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Revista do Villa

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Revista luso-brasileira de conteúdo sobre cultura, gastronomia, moda, turismo,

entretenimento, eventos sociais, bem-estar, life style e muito mais...

Resultados encontrados para busca vazia

  • Entrevista: Roberta Lerru

    Eu nasci no povoado que chamava Piripiri ficar 30 km de Vitória da Conquista sudoeste da Bahia... hoje em dia chama-se Planalto, é um município onde eu nasci que coincidentemente mesmo dia que o Pelé nasceu, Garrincha nasceu e o Chacrinha nasceu 23 de outubro de 1961 aí começa a minha história. Eu vivi nesse pequeno povoado até os 7 anos sendo criada pela minha avó ao completar 7 anos a minha mãe veio de São Paulo e me buscou para que eu pudesse estudar e aí eu vim para São Paulo e fui viver na zona leste onde eu estudei cresci até o colegial na idade de 18 anos eu saí ou fui convidada a sair de casa pelo meu padrasto aí começava outra história da minha vida. Comecei a frequentar conhecer e ir em boates conhecer artistas transformistas, conheci pessoas importantes fui bem acolhida. Era o início de uma história de uma transição numa viagem para o Rio de Janeiro no início de 1982 Conheci um francês e fui com ele para França e cheguei em Paris abandonando aqui meus estudos que eu cursava na faculdade, família e tudo por um amor. Em Paris iniciei a estudar fui para Aliança Francesa foi para o Instituto católico de Paris e finalmente Realizei um sonho, entrei na universidade de medicina. Mais uma vez procurei me identificar com pessoas que tinham a ver com essa minha transição...então eu conheci as trans. artistas mais famosas de todos os tempos como Rogéria Valéria heloína Cherry urso lá Manuele... enfim! Todas as que estavam morando em Paris que nessa época participavam do Carrossel... Era uma revista Lindíssima só de trânsito e 80% composta por brasileiras. Então eu tive essa influência e foi aonde eu deixei de estudar porque não dá para fazer as duas coisas e entrei para esse mundo, no qual comecei a me organizar e rapidamente nasceu a Roberta.   Como eu estudei em Paris e tinha boas relações com as pessoas, que eram amigas do meu marido é a partir do momento que eu decidi de não ser mais uma estudante né e entrar para vida da noite, tem seus olhos e seus donos né Aí eu preferi sair de Paris e fui para Madrid onde fui trabalhar em casa noturnas também não foi uma boa experiência pois aconteceram coisas terríveis por causa de documentação entendeu todas nós brasileiros somos presas né um grupo que foi preso que ficamos presa 3 meses e deportadas no Brasil isso em 87 no Brasil continuei fazendo um show e trabalhando né trabalhei também de esporte trabalhei em agências muito bem conhecidas né conheci muitos homens famosos a fazer um filme anos 90 com ator Vitória de Zica que fez o filme Marcelino. Isso em 87 no Brasil continuei fazendo um show e trabalhando né trabalhei também de esporte trabalhei em agências muito bem conhecidas né Fiquei só dois anos na Itália Esse filme foi um sucesso entendeu concorrer ao pau adoro eu fazia Carmem no filme contracenando com um ator de comédia famoso então eu viajei toda a Itália apresentando o filme com os atores e depois cheguei à conclusão que não dava para ficar mais morando na Itália porque eu vivia sem ser o filme que eu fiz Óbvio aí eu fui contratada por empresário muito famoso da Bélgica eu fui para Bélgica fazer show de lá para Lucas Hamburgo de lá para Holanda e 93 cheguei na Suíça onde eu estou até hoje.   Trabalhei até o ano 2000 girando todos os estados da Suíça trabalhando nas melhores casas noturnas inclusive trabalhei com Roberta Close comunica Matte trabalhei com muitas artistas famosas do exterior aí no ano 2000 me casei em 2003 fiz a minha resignação minha cirurgia montei O Albergue Glbt que durou até 2010 Lembrando que todos os anos eu vim ao Brasil na época de carnaval isso aí em muitas escolas de São Paulo em rosa de ouro, Vai- Vai, Gaviões e sair Leandro Itaquera sair no rio na Vila Isabel cair na interno da Tijuca sair na São Clemente aí na Viradouro sai na mocidade e é isso. No ano 2000 eu fundei Associação Brasil Suíça fui Presidente e abrir um hospital Glbt GLS né hoje em dia seria outras letras eu sei era para gay simpatizantes e eu tive durante 8 anos esse hotel tinha sete andares passaram pessoas de todos os locais do mundo entendeu a maioria é uns rapazes que era um GoGo Boys que era um Escort que era uns bailarinos E aí foram muitas amizades e nós temos muitas confraternizações.   Gostaria de deixar bem claro que todo percurso da minha vida nem tudo foram flores óbvio que tiveram Muitas dificuldades entendeu muita dificuldade Mas as coisas que não é necessário exaltar durante o período que eu tive várias houses eu era casada com Adriano um romeno de nacionalidade italiana e na separação do nosso casamento foi uma coisa muito brusca eu sofri muito e eu passei quase um ano sofrendo uma depressão muito, muito... muito forte! aí eu voltei ao Brasil eu acabei o hotel acabou né porque nós éramos um casal entendeu E aí depois de 2014 me Casei novamente fui ser gerente de uma Escobar show chamado chilis bar e sempre voltou no Brasil para os carnavais antes da pandemia eu fui destaque da Vila Isabel com o carnavalesco Edson Pereira maravilhoso e digamos que é isso há dois anos estou no Brasil né por questões particulares e familiares e pretendo voltar já não mais para trabalhar né mas para regularizar meus problemas minhas coisas de aposentadoria qual tem o direito Pois eu cotizei 27 anos de NPS da Suíça é isso baseado nisso você pode montar. Minha família Dona Rute Assis 86 anos plena sempre teve ao meu lado em todos os momentos dos melhores dos piores na minha cirurgia em Londres a impressão é que ela estava tendo um novo bebê que era um novo bebê meus irmãos Paulo César Engenheiro Marcos Antônio da Nestlé Alexandre o Caçula mora em Orlando Estados Unidos Aí tem todos os sobrinhos e sobrinhas mas ia ser a base familiar.    1-   Você nasceu em Vitoria da Conquista, na Bahia um lugar bem conhecido e como é saber que nasceu no mesmo dia de Pele, Chacrinha e Garrincha? Poderia ser outro dia né? Mas foi este dia! Provavelmente eu nasci predestinada a vencer. Tenho orgulho...inclusive eu fui em Três Corações, onde Pele nasceu e vi a Estatua dele...sou orgulhosa de ter nascido em datas de celebridades nossa Brasileiras. 2-  Foi ciada pela sua avó quando criança e sua mãe aos 7 anos te levou para morar em São Paulo, onde estudou chegando no colegial...depois teve sair de casa para tornar independente. Conte esta fase por favor. Eu fui convidado, praticamente fui expulsa pelo meu padrasto, cuja tem características afeminadas e foi bem difícil...tive apoio de pessoas, mas foi bem complicado. Sentia muita falta da minha mãe, meus irmãos...não estava acostumada com esta vida aqui. Eu não conhecia nada disso! Mundo gay, trans e de repente me deparei no centro da cidade .... Foi difícil, mas consegui ainda driblar a situação. Trabalhei, servi ao Exército nesta época...daí entrei na faculdade de enfermagem de Guarulhos, trabalhava e acabei abandonando a faculdade, justamente para ir embora para França. 3-   Chegou trabalhar em boates, conhecendo novos horizontes... indo para Rio de Janeiro quando conheceu francês e teve largar todos estudos... como foi isso para você neste momento de sua vida? Foi numa dessas viagens ao Rio de Janeiro que eu estava em frente o Meridian brincando na areia e conheci um francês eu conheci algumas palavras em francês e foi uma coisa assim mágica eu disse que eu tinha ações aí do Brasil e ele me disse eu te ofereço essa oportunidade passado alguns meses ele me enviou a passagem E aí cheguei em Paris 1982. 4-   Quando foi para franca chegou cursar Medicina, conhecer Rogéria Valéria heloína Cherry urso lá Manuele, pessoas influentes... o que mudou nesta fase? Quando eu cheguei em Paris eu fiz francês na Aliança Francesa no instituto de Paris e entrei na universidade de medicina e comecei ter alguns contatos com algumas trans com Valéria com Rogéria com heloína com Bel com Chery da Bahia com Cassandra terra com várias muitas e eu comecei a trocar dinheiro para elas que eu tinha documento e Óbvio tudo aquilo me Atraia era um sonho foi ali que veio o desejo e a Roberta floresceu. A belíssima Perla Gonzala Veruska e uma mulher uma mulher negra baiana uma modelo de Paco Rabanne muito famosa Luana que tornou se casou-se com Conde e teve o título de Condessa de noi essa mulher me ajudou. Ou seja era tudo que eu sonhava nessas lindas trans que eram muito elegantes na época refletia meu sonho de ser uma também. 5-  Você teve muito conhecimento na Europa com grande influência, participando até de filme na Itália e fazendo shows na Bélgica, Holanda e Suíça... como foi atuar como ator e participar de eventos nestes países consagrados? Ter tido a oportunidade de trabalhar em casas noturnas na Bélgica na Holanda na Alemanha na França foi maravilhoso além de uma experiência de conhecer outros artistas também foi maravilhoso o idioma cada vez praticando melhor meu francês quanto ao filme que eu fiz com o ator Christian de Zica na Itália no ano 90 Foi uma comédia chamada Ane 90 foi uma das minhas maiores experiências a realização de um grande. Foi uma comédia chamada Ane 90 foi uma das minhas maiores experiências a realização de um grande sonho. 6-    No ano de 2003 fez sua cirurgia de resignação, vinha sempre para o Brasil e junto com o Grupo Glbt participava do carnaval de várias escolas de São Paulo. Conte esta emoção desta época? Eu já havia desfilado outros anos judia participado de outros eventos mas eu não tinha feito a resignação ainda não tinha mudado de sexo quando eu voltei em 2003 e pude colocar umas roupas bem sensuais entendeu e desfilar nas Rosas de Ouro aqui no Barreiros em Vitória e na Viradouro no Rio de Janeiro como mulher eu me senti extremamente. 7-    Teve alguns momentos da vida que não foram tão favoráveis, tendo contratempo no romance, mas conseguiu dar volta por cima desta fase...como foi pra você esta vitória? Eu era casada e fui muito apaixonada que durou 7 anos e aí como muitas pessoas anônimas e celebridades eu fui vítima de uma traição de alguém que era muito próximo a minha uma pessoa para uma menina praticamente da família que eu trouxe da Bahia e eu fui traída pelo meu marido então nós ao mesmo tempo fizemos a sociedade do rostal e eu cai numa depressão horrível minha mãe teve que ir para Suíça eu fiquei internada e fiz acompanhamento e superei voltando a fazer o que eu gostava que era vir para o Carnaval fazer. Minha mãe teve que ir para Suíça eu fiquei internada e fiz acompanhamento e superei voltando a fazer o que eu gostava que era vir para o Carnaval fazer shows. 8 - Considera Dona Rute Assis de 86 anos plena e que sempre esteve do seu lado em momentos bons e difíceis. Conte deste vinculo? Dona Rute 86 anos minha amiga minha companheira minha confidente é quem me elogia é quem me puxa a orelha é quem me deu conselho é a pessoa mais importante da minha vida ela esteve na minha cirurgia ela ia nos meus desfiles nos meus shows na apresentação de Silvio Santos na entrevista de Leão Lobo na entrevista de Hebe Camargo e até hoje todos os dias quando eu acordo a primeira pessoa que eu converso é minha estrela morre é meu grande amor é tudo. É tudo na minha vida. 9  – Foi gerente da Escobar show chamado chilis bar e era convidado participar de carnavais antes da pandemia que te dava destaque da Vila Isabel como carnavalesco... o que sente quando está neste meio? Eu sempre tive essa velha artística né sempre gostei de de show dançar inclusive sobrevivi disso né o carnaval é o Big Show é o maior show da terra né então eu trabalhava de gerente no chiles né que era uma boate de shows também de organizava os shows tinha meninas que era strip também e vinha ao Brasil como foi na Vila Isabel né que é uma escola gigante lá do Morro do Macaco uma escola onde todo mundo se respeita Sabrina Sato é Rainha e eu me sinto muito bem eu me sinto em casa eu me sinto feliz eu me sinto realizada é um trabalho de um ano é o enredo as composições é a disciplina é o respeito né é um show maior show da terra. 10 –  Par a finalizar fale seus planos para 2025 no Brasil ou Exterior? 2025 um ano que já iniciou com muitas coisas boas que foi o convite para ser destaque na escola Estrela do Terceiro Milênio uma escola de primeiro grupo que vai desfilar no sábado após a Gaviões da Fies e antes da Vai-Vai que encerra o carnaval Paulista o enredo vem falando da diversidade da superação da luta da classe GLBT então eu estarei em cena com as estrelas brasileiras Nany pipa pivete Salete Cláudia Claudia Edson Renata de Cuiabá Dani Coutinho e outras maravilhosas e em seguida estarei voltando para Suíça porque eu já cotizei 27 anos do INSS que é o referente aqui então Estou finalizando a documentação da minha aposentadoria então eu estarei lá até resolver toda essa documentação e voltarei para o Brasil para viver minha tranquilidade pois estou com 63 anos então daqui para frente quero fazer as coisas prazerosas que continuar no carnaval quer trabalhar numa ONG é estar com a minha mãe dona Ruth que já tá aos 86 Agradeço ao Vilarinho agradeço a você João essa oportunidade de poder estar mostrando as pessoas a minha história é uma história linda e fica aí a dica vale a pena lutar. João Paulo Penido

  • Nasce um novo Carnaval no Rio de Janeiro

    O ano de 2025 foi o ponta pé para as mudanças, já tão necessárias e vitais para a sobrevivência do Carnaval. Dividir os desfiles das agremiações em três dias foi a decisão mais acertada, assim como aumentar o tempo dos mesmos, realocar os  jurados ao longo da Passarela e receber as notas no mesmo dia. Tais providências num mesmo ano mostram a vontade da Liesa de inaugurar novos tempos.   A redução do credenciamento para protegidos permitiu que a pista não fosse invadida. E mostrou coerência nas autorizações para a ordenação. O profissionalismo é vital e retira o ranço político dos que desejam circular pela Avenida, para angariar votos. O Carnaval é do Rio e o prefeito Eduardo Paes a grande figura que merece visibilidade.   A Riotur ainda tem papel fundamental na coordenação dos órgãos governamentais que atuam no certame e fornece seus colaboradores para a gestão dos setores. Não pode deixar morrer sua função na organização.   Outro formato que precisa ser aprimorado são os bailes. Insistir em bailes de gala com roupas alugadas, o que fomenta é verdade o comércio já teve seu tempo. Um hotel da orla marítima que deveria cuidar de sua renovação e adequação aos novos tempos parou no tempo. No entanto, o Fairmont Copacabana, com uma das gestões mais aprimoradas que conheço trouxe um novo baile: o das Máscaras com conceito moderno de sustentabilidade e alimentos e bebidas propícios para temperaturas tão elevadas, o que não deve parar nos próximos anos.   As feijoadas são realizadas em modelos idênticos, com apresentações de escola de samba e buffet nem sempre dos mais primorosos. Mais uma vez, o Fairmont saiu na frente e junto com a Associação dos Embaixadores de Turismo do RJ realizou uma feijoada no Tropik com a participação de uma fanfarra, formada por colaboradores e vai fazer uma outra para apuração.   Os blocos de rua continuam. Muito grandes em alguns casos, sobrevivendo de patrocínios, mas com mijões e mijonas ainda presentes pelo número reduzido de banheiros químicos. Na minha visão, são fundamentais, mas deveriam melhor se comunicar para evitar mesmos horários e atrapalhar a vida dos moradores. É só planejamento do Poder Público e dos organizadores.   Embora ainda com algumas ocorrências, inclusive com turistas estrangeiros, a segurança foi melhor desenvolvida. Há áreas que merecem maior atenção, como o flamengo, a Tijuca e a zona oeste, nomeadamente a Barra da Tijuca.   No momento em que uma Revolução silenciosa se apresenta, a Passarela do Samba precisa ser redimensionada como um equipamento turístico, aberto para visitação o ano inteiro. Falta um museu do Carnaval, previsto no projeto original e que já existiu de forma plena, quiosques de informação turística, com venda de suvenires e possíveis fotos fantasiadas, além de uma mini lanchonete. Poderia até comercializar os ingressos para visitação.   Tivemos um carnaval com muito boa ocupação em diversas áreas da cidade, graças aos nossos vizinhos argentinos que vivem uma crise financeira e encontram nosso produto com preços muito competitivos. Basicamente, fomos invadidos por sul-americanos e poucos europeus e norte-americanos, no bom sentido, mas a promoção do Rio ainda é falha. A mera participação em eventos do trade no exterior, do ponto de vista institucional tem relevância, mas o ideal são grandes campanhas nos países emissores.   Já é hora de preparar 2026.Trazer jornalistas do mundo inteiro e personalidades que possam dar visibilidade, o que não vem acontecendo nos últimos anos. Prezar pelo resgate do carnaval na periferia com suas tradições e vertentes que são um apelo decisivo para uma descentralização do Carnaval.   Os que tem vontade de mudar, que não se apegam a obter credenciais e frequentar camarotes para fotos tem muito trabalho e reformulação. Basta querer, não é mesmo?   Bayard Do Coutto Boiteux é professor, pesquisador, escritor mas, sobretudo, acredita na contante mudança para sobrevivência ( www.bayardboiteux.com.br ). Revista do Villa || Bayard Boiteux

  • Miramar Mangabeira comanda o carnaval no Monte Líbano

    Dia 28 de Fevereiro Miramar Mangabeira abriu oficialmente o Baile de Carnaval do Clube Monte Líbano. Casa cheia, sob o comando da promoter Nely Habib.  Miramar estava acompanhada de sua banda: Kiko de Matos (baixo), Moacyr Neves (bateria), Kiko Chaves (guitarra), Val de Souza (percussão) e o maestro Moisés Pedrosa (teclado). Entregou ao público as clássicas marchinhas de carnaval, que atravessam gerações e agitam os foliões até os dias de hoje. “Me Dá Um Dinheiro Aí”, “Marcha do Remador”, “Maria Escandalosa”, “Touradas em Madri” e “Índio Quer Apito”, foram algumas das canções que estavam em seu repertório.  Um destaque especial para as roupas de Miramar. Lindíssimas! Deu início com um vestido vermelho e no intervalo fez uma troca de roupa para um outro, lindíssimo, azul.  O evento contou com presenças especiais, como a da eterna cantora das Misses, Ellen de Lima, que atendeu ao pedido do público e cantou este seu grande sucesso.  A grande estrela internacional Watusi, que brilhou em Paris, também se fez presente. E por falar em Watusi, vale lembrar que dia 21 de Março ela estará se apresentando no Blue Note Rio (Av. Atlântica, 1910 / Copacabana), às 20h, com seu show “Watusi In Concert”.  O evento teve a ilustre presença de Ludmylla Pimentel, que fará show no Julita de Serpa no dia 04 de Abril, às 21h, com o seu show “Auto Retrato”. Também compareceram: Fernando Reski, Adele Fátima, Suzy Parker e Yeda Brown.  O show inicialmente contava com cerca de 60 canções, mas muitas pessoas começaram a dar canja durante o intervalo para a troca de roupa de Miramar. O que inclusive fez a artista esperar por mais de 1h para que tivesse o microfone livre para que pudesse retornar ao palco.  Haviam poucos garçons para atender o salão, que estava lotado. Uma certa falta de organização quanto a acomodação, tendo em vista que a mesa reservada aos artistas foi tomada.  Mas depois de um tempo, os organizadores conseguiram contornar a situação. Fui direcionado a uma outra mesa, acomodando lá também Ludmylla Pimentel e logo depois Watusi chegou e foi para lá. Ellen de Lima chegou um pouco mais tarde e foi acomodada em outra mesa.  O serviço de buffet, apesar de poucos garçons, entregava os pedidos com certa rapidez e com qualidade na comida. Pratos bem temperados e com boa apresentação. Com Miramar, qualquer noite se torna incrível. Mesmo com os pequenos contratempos…  Vale recordar que ela gravou a marcha carnavalesca “O Carnaval Passou”, de Jorge Smera, para o carnaval de 1984.  Seguimos aqui no aguardo para a próxima apresentação de Miramar Mangabeira, dando sequência ao seu projeto “MPB in Blues”. Tadeu Kebian

  • Orcar 2025 no Estação Net Botafogo

    Fila que não acabava nunca! Um clima de felicidade, espectativas e amor pelo cinema.  Quase 2 mil pessoas  passaram ontem no Estação Net Rio em noite histórica para o nosso cinema brasileiro. O Hall e as 4 salas do Estação NET,  lotadas. Cavi Borges e a Adriana Rattes receberam os animadissimos e super fantasiados torcedores de braços abertos! No saguão centenas de cinéfilos exalavam aplausos, risos, pulos, gritos, e a cada aparição dos AINDA ESTOU AQUI, uma catarse total! Não dá para descrever a euforia da premiação do Oscar e do tão merecido AINDA ESTOU AQUI,  escolhido como melhor filme internacional.  É só dar uma olhada nas imagens.  Viva! Viva! Viva o cinema brasileiro.   Obrigada Cavi Borges, equipe, Estação Net Botafogo e obrigada para este público que transpira cultura. Cavi Borges Créditos fotos e vídeos: Susi Sielski Cantarino  Susi Sielski Cantarino

  • Brasil: em visita a Portugal, compositor Moacyr Luz defendeu cultura lusófona

    Um dos maiores músicos e compositores brasileiros de todos os tempos, Moacyr Luz, esteve em Portugal recentemente, a acompanhar a visita de uma comitiva do executivo municipal de Maricá, localizado no Estado do Rio de Janeiro, que visou promover o destino e celebrar protocolos com entidades e autoridades portuguesas, numa iniciativa organizada pela Câmara de Comércio da Região das Beiras (CCRB). O grupo visitou zonas como Fundão, Covilhã e Belmonte.   Nascido no Rio de Janeiro, Moacyr Luz, dentre outros sucessos, lançou, em 2009, o seu nono disco, Batucando, o primeiro pela gravadora Biscoito Fino, com participações de Zeca Pagodinho, Luiz Melodia, Beth Carvalho, Alcione, Ivan Lins, Mart'nália, Martinho da Vila, Tantinho da Mangueira e Wilson das Neves. Como compositor, possui mais de 100 músicas gravadas por diferentes intérpretes da Música Popular Brasileira (MPB), como Maria Bethânia, Elba Ramalho, Nana Caymmi, Beth Carvalho, Leny Andrade, Gilberto Gil e Leila Pinheiro.   Em entrevista à nossa reportagem, Moacyr Luz falou sobre a importância da cultura portuguesa no mundo e o papel da música na ligação entre os países.   Como avalia a sua passagem pela região da Beira, em Portugal?   Independente de música ou qualquer coisa relacionada à compreensão profissional de trabalho, isso de estar em Portugal para mim é sempre uma identificação com as minhas origens. Tenho parentes portugueses, então, eu sempre gosto muito, sempre. Gosto do povo português, do empenho que tem no trabalho, sempre me chama essa atenção. Um país pequeno que dominou metade do mundo numa certa época, que permitiu que as fronteiras do Brasil continuassem grandes. E eu percebo isso até hoje, o português como o meu avô de tamanco, pregando gaiolas para ter galinheiros em casa, montes cheios de terra, isso me chama muita a atenção.   O que mais está chamando a sua atenção?   A questão da lusofonia, que, hoje, está ligando muito os países da língua portuguesa: Moçambique, Cabo Verde, um pouco de Angola, isso tudo mistura-se na nova música que está se formando aí.   Já teve outras experiências em Portugal?   Eu já estive em Portugal no Festival Mimo, em Amarante, já toquei no Coliseu, com o Pierre Aderne, gravei um disco chamado “Mapa do Giz”, em Lisboa, e teve uma gravação de um grupo chamado “Bamba Social”, que gravou um disco só de músicas minhas, no Porto. Tem uma música recente, com o Pierre Aderne, gravada pelo António Zambujo, que é um dos maiores cantores, se não o maior, de Portugal, atualmente.   Na sua opinião, qual a importância da música nas relações entre Brasil e Portugal?   Acho que, principalmente, a questão musical, a questão genética dos dois países. E a música portuguesa está tendo uma evolução enorme nos últimos tempos.   Esteve também na Fitur em Madrid. Acredita que este modelo de evento ajuda a divulgar o Brasil, e Maricá, concretamente, no cenário internacional?   Maricá tem um projeto audacioso, ousado, e parece uma utopia, mas é extremamente viável. Reforçar cultura para turismo, através de hotéis, fazer eventos com significado brasileiro do samba, principalmente, aproximar através de outras iniciativas. Sensacional, expandir, abrir para novos caminhos.   Em que projetos está envolvido atualmente?   Estou lançando um disco em março de dois violões com Gabriel Moura, o parceiro do Seu Jorge. Estou com músicas num disco, num projeto do Zeca Pagodinho. Tenho um lançamento de 20 anos de Moacyr Luz, do Samba do Trabalhador. Tem bastante coisa.   Por fim, como avalia a "saúde" do Samba no Brasil? Este estilo musical continua sendo um passaporte de entrada para a cultura brasileira?   E o Samba não morre, né, bicho? Essa história que o Samba agoniza, ele já até passou de agonizar. Eu brinco com as pessoas que, se o mundo acabar hoje, ou daqui a cem anos, vão sobrar o Samba e as baratas.   Foto: Agência Incomparáveis Ígor Lopes

  • Entrevista: Adele Fátima

    Adele Fátima, bailarina, modelo, atriz, cantora e ambientalista. Um flash exclusivo para a coluna da linda Adele Fátima 1- Olá Adele! O carnaval está chegando! E é sempre bom relembrar! Quais são as boas lembranças que o carnaval lhe traz? Diversão, espontaneidade, alegria. Era tudo sem compromisso, havia liberdade. Essa conexão com o mundo me era muito  gratificante. No Japão, com meu rosto, fui aguardente e a primeira lata de café com leite gelado. Na Itália um bronzeador. Fiz cinco capas de revistas nos países nórdicos. Entre outras coisas que envolvia o carnal. 2- Você foi uma das primeiras modelos a ser coroada rainha de bateria. Como se deu esse fato? Não existia essa posição, foi o destino, foi Deus. Pedi ao Castor de Andrade, patrono do GRES Mocidade Independente de Padre Miguel, como presente de aniversário, que deixasse vir a frente da bateria, porque eu tinha experiência e não atrapalharia. Falei com Mestre André e ficou tudo certo. Durante o desfile, com o sol muito forte, quase meio-dia, sentia muita sede. Castor me oferecia champanhe e veio ao meu lado durante todo o desfile. Os músicos que deixavam sangue nos instrumentos  começaram a falar: " aí madrinha também estamos com sede." Daí vem o título de Madrinha. Esse posto agora tem no mundo todo. Além disso, no momento eu era capa de disco e revistas, fazia TV, teatro e cinema nacional e internacional. Protagonizei Histórias Que Nossas Babás Não Contavam. No 007 representei a beleza da mulher brasileira sendo uma bondgirl. O comercial da Sardinhas 88, no contexto da Copa de 1978, me popularizou nacionalmente. 3- Qual foi a importância de Osvaldo Sargentelli para a sua trajetória? Foi fundamental. Com ele aprendi os primeiros passos da profissão. Fiz ballet clássico, jazz moderno, afro e expressão corporal. Aprendi a ter limites, sabia que era uma vitrine e as portas estariam abertas para mim. Sou grata pelos desafios e ensinamentos. Com respeito, garra, determinação e amor, seria mais fácil vencer barreiras e fronteiras. Foi um grande aprendizado. 4- Qual foi a importância da TV Globo para a sua carreira como artista? Era uma época de glamour, pós ditadura e com muito racismo, posso dizer que era uma pessoa de sorte... Fiz toda linha de shows, duas novelas, duas minisséries, e um episódio do Sítio do Pica Pau Amarelo. Com isso fui impulsionada as outras TVs, ao cinema, teatro, etc. 5- Como você analisa a questão do etarismo na televisão brasileira? Acho uma injustiça com grandes talentos. Mas o jovem é sempre bem-vindo. O mundo está em evolução. Devemos aceitar e agradecer. 6- Você gosta de viajar! Quais os lugares do mundo que você visitou que mais lhe encantou? Viajar faz parte da minha vida. Meu pai industrial alemão se apaixonou pela minha mãe brasileira.  Já nasci com viagem no DNA. Conheço muitos países.  Os que mais me encantaram foram: Alemanha, Itália, França, Suíça, e Estados Unidos. Pela beleza natural, gastronomia e folclore. Respeito e pontualidade e neve sempre me fascinaram. 7- Lhe entrevistar e não comentar sobre a Sardinha 88 é não falar de Adele Fátima. Você poderia comentar como surgiu a proposta de realização daquele comercial e qual a importância do mesmo para a sua trajetória. Já tinha feito outros, e aceitei sem grandes pretensões. Foi na época da Copa do Mundo de 1978. Estava fora do país quando o comercial foi ao ar. Quando retornei não podia andar pela rua, face ao sucesso alcançado. Perdi minha liberdade. Foi bom porque me popularizou, como tudo na vida tem dois lados, fui impedida de fazer TV e outros comerciais, fiquei rotulada como símbolo sexual até hoje. 8- Quais são os seus planos futuros? Busco a realização do meu livro e do meu documentário. Me divido entre Brasil e Portugal. Estou vivendo a terceira fase da minha vida onde dedico mais a minha família. Estou aberta a bons contratos. Estou aguardando o reconhecimento por ter sido a musa inspiradora de Oscar Niemeyer pela Apoteose. Gratidão por eu poder mostrar um pouco da minha história. Adele Fátima em três momentos: em Ensaio fotográfico para uma revista americana, na passarela do samba a primeira rainha de bateria da avenida e com seu marido Marcelo Brandão Carneiro, casados há 46 anos. Fotos: Arquivo pessoal/Divulgação   Chico Vartulli

  • A arquitetura da dor em “O brutalista”

    São três horas e meia de filme! Tem um intervalo no meio, coisa que eu não via desde Titanic. Apesar do tempo para contar uma história que passa por várias épocas, o que vemos é o que uma pessoa profundamente marcada pela guerra se permite fazer em nome do pertencimento. O filme narra a trajetória do arquiteto László Tóth, um arquiteto judeu-húngaro interpretado por Adrien Brody. A história começa com ele saindo de sua terra natal e chegando aos Estados Unidos. Aí, vemos uma das imagens mais marcantes do longa: a Estátua da Liberdade de cabeça para baixo até ela ser ajustada à tela.   Voltando a Adrien Brody, a atuação se destaca por sua capacidade de transitar por diferentes fases da vida de Tóth, mostrando a evolução emocional e psicológica do personagem; é uma dor silenciosa e contida, mas que está lá, vinda de uma guerra. Sua trajetória vai desde a vulnerabilidade de um sobrevivente do Holocausto que é abrigado na casa de um primo até a determinação de um arquiteto visionário enfrentando as adversidades do Novo Mundo. Nesse novo mundo, ele trabalha na loja de móveis do primo e já mostra a que veio: abandona o design tradicional e cria mobília modernista. Então, a firma é contratada para reformar uma biblioteca em estilo clássico para o industrial Harrison Lee Van Buren, interpretado por Guy Pearce.   É Harrison que acompanha Tóth na maior parte do filme e funciona como um antagonista dúbio: ao mesmo tempo que idolatra o talento de Tóth, é capaz de cometer atos vis contra o arquiteto. Van Buren é um megalomaníaco e vive essa dualidade o tempo inteiro. Sua interpretação é um tanto estereotipada, mas revela camadas de ambiguidade moral, refletindo as tensões entre mecenato e manipulação, e adiciona profundidade ao conflito central do filme. Van Buren, aparece como um salvador no começo, mas revela-se uma pessoa com intenções que misturam altruísmo e controle, refletindo as complexas dinâmicas de poder entre benfeitor e beneficiário: quem manda em quem.   Felicity Jones interpreta Erzbete Tóth e sua presença no filme é delicada quanto e forte. Como esposa de László Tóth, ela não é apenas uma companheira, mas uma força que equilibra os traumas do marido e a vontade dele de vencer nesse novo mundo. Enquanto László se perde na luta por reconhecimento e na tensão com Harrison Lee Van Buren, Erzbete é o fio que o liga à sua própria humanidade. No entanto, seu papel vai além da figura de apoio; há uma complexidade em sua jornada, pois ela também é uma imigrante tentando encontrar um espaço próprio nesse novo mundo. Ela consegue um emprego em um jornal porque é formada em Oxford e sua condição física traz profundidade à sua personagem, rendendo boas cenas. Erzbete transmite, por meio de pequenos gestos e olhares carregados, o conflito interno de uma mulher que vê seu casamento se transformar e que, aos poucos, se vê engolida pelas circunstâncias, mas ela não se entrega: bonito de ver.   A direção de Brady Corbet tem uma estética que reforça a atmosfera de enclausuramento e opressão. A fotografia, assinada por Lol Crawley, utiliza o formato VistaVision para criar composições amplas que, paradoxalmente, intensificam a sensação de isolamento, de aprisionamento do protagonista. O uso de paletas de cores frias e iluminação contrastante enfatiza o estado emocional de Tóth e os ambientes que ele habita, tudo a ver com a arquitetura brutalista.   A direção, aliada a um roteiro que não teme explorar as profundezas da psique humana, traz em uma narrativa que é tanto um estudo de personagem quanto uma reflexão sobre os impactos duradouros da guerra e da imigração, questão importantíssima a ser discutida na atualidade. “O Brutalista” não é apenas um filme sobre arquitetura ou uma narrativa; é uma história de resiliência do espírito humano diante das adversidades mais insuperáveis para encontrar um lar. Por Cláudia Felício (autora best-seller , roteirista e crítica especializada em cinema) @claudiafelicio www.claudiafelicio.com.br Cláudia Felício

  • Entrevista: Willians Haubrichs

    1 - Como Foi a fase de executivo no setor fabril das Relações Públicas em sua formação Acadêmica? Em 1980 fui executivo no setor de relações públicas na empresa CAEMI, do saudoso Augusto Trajano de Azevedo Antunes, atuando diretamente na presidência ao lado dele. A empresa era uma holding de empresas como a Swift, projeto Jari, copa Cia de papel e celulose, mineradora MBR, a Vale, entre outras…; 2- Teve outras áreas que trabalhou, por exemplo modas? Qual empresa e o que exercia na atividade? Trabalhei com moda nos anos 90, na empresa Van Gogh, no qual atuei como supervisor; 3- Além do segmento de Modas, Atuou como diretor no ramo de alimentos... era empresa Nacional? Ainda nos anos 90, após o período da moda, trabalhei como diretor de relações públicas na grande empresa de alimentação, o Grupo Porcão, com várias filiais no Brasil e no exterior; 4- Com relação ao trabalho de Estética, envolvendo Ex Miss Brasil, qual acontecimento especial desta época? No final dos anos 90, entrei de sociedade com a ex miss Brasil Márcia Gabrielle, abrindo uma clínica de Estética aqui no Rio de Janeiro. 5- Quando teve uma vasta experiência com a área de Modas, resolveu abrir seu próprio negócio e seguir em variados seguimentos envolvendo mídia, construção civil entre outras...conte por favor? Depois resolvi abrir minha própria holding, com atuação em vários seguimentos como empresariado de artistas e shows, alimentação, e a outra empresa focada em gestão empresarial e serviços na construção civil. Então minhas empresas completam 30 anos de atuação no mercado. 6- Teve um titulo muito importante este ano de 2025. Conte esta conquista por favor? Recebi o título de Embaixador de Turismo do Rio de Janeiro. Fiquei honrado de poder participar da associação dos Embaixadores e contribuir com a divulgação cultural e social da nossa cidade do Rio de Janeiro.   7-  Deixe uma mensagem com visão empreendedora para seus Clientes. Trabalhei desde os 14 anos e sempre com a visão de empreendedor. Tenho prazer de trabalhar e sempre diversificando os meus negócios e sobrevivendo e rompendo todos os obstáculos de um empresário aqui no Brasil. Sempre busco manter a qualidade e fazer o melhor para os meus clientes.  João Paulo Penido

  • Entrevista: SAV (Cantor e Compositor)

    Cantor e compositor de 27 anos natural de Araraquara/SP - Começou a cantar jovem na Igreja, mas apenas com 19 anos que montou seu perfil de artista e começou a lançar covers (que receberam aprovação dos próprios donos das músicas, como Glória Groove, Mateus Carrilho, Duda Beat, Detonautas, Strike, Barão Vermelho, e outros). - Tem um EP com 05 faixas autorais (“Pressa” – lançado em 2023) com mais de 100K de streams - Já cantou em duas edições do JOÃO ROCK (2023 e 2024) e em 2024 fez shows em Araraquara (6x), Bebedouro, Matão, Taquaritinga, Guarujá, Ribeirão Preto, Mococa e Rio de Janeiro (3x). O repertório Pop da chamada “Pressa Tour 2.0” é recheado de hits do pop e do universo do funk e eletrônico. Um show agitado do início ao fim, segue a setlist oficial do show: Houdini Br (Sav/Dua Lipa) Pressa (Sav) Poc Poc (Pedro Sampaio) Pilantra (Jão e Anitta) Cristal Remix (Família Madá) Sei que tu me odeia (Anitta e Mc Danny) 1) Conte como começou a cantar e quem foi seu cantor que inspirou no meio musical? Eu canto desde criança mas foi adolescente na Igreja que tive meu primeiro contato com o canto de uma forma mais cotidiana. Mas foi só com 19 anos que eu comecei a gravar meus covers pras redes sociais e mudar totalmente o meu universo. Eu sempre me inspirei em artistas e filmes que via na Tv e na internet, acho que HSM, Rebelde, Britney Spears, Katy Perry e Capital Inicial foram minhas primeiras grandes referências que me faziam ter vontade de ser artista.   2) As músicas dos charts do iTunes Brasil (Choque e Pressa) são composições de sua autoria… qual sua repercussão com o público?   Foi algo que ao mesmo tempo que aconteceu muito naturalmente, foi também um projeto totalmente experimental! Eu queria trazer letras fortes e que expressassem minha identidade, e mesmo com poucos recursos conseguimos entrar em um dos charts mais relevantes do país! Isso é algo que realmente sinto como uma conquista, e ninguém pode tirar de mim!   3) Como foi participar do grande evento João Rock, um dos maiores festivais de rock do país?   Foi incrível, tive a honra de ter me apresentado duas vezes no festival e agradeço muito a todos que fizeram isso ser possível, quando você canta num festival de referência nacional é a certeza que estamos no caminho certo!   4) Atualmente vem crescendo nas redes sociais, isso faz sua imagem como um músico de sucesso. Fale de seu público e fãs?   Meu público é formado por pessoas que me acompanham desde o início e pessoas que vão me conhecendo durante essa jornada, tanto pelos virais do Instagram quanto nos shows e na vida mesmo! Fico tão feliz que tenho alguns GRANDES fãs que as vezes nem consigo acreditar, isso me dá combustível para querer entregar cada vez mais, mas acho que ainda sou um artista em ascensão.   5) Existe uma nova era de música eletrônica que faz as pessoas dançarem … este ritmo é voltado para o rock e sertanejo? Ou abrange outros segmentos?   Eu acho que toda música (independente do gênero que se “enquadra”) tem esse potencial de tocar as pessoas e elas a partir disso dançarem, cantarem e por aí vai. A música eletrônica tem ganhado cada vez mais visibilidade e espaço não só nas festas e shows mas nas plataformas também! Estamos com grandes planos para esse segmento.   6) Já fez participação com algum cantor consagrado ou já atuante no Brasil ou exterior?   Eu ainda não tenho nenhum “feat” no meu catálogo, entretanto recebi alguns convites e fiz outros para artistas que amo muito e a partir desse ano já vai começar a sair novas músicas e colaborações.   7) Teve impacto com o grupo LGBT trazendo pop/rock de volta … quais bandas toca mais em seus shows?   Eu gosto muito das bandas dos anos 2010, e de clássicas também como Strike, Detonautas, Barão Vermelho, Capital e outras. Inclusive fizemos um projeto que se chama ‘SAV’S POP/ROCK SESSION’ onde regravei grandes sucessos do pop rock nacional e foi muito incrível poder trazer à tona novamente essas bandas e essa vertente que tem voltado a crescer nos últimos anos.   8) Quais são os covers mais tocados que você interpreta para seu público nos shows?   Quem me acompanha desde o início da minha carreira e vai hoje nos shows sempre pede pra eu tocar alguma em específico, os covers fizeram e fazem ainda parte da minha carreira de uma forma muito especial, acho que tem muita coisa ainda que quero cantar! Agora respondendo sua pergunta: o pessoal sempre quer que eu cante “A Tua Voz”, gostam muito desse cover!   9) Você já tem algum empresário e já tem agenda para este ano de 2025?   Eu tenho dois produtores que trabalham comigo aqui em Araraquara e também temos um manager de vendas de shows com banda, mas digamos que eu ainda sou o meu próprio grande empresário (risos). Tenho vários shows durante o ano e pretendo entregar uma grande evolução e experiência para meu público!   I0) Deixe uma mensagem para seu público da sua história na música e o seu sonho musical.   Acho que minha história na música pode ser definida como dedicação, vontade de fazer acontecer, sempre estou querendo melhorar e tenho consciência de que tenho muito a evoluir ainda! E sobre meu sonho, eu tenho vários mas acho que conseguir viver da minha arte é o que mais estou batalhando para conseguir no momento! Agradeço a todos que me acompanham, isso faz toda a diferença! João Paulo Penido

  • Inspirado em enredo histórico da carnavalesca Rosa Magalhães, “Sonho Encantado de Cordel, O Musical” estreia no Rio de Janeiro

    Com grande elenco, direção de Thereza Falcão e músicas originais de Paulinho Moska, Chico César e Zeca Baleiro, espetáculo promove o encontro de Hans Christian Andersen e os seus contos de fadas com a rica tradição da literatura de cordel e o Nordeste do Brasil   Uma jornada mágica e fascinante! "Sonho Encantado de Cordel, O Musical" estreia temporada no Rio de Janeiro no Teatro Clara Nunes, no Shopping da Gávea, de 08 de março a 27 de abril. As apresentações acontecem aos sábados e domingos, com sessões às 15h30 e às 18h. Com texto e direção da premiada Thereza Falcão, a peça narra a vida de Hans Christian Andersen e os contos de fadas por ele criados, envolvidos pela rica tradição da literatura de cordel e ambientados no Nordeste do Brasil. O espetáculo é inspirado no enredo “Uma Delirante Confusão Fabulística”, de 2005, criado por Rosa Magalhães para a Imperatriz Leopoldinense, escola de samba do Rio de Janeiro, que prestou homenagem ao famoso autor em seu centenário.   São 14 artistas, cantores e multi-instrumentistas formando o grande elenco: Aline Wirley, Igor Rickli, Gab Lara, Elizândra Souza, Ricca Barros, Adrén Alves, Marcela Coelho, Giulie Oliveira, Sofie Orleans, Danni Marinho, Fábio D’Lélis, Carol Romano, Lígia Bié e Mikael Marmorato.   O musical é uma deslumbrante fusão de elementos da cultura nordestina com o universo encantado dos contos de fadas. A história gira em torno de Rosa Cordelista (nome em homenagem a Rosa Magalhães), uma jovem determinada que, apesar da desaprovação de sua mãe, sonha em se tornar uma grande cordelista. Movida pela força de sua imaginação, Rosa é transportada em um sonho mágico para um universo encantado, onde encontra o lendário Hans Christian Andersen. Juntos, eles embarcam em uma jornada emocionante, repleta de personagens míticos dos contos de fadas do autor.   Nesse reino de fantasia, Rosa e Andersen se envolvem em uma aventura épica, onde reis vaidosos, imperadores sábios e a poderosa Rainha da Neve competem pelo título de Maior Monarca de Todos os Tempos. Por meio de desafios, músicas e danças, a jovem cordelista descobre que os sonhos e a criatividade são as forças mais poderosas que existem, capazes de transformar o mundo e nossas vidas. "Sonho Encantado de Cordel, O Musical" é apresentado pelo Ministério da Cultura e pela CAIXA Vida e Previdência, patrocinado através da Lei Federal de Incentivo à Cultura.   - Patrocinar um musical original e autoral como este é uma forma de honrar e celebrar a riqueza da cultura brasileira. Ao destacar a literatura de cordel, um pilar fundamental da identidade nordestina e, por extensão, da identidade do Brasil, o projeto cria uma experiência teatral única que celebra, entre outras coisas, a diversidade - destaca Benjamin Sacksteder, Presidente da CAIXA Vida e Previdência.   No palco, mais de 10 cenários e 50 figurinos, criados pela eterna Rosa Magalhães e conduzidos pelo seu braço direito, o carnavalesco Mauro Leite, ganham vida. A experiência visual é enriquecida pelas projeções e vídeos dirigidos pelo renomado artista visual Batman Zavareze. As coreografias são assinadas pelo premiado Renato Vieira, enquanto a direção musical fica a cargo do aclamado Marcelo Alonso Neves.     Com 10 músicas inéditas e originais compostas pelos brilhantes Paulinho Moska, Chico César e Zeca Baleiro, o espetáculo mescla o vibrante ritmo do Nordeste com a magia das histórias eternas. Esta obra é uma fascinante interlocução cultural entre o Brasil e a Dinamarca, em que cada cena convida o público a mergulhar em um universo onde tudo é possível, e onde a esperança e o amor sempre prevalecem.   - Estamos orgulhosos de patrocinar uma produção que promove a literatura de cordel e a insere nos contos de fada de Hans Christian Andersen. Ao incentivar o hábito de frequentar o teatro desde a infância, contribuímos para a formação de novos públicos e para o desenvolvimento sustentável do país. ‘Sonho Encantado de Cordel’ tem itinerância, brasilidade, diversidade – atributos em total sinergia com a marca da CAIXA Vida e Previdência - comenta Elena Korpusenko, Superintendente de Marketing da CAIXA Vida e Previdência.   “Sonho encantado de Cordel, O Musical” torna-se o último trabalho de uma das maiores artistas contemporâneas da atualidade. E agora será também uma grande homenagem póstuma ao seu legado, após o falecimento de Rosa Magalhães em 25 de julho de 2024, aos 77 anos. Envolvida na criação desde o início do projeto, pouco antes de sua partida, naquela mesma noite, em sua casa, ela fez os últimos desenhos que faltavam e deixou todos os figurinos do musical prontos, expostos e organizados em papéis na sua mesa de trabalho. Rosa Magalhães se junta a uma galeria de grandes artistas femininas brasileiras, como Tarsila do Amaral, Anita Malfatti e Lygia Clark, destacando-se com suas contribuições cruciais para a evolução e diversidade da expressão artística nacional.   - É uma celebração da arte, da poesia e do poder dos sonhos, trazendo ao palco uma narrativa única que vai emocionar e inspirar em um musical para todas as idades – conta Thereza Falcão. Rosa Magalhães   Rosa Magalhães foi uma das artistas contemporâneas mais importantes no nosso país. Com mais de cinquenta anos de carreira, foi uma artista plástica, figurinista, cenógrafa e carnavalesca brasileira, famosa por seus títulos no Sambódromo e por sua atuação em eventos como a abertura dos Jogos Pan-Americanos de 2007, que lhe rendeu um Emmy em 2008, e o show de encerramento das Olimpíadas no Rio, em 2016.   Hans Christian Andersen   Hans Christian Andersen criou mais de 150 contos de fadas, entre eles: "O Patinho Feio", "A Pequena Sereia", "A Rainha da Neve", "O Soldadinho de Chumbo", "A Polegarzinha", "O Rouxinol e o Imperador", entre tantos outros. Andersen enfrentou dificuldades na infância, o que o fez perceber as barreiras sociais e as diferenças entre ricos e pobres. Essa experiência inspirou muitas de suas histórias. Ele acreditava que todos deveriam ter os mesmos direitos.   Thereza Falcão   Thereza Falcão é uma escritora, autora, diretora teatral e roteirista da televisão brasileira. Com mais de 25 anos de carreira da TV GLOBO, escreveu novelas como "Novo Mundo" e "Nos Tempos do Imperador", por esse trabalho ela recebeu indicação ao Emmy. No teatro, já recebeu o Prêmio Coca-Cola de melhor texto e melhor espetáculo.   CAIXA Vida e Previdência   A CAIXA Vida e Previdência, empresa que apresenta e patrocina o espetáculo “Sonho Encantado de Cordel, O Musical”, é especializada em produtos de Seguro de Vida, Seguro Dívida Zero e Previdência Privada. É uma das maiores seguradoras do país, com R$ 150 bilhões em reservas e mais de 8 milhões de clientes que confiam na solidez da marca CAIXA. Nascida em 2021, a empresa é fruto da parceria celebrada pela CAIXA Seguridade com a CNP Assurances, líder do mercado francês de Seguro de Vida. O propósito da CAIXA Vida e Previdência é garantir à família brasileira tranquilidade no presente e segurança no futuro, com produtos que atendem às mais variadas faixas de renda e realidades dos nossos clientes, e que estão disponíveis em canais digitais e físicos, nas mais de 4 mil agências CAIXA e de 22 mil Lotéricas e Correspondentes CAIXA Aqui.   Inova Brand   A Inova Brand, que idealizou “Sonho Encantado de Cordel, O Musical”, é responsável pela realização, produção, comercial e marketing do espetáculo, é uma agência de publicidade especializada em entretenimento e cultura, que já foi responsável pelo marketing de mais de 80 produções teatrais, e produtora de teatro. Atualmente, a agência está à frente da produção geral, marketing e comercial do espetáculo "Duetos, A Comédia de Peter Quilter", estrelado por Patricya Travassos e Eduardo Moscovis. Este espetáculo já atraiu mais de 100 mil espectadores em mais de 14 cidades do país e continua em temporada nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, além de excursionar por outras regiões do Brasil. No cenário internacional, "Duetos" foi produzido em mais de 20 países e traduzido para mais de 10 idiomas. Além disso, a Inova Brand produz "Duas Irmãs e Um Casamento", também de Peter Quilter, com Maitê Proença e Debora Olivieri, que estreou em outubro de 2024 no Rio de Janeiro e está em cartaz em São Paulo com grande sucesso.   Em 2025, já estão confirmadas duas novas estreias: Uma nova comédia de Peter Quilter “A Manhã Seguinte” e outro grande projeto é "TV Colosso, O Musical", baseado no icônico programa de televisão dos anos 90 da TV Globo, com estreia marcada para março de 2025 em São Paulo. Atualmente, a agência é também responsável pelo marketing de "D.P.A. A PEÇA", a produção oficial da série de televisão "D.P.A.", que está no ar há mais de 10 anos no canal Gloob e foi adaptada para o cinema, atualmente em seu quarto filme, com milhões de espectadores. "D.P.A. A PEÇA" está em sua segunda edição, tendo realizado temporadas de sucesso no Rio de Janeiro e São Paulo, além de turnês que percorreram mais de 20 cidades no Brasil. A agência também cuida do marketing dos espetáculos da atriz Heloísa Périssé, como "A Iluminada", além de outras produções externas.   Ficha técnica:  Apresentado por Ministério da Cultura e CAIXA Vida e Previdência Livremente inspirado no enredo “Uma Delirante Confusão Fabulística”, de 2005, criado por Rosa Magalhães Idealização – Sérgio Lopes Texto e Direção – Thereza Falcão Elenco – Aline Wirley, Igor Rickli, Gab Lara, Elizândra Souza, Ricca Barros, Adrén Alves, Marcela Coelho, Giulie Oliveira, Sofie Orleans, Danni Marinho, Fábio D’Lélis, Carol Romano, Lígia Bié e Mikael Marmorato Músicas Originais - Paulinho Moska, Chico César e Zeca Baleiro Direção Musical – Marcelo Alonso Neves Coreografias – Renato Vieira Cenários e Figurinos – Mauro Leite Imersão Visual – Batman Zavareze Designer de Luz – Daniela Sanchez Designer de Som – Andrea Zeni Marketing e Comercial – Mauricio Tavares Assessoria de Imprensa – Carlos Pinho Direção de Produção – Filomena Mancuzo Produção Executiva: Neco FX Lei de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet Apresentado por CAIXA Vida e Previdência Apoio – Caixa Seguridade Realização – Inova Brand, Ministério da Cultura, Governo Federal - Brasil, União e Reconstrução   Serviço: TEMPORADA: DE 08 DE MARÇO ATÉ 27 DE ABRIL Apresentações: sábados e domingos, às 15h30 e às 18h Local: Teatro Clara Nunes - Shopping da Gávea Rua Marquês de São Vicente, 52, loja 370, Gávea, Rio de Janeiro – RJ Entrada: de R$ 19,75 a R$ 100 Cendas no site https://bileto.sympla.com.br/event/102316      Classificação etária: livre Duração: 60 minutos Rede social: https://www.instagram.com/sonhoencantadodecordel/ Alex Varela

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