Revista do Villa
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Revista luso-brasileira de conteúdo sobre cultura, gastronomia, moda, turismo,
entretenimento, eventos sociais, bem-estar, life style e muito mais...
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- Estevan - Depois de encantar Madonna, se prepara para brilhar no universo do sertanejo pop
Estevan, o DJ e produtor brasileiro que ganhou notoriedade intenacional após seu affair com a cantora Madonna em 2022, está traçando um caminho promissor na música. Eleito Mister Brasil em 2021 e Mister Cowboy em 2024, Estevan não apenas cativou corações, mas também conquistou espaços na mídia nacional e internacional. Recentemente, lançou seu primeiro single, "Sentimento Vazio", que combina o sertanejo com influências pop, estabelecendo sua identidade musical. A canção "Sentimento Vazio", composta pelo renomado Elias Mafra, conhecido por sucessos de artistas como Jorge & Mateus e Paula Fernandes, aborda as dores de um amor não correspondido. Com uma melodia envolvente e letras românticas, a música reflete a essência do estilo sertanejo contemporâneo, ao mesmo tempo em que busca ressoar com os ouvintes mais jovens. Estevam, ao assumir esse novo desafio, mostra que a música é uma extensão de sua personalidade multifacetada. Além de "Sentimento Vazio", Estevan está preparando um novo lançamento que promete agitar o cenário musical brasileiro: "Revoada e Rodeio". Este single traz uma proposta inovadora, o "eletronejo", que mescla as batidas eletrônicas com o sertanejo, transformando qualquer pista de rodeio em uma verdadeira balada. A expectativa é que a música se torne um sucesso viral nas redes sociais, com coreografias criadas por influenciadores e dançarinos, ampliando ainda mais sua visibilidade. Em uma conversa reveladora, Estevan compartilhou como a fama repentina alterou sua vida. "Sentia que faltava ter uma reviravolta na vida", confessou. Aos 26 anos, ele decidiu investir na carreira de cantor, impulsionado pelo desejo de explorar novas vertentes artísticas após sua experiência como DJ e modelo. Essa mudança reflete não apenas uma busca por reconhecimento, mas também uma paixão genuína pela música. A relação de Estevan com a música começou cedo. Desde os seis anos, ele se destacou como músico, tocando em igrejas e se formando em regência no conservatório. Com mais de 11 instrumentos dominados, ele percorreu um longo caminho até descobrir seu potencial vocal. A decisão de se tornar cantor surgiu após um elogio de uma amiga que reconheceu a beleza de sua voz. "Foi um divisor de águas para mim", revelou, enfatizando que sempre se viu mais como um músico do que como um cantor. Estevan expressa sua expectativa em tocar corações com sua música. "A expectativa é tocar corações", disse ele, refletindo seu desejo de conectar-se emocionalmente com o público. Ele está ciente do impacto que a música pode ter na vida das pessoas e quer que suas canções sejam um espaço de união e celebração. Preparando-se para a estrada, Estevan está montando uma agenda de shows que promete mesclar sua experiência como DJ com sua nova identidade de cantor. "Quero deixar bem explícito que isso tudo é para unir as pessoas", afirmou, enfatizando a importância de criar experiências memoráveis através da música. Com uma carreira em ascensão e inovações a caminho, Estevan promete ser uma das grandes revelações do sertanejo contemporâneo. Redes sociais: @estevancantor Crédito da fotos: Divulgação Talentmix Roberto Rodrigues
- Estreou no teatro Municipal Domingos Oliveira a peça de teatro Fides (Fé em Latim) novo espetáculo da BruzunCompany
O texto é de Renato Carrera, que aborda o assédio moral e sexual na sociedade contemporânea e dentro da igreja católica. Assunto extremamente pertinente e contemporâneo, e válido ao ser tratado num palco de teatro. Até mesmo porque, em momento recente, gerou demissão de ministro acusado de assédio. O tema é sério, mas é adaptado para uma linguagem teatral. O texto é forte, sério, denso, engajado, denunciador, é um grito de alerta contra um ato que atinge a dignidade da pessoa humana, os direitos fundamentais e a moral da vítima. Assim, o assédio, seja qual tipo for, é considerado crime. Algo horrível! O personagem Otávio é um jovem religioso, funcionário dos Correios e filho de uma mãe dominadora, que tem sua fé abalada por conflitos sexuais e morais ocorridos dentro da igreja que frequenta. Ele decide fazer justiça com as próprias mãos e, assim, modificar sua vida para sempre. Tal atitude vai deixar sequelas. Portanto, a narrativa se processa a partir da mente conturbada desse homem que sofreu assédio. Da mesma forma, que Otávio realizou justiça com as suas próprias mãos, há tantas outras que se silenciam, e sofrem caladas. Ao procederem dessa forma, acabam deixando os agressores, porque o assédio é uma agressão, sem punição e com espaço aberto para outras ações criminosas. A peça também denuncia esse silencio. O elenco é constituído por quatro atores: Renato Carrera, Dani Ornellas, José Karini e Hugo Germano. No geral, eles apresentam uma boa atuação. Dominam o palco e o texto. Tem uma movimentação intensa, que ocorre dentro de um espaço delimitado por um círculo branco. A linguagem do texto é simples, embora sua narrativa não seja de fácil compreensão, o que dificulta uma melhor comunicação dos atores com o público. Apresentam boas interpretações dos respectivos personagens, contudo um aprofundamentamento de expressões emotivas precisam ser mais realizadas. O assédio maltrata a pessoa, danifica, magoa, humilha, amedronta, e sentimos falta no personagem Rogério interpretado por Hugo Germano de expressar essa violência. A mãe, interpretada por Dani Ornellas expressa um sentimento de dor mais profundo do que a vítima. Ela exprime bem esse coração de mãe violentado. José karini interpreta de forma correta o padre mau caráter que deixa Otávio praticar felação, abusando do mesmo. E, Renato Carrera também tem uma atuação correta, o amante que assedia abusivamente, embora pudesse ter definido mais o seu personagem. Quem ele é? Sua origem? Ficou abstrato! A direção é de Renato Carrera e Dani Ornellas, que foram precisos nas marcações e em detalhes de direção de atores. Contudo, faltou a emoção. Teatro não é esporte. Não adianta ter apenas a técnica, tem q ter a emoção também. Teatro é arte! Tem que juntar técnica e sentimento! Os figurinos criados por Dani Ornellas e Joana Seibel são adequados aos personagens. Por sua vez, a cenografia criada por Daniel de Jesus é constituída por um círculo de pedras brancas, onde os atores encenam, e um faixa branca que atravessa esse mesmo círculo. Não há qualquer outro objeto, fato que facilita a movimentação dos atores. A iluminação criada por Daniela Sanchez apresenta um bonito desenho de luz, que oscila por uma luz branca, as vezes mesclada com azul, e momentos de escuridão. A iluminação ajuda a realçar a interpretação dos atores. Maria Alice Poppe imprime uma boa direção de movimento. Os atores se movimentam de forma intensa, apresentam um bom gestual, e as encenações de prática sexual acabam ganhando destaque. Fides é uma boa peça de teatro, com um tema contemporâneo e pertinente, uma dramaturgia forte e engajada, e um bom elenco. Boa produção cênica! Crédito das fotos: Rodrigo Menezes. Alex Varela
- Consciência Negra: Teatro Riachuelo Rio celebra mês com programação especial
Teatro Riachuelo Rio celebra Mês da Consciência Negra com programação especial em novembro com espetáculos que fazem parte da comemoração dos oito anos do Teatro. Peças premiadas discutem temas importantes sobre negritude com linguagem acessível para todos, como ‘A Luta’, a tão aguardada reestreia de ‘Macacos’, ‘O Avesso da Pele’, ‘Divas In Concert e Banda Black’ e o stand up ‘Os Reis da Comédia’ Em novembro, os prestigiados espetáculos ‘A Luta’ e ‘Macacos’ abrem a programação especial do mês da Consciência Negra no Teatro Riachuelo Rio. Com forte protagonismo negro e abordando temas essenciais para todos os brasileiros, as peças compõem a agenda de celebrações de oito anos de reabertura do teatro, sob a gestão da Aventura , de Aniela Jordan e Luiz Calainho. Desde a reinauguração, em 2016, a casa já recebeu 1,1 milhão de espectadores para assistir a mais de 1.500 apresentações. "Celebrar os 8 anos de um lugar com tanta história, que incansavelmente mantemos vivo, é, para nós, para a cultura, para o Rio e o país, um motivo de muita alegria e um sinal de que tudo que fizemos não foi em vão", afirma Aniela Jordan. Parte da programação do Mês da Consciência Negra, o stand up "Os Reis da Comédia" celebra a força da comédia preta no Brasil. O espetáculo que acontece dia 07 de novembro reúne os comediantes Yuri Marçal, João Pimenta e Jhordan Matheus no Teatro Riachuelo Rio. No dia 10 de novembro, o público vai poder conferir ‘A Luta’, protagonizada pelo global Amaury Lorenzo, recém-indicado ao Prêmio Cesgranrio de Teatro na categoria Melhor Ator. O monólogo reconta um momento importante da história nacional, a Guerra de Canudos, de um jeito nunca antes visto. Na sequência, nos dias 16 e 17 de novembro, o premiado ‘MACACOS’, que emocionou milhares de pessoas ao redor do mundo, retorna ao palco do Teatro Riachuelo Rio. O espetáculo trata da estruturação do racismo e do apagamento das memórias e ancestralidades negras. Além disso, no dia 20 de novembro, o Coletivo Ocutá apresenta ‘O Avesso da Pele’, inspirado no impactante livro de Jefferson Tenório que venceu o Prêmio Jabuti 2021. A obra trabalha temas fortes como brutalidade policial e fetichização dos corpos negros com uma sensibilidade ímpar. Por fim, encerrando as celebrações deste ano, a Banda Black Soul, formada apenas por músicos negros, e a Orquestra Sinfônica Chiquinha Gonzaga, formada apenas por mulheres, apresenta o espetáculo DIVAS IN CONCERT no dia 30 de novembro, um tributo à Whitney Houston, Diana Ross e Mariah Carey. “Estamos muito satisfeitos em fazer parte dessa história tão importante para a cultura nacional. O Teatro Riachuelo Rio simboliza o encontro entre o passado e o futuro. Eu adoro trabalhar e estar com as pessoas, nada mais justo do que fazer isso através da arte”, comenta Andre Farber, CEO da Riachuelo. Sobre o Teatro Riachuelo Rio Localizado no Centro do Rio de Janeiro, o Teatro Riachuelo Rio ocupa o espaço que um dia pertenceu ao Cine Palácio, inaugurado em 1920. Tombado como patrimônio histórico-cultural, o prédio se destaca na Rua do Passeio, número 40 , sempre com uma programação plural e acessível que inclui peças, musicais, concertos e shows. O teatro oferece uma estrutura completa para seus frequentadores, incluindo foyer, salas de ensaio, escritórios, camarins, bomboniere, área externa e uma grande sala com plateia para 999 pessoas. Serviço Bettina, Café & Arte – Teatro Riachuelo Rio Horário de funcionamento: Segunda a sábado, das 8h30 às 15h30 e junto com a operação do Teatro Riachuelo, abrindo sempre uma hora antes do início dos espetáculos - Instagram: @bettina_cafe Programação do Mês da Consciência Negra do Teatro Riachuelo: Os Reis da Comédia - 7 de Novembro, 20h O espetáculo "Os Reis da Comédia" reúne três dos mais talentosos comediantes do Brasil: Yuri Marçal, João Pimenta e Jhordan Matheus. Pela primeira vez no Teatro Riachuelo Rio, o trio promete arrancar risadas e gerar reflexões com seu humor ácido e afiado. Parte da programação do Mês da Consciência Negra, o show celebra o talento desses comediantes e a força da comédia preta no cenário atual. Amigos dentro e fora dos palcos, Yuri, João e Jhordan viralizam nas redes sociais com seus conteúdos humorísticos e trazem essa mesma energia ao teatro. No palco, cada um apresenta números individuais e exploram diversos temas sob suas perspectivas únicas. O título Os Reis da Comédia é uma brincadeira e uma afirmação do domínio que possuem na arte de fazer rir. O show garante diversão e um humor provocativo, reafirmando a comédia como um espaço para todos. Classificação : 14 anos Duração : 80 minutos A Luta – 10 de novembro, 18h Com direção de Rose Abdallah e dramaturgia de Ivan Jaf, A Luta é um monólogo teatral baseado na terceira parte do livro Os sertões, de Euclides da Cunha (1866- 1909), que transforma o ator Amaury Lorenzo em um rapsodo que conta, em uma longa prosa épica, as batalhas ocorridas em Canudos, em 1896, entre os homens e mulheres chefiados por Antônio Conselheiro e as forças militares da República, recém-proclamada no Brasil (1889). Da mesma maneira que os rapsodos cantavam a Ilíada e a Odisseia de Homero, mantendo essas longas epopeias vivas pela fala e a memória, antes de poderem ser escritas, pode-se imaginar a Guerra de Canudos, segundo a visão de Euclides da Cunha, sendo narrada por um “contador de História” diante de uma plateia. Um só ator, usando a fala e o corpo, conta as sucessivas investidas do exército brasileiro contra o arraial e a reação de seus habitantes. Nessa terceira e última parte de Os Sertões Euclides criou uma simbologia poderosa, abandonando a linguagem acadêmica para traduzir jornalisticamente uma guerra de ideias: a luta entre as forças republicanas, que traziam a modernidade, contra o obscurantismo religioso, que alicerçava a monarquia; os brasileiros do litoral contra os do interior; as elites contra o povo; a fé contra a razão... para concluirmos que os dois lados acabaram se unindo pela intolerância e a violência. Classificação :Livre Duração : 120 minutos Macacos – 16, 19h e 17 de novembro, 17h Escrito, dirigido e interpretado por Clayton Nascimento, que levou o Prêmio Shell de melhor ator pelo espetáculo, Macacos, da Cia do Sal, traz a reflexão de homem negro a partir da palavra macaco, usado como xingamento ao povo negro. Em cena, ele aborda episódios da história do país, situações ocorridas com personalidades negras, como Elza Soares e Machado de Assis, até chegar aos relatos e estatísticas das mães e famílias dos jovens negros presos ou executados pela polícia no Brasil, de 1500 até 2021. Classificação : 14 anos Duração : 180 minutos O Avesso da Pele – 20 de novembro, 20h O Avesso da Pele se passa em Porto Alegre, na década de oitenta e conta a história de Pedro, filho de um professor de literatura assassinado em uma desastrosa abordagem policial. Após este episódio, ele inicia uma investigação acerca de suas origens, o passado da sua família e a trajetória de seu pai, Henrique. Construindo assim, uma jornada que elucida, não só questões de paternidade preta em um país marcado pelo racismo, mas também os caminhos que levam ao afeto e à redenção. Com uma escrita potente e corajosa, em “O Avesso da Pele”, Jeferson Tenório marca seu lugar na literatura brasileira contemporânea, como um dos autores mais relevantes da atualidade. Classificação : 14 anos Duração : 90 minutos Divas In Concert e Banda Black – 30 de novembro, 18h Tributo à Whitney Houston, Diana Ross & Mariah Carey Uma Celebração à Representatividade e ao Talento DIVAS IN CONCERT é mais do que um espetáculo; é uma ode à força, talento e representatividade das maiores vozes da música pop e soul. Em um único palco, unimos a grandiosidade das carreiras de Whitney Houston, Diana Ross e Mariah Carey, interpretadas por três talentosas cantoras negras que capturam a essência e o poder dessas divas inigualáveis. Classificação : Livre Duração : 80 minutos Teatro Riachuelo Rua do Passeio , 38 /40 - Centro Link com fotos do Teatro: https://drive.google.com/drive/folders/1DHQbjDW9LP7W8KUsuRtAoPZJjVHKOcTn?usp=drive_link Link com fotos adicionais: https://drive.google.com/drive/folders/1XJiaI0n_2RekyD7vmKi-6Kb3VFyP7XEO Informações para a imprensa: MNiemeyer Assessoria de Comunicação - www.mniemeyer.com.br Juliana Rosa: juliana@mniemeyer.com.br / (21) 97209-5898 Rafaela Barbosa: rafaela@mniemeyer.com.br / (21) 99061-5257 Alex Varela
- Trio A Bela e os Tenores apresenta seu mais novo espetáculo, o "Especial Andrea Bocelli”, no Teatro Riachuelo
Link com imagens: https://drive.google.com/drive/folders/11VUfPdPJ_zugsuhgCaSuxTF-UgKIRSvQ O trio A Bela e os Tenores, formado pela soprano Giovanna Maira e os Tenores Jorge Durian e Armando Valsani, apresenta seu mais novo espetáculo, o "Especial Andrea Bocelli” , no Teatro Riachuelo no próximo dia 09 de novembro . Nesta única apresentação, A Bela e os Tenores trazem um repertório com os maiores sucessos de Andrea Bocelli, o icônico tenor, compositor e produtor musical italiano. Vencedor de cinco BRIT Awards e três Grammys, Bocelli gravou nove óperas completas, além de vários álbuns clássicos e populares, tendo vendido mais de 70 milhões de cópias em todo o mundo. Com uma obra tão rica, não será difícil fazer o público se emocionar com grandes clássicos como Vivo per lei, Fall On Me, Con Te Partirò e muitas outras, em um espetáculo maravilhoso e inesquecível, interpretado pelas vozes poderosas do trio mais amado por todos os apreciadores de música italiana no Brasil. Sobre a Bela e os Tenores Criado em 2017 pelos cantores líricos Armando Valsani, Giovanna Maira e Jorge Durian, o grupo musical confere ao seu repertório, que transita entre o erudito e o popular, um jeito único de interpretar canções autorais e consagradas mundialmente. Além das vozes marcantes, o trio se destaca pela união inédita entre dois tenores e um soprano, tornando a experiência de ouvi-los um misto de encantamento, emoção e prazer. Seu álbum de estreia, lançado em 2017, contém sucessos como "Because We Believe”, de Andrea Bocelli, David Foster e Amy Foster; “You Raise me Up”, de Rolf Løvland e Brendan Graham e “Hallelujah”, faixa homônima ao álbum, de Leonard Cohen. Armando Valsani, tenor lírico com quase 40 anos de carreira, se destacou pelo mundo pela sua brilhante potência vocal. Giovanna Maira, cantora lírica (soprano), traz delicadeza para a apresentação com sua voz doce e cristalina. Jorge Durian, tenor com uma sólida carreira com mais de 30 anos, sempre foi destaque por transformar canções populares em clássicos eruditos. Com carreiras solo conceituadas, tanto no Brasil quanto no exterior, esses talentosos cantores, agora juntos em A Bela e Os Tenores, despontam na cena musical, trazendo frescor e modernidade à música clássica. Sobre o Teatro Riachuelo O prédio, tombado como patrimônio histórico-cultural, é imponente e se destaca na Rua do Passeio, número 40 , reunindo passado, presente e futuro em um só lugar. O ícone da belle époque brasileira ficou com as portas fechadas por dois anos até 2016, quando foi devolvido à população como Teatro Riachuelo Rio, sempre com uma programação plural e acessível. Desde então, foram realizadas diversas peças, musicais, concertos e shows. Com uma área de aproximadamente 3.500 m², o teatro oferece uma estrutura completa para seus frequentadores, incluindo foyer, salas de ensaio, escritórios, camarins, área externa e uma grande sala com plateia para 999 pessoas. Mais do que um espaço físico, o teatro representa um compromisso com a promoção da cultura e da arte em suas diversas formas. O espaço conta ainda como o Bettina, Café & Arte, que além de abrir como bomboniere para atender ao público do teatro, funciona também para café da manhã e almoço. Serviço: Nome: A Bella Italia - A Bela e os Tenores - Homenagem a Andrea Boccelli Data: 09 de novembro, sábado às 20h Vendas: https://bileto.sympla.com.br/event/97624/d/274628?_gl=1*1fce1ow*_gcl_aw*R0NMLjE3MjExNDA4MzQuQ2p3S0NBand0TmkwQmhBMUVpd0FXWmFBTlBzdlAxYi1hSmRDOWM2S0hpNmNSalI1RkZpRXhCM0lGeUdrUmxYUmQwanRudERZRTFVV2Zob0NWYjRRQXZEX0J3RQ..*_gcl_au*MTc5NjY5MjU0OC4xNzE4MzczMjAz*_ga*OTA2NjQ1MDc3LjE3MTgzNzMyMDM.*_ga_KXH10SQTZF*MTcyNTI4NDY4OC4xNzMuMS4xNzI1Mjg0NjkwLjU4LjAuMTg5OTMzNzgwMg .. Classificação: Livre Duração: 120 minutos Valor : entre R$25,00 e R$220,00 Alex Gonçalves Varela
- Lançamento: "Luso-Brasilidade Musical", de Ígor Lopes, chega ao Brasil a partir de 06 de novembro
O jornalista e escritor Ígor Lopes apresenta nos próximos dias no Brasil o seu novo livro "Luso-Brasilidade Musical - A influência da Música na Ligação entre Brasil-Portugal". A obra, realizada pelo Governo Federal do Brasil, leva o selo da Fundação Nacional de Artes (FUNARTE), e é fruto de um projeto que pretendeu celebrar os 200 anos de Independência desse país sul-americano. Este novo trabalho de Ígor Lopes destaca as relações culturais entre os dois países, tendo a música como elo central. O livro examina o papel da música lusófona na construção de uma identidade cultural compartilhada entre Brasil e Portugal. Nas 255 páginas desse projeto literário, Ígor Lopes explora como a música, desde o fado e o samba até as influências contemporâneas, tem sido uma força de integração, criando diálogos culturais que transcendem fronteiras geográficas e históricas. A aposta recai em entrevistas a nomes que moldaram o tom das relações no campo artístico e musical, nos dois países. No seio da pesquisa que dá corpo a este novo livro, editado em 2022, há referências à cooperação cultural e musical, um retrato do movimento associativo português no Brasil, a imponência do fado, a integração promovida pelo samba, estudos sobre a vida e obra de nomes como a fadista portuguesa Maria Alcina, o comp ositor Alcino Correia, o cantor Roberto Leal, a exuberância de Carmen Miranda, entre outros casos que marcaram a agenda artística luso-brasileira. A obra inédita debruça-se ainda sobre momentos históricos marcantes, o intercâmbio artístico, além de depoimentos de músicos e especialistas que viveram essa trajetória conjunta, tendo a música como um dos principais fios condutores de uma identidade lusófona única, essencial para entender as relações atuais entre Brasil e Portugal. O prefácio é assinado por Ricardo Cravo Albin, musicólogo brasileiro, considerado um dos maiores pesquisadores da Música Popular Brasileira, autor do Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira e responsável pelo Instituto Cultural Cravo Albin. Há ainda a participação de entidades e autoridades entre os dois países irmãos. Existem referências à cooperação cultural e musical e um retrato do movimento associativo português no Brasil. Em Portugal, este livro-reportagem foi apresentado ao presidente da República de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, na última Festa do Livro de Belém, em Lisboa. Passou também, no último dia 3 de outubro, pela Biblioteca Municipal António Salvado, em Castelo Branco, Portugal, sendo apresentado por Cristina Granada, professora e ex-deputada à Assembleia da República portuguesa, com a participação do Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário, e do presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, Leopoldo Rodrigues. Um apontamento musical foi realizado pelos músicos Rui Marques e Fernando Deghi, de Portugal e do Brasil, respetivamente. “O objetivo destes lançamentos é promover um melhor diálogo entre os cidadãos residentes no Brasil e em Portugal, incentivando o espírito colaborativo entre os dois países. Escrever “Luso-Brasilidade Musical” foi uma jornada de redescoberta das profundas ligações que unem Brasil e Portugal por meio da música", afirmou Ígor Lopes. O livro, entregue em todo o mundo, pode ser solicitado em: info@agenciaincomparaveis.com Ígor Lopes
- 'Conto de Natal' de Dalal Achcar abre temporada natalina na Cidade das Artes
"O Conto de Natal - Um Ballet de Dalal Achcar " abre a temporada natalina no Rio de Janeiro e chega pela primeira vez à Cidade das Artes, de 7 a 17 de novembro Com patrocínio master do Instituto Cultural Vale, espetáculo da maior coreógrafa do Brasil e uma das mais importantes do mundo, já levou mais de 40 mil pessoas aos teatros da cidade e pretende repetir o sucesso em sua estreia na Barra. Papai Noel também é presença confirmada. Link para imagens: https://drive.google.com/drive/folders/1s3zvawfRbPWnkJhtd51SigH8UbtD95Th O tradicional espetáculo de fim de ano, “Conto de Natal – Um Ballet de Dalal Achcar” , vai acontecer, pela primeira vez, na Cidade das Artes Bibi Ferreira , entre os dias 7 e 17 de novembro. Esta é a sexta temporada da montagem, produzida pela Aventura , dos sócios Aniela Jordan e Luiz Calainho, e já foi vista por mais de 40 mil pessoas. Ao todo, são cerca de 70 bailarinos, sendo 20 crianças, além da participação do bom velhinho, isso mesmo, o Papai Noel também está presente na mágica encenação que vai abrir a temporada natalina na cidade maravilhosa. O espetáculo tem o patrocínio master do Instituto Cultural Vale. Com concepção, coreografias e direção geral da consagrada bailarina e coreógrafa Dalal Achcar, a montagem apresenta a história da menina Flora, que junto aos seus amigos, espera pelo Papai Noel na véspera de Natal. Porém, as crianças não aguentam de sono e dormem. Como num passe de mágica, são transportadas para o Polo Norte, numa imensa floresta de pinheiros, coberta de neve. Símbolos natalinos e brinquedos ganham cor e vida. Cristais, flocos e bonecos de neve dançam, celebrando o inverno e a chegada do Natal. O Príncipe das Neves dá as boas-vindas e mostra o caminho para o Reino de Papai Noel. Assim começa a aventura das crianças pelos reinos da neve e da fantasia. Todos juntos vão distribuir alegria nas ruas e lares dos continentes, levando a principal mensagem do espírito de Natal: a esperança. “O Conto de Natal é o programa perfeito para a família, para representar e inspirar o espírito natalino. É o espetáculo que abre a temporada no Rio de eventos de arte e cultura para o fim do ano. Queremos cobrir a Cidade das Artes com esse espírito de união, alegria e paz”, conta Dalal. A trilha sonora passeia por grandes clássicos, desde Johann Strauss, passando por Riccardo Drigo e Jacques Offenbach, até o brasileiro Marcus Viana. As composições apresentam movimentos, cores, luzes e formas, envolvendo a Cidade das Artes no clima natalino. A principal intenção é reforçar, para crianças de todas as idades, a importância de valores preciosos como o afeto, a empatia, a amizade e o respeito, em busca de um mundo sem guerras, mais justo e fraterno, onde a generosidade supera a ganância, a tolerância supera a ira e o sorriso devolve o amor. “Quero oferecer um presente para a cidade, um espetáculo leve e para toda a família. Pretendo trazer a criança que ainda existe em nós à tona, mexer com as emoções e a capacidade de sonhar. É um programa tradicional de fim de ano para crianças, pais e avós”, comenta Dalal, uma das principais referências do ballet clássico nacional e internacional. A Cia de Ballet Dalal Achcar é apresentada pelo Ministério da Cultura e Associação de Ballet do Rio de Janeiro , com patrocínio master do Instituto Cultural Vale , e produção da Aventura , por meio da Lei Federal de Incentivo à cultura , liderada por Aniela Jordan (Presidente e diretora Artística) e por Luiz Calainho (Diretor de marketing e negócios) . Dalal Achcar (Bailarina e coreógrafa) Bailarina, professora e coreógrafa, Dalal nasceu no Rio de Janeiro. Iniciou os estudos de balé com Pierre Klimov e teve grande influência artística de Madame Maria Makarova. Aprimorou os conhecimentos em Paris, Nova York e Londres. Dalal Achcar tornou-se, por suas diversas atividades e pelo trabalho dinâmico, a mais importante educadora de dança do Brasil. Como coreógrafa, sua carreira inclui balés apresentados em vários centros internacionais, como Los Angeles, São Francisco, Nova York, Hamburgo, Stuttgart, Tóquio, Havana e Santiago. À frente da Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro e de seu Corpo de Balé, Dalal estabeleceu a tradição de apresentar produções de alta qualidade técnica e artística, como os Festivais de Inverno, O Quebra Nozes, Coppélia, Giselle, D. Quixote, Floresta Amazônica , entre outros tantos, além de ser responsável pela vinda de importantes companhias de dança do mundo, como o Royal Ballet de Londres e o Ballet da Ópera de Paris, formando um público de centenas de milhares de pessoas que regularmente comparecem aos espetáculos. Dalal criou várias coreografias premiadas, entre as quais O Quebra Nozes (considerado pela crítica internacional uma das melhores montagens desse ballet). Don Quixote, Abelardo e Heloisa e Something Special , apresentada em vários centros culturais internacionais. Apaixonada pela dança e pela questão da educação, Dalal sempre viu o Brasil como um país com imensa capacidade para se tornar um expoente mundial. Cia de Ballet Dalal Achcar A Cia de Ballet Dalal Achcar baseia a trajetória em mais de 50 anos de história ligada à dança de sua fundadora, a diretora e coreógrafa Dalal Achcar, começando em 2001, quando ela criou a Cia Jovem de Ballet do Rio de Janeiro, dando oportunidade aos jovens talentos de ingressar no mercado de trabalho nacional e internacional. A Cia Jovem tornou-se a semente que, muito bem plantada, cresceu e deu frutos, sendo um deles o projeto “A Dança como Poder de Transformação”, onde a Cia de Ballet Dalal Achcar está trabalhando lado a lado com os jovens talentos do projeto social. A Cia BDA é formada por 18 bailarinos profissionais das mais variadas origens, que trazem em sua bagagem o amor pela dança e muitas histórias para compartilhar e dançar. No trabalho da companhia, Dalal une a técnica e a arte com personalidade, emoção e identidade, acreditando que todo o processo na humanidade passa pelo afeto. Afeto em sua forma ampla: infiltrando, despertando e levando as pessoas a se aventurarem nessa grande viagem que é a fruição. O repertório é trabalhado de forma universal, com clássicos e contemporâneos, criados por renomados coreógrafos nacionais e internacionais, sem esquecer do trabalho experimental, que traz o futuro, o novo. Instituto Cultural Vale O Instituto Cultural Vale parte do princípio de que viver a cultura possibilita às pessoas ampliarem a visão de mundo e criarem perspectivas de futuro. Tem um importante papel na transformação social e busca democratizar o acesso, fomentar a arte, a cultura, o conhecimento e a difusão de diversas expressões artísticas do nosso país, ao mesmo tempo em que contribui para o fortalecimento da economia criativa. Nos anos 2020-2022, o Instituto Cultural Vale patrocinou mais de 600 projetos em mais de 24 estados e no Distrito Federal. Dentre eles, uma rede de espaços culturais próprios, patrocinados via Lei Federal de Incentivo à Cultura, com visitação gratuita, identidade e vocação únicas: Memorial Minas Gerais Vale (MG), Museu Vale (ES), Centro Cultural Vale Maranhão (MA) e Casa da Cultura de Canaã dos Carajás (PA). Onde tem Cultura, a Vale está. Visite o site do Instituto Cultural Vale: institutoculturalvale.org Aventura Fundada em 2008, e liderada por Aniela Jordan, diretora artística e produção e geral, e por Luiz Calainho, diretor de marketing e negócios, a Aventura é referência na produção de espetáculos de altíssima qualidade, que tornou o mercado de teatro musical um dos principais segmentos da economia criativa no Brasil. A empresa se estabeleceu como uma grande aliada da multiplicidade artística, fundamental para o desenvolvimento social, econômico e cultural. A sua missão é transformar grandes ideias em realidade, criando fortes conexões entre marcas e projetos. São mais de 40 produções, de espetáculos inéditos e de versões da Broadway, como “Elis, a musical”, “A Noviça Rebelde”, “Sete”, “O Mágico de Oz”, “SamBRA”, “Chacrinha, o musical”, “Romeu & Julieta, ao som de Marisa Monte”, “Merlin e Arthur, um sonho de liberdade” e o infantil “Zaquim”. Em 2022, a produtora inovou com o primeiro musical em formato de série do país, o “Vozes Negras – A Força do Canto Feminino”, e com o musical “Seu Neyla”, apresentado em dois palcos com o uso da internet para criar uma experiência diferenciada no espectador, além de estrear uma parceria com a Disney - Pixar com o espetáculo “Pixar in Concert”. Com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, criou a Cia Stone de Teatro, projeto de teatro itinerante no interior do Brasil e é a responsável pela produção da Cia de Ballet Dalal Achcar. Ao todo, foram mais de 3,8 mil apresentações e cerca de 4,5 milhões de espectadores, números que não param de crescer. Serviço : Conto de Natal - Um Ballet de Dalal Achcar Local: Cidade das Artes - Grande Sala - Av. das Américas, 5300 Barra da Tijuca Dias: de 07 a 17 de novembro Horários: Quintas e sextas-feiras - 20h30 / Sábados - 17h e 20h30 / Domingos - 17h Vendas: https://bileto.sympla.com.br/event/98504/d/279329?_gl=1*umir9e*_gcl_au*MTQ5Mzc1NjcxNC4xNzI5MDAyMDU1*_ga*NjY2ODY1NTMwLjE3MjkwMDIwNTU.*_ga_KXH10SQTZF*MTcyOTAwMjA1NS4xLjEuMTcyOTAwMjUzNC40NS4wLjE4MzU1Mzg3NDE Valor: entre R$18,00 e R$90,00 Classificação: Livre Duração: 1h15 (com intervalo) Informações para a imprensa: MNiemeyer Assessoria de Comunicação - www.mniemeyer.com.br Juliana Rosa: juliana@mniemeyer.com.br / (21) 97209-5898 Andreia Mendonça: andreiamendonca@mniemeyer.com.br / (21) 98099-1251 Rafaela Barbosa: rafaela@mniemeyer.com.br / (21) 99061-5257 Alex Gonçalves Varela
- Do Palco da Dança para o Palco da Vida - Biografia entrelaçada pela Dança, Educação e Psicomotricidade
Do Palco da Dança para o Palco da Vida , de Helena Marinho é um livro autobiográfico repleto de poesias com muitas lembranças e referências pessoais e profissionais. Helena levou a Dança para a vida, e até hoje com muito equilíbrio e disciplina enfrenta desafios com criatividade e novas ideias em seus movimentos livres aliados à consciência corporal, todos tão necessários em sua prática profissional até o momento. Através de reflexões sobre sua formação como bailarina na Academia de Ballet Leda Iuqui e diplomando-se nos exames da Royal Academy of Dance, levou sua bagagem pessoal para suas profissões atuais, a Pedagogia, Fonoaudiologia e Psicomotricidade. Em seu livro, validou na teoria sua experiência prática citando importantes profissionais como os Filósofos Edgar Morin, Michel Maffesoli, o Psicomotricista Bernard Aucouturier, o Educador, Coreógrafo e Terapeuta Corporal Ivaldo Bertazzo, assim como as admiráveis Damas do Ballet, Dalal Achcar e Ana Botafogo. Vem confirmar o quanto é importante valorizar os movimentos corporais de forma livre e espontânea, mas também orientada, na evolução pessoal e formação profissional, principalmente para todos envolvidos nas áreas da Educação e Terapias. Para isso podemos contar com a Dança como veículo transformador na vida das pessoas. O lançamento será dia 11 de novembro, às 19h na Livraria de Travessa - Ipanema/Rio de Janeiro Revista do Villa (divulgação)
- Perfil: Cauê Bonifácio
O ator e diretor Cauê Bonifácio enfrenta seu mais novo desafio na tela do cinema, pois está divulgando seu mais novo trabalho, com filmagens bem adiantadas e que promete surpreender a todos com sua personagem que, segundo ele, é uma das mais desafiadoras que já viveu. Carlos Alberto Bonifácio é o nome completo do talentoso ator e diretor. O nome artístico Caué foi dado pelo falecido jornalista Marcos Uchôa, que trabalhava no Fantástico da Rede Globo, na época em que cursavam o ensino médio. Cauê Bonifácio nasceu em São Paulo e já aos 10 anos de idade teve sua primeira experiência com a arte Interpretando o papel do queridíssimo Ronald Golias, na peça em que contava a trajetória do tradicional programa humorístico A Praça é Nossa. De lá para cá, foram muitas peças amadoras em vários tablados. O tempo passou e com o crescimento o ator decidiu fazer um curso de teatro na escola Celia Helena. Como o dinheiro era pouco para arcar com o curso, teve de sair e seguir outra profissão. Virou bancário, depois supervisor na secretaria da fazenda, trabalhou no UOL, na Telefônica e nas Universidade Cruzeiro do Sul e FMU, atté se formar professor de História e Geografia. Ao lecionar, misturava a arte com o ensino e usava suas aulas para ensinar História do Brasil em forma de teatro. Cauê Montou várias peças teatrais com os alunos; alguns se tornaram atores. Hoje o ator, produtor e diretor Cauê Bonifácio, destaca-se no cenário nacional por suas interpretações apoteóticas. Foi preparador de elenco do filme Vidas Periféricas, de Paulo Camargo, que tinha no elenco Marcos Oliveira, o eterno Beiçola do programa humorístico A Grande Família; Bruna Ximenes, a freirinha má Rita, da novela Carinha de Anjo; Leão Lobo; Bill Nascimento, da novela Brincando com a Vida; entre outros. Em Vidas Periféricas, além de preparar o elenco, também deu vida ao chefe de tráfico João, no filme esse que estreia ainda esse ano. Escreveu vários textos para o teatro e cinema, sendo premiado com alguns deles: As Beatas, O Mistério do Boto, Brincando com a Vida, Uma Vida na Estrada, Uma Princesa Diferente, com a participação de atores conhecidos, como Gui Vieira, Cinthia Cruz, Leão Lobo, Nicko Silva, Buiú da Praça é Nossa, Eli Corrêa, Ana Lívya Padilha, Dill França, Albino Ventura, Marcondys França, Vânia Brachini, Margareth Batista, entre outros. Fez participações em novelas. Ti-Ti-Ti, na Rede Globo; Maria Esperança, Carrossel e Cúmplices de um Resgate, no SBT; Água na Boca, na Band e Rei Davi, na Record são algumas delas. No cinema fez algumas participações em filmes, sendo o mais recente ARUANDA de Edy Santola. Atualmente, Cauê Bonifácio está no elenco do filme SURPRESA de Paulo Camargo onde interpreta a Cafetina Suzete conhecida como Madame X, uma comédia que irá divertir muito a todos que assistirem. E para o ano 2025 já escreveu o longa-metragem LUMENA, vivida pela talentosíssima Anne Almeida e para esse projeto está preparando os atores Edy Santola, Emerson Albuquerque, Léo Neros, Alerson Costa, Darlan Oliveira, os quais deve “viver” o papel dos irmãos Storvac, que irão brigar pela herança deixada pelos pais, personagens que serão vivido por Leão Lobo e Verena Ayres. Para Cauê ser ator e diretor é muitas vezes partilhar conhecimento com quem tem menos acesso a informação e torcer que a arte tenha repercussão, porque o que mais importa não é a realidade, mas sim o que dela venha a estimular a imaginação de quem assiste. João Sousa
- Reunião do Conselho Mundial Casas dos Açores
CMCA reuniu em São Jorge de olhos postos em ações voltadas para os jovens açordescendentes A 26ª Assembleia Geral do Conselho Mundial das Casas dos Açores (CMCA), que decorreu no concelho de Velas, ilha de São Jorge, de 11 a 13 de outubro, sob a presidência da Casa dos Açores do Ontário, ficou marcada pelo anúncio da admissão da Casa dos Açores do Espírito Santo, no Brasil, ao grupo, em virtude do reconhecimento de que “o alargamento da Rede das Casas dos Açores valoriza e dinamiza a diáspora açoriana, tanto quanto projeta e afirma os Açores no mundo”. Outras decisões foram anunciadas, como “pugnar pelo reforço e simplificação do apoio financeiro às Casas dos Açores, demonstrando o retorno acrescido para a Região que resulta desse investimento e acolher os desafios de renovação que os jovens líderes comunitários trouxeram a esta assembleia, com a sua participação especial no âmbito da sua visita aos Açores, sinalizando a vontade comum de ir ao encontro das novas gerações e integrá-las de pleno direito na vivência e preservação da açorianidade, onde todas as gerações têm lugar, voz e identidade”. Este encontro contou com três sessões plenárias na sala de reuniões da Casa Museu Cunha da Silveira. No dia 12, na parte da manhã, em reunião fechada à imprensa, houve deliberações como a alteração do Regulamento do CMCA, e foram discutidos temas como o financiamento das Casas dos Açores e os desafios pelos quais passam essas mesmas entidades. Logo a seguir ao almoço, uma segunda Sessão Plenária reuniu os presidentes das Casas dos Açores espalhadas pelo mundo e mais de uma dezena de jovens líderes comunitários indicados por essas casas, sendo que muitos desses jovens, açordescendentes e integrantes do movimento associativo açoriano nos respetivos países de acolhimento, tiveram a oportunidade de conhecer os Açores e a região pela primeira vez, quando foram discutidas formas de atrair cada vez mais jovens para garantir a continuação desse trabalho. A terceira e última Sessão Plenária teve lugar dia 13 tendo como pano de fundo o essencial da atividade das Casas dos Açores, na presença do secretário Regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades e de deputados à Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, que ouviram dessas entidades os principais desafios, mas também as oportunidades existentes. A Sessão de Encerramento aconteceu no salão nobre dos Paços do Concelho de Velas, com a presença de deputados, além de outras autoridades, como Luís Virgílio de Sousa da Silveira, autarca local, o secretário Regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades, Paulo Estêvão, e José Andrade, diretor Regional das Comunidades. Nessa mesma ocasião, José Boleiro, presidente do Governo dos Açores, acompanhou o anúncio das conclusões do CMCA, viu o momento em que foram distinguidos com a Medalha de Mérito do CMCA Grinoalda Pavão, Cidália Sousa e, a título póstumo, António Tabico Sénior, sob proposta da Casa dos Açores do Ontário, “pelo seu envolvimento na comunidade açoriana de Toronto”. Este líder do governo soube ainda que o “Queijo de São Jorge” foi reconhecido como “produto açoriano de qualidade” pelo grupo. As autoridades presentes testemunharam a transmissão do exercício da presidência anual do Conselho Mundial das Casas dos Açores para a Casa dos Açores da Nova Inglaterra, que acolherá a XXVII Assembleia Geral em 2025. “Foi imensamente importante ter a reunião com os jovens neste CMCA. Andamos há muito tempo a falar sobre as dificuldades que temos para atrair esse público e aqui foi possível ouvir os seus argumentos, o que possibilitou-nos discutir como podemos fazer para atrair a participação desse público”, frisou Suzanne Maria Cunha, presidente da Casa dos Açores do Ontário e presidente do CMCA. Em declarações à nossa reportagem, José Andrade, diretor Regional das Comunidades, destacou a presença de 11 jovens açordescendentes e potenciais líderes comunitários de regiões como Bermudas, Winnipeg, Norte, Nova Inglaterra, Ontário, Quebeque, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Uruguai, que participaram, pela primeira vez, numa assembleia geral do CMCA, começando, assim, “a contribuir para o devido rejuvenescimento do movimento associativo”.Este responsável explicou que o Conselho Mundial das Casas dos Açores foi criado a 13 de novembro de 1997, na ilha do Faial, sendo a “Declaração da Horta” subscrita pelas suas dez casas fundadoras: Lisboa, Rio de Janeiro, Califórnia, Quebeque, Norte, São Paulo, Toronto, Nova Inglaterra, Algarve e Coimbra. “preservar a memória e continuar a história” “Quanto mais crescer a rede mundial das Casas dos Açores, mais forte fica o CMCA e mais valorizados ficam os Açores. (…) Aqui, fazemos uma aposta sem precedentes na futura renovação, com o inevitável rejuvenescimento das Casas dos Açores”, confirmou Andrade, que sublinhou que a realização do CMCA Jovem “pode ser o primeiro passo na caminhada da renovação”. José Andrade não esconde que é preciso atrair cada vez mais jovens para o seio do movimento associativo açoriano no mundo. “Sem desvalorizar os nossos emigrantes ainda nascidos nos Açores, devemos também saber chegar aos seus filhos e aos seus netos porque as novas gerações é que asseguram o futuro das nossas comunidades. Mas só seremos capazes de atrair e envolver os mais novos se soubermos falar a sua própria linguagem. Não podemos ficar à espera que os jovens se adaptem às associações; as associações é que têm que se adaptar aos jovens, se quiserem renovar os seus dirigentes e alargar os seus associados para continuarem a existir por muitos e bons anos. O movimento associativo é uma corrida de estafetas com passagem de testemunho, que será tanto mais forte quanto maior for a sua capacidade de adaptação aos novos tempos e de captação das novas gerações. Não podemos dispensar os mais velhos, mas devemos acrescentar os mais novos. É com uns e com outros que conseguimos preservar a memória e continuar a história”, disse este diretor Regional das Comunidades. Por sua vez, Paulo Estêvão, secretário Regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades, reconheceu que os açorianos emigrados ajudaram a criar uma “grande família dispersa do ponto de vista geográfico”, mantendo a sua identidade cultural. Este responsável anunciou ainda a criação dos Jogos Comunitários, ou Jogos das Comunidades, para 2025, uma iniciativa que irá reunir a diáspora açoriana em torno do desporto, com as etapas finais a serem realizadas, possivelmente, nos Açores. Um formato que pretende criar sinergias entre as diferentes comunidades açordescendentes. Outra medida será a intensificação dos apoios às Casas dos Açores espalhadas pelo mundo, bem como a criação e a atribuição de apoio aos Órgãos da Comunicação Social da Diáspora. “sentimento de pertença” Durante a cerimónia de encerramento da CMCA, o presidente açoriano disse querer que o sentimento de pertença dos mais jovens, em relação à cultura açoriana, seja valorizado. Os jovens participantes no CMCA chegaram a ser recebidos por Bolieiro em audiência, com o intuito de “fortalecer os laços com as novas gerações de açordescendentes”. Participaram no CMCA, Delfina Porto, da Casa dos Açores de Lisboa; João Leonardo Soares, do Rio de Janeiro; Michael Rocha, da Califórnia; Paula Ferreira, do Quebeque; Miguel Azevedo, do Norte de Portugal; António Arruda, de São Paulo; Suzanne Cunha, do Ontário; Francisco Viveiros, da Nova Inglaterra; José Santos, de Winnipeg; Viviane Peixoto Hunter, do Rio Grande do Sul; Alicia Quintana, do Uruguai; Lúcia Botelho, da Bermuda; Paulo Matos, do Maranhão; Carlos Madruga da Costa, da Madeira; e Nino Moreira Seródio, do Espírito Santo, mas também Francisco Coelho Gil, da recente Casa dos Açores da Região Centro, e Cláudia Ramalho, da futura Casa dos Açores da Região Sul. O Conselho Mundial das Casas dos Açores, constituído em 1997, tem como objetivo “promover e desenvolver atividades que contribuam para a afirmação dos Açores e da sua diáspora no mundo e para o desenvolvimento de relações sociais, culturais e económicas entre o arquipélago e as regiões de implantação de cada uma das Casas dos Açores”. É composto, atualmente, pelas Casas dos Açores de Lisboa, Rio de Janeiro, Califórnia, Quebeque, Norte, São Paulo, Nova Inglaterra, Ontário, Winnipeg, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Uruguai, Bermuda, Maranhão e Madeira. Responsáveis pelas Casas dos Açores da Região Centro, recentemente criada, e pela Casa dos Açores da Região Sul, em vias de viabilização, ambas no continente português, assistiram aos trabalhos na qualidade de observadoras. Fotos: Agência Incomparáveis Ígor Lopes
- Encontro Açores-Brasil inspirou relações com a diáspora em três ilhas
As ilhas de São Jorge, Pico e Faial receberam, entre os dias 13 e 15 de outubro, a sétima edição do Encontro Açores-Brasil com a presença de seis das sete Casas dos Açores no maior país da América do Sul. Os presidentes das entidades sediadas no Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Maranhão estiveram presentes para debaterem o estado atual das casas, bem como discutir soluções e oportunidades com a Direção Regional das Comunidades do Governo dos Açores, que organizou o encontro. Apenas a liderança da Casa dos Açores da Bahia esteve ausente. O programa contou com sessões escolares sobre a presença açoriana no Brasil, no auditório da Escola Secundária da Madalena, na ilha do Pico, e no auditório da Escola Secundária da Horta, na ilha do Faial. Em ambos os eventos os alunos foram informados sobre o legado deixado pelos emigrantes açorianos que chegaram ao Brasil há mais de 400 anos. Nestas duas oportunidades, os seis presidentes participaram também em encontros públicos, na Biblioteca Municipal da Madalena, no Pico, e na Biblioteca Pública e Arquivo Regional João José da Graça, no Faial, onde foi apresentado o livro “Somos Açores”, que reúne entrevistas aos líderes associativos açorianos no Brasil. Proximidade renovada Nino Moreira Seródio, presidente da Casa dos Açores do Espírito Santo, referiu que este encontro “enriqueceu o trabalho das Casas no Brasil”, sobretudo pela participação junto dos jovens nas escolas. Opinião que é corroborada por Viviane Peixoto Hunter, responsável pela Casa dos Açores do Rio Grande do Sul, que acredita que “ter contacto com as escolas nos Açores foi um intercâmbio rico, uma oportunidade que permitiu mostrar a realidade dos estados brasileiros que receberam os emigrantes açorianos”. “Muitos não têm a dimensão do legado deixado pelos emigrantes do arquipélago no Brasil”, referiu. Por sua vez, Paulo Matos, presidente honorário da Casa dos Açores do Maranhão, defendeu que esta iniciativa “possibilitou o intercâmbio cultural e trocas entre os Açores e a sua diáspora no Brasil”, além de provocar a “possibilidade de estarmos mais vezes juntos a estreitar essas relações”. António Arruda, diretor cultural da Casa dos Açores de São Paulo, recordou que o facto de as Casas dos Açores estarem distantes umas das outras no Brasil, em virtude do tamanho continental [ÍL1] do país, fez também com que este encontro permitisse “uma maior interação entre esses líderes”, possibilitando “debater temas e propostas comuns”. Já Sérgio Luiz Ferreira, presidente da Casa dos Açores de Santa Catarina, destacou a “nova dimensão” dada ao encontro com as explicações levadas às escolas açorianas, mostrando que “os Açores estão vivos além das fronteiras do arquipélago”. Por fim, Leonardo Soares, presidente da Casa dos Açores do Rio de Janeiro, a primeira casa açoriana a surgir no Brasil, tendo como um dos fundadores Vitorino Nemésio, avaliou positivamente o encontro. "Foi ótimo termos a possibilidade de trocar experiências, chegar às escolas e falar sobre a emigração açoriana para o Rio de Janeiro”, disse Leonardo. “emigração caracterizou a vida dos açorianos” Paulo Estêvão, secretário Regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades, que acompanhou parte do encontro, recordou que “a emigração caracterizou a vida dos açorianos”, razão pela qual esta iniciativa foi “importante e permitiu mostrar o legado cultural que o nosso povo deixou no Brasil”. Por fim, José Andrade, diretor Regional das Comunidades, frisou que os encontros servem também para "reconhecer e valorizar a especial relação histórica entre os Açores e o Brasil”. “Não nos podemos esquecer de que o Brasil foi o primeiro grande destino da emigração açoriana. E que, hoje, o Brasil compõe a maior comunidade imigrada nos Açores. Fomos para o Brasil há 400 anos”, finalizou José Andrade. Recorde-se que o primeiro Encontro Açores-Brasil teve lugar em outubro de 2021, na cidade de Ponta Delgada, na ilha da São Miguel, e as cinco edições seguintes realizaram-se em Angra do Heroísmo (março de 2022), no Rio de Janeiro (julho de 2022), em Florianópolis (dezembro de 2023), em Ponta Delgada (maio de 2024) e no Rio de Janeiro (setembro de 2024), associadas à realização de outros eventos. Segundo fontes, “com a realização desses encontros, o Governo dos Açores visa reforçar e valorizar os laços sociais, culturais e económicos entre a Região Autónoma e as comunidades açordescendentes no Brasil”. Fotos: Agência Incomparáveis Ígor Lopes










