidade de Curitiba de unir tradição e modernidade, mantendo viva uma região histórica que continua sendo fundamental para a economia e para a vida cotidiana dos curitibanos. José Soares










