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Revista do Villa

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Revista luso-brasileira de conteúdo sobre cultura, gastronomia, moda, turismo,

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  • Entrevista: Liliana Rodriguez (empresária,  escritora e jornalista)

    Minha convidada é empresária, escritora e jornalista, Liliana Rodriguez.  Liliana Rodriguez nos preparativos para um baile de Carnaval na Fazenda São Luiz. 1- Como ingressou no jornalismo? Chico querido, minha vida profissional foi cheia de “ acontecimentos inesperados”. Uma sucessão de “encontros de alma”, que, silenciosamente, me ajudaram a alavancá-la. De indicação em indicaçã Cheguei aonde jamais sonhei. Pelo menos na hora. Comecei a trabalhar com 14/15 anos, como todos meus 4 irmãos, Jacyra, Luvillya, Francisco e Alberto. Formalmente foi no início dos inesquecíveis anos 80. Antes, entretanto, já tinha colocado um pezinho na TV, aos dezoito anos, para ser estagiária no jornalismo da TUPI. Fui assistente do Apresentador Flávio Cavalcanti, que, diga-se de passagem era bem “ detalhista e exigente”, e com o qual viajei muito entre Rio e SP. Uns meses depois, nessa época, cursava o último período da Faculdade na PUC-RJ, e trabalhava no CADE - Conselho Administrativo do Rj, quando um amigo me indicou para um teste na Globo. Ele me disse que admirava meu esforço em trabalhar, estudar, sempre otimista. sem reclamar de nada. Achei graça, aliás, tive um  ataque de riso. (risos...) Mas, aceitei, totalmente certa de que não passaria. Cá comigo mesma, pensei… Se não conseguir, tento na VEJA ou no JB, veículos que bombavam na época. Mas, contrariando todas as expectativas, fui lá. O Grande Diretor Geral do Jornalismo, Armando Nogueira, me recebeu, chamou a severíssima chefe Alice Maria e pediu para realizar o teste. Tudo na hora, ao vivo e à cores. m cinegrafista maravilhoso, icônico, me pediu para sentar em um banquinho e apresentar uma matéria como se estivesse ao vivo na TV. Eu respirei fundo e fui falando. Por incrível que pareça, me aprovaram  e pediram para eu levar a documentação toda para registrarem a carteira. Imagine você, Chico, a minha surpresa e perplexidade. Corri para a PUC, onde tinha acabado de entregar minha Monografia, contei ao coordenador, e ele, avaliou meu trabalho final com toda a atenção e rapidez possível. Fiquei hiper ansiosa, rezei, pedi a Deus, aos Orixás, para não ser reprovada. Isso porque para ser contratada exigiam o Diploma. Daí, fui aprovada e admitida! Nem eu acreditei! Carteira assinada na TV GLOBO! Uma outra grande oportunidade foi Apresentar O SEM CENSURA, carro chefe da TVE. Recebi o convite Do Diretor Leleco Barboza. Outra dádiva… Porém, muitas colegas maravilhosas estavam aptas. Fiquei tensa… Meu marido, Otimista, disse que ia dar tudo certo. Falei: "Leleco, estou grávida!". Ele respondeu: "Vai ter seu filho que o lugar é seu!" Chorei de emoção. Uma coincidência incrível, porque tinha estado muitas vezes no Programa do Chacrinha ( que assistia muito junto com minha avó Mercedes) e achava a família incrível, super unida. E o casal, Maninha e Leleco, tem 5 filhos. Só quem tem uma famila grande entenderia! 2- Quais foram suas principais experiências? Bem, voltando a Globo, já na emissora , fui direto trabalhar na rua, seguindo os repórteres mais experientes… Absorvendo o trabalho deles! Ficava admirada como eram competentes! Um dia, perguntei a Gloria Maria, já uma estrela, como fazer uma “ entrada ao vivo”. Ela me disse: "Liliana, se posiciona, abre e firma as pernas, joga a força para baixo, levanta a cabeça e fala." E assim foi a minha primeira entrada ao vivo. No dia seguinte, não conseguia andar direito, com as pernas doloridas de tanto forçar. Daí para a frente, fui repórter de Geral, cidade, polícia, e, finalmente, Cultura, que eu amava. A vida Cultural no Rj era efervescente. Até que me chamaram para apresentar o JORNAL DA GLOBO. Achava que não estava pronta, Porém, aconteceu. Coincidentemente, minha irmã Jacyra Lucas e eu estreamos juntas, como âncoras. Ela, na TV MANCHETE e eu, na GLOBO. Ela reinou absoluta, seguríssima! No meu caso, foi o dia mais tenso da minha vida profissional. O Apresentador Eliakin Araújo, meu companheiro de bancada, ficou regendo, discretamente as minhas falas. Trabalhar na rua, não é fácil. Exige coragem e fé. Os repórteres deveriam ser reverenciados. Vivenciam da dor ao calor, do sol a escuridão. Cria-se uma couraça de força e empatia. Na rua, tudo pode acontecer. Do melhor ao pior. Um dia desses fiz uma conta rápida e me deparei com milhares de entrevistados… De presidentes a simples e trabalhadores com os quais amei conversar. Tive a sorte de passar por grandes emissoras. Da extinta TUPI, como as TVs BAND, CNT, TVE, hoje TV BRASIL, até os jornais UH, O DIA, Correio da Manhã ( brevemente) e, finalmente, a RÁDIO CBN. A CBN, cujo Slogan era “A RÁDIO QUE TOCA NOTICIAS" - foi outro Marco na minha vida. Primeira Ancora Mulher, o que na época significava muito. Devo essa ao José Roberto Marinho, a sua querida mãe e a Laura da Rocha Miranda, que acreditaram em mim e formaram uma corrente potente. Agradeço demais  pelas oportunidades! Como diz o Rei Roberto, "foram muitas emoções…". Um dia, grávida de Novo, fui para a TVE, na cara e na coragem, falar com o Presidente Antonio Frota Neto,  que me recebeu com muito carinho e pedi uma oportunidade para voltar a TV. E ele me contratou! Realmente, sou uma sortuda! Lá dentro, muitos me incentivaram, como Walter Clark, e me Walter Avancini, idem. Participei de um seriado chamado “ Garota da Capa” e do Filme “ Boca de Ouro”, ambos como atriz e repórter. Montei com minha irmã, uma empresa e começamos a produzir programas em parceria com veículos maravilhosos. Voltando à TV, tive o privilégio de estar no ar, durante as quatro gestações de meus filhos Antonio, Nestor, Victor e Francisco! E o foi durante uma reportagem que conheci meu marido, Nestor Rocha, pai dos meninos e com o qual estou há 40 anos! Ele me conquistou na hora em que o vi, lindão, de Terno azul marinho e um sorriso maroto! 3- Hoje você se dedica também a Fazenda São Luiz da Boa Sorte. Que patamares de qualidade introduziu para manter glamour e preservação? Pois é… A Fazenda foi uma outra “surpresa” que o destino me preparou, através de meu companheiro da vida, Nestor. Um dia ele apareceu e falou: "Somos fazendeiros" e me convidou a conhecer a SLBS. Ao chegar lá, me sentei no chão, e chorei, em um misto de felicidade, agonia e paixão. Um sonho dele que sempre amou fazendas. Abrindo um importante parênteses, a mãe dele, D. Zezé, tinha uma no Conde, na Bahia. E ele queria muito prestar uma homenagem a ela e ao pai, Nestor, estar com os nossos 4 meninos e a filha Nicole. Então ele descobriu a São Luiz da Boa Sorte, característica do Ciclo do Café e que havia sido totalmente saqueada. Entre inúmeros percalsos e momentos de felicidade em família, lá se vão 21 anos. Trabalhamos duro lá, com inúmeros projetos de recuperação, pois ela é tombada pelo Iphan, estudamos, persistimos, erramos, acertamos. Formamos parcerias, apoios inestimáveis. pois sozinhos, não conseguiríamos nada. Em especial com o alicerce da família! Refletindo sobre a São Luiz da Boa Sorte, acho que foi um presente dos Céus! Um resgate mesmo. Porque apendi muito, e, sem plenejar, me reinventei. Me tornei Hoteleira da noite para o dia. Um dia Nestor, sempre ele, com sua capacidade de sonhar e, especialmente realizar, me falou: “Vamos transformar a Fazenda em um Hotel!" Mais uma vez, relutei… Mas, como diz o ditado popular: “A necessidade faz o sapo pular”. E abrimos, um ano ano antes da pandemia da Covid que abalou todo o Mundo. Foi uma loucura. Mas, amparada por uma Equipe Guerreira, que nos acompanha até hoje. Conseguimos nos estruturar e hoje a Fazenda caminha positivamente. E o mais importante, do meu ponto de vista, é que geramos emprego e renda. Começamos com 13 suítes e chegamos a 35. Temos lazer lúdico, com recreadores, visita ao galinheiro, fazendinha, coelhinhos soltos, cavalgada, comidinha da roça, e muito afeto. A São Luiz é uma fazenda que hospeda! A idéia é que as pessoas se sintam em casa. Um estilo exclusivo de Liliana Rodriguez.no Copacabana Palace 4- Como o Vale do Café é percebido hoje? Percebido como um marco. Pelo seu passado e seu futuro. O Vale do Café nos inspirou. Naturalmente, Nestor e eu conheciamos a História do Ciclo do Café, que no auge do Sec. XIX, acabou por transformar o Rj no maior produtor de café no mundo. Entretanto, o que ocorreu em relação aos ecravizados na região, deixou um legado fortíssimo, para todos nós brasileiros, sobre o qual achamos importantíssimo falar! Para o vale foram trazidos centenas de escravizados. Homens e mulheres arrancados do Continente Africano para trabalharem nas lavouras de café. Orientados por pesquisadores, historiadores e entidades voltadas para a história do povo preto, decidimos falar sobre essas questões de forma incisiva. Criamos o Museu do Café, o primeiro no estado, e o Memorial do Escravizado, onde prestamos uma homenagem a esses irmãos. Recebemos visitas guiadas, estudantes, professores. Foram mais de 15 mil estudantes. Só da rede pública, mais de 12 mil alunos e professores, através do Projeto pedagógico VIAGEM AO TEMPO DOS BARÕES E ESCRAVIZADOS, pelo qual fomos premiados pelo IPHAN, como o melhor Projeto do Estado do Rj. Para esse trabalho, montamos um esquete teatral e um gibi, para falar e manter viva essa memória. O mais importante, aprendemos muito sobre nosso passado e suas consequências. E estamos trabalhando por um futuro melhor para os que nos cercam.   5- O replantio do café é fundamental para a imagem institucional do Vale? Naturalmente! Porque através do Café Espercial recignificamos a nossa história na fazenda. Não apenas Nestor e eu. Nessa jornada estão mais de 60 produtores da região também. É um grupo coeso que está lidando com essa nova realidade dos Cafés Especiais. Na São Luiz tivemos o privilégio de plantar um café de qualidade. Orientados por técnicos da Emater/Embrapa/Sebrae/Pesagro, todos ajudando na retomada do Cafe no Vale. Esses parceiros são vitais. Através deles conseguimos gerar apoio, emprego, renda e cultura.  6- Uma família feliz e unida. Como você consegue tal fato? Chico, esse é o grande desafio da vida. Uma loucura do bem. “AQUI NÃO EXISTE PARTO NORMAL”. A frase é de um Sr, Gumercindo… E acho a nossa cara. Eu faço absolutamente tudo para manter minha família unida. Formamos um núcleo pequeno, uma vez que meus pais, Francisco e Ramona, minha avó Mercedes, vieram para o Brasil, exilados após a Guerra Civil Espanhola. E aqui, tiveram cinco filhos. Somos muito grudados. Amo mimar todos. Sobrinhos, cunhadas, cunhados, afilhados… E  Nestor, filho único, é muito apegado a eles. Temos agora dois neto, Joaquim e Ava. Como dizia o refrão do seriado. Essa família é muito unida, e também muito ouriçada, brigam por qualquer motivo, mas acbam pedindo perdão. 7-  Liliana é uma mulher de evento. Pretende retomar alguns deles em 2025? Sim! Meus pessoais, com a família, fazenda, muitos. Dar continuidade ao Replanta Vele, na terceira edição, O lançamento de um Livro Infanto/Juvenil -idealizado pelo Nestor. A História da DONA NASCENTE, para contar que ÁGUA SE PLANTA!, Incentivar ainda mais o Projeto Mata D”Agua, de regeneração da Mata Atlântica, criar programas especiais para funcionários  da fazenda, essa equipe maravilhosa. E, quem sabe, uma exposição de Arte Contemporânea no Jardim. Depois te conto os detalhes. 8- Quais são os seus projetos futuros? São tantos, nem cabem no meu roteiro. Retomar um programa de TV, um canal de Youtube com conteúdo pessoal nosso na Fazenda, entrevistas, receitas, etc. E, escrever uma trilogia: -Meus queridos HÓSPEDES, -Meus queridos FILHOS -Meu querido MARIDO. Quem sabe, viram série! Não custa sonhar. Viajar, estudar. Receber uma benção do Padre José Antônio na comemoração dos 40 anos de parceria com o pai dos meus filhos, companheiro de muitas aventuras. Acompanhar o futuro da família. Meus meninos, minha paixão! E, se puder, fazer o bem, sem saber a quem. Rezo por todos e, em especial aos meus anjos da guarda profissional, que iluminaram meu caminho. O casal Nestor Rocha e Liliana Rodriguez visitando o Museu do Negro NO , no parque Ibirapuera  em São Paulo.  Fotos:Arquivo pessoal/Divulgação  Chico Vartulli

  • CCILB anuncia candidaturas abertas ao “Programa ESG Culture Hack” para líderes empresariais do Brasil e de Portugal

    Com a prática da Cultura ESG nas empresas, as lideranças “ demonstram maior resiliência financeira e atraem investidores” - Foto divulgaçãoCCILB O “Programa ESG Culture Hack ”, uma iniciativa que visa “capacitar líderes empresariais na adoção prática da cultura ESG nas organizações”, está com vagas abertas até dia 25 de abril para duas capacitações: líderes formais, informais e responsáveis ESG, além de equipas. Um movimento que tem sido acompanhado de perto pela Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB), que apoia a candidatura de lideranças empresariais do Brasil e de Portugal.   O programa, dividido em duas capacitações e liderado pela CCILB com a Casa Mendes Gonçalves (Paladin) e a Opera Education, oferece vagas financiadas aos decisores empresariais em Portugal e no Brasil para “apoiar empresas a impulsionarem a sustentabilidade empresarial”.   “Queremos apoiar o desenvolvimento económico sustentável no Brasil e em Portugal, promovendo a consciência das lideranças e o acesso a praticas inovadoras que acelerem este processo”, ressaltou Otacílio Soares, presidente da CCILB, sublinhando que “integrar praticas ESG (Ambiental, Social e Governança) na cultura organizacional é fundamental para as empresas que procuram competitividade no mercado”.   As inscrições podem ser feitas neste link: https://pt.surveymonkey.com/r/ESG-CultureHack   Segundo dados divulgados pela McKinsey, “organizações que adotam praticas ESG de forma consistente demonstram maior resiliência financeira e atraem investidores com um compromisso mais solido a longo prazo”.   Da mesma forma, o Gallup divulgou estudos que indicam que “empresas com culturas organizacionais fortes e alinhadas aos valores ESG apresentam colaboradores 23% mais motivados, o que se reflete em maior produtividade e inovação”.   O CEO da Casa Mendes Gonçalves, Carlos Gonçalves, disse “testemunhar uma mudança de paradigma: as empresas que não integram o ESG nas suas culturas perdem competitividade, talentos e acesso a capital. A adopção do ESG vai muito além do cumprimento de regulamentações, exigindo agilidade para a integração cultural”.   Os organizadores do programa atestam que “a transformação da cultura organizacional e o aproveitamento dos seus benefícios podem demorar anos, mas o ‘ Culture Hack ’ apresenta uma abordagem pratica e inovadora. Estas práticas permitem mudanças estratégicas e pontuais, lideradas por influenciadores internos, acelerando a transição para uma cultura sustentável e orientada para resultados, promovendo impactos ambientais e sociais positivos”.   “Esta transformação estratégica não apenas fortalece as organizações, mas também reforça a sua relevância e competitividade no cenário global”, completou a cofundadora da Opera Education e autora do livro “Open Leaders”, Giovana Bratti.   Os organizadores do programa frisaram que “a adoção estratégica de práticas ESG tem vindo a ganhar força, especialmente em setores como tecnologia e energia. As tendências do futuro das organizações destacam que metade das organizações em Portugal já consideram as políticas ESG integradas uma prioridade. Isso se reflete positivamente na atração e retenção de talentos qualificados”.   Com relação ao Brasil, “a entrada em vigor da Norma Regulamentadora no 1, a NR1, que exige a gestão de riscos psicossociais, representa uma oportunidade única para alinhar práticas ESG à cultura organizacional. A NR1 sublinha a importância de criar ambientes de trabalho saudáveis e inclusivos, relacionados diretamente aos pilares social e de governança do ESG”.   Estes mesmos responsáveis também observaram que “empresas que percebam esta norma como uma oportunidade para transformação cultural podem não apenas cumprir as exigências legais, mas também fortalecer a sua reputação e atrair talentos comprometidos com a sustentabilidade. Neste contexto, a NR1 demonstra o potencial para transformar culturas organizacionais, alinhando estratégias ESG ao bem-estar no trabalho e às exigências legais”.   Mais informações podem ser consultadas neste link: https://ccilb.pt/eventos/programa-esg-culture-hack/   Ígor Lopes

  • Pedra Letícia sobe ao palco do Teatro Riachuelo Rio em show único e imperdível

    Link com imagens:  https://drive.google.com/drive/folders/1fUo8rrgSxMeDj69Ef8PItHf6OS8_Dx0J   Formada em 2005, na calorosa Goiânia, Goiás, a  Pedra Letícia  é hoje uma das bandas mais emblemáticas do rock cômico brasileiro. Liderada por Fabiano Cambota nos vocais, Kuky  Sanchez no baixo e Pedro Torres na bateria, o grupo conquistou o coração do público com  sua mistura única de talento musical e humor irreverente. O grupo faz uma única apresentação no  Teatro Riachuelo Rio , no próximo dia  30 de abril . A trajetória da banda começou modestamente nos botecos de Goiânia, mas a virada veio  em 2007, quando o clipe de “Como que Ocê Pôde Abandoná Eu?” viralizou no YouTube,  ultrapassando 5 milhões de visualizações. Este sucesso trouxe reconhecimento imediato,  convites para programas de TV de grande audiência, além de participações em programas  de rádio e matérias em veículos renomados como  Rolling Stone  e  Estadão .  Em 2009, a banda consolidou seu nome ao vencer o concurso “Garagem do Faustão” no   Domingão do Faustão . Anos depois, reforçou sua presença na mídia como a House Band do   Programa do Porchat  (RecordTV), entre 2016 e 2018.  Mas os últimos quatro anos marcaram uma verdadeira transformação. Em parceria com a  Casa de Artistas, a banda passou por um reposicionamento estratégico que elevou sua  performance a outro nível. Abandonando o circuito de bares e eventos abertos, levamos a Pedra Letícia para o teatro, trazendo uma experiência mais imersiva e intimista para os fãs.  Essa mudança culminou na gravação do especial comemorativo de 19 anos da banda, um  marco na carreira do grupo e uma celebração de sua identidade única.  Com quatro álbuns de estúdio e três gravados ao vivo, a Pedra Letícia tem demonstrado que  a mistura de música bem tocada e letras cômicas continua encantando públicos de todas as  idades. Fabiano Cambota, além de vocalista, tem brilhado como comediante e host do  A  Culpa é do Cabral  (Comedy Central), ampliando ainda mais o alcance da banda.  Agora, com os olhos voltados para 2025, a banda se prepara para celebrar seus 20 anos de  história. Será um ano especial, recheado de surpresas e homenagens à trajetória que  começou em Goiânia e conquistou o Brasil. A parceria com a Casa de Artistas continua sendo  o alicerce dessa nova fase, e estamos ansiosos para compartilhar com o público tudo o que  está por vir.  O som irreverente, as letras que arrancam risadas e a energia que transforma cada  apresentação em um evento inesquecível são a prova de que a Pedra Letícia está longe de perder sua essência. E o melhor ainda está por vir!  Serviço : Pedra Letícia 30 de abril - 20h 13 de abril - 11h Duração: 65 minutos Classificação: 12 anos Vendas:  https://ingressocom.showare.com.br/Default.aspx?display=list&filter=day&eventid=354&websaleschannelkey=interiachuelo&_gl=1*90s1ec*local_aw*R0NMLjE3MzQzODMwMTguQ2owS0NRaUF2UC02QmhEeUFSSXNBSjN1djdZeUg4MWFJQTFKOW1nU1JfZERsbTdYU3h4Uml4S1dRWXhEV09lR0tIVE5mMnM0VGtNRHRFQWFBa2JPRUFMd193Y0I.*local_ga*MzQ3NzMzODEzLjE3MjkxMTA0MjE.*local_ga_97DHFYSDGJ*MTc0MDcwODEwNS40NC4xLjE3NDA3MDgyMjAuMjMuMC4w&sw_sc=interiachuelo&trk_eventId=354&queueittoken=e_ingressocom20250416~q_00000000-0000-0000-0000-000000000000~ts_1745334690~ce_true~rt_afterevent~h_2d11b147b547745a7470f36c6d73782b850884f9d519798c558bf2037c1613e5   Valores: R$45,00 a R$140,00 Alex Varela

  • Entrevista: Jorge André (Músico Instrumentista, Estudante de Música e ex-Atleta de Vôlei)

    Nascido no Rio de Janeiro, atualmente reside em Boa Vista, Roraima. É músico instrumentista, estudante de Música e ex-atleta de vôlei. Seu projeto atual chama-se Roda de Samba do Jorge André, inspirado nas rodas de samba tradicionais do Rio de Janeiro, como as do Cacique de Ramos e da Tia Doca.   Cresceu assistindo a essas rodas e ouvindo os sambas característicos que ali eram tocados. Sempre teve o desejo de montar algo nesse estilo e, agora, realiza esse sonho em Roraima. Acredita no poder curativo da música e desenvolve suas atividades musicais com base em conceitos da musicoterapia, buscando transmitir alegria e esperança de dias melhores ao seu público, contribuindo para a mitigação dos riscos de desenvolvimento de doenças psicológicas tão comuns na atualidade, como a depressão.   1. Jorge, como foi sua trajetória da infância no Rio de Janeiro até a criação da “Roda de Samba do Jorge André” em Boa Vista?   Fui criado na zona oeste do RJ, bairro de Realengo. Meus pais gostavam de curtir bons sambas e desde bem pequeno eu me acostumei a ouvir Fundo de Quintal, Jorge Aragão, Almir Guineto.   2.O que as rodas de samba como as do Cacique de Ramos e Tia Doca representaram para sua formação musical e pessoal?   Esses movimentos serviram de inspiração. Tudo que eu vi nessas Rodas de Samba representam, para mim, a verdadeira essência do samba.   3.Você pode contar como surgiu a ideia de levar esse estilo tão carioca para o Norte do Brasil?   Me mudei para a cidade de Boa Vista/Roraima e percebi que aqui havia uma carência de movimentos desse naipe, coisa simples, instrumentos tradicionais (Tantan, Pandeiro, Cavaco, Banjo, Reco-Reco, Cuíca), pé no chão, intimista, com o público perto dos músicos, um clima acolhedor, então reuni uns amigos músicos e desde então estamos seguindo com o projeto da Roda de Samba do Jorge André.   4.Quais foram os principais desafios e surpresas ao implementar a roda de samba em um contexto cultural diferente do RJ?   A falta de investimentos para custear as despesas de equipamentos e músicos foi a principal dificuldade. Como surpresa acredito que a rápida aceitação do público realmente me impressionou, o espaço está ficando pequeno para tanta gente que está fidelizando conosco nas tardes de sábado.   5.Como ex-atleta de vôlei, de que forma o esporte influenciou sua disciplina e abordagem na música?   Acredito que o esporte e a música devem fazer parte da formação do cidadão. Ambos requerem disciplina e dedicação, e estes dois quesitos conduzem ao sucesso profissional e pessoal em qualquer área de atuação.   6.Você mencionou a musicoterapia como base do seu trabalho. Pode explicar como aplica esse conceito nas suas apresentações? Em 2019, eu morava em Brasília e fazia terapia como tratamento de Depressão. A minha terapeuta indicou que eu voltasse a tocar, diariamente, e eu tinha a tarefa diária de gravar um vídeo matinal, com uma música e uma mensagem motivacional. Esse processo me fez muito bem e a terapeuta começou a utilizar minhas gravações como procedimento auxiliar no tratamento de outros pacientes. Foi sucesso. Então eu creio que a música cura. Em minhas apresentações eu tenho a preocupação de fazer com que as pessoas esvaziem o estresse da vida, do trabalho, das despesas e saiam da minha presença, ao final da Roda de Samba, mais felizes, alegres e motivados.   7.Qual é o impacto que você percebe no público durante e após uma roda de samba sua? Já recebeu algum relato marcante?   O impacto é positivo, a alegria é contagiante, o objetivo que falei acima tem sido alcançado. Tive um relato de uma senhora que foi uma vez, por causa dos comentários das amigas. Ela não saía mais de casa em virtude de ter uma irmã em tratamento de uma doença séria, ou seja, nem ela nem a irmã saiam mais de casa. Porém ela foi, gostou tanto que na outra semana levou inclusive a irmã que está em tratamento. Esse relato foi emocionante me deu a certeza de que essa é a minha missão.   8.Como você escolhe o repertório para a roda de samba? Há espaço para composições autorais?   Sigo um repertório com uma gama enorme de artistas, Fundo de Quinta, Jorge Aragão, Almir Guineto, Reinaldo, Royce, Jovelina, Grupo Só Preto, Grupo Revelação, Gonzaguinha, Djavan, passando também por Exaltasamba, Ferrugem, Sorriso Maroto, etc… O intuito é fazer um samba raiz mas também agradar aos mais jovens. Há espaço também para composições autorais.   9.O que significa, para você, estar realizando esse sonho em Roraima? Como a comunidade local tem reagido ao projeto?   A realização do sonho é o objetivo de vida de qualquer pessoa, realizar o meu aqui em Roraima tem sido maravilhoso pois a população local me acolheu carinhosamente e fidelizou de verdade comigo, é uma troca muito bacana, eles me deixam felizes por virem ao evento e eu transmito alegria para que eles voltem pra casa num estado emocional melhor.   10.Quais são os próximos passos da Roda de Samba do Jorge André? Você tem planos de expandir ou gravar algo relacionado ao projeto?   Precisamos de apoio para organizar nossos eventos em um local mais amplo que comporte uma quantidade maior de pessoas de forma confortável. A intenção é expandir mais e poder alcançar cada vez mais pessoas que minha Musicoterapia possa ajudar. Adriano Gonçalves

  • Pedro Mariano apresenta nova turnê no Teatro Riachuelo Rio

    Link para imagens:  https://drive.google.com/drive/folders/1V4fsXA-NA3nxzd5vAfV5cRKnfiWXEn3o   No dia 29 de abril, o cantor Pedro Mariano sobe ao palco do Teatro Riachuelo Rio com a nova turnê do projeto “A2 vol.2”, ao lado do guitarrista e violonista Conrado Goys. Com 30 anos de carreira, Pedro revisita o formato intimista de voz e violão, em um repertório que percorre canções marcantes da música popular brasileira. O novo show é a continuidade do álbum “A2”, que teve boa recepção de público e crítica. Agora, com o volume dois, o artista segue explorando arranjos mais próximos da essência das canções. “Voltar nesse projeto é, antes de mais nada, voltar nas memórias mais importantes da minha formação musical. Tanto o formato em voz e violão, quanto estar perto do público, me fez relembrar meu começo de carreira e da sensação de cantar aquilo que eles gostam! E eu também!”, afirma Pedro. No repertório estão canções como “Vitoriosa” (Ivan Lins e Vitor Martins), “Todo Azul do Mar” (Flávio Venturini e Ronaldo Bastos), “Bete Balanço” (Cazuza e Frejat), “Caçador  de Mim” (Sérgio Magrão e Luiz Carlos Sá), “Oceano” (Djavan), entre outras. Músicas que marcaram sua trajetória também estarão presentes. Com 4 indicações ao Grammy Latino, Disco de Ouro e uma discografia que inclui 13 CDs e 5 DVDs, Pedro Mariano tem seu nome consolidado como um dos principais intérpretes da música brasileira contemporânea. Teatro Riachuelo Rio O prédio, tombado como patrimônio histórico-cultural, é imponente e se destaca na Rua do Passeio, número 40 , reunindo passado, presente e futuro em um só lugar. O ícone da belle époque brasileira ficou com as portas fechadas por dois anos até 2016, quando foi devolvido à população como Teatro Riachuelo Rio, sempre com uma programação plural e acessível. Desde então, foram realizadas diversas peças, musicais, concertos e shows.  Com uma área de aproximadamente 3.500 m², o teatro oferece uma estrutura completa para seus frequentadores, incluindo foyer, salas de ensaio, escritórios, camarins, área externa e uma grande sala com plateia para 999 pessoas. Mais do que um espaço físico, o teatro representa um compromisso com a promoção da cultura e da arte em suas diversas formas. O espaço conta ainda como o Bettina, Café & Arte, que além de abrir como bomboniere para atender ao público do teatro, funciona também para café da manhã e almoço. Serviço Pedro Mariano – A2 vol.2 Data: 29 de abril de 2025 (terça-feira), às 20h Local: Teatro Riachuelo Rio – Rua do Passeio, 38, Centro, Rio de Janeiro – RJ Classificação indicativa: Livre Duração: 100 minutos Vendas: R$40,00 a R$150,00 Valores: https://ingressocom.showare.com.br/Performance/PromotionsSlim.aspx?PerformanceId=75442&trk_eventId=374&sw_sc=interiachuelo   Alex Varela

  • Cuca Roseta lança CD dedicado às canções brasileiras

    Foto: divulgação/Lorena Dini Considerada uma das maiores fadistas da sua geração, com 15 anos de carreira, Cuca Roseta revisita alguns clássicos da Música Popular Brasileira (MPB) no seu décimo álbum, “Até a fé se esqueceu”, com nove faixas, uma obra idealizada e produzida por João Mário Linhares para o selo MP, B / Som Livre.   O álbum, que chega às plataformas de streaming no próximo dia 11 de abril, reúne três convidados: Seu Jorge, Zé Renato e Zeca Pagodinho e os músicos Marcelo Caldi (piano e acordeão), Guto Wirtti (baixo) e Pedro Franco (violão, bandolim e cavaquinho).   A MPB faz parte da vida profissional de Cuca, após gravar com Ivan Lins e Djavan, compositores-cantores que estão entre os mais destacados do Brasil. A artista portuguesa já cantou com Pierre Aderne e foi produzida pelo jornalista, letrista e escritor Nelson Motta.   A fadista revisitou a história musical brasileira e teve como ponto de partida algumas canções de 1937 e avançou no tempo até chegar a 2024. Com todo o repertório organizado, mas sem uma cronologia estabelecida por ano, as canções que brilharam nas vozes de Dori Caymmi, Tom Jobim, Jorge Ben Jor, entre outros, integram uma playlist a ser apresentada numa minitemporada de shows por algumas cidades brasileiras, no fim de abril.   “Escolhemos grandes compositores e poetas e demos toda a atenção à palavra. É uma declamação de poesia cantada, uma história que vem do coração. Ela só ganha asas se for cantada pela voz da alma. Também no fado português, colocamos nosso ego de lado e nos entregamos a cada palavra como se nela coubesse todo o mundo”, revelou Cuca.   Uma das músicas escolhidas é o samba-canção “Saia do caminho”, lançado por Aracy de Almeida em 1946, “como um lado B”, com melodia de Custódio Mesquita e “letra confessional e sofrida” de Evaldo Ruy, que foi interpretada por Cuca como “uma canção de poesia cantada”.   Sendo assim, Cuca Roseta estará entre algumas consagradas cantoras que interpretaram a icónica canção: Dalva de Oliveira, Zezé Gonzaga, Gal Costa, Nana Caymmi, Ângela Maria, Elza Soares, Rosa Passos, Olivia Byington, Verônica Sabino, Marisa Gata Mansa, Eliana Pittman, “para não falar da mais marcante, Miúcha, com o piano de Tom Jobim”.   Cuca confessou que gravar “Saia do caminho” é quase um “olá, estou chegando” para apresentar o novo trabalho. Para ela, a canção “representa o glorioso período do samba-canção — em termos conceituais e temáticos, não muito diferente dos dramáticos fados portugueses, também sobre desamores”.   Com a regravação de Cuca, “Saia do caminho” é redefinida: “em vez do piano jobiniano, o samba-canção é todo conduzido pelo acordeão de Marcelo Caldi, que fez um arranjo inédito para uma canção já gravada de tudo quanto é jeito”.   A faixa “Sem você” (1958), de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, representada no álbum na linhagem das canções “camerísticas” brasileiras, a cantora “palmilha a canção num registro cool, quase bossa-novista, sem qualquer perda de intensidade em sua interpretação. Em alguns momentos, até chega a sutis vibratos dramáticos do fado. É uma aula de música luso-brasileira, um diálogo entre seus dois estilos básicos”.   Em “Arranha-céu” (1937), de Sílvio Caldas e Orestes Barbosa, com dueto de Cuca e o sambista brasileiro Zeca Pagodinho, definida como “seresta clássica” ganha uma “levada de fado” no arranjo de Marcelo Caldi, que “mistura um piano moderno com um acordeão nostálgico, como se a reunisse ‘Saia do caminho’ e ‘Sem você’, numa trilogia de canções de (des)amor”.   “Zeca Pagodinho é o Rei, assim o chamamos aqui em Portugal. Cantar com ele é inacreditável, principalmente Sílvio Caldas, algo tão profundo e triste. Presenciar Zeca contando essa história comigo é uma emoção única”, revela a cantora.   A jornada pela música brasileira chega a 2024, em faixa que traz melodia de Zé Renato sobre letra da própria cantora, “Até a fé se esqueceu”, primeiro single do álbum, lançado em abril do ano passado.   “Essa canção de amor totalmente contemporânea, em letra e música, mereceu arrojado arranjo de violão de Marcelo Gonçalves (do Trio Madeira Brasil), executado por João Camarero, com participação vocal de Seu Jorge. Aqui é como se Cuca Roseta encontrasse a mais refinada e moderna música brasileira de hoje. Não por acaso, mas por sua grandeza, ‘Até a fé se esqueceu’ dá título ao álbum”.   Há outras paradas nessa viagem de Cuca Roseta pela canção brasileira. “História antiga” (1990), de Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro, “é uma espécie de seresta moderna”. Bem como “Chama acesa” (2000), de Zé Renato (que participa nos vocais) e Paulinho Moska, que dialogam com os românticos sambas-choro dos anos 1940. “História antiga” está no “Brazilian Serenata”, de Dori e “Chama acesa”, em “Cabô”, disco só de sambas autorais de Zé Renato.   Cuca Roseta “visita dois estilistas inimitáveis da canção brasileira”: Dorival Caymmi, com “Não tem solução” (1950), um samba-canção, e “Dzarm” (1995), com “sua levada rítmica única, embora uma canção menos conhecida, também pode ser considerada um Jorge Ben Jor clássico”. Os arranjos são de Marcelo Caldi e “reinventados para este álbum a partir do estilo de seus compositores: com violão e bandolim de Pedro Franco e o baixo acústico de Guto Wirtti, dois virtuoses gaúchos radicados no Rio”.   Nesta viagem de Cuca Roseta pela canção brasileira, a grande corrente central da MPB se faz presente em “Mistérios”, de Maurício Maestro e Joyce Moreno, lançada no álbum “Clube da Esquina 2” de Milton Nascimento. A canção ganhou um arranjo de Marcelo Caldi para o piano e o acordeão do arranjador, o bandolim de Pedro Franco e o contrabaixo acústico de Guto Wirtti.   Ígor Lopes

  • Quantas ‘Camilles’ Há em Nós?

    Visitando Camille Claudel Por Noélli Santiágo A peça em cartaz no Rio de Janeiro, na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema, fala de uma mulher que viveu há mais de um século, mas poderia ser qualquer uma de nós — ou TODAS nós. A história de Camille Claudel, artista transgressora que desafiou os limites impostos pela sociedade de sua época, ressoa no agora. Camilles existem em diferentes formas e fases, dentro de cada uma de nós, refletindo o que há de mais profundo e transformador — e também o que ainda não conseguimos olhar. Ainda hoje, seguimos lutando. O enfrentamento das adversidades internas e externas ecoa como um ciclo que insiste em se repetir. A história de Camille não nos entrega uma fórmula ou resposta sobre o que foi ou poderia ter sido. Ela não fala apenas de injustiça, machismo estrutural ou da pureza — quase ingênua — de uma alma artística. Ela nos convoca a refletir sobre o que ainda não curamos e o quanto seguimos nos distanciando de nós mesmas em nossas próprias narrativas, tentando encontrar um lugar no mundo. Em uma sociedade que ainda nos exige padrões rígidos e performance ininterrupta, Camille se torna metáfora. Não pela tragédia que lhe foi imposta, mas pela coragem de ser, de transgredir, de continuar. Sua história não é apenas sobre isolamento ou rejeição. É sobre o não-enquadramento, o não-submeter-se aos moldes, sobre a busca por liberdade interna — tantas vezes abafada por medos, inseguranças e condicionamentos sociais. Qual é a nossa Camille interior? O que ainda carregamos de camadas que não conseguimos liberar? O que empurramos para o futuro, esperando que as condições externas se alinhem? Quantas vezes acreditamos mais nas nossas ilusões do que nas evidências? A transformação começa dentro de nós. Quantas vezes nos isolamos em nossos próprios mundos, deixando de realizar o que nos chama, por temer que o mundo não nos aceite? Talvez o maior presente de Camille seja o convite para olhar para dentro — e para o agora. Sem esperar por condições perfeitas, nem por validações que só existem para manter-nos prisioneiras de histórias antigas. A peça Visitando Camille Claudel não fala apenas de um passado distante. Ela é um espelho de um presente urgente. Um lembrete de que autenticidade vale mais do que reconhecimento. Que a conexão com a nossa essência é mais poderosa do que qualquer status. Camille vive em nós como um reflexo do que somos capazes de ser — e do que ainda podemos libertar. Essa peça não trata apenas do que foi vivido, mas do que está sendo vivido agora. Ela nos chama a refletir sobre como nossas bandeiras — sejam ideológicas, de classe ou de gênero — ainda nos separam. À medida que nos encaixamos em padrões, criamos mais barreiras. Mais segregações. Mais distâncias. Um século se passou e ainda travamos batalhas parecidas. Ainda lutamos guerras que nos fazem caminhar em círculos. Afinal, o que esquecemos no caminho? Que, antes de tudo, somos humanos. Somos alma. Somos presença. A verdadeira transformação começa quando ousamos transitar para além desses muros e buscar o que nos une. É preciso coragem para sair do ciclo. Para olhar para dentro. Para permitir que o mundo seja transformado a partir do que somos, do que estamos nos tornando — e do que estamos dispostos a deixar morrer. Camille Claudel não é só uma mulher do passado. Ela é a transgressora que vive em cada uma de nós. A que desafia as normas, os apegos, as limitações herdadas. O que ela nos pede, mais do que tudo, é: O que estamos esperando para SER? Para nos libertar? Para fazer o que já sabemos? O quanto ainda estamos presos à espera de algo ou alguém, em vez de confiarmos no que já pulsa dentro de nós? A peça é mais do que teatro. É um lembrete. Um chamado para quebrar moldes, soltar camadas, desfazer prisões internas. Para lembrar que o tempo da espera acabou. Camille Claudel teve sua obra apagada por décadas e só muito tempo depois foi reconhecida como uma das escultoras mais importantes de sua geração. Mas a grande questão não é apenas o que o mundo não viu nela — é o que nós ainda não conseguimos ver em nós. “Quantas Camilles há em mim?” Essa é a pergunta que precisamos responder. E não amanhã. Não quando for seguro. Agora. Porque a mudança que procuramos sempre esteve aqui — e começa no exato momento em que decidimos parar de sobreviver… Noélli Santiágo

  • Poesia ao alcance de todos: 3ª edição do Projeto Poéticas na Escola

    Slam promete encantar alunos de seis escolas da rede municipal do Rio de Janeiro  Organização estima que mais de 2.500 jovens serão impactados 3ª Edição do projeto Poéticas na Escola - Slam terá início na próxima quinta-feira, 3 (Foto: Marlon Soares) Acesse  vídeos  e  fotos  de edições anteriores. Democratizar o acesso à arte e à cultura, utilizando a literatura como ferramenta de transformação e inspiração. É o que a  3ª edição do projeto Poéticas na Escola - Slam , realizada pela  Alkebulan Arte e Cultura ,  promete oferecer para estudantes da rede municipal de ensino do Rio de Janeiro. Ao longo de abril, o projeto passará por seis escolas cariocas e de cidades vizinhas, pretendendo impactar mais de 2.500 alunos.  A primeira apresentação acontecerá no dia 3, na Escola Municipal Professora Myrthes Wenzel, em Pedra de Guaratiba . O Poéticas na Escola - Slam conta com o patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, da Secretaria Especial de Integração Metropolitana (SEIM) através do edital Integra Rio. O projeto oferece uma programação exclusiva para alunos, professores e outros atores da comunidade escolar. São realizadas oficinas de escrita criativa e performática e apresentações performáticas de poesias slam, conduzidas por artistas experientes. As atividades buscam estimular os alunos a explorarem suas habilidades criativas, expressarem suas ideias e reflexões e descobrirem o poder da palavra falada e escrita, proporcionando um espaço de aprendizagem, interação e reflexão.  “Chegamos à nossa 3ª edição com grande alegria por poder expandir o projeto para outros territórios periféricos do Rio de Janeiro e da Região Metropolitana. Desta vez, atenderemos seis escolas públicas, impactando diretamente mais de 2.500 estudantes. Esse é um passo essencial para fortalecer as periferias e valorizar a arte e a educação  nas escolas públicas" , afirma Fellipe Calarco, coordenador do projeto.  "Ao longo das edições, temos reafirmado nosso compromisso com a arte, a educação e o fortalecimento das periferias. Expandir o projeto para novos territórios nos permite alcançar ainda mais estudantes, oferecendo experiências transformadoras por meio da cultura. Acreditamos que cada escola impactada é um passo a mais na construção de um futuro onde a arte seja acessível a todos" , completa Calarco. Para DG, instrutor do projeto, o aporte de valores por parte do poder público mostra que a Alkebulan Arte e Cultura tem compromisso com a população periférica, com a produção de cultura nos territórios que ela passa, não só na capital, mas como nas cidades da Baixada Fluminense.  "Receber o patrocínio da Prefeitura do Rio e da Secretaria Especial de Integração Metropolitana, por meio do edital Integra Rio, reafirma o compromisso da Alkebulan com a democratização do acesso à arte e à cultura em escolas públicas das periferias. Esta edição é ainda mais especial, pois nos permite fortalecer e expandir as conexões entre as atividades culturais que desenvolvemos na capital e os municípios vizinhos" , conclui DG.  FICHA TÉCNICA: Idealização e Coordenação de projeto: Fellipe Calarco Assistente de coordenação: Jorge Luiz Pinheiro Produtor: Efêmero Instrutor: DG Poetas convidados: Anna Sol, Amanda Trovão, DG, MC Martina, Natitude e Preta Poética   Social Media: Carol Regina e Davi Leon Assessoria de Imprensa: Alessandra Costa e Ana B. Realização e Produção:   Alkebulan Arte e Cultura Patrocínio: Prefeitura do Rio de Janeiro, Secretaria Especial de Integração Metropolitana, Edital público Integra Rio. Apoio: eLabore.Kom, Aquilombar Itaguaí AGENDA DE APRESENTAÇÕES Onde:  Escola Municipal Professora Myrthes Wenzel (R. Sd. Antônio de Paula, S/N - Pedra de Guaratiba - RJ) Quando:  3 de abril (quinta-feira), às 8 h Onde:  Escola Municipal Ginásio Emilinha Borba (Av. Um - Sepetiba - RJ) Quando:  9 de abril (quarta-feira), às 8 h  Onde:  Escola Municipal Monte Castelo  (R. Ouseley, S/N - Coelho Neto -  RJ Quando:  11 de abril (sexta-feira), às 8h Onde:  Escola Municipal Vereador João da Silva Bezerra (R. Profa. Noêmia, 160 - Zacarias, Maricá - RJ) Quando:  15 de abril (terça-feira),  às 8h Onde : Praça CEU (R. Décio Muniz da Silva Filho, Gleba B - Chapero, Itaguaí - RJ) Quando:  16 de abril (quarta-feira), às 8h30 Onde : Escola Municipal Ginásio Emilinha Borba (Nova Sepetiba) Quando: 29  de abril (quarta-feira), às 8h30 Onde:  Escola Municipal Emílio Carlos (R. Pinheiro Bitencourt, S/N - Guadalupe -  RJ) Quando:  30 de abril (quarta-feira), às 8 h Revista do Villa || Fernanda Portella

  • O coletivo “Meu Caro Amigo – Chico Buarque” segue em 2025 homenageandoum dos principais nomes da MPB, no Teatro Rival Petrobras

    Show ainda por conta das comemorações dos 80 anos do compositor: 25/4, sexta-feira, às 19h30. Participação de Chico Batera, baterista da banda de Chico Buarque. O projeto “ Meu Caro Amigo – Chico Buarque ” é fruto de uma mobilização iniciada nas redes sociais que teve como ponto de partida uma publicação-desabafo da cantora Marianna Leporace. A partir desse movimento, iniciado em novembro de 2016, cantores, produtores e instrumentistas, se uniram com o objetivo de reverenciar Chico Buarque, afirmando sua grandeza e relevância no cenário da música brasileira, sua magnitude e seu papel como agente cultural do país. Com a coordenação da Zênitha Produções, um time de excelência de produtores levou para o palco um grande elenco de cantores e músicos, que deram vida a mais de vinte obras do autor e este grande show aconteceu na Sala Municipal Baden Powell, em agosto de 2017. Nasceu nesse dia, oficialmente, o “Coletivo Meu Caro Amigo Chico Buarque”, com direção geral de Marianna Leporace, direção musical de Felipe Radicetti e roteiro de Cecilia Rangel. A segunda edição do projeto aconteceu em novembro de 2017, também na Sala Municipal Baden Powell. Em agosto e novembro de 2019, foram realizadas a terceira e quarta edições do projeto, no emblemático Teatro Rival Petrobras, com lotação esgotada. Em janeiro de 2020, a quinta edição no Teatro Rival Refit, teve o mesmo êxito das anteriores. Durante a pandemia o Coletivo MCACB produziu o vídeo clipe da música “Meu Caro Amigo”, com a participação de todos os artistas envolvidos no projeto. O grupo participou também da campanha pela indicação das Brigadas Médicas de Cuba ao Prêmio Nobel da Paz, ao lado de diversos artistas brasileiros e cubanos, com a direção musical de Felipe Radicetti e composição de Felipe e letra de Marcelo Biar. A sexta edição do show foi no Teatro Prudential, em setembro de 2023. Para sua sétima edição, no Teatro Rival Petrobras, o Coletivo Meu Caro Amigo Chico Buarque faz uma dupla homenagem ao compositor, ainda por conta das comemorações dos seus 80 anos.   Coletivo “Meu Caro Amigo – Chico Buarque A divulgação do show na rede diz assim: “De uma provocação, uma indignação, nasceu um projeto. De um monte de comentários e uma enorme troca de ideias criativas, surgiu um show, uma homenagem, uma produção a várias mãos, vozes e instrumentos. Vamos homenagear Chico Buarque, um dos maiores compositores desse país!São muitos no palco e nos bastidores declarando sua admiração, numa união de talentos e forças muito bonita. Um elenco reunido por afinidade com a obra do autor e porque atendeu a um chamado muito sutil e provocador, uma brincadeira de internet que ganhou vida!Aqui estamos nós,  Meu Caro Amigo Chico Buarque , um coletivo de artistas para cantar, tocar e falar da obra desse autor imenso” – explica Marianna Leporace. Vale reafirmar que o objetivo do projeto é homenagear o autor, confirmar a sua importância para o Brasil e apresentar para as novas gerações a grandeza de sua obra. O coletivo “Meu Caro Amigo Chico Buarque” é formado pelos seguintes artistas: Banda Piano:  Deborah Levy e Sheila Zagury Baixo:  Dôdo Ferreira Violões:  Fabio Nin e Rubinho Jacob Flautas:  Guilherme Hermolin Bateria:  Geórgia Câmara e Otavio Garcia Participação especial:  Chico Batera (bateria) ,  Monica   Ávila (sax) e João Vieira (guitarra)   Cantores/Instrumentistas Alcides Sodré, Amanda Bravo, Ana Martins, Cecília Rangel, Duo Danny Reis e Tony Pelozy, Ivan Azevedo, Karla Boechat, Kika Tristão, Lu Oliveira, Lúcia Menezes, Marianna Leporace, Martha Peixoto, Ninah Jo, Rubinho Jacob, Simone Lial, Solange Pellegrini, Duo Nin e Hermolin.   Serviço :   Dia:  25/4, sexta-feira, às 19h30 Coletivo Meu Caro Amigo – Chico Buarque Participação de Chico Batera, 82 anos, baterista da banda de Chico Buarque. Idealização, apresentação e direção geral:  Marianna Leporace Direção musical:  Felipe Radicetti Roteiro:  Cecilia Rangel   Local:  Teatro Rival Petrobras Endereço : Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, RJ Abertura do Teatro: 18h30 Telefone:  (21) 2240-4469 (somente via mensagem de WhatsApp) (21) 3197-4313   Ingressos : Setor A / Mezanino A / Setor B / Mezanino B:R$ 120,00 (inteira);R$ 60,00 (meia - Estudante/Idoso/Professor da Rede Municipal e Estadual /Funcionário Petrobras/Assinante O Globo e lista amiga); eR$ 85,00 (Agente MAM / Cartão Giro Metrô /Promoção de doação de 1kde alimento). As vendas de ingressos serão realizadas por meio do site da Sympla e na bilheteria do teatro, que funcionará de segunda-feira à sexta-feira das 15h  às 20h e aos sábados das 16h  às 20h30. A bilheteria estará aberta apenas nos dias dos shows.  Sympla     https://bileto.sympla.com.br/event/104428/d/309094   Capacidade:  350 lugares Duração:  90 minutos Classificação etária:    censura é de 18 anos. Menores somente acompanhados por pais ou responsável legal.   Foto:  Guarim de Lorena Chapada Revista do Villa || Clóvis Corrêa - CICLO Comunicação

  • Festival Internacional de Cinema da Fronteira divulga filmes selecionados

    Patrocinado pela Claro, o evento acontece no Rio Grande do Sul (Bagé e Livramento) e em Rivera, no Uruguai, de 23 a 30 de abril de 2025 O Festival Internacional de Cinema da Fronteira chega a sua 16ª edição, recheado de atrações nas cidades de Bagé (RS), de 23 a 27 de abril, e Santana do Livramento (RS) e Rivera (Uruguai), nos dias 29 e 30. A programação é 100% gratuita e reúne mostras competitivas com filmes inéditos, homenagens, shows e atividades de formação. Paralelamente ao festival, será realizado o quarto Sur Frontera WIP LAB, voltado para profissionais da área com projetos em fase de desenvolvimento e finalização. Este ano, o evento traz o tema "Patrimônio, Linguagem e Afeto", que destaca elementos essenciais da identidade de Bagé e do festival, valorizando sua história e promovendo uma imersão cultural única. As atividades serão realizadas em locais estratégicos da cidade, garantindo fácil acesso e incentivando a participação ativa da comunidade. A projeção de filmes em Bagé acontece no Cine 7, com atividades no Centro Histórico Vila de Santa Thereza, Palacete Pedro Osório e outros locais. Santana do Livramento  e Rivera recebem a mostra competitiva de animação e outras atividades. Na semana anterior ao festival, o festival promove a exibição especial de dois filmes no Centro Histórico Vila de Santa Thereza. São elas: "Antes Que o Mundo Acabe", de Ana Luiza Azevedo, homenageada desta edição junto com Giba Assis Brasil, que passa no dia 16, quarta-feira, às 19h, e o documentário musical "Aldo Baldin - Uma Vida pela Música", de Yves Goulart, no dia 17, às 19h. Para o show de encerramento, o evento traz a Bagé a voz transgressora e plural da cantora, compositora e instrumentista gaúcha Filipe Catto. Desde a sua criação, o festival aposta na troca e apoio de parceiros ibero-americanos. E este ano não poderia ser diferente. A curadora do Festival de Punta del Leste, Daniela Cardarello, e a diretora institucional do Festival de Cartagena das Índias, Gisela Perez, farão parte do júri. Já Walter Tiepelmann, curador do Festival de Málaga e FIDBA (Festival Internacional de Cine Documental de Buenos Aires), e Mariana Barassi, do Márgenes - Festival Internacional de Cine de Madrid, participam como tutores do Sur Frontera. “O Festival da Fronteira tem esse nome justamente por valorizar essa posição territorial que ocupamos e que nos leva a essa perspectiva de internacionalização”, explica Zeca Brito. “Hoje no RS ele é o único festival competitivo para o cinema latino e nós, desde o início, estamos pleiteando esse lugar de território de intercâmbio cultural”, complementa. Ele aposta na maturidade alcançada nesta mais de uma década e meia do evento, que vem gradualmente recebendo legitimação internacional e posicionando a cidade de Bagé no mapa turístico e cultural como uma cidade aberta à produção artística. “A valorização do audiovisual e do entretenimento é o que nos conecta com o Festival da Fronteira", afirma Marcelo Repetto, diretor regional da Claro para a região Sul. “Um projeto gaúcho, que faz os holofotes se voltarem para a região, firmando o Rio Grande do Sul como polo da cultura e do setor audiovisual brasileiro. Na Claro, acreditamos que juntos podemos proporcionar experiências únicas, tornando o dia a dia de nossos clientes ainda mais divertido e produtivo”, acrescenta. Nesta edição do Festival Internacional da Fronteira, a Claro preparou um espaço exclusivo e totalmente instagramável para o público ter uma experiência imersiva no universo do cinema. No lounge temático da Claro, os visitantes poderão se sentir nos bastidores de um verdadeiro set de filmagem, com cadeira de diretor, claquete, almofadas personalizadas e toda uma atmosfera de camarim, que transcende a tela. A seleção de longas reúne sete títulos recentes da produção latino-americana em competição, com produções do Brasil e Argentina. Combinadas, as competitivas de curtas e animação contam com 18 produções de dez países. As exibições especiais trazem seis filmes, incluindo uma retrospectiva do trabalho de Ana Luiza Azevedo e o clássico "Deus e o Diabo na Terra do Sol", de Glauber Rocha. Roger Lerina e Jonas Chadarevian assinam a curadoria de longas-metragens. Frederico Ruas, João Werlang, José Eduardo Camargo e Marizele Garcia dividem a curadoria de curtas. Uma das novidades deste ano é a presença de Vera Carneiro, que assume a curadoria de convidados. Alessandro Engroff é o responsável pela coordenação do Sur Frontera WIP LAB, que tem entre seus tutores Carla Esmeralda, Renato Vallone, Leo Garcia, Sandra Kogut, Raphaela Leite e Jonatas Rubert. O festival também promove quatro oficinas este mês em Bagé e em formato online. A primeira é a Oficina de Fotografia com Jeferson Wainer, que acontece de 15 e 16 de abril, das 9h às 11h, na escola Prof. Peri Coronel. A oficina de Atuação, com Carla Cassapo, será realizada nos dias 24 e 25, das 14h às 17h, no Centro do Idoso. Já Cinema Negro: História, Cineastas e Linguagens, com Daniel Rodrigues, e Roteiro e Linguagem do Cinema Documentário, com Lufe Bollini, serão ministradas nos dias 29 e 30, das 19h às 21h. Ambas são online. As inscrições podem ser feitas no link do Instagram do festival. O XVI Festival Internacional de Cinema da Fronteira tem patrocínio master da Claro. Financiamento: Pró-Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Sul. A produção é de Maristela Ribeiro Produções, realização da Associação Pró Santa Thereza e promoção da Prefeitura Municipal de Bagé através da Secretaria Municipal de Cultura. O evento tem apoio da Associação dos Amigos do Instituto Municipal de Belas Artes de Bagé (Amimba) e Instituto Italiano de Cultura de São Paulo e Consulado do Uruguai em Bagé. Apoio institucional do Centro Universitário da Região da Campanha (Urcamp), Instituto Federal Sul Rio-grandense (IFSul), Universidade Federal do Pampa (Unipampa), Jornal Minuano e TV Câmara Bagé. XVI Festival Internacional de Cinema da Fronteira Quando: 23 a 27 abril de 2025 em Bagé (RS); 29 e 30 de abril de 2025 em Livramento (RS) e Rivera (Uruguai) Links na bio do Instagram: @festivaldafronteira Site: https://www.festivaldafronteira.com.br/   Seleção Longa-metragens "A Queda do Céu" (Brasil/SP), de Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha "Bicho Monstro" (Brasil/RS), de Germano de Oliveira “Brasiliana: o musical negro que apresentou o Brasil ao mundo” (Brasil/RJ), de Joel Zito Araújo "El Turbio" (Argentina), de Alejandro Encinas "O Maior Espetáculo da Pampa" (Brasil/RS), de Tyrell Spencer "Por tu bien" (Argentina), de Axel Monsú "Tijolo por tijolo" (Brasil/PE), de Victória Álvares e Quentin Delaroche Exibições especiais "3 Minutos", de Ana Luiza Azevedo "Aldo Baldin - Uma Vida pela Música", de Yves Goulart "Antes Que o Mundo Acabe”, de Ana Luiza Azevedo "Aos Olhos de Ernesto", de Ana Luiza Azevedo "Deus e o Diabo na Terra do Sol", de Glauber Rocha "Dona Cristina Perdeu a Memória", de Ana Luiza Azevedo Curtas internacionais "A Um Gole da Eternidade" (Brasil/RS), de Paulo Ricardo de Moraes e Camila de Moraes "Emerenciana" (Brasil/PR), de Larissa Nepomuceno "Herminda" (Colômbia), de Ernesto Lozano Redondo "Lolo" (México), de Ana Gutiérrez Salgado "Mañana será otro día" (Guatemala), de Esteban Olivero Reynoso "Maputo" (Brasil/SP), de Lucas Abrahão "Pequenos Traficantes Brancos" (Brasil/RJ), de José Bial "Sonhos de uma Revolução" (Portugal), de Pedro Neves "Você" (Brasil/RJ), de Elisa Bessa Mostra de animação "A Luz que Falta Dentro de Mim” (Brasil/RJ), de Julianna Collares "Confetti" (Estados Unidos), de Amanda Bonaiuto "Eis Que" (Brasil/RJ), de Ygor Betine "Haggis" (Brasil/SC), de Raul Dutra Cabral "Lagrimar" (Brasil/RN), de Paula Vanina "Lines" (Alemanha), de Martin Schmidt "Pasos para volar" (Argentina), de Nicolás Conte e Rosario Carlino "Poise" (Portugal), de Luís Soares "Shoes and Hooves" (Hungaria), de Viktória Traub Sobre a Claro A Claro é o maior grupo de Telecomunicações da América Latina e uma das maiores operadoras de multisserviços do Brasil, presente em todas as regiões do país. Está em mais de 4.800 municípios brasileiros e suas redes disponibilizam serviços a cerca de 98% da população. Recentemente, a Claro foi escolhida como a empresa de telecomunicações mais inovadora do Brasil, pela 10ª edição do Prêmio Valor Inovação 2024. A Claro oferece soluções integradas de conectividade, entretenimento, produtividade e serviços digitais de forma verdadeiramente convergente, em várias plataformas fixas e móveis. Em 2019, a empresa criou o beOn Claro, seu hub de inovação, para facilitar, potencializar e conectar a inovação dentro e fora da companhia. A Claro é líder em TV por assinatura, banda larga e a operadora que mais cresce em serviços móveis. Por meio da marca Claro empresas, lidera também o segmento de serviços corporativos, que incluem ofertas em nuvem, telecom, TI e segurança de redes e aplicações. A operadora conta ainda com o Claro 5G+ disponível em regiões de todos os estados e no Distrito Federal. E, segundo medições realizadas pelo Speedtest®, a Claro tem a internet mais rápida do Brasil no 5G e no Wi-Fi. A rede Claro 5G+ é a mais veloz do Brasil e da América do Sul e oferece a menor latência, a melhor experiência 5G em games e a melhor experiência de streaming de vídeos na rede 5G do Brasil. A Claro faz parte da América Móvil, com presença em 25 países na América Latina e também na Europa e Estados Unidos. Alex Varella

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