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- Exposição “Ecos da Oficina” reúne artistas ligados à Oficina 3D do Parque Lage
Treze artistas que frequentaram a oficina em diferentes momentos foram convidados pelo Espaço 226 para apresentar sua produção atual no campo da tridimensionalidade. A mostra reúne esculturas, objetos, instalações e assemblages, realizados com materiais diversos. Abertura acontece nos dias 26 e 27 de setembro, sábado e domingo, no Alto da Boa Vista. Bromelio Precatorius orbicularis prendedores de roupa, cola para madeira e parafusos O Espaço 226, no Alto da Boa Vista, apresenta “Ecos da Oficina”, mostra que reúne 13 artistas que tiveram suas trajetórias ligadas à Oficina 3D da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV). Com texto crítico de Fernanda Pequeno, a exposição coloca em diálogo produções de artistas que, em diferentes momentos, encontraram no local orientação, maquinário, apoio técnico e outros recursos para desenvolver suas pesquisas poéticas no campo da tridimensionalidade, seja em esculturas, objetos, instalações ou assemblages. “Ecos da Oficina” mostra o que esse grupo produz hoje, reunindo obras de diferentes linguagens que exploram os mais diversos materiais e técnicas, em processos que envolvem o fazer manual. A abertura acontece nos dias 26 e 27 de setembro, sábado e domingo, das 15h às 21h, e a exposição pode ser visitada até 25 de outubro, às terças e quartas-feiras, das 11h às 17h. “Ecos da Oficina” reúne cerca de 35 obras realizadas com materiais como mármore, madeira, plástico, vidro, metais variados etc. Participam Alfredo Antonelli, Agostinho Moreira, Bromélio, Carla Pereira, Júnia Azevedo, Katia Politzer, Laura Freitas, Luna Bastos, Marcelo Monteiro, Marcos Duarte, Marcus Ferrer, Mark Feddersen e Nathalie Nery. “Convidamos artistas com pesquisas bem distintas para mostrar as diferentes formas que encontraram para trabalhar a tridimensionalidade em suas obras. O que os une é a experiência que tiveram na Oficina 3D, idealizada e criada por João Carlos Goldberg dentro do Curso de Escultura da EAV”, explica o professor e artista Marcos Duarte, que, ao longo de 11 anos, trabalhou ao lado de Goldberg, começando como aluno, passando a monitor e professor assistente, até conduzir a oficina após a morte do mestre, em 2021. Marcelo Monteiro O Espaço 226 foi aberto em março de 2025, após a interrupção das atividades da Oficina 3D, em dezembro de 2024. Repentinamente, sem acesso a máquinas e equipamentos, apoio técnico, orientação profissional e um local adequado para desenvolver seus projetos, uma das frequentadoras da oficina, Carla Pereira, reuniu os alunos e convidou Marcos Duarte para dar continuidade ao trabalho em um novo endereço. “Diferentemente da pintura ou do desenho, que são planos, a escultura e a instalação lidam com aspectos como volume, escala, peso, equilíbrio e resistência dos materiais e exigem apoio técnico, locais de trabalho adequados, ferramentas específicas, conhecimento sobre o comportamento da obra no espaço e atenção a normas de segurança. É isso que buscamos oferecer aqui”, explica Duarte. “Um dos pontos altos da Oficina 3D era a convivência e a troca cotidiana entre os artistas, em um ambiente no qual o aprendizado técnico se misturava à experiência compartilhada de fazer e pensar a arte. Essa é a nossa inspiração”, diz Carla Gonçalves. Sobre o Espaço 226 Localizado em uma casa de 350 m², no Alto da Boa Vista, o Espaço 226 reúne ateliês, residências temporárias e oficinas de marcenaria, serralheria e cerâmica, além de oferecer acompanhamento a artistas interessados no desenvolvimento de trabalhos tridimensionais. A proposta combina infraestrutura, orientação e convivência, criando um ambiente de experimentação prática, domínio de ferramentas e técnicas e, sobretudo, troca entre artistas de diferentes linguagens e processos. Mais do que disponibilizar maquinário e orientação para o uso dos equipamentos com eficiência e segurança, nossa intenção é oferecer aos artistas um lugar de criação compartilhada, onde o fazer manual, a investigação de materiais, a resolução de problemas e o diálogo integram o próprio processo criativo. Sobre a Oficina 3D A história da Oficina 3D está ligada ao artista e professor do curso de escultura da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, João Carlos Goldberg, entre 1982 e 2006. Goldberg também foi diretor da EAV entre 1991 e 1993. Concebida como um espaço voltado à criação de obras tridimensionais, a oficina recebeu gerações de artistas interessados em desenvolver suas pesquisas nesse campo. Sob o título “Conversando sobre escultura, objeto etc. e tal, com ênfase no etc. e tal”, a oficina de Goldberg disponibilizava maquinário diverso, ferramentas adequadas e um espaço seguro para o aprendizado do manuseio dos equipamentos, além de acompanhamento individual e diálogo sobre diferentes etapas da criação, da concepção do projeto à escolha dos materiais, à finalização e apresentação da obra. Goldberg administrou a oficina até sua morte, em 2020. Marcos Duarte, que o acompanhou nesse trabalho durante 11 anos, começando como aluno, passando a monitor e professor assistente, conduziu depois a oficina até 2024. Atualmente, o espaço encontra-se fechado devido às obras de reforma no Parque Lage. Laura Freitas - Trofeu de caça SERVIÇO: ECOS — Exposição de arte contemporânea Artistas: Alfredo Antonelli, Agostinho Moreira, Bromélio, Carla Pereira, Júnia Azevedo, Katia Politzer, Laura Freitas, Luna Bastos, Marcelo Monteiro, Marcos Duarte, Marcus Ferrer, Mark Feddersen e Nathalie Nery Texto crítico: Fernanda Pequeno Abertura: 26 e 27 de setembro, sábado e domingo, das 15h às 21h Visitação: até 25 de outubro, às terças e quartas-feiras, das 11h às 17h Local: Espaço 226 Endereço: Rua Doutor Catrambi, 226 — Alto da Boa Vista, Rio de Janeiro Entrada: gratuita Classificação etária indicativa: Livre Júnia Azevedo
- Estreia da peça teatral "O Menino que Escrevia Sonhos" no Sesc Tijuca
infantojuvenil estreia no Sesc Tijuca com uma aventura que combina sombras, bonecos e teatro de formas animadas "O menino que escrevia sonhos" Crédito fotográfico - Renato Mangolin Às vésperas do centenário de nascimento de Gabriel García Márquez (1927 -2014), celebrado em 2027, O Menino que Escrevia Sonhos mergulha no universo de um dos grandes escritores latino-americanos para imaginar a infância do menino que, anos mais tarde, se tornaria o autor de Cem Anos de Solidão. Com texto de Cecilia Ripoll e direção de Fabianna de Mello e Souza, o espetáculo infantojuvenil combina sombras, bonecos, formas animadas e música para construir uma aventura em que sonho, realidade e imaginação convivem. Contemplada pelo edital de Cultura Sesc RJ Pulsar, a montagem estreia em 19 de setembro, no Teatro I do Sesc Tijuca, onde segue em cartaz até 25 de outubro, com sessões aos sábados e domingos, às 16h. Nos dias 10 e 11 de outubro, as apresentações serão gratuitas, com distribuição de ingressos uma hora antes, sujeita à lotação. O que significa “pegar no sono”? Será que o sono tem alça, fechadura ou chave? Para um menino que leva as palavras ao pé da letra, a frase dita pela avó — “tenho dificuldade para pegar no sono” — desencadeia uma série de perguntas e dá início a uma inusitada investigação. Interpretado por Roberto Rodrigues, o curioso garoto percorre a pequena vila onde mora em busca de respostas e acaba descobrindo outras maneiras de olhar para as palavras e para a vida ao seu redor. "O menino que escrevia sonhos" Crédito fotográfico - Renato Mangolin “Abordar o universo de Gabo é uma empreitada que oferece um número infinito de caminhos. E justamente pela amplitude de possibilidades, para não me afogar no excesso, pensei assim: vou escolher uma perspectiva, uma frase, e é essa frase que vai conduzir o barco pela trama”, explica Cecilia. Nessa jornada, o caderno é um companheiro inseparável do menino, onde ele registra dúvidas, descobertas e aquilo que os adultos nem sempre conseguem compreender. É dele que saem três folhas-narradoras, interpretadas por Maksin Oliveira, Marise Nogueira e Tatiane Santoro, que conduzem a história e assumem diferentes personagens ao longo da peça. A partir das anotações e desenhos do garoto, o que está no papel ganha vida em cena: uma cama vira peixe, um colchão voa até a lua e uma palavra pode abrir caminho para um mundo inteiro. “No teatro de animação existe um pacto muito bonito com o público: um objeto sem vida passa a viver diante dos nossos olhos, e todos fazemos um acordo para acreditar juntos nessa transformação. Esse jogo de romper com o real e criar outras possibilidades em cena dialoga muito com o universo de García Márquez”, destaca Fabianna, diretora e fundadora da Cia dos Bondrés, reconhecida por sua pesquisa continuada sobre a linguagem das máscaras aplicada ao treinamento do ator e à criação cênica e cuja trajetória inclui nove anos de atuação no Théâtre du Soleil, na França. Segundo a diretora, a música também foi uma referência fundamental para criar a atmosfera da peça. “Pesquisamos músicas latinas que fizeram parte da infância e da adolescência de Gabo, aquilo que ele ouvia no rádio”, diz. “Mais do que tentar representar uma latinidade específica, o espetáculo foi uma busca coletiva por construir uma latinidade nossa, teatral, imaginada, que fizesse referência ao universo de Gabo e, ao mesmo tempo, criasse o nosso mundo”, completa. A direção musical é de Karina Neves, e a direção de formas animadas, de Márcio Nascimento. Cecilia Ripoll buscou inspirações tanto na obra quanto na vida de García Márquez para imaginar o menino que está no centro da história. A chegada de uma trupe de ciganos à vila, com seus instrumentos, danças e invenções mágicas, incluindo o misterioso potinho da linguagem, remete diretamente a Cem Anos de Solidão, romance que a dramaturga releu durante o processo de criação. Já a presença da avó, cujos roncos definem o cotidiano da vila, aproxima a ficção da infância do escritor, passada em grande parte ao lado dos avós e marcada pelas histórias extraordinárias que ela contava com a naturalidade de quem narra acontecimentos corriqueiros. “Elementos biográficos da infância de Gabo permearam minha escrita, e lidei com ele de forma solta, sem procurar ter uma obrigatoriedade com os ‘fatos’”, destaca Cecilia. O Menino que Escrevia Sonhos é um espetáculo feito de encantamentos, mas que também deseja despertar na criança a curiosidade, a capacidade de imaginar e de olhar o mundo de outros modos. "O menino que escrevia sonhos" Crédito fotográfico - Renato Mangolin Idealização da peça Idealizado pelas sócias-fundadoras da Pagu Produções Culturais, Bárbara Galvão, Carolina Bellardi e Fernanda Pascoal, o espetáculo inaugura uma nova etapa na trajetória da produtora, que, após 16 anos dedicados à produção teatral, passa a assinar também a concepção artística de seus próprios projetos. A ideia nasceu da paixão das três pela obra de Gabriel García Márquez e da descoberta, após o nascimento de seus filhos, de uma coleção de livros de contos infantis do autor. Ao conhecer esses textos, elas perceberam a afinidade entre o universo fantástico de García Márquez e o imaginário da infância e começaram a pensar em um espetáculo infantojuvenil que fabulasse como teria sido a infância do autor. “Depois de 16 anos produzindo teatro, a gente se orgulha muito dos espetáculos infantis que levam a nossa assinatura. Acreditamos que oferecer às crianças experiências teatrais que estimulem a imaginação, a curiosidade e a capacidade de criar mundos possíveis é também contribuir para a formação de espectadores apaixonados e de pessoas mais sensíveis e abertas ao mundo”, afirma Carolina Bellardi. Sinopse Como se faz para pegar no sono? Livremente inspirado no universo fantástico do escritor colombiano Gabriel García Márquez, O Menino que Escrevia Sonhos é uma saga de aventuras que nasce nas páginas do caderno de um menino. É ali, entre palavras, desenhos e imaginação, que ele registra seus sonhos, suas dúvidas e as histórias que começam a ganhar vida diante de seus olhos. A montagem combina sombras, bonecos e formas animadas. Cecilia Ripoll – autora Dramaturga, diretora, atriz e professora, Cecilia Ripoll é formada em Licenciatura em Artes Cênicas pela UniRio. Como autora, foi indicada a importantes prêmios de teatro, como APTR (2026, por Como nos Livros), Prêmio do Humor (2026, por Como nos Livros) e Prêmio Shell RJ (2023, por Pança, e 2018, por Rose). Em 2026, teve três textos inéditos em cartaz: Adorável Face de Andronieva Petrosa, com direção de Denise Stutz; Pessoa Física, com direção de Marcela Andrade; e Margaridas, com direção de Natasha Corbelino. Fabianna de Mello e Souza – diretora Fabianna de Mello e Souza é atriz, diretora e fundadora da Cia dos Bondrés, reconhecida por sua pesquisa sobre a linguagem das máscaras aplicada ao treinamento do ator e à criação cênica. Integrou por nove anos o Théâtre du Soleil, participando de montagens como Et soudain des nuits d'éveil, Tambour sur la digue e Le Dernier Caravansérail. No Brasil, atuou em Incêndios, de Wajdi Mouawad, com direção de Aderbal Freire Filho, e em As Comadres, sendo indicada ao Prêmio Aplauso. Realizou pesquisas em Bali, Sri Lanka e Japão e fundou, em 2006, o Ateliê de Pesquisa e Treinamento com Máscaras. Ministrou oficinas no Brasil e no exterior e coordenou o Ateliê do Ator no Sesc Paraty (2020–2023). À frente da Cia dos Bondrés, teve trabalhos indicados a prêmios como Cesgranrio e Zilka Sallaberry. Atuou também como preparadora de elenco em produções audiovisuais e participou de projetos internacionais, como o Ano França-Brasil (2025). "O menino que escrevia sonhos" Crédito fotográfico - Renato Mangolin Ficha Técnica Dramaturgia: Cecilia Ripoll Direção: Fabianna de Mello e Souza Direção de formas animadas: Marcio Nascimento Direção musical: Karina Neves Elenco: Maksin Oliveira, Marise Nogueira, Roberto Rodrigues e Tatiane Santoro Formas animadas: Diir Cenografia: Mina Quental Criação e produção de figurinos: Dani Vidal e Ney Madeira – Espetacular Produções e Artes Iluminação: Juliana Moreira Assistência de formas animadas: Pedro Abiayala Aderecista: Rafaela Rocha Design de estampas: Espetacular Produções e Artes Sublimação: Estampa Alternativa – Rogério Maatouk Costura: Virgínia Santos e Marinalva Santos Alfaiataria: Renato Silva e Vânia Rosa Designer gráfico: Bianca Oliveira Mídias sociais: Daniel Barboza e Fabiana Bugard Fotografia: Renato Mangolin Assessoria de imprensa: Lyvia Rodrigues | Aquela Que Divulga Produção executiva: Ana Flavia Massadas e Marina Dib Produção: Maduh Cavalli Direção de produção: Bárbara Galvão e Fernanda Pascoal | Pagu Produções Culturais Idealização e coordenação geral: Bárbara Galvão, Carolina Bellardi e Fernanda Pascoal | Pagu Produções Culturais Serviço: O Menino que Escrevia Sonhos Quando: 19 de setembro a 25 de outubro de 2026 (Nos dias 10 e 11 de outubro, as apresentações serão gratuitas, com distribuição de ingressos uma hora antes, sujeita à lotação). Dias e horário: sábados e domingos, às 16h Sessão extra: sexta-feira, 9 de outubro, às 11h e às 15h Local: Teatro I do Sesc Tijuca Endereço: Rua Barão de Mesquita, 539, Rio de Janeiro – RJ Ingressos: R$ 14 (habilitado Sesc), R$ 10 (meia-entrada), R$ 18 (conveniado), R$ 20 (inteira), gratuito (PCG) Venda: online pelo site da Ingresso.com e na bilheteria do teatro Bilheteria: terça a sexta, das 8h às 19h30; sábados, das 9h às 19h; domingos, das 9h às 18h Classificação: livre Duração: 60 minutos Lotação: 150 lugares Gênero: infantil Acessibilidade: intérprete de Libras nos dias 3 e 17 de outubro Alex Varela
- Carol Fazu lança “Faça Chuva ou Faça Sol”, single que dá nome ao novo álbum autoral e tem Vanessa da Mata nos vocais, produção de Liminha e guitarras de Tim Bernardes
Música chega às plataformas digitais no próximo dia 25 de setembro Capa e direção de arte: Pedro Colombo A cantora e atriz Carol Fazu lança, no próximo dia 25 de setembro, o single “Faça Chuva ou Faça Sol”, faixa que dá nome ao seu novo álbum autoral. O trabalho será distribuído nas plataformas digitais e marca uma nova fase de sua trajetória fonográfica. A canção é um convite ao otimismo e à escolha de seguir em frente. “Eu adoro esta expressão, ‘Faça Chuva ou Faça Sol’ e por isso que a escolhi como título do álbum. Queria que fosse algo significativo, forte, único, que trouxesse singularidade e guardasse essa porção de otimismo que é importante em qualquer momento da vida”, explica Carol. Na letra, a frase ganha diferentes interpretações, mas parte de uma ideia central: caminhar junto, seja qual for o cenário. “Vejo muitas leituras possíveis tanto em um dia de sol ou de chuva mas, para mim, a escolha de seguir junto e a constância permanecem. Nada impede que a gente continue”, afirma. Musicalmente, “Faça Chuva ou Faça Sol” carrega a assinatura importante do Liminha, prestigiado produtor e músico, cuja presença se faz sentir na identidade sonora da faixa como autor, produtor e intérprete. “Liminha trouxe para a canção toda a sua influência. Existe uma força dos Mutantes e da Tropicália que é perceptível e acredito que esse seja um dos grandes destaques musicais da faixa”, observa. A gravação conta ainda com a participação de Tim Bernardes, responsável pelas guitarras cheias de personalidade e de influências Mutantes. “Faça Chuva ou Faça Sol” tem a autoria de Liminha e Vanessa da Mata, cantora que também divide os vocais com Carol Fazu em uma parceria inédita. “Vanessa da Mata chegou com tudo para somar. Ela é uma artista fabulosa, que canta e compõe lindamente”, afirma Carol. “Além da interpretação, ela trouxe lindas sugestões para a composição”, revela. Foto: Lucio Luna O novo álbum autoral de Carol Fazu começou a ser apresentado ao público com o lançamento do primeiro single, “Vamos Brilhar”, que conta com a participação da cantora Roberta Campos. Com a chegada de “Faça Chuva ou Faça Sol”, Carol revela mais um capítulo de um projeto construído e amadurecido ao longo dos últimos anos. Natural de Brasília, Carol Fazu lançou seu primeiro álbum independente em 2005, pouco depois de se mudar para o Rio de Janeiro. Na cidade, aprofundou sua formação como atriz e construiu uma trajetória multifacetada, transitando entre a música, o teatro e a televisão. Ao longo dos anos, essas diferentes experiências passaram a dialogar em seu trabalho artístico, contribuindo para a construção de uma identidade marcada pela liberdade criativa e pelo trânsito entre diferentes linguagens. Seu trabalho ganhou projeção nacional com a interpretação de Janis Joplin no premiado monólogo musical Janis. O espetáculo lhe rendeu importantes reconhecimentos, entre eles o Prêmio Cesgranrio de Melhor Atriz, além de chamar a atenção do diretor Dennis Carvalho, que a convidou para integrar o elenco da novela Segundo Sol, da TV Globo. Em 2021, Carol decidiu concentrar sua energia na criação de um novo projeto musical, profundamente conectado às experiências acumuladas ao longo de sua trajetória pessoal e artística. O resultado é “Faça Chuva ou Faça Sol”, álbum autoral que reúne canções atravessadas pela maturidade, pela liberdade e por uma perspectiva afirmativa sobre a vida. SERVIÇO: Single “Faça Chuva ou Faça Sol” Link do pré-save: https://orcd.co/facachuvaoufacasol Ficha técnica Intérpretes: Carol Fazu, Vanessa da Mata e Liminha Produção: Liminha Autoria: Liminha e Vanessa da MataDistribuição: AltafonteGravação: Estúdio Nas Nuvens (Rio de Janeiro) Capa e Direção de Arte: Pedro Colombo Fotos: Lucio Luna Beauty: Rogério dos Santos Stylist: Gabi Werden Assistente de Stylist: Joe Nicolay Viviane Rosalem
- Manoel Cordeiro, um dos mestres da guitarra amazônica, faz o show "Baile do Papai" no Manouche, com participações especiais de Kassin, Davi Moraes e Liah Soares
Pioneiro em ritmos como lambada e brega e guitarra um dos mestres da guitarra amazônica, o paraense Manoel Cordeiro traz ao Manouche pela primeira vez o “Baile do Papai” no dia 20 de setembro, domingo, com a guitarrada, o brega, o batuque, carimbó e boi bumbá, recebendo Kassin, Davi Moraes e Liah Soares como convidados especiais. Manoel Cordeiro - Divulgação Nascido na Ilha de Marajó, Manoel Cordeiro é multi-instrumentista, compositor, arranjador e produtor musical com reconhecimento nacional e internacional de sua identidade regional tão brasileira. Autodidata, filho de mãe cavaquinhista e pai guitarrista nasceu em Ponta de Pedras, na Ilha do Marajó (PA), em 1955. Em 2015, lançou o primeiro álbum solo “Manoel Cordeiro & Sonora Amazônia”, seguido por “Combo Cordeiro”, em 2016, ao lado do filho Felipe, e “Guitar Hero Brasil”, em 2019. Manoel segue compondo, realizando shows, reinventando-se, influenciando gerações e consolidando a música popular paraense em todo o Brasil e no exterior. Ano passado lançou o álbum “Te Dou Um Norte”, seu terceiro trabalho solo em quase seis décadas de carreira e que traz uma obra conectada aos ritmos amazônicos, como carimbó, lambada, marabaixo, batuque, brega, marujada, sairé, boi-bumbá e zouk, em arranjos que equilibram tradição popular e linguagem contemporânea. Manoel prova que a grandeza da Amazônia não está concentrada apenas na extensão do seu território, mas fundamentalmente, na grandiosidade de seu povo formado através da herança cultural oriunda por várias vertentes. SERVIÇO: Show: Manoel Cordeiro com o show “Baile do Papai” e participação especial de Kassin, Davi Moraes e Liah Soares Local: Manouche (Rua Jardim Botânico, 983, - subsolo da Casa Camolese/Jd. Botânico) Data e horário: 20 de setembro, domingo, às 20h Ingressos: R$ 70 (ingresso solidário - levando um quilo de alimento não perecível ou livro, que será doado a comunidades carentes - e meia entrada/idoso) l R$ 140,00 (inteira). Assinante O GLOBO tem desconto. Capacidade: 150 pessoas (público sentado e em pé) Vendas: https://linktr.ee/clubemanouche Mary Debs
- “A Divina Comédia” transforma casarão do Rio Scenarium em percurso imersivo por Inferno, Purgatório e Paraíso
Nos dias 20 e 27 de setembro, montagem concebida por Regina Miranda reúne 70 artistas e ocupa salas, corredores e escadas de dois andares da casa, em versão criada especialmente para o espaço A Divina Comédia Cor - Crédito fotográfico - Carol Pires O Rio Scenarium se transforma em cenário e parte da dramaturgia de “A Divina Comédia: Ritrovai-Rivedere”, espetáculo concebido e dirigido por Regina Miranda que será apresentado nos domingos 20 e 27 de setembro, dentro da programação da Semana de Arte do Rio. Em uma versão especialmente criada para o casarão da Rua do Lavradio, 70 artistas ocupam diferentes ambientes de dois andares da casa e convidam o público a percorrer salas, corredores, escadas e passagens em uma experiência imersiva inspirada no clássico de Dante Alighieri. Depois da montagem apresentada em julho nos jardins do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio), Regina Miranda recria o espetáculo em outra escala e atmosfera. A jornada de Dante pelo Inferno, Purgatório e Paraíso é reinterpretada a partir de um olhar contemporâneo sobre a condição humana, seus desejos, quedas, memórias e possibilidades de transformação. Desta vez, porém, a criação nasce em diálogo direto com a arquitetura, os objetos de arte e as memórias preservadas no Rio Scenarium. A Divina Comédia Cor - Crédito fotográfico - Carol Pires O espectador é convidado a circular pelo casarão e construir seu próprio caminho pela encenação. Performances simultâneas acontecem em diferentes pontos, permitindo que cada pessoa escolha o que acompanhar e em que ritmo avançar pelo percurso. A configuração transforma os ambientes da casa em territórios cênicos e faz com que uma mesma apresentação possa ser vivenciada de maneiras distintas pelo público. A ocupação aproveita justamente uma das características mais marcantes do Rio Scenarium: a multiplicidade de ambientes do casarão histórico preenchido por objetos, mobiliário e peças de diferentes épocas. Nos dois domingos de espetáculo, a casa abrirá especialmente às 17h, e o espetáculo terá início às 18h, com duração de 75 minutos. Semana de Arte do Rio Entre os dias 16 e 27 de setembro de 2026, a primeira edição da Semana de Arte do Rio reunirá festivais de diferentes linguagens artísticas, além de exposições, intervenções urbanas e atividades culturais realizadas em equipamentos públicos e privados da região central da cidade. A programação reúne tanto projetos já consolidados na cena cultural carioca quanto festivais mais recentes, que refletem a diversidade e a produção artística contemporânea. Concebida como uma plataforma continuada de integração de políticas culturais, a Semana de Arte do Rio articula cultura, turismo, desenvolvimento econômico e urbanismo em uma estratégia compartilhada da Prefeitura para fortalecer o ecossistema cultural da cidade. Ao integrar festivais, instituições culturais, artistas e agentes do setor em uma programação calendarizada, diversificada e articulada, a iniciativa amplia o alcance das ações culturais, promove a ocupação qualificada dos espaços públicos e reforça a posição do Rio de Janeiro como referência nacional e internacional na produção artística contemporânea. Durante doze dias, espaços culturais, museus, centros culturais, teatros, galerias e equipamentos públicos da região central receberão uma programação integrada que valoriza o patrimônio material e imaterial da cidade, estimula a circulação de artistas e públicos e fortalece a economia da cultura. SERVIÇO: Grupo Scenarium na Semana de Arte do Rio 2026 16 a 27 de setembro de 2026 A Divina Comédia: Ritrovai-Rivedere Rio Scenarium — Rua do Lavradio, 20 @rioscenarium Domingos, 20 e 27 de setembro, às 18h. Abertura da casa às 17h. Ingressos: a R$60 (meia-entrada) e R$120 (inteira) Programação e ingresso: https://www.sympla.com.br/evento/divina-comedia-ritrovai-rivedere/3548027 Duração: 75 minutos Teresa Tavares - Arteiras
- RioHarpFestival ganha versão latino-americana com entrada gratuita
Programação integra a I Semana de Arte do Rio de Janeiro com mais de 20 apresentações de diversos países Foto: Giovana Sanches Martins Entre 16 e 27 de setembro, o XXI RioHarpFestival apresenta sua versão latino-americana, inserido na I Semana de Arte do Rio de Janeiro. Serão 23 concertos com músicos de diversos países na sequência do sucesso do evento realizado no mês de julho no Rio de Janeiro e em São Paulo em agosto e que prossegue até novembro nas versões europeia e africana. Música no Museu De 26 a 30 de setembro, o projeto Música no Museu retoma seu programa, dando sequência às comemorações de 29 anos de atividades, com atrações nacionais e internacionais. Criado por Sergio da Costa e Silva, o Música no Museu é Patrimônio Cultural Imaterial do Estado e da Cidade do Rio de Janeiro e já atingiu mais de 1 milhão e 250 mil pessoas em quase três décadas de atividades ininterruptas. RioHarpFestival - Divulgação Confira a programação: ABERTURA Dia 16 (quarta-feira) 12h30 - Museu Nacional de Belas Artes Endereço: Av. Rio Branco, 199 – Centro Walter Morato, harpa (Argentina) 17h - ACRJ- Associação Comercial do Rio de Janeiro Rua da Candelária, 9 - Centro Duo Rosalía Lopez, harpa e Gabriela Lopez, guitarra (Paraguai) _______________________________________________________________ Dia 17 (quinta-feira) 12h30 - Museu da Justiça Rua Dom Manuel, 29 - Centro Walter Morato, harpa (Argentina) 18h - Centro Cultural Justiça Federal Avenida Rio Branco, 241 - Centro Luis Castro, harpa (Venezuela) ________________________________________________________________ Dia 18 (sexta-feira) 12h30 - Espaço Cultural da Marinha Praca XV de Novembro - Centro Sexteto de Sopros da Banda Sinfônica dos Fuzileiros Navais. Participação especial Giovana Sanches, harpa (Brasil) 18h – Palácio Tiradentes Rua Primeiro de Março, s/n - Centro Camerata do Uerê (Comunidade da Maré). Participação especial de Christian Rodrigues, harpa (Chile) ________________________________________________________________ Dia 19 (sábado) 13h - CCBB Rio (rotunda) – Térreo Rua Primeiro de Março, 66, 4º andar, sala 26, Centro Banda Sinfônica Nacional. Participação especial Christian Rodrigues, harpa (Chile) 15h - CCBB Rio - Auditório 3º andar Nicolas Almada, harpa (Uruguai) e Leticia Rodriguez, voz (Uruguai). Canções de candombe e milonga _____________________________________________________________________ Dia 20 (domingo) 13h - CCBB Rio - (rotunda) – Térreo Orquestra de Ukuleles. Participação especial Jesus Suárez, harpa (Venezuela) 15h - CCBB Rio - Auditório 3º andar Nicolas Almada, harpa (Uruguai) e Leticia Rodriguez, voz (Uruguai). Canções de candombe e milonga _____________________________________________________________________ Dia 21 (segunda-feira) 12h30 - CCBB Rio - Auditório 3º andar Nicolas Almada, harpa (Uruguai) e Leticia Rodriguez, voz (Uruguai). Canções de candombe e milonga 15h- CCBB Rio - Auditório 3º andar Rafael Deboleto, harpa (Brasil) _____________________________________________________________ Dia 22 (terça-feira) 12h30 - Liceu Literário Português R. Sen. Dantas, 118 - Centro Rafael Deboleto, harpa (Brasil) 18h- Igreja Santa Cruz dos Militares R. Primeiro de Março, 36 - Centro Madrigal Cruz Lopes. Regência José Machado. Participação especial Jesus Suárez, harpa (Venezuela) ____________________________________________________________ Dia 23 (quarta-feira) 12h30- CCBB Rio - Auditório 3º andar Duo Alessandro Aguiar, harpa e koto e Alessandro Jeremias, trompa (Brasil) 15h – CCBB Rio - Auditório 3º andar Nicolas Almada, harpa (Uruguai) e Leticia Rodriguez, voz (Uruguai). Canções de candombe e milonga ___________________________________________________________ Dia 24 (quinta-feira) 12h30 – CCBB Rio -Auditório 3º andar Nicolas Almada, harpa (Uruguai) e Leticia Rodriguez, voz (Uruguai). Canções de candombe e milonga 15h - CCBB Rio - Auditório 3º andar Julio Cesar Villaalta, harpa (Paraguai) ___________________________________________________________________ Dia 25 (sexta-feira) 12h30 – CCBB Rio - Auditório 3º andar Julio Cesar Villaalta, harpa (Paraguai) 15h - CCBB Rio - Auditório 3º andar Luis Castro, harpa (Venezuela) _____________________________________________________________________ Dia 26 (sábado) 13h - CCBB Rio - (rotunda) – Térreo Camerata Viva Música. Direção Harold Emert, oboé. Participação especial de Luis Castro, harpa (Venezuela) ______________________________________________________________________ Dia 27 (domingo) 13h - CCBB Rio - (rotunda) – Térreo Banda de Gaitas de Foles. Regência Maestro J.Paulo. Participação especial de Luis Castro, harpa (Venezuela) Encerramento do XXI RioHarpFestival - Versão latino-americana 15h - CCBB Rio - Auditório 3º andar Luis Castro, harpa (Venezuela). Participação Especial de Michinari Usuda (Japão) _______________________________________________________ MÚSICA NO MUSEU – PROGRAMA (continuação) Dia 26 de setembro (Sábado) 18h - Palácio São Clemente - Consulado de Portugal Rua São Clemente, 424, Botafogo Músico: Duo Martin Almeida, piano. Participação especial, Jesus Suarez, harpa (Venezuela) Programa: Tributo a Luiz Carlos de Moura Castro. ____________________________________________ Dia 29 de setembro (terça-feira) 18h - Museu do Exército - Forte de Copacabana Rua Coronel Eugênio Franco, 1, Posto 6 - Copacabana Músico: Flautas Doce Fino Som¨ e ¨Vozes Encanto¨ Direção: Nelma Pataro Programa: Clássicos Internacionais. ____________________________________ Dia 30 de setembro – (quarta-feira) 12h30 – CCBB Rio - 4º Andar Músicos: Adriana Kellner, Cecília Guimarães, Ezequiel Peres, Fernanda Cruz e Maria Helena de Andrade Direção Artística: Maria Helena de Andrade Programa: “MIGNONE, 40 anos de saudade!” Assessoria de imprensa: Carlos Pinho Redes sociais: https://www.instagram.com/rioharpfestival_oficial/ https://www.instagram.com/musicanomuseu/ Sites: https://rioharpfestival.com.br/ https://www.musicanomuseu.com.br/ Carlos Pinho
- Festival Instrumental Mulambo Jazzagrário 2026 estreia na semana da ArtRio
Com patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e a Lei do ISS Festival Instrumental Mulambo Jazzagrário - Divulgação O Festival Instrumental Mulambo Jazzagrário completa 10 anos em 2026 e prepara uma edição comemorativa especial dentro da ArtRio – Feira de Arte do Rio, com programações gratuitas nos dias 18, 20 e 26 de setembro. Com curadoria de Nathalia Grilo e Roberto Barrucho, o festival ocupará três espaços da cidade: MUHCAB - Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira, Praça XV e Sala Cecília Meireles. O Festival é um projeto de música político/instrumental que nasceu em 2016 na Zona Oeste do RJ, um tradicional reduto da música instrumental brasileira, que vem realizando, ao longo dos anos, atividades em torno dos ritmos instrumentais que surgem das potências da juventude periférica e abrindo espaço para toda a força sonora existente nestas localidades. Este é um movimento que nasceu das ações do multi-instrumentista Fernando Grilo – que faleceu precocemente aos 22 anos, em 2015, quando viajava para fazer uma parceria com o percussionista Naná Vasconcelos – e que o festival batizou com o nome de sua banda, Mulambo Jazzagrário, em sua homenagem. Grilo foi responsável por influenciar uma geração de músicos, produtores e agitadores culturais no Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Itacaré e Recife. Através de residências culturais, jam sessions, oficinas de música criativa e uma caminhada militante a favor da cena instrumental periférica, Grilo atingiu espaços marcados pela violência policial e abandono do estado alimentando sons de qualidade de modo acessível, gestando assim uma rede de possibilidades nas relações músico e morador das favelas, periferias e guetos do País. Já passaram pelo festival nomes como Robertinho Silva e Amaro Freitas, ambos artistas e instrumentistas, negros e periféricos, exemplos de músicos brasileiros que consolidaram uma carreira nacional e internacional com sua música instrumental, inventiva, política. PROGRAMAÇÃO Data: 18 de setembro, sexta Local: MUHCAB - Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira[mary@debscomunicacao.com.br] (Rua Pedro Ernesto, 80 – Gamboa) Horário: 17h-21h * Discotecagem comentada: LP “Mulambo”, de Mulambo Jazzagrário (2024), com Nathalia Grilo e Sirlei Rodrigues - 17h Fernando Grilo - Crédito fotográfico: Jaya Sri * Estética Experimental Negra, com Romulo Alexis e Lwiza Gannibal - 18h30 Uma discussão sobre as dimensões negras no campo da estética e sua relação com o experimentalismo. Atua como uma forma de intervenção que impede a captura institucional da arte negra, preservando um espaço de imprevisibilidade e desvio por meio da invenção lúdica. A estética experimental investiga como o som — especificamente o som negro — transporta e subverte narrativas históricas lineares, abrindo caminho para formas alternativas de escuta e memória. Com a mediação de Nath Grilo, Lwiza Gannibal e Romulo Alexis discutem suas pesquisas, experiências e percepções acerca dos campos da expressão negra. * Show BailaJazz - 20h Banda instrumental formada por cinco mulheres, nascida no Morro da Conceição, o grupo surge com a proposta de ampliar a representatividade e a diversidade na cena musical carioca, ocupando espaços com uma sonoridade autoral e conectada às raízes culturais do Brasil e do mundo. Com um repertório que transita entre o jazz e a latinidade, a banda – formada por Nayara Daniely (saxofone e flauta), Gláucia Negreiros (piano), Navalha Carréra (guitarra), Georgia Camara (bateria) e Ellis Goto, (contrabaixo) – incorpora influências do axé baiano e de ritmos caribenhos. O BailaJazz é um encontro entre musicalidade, presença feminina e celebração coletiva, reafirmando o poder da música instrumental como linguagem viva e pungente. Data: 20 de setembro, domingo Local: Praça XV de Novembro Horário: 16h * Dj Set Vinil - Nathalia Grilo e DJ Dossel – 16h Nathalia Grilo assina como DJ um set que sintetiza sua atuação como historiadora, curadora, pesquisadora e artista. Sua seleção musical percorre diferentes geografias da música negra entre continentes, épocas e tradições por meio de uma escuta refinada e de uma pesquisa dedicada às culturas da diáspora africana. DJ Dossel é produtor musical e pesquisador, tem como centro de sua escuta e proposta um set construído a partir da música instrumental e o jazz brasileiro seus cruzamentos transatlânticos e as sonoridades afro-americanas. * Show Mental Abstrato - 18h A essência do jazz contemporâneo e do hip hop se encontram em perfeita harmonia com as preciosidades da música brasileira. Formado pelos músicos e produtores Omig One, Calmão e Guimas Santos, desde 2005, o Mental Abstrato já acumula na bagagem quatro discos lançados com exclusividade no Japão e Estados Unidos e diversos singles lançados por selos europeus, sendo precursores do estilo jazz rap no Brasil, representando a música brasileira contemporânea, dos subúrbios de SP para o mundo. Mental Abstrato vem ganhando destaque nos últimos anos, realizando shows em festivais de música pelo Brasil e mundo afora, tocando junto ou no mesmo palco que Elza Soares, João Donato e Azymuth. Já participaram de seus shows artistas convidados como a lendária cantora Claudya, Tássia Reis, Rincon Sapiência, Karol Conká, Di Melo, Xênia França, Izzy Gordon e muitos outros. * Show Orkestra Popular Barracão convida Gabi Guedes - 20h Gabi Guedes- foto de Vanessa Aragão Partindo do histórico bairro do São Bento, em Duque de Caxias, a Orkestra Popular Barracão nasceu e realiza suas atividades dentro do terreiro de candomblé Ilê Axé Odé Oran Caruanã, liderado pela iyalorixá Mãe Gilda de Odé. Em seus espetáculos, celebra a diversidade cultural das periferias da Baixada Fluminense com músicas e temas autorais que partem da música de terreiro e atravessam o jazz, o funk, o afrobeat, chegando ao rock e ao reggae. Gabi Guedes é considerado hoje um dos mais importantes percussionistas da Bahia, em sua trajetória já passou por diversos cantos do mundo. Nascido no Alto do Gantois, cresceu ao lado da Iyalorixá Mãe Menininha e desde muito cedo se viu envolvido pelo toque - e os sons - dos tambores. Com pouco mais de 10 anos, iniciou os seus estudos de percussão ao lado dos Alabês Vadinho, Hélio, Dudu e Edinho. Gabi é mestre de percussão e filho de santo do Ilê Omin Axé Iyá Massê e do Terreiro do Gantois. Atua também como integrante do naipe de percussão da Orkestra Rumpilezz; além de dirigir seu projeto musical, o grupo Pradarrum, com o intuito de preservar e difundir a musicalidade dos terreiros. Partiu para a Europa em 1987 tocando inicialmente na Áustria, em aulas de dança afro. Em 1989 foi convidado pela Casa da Cultura do Mundo, em Berlim, para participar do festival “Percussionale 89”. No ano posterior, em Paris, ele ministrou cursos de percussão Afro-baiana. Em 1990 Gabi foi convidado por Jimmy Cliff para se tornar percussionista da Oneness Band, participando de festivais internacionais de reggae, ao lado de Burnning Spear, The Wailers Band e Pato Banton, e passando por países como os EUA, Alemanha, França, Japão, Havai, Austrália, Suíça, Itália, Jamaica, Portugal e outros. Data: 26 de Setembro, sábado, 18h Local: Sala Cecília Meireles (Rua da Lapa, 47 - Lapa, RJ) * Show “Ilessi canta Tania Maria” - O piano-corpo-voz de Tania Maria por Ilessi e Marcelo Galter – 18h Ilessi – Crédito fotográfico: João Atala Ilessi e Marcelo Galter se encontram, em voz e piano, para celebrar a obra de Tania Maria, uma das artistas brasileiras de maior projeção internacional e dona de uma linguagem musical singular, construída no encontro entre a canção brasileira, o jazz, a improvisação e sua força rítmica. Em diálogo com a obra de uma artista que fez da liberdade, do ritmo e da invenção elementos fundamentais de sua, o duo faz um mergulho no repertório da compositora, cantora e pianista maranhense, revisitando sua obra a partir das próprias trajetórias e linguagens musicais, preservando a potência das composições ao mesmo tempo em que as coloca novamente em movimento. O show conta ainda com a participação do Coro Tchep Tcherep, formado por Deborah Cecília, LuDom e Renata Chiquetto, expandindo o encontro entre voz, corpo e ritmo e criando novas camadas vocais e rítmicas para o diálogo com a obra de Tania Maria. * Show“Revisitando Baiafro” (1978), em memória ao percussionista Djalma Corrêa, com Luizinho do Jeje, Rodrigo Maré e Ana Paula Cruz e Aninha Catão (dança) – 20h30 Acervo Djalma Corrêa – foto autor desconhecido O festival apresenta em seu encerramento o show "Revisitando Baiafro", álbum de Djalma Corrêa – um dos mais relevantes percussionistas da música popular brasileira – lançado em 1978, dando início à Serie MPBC - Música Popular Brasileira Contemporânea. “Baiafro” nomeou, não só este trabalho de estúdio, mas um movimento artístico nascido na UFBA trazendo conceitos e idéias do que viria ser chamado de Afrofuturismo. A força percussiva de Djalma Corrêa ecoa e se desdobra nesse encontro, onde tradição e invenção se cruzam em fluxo contínuo. Entre toques, vozes e camadas sonoras, o palco vira território de troca e pulsação coletiva em estado de presença celebrando a memória e o legado de Corrêa com Luizinho do Jeje, Rodrigo Maré, Ana Paula Cruz e Aninha Catão (dança). Djalma Corrêa foi integrante do lendário show “Doces Bárbaros”, com Gal Costa, Maria Bethânia, Caetano Veloso e Gilberto Gil, e, além da carreira como músico, também foi pesquisador e colecionador de sonoridades africanas e afrodiaspóricas. Enquanto parte dessa turma seguiu para São Paulo e Rio de Janeiro, buscando novos rumos, Djalma permaneceu na Bahia, pesquisando, mas a sua participação como percussionista se somaria como elemento essencial ao sucesso dos demais. Nesse forno que cozinhou a música de axé, contribuiu para a forte presença da percussão na música baiana em centenas de discos de artista nacionais e internacionais como dos já citados Gil e Bethânia e mais Tim Maia, Paulo Moura, Walter Smetak, Jards Macalé e Clementina de Jesus . SERVIÇO Projeto: Festival Instrumental Mulambo Jazzagrário 2026 Datas e local: * 18 de setembro, sexta - MUHCAB - Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira – das 17h às 21h - Discotecagem comentada: 17h - Estética Experimental Negra, com Romulo Alexis e Lwiza Gannibal - 18h30 - Show BailaJazz - 20h * 20 de setembro, domingo - Praça XV de Novembro - 16h às 20h - Dj Set Vinil - Nathalia Grilo e DJ Dossel – 16h - Show Mental Abstrato - 18h - Show Orkestra Popular Barracão convida Gabi Guedes - 20h * 26 de Setembro, sábado, 18h - Sala Cecília Meireles – 18 às 18h30 - Show “Ilessi canta Tania Maria” - piano-corpo-voz de Tania Maria com Marcelo Galter – 18h - Show“Revisitando Baiafro” (1978), em memória ao percussionista Djalma Corrêa, com Luizinho do Jeje, Rodrigo Maré e Ana Paula Cruz e Aninha Catão (dança) – 20h30 Realização e apoio: Realização da Cavalo de Pau e apoio do Instituto Djalma Corrêa e Iamani Chás GRATUITOS Mary Debs
- Caravana Sinta o Som apresenta espetáculo musical interativo“O Brasil de Luiz Gonzaga: Travessias e Sons” para alunos da rede pública de ensino, em 19 municípios do Rio de Janeiro
Há quase uma década, o projeto Sinta o Som aproxima estudantes da arte, da cultura e da educação por meio de experiências musicais criativas, sensíveis e participativas dentro das escolas públicas brasileiras. Concebida pelo Instituto Brasileiro de Música e Educação (IBME), a iniciativa já impactou,ao longo dessa trajetória, mais de 70 mil alunos e 5 mil professores. Até o final de outubro de 2026, como síntese artística das atividades do projeto, o espetáculo musical “O Brasil de Luiz Gonzaga: Travessias e Sons” será apresentado na rede pública de ensino de 19 municípios do Rio de Janeiro. "Sinta o Som" Crédito fotográfico - Tiago Alves Inspirado na trajetória do cantor e compositor Luiz Gonzaga, o espetáculo “O Brasil de Luiz Gonzaga: Travessias e Sons” revisita a história do Rei do Baião por meio de um monólogo musicado conduzido por uma repentista viajante do tempo – a atriz e artista visual mineira Marina Marinho – celebrando a cultura nordestina e convidando o público a interagir e criar sons. A caravana Sinta o Som, com as apresentações de “O Brasil de Luiz Gonzaga: Travessias e Sons”, percorrerá escolas da Baixada Fluminense (Magé, Japeri, Nova Iguaçu, Duque de Caxias, São João de Meriti e Paracambi), da Baixada Litorânea (Silva Jardim, Macaé, Rio das Ostras e Casimiro de Abreu), do Centro-Sul Fluminense (Rio das Flores e Miguel Pereira), do Sul Fluminense (Piraí, Pinheiral, Barra Mansa e Resende) e da Região Metropolitana (Itaboraí, Cachoeiras de Macacu e Seropédica). "Sinta o Som" Crédito fotográfico - Tiago Alves Diante das desigualdades e da escassez de oportunidades culturais nas periferias e em municípios de pequeno e médio porte, o Sinta o Som amplia o acesso a vivências musicais transformadoras, estimulando a escuta sensível, o respeito às diferenças e o protagonismo dos participantes. O que começou com apresentações interativas no Rio de Janeiro se transformou em uma grande rede de formação musical, artística e cidadã, presente hoje em 55 municípios dos estados do Rio de Janeiro, Paraíba, Pernambuco e Maranhão. “O Sinta o Som é sobre criatividade. Oferecemos às crianças oportunidades para experimentar, criar e expressar seus sentimentos e movimentos. Cada canção, história e brincadeira, apresentados de forma intencional aos alunos, têm como objetivo despertar possibilidades. A expansão do repertório cultural das crianças é a abertura de janelas para o conhecimento”, afirma Moana Martins, diretora executiva do projeto. O projeto tem patrocínio da Nova Transportadora do Sudeste – NTS, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com apoio das Secretarias Municipais de Educação dos municípios participantes. IBME E NTS A parceria entre o Instituto Brasileiro de Música e Educação (IBME) e a NTS amplia o acesso gratuito à educação musical para mais de 6 mil crianças, adolescentes e jovens por meio do Projeto Geração de Sons. A iniciativa está presente em Nova Iguaçu e Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, oferecendo aulas de diversos instrumentos musicais. A parceria também fortalece a Favela Orquestra e o Coro Juvenil do Rio de Janeiro, programas de formação musical do IBME que promovem desenvolvimento artístico, inclusão social e novas oportunidades para seus participantes. "Sinta o Som" Crédito fotográfico - Rafael Ribeiro Sobre o IBME O Instituto Brasileiro de Música e Educação (IBME) tem por objetivo promover a transformação social e a integração comunitária por meio da educação, da música e da cultura para estudantes da rede pública de ensino, famílias e comunidades do Estado do Rio de Janeiro. Em mais de uma década de atuação, o projeto já impactou mais de 20 mil pessoas e conta com mais de 200 profissionais envolvidos, além de 70 monitores, 8 formações musicais, mais de 300 bolsistas e, atualmente, mais de 6 mil alunos impactados. Entre os projetos em destaque estão: Geração de Sons, Sinta o Som, Favela Orquestra, Coro Juvenil do Rio de Janeiro e Orquestra Sinfônica Juvenil Carioca. "Sinta o Som" Crédito fotográfico - Rafael Ribeiro Redes sociais https://ibme.org.br https://www.instagram.com/ibmerj https://www.youtube.com/ibmerj https://www.youtube.com/ibmerj http://facebook.com/ibmerj https://sintaosom.org.br https://www.instagram.com/projetosintaosom/ https://www.youtube.com/sintaosomoficial Alex Varela
- Grandes Baratos encerra a bem-sucedida temporada 2026 em 5 de outubro, com o espetáculo "A Ciumenta", no Teatro UOL.
Projeto que desde abril leva ao público espetáculos de sucesso a preços populares recebe o monólogo estrelado por Renata Brás. De 5 de outubro a 10 de novembro, às segundas e terças-feiras. Renata Brás. Crédito fotográfico - Priscila Praden O projeto Grandes Baratos, do Teatro UOL, encerra, em novembro, sua sexta edição. Criado para oferecer ao público espetáculos teatrais de qualidade a preços populares a edição de 2026 reafirma a proposta de ampliar o acesso ao teatro e, ao mesmo tempo, abre espaço para que montagens de sucesso retornem aos palcos. Escrito por Samira Ramalho e Renata Brás, com direção de André Dias e supervisão psicanalítica de Fabiana Guntovich, o monólogo é protagonizado por Renata Brás e parte da temática do ciúme para falar, com humor, sobre insegurança, ansiedade, autoestima, sexualidade e das contradições das relações amorosas. Renata Brás. Crédito fotográfico - Priscila Praden Inspirado na personagem que Renata Brás tornou conhecida no programa A Praça É Nossa, o espetáculo amplia no palco o universo da mulher possessiva e desconfiada que vive às voltas com o marido. A caricatura é apenas o ponto de partida. Em cena, o ciúme deixa de ser apenas motivo para a piada e se transforma numa porta de entrada para as neuroses, fantasias e fragilidades da protagonista. Na tentativa de se curar de um ciúme doentio por um marido – que curiosamente é um homem pouco atraente – a atriz embarca em uma divertida jornada de autoconhecimento. Ao reviver histórias de seus relacionamentos e trazer lembranças do início de sua carreira artística, ela tenta entender de onde vem suas inseguranças. Por trás das situações absurdas e das risadas, o público reflete junto coma protagonista sobre suas próprias experiências. O público é recebido como se estivesse no camarim da atriz, criando uma atmosfera intimista e inusitada que mistura ficção e realidade sob a ótica tragicômica desta mulher ciumenta. A estrutura permite que a peça transite entre o monólogo teatral e a conversa direta com o público. GRANDES BARATOS O Projeto “GRANDES BARATOS”, que teve sua primeira edição em 2003, foi criado para oferecer ao público espetáculos teatrais de qualidade a preços populares. O modelo beneficia diferentes elos da cadeia teatral,. O produtor do espetáculo ganha uma “sobrevida” de duração de temporada, quando já não tem mais patrocínio próprio; o público tem oportunidade de assistir a um espetáculo de qualidade a um preço mais acessível; e o teatro tem ocupação em dias e horários normalmente ociosos. Esta sexta edição do projeto estreou no mês de abril e se encerra no dia 10 de novembro. As apresentações acontecem sempre às segundas e terças-feiras. Abaixo um resumo das outras edições já levadas a público. 2003: · NA MEDIDA DO POSSÍVEL – Monólogo cômico sobre a crise do homem moderno, com direção de Marcelo Saback e textos de autores como Luiz Carlos Góes e Léo Jaime, abordando dilemas masculinos. · O PEQUENO LIVRO DAS PÁGINAS EM BRANCO – Último espetáculo com Gianfrancesco Guarnieri, retratando a história de um pintor. · CHEGA DE SOBREMESA – Monólogo com Stela Freitas. · REVISTANDO 2003 – Espetáculo que parodiava o ano de 2003, seguindo a linha do Teatro de Revista. 2005: · OS SETE GATINHOS - Do dramaturgo Nelson Rodrigues, Alexandre Reinecke reuniu sob sua direção Dalton Vigh, Bárbara Paz, Paulo Coronato, Noemi Gerbelli e Amanda Acosta, entre outros · ALÔ TEREZINHA – Uma deliciosa sátira do Circo Grafitti com os melhores momentos da história da televisão brasileira, com direção musical de Pedro Paulo Bogossian e direção geral de Hugo Possolo. · SARDANAPALO – O grupo Parlapatões, Patifes e Paspalhões contou com sua bem-humorada linguagem circense a história do imperador grego ‘Alexandre, o Grande’ e sua trajetória para conquistar o mundo. · CALENDÁRIO DA PEDRA E VOZES DISSONANTES – Denise Stoklos, criadora do teatro essencial, representou um diário anual de pensamentos e emoções em “Calendário da Pedra” e fala sobre os rebeldes brasileiros que levantaram suas vozes contra injustiças em “Vozes Dissonantes". · NOTÍCIAS POPULARES – Da Cia. de Comédia Os Melhores do Mundo, de Brasília, a peça brinca com a quantidade de vezes que a mídia ultrapassa a real importância de um fato na busca voraz por pontos de audiência e contabiliza alguns dos mais divertidos quadros do repertório do grupo. · QUIXOTE – Carlos Moreno viveu o cavaleiro andante D. Quixote e seu fiel escudeiro Sancho Pança. · DANÇA LENTA NO LOCAL DO CRIME – Drama de William Hanley, que reuniu Regiane Alves, Antônio Galleão e Rogério Brito sob a direção de Luiz Valcazaras. · O AUTO DOS PALHAÇOS BAIXOS – Com o grupo “Parlapatões”. Um diretor de cinema sofre o corte da verba de patrocínio de um filme sobre o circo. Como solução, resolve aproveitar a mesma trupe, o cenário e a equipe para fazer um filme natalino. 2006: · SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO – Texto de William Shakespeare com direção de Felipe Grytz. · A DANÇA DO UNIVERSO – Espetáculo que reflete sobre a vida e as ideias de personagens fundamentais na aventura do conhecimento e homenageia o cientista brasileiro Mário Schenberg, · 1,99 – A peça, do ator baiano Ricardo Castro, sucesso de público no Nordeste, ganhou espaço no circuito teatral de São Paulo. Recheada de personagens do cotidiano brasileiro, tendo como base depoimentos colhidos pelo autor nos mais diversos lugares como bancos, repartições públicas, mesas de bares, pontos de ônibus, entre outros. · FELIZ ANIVERSÁRIO - A trajetória, conflitos e sentimentos de uma personagem durante três fases de sua vida. · MISTICISMO - Peça do grupo humorístico brasiliense Cia. de Comédia Os Melhores do Mundo, faz uma sátira das diversas manifestações religiosas. · O BEIJO NO ASFALTO – Com elenco encabeçado por Leopoldo Pacheco e Emílio Orciollo Netto, o clássico de Nelson Rodrigues comemorou os dez anos da “Cia. Prática de Teatro”. · COMIDA DOS ASTROS - Um projeto musical com origem nordestina, brincava com diversos sucessos nacionais e internacionais, criando verdadeiras paródias com temas gastronômicos. · MORDENDO OS LÁBIOS - Uma peça vibrante e atual, que abordou temas polêmicos como violência, drogas, sexo, suicídio e aborto, estrelada por Caio Blat, Maria Ribeiro e Lena Brito, com texto e direção de Hamilton Vaz Pereira. 2007: · ÚLTIMAS NOTÍCIAS DE UMA ESTÓRIA SÓ - Baseada em histórias reais, a peça mostra como, em questão de instantes, um pequeno ato pode alterar completamente a trajetória de uma pessoa. · PEQUENAS REFLEXÕES CÔMICAS - Espetáculo do Núcleo EsTeP que apresentou esquetes de temas ligados ao cotidiano, para guiar o público por divertidas reflexões. · ME INCLUA FORA DISSO - Uma reflexão bem-humorada sobre os aspectos que envolvem o dia-a-dia nas grandes empresas. · NÃO CONTÉM GLÚTEOS - Projeto do grupo Olaria GB. Seis esquetes cômicas, permeadas por números musicais. · QUINTA Q PARIU - Seis atores apresentam personagens cômicos que satirizam a vida cotidiana, com situações inusitadas e exageradas. · OITO A ZERO - Uma torcedora fanática promete assistir à final do campeonato na torcida adversária, devidamente trajada com o uniforme inimigo, caso o seu time esteja na decisão. Com a graça alcançada, ela vai quitar sua dívida e vive inúmeras confusões. · ATÉ QUE O CASAMENTO NOS SEPARE – Otávio e Maria Eduarda, com a maior sinceridade, abrem sua vida, cheia de comédia, contrapontos e riqueza de detalhes. · MEDIANO - O espetáculo conta a trajetória de Zé Carlos, que com seu “jeitinho brasileiro”, se adapta a todas as situações, com desenvoltura e pouquíssima ética. O público acompanha sua história entre os anos de 1977 e 2007, desde uma aprovação em concurso público até seu envolvimento em escândalo político. · TPM KATRINA - Retrata a visão masculina de uma discussão de casal, sem que o marido consiga sequer abrir a boca. A esposa, que se considera tranquila, enlouquece no ápice de sua tensão pré-menstrual. 2011/2012: · OS RUIVOS – Escrita por Pedro Monteiro, Paulo Neves e dirigida por Cinthia Reis, a comédia trata o preconceito sofrido pelos ruivos. · MARLEY E ELES - estrelado por Marlei Cevada. A história é contada por Marley, uma doméstica intrometida e hilariante, que aproveita a viagem dos donos da casa para trabalhar mais descontraída. · E O VENTO NÃO LEVOU - Escrita por Ron Hutchinson, com direção de Roberto Lage, a comédia é baseada em fatos reais e conta a divertida história que ficou famosa nos bastidores de Hollywood, durante as gravações do clássico filme E o Vento Levou. · 100 DICAS PARA ARRANJAR NAMORADO - com Daniele Valente e Christiano Cochrane é uma engraçada brincadeira na qual ela dá dicas para as solteiras conseguirem um namorado. · ESPONTÂNEA - O que pode acontecer quando o público presente sugere o conteúdo para uma peça e acompanha o desenrolar da história? Certamente um espetáculo nunca será igual ao outro. Essa era a proposta do espetáculo com técnica de improviso. · TERROR, A COMÉDIA - da Cia. de Comédia Setebelos, um espetáculo popular feito por jovens atores, se apresentou pela primeira vez em São Paulo depois de se firmar como um dos mais representativos grupos de teatro de Brasília. · EQUUS - Com Leonardo Miggiorin e Elias Andreato e direção de Alexandre Reinecke, o famoso texto vencedor do prêmio Tony, é um clássico dos palcos no mundo todo e traz uma trama de mistérios, sedução e questionamentos. · GRÁVIDO - com Marcelo Laham e Fábio Herford, texto de Gustavo Kurlat e direção de Alexandra Golik fala da relação do homem contemporâneo a partir do momento em que fica sabendo que vai ser pai, colocando a gravidez e a criação dos filhos sob uma visão masculina que revela sentimentos como incerteza, carinho e raiva que o homem enfrenta ao mergulhar nesse estranho universo feminino. 2026: · NA MEDIDA DO POSSÍVEL – Monólogo cômico sobre a crise do homem moderno, com direção de Marcelo Saback e textos de autores como Luiz Carlos Góes e Léo Jaime, abordando dilemas masculinos. · A AUTOESTIMA DO HOMEM HÉTERO - Monólogo se passa na noite de lançamento da invenção farmacêutica mais ousada da década: a autoestima do homem hétero, sintetizada em pílulas. · EM NOME DA MÃE - Monólogo de Suzana Nascimento, apresenta uma Maria de Nazaré anterior à santidade, ainda jovem, pobre e grávida, tentando compreender seu lugar em uma sociedade patriarcal. · IMPROVISORAMA - Maior festival de improviso do país Esta edição do projeto é realizada com apoio do Programa de Ação Cultural – ProAC, da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo. Curadoria: Isser Korik Coordenação Geral do Projeto: Pardam Administração Patrocínio: Germed Renata Brás. Crédito fotográfico - Priscila Praden Serviço: A Ciumenta Idealização, texto e interpretação: Renata Brás Adaptação: Renata Brás e Samira Ramalho Direção: André Dias Classificação Indicativa: 14 anos Gênero: Comédia dramática Duração: 60 min Temporada: de 05 de outubro a 10 de novembro de 2026 Dias e Horários: Segundas e Terças-feiras, às 20h Ingressos: a partir de R$ 35 **Ingressos gratuitos para instituições sociais, escolas e comunidades carentes Televendas: (11) / 3823-2423 / 3823-2737 / 3823-2323 Vendas online: www.teatrouol.com.br TEATRO UOL Shopping Pátio Higienópolis - Av. Higienópolis, 618 / Terraço / tel.: (11) 3823-2323 Renata Brás. Crédito fotográfico - Priscila Praden Vendas por telefone e no site do teatro / Capacidade: 300 lugares / Não aceita cheques / Aceita os cartões de crédito: todos da Mastercard, Redecard, Visa, Visa Electron e Amex / Estudantes e pessoas com 60 anos ou mais têm os descontos legais / Clube UOL e Clube Folha 50% desconto. Horário de funcionamento da bilheteria: de segunda a sexta-feira das 17h às 20h, sábados, das 13h às 22h e domingos, das 13h às 20h;*domingos dias 11 de outubro e 01 de novembro das 11h às 20h. Acesso para cadeirantes / Ar-condicionado / Estacionamento do Shopping: consultar valor pelo telefone: 4040-2004 / Venda de espetáculos para grupos e escolas: (11) 3661-5896, (11) 99605-3094 / Patrocínio do Teatro UOL: UOL, Folha de S. Paulo, Germed, Interfood e WPS Brasil. Ficha Técnica Idealização, texto e interpretação: Renata Brás Adaptação: Renata Brás e Samira Ramalho Direção: André Dias Assistente de direção: Davi Novaes Design de Luz: Cesar Pivetti Trilha Sonora: Dugg Mont Figurino: Karen Brusttolin Fotografia: Priscila Prade Direção de Produção: Renata Brás Assessoria/produção: Márcia Rodrigues Realização: RB Artes Cênicas Flavia Fusco
- Instituto dos Sonhos está com inscrições abertas para o projeto Polo de Inovação Gonçalense
Oficinas e cursos gratuitos são voltados para profissionais da Economia Criativa de São Gonçalo Foto Divulgação O Instituto dos Sonhos continua com inscrições abertas para oficinas e cursos gratuitos do projeto Polo de Inovação Gonçalense, voltados para produtores, artistas, empreendedores, agentes culturais e demais profissionais da Economia Criativa de São Gonçalo. A programação segue até 12 de novembro, com atividades presenciais às terças, quartas e quintas-feiras, sempre a partir das 19h, no Hub IS, espaço que abriga as ações do projeto, no Centro de São Gonçalo. Com o objetivo de contribuir para a qualificação e a profissionalização dos trabalhadores da cultura e do terceiro setor, o projeto oferece conteúdos práticos para quem já atua ou deseja ingressar nesses segmentos, abordando ferramentas digitais atuais — como LinkedIn, recursos de inteligência artificial, Canva e outras plataformas de comunicação, criação, organização e posicionamento profissional —, além de pré-produção de eventos, elaboração, regularização e gestão de projetos culturais, prestação de contas, administração financeira, comunicação e gestão, fortalecendo a autonomia, a visibilidade e a capacidade de atuação dos participantes. Ao longo da programação, o Polo de Inovação Gonçalense já recebeu especialistas como Alberto Sena, na oficina de Roteiro; Yonara Costa, no curso de Pré-produção e Prestação de Contas de Projetos; e Anderson Costas, que abordou as modalidades de empresas para agentes culturais, entre outros. “Por meio do Polo de Inovação Gonçalense, o Instituto dos Sonhos vem oferecendo conhecimento e ferramentas para que profissionais da Economia Criativa possam desenvolver seus projetos e fortalecer seus negócios. O HUB IS foi criado com esse propósito: construir um ecossistema de empresas criativas no território e contribuir para o desenvolvimento do setor em São Gonçalo”, destaca Rafael Vieira, presidente do Instituto dos Sonhos e ativista social. As inscrições são gratuitas e realizadas pela plataforma Sympla. A programação das oficinas, os convidados e os links para inscrição são divulgados no perfil oficial do Instituto dos Sonhos no Instagram. O Polo de Inovação Gonçalense é um ambiente de inovação realizado pelo Instituto dos Sonhos, com recursos do Ministério da Cultura, por meio de Termo de Fomento. Serviço: Oficinas e Cursos – Polo de Inovação Gonçalense Datas: Até 12 de novembro de 2026. As atividades serão realizadas às terças, quartas e quintas-feiras, a partir das 19h. Local: Near Work Coworking / Hub Is (Av. Presidente Kennedy, 735, Loja 110 – Icon Business – São Gonçalo). Inscrições gratuitas pelo Sympla: linktr.ee/institutodossonhos Nando Andrade









