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Revista do Villa

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Revista luso-brasileira de conteúdo sobre cultura, gastronomia, moda, turismo,

entretenimento, eventos sociais, bem-estar, life style e muito mais...

Resultados encontrados para busca vazia

  • O grito silenciador de Gerson, um em espelho da falência na saúde mental

    O trágico desfecho da vida de Gerson de Melo Machado, o "Vaqueirinho" de 19 anos, no Parque Zoobotânico Arruda Câmara (Bica) em João Pessoa, após invadir a jaula da leoa Leona, é um soco no estômago da sociedade. Não é apenas uma fatalidade; é um sintoma doloroso e visível da invisibilidade a que são relegados tantos jovens com transtornos mentais, marcados pela vulnerabilidade social e pela falta de uma rede de apoio efetiva. As imagens do rapaz, pouco antes do ocorrido, o seu histórico de 16 passagens pela polícia (dez como menor), os transtornos mentais diagnosticados (esquizofrenia), e o desabafo de quem o acompanhou sobre uma "tragédia anunciada" ecoam como um lamento coletivo. O aperto no peito, a pergunta "Por que eu não fiz nada?", e a vontade de simplesmente abraçar e dizer: "Vamos para casa, menino, nós vamos cuidar de você", são a manifestação crua de um sentimento de impotência que nos invade. ​ O Fio da Meada Que se Rompeu ​Gerson era, segundo os relatos, um jovem que a Justiça havia determinado a internação, que havia frequentado o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) por vezes, mas que "deixava de frequentar" e retornava à rua. É um ciclo cruel que revela as fissuras profundas do nosso sistema: ​ A Falta de Cuidado Integral:  Não basta o diagnóstico; é preciso um cuidado contínuo, monitorado e, principalmente, ancorado em uma forte rede de suporte social. A vulnerabilidade familiar e a exclusão social agravaram um quadro que, com a assistência adequada e ininterrupta, poderia ter sido gerenciado de outra forma. ​ O Desafio dos CAPS:  Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são a espinha dorsal da Reforma Psiquiátrica e da Lei Antimanicomial (Lei nº 10.216/2001). Eles representam o modelo de cuidado em liberdade, buscando a reintegração social. No entanto, o caso de Gerson nos força a questionar: ​ Quantos CAPS estão sobrecarregados? ​A atenção oferecida é realmente suficiente e acessível a quem mais precisa, como moradores de rua ou pessoas com vulnerabilidade extrema? A busca ativa e o acompanhamento de quem "evade" estão funcionando como deveriam? A Urgência da Lei Antimanicomial e a Realidade dos CAPS ​A Lei nº 10.216/2001 (Lei da Reforma Psiquiátrica) tem como pilar a proteção dos direitos das pessoas com transtornos mentais e o fim progressivo dos manicômios, substituindo-os por uma Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) centrada nos CAPS, Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT), e na Atenção Básica. ​A luta antimanicomial não é apenas contra os hospitais psiquiátricos, mas a favor de um cuidado humanizado, em rede e no território. Entretanto, mais de duas décadas após a lei, enfrentamos um cenário de subfinanciamento, descontinuidade de políticas públicas e, por vezes, de retrocessos. O caso de Gerson nos mostra que a existência formal dos serviços não garante, por si só, a eficácia do cuidado, especialmente para aqueles que não possuem laços familiares ou rede de apoio para garantir a adesão ao tratamento. ​ A Repulsa Social e a Falha Coletiva ​O que choca ainda mais são os depoimentos horrendos nas redes sociais, comemorando a morte do jovem. Essa repulsa e a crueldade digital não são apenas falta de empatia, mas o reflexo de um problema maior: a estigmatização e a desumanização da pessoa com transtorno mental e daquele em situação de rua ou com histórico criminal. É fácil julgar e procurar culpados. É cômodo lamentar com discursos bonitos. Mas, a verdade é que Gerson não era apenas um "invasor", mas um jovem doente que não conseguiu ser acolhido e cuidado pelo Estado e pela sociedade em sua totalidade. O Que Fazer Pelos "Vaqueirinhos" de Hoje? ​Não podemos abraçar Gerson agora, mas podemos agir por tantos outros "Vaqueirinhos" que estão pedindo socorro em silêncio ou em crise. O único caminho para honrar sua memória é ir além da comoção passageira: ​ Fortalecer a RAPS:  Exigir mais investimentos e a qualificação dos CAPS, com equipes multidisciplinares completas e capacidade de busca ativa e acompanhamento intensivo para os casos de maior vulnerabilidade. ​ Combater o Estigma:  Promover a educação e a conscientização sobre saúde mental, combatendo o estigma que marginaliza e impede a busca por ajuda. ​ Responsabilidade Compartilhada:  Cobrar políticas públicas Inter setoriais que envolvam Saúde, Assistência Social, Justiça e Habitação, para que pessoas com transtornos mentais e em situação de rua tenham moradia e segurança social. O olhar de Gerson saindo da viatura é o olhar de todos os invisíveis. Ele não precisa de lamentações políticas, mas de uma sociedade que finalmente cumpra sua promessa de cuidado e dignidade. A dor sentida ao escrever sobre isso é a prova de que ainda há humanidade, e é essa dor que deve nos mover da paralisia para a ação urgente. ​   Gilson Romanelli Jornalista

  • Kabarett ao Revés

    De volta ao Theatro Municipal, o espetáculo celebra seu retorno após forte aclamação do público e da crítica O Theatro Municipal do Rio de Janeiro volta a receber um de seus espetáculos mais disruptivos do ano. Com um elenco formado por artistas 60+ dos corpos estáveis da Fundação Theatro Municipal, a obra desafia paradigmas e evidencia que a criação artística não conhece fronteiras etárias. Em cena, a maturidade revela nuances de força, lirismo e expressão que só décadas de experiência permitem alcançar.   Com direção, roteiro e coreografia de Roberto Lima, que também integra o elenco, Kabarett ao Revés reúne dança, música e teatro em uma criação arrebatadora que questiona percepções convencionais sobre tempo, maturidade e presença cênica.   Após sua estreia em 19 de julho no Salão Assyrio do TMRJ — ocasião em que foi agraciado com o Troféu Regina Ribeiro e recebeu uma Moção de Louvor e Aplausos da Câmara Municipal do Rio de Janeiro — o espetáculo participou do XXXI Encontro Fluminense de Dança, no Teatro Popular Oscar Niemeyer, e retornou ao Municipal em setembro para mais uma apresentação. Agora, volta à programação do Música no Assyrio, neste domingo, 7 de dezembro, às 11h, reafirmando sua força e sua repercussão junto ao público.   Kabarett ao Revés nasceu do desejo da bailarina solista Irene Orazem, com mais de 70 anos de trajetória ativa, de celebrar seu percurso no Theatro Municipal. O encontro com Roberto Lima transformou essa intenção inicial em algo maior: um manifesto sobre o tempo, a potência da arte e a singularidade de cada corpo que se coloca em cena.   Mais do que um “ divertissement” , Kabarett ao Revés é uma celebração da longevidade criativa. Com humor, lirismo e uma estética pulsante, a obra revisita e atualiza o conceito de Teatro Musicado, provocando o espectador a repensar seus próprios imaginários sobre corpo, arte e permanência.   Entrelaçando linguagens de forma elegante e inventiva, o espetáculo constrói uma atmosfera vibrante, emotiva e libertadora. É festa, é rito, é afirmação — um convite para reconhecer, sem reservas, a potência dos corpos que fizeram e continuam fazendo a história das artes cênicas brasileiras.     Ficha Técnica   Concepção / Roteiro e Direção: Roberto Lima Produção: Miriam Santos Figurino: Irene Orazem, Miriam Santos, Isabel Torres Visagismo: Divina Lujan Iluminação: Roberto Lima Coreografia: Roberto Lima Operador de som: Giuliano Pianista: Bruno Lorenzo Acordeonista: Fernando Guilhon     Elenco: Arthur Morsch Georgia Spilman Isabel Torres Manoel Francisco Márcia Antunes Miriam Santos Nina Farah Orlando Leal Regina Ribeiro Roberto Lima Sabrina German Teresa Cristina Ubirajara Wesley Mae   Serviço Kabarett ao Revés Data: 7 de dezembro (domingo) Horário: 11h Local: Assyrio – Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Centro Entrada: pelo Boulevard da Av. Treze de Maio Preços populares: R$ 40,00 (inteira) | R$ 20,00 (meia-entrada) Classificação: Livre   Ingressos: https://feverup.com/m/518779 Nando Andrade

  • Cristina Flores estreia o solo “Chaves do Armário”, uma comédia musical LGBT+ costurada pelas músicas de Zélia Duncan e Lulu Santos, em 04 de dezembro, no CCBB Rio de Janeiro

    Produção da Queerioca mistura teatro, cinema, karaokê e música pop para narrar uma jornada de libertação com participaçoes de Angeliq Farnocchia, Álamo Facó, Rodrigo Nogueira e Felipe Maia Quais músicas atravessam nosso inconsciente? Quais são as letras que nos fazem refletir sobre nós mesmos e sonhar com um futuro que parece impossível? Quais são as canções que aos primeiros acordes nos fazem emular performances, ainda que no sigilo do chuveiro? Essas perguntas inspiraram Chaves do Armário, espetáculo solo contemporâneo e multimídia estrelado, idealizado e escrito por Cristina Flores, que estreia dia 04 de dezembro de 2025, no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB RJ). A obra parte da força afetiva e emocional das canções de Zélia Duncan e Lulu Santos para revirar memórias, desmontar tabus e narrar um processo comum a muitos: o de libertação e afirmação pessoal, inspirado pela música. Dirigida por Cristina e por Nara. Parolini, a montagem conta com as participações ao vivo da musicista e atriz Angeliq Farnocchia, que assina a direção musical, e do ator Felipe Maia. Misturando teatro, cinema, stand-up, musical e karaokê, a comédia romântica convida o público para dentro do bar onde a protagonista passa a vida ensaiando sua maneira de existir, no karaokê. É nesse espaço de shows e microfones abertos que a personagem, fã de Zélia, encontra o caminho para destrancar, um a um, os cadeados da heteronormatividade compulsória que sustentavam a sua homofobia internalizada. E a plateia também canta: o espetáculo é participativo e inclui números musicais compartilhados ao longo da dramaturgia. Além da personagem central vivida por Flores, acompanhamos o ex-namorado, um fã de Lulu Santos, interpretado em projeções cinematográficas pelo ator Álamo Facó, com participação de Rodrigo Nogueira. A narrativa espelha, em paralelo, as trajetórias de Zélia e Lulu: dois ícones da música pop nacional que, em momentos distintos de suas carreiras, assumiram publicamente que fazem parte da comunidade LGBTQIAPN+, impactando gerações de fãs, parte positivamente, outros “no susto”. “Chaves do Armário é menos uma peça sobre ‘quando’ alguém sai do armário, e mais sobre como isso se faz: com risco, com humor, com fantasia, com arte e…cantando!”, afirma Flores, artista múltipla, vencedora do Prêmio Questão de Crítica, indicada ao Shell e ao Coca-Cola de Teatro, e que acumula uma trajetória de criação, pesquisa e política cultural. A produção do espetáculo é da Queerioca, primeiro Centro de Artes e Cultura LGBTQIAPN+ do Rio, fundado por Cristina ao lado da também atriz, diretora e dramaturga, Laura Castro, que assina a direção de produção. SOBRE O CCBB RJ Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro marca o início do investimento do Banco do Brasil em cultura. Instalado em um edifício histórico, projetado pelo arquiteto do Império, Francisco Joaquim Bethencourt da Silva, é um marco da revitalização do centro histórico da cidade do Rio de Janeiro. São 36 anos ampliando a conexão dos brasileiros com a cultura com uma programação relevante, diversa e regular nas áreas de artes visuais, artes cênicas, cinema, música e ideias. Quando a cultura gera conexão ela inspira, sensibiliza, gera repertório, promove o pensamento crítico e tem o poder de impactar vidas. A cultura transforma o Brasil e os brasileiros e o CCBB promove o acesso às produções culturais nacionais e internacionais de maneira simples, inclusiva, com identificação e representatividade que celebram a pluralidade das manifestações culturais e a inovação que a sociedade manifesta. Acessível, contemporâneo, acolhedor, surpreendente: pra tudo que você imaginar. Ficha técnica: Direção: Cristina Flores e Nara Parolini Dramaturgia: Cristina Flores Elenco: Cristina Flores (Denise) | Angeliq Farnocchia (Angel) | Álamo Facó (Ulisses – projeção) | Rodrigo Nogueira (Primo – projeção) Direção de produção: Laura Castro Direção musical: Angeliq Farnocchia Direção de arte / cenário: Daniel Toledo (obra “PORNORAMA”, do OPAVIVARÁ) Iluminação: Tomás Ribas Figurino: Angela Camara Projeção audiovisual: Laura Castro Montagem da projeção audiovisual: Tatiana Gouveia Direção de fotografia audiovisual: Patu Vídeo-arte: Flor Brazil Produção: Queerioca & CCBB Assessoria de imprensa: Rafael Millon e Felipe Maciel Classificação: 12 anos * Toda equipe artística e técnica é composta por profissionais LGBTQIAPN+. Serviço : Teatro - Peça “Chaves do Armário”, de Cristina Flores Teatro II - CCBB Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro De 04 a 21 de dezembro de 2025 Quinta-feira à sábado às 19h, e domingo às 18h Preço: R$30 (inteira) / R$15 (meia-entrada) Duração: 70 min Classificação: 12 anos Lotação : 155 lugares Centro Cultural Banco do Brasil Rua Primeiro de Março, 66 - Centro – Rio de Janeiro - RJ Tel. (21) 3808-2020 | ccbbrio@bb.com.br Informações sobre programação, acessibilidade, estacionamento e outros serviços: bb.com.br/cultura Confira a programação completa também nas redes sociais: x.com/ccbb_rj | facebook.com/ccbb.rj | instagram.com/ccbbrj | tiktok.com/ccbbcultura Funcionamento: De quarta a segunda, das 9h às 20h (fecha às terças). ATENÇÃO: Domingos, das 8h às 9h - horário de atendimento exclusivo para visitação de pessoas com deficiências intelectuais e/ou mentais e seus acompanhantes, conforme determinação legal (Lei Municipal nº 6.278/2017) Assessoria de Imprensa CCBB RJ: Flávia Pinheiro | (21) 3808-0150 (21) 99972-6933 | maria.flavia@bb.com.br Assessoria de imprensa Queerioca: Rafael Millon: rafaelmillon.cultura@gmail.com I 21 98558-9849 Felipe Maciel: fmaciel.comunicacao@gmail.com I 21 98158-4599 Alex Varela

  • Entrevista: Homero Lourenço Gomes

    Apresentação Meu nome é Homero Lourenço Gomes. Sou Pedagogo, Mestre em Educação e vou iniciar o doutorado agora em 2026. Atuo como gestor administrativo e pedagógico no CMEI Anjinho Dourado, na Prefeitura de Itabirito. Tenho experiência consolidada na área de Gestão e Avaliação da Educação, sobretudo na Coordenação de Educação Infantil. Também sou Professor Formador do Programa LEEI – Leitura e Escrita na Educação Infantil, vinculado à Universidade Federal de Ouro Preto, instituição onde realizei a minha graduação e o meu mestrado. Meu trabalho no LEEI envolve a formação continuada de professores e o fortalecimento de práticas pedagógicas que valorizam a oralidade, a leitura e a escrita desde os primeiros anos, sempre com foco no acesso à cultura do escrito de maneira integrada, lúdica e significativa. O que motivou você, como diretor de uma escola, a escrever um livro? A motivação nasceu do desejo de registrar e valorizar as memórias afetivas das crianças e suas famílias, aproximando ainda mais a comunidade escolar. Como gestor, sempre acreditei que a escola deve ser um espaço de criação de vínculos, de valorização das histórias individuais e de fortalecimento da identidade das crianças. Nada disso teria sido possível sem a parceria integral da equipe de funcionários do CMEI Anjinho Dourado, que abraçou a ideia com entusiasmo desde o início. A força da equipe fez com que o projeto ganhasse sentido e profundidade para transformar uma proposta pedagógica em uma produção da comunidade. Qual é o tema central da obra e que mensagem você deseja transmitir com ela? O tema central de “Sabores da Nossa Infância: memórias que entrelaçam família e escola” é a memória como elemento formador das identidades das crianças. Embora apresentado como um livro de receitas, trata-se de um livro de histórias reais com receitas afetivas que carregam cheiros, sabores e lembranças familiares. Cada receita está acompanhada de uma história passada de uma geração para outra. A principal mensagem é a de que educar também é construir memórias. Quando a família, a escola e a comunidade caminham juntas, o aprendizado ganha sentido, afeto e profundidade. Como sua vivência no ambiente educacional influenciou o conteúdo do livro? Toda a minha trajetória na Educação Infantil e na formação docente influenciou diretamente o projeto. Minha experiência no LEEI reforça a importância de integrar oralidade, leitura e escrita ao cotidiano das crianças de modo significativo. Minha vivência como gestor mostrou o poder de ações coletivas: professores, auxiliares, equipe administrativa, serviços gerais e todos os profissionais do CMEI se envolveram no processo, garantindo que cada família fosse acolhida e cada memória respeitada. Essa união tornou o livro mais autêntico e representativo. A cerimônia de lançamento contou com sessão de fotos, apresentações das turmas, figurino personalizado, exposição de trabalhos, buffet e muita emoção compartilhada. Quais desafios enfrentou durante o processo de escrita e publicação? Os principais desafios envolveram conciliar o trabalho pedagógico com a organização editorial para garantir que cada história fosse respeitada e que todas as famílias se sentissem representadas. A busca por 100% de participação exigiu diálogo constante e muita articulação entre a equipe. Conduzir a diagramação, registro com ISBN e trâmites editoriais foi uma grande responsabilidade, especialmente porque eu desejava que cada criança recebesse um exemplar gratuito com qualidade profissional. A dedicação coletiva da equipe foi decisiva para superar cada etapa. Quais são seus próximos passos como autor e educador? Podemos esperar novos projetos? Com certeza virão novos projetos. No campo acadêmico, inicio meu doutorado aprofundando estudos sobre Educação, formação docente e práticas inovadoras. Também tenho planos de desenvolver novos materiais, pesquisas e publicações que valorizem a cultura e a potência local de Itabirito. Já estamos com novas parcerias e o objetivo é seguir ajudando a transformar histórias em projetos que marcam para sempre. Assim como este projeto, já estamos empenhados na construção do projeto do próximo ano, novamente envolvendo toda a equipe e as famílias, porque acreditamos que a escola se fortalece quando a comunidade educativa trabalha em conjunto. Embora o próximo projeto já esteja com parcerias fechadas e no papel, ainda o manteremos em sigilo. Posso adiantar apenas que será possível acompanhar seu desenvolvimento ao longo de 2026, quando novas etapas e novidades serão compartilhadas com a comunidade. Entrevista realizada por Delcio Marinho & ChatGPT Delcio Marinho

  • Especialista português em RH premiado no Dubai

    Foto: divulgação O CEO da KEEPTALENT Portugal e especialista em Recursos Humanos no ambiente lusófono, Pedro Ramos, recebeu o prémio “People Transformation CEO” na oitava edição do “The Burj CEO Awards”. A cerimónia de premiação, promovida pela CEO Clubs Network e realizada na noite de segunda-feira, 24 de novembro, no Habtoor Palace, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, reconheceu o trabalho dos CEOs do ano em diversas categorias.   O evento reuniu cerca de mil delegados e líderes globais sob o tema “Leading the Future: Innovation in Action” (Liderando o Futuro: Inovação em Ação). A edição deste ano teve como foco ecossistemas inteligentes e transformação digital em diversos setores, da inteligência artificial à sustentabilidade, passando por arte, economia e negócios, sempre com ênfase no protagonismo das pessoas.   Ao receber o prémio, considerado por muitos o "Oscar" do mundo dos negócios, Pedro Ramos disse que o reconhecimento consolida a sua liderança em projetos globais de transformação e adaptação de empresas.   “A verdadeira mudança só acontece com as pessoas, nunca contra elas nem à margem delas", afirmou o especialista, que adota essa afirmação como diretriz profissional.   “Ao longo dos últimos anos, da Europa para o mundo, temos trabalhado lado a lado com equipas em diferentes culturas para alinhar estratégia, negócio e talento, potenciando organizações mais humanas, mais ágeis e mais preparadas para o futuro”, complementou Ramos.   O empresário português acrescentou que, “a partir da Europa, é possível influenciar positivamente a forma como o mundo pensa a gestão de pessoas, a liderança e a transformação organizacional”. Ígor Lopes

  • Futebol feminino, saúde e bem-estar - VII Encontro de Inovação e Empreendedorismo em Turismo

    O Núcleo de Pesquisa em Turismo (NPTU) da UNIGRANRIO Afya realiza, no dia 9 de dezembro de 2025 , o VII Encontro de Inovação e Empreendedorismo em Turismo: esporte, saúde e bem-estar – uma iniciativa que promete reunir alguns dos principais nomes do setor para discutir tendências, desafios e oportunidades em um momento decisivo para o turismo brasileiro. Idealizado pela professora Paola Lohmann , em parceria com a pesquisadora Kaarina Virkki e com apoio do CNPq , o encontro tem como missão aproximar academia, mercado, poder público e sociedade civil para impulsionar práticas inovadoras capazes de transformar destinos turísticos. Segundo Paola, a proposta reforça a importância de articular diferentes agentes para impulsionar a inovação no turismo. “A Copa de Futebol Feminino de 2027 é um exemplo claro disso: trata-se de um megaevento com enorme potencial de impacto, e precisamos estar preparados para aproveitá-lo de maneira estratégica, sustentável e integrada” , destaca. O evento acontecerá das 9h às 17h , no auditório da Universidade Unigranrio Afya , na Barra da Tijuca (Av. Ayrton Senna, 2200), no Rio de Janeiro, e reunirá pesquisadores, empresários, gestores públicos e representantes da sociedade civil. A programação será organizada em eixos temáticos que abordam assuntos centrais para o futuro do setor, como: Experiências do futebol feminino; Saúde e Bem-estar, Economia Criativa e Hospitalidade, Inovação e Sustentabilidade, Saúde, Esporte e Turismo. Entre os destaques, o encontro traz debates diretamente conectados à Copa do Mundo Feminina de 2027 , que chega em menos de dois anos com grande potencial de gerar trabalho, renda, inclusão, equidade e novas oportunidades para o turismo nacional. Pesquisas da UNIGRANRIO já apontam que repensar o turismo para além do visitante – considerando também quem vive na cidade – é fundamental para a construção de destinos mais inteligentes, humanos e inovadores. Criar pontes entre academia, setor privado, governo e sociedade civil é, portanto, uma etapa decisiva para promover soluções conjuntas e fortalecer redes de cooperação. Com foco em troca de experiências, construção de parcerias e estímulo a uma mentalidade inovadora no curto, médio e longo prazo, o encontro se apresenta como um espaço essencial para quem busca compreender e participar dos movimentos que estão redesenhando o turismo no Brasil e no mundo. A entrada é gratuita, e os ingressos podem ser retirados pela plataforma Sympla, no link: https://www.sympla.com.br/evento/vii-encontro-de-inovacao-e-empreendedorismo-em-turismo/3197610   Alessandra Dayrell

  • Reino Unido: “Aquilo que eu apelo é que haja união”, disse José Manuel Fernandes durante Congresso das Associações Portuguesas

    Foto: Agência Incomparáveis A primeira edição do Congresso das Associações Portuguesas no Reino Unido realizou-se no passado dia 22 de novembro, em Leicester, nas instalações do tradicional Café Portugal, numa iniciativa organizada pelo jornal “As Notícias UK” que registou lotação esgotada. O encontro contou com o patrocínio da Direção-Geral dos Assuntos Consulares e Comunidades Portuguesas (DGACCP), da Imocomunidades, do Banco Santander, do Café Portugal, entre outras entidades, reunindo dirigentes associativos, representantes institucionais e elementos da comunidade portuguesa residente no país. O ministro da Agricultura e Pescas de Portugal, José Manuel Fernandes, destacou a vitalidade das comunidades portuguesas no exterior. “São dinâmicas, são comunidades onde a palavra integração nem faz sentido porque estão completamente integradas”, afirmou o governante em entrevista à nossa reportagem, acrescentando que estas comunidades constituem “uma mais-valia não só para Portugal como para os países onde estão” e sublinhou que não esquecem “as suas raízes, o seu país”. Sobre o resultado esperado de encontros como este congresso, José Manuel Fernandes defendeu o reforço do movimento associativo. “Que o associativismo se fortaleça, que cada associação seja um embaixador maior de Portugal, porque cada português já o é”, afirmou. Para este ministro, estas estruturas devem ser espaços de “partilha, solidariedade e inclusão”, com atenção às gerações mais velhas que enfrentam situações de solidão no estrangeiro. Realçou que as associações têm igualmente um papel relevante na promoção da língua portuguesa, num momento em que o Estado está a rever a carreira dos professores no exterior. “capacitação administrativa” “Aquilo que eu apelo é que haja união, pois capacidade nós temos. Precisamos de união para que a solidariedade, o crescimento, a cultura estejam bem presentes, e que a juventude também tenha o seu espaço. As associações também podem ajudar a um objetivo que é importantíssimo, que é da língua portuguesa. As associações também têm um papel importante nesse domínio e a língua portuguesa é uma mais-valia à escala global”, frisou. Por sua vez, o presidente do Conselho Regional da Europa do Conselho das Comunidades Portuguesas, Vítor Gabriel Oliveira, reforçou a importância da presença institucional no encontro. “É um gosto podermos apoiar os nossos colegas conselheiros que representam os eleitores do Reino Unido”, disse o dirigente, que sublinhou que as associações necessitam de maior capacitação administrativa e financeira. “criar uma voz conjunta” “A melhoria da qualidade administrativa, a capacitação e a profissionalização são fundamentais”, declarou, defendendo igualmente que a credenciação das associações junto da DGACCP permitirá ao Estado português “ter uma radiografia melhor das comunidades e do seu movimento associativo” e garantir apoios adequados. Carla Barreto, mayor na cidade de Thetford e primeira mulher portuguesa a exercer este cargo no Reino Unido, avaliou o congresso como um marco. “Fazer o primeiro não é fácil. Alguém tem de desbravar caminho”, disse. Para a responsável, o encontro demonstrou que “há claramente uma necessidade e uma vontade de trabalhar em colaboração”. Esta responsável considera que o congresso cumpriu o propósito de aproximar entidades que trabalham diariamente com cidadãos portugueses. “O objetivo é que possam aceder à mesma informação, partilhar recursos e criar uma voz conjunta para terem mais poder e acesso a apoios”, afirmou. “comunidade com diferentes perfis e origens” Na opinião de Ana e Brito Maneira, cônsul-geral de Portugal em Londres, a iniciativa teve um impacto positivo. “Foi um sucesso este evento”, afirmou a diplomata, que acredita que a reunião de mais de 20 associações portuguesas no mesmo espaço representou “um passo relevante para o fortalecimento do movimento associativo no Reino Unido”. Ana e Brito Maneira destacou ainda a necessidade de credenciação das associações junto das autoridades portuguesas e britânicas, processo que considerou essencial para o acesso a apoios que “existem, estão disponíveis e não estão a ser usados como poderiam”. Presidente e fundador da Comunidade Portuguesa de Leicester (CPL), Paulo Jorge Conde, responsável também pelo Café Portugal, recordou o percurso recente da entidade, formalizada este ano após anos de trabalho voluntário. “É um grande orgulho receber esta comitiva toda”, afirmou sobre o congresso, recordando que a comunidade que lidera tem procurado integrar diferentes perfis e origens. “Vemos todos como portugueses, sem distinções”, afirmou o dirigente, que sublinha que esta diversidade “mostra que o mundo seria melhor se todos estivéssemos mais unidos”. Por fim, João Noronha, diretor-executivo editorial do jornal “As Notícias UK”, explicou que o congresso resultou de um projeto apresentado à DGACCP. “Recebemos um apoio, reduzido por ser a primeira edição”, afirmou. Disse ainda que, segundo o conselheiro António Cunha, presente no evento, “foi a primeira vez desde 2003 que viu 22 associações juntarem-se para um congresso”. Para Noronha, o objetivo central passa por dar “as condições necessárias para que as associações se legalizem e tenham acesso aos fundos portugueses e britânicos”. “Após 19 anos à frente do jornal, na área editorial, começamos a ver o que é que há dentro da nossa comunidade, assim como acabamos por ver aquilo que não corre bem, aquilo que tem de ser modificado, aquilo que tem de ser melhorado. E uma das coisas seriam as associações, que muitas vezes vivem com graves problemas financeiros, nunca têm a capacidade de levar para frente todos os seus projetos, porque estão sempre restringidas à capacidade financeira que têm. Então a ideia era: se elas conseguissem legalizar-se de acordo com a legislação britânica, automaticamente seriam aceites, não só pelos financiadores a fundo perdido britânicos, mas também a fundos que vêm do Estado português. Então, começámos a olhar para isso”, atestou Noronha. O primeiro Congresso das Associações Portuguesas no Reino Unido, que recebeu ainda André Porteiro Ferreira, chanceler do Consulado-Geral de Portugal em Manchester, o deputado britânico Shockat Adam, bem como dezenas de associações portuguesas, encerrou com a promessa de continuidade e com o reconhecimento generalizado de que o associativismo luso no país poderá entrar agora numa fase de maior organização, articulação institucional e projeção pública. “Encerrado o Congresso, iniciamos agora os trabalhos que darão seguimento aos objetivos, comentários e recomendações apresentados durante e após o evento, com o compromisso de transformar as reflexões partilhadas em ações concretas que beneficiem toda a comunidade portuguesa no Reino Unido”, finalizaram os responsáveis pelo congresso. Ígor Lopes

  • Baseado no romance homônimo indicadoao Prêmio Jabuti, espetáculo “O céu no meio da cara” estreia em 6 de dezembro no Teatro Glaucio Gill

    Com direção de Caio Riscado, peça traz no elenco as atrizes Carmen Frenzel e Júlia Portes, também autora do livro Com seu livro de estreia, “O céu no meio da cara” (NAU Editora – 2022), a atriz e escritora Júlia Portes foi uma das cinco finalistas do Prêmio Jabuti 2023 (categoria Escritor Estreante). A obra narra a história de três mulheres – avó, mãe e neta – em meio a revelações diante da morte da filha-mãe. Baseado no romance, o espetáculo “O céu no meio da cara” estreia em 6 de dezembro, no Teatro Gláucio Gill, com direção de Caio Riscado. Para transpor a peça para o teatro, Júlia assinou a dramaturgia ao lado de Denise Portes e Dora de Assis, respectivamente mãe e amiga. A peça fica em cartaz de sábado a segunda, às 20h, até o dia 29 do mesmo mês.   Em cena, as atrizes Carmen Frenzel (Carmelita) e Júlia Portes (Laura) são avó e neta. As duas estão no velório da sua respectiva filha/mãe Marília, que morreu prematuramente aos 53 anos. Com humor ácido, oscilando entre momentos divertidos e tristes, a narrativa dramática vai descortinando detalhes e segredos das histórias dessas mulheres, unidas pela maternidade.   Laura é necromaquiadora (prepara os corpos dos defuntos para os velórios) e, enquanto está maquiando a própria mãe morta na frente da família, a avó relembra momentos e pessoas que foram decisivas em sua vida. A memória de Carmelita é povoada por personagens que compuseram sua trajetória em Manduim, cidade fictícia do interior de Minas Gerais. As atrizes são acompanhadas pelo músico Frederico Santiago, que assina a direção musical e executa a trilha sonora ao vivo, além de ter uma participação inusitada ao longo do espetáculo.   O livro “O céu no meio da cara” foi lançado em dezembro de 2022 e, desde então, conquistou um público fiel. Com mais de 1 mil exemplares vendidos, foi finalista do Prêmio Jabuti 2023 na categoria Escritor Estreante. A obra inspirou uma audionovela, teve leituras em diversos eventos, três lançamentos – no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Berlim – e já teve seus direitos adquiridos para o cinema.   Ficha técnica Baseado no romance “O céu no meio da cara”,  indicado ao Prêmio Jabuti Elenco: Carmen Frenzel e Júlia Portes Direção:  Caio Riscado Dramaturgia:  Denise Portes, Dora de Assis e Júlia Portes Direção musical e trilha sonora ao vivo:  Frederico Santiago Figurino:  Paloma Borges Cenografia:  Rodrigo Cardoso Iluminação:  Nina Balbi Diretor assistente: Bruno Tasca Caracterização:  Victor Dargains Estilista de modelagem e confecção do palhaço:  Thaissa Becho Aderecista:  Fernando Arruda Operação de luz:  Giulia Sant’Anna Cenotécnico:  Vinicius Faustino da Silva Produção de conteúdo digital e design gráfico: Lamparina Fotos de divulgação:  Isadora Relvas e Philipp Lavra Fotografia adicional:  Bruno Mello Assessoria de imprensa:  Catharina Rocha e Paula Catunda Direção de produção:  Katerina Amsler Produção e realização:  Júlia Portes     SERVIÇO   Espetáculo:  “O Céu no Meio da Cara” Local:  Teatro Glaucio Gill (Praça Cardeal Arco Verde, s/n – Copacabana) Temporada: de 06 a 29 de dezembro de 2025 Dias e horários: sábados, domingos e segundas-feiras, às 20h Classificação indicativa:  16 anos Duração:  80 min. Ingressos:  R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia-entrada) Vendas online pelo site da Funarj: https://funarj.eleventickets.com/ Horário funcionamento da bilheteria: de   segunda a sexta, das 16h às 22h. Sábado e domingo, das 15h às 22h. Instagram: @oceunomeiodacara   Assessoria de imprensa:   Catharina Rocha (21) 99205-8856 catharocha@gmail.com   Paula Catunda (21) 98795-6583 paula.catunda@gmail.com Alex Varela

  • Macramê de Roseni Barros ganha destaque no 5º Salão do Artesanato do Vale do Paraíba

    Com apoio da Prefeitura de Riachão do Poço–PB, artesã de 63 anos se destaca no Engenho Maravalha e reforça a força do artesanato paraibano O macramê produzido pela artesã Roseni Barros, de 63 anos, foi um dos destaques do 5º Salão do Artesanato do Vale do Paraíba, realizado no Engenho Maravalha, em São Miguel de Itaipu–PB, nos dias 28, 29 e 30 de novembro. A edição reuniu artesãos de várias cidades da Paraíba e consolidou o evento como um dos principais espaços de valorização da produção manual regional. Roseni iniciou no artesanato há pouco mais de quatro anos, dedicando-se exclusivamente à técnica do macramê, produzindo peças a partir de nós feitos manualmente. Entre os trabalhos expostos no salão, chamaram atenção um quadro decorativo em macramê e o tradicional bingo temático confeccionado com a técnica, itens que receberam elogios do público. A artesã relata que enfrentou dificuldades no início da carreira, especialmente para conseguir espaços de exposição. O cenário mudou quando passou a receber apoio da Prefeitura de Riachão do Poço–PB, por meio de ações da Secretaria Municipal de Cultura, que tem levado artesãos do município para eventos regionais, ampliando visibilidade e oportunidades de comercialização. “O macramê tem sido uma realização profissional na minha vida. Depois da aposentadoria, encontrei nessa arte um sentido novo. Hoje me sinto valorizada e feliz por ver minhas peças ganhando espaço”, afirmou Roseni. Para ela, participar do salão representa também um avanço na inclusão e na construção de redes de contatos. Roseni destacou que o evento abre portas para parcerias e novas vendas: “A importância do 5º Salão está na oportunidade de mostrar nosso trabalho para pessoas de várias cidades. É onde apresentamos novas peças e somos reconhecidos como profissionais.” A artesã também comentou sobre as dificuldades enfrentadas no início, principalmente a falta de reconhecimento local. Segundo ela, a articulação entre a Prefeitura de Riachão do Poço e a organização do salão no Engenho Maravalha foi determinante para que pudesse expor seus produtos em um evento de grande circulação. “Hoje sei que essa parceria mudou a história de muitos artesãos da região”, disse. O Engenho Maravalha, que há cinco anos realiza o salão, é reconhecido como um dos ambientes mais importantes para o artesanato paraibano, reunindo profissionais de diferentes municípios e promovendo atividades culturais que fortalecem a economia criativa do Vale do Paraíba. Roseni também celebrou a repercussão de seu trabalho em outras regiões do país e comentou sobre a visibilidade proporcionada por veículos de comunicação. “Ver a cobertura da Revista do Villa levando nosso trabalho para a sociedade carioca é uma realização. É muito importante mostrar a cultura paraibana além das fronteiras do estado”, afirmou. A gestão municipal de Riachão do Poço ressalta que tem trabalhado para fortalecer a inclusão e a valorização dos artesãos locais, mesmo diante de recursos limitados. A prefeitura considera o artesanato uma ferramenta de geração de renda, identidade cultural e desenvolvimento econômico, e garante que continuará incentivando a participação dos produtores em eventos regionais. Lázaro Shekinah Founder, Chairman & CEO | Shekinah News Telefone   +55 61 3298 - 8455  /  Celular   61 9 9133-7197 Agendar reunião (Teams) Redes sociais: LinkedIn:  Lázaro Shekinah  | Instagram:  Lázaro Shekinah   Lázaro Shekinah

  • Entrevista: Fátima Simões - curadora e galerista

    Foto exclusiva da super galerista e curadora Fátima Simões 1-Como surgiu a ideia de criar a Vogue Gallery Brasil? A Vogue Gallery Brasil surgiu depois de um tempo morando fora do Brasil , Eu percebi a importância de mostrar o Brasil que dá certo , então veio ao encontro de valorizar e divulgar os trabalhos de artistas brasileiros, mostrando a riqueza cultural e artística do nosso país. Acredito que a arte deve estar acessível a todos e busquei criar um espaço que seja uma referência na promoção da arte nacional para divulgar os talentos Brasileiros. 2-Quais são os seus projetos na Galeria? No momento, estamos preparando exposições que destacam a diversidade e a criatividade da arte brasileira. Acredito que por estarmos localizados na Barra no Vogue Square, longe dos museus e espaços culturais a Vogue Gallery  Tem o intuito de criar um circuito de exposições, para encontros e assim democratizar o fato que centros comerciais podem e devem promover e divulgar a arte . Numa das exposições que realizamos , "Mistérios das Colagens" de Bayard Boiteux, que foi um sucesso. A mostra apresentou 45 colagens que instigaram a reflexão e a criatividade e em plena segunda-feira chuvosa recebemos mais de 150 pessoas para ver arte mostrando a força e a importância de se promover a arte . 3-Por que o seu interesse pelas artes plásticas? Meu interesse pelas artes vem desde criança, sou natural de Curitiba e influenciada pela minha mãe a empresária e colecionadora Aura Maria da Costa que sempre valorizou a arte brasileira convivi neste ambiente bem Brasileiro de visitar os ateliêr , conhecer os artistas suas histórias então realmente tive esta influência que aprimorei e fiz do meu propósito de vida . Ao longo do tempo, essa paixão foi se desenvolvendo e se transformou em um projeto de levar “arte por toda parte “ pela importância de criar conexões e possibilitar centro comerciais disponibilizarem acesso a arte e cultura . 4-A sua formação está relacionada com as artes plásticas? Caso não, como você aproxima? Embora minha formação seja em Administração e Business, minha paixão pelas artes plásticas sempre esteve presente. Ao longo da vida, fui me aproximando mais do mundo da arte, o que me permitiu unir minhas habilidades empresariais com meu amor pela arte. Em sua galeria Vogue Square 5-O espaço da Galeria é voltado unicamente para exibições? O espaço da Vogue Gallery Brasil é dedicado a divulgar, comercializar e promover a arte, mas também buscamos criar um ambiente que seja acolhedor e inspire a criatividade através das exposições, workshop e palestras . Queremos que os visitantes se sintam motivados a explorar e descobrir novas formas de arte. 6-Quais são os artistas plásticos que você mais admira? Admiro artistas que conseguem transmitir emoções e contar histórias através de suas obras.  Embora não tenha uma lista específica, atualmente o Rio de Janeiro estar tendo uma individual de Beatriz Milhazes na casa Roberto Marinho mostra o potencial da arte Brasileira no mundo . Valorizo muito os artistas brasileiros que estão surgindo e trazendo novas perspectivas para o mercado da arte 7-Você é uma mulher empreendedora. O que mais te fascina no ramo do empreendedorismo? O empreendedorismo me fascina pela liberdade de criar e inovar. É desafiador, mas também muito gratificante ver projetos se tornarem realidade e fazerem a diferença na vida das pessoas. 8-Quais são os seus planos futuros? Meus planos futuros incluem continuar promovendo a arte brasileira e expandir a Vogue Gallery Brasil para novos mercados . Também quero continuar apoiando novos talentos e criar oportunidades para que eles sejam reconhecidos . A arte oferece um meio para expressar sentimentos, pensamentos, crenças e experiências, tornando-se uma linguagem universal que conecta as pessoas. Em recente exposição em momento de observação da elegante Fátima Simões Fotos:Arquivo pessoal/Divulgação  Chico Varulli

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