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Revista do Villa

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Revista luso-brasileira de conteúdo sobre cultura, gastronomia, moda, turismo,

entretenimento, eventos sociais, bem-estar, life style e muito mais...

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  • Covilhã: Mais de 300 crianças estreiam o projeto “Cantar e Crescer pela Arte”

    Concertos de Natal assinalam também o lançamento do livro “Natal é Família”, a primeira edição da Vox Lusitana Foto: VLAC/divulgação Nos próximos dias 13 e 14 de dezembro, a Vox Lusitana Associação Cultural (VLAC), com sede na Covilhã, região Centro de Portugal, promove os primeiros concertos públicos do recém-criado projeto “Cantar e Crescer pela Arte”, iniciado em setembro em parceria com o Agrupamento de Escolas Frei Heitor Pinto e que reúne mais de 300 crianças do 1.º ciclo do concelho da Covilhã. Os concertos realizam-se no Auditório dos Unidos do Tortosendo, no sábado, dia 13, às 21h, e na Igreja do Santuário de Nossa Senhora das Dores, no Paúl, domingo, 15h30. A entrada é livre, limitada à lotação dos espaços. Para além do carácter simbólico desta primeira apresentação pública, o momento marca também um marco histórico para a associação: o lançamento do livro “Natal é Família”, a primeira edição da Vox Lusitana enquanto entidade editorial. A obra acompanha a cantata que será interpretada pelas crianças e resulta de uma colaboração entre três criadores da região: Liliana Conceição (história), Bruno Martins (música) e Vera Costa (ilustração). Os concertos contam ainda com a participação de alunos da Escola Profissional de Artes da Covilhã (EPABI), que acompanharão musicalmente parte da apresentação, elevando a execução artística do espetáculo. A colaboração com a EPABI reforça a ligação entre diferentes gerações de jovens músicos e evidencia a importância da articulação entre as instituições culturais e educativas da região. “Estes são os primeiros concertos do projeto e, para nós, representam um passo enorme na afirmação da educação artística enquanto pilar da comunidade”, afirmou Bruno Martins, diretor artístico da VLAC e autor da música. “O facto de, em tão pouco tempo, termos reunido tantas crianças, escolas e famílias em torno da música mostra que este projeto tem futuro e tem propósito”, frisou. Por sua vez, Liliana Conceição, autora do libreto, sublinha o carácter afetivo da obra. “‘Natal é Família’ nasceu de memórias e emoções que são universais. Ouvir esta história cantada pela voz das crianças é profundamente inspirador”, disse esta responsável. O projeto “Cantar e Crescer pela Arte” tem como objetivo “promover desenvolvimento artístico, social e emocional, reforçando autoestima, criatividade, disciplina e sentido de pertença”. Com aulas regulares desde setembro, o projeto tem sido recebido com “entusiasmo” pelas escolas e famílias, que reconhecem na música uma ferramenta poderosa de inclusão e crescimento. “A música une e transforma. Estes primeiros concertos mostram o que acontece quando a escola, as famílias e a comunidade acreditam no potencial das crianças”, referiu ainda Bruno Martins. “É com enorme orgulho que assistimos ao nascimento de um projeto que, estamos certos, marcará a região”, destacou. O lançamento do livro “Natal é Família” reforça esta visão. A primeira edição editorial da Vox Lusitana é descrita pela direção como “um passo natural e necessário”, que “consolida a identidade artística da associação e amplia o impacto do trabalho desenvolvido”. Segundo os seus organizadores, os concertos integram a programação de Natal da VLAC e assumem-se como um dos momentos mais significativos do seu Plano Anual de Atividades, celebrando não apenas a quadra natalícia, mas também o arranque de um projeto que pretende crescer e perdurar. Ígor Lopes

  • Tasso Câmara: Uma Trajetória de Dedicação à Comunicação Goiana e Nacional

    ​É com profundo pesar que a imprensa goiana e brasileira se despede de Tasso José Câmara, um dos pilares e principais executivos da Organização Jaime Câmara (OJC). Tasso Câmara faleceu neste sábado, 13 de dezembro de 2025, em Goiânia, aos 93 anos, deixando um legado indelével no fortalecimento do jornalismo e da comunicação no Centro-Oeste e no país.  A vida de Tasso Câmara está intrinsecamente ligada à história da própria capital goiana. Conforme relatos da família, Tasso, ainda criança, viu a família mudar-se para Goiânia em seus primórdios, quando a cidade "praticamente engatinhava na poeira e na pobreza" e se resumia a poucos barracos à beira do córrego Botafogo, existindo mais na lei do que na estrutura.Seu pai, juntamente com Jaime Câmara e Vicente Rebouças, foi cofundador do jornal O POPULAR. Eles ergueram o primeiro prédio particular da cidade para abrigar o periódico, que antes funcionava em um barracão de tábua, marcando o início da OJC e da profissionalização da imprensa em Goiás.Tasso, com mais quatro irmãos nascidos em Goiás, cresceu nesse ambiente de pioneirismo e dedicação à "luta de revolucionário" da comunicação. ​Tasso Câmara dedicou sua vida à Organização Jaime Câmara, exercendo por muitos anos o cargo de diretor superintendente e contribuindo decisivamente para a expansão e modernização do grupo. ​Ele foi fundamental no processo de interiorização do sinal da TV Anhanguera, levando informação e entretenimento de qualidade para as diversas cidades do interior do Estado. Sua atuação foi marcada pela busca da seriedade, da ética e do compromisso com a informação de qualidade. ​A Associação Nacional de Jornais (ANJ) e o Sindicato das Emissoras de Rádio e Televisão de Goiás (Sindicom) destacaram sua atuação na gestão e na modernização do Grupo Jaime Câmara, o que o consolidou como um dos maiores grupos de comunicação do país.  Desde 2024, Tasso exercia o cargo de presidente de honra do Conselho Curador da Fundação Jaime Câmara, mantendo sua ligação com o futuro e a memória do jornalismo goiano.Sua dedicação às atividades cívicas e à comunicação foi amplamente reconhecida. Condecorado com a Medalha Mérito Cívico da Liga de Defesa Nacional no Rio de Janeiro, homenageado na Câmara Municipal de Goiânia, ao lado de Jaime Câmara, por ocasião dos 40 anos do jornal O POPULAR, ambas as honrarias em 1978,no ano seguinte participou da inauguração da Biblioteca Joaquim Câmara Filho, que homenageou seu pai, em Anápolis.Tasso Câmara foi casado com Mirze Camilo Câmara, que faleceu em 2011 após uma luta contra o câncer. O casal teve quatro filhos: Ricardo, Sérgio, Vanessa e Eduardo, e sete netos. A família foi o alicerce de sua vida e carreira. ​A notícia de seu falecimento gerou uma onda de solidariedade e reconhecimento de seu papel. O governador de Goiás,o Vice-governador Daniel Vilela, o Presidente da Assembléia Legislativa do Estado de Goiás, Bruno Peixoto, o Prefeito de Goiânia Sandro Mabel, a Câmara Municipal de Goiânia, e inúmeras personalidades e instituições emitiram notas de pesar, todos destacando o que : "Tasso deixa um legado marcante no jornalismo do Centro-Oeste"  ​Marcelo Rech (Presidente-executivo da ANJ): "Tasso Câmara será sempre lembrado como um dos grandes nomes da comunicação brasileira.Na qualidade de membro da  Associação Goiana de Imprensa (AGI) (representada pelo nosso ilustre presidente, o Jornalista Valterli Guedes), e parte da comunidade de comunicação, presto também minha solidariedade à família, amigos e colaboradores da Organização Jaime Câmara.Tasso Câmara foi um pioneiro e um grande empreendedor que, com seriedade e visão, ajudou a moldar a imprensa de nosso estado e do Brasil. Seu compromisso com a ética e a qualidade da informação é um legado inestimável para as futuras gerações de jornalistas e comunicadores. Gilson Romanelli Jornalista e membro da AGI (Associação Goiana de Imprensa)

  • Nota de pesar - falecimento de Haroldo Costa

    13 de dezembro de 2025 É com profundo pesar que recebemos a notícia do falecimento de Haroldo Costa , aos 95 anos , no Rio de Janeiro. Uma perda imensa para a cultura brasileira, mas uma vida que deixa um legado imortal. Haroldo Costa foi ator, diretor, pesquisador, escritor e um incansável defensor da cultura afro-brasileira . Começou sua trajetória artística no Teatro Experimental do Negro , criado por Abdias do Nascimento, e foi protagonista em Orfeu da Conceição , de Vinicius de Moraes, ao lado de Léa Garcia, sob direção de Léo Jusi. Tornou-se também o primeiro ator negro a se apresentar no Theatro Municipal do Rio de Janeiro . Além do teatro, Haroldo brilhou na televisão, dirigindo musicais e participando de programas com nomes como Dercy Gonçalves , Chacrinha e Carlos Machado . Foi também um dos mais respeitados comentaristas dos desfiles das escolas de samba , especialmente na TVE e TV Globo, onde atuou com elegância, conhecimento e amor pelo samba. Autor de livros fundamentais como A Velha Guarda do Samba , Haroldo era uma verdadeira enciclopédia viva da cultura popular brasileira, e uma ponte entre gerações. Com seu trabalho, ajudou a preservar, valorizar e eternizar a memória do nosso povo. Nos solidarizamos com familiares, amigos e com toda a comunidade artística, que hoje se despede de um mestre — mas jamais o esquecerá.   Haroldo Costa é eterno. Sua trajetória é memória viva, e seu legado é patrimônio nacional. *Revista do Villa - Em nome de todos os seus leitores, parceiros e amigos da Cultura   Fonte: G1, Metrópoles e registros históricos públicos da trajetória artística do homenageado. Delcio Marinho

  • Entrevista: Gilberto Salvador - artista plástico

    Entrevista com o artista plástico Gilberto Salvador. O super artista em ação no seu ateliê. Credito: Henrique Luz 1- Olá Gilberto! Você poderia comentar sobre o projeto da exposição “Geometria Visceral”? O nome quem deu foi a curadora Denise Mattar a partir de um apanhado que tínhamos feito do meu trabalho atual para ser mostrado no Paço Imperial no Rio de Janeiro. Foram selecionadas primeiro 70 obras e destas separamos 40, que estão na exposição. Elas tangenciam o momento atual do meu trabalho em pintura. 2- Quais são as produções artísticas que integram a exposição? A linguagem principal é a pintura uma exposição de pintura e tem uma referência escultórica que é para o público tátil. 3- Como está estruturada a exposição? A exposição está estrutura de uma forma bastante linear para o público onde ele poderá, ao entrar na exposição, verificar obras das décadas de 1960 e 1970 e 1980, mas só de forma referenciais, não é uma retrospectiva, e ai entra uma sequência de trabalhos atuais onde a questão da temática da geometria se impõe com gesto. 4- Você está a 17 anos sem expor no Rio de Janeiro. Como está se sentindo nesse retorno? Quais sâo as suas expectativas? Nos últimos 17 anos investi muito em escultura e nos últimos 3 anos eu volto com a pintura já com essas referências geométricas. Depois 17 anos sem expor no Rio é uma coisa meio surpreendente para mim, pois trabalhei no Rio com a galeria Bonino, depois com o Franco Terranova e com a Anna Maria Niemeyer, mas depois eu acabei me concentrando nas esculturas e eu precisava de espaço que abrigasse a tridimensionalidade no ateliê e o transporte disso tudo, que é muito complicado. Mas eu sempre tive uma admiração muito grande pelo movimento artístico no Rio de Janeiro. Por uma questão de princípios, eu não tenho expectativa na vida, eu defino o meu caminho, não espero.  O artista Gilberto Salvador com seus trabalhos atrás  5- Quais sâo as linguagens que aparecem nas suas produções artísticas? Basicamente uso escultura, desenho, gravura, instalações, que é o que venho trabalhando nos últimos 60 anos.  6- Quais sâo as características do seu "fazer artístico"? No fazer artístico tem um fator que é muito importante. O fato de eu ter tido uma formação em arquitetura, me deu uma desenvoltura muito grande para trabalhar a questão da matéria, e eu entendo que artes plásticas não é literatura, o que fica uma dificuldade, porque as pessoas querem saber o que quer dizer a imagem que você pintou, mais ou menos como se você olhasse uma flor achando que ela vai te dizer algo. Não é bem assim, você gosta da flor pela relação formal, pelo cheiro, uma série de outros fatores que não precisam ser literais e simplesmente visuais. Nas artes para mim acho que é um pouco por ai. No meu caso é uma questão sensitiva. 7- Quais são as suas referências (teóricas e práticas) no campo das artes plásticas? As referências teóricas aos 60 anos de trajetória é um volume razoável, vai desde o Lúcio Costa, que é urbanista, bate no Le Corbusier, vai pro Picasso, Caravaggio e um monte de referências, Jackson Pollock, Aldemir Martins, Portinari. Qualquer artista com a minha idade não tem referência teórica ou prática, tem vida e a vida é tudo. 8- Qual é a definição de arte que você partilha? Arte para mim é amor, é sensitiva, é a ligação que eu faço com o universo. 9- Quais são os seus projetos futuros? Não sei ainda, vou trabalhando... Picasso tinha uma frase que eu gosto muito. Perguntaram para ele como ele tinha tanta inspiração e ele deu a seguinte resposta: “eu vou para o meu ateliê todo dia, vou para a prancheta, vou para a tela e vou trabalhar. Acontece que a inspiração passa na rua e geralmente ela bate na porta do ateliê. Se eu não tiver lá ela não entra”. Então inspiração não é pontual, nada na vida é pontual, eu vou achando as coisas, vou caminhando, vou sentindo, para mim essencialmente arte é amor, se eu puder amar, vou produzir arte. Gilberto em visita a uma exposição Fotos: Arquivo pessoal/Divulgação  Chico Vartulli

  • Açores: Terceiro Fórum das Migrações promoveu debates e revelou dados sobre imigração no arquipélago

    Foto: divulgação O terceiro Fórum das Migrações dos Açores, promovido pela Direção Regional das Comunidades, do Governo dos Açores, reuniu autoridades públicas e empresariais, representantes de associações e membros da comunidade migrante para ouvir especialistas sobre migração, identidade e cooperação lusófona. O evento, realizado nos dias 19 e 20 de novembro, na Universidade dos Açores, em Angra do Heroísmo, na Ilha Terceira, teve transmissão online e destacou o crescimento da imigração no arquipélago.   O diretor regional das Comunidades, José Andrade, definiu o Fórum como “um espaço anual de partilha e reflexão entre poderes públicos e parceiros privados”. Segundo este responsável, o fenómeno migratório é um indicador de prosperidade e desenvolvimento para o arquipélago.   Durante o evento, foram apresentados dados que revelam a presença de oito mil imigrantes nos Açores, provenientes de 100 países. O Brasil lidera, com quase 20% desse total, seguido por Alemanha, Estados Unidos, Espanha, China, Cabo Verde, Itália e Reino Unido. Dados recentes também apontam a existência de 1.341 alunos estrangeiros nas escolas públicas, sendo 338 brasileiros. Entre os 197 formandos nas escolas profissionais, 98 são cabo-verdianos.   No encerramento, José Andrade entregou certificados do “Curso de Português para Falantes de Outras Línguas” a 18 formandos, com idades entre 19 e 77 anos, de várias nacionalidades, residentes nos concelhos de Angra do Heroísmo e Praia da Vitória. As aulas foram realizadas na ilha Terceira, com organização da Associação dos Imigrantes nos Açores (AIPA). O projeto foi financiado pela Direção Regional das Comunidades.   Presente no evento, a presidente da Associação “Mais Lusofonia”, Sofia Lourenço, classificou o Fórum como “irrepreensível” e destacou os “testemunhos da comunidade que todos os dias trabalha e sente as migrações diretamente, promovendo e buscando o desenvolvimento para todos, das pessoas, independente do seu local de origem, raça ou credo”. Ígor Lopes

  • Entrevista: Adele Fátima

    Adele, sua história com o Carnaval parece ter começado antes mesmo de você se dar conta. Como tudo começou? Começou na infância mesmo. Com quatro anos eu já desfilava no Bafo da Onça, e dali em diante o Carnaval virou meu destino. Foi a porta que me apresentou para o mundo e o início de uma trajetória que me acompanha até hoje com muito carinho. Você abriu um caminho que hoje é tradição: foi a primeira madrinha de bateria da história. Como é carregar esse pioneirismo? É uma honra enorme. Em 1981, na Mocidade Independente, vivi algo completamente novo. Hoje é um posto disputadíssimo por celebridades e um símbolo do Carnaval. Saber que fui a primeira, que inaugurei esse lugar, me deixa profundamente feliz. Nos anos 80 você também ficou nacionalmente conhecida com a famosa propaganda da Sardinha 88, até hoje lembrada. Como foi aquele momento? Foi um marco na minha vida. A propaganda tomou o país e me levou a um reconhecimento muito grande. E também contribuiu para que eu fosse vista como uma das mulheres mais bonitas do Brasil — algo que eu recebi com carinho e humildade, porque sempre veio do público. Muitas das capas e trabalhos que fiz, inclusive em países nórdicos e na Itália, reforçaram esse impacto. A beleza era parte do momento, mas o que me guiava sempre foi o trabalho. A Itália parece ter um lugar especial na sua vida. O que esse país representa para você? A Itália é um amor antigo. Já estive lá mais de 30 vezes. Falo italiano, me identifico com a arte, com a música, com o calor humano deles. A culinária, a cultura, tudo me encanta. Foi também um país importante na minha carreira internacional, onde fiz cinco capas e tive oportunidades lindas. É um lugar onde sempre me senti acolhida — quase um segundo lar. Você também é chamada carinhosamente de “Musa da Apoteose”. Como recebe essa homenagem tão simbólica no universo do samba? Recebo com poesia. A Apoteose é um marco do Carnaval, e esse apelido veio sempre carregado de carinho, é afeto do público — e isso é precioso. Sua carreira atravessa teatro, cinema, televisão, shows, publicidade… e o mundo inteiro. Onde essa estrada te levou? Me levou a muita coisa bonita. Viajei, aprendi, trabalhei muito. Conheci diversas culturas e vivi momentos marcantes. Cada passo foi uma escola. Eu sempre digo: vivi várias mulheres dentro da mesma mulher — e isso me enriqueceu como artista e como pessoa. Hoje você está envolvida com um projeto ambiental grandioso, o “Terceiro Milênio”. O que te move nessa fase? O planeta está pedindo socorro. O “Terceiro Milênio” é um projeto de consciência ambiental, educação, sustentabilidade e responsabilidade com o futuro. Quero que ele chegue ao Brasil, à Europa, ao Japão, aos Estados Unidos… onde for possível. Tudo o que eu receber com ele quero destinar às ONGs — especialmente as que cuidam da vida e da saúde. É meu propósito: devolver ao mundo o que recebi. E o que você gostaria de dizer a quem te acompanha com tanto carinho? Gostaria de agradecer. Todo o amor, toda a torcida, toda a energia boa. Nada seria possível sem isso. Meu carinho é para cada pessoa que caminhou comigo — e continua comigo — nessa vida tão bonita. Revista do Villa – Especial Carnaval Por Delcio Marinho & ChatGPT Delcio Marinho

  • Jehane Saade apresenta “Autêntica” no histórico Beco das Garrafas

    Jehane Saade apresentou o pocket show Autêntica  na quinta-feira, 11 de dezembro, no histórico Beco das Garrafas, espaço que desde 1958 é considerado o berço da bossa nova e um dos marcos da cena cultural carioca. A noite foi dedicada à poesia, à música e à performance, em um encontro intimista que celebrou memória, sensibilidade e expressão artística. No palco, Saade conduziu o público por uma narrativa costurada entre memórias pessoais e coletivas. Entre poemas e releituras de clássicos da música brasileira, revisitou referências como Marina Lima, Paula Toller, Arnaldo Brandão, Tavinho Paes, Nando Reis e Ney Matogrosso. O repertório também incluiu composições autorais como Palavras , Conto de Fadas , Caminho de Buda , Je me Lance  e Let Me Show , que representam diferentes fases de sua trajetória, revelando seu lado mais íntimo. Um dos destaques da noite foi a participação de Susi Cantarino , que estreou neste mês a série INS.PIRAH – Sentidos , uma experiência criada para despertar emoções, conectar percepções e celebrar a arte em sua forma mais sensorial, já disponível no Canal Arte 1. Susi conduziu um bate-papo com a cantora sobre os caminhos de renovação por meio da arte e seu poder transformador. Em formato de sarau, o espetáculo contou com diversas participações musicais. A banda que acompanhou Jehane reuniu nomes de destaque como Dilson Nascimento, Lucas Dain (teclado), Thiago Cavalcante (baixo acústico), Isaac de Moraes e Rodrigo Rodrigues (guitarra), Kiko Chavez (violão) e o grande Wilson Meirelles fez uma participação mais que especial na bateria. Na plateia, a expert em maquiagem e beleza Sandra Adib , o executivo, investidor e conselheiro de startups e scaleups Carlos Alecrim , o advogado Wanderley Rebello  e Cláudia Reis , presidente do Rotary marcaram presença. Em formato acústico, acompanhada por violão e cordas, Jehane criou uma atmosfera próxima e sensível, compartilhando recortes de sua formação artística ao mesclar canções autorais, MPB e pop rock nacional. O resultado é uma experiência pensada para fazer o público sentir, lembrar e se conectar. Além de cantora, Jehane Saade é atriz e autora, e herdeira de um dos legados mais importantes da moda brasileira. Integrante da família fundadora do Grupo Dijon Brasil , referência na construção de uma estética sofisticada que marcou gerações no Rio de Janeiro, ela atualmente preside a marca, levando para o palco a elegância, a experimentação e a liberdade criativa que definiram a chamada “primeira família da moda brasileira”. O público foi agraciado com degustação de café e espumante da marca. Com Autêntica , Jehane Saade transforma suas memórias em cena, criando uma experiência que atravessa música, poesia e cultura.   Nando Andrade

  • Abertura da exposição-Tudo o que é frágil brilha sem medo do esplendor, de Renato Bezerra de Mello-Paço Imperial

    A exposição Tudo o que é frágil brilha sem medo do esplendor , de Renato Bezerra de Mello , inaugurada terça, dia 9, no Paço Imperial Com casa cheia, o artista recebeu amigos no Terreirinho do Paço Imperial, na comemoração de seus 25 anos de produção artística. Milhares de cacos de taças e copos de cristal, colecionados pelo artista ao longo de duas décadas e quebrados por ele na instalação que criou para sua primeira coletiva no Rio de Janeiro, no Castelinho do Flamengo, em 2004, constituem o fio condutor da nova exposição, que contém uma série de sete trabalhos realizados a partir do vidro: Vidro como vídeo; Vidro como bordado; Vidro como desenho; Vidro amalgamado; Vidro como fotografia; Vidro como pó; Vidro como instalação sonora . Para Renato, “cada nova obra guarda algo de obras anteriores.” “Colecionador de destroços e apreciador do frágil, Renato transforma cacos e ruínas em preciosidades, desafiando a nostalgia e sustentando valores existenciais e humanistas permanentes, ao apontar para a poesia de Armando Freitas Filho – tudo o que é frágil brilha sem medo do esplendor. O que nos oferece é o espetáculo esplendoroso do acontecimento da arte. Imagens, vídeos, instalações sonoras, bordados, desenhos e objetos compõem um espaço para a imaginação criativa e afirmam as liberdades pessoais e políticas como antídotos à distopia – destaca a curadora.  Vera Donato

  • Orquestra Petrobras Sinfônica oferece concertos gratuitos na Igreja da Candelária e no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro em dezembro

    Entrada gratuita na Igreja da Candelária sujeita à lotação e no CCBB Rio, com retirada de ingressos gratuitos 1h antes  da sessão A  Orquestra Petrobras Sinfônica  encerra sua programação anual com duas apresentações gratuitas e abertas ao público, reforçando seu compromisso com a formação e democratização da música de concerto. No dia 10 de dezembro de 2025, às 18h, acontece o tradicional  Concerto de Integração com a Academia Juvenil , na  Igreja de Nossa Senhora da Candelária . Em seguida, entre 11 e 13 de dezembro de 2025, sempre às 19h, o  CCBB Rio de Janeiro  recebe mais uma edição da série  Notas Comentadas , dedicada à música de câmara. Pela primeira vez apresentado na Igreja da Candelária, o concerto do dia 10, reúne no mesmo palco músicos profissionais da Petrobras Sinfônica e os jovens integrantes da Academia Juvenil, projeto criado pela orquestra em 2012. A Academia Juvenil oferece formação gratuita de excelência, com aulas de Teoria e Percepção Musical (TEPEM), Prática de Orquestra e acompanhamento individual com músicos da própria orquestra, preparando os alunos para ingressar em cursos superiores de música e iniciar suas trajetórias profissionais. A apresentação terá regência de Sammy Fuks e Tomaz Soares, que destacam a força simbólica do encontro: “Estar ao lado desses jovens talentos, tocando no mesmo nível de exigência e paixão, é uma forma poderosa de manter a música de concerto viva e em constante renovação” ,  afirma Fuks. Já a série  Notas Comentadas  retorna ao  Centro Cultural Banco do Brasil  com três noites de apresentações intimistas, cada uma dedicada a uma formação de câmara diferente, destacando a versatilidade artística dos músicos da  Orquestra Petrobras Sinfônica . Os concertos contam com a mediação de Monique Andries, coordenadora do Núcleo Educativo e da Academia Juvenil, que trará comentários sobre repertório, obras e compositores, aproximando ainda mais o público da experiência musical. A iniciativa também inclui recursos de acessibilidade, como audiodescrição. Para os músicos, o formato é uma oportunidade de interação direta com o público. “A música de câmara exige escuta atenta e cria um diálogo muito especial com a plateia. Cada apresentação é única”, destaca Monique Andries.  Serviço Concerto de Integração — Orquestra Petrobras Sinfônica + Academia Juvenil Data: 10 de dezembro de 2025 (quarta-feira)  Horário: 18h Local: Igreja de Nossa Senhora da Candelária  Endereço: Praça Pio X, s/n – Centro, Rio de Janeiro  Entrada: Gratuita, sujeita à lotação Informações:  petrobrasinfonica.com.br Notas Comentadas — Série de Música de Câmara Datas: 11, 12 e 13 de dezembro de 2025 (quinta a sábado)  Horário: 19h Local: CCBB Rio de Janeiro – 4º andar, Sala 26  Endereço:  Rua Primeiro de Março, 66 – Centro, Rio de Janeiro/RJ   Ingressos: Gratuitos – retirada 1h antes na bilheteria física ou em  bb.com.br/cultura Alex Varela

  • Portugal: Frio intenso agrava sintomas da fibromialgia, alerta especialista

    Foto: Agência Incomparáveis O inverno frio e úmido que se faz sentir no Interior de Portugal nesta altura do ano agrava as dores e a rigidez muscular de quem vive com fibromialgia, um síndrome de dor crónica que afeta entre 1,7% e 3,6% da população portuguesa. Estudos clínicos e especialistas apontam que as baixas temperaturas e a umidade elevada exigem cuidados adaptados à estação e ao ambiente local. Na Covilhã, o Prof. Dr. José Luis Arranz Gil, presidente-fundador da Academia Portuguesa de Fibromialgia, Síndrome de Sensibilidade Central e Dor Crónica, defende uma abordagem “humanizada e ajustada ao ambiente local” para quem enfrenta dor contínua.   Reconhecida pela Organização Mundial da Saúde desde 1992, a fibromialgia provoca dor persistente, fadiga, distúrbios do sono e perda de concentração, além de afetar o humor e o bem-estar. A doença altera a forma como o cérebro interpreta os estímulos, sensações comuns podem transformar-se em dor intensa e duradoura.   Segundo este especialista, o clima e o ambiente “influenciam fortemente” o agravamento dos sintomas.   “O frio e a humidade intensificam a rigidez muscular e o desconforto físico, afetando diretamente o bem-estar psicológico dos pacientes. Na região Centro de Portugal, onde os invernos são longos e húmidos, é essencial ajustar o acompanhamento clínico e assegurar uma resposta integrada”, afirmou.   O Prof. Dr. José Luis Arranz Gil, que lidera a Unidade de Fibromialgia e Síndrome de Sensibilidade Central e Dor Crónica na Covilhã, lembra que as condições climáticas podem aumentar o número de crises e limitar a autonomia dos pacientes.   “É uma condição invisível que, mesmo assim, compromete a autonomia de quem convive com ela”, disse, além de afirmar que a doença “traduz-se em sofrimento físico e psicológico contínuo, muitas vezes agravado pela falta de compreensão e apoio”.   Os efeitos da fibromialgia vão além da dor. A condição afeta a rotina, o trabalho e as relações pessoais, especialmente entre mulheres em idade ativa. O cansaço constante, o absenteísmo e as dificuldades de concentração ampliam a vulnerabilidade socioeconómica.   “É fundamental que as entidades patronais, a Segurança Social portuguesa e o sistema de saúde do país olhem para a necessidade de políticas que garantam flexibilidade no trabalho, adaptação de funções e apoio adequado”, ressaltou o Prof. Dr. José Luis Arranz Gil.   Recentemente, na Universidade da Beira Interior (UBI), foi criado, em parceria com a Academia Portuguesa de Fibromialgia, o primeiro curso de formação e atualização sobre a doença. Segundo o especialista, o programa busca aproximar o conhecimento científico da prática clínica para melhorar o cuidado com quem vive com dor crónica. O programa acolheu médicos, estudantes e doentes que sofrem de fibromialgia, com o intuito de revelar os desafios da doença e mostrar como podemos conviver com os seus efeito.   “Reconhecer a fibromialgia é também reconhecer o direito à dignidade”, finalizou o Prof. Dr. José Luis Arranz Gil. Ígor Lopes

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