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- Samba & Feijoada: Família Moadir anima o sábado (18/07) no Rio Scenarium
Casa reúne buffet de feijoada à vontade, música ao vivo e opções vegetarianas em mais uma edição do tradicional almoço de sábado Samba & Feijoada com Família Moadir O sábado ganha trilha sonora de samba e sabor de feijoada no Rio Scenarium. No dia 18 de julho, a casa promove mais uma edição do tradicional Samba & Feijoada, programa que reúne gastronomia, música ao vivo e o ambiente singular de um dos espaços culturais mais emblemáticos do Rio de Janeiro. A programação começa ao meio-dia, com a abertura da casa e o tradicional caldinho de feijão acompanhado de batata-frita para receber o público. A partir das 13h, é servido o buffet de feijoada à vontade. Além da versão clássica, preparada com os acompanhamentos tradicionais, o cardápio oferece opções veganas, como tofu com legumes e penne ao molho pomodoro. A trilha sonora da tarde fica por conta da Família Moadir, um dos grupos mais tradicionais do samba carioca. No palco do Pavilhão da Cultura, o repertório reúne clássicos do gênero e canções que atravessam gerações, em uma apresentação que celebra as raízes do samba e convida o público a prolongar a tarde entre música, dança e encontros. Instalado em um casarão histórico da Rua do Lavradio, no coração do Rio Antigo, o Rio Scenarium transforma o almoço de sábado em um programa completo. Cercado por salões repletos de antiguidades e pela atmosfera boêmia da região, o público encontra um cenário que combina patrimônio cultural, gastronomia e a energia característica do samba carioca. Serviço Rio Scenarium R. do Lavradio, 20 – Centro – RJ Samba & Feijoada com Família Moadir Data: 18 de julho (sábado), a partir das 13h. Abertura da casa às 12h. Buffet de feijoada: das 13h às 16h. Show da Família Moadir: até as 17h. Ingressos: A partir de R$75. Contato: (21) 96550-0002 (WhatsApp) e faleconosco@rioscenarium.com.br Programação e ingressos: https://site.bileto.sympla.com.br/rioscenarium Mais informações: www.rioscenarium.com.br / @rioscenarium Assessoria de Imprensa Grupo Scenarium – Arteiras Comunicação Iolanda Vieira – (21) 99430-2418 Teresa Tavares – (21) 98176-5423 Rô Lopes – (21) 99693-8333 gruposcenarium@arteiras.com.br Nando Andrade
- Por trás de cada post existe cuidado: quando comunicar também é uma forma de acolher
Ao navegar pelas redes sociais, normalmente vemos apenas o resultado: uma imagem, um vídeo ou algumas linhas de texto que atravessam a tela em poucos segundos. Quase nunca imaginamos o percurso que antecede aquele instante. Adilson Henrique e José Gabriel - Foto: Antes de uma publicação existir, há conversas, observação do cotidiano, leituras, anotações, revisões e inúmeras perguntas. Existe tempo dedicado a compreender como determinadas palavras serão recebidas por quem está do outro lado da tela. É justamente esse caminho que inspira o quadrinho apresentado nesta edição. Em vez de mostrar apenas a publicação pronta, a narrativa convida o leitor a acompanhar aquilo que geralmente permanece invisível: o percurso de uma ideia até se transformar em algo capaz de gerar identificação. A história começa longe do computador. Surge em momentos simples, como uma conversa descontraída, uma partida de videogame, um café compartilhado ou um instante de silêncio. São experiências comuns, mas carregadas de significado, que despertam reflexões sobre relações humanas, sofrimento, pertencimento e formas de existir. Depois desse primeiro movimento, inicia-se outra etapa: pesquisar, estudar e organizar referências. Não se trata apenas de reunir informações, mas de compreender como conceitos da psicanálise, da saúde mental e da terapia afirmativa podem ser apresentados com profundidade, sem perder clareza e sensibilidade. A partir daí, entram em cena o planejamento, a escrita e a revisão. Cada escolha é pensada para que a linguagem seja acessível sem simplificar excessivamente temas complexos. Afinal, aquilo que parece apenas uma legenda ou um Reel pode representar o primeiro contato de alguém com assuntos que nunca conseguiu nomear. Ao longo do quadrinho, fica evidente que nenhuma publicação nasce isoladamente. Ela é resultado do encontro entre conhecimento técnico, criatividade, escuta clínica e vivências compartilhadas. As cenas revelam que as ideias amadurecem nas conversas, são refinadas durante o planejamento e ganham forma por meio da colaboração. Adilson Henrique e José Gabriel - Foto: Arquivo pessoal Essa responsabilidade torna-se ainda maior quando o diálogo é voltado a homens e pessoas LGBTQIA+. Muitos cresceram aprendendo que demonstrar vulnerabilidade era sinal de fraqueza. Outros passaram anos tentando esconder quem eram para evitar rejeição. Nesse contexto, cada frase precisa ser construída com respeito, responsabilidade e consciência de seu impacto. Também por isso, o objetivo não é oferecer respostas prontas, mas abrir espaço para reflexão. Uma publicação não substitui um processo terapêutico, porém pode despertar perguntas importantes, reduzir o sentimento de isolamento e incentivar alguém a procurar apoio especializado. Outro aspecto evidenciado pela narrativa é a força da representatividade. Quando uma pessoa encontra personagens, histórias e situações que dialogam com sua própria experiência, aumenta a possibilidade de perceber que existe um lugar onde sua trajetória pode ser compreendida sem julgamentos. No último quadro, quando a publicação finalmente vai ao ar, percebe-se que aquele clique representa apenas o encerramento de uma longa construção. O verdadeiro trabalho começa quando o conteúdo encontra seu público e passa a produzir encontros, diálogos e novas possibilidades de reflexão. Esse projeto é desenvolvido por mim, Adilson Henrique Narde de Oliveira Almeida, em parceria com o psicanalista José Gabriel Almeida. Enquanto José oferece o olhar clínico e a fundamentação teórica, atuo na pesquisa e na construção das narrativas que aproximam esse conhecimento da realidade cotidiana. No Instagram @adilsoncomalmeida, compartilho esse percurso criativo, mostrando como uma ideia atravessa diferentes etapas até se tornar uma publicação. Mais do que revelar bastidores, procuro refletir sobre comunicação, diversidade, saúde mental e a maneira como as histórias podem aproximar pessoas de temas que, durante muito tempo, permaneceram cercados por silêncio. Adilson Henrique e José Gabriel - Foto: Arquivo pessoal Porque, no fim, um post pode durar poucos segundos na tela, mas seus efeitos podem permanecer por muito mais tempo. Às vezes, basta uma frase para que alguém se reconheça, encontre palavras para o próprio sofrimento e perceba que pedir ajuda também faz parte do caminho. Adilson Henrique Narde de Oliveira Almeida Instagram: @adilsoncomalmeida E-mail: adilson.140393@gmail.com José Gabriel Almeida Instagram: @jgalmeida.psi E-mail: jgalmeida.psi@gmail.com Adilson Henrique & José Gabriel
- Dolores Club recebe tributo a Los Hermanos com participação de integrante original da banda
Com a participação do trompetista original Bubu Trompete, espetáculo reúne os maiores sucessos dos Los Hermanos em uma noite de nostalgia, fidelidade musical e celebração ao legado da banda carioca. 'Especial Los Hermanos' - Foto: Divulgação Os fãs de Los Hermanos terão a oportunidade de reviver os grandes sucessos da banda carioca no sábado, 18 de julho, às 21h30, no Dolores Club, na Lapa. O espetáculo Especial Los Hermanos reúne os principais clássicos do grupo em um show que percorre diferentes fases da carreira da banda, reproduzindo os arranjos originais e a atmosfera que marcou uma geração. Ingressos a partir de R$30. Abertura da casa às 20h. Um dos grandes diferenciais da apresentação é a participação do trompetista Bubu Trompete, integrante original dos Los Hermanos, responsável pelos metais em diversas gravações e apresentações da banda. Ao lado de músicos especializados em canções do grupo, ele ajuda a construir um espetáculo fiel às versões conhecidas pelo público. No repertório estão músicas como Último Romance, Cara Estranho, O Vento, O Vencedor, Anna Júlia, Primavera e outros sucessos que transformaram os Los Hermanos em um dos principais nomes do rock brasileiro dos anos 2000. Com mais de 15 anos de trajetória, o Especial Los Hermanos percorre o Brasil levando aos fãs uma experiência que combina nostalgia, qualidade musical e a energia de um show pensado para cantar do início ao fim. SERVIÇO: Dolores Club R. do Lavradio, 10 – Centro – RJ Especial Los Hermanos Data: sábado (18/07), às 21h30. Abertura da casa às 20h. Ingressos: a partir de R$30. Contato: (21) 96550-0002 (WhatsApp) e faleconosco@rioscenarium.com.br Programação e ingressos: https://site.bileto.sympla.com.br/doloresclub/ Mais informações: www.rioscenarium.com.br / @rioscenarium Assessoria de Imprensa Grupo Scenarium – Arteiras Comunicação Iolanda Vieira – (21) 99430-2418 Teresa Tavares – (21) 98176-5423 Rô Lopes – (21) 99693-8333 gruposcenarium@arteiras.com.br Nando Andrade
- Jurista luso-brasileiro acredita que o triângulo Mercosul, União Europeia e Emirados Árabes Unidos é “estratégico”
Especialista em direito digital e negócios internacionais, Luiz Eduardo Fernandes analisa como a integração entre Mercosul, União Europeia e Emirados Árabes Unidos inaugura um novo cenário para empresas que buscam expansão global com segurança jurídica, eficiência fiscal e estratégia regulatória. Imagem: Luiz Eduardo Fernandes, fundador da Corvus Advisory, advogado, especialista em direito digital, desenvolvimento de negócios internacionais e regulação digital. Foto: Agência Incomparáveis O advogado luso-brasileiro Luiz Eduardo Fernandes, especialista em direito digital, desenvolvimento de negócios internacionais e regulação digital, e fundador da Corvus Advisory, considera que empresários brasileiros e lusófonos vivem uma janela de oportunidade rara no direito económico internacional. Em entrevista à Agência Incomparáveis, o jurista defendeu que Mercosul, União Europeia e Emirados Árabes Unidos começam a formar, na prática, um triângulo de oportunidades para empresas que pretendem internacionalizar a sua actividade com planeamento societário, fiscal, regulatório e digital. Na avaliação de Luiz Eduardo Fernandes, a relevância deste movimento está na articulação entre três geografias com funções distintas. O Mercosul surge como base produtiva e plataforma de acesso comercial; a União Europeia representa segurança jurídica, credibilidade regulatória e acesso a consumidores, investidores e parceiros institucionais; e os Emirados Árabes Unidos consolidam-se como centro de eficiência fiscal, gestão de participações, propriedade intelectual e tesouraria internacional. “O empresário brasileiro já não precisa escolher entre Mercosul, Europa ou Golfo. Precisa compreender que cada jurisdição pode cumprir uma função dentro de uma arquitectura empresarial global”, afirmou. O novo quadro comercial entre Mercosul e União Europeia é apontado pelo advogado como um elemento central desta estratégia. A vertente comercial do acordo entrou em aplicação provisória a 1 de maio de 2026, criando uma zona de comércio que reúne cerca de 700 milhões de pessoas, segundo a Comissão Europeia. Para Luiz Eduardo Fernandes, as empresas que operam a partir do Brasil, Paraguai, Uruguai ou Argentina devem preparar-se desde já, revendo classificação aduaneira, regras de origem, contratos de fornecimento, cadeias logísticas e estruturas de exportação, de modo a captar vantagens antes da concorrência. Portugal, neste desenho, é visto como porta natural de entrada na Europa para empresários brasileiros e lusófonos. O advogado destaca a afinidade linguística, a proximidade cultural, a integração plena no mercado único europeu e o enquadramento jurídico regulatório da União Europeia. Num ambiente empresarial em que protecção de dados, cibersegurança, compliance digital e governação corporativa passaram a ser critérios de confiança, operar a partir de Portugal pode reforçar a credibilidade de empresas que procuram financiamento, parcerias e expansão internacional. As regras europeias sobre transferências internacionais de dados, por exemplo, impõem salvaguardas específicas quando dados pessoais saem do Espaço Económico Europeu, o que torna o cumprimento regulatório uma dimensão central da internacionalização. Na visão de Luiz Eduardo Fernandes, uma estrutura internacional pode manter a operação produtiva no Mercosul, centralizar uma holding intermédia em Portugal ou noutra jurisdição europeia e utilizar os Emirados Árabes Unidos como polo de gestão de participações, propriedade intelectual ou tesouraria. O advogado sublinha, contudo, que essa arquitectura deve ser construída dentro da legalidade, com substância económica, documentação adequada, contabilidade coerente e respeito por normas antiabuso, preços de transferência, regras de controlled foreign companies e obrigações fiscais nos países envolvidos. Os Emirados Árabes Unidos completam este modelo como plataforma de neutralidade geopolítica e eficiência empresarial. Centros como o Dubai International Financial Centre e o Abu Dhabi Global Market têm vindo a afirmar-se como ambientes jurídicos e financeiros procurados por grupos internacionais. Além disso, as regras fiscais dos Emirados prevêem uma taxa geral de imposto sobre sociedades de 9%, enquanto certas entidades qualificadas em zonas francas podem beneficiar de taxa de 0% sobre rendimento qualificado, desde que cumpram os requisitos legais aplicáveis. Para o fundador da Corvus Advisory, a utilização de estruturas em Portugal ou nos Emirados não deve ser confundida com evasão fiscal. Imagem: Luiz Eduardo Fernandes, fundador da Corvus Advisory, advogado, especialista em direito digital, desenvolvimento de negócios internacionais e regulação digital. Foto: Agência Incomparáveis “Uma holding em Dubai não serve para esconder nada. Serve para organizar participações, centralizar propriedade intelectual, gerir tesouraria e dar eficiência a um grupo empresarial com operação real”, explicou. Segundo o advogado, a diferença entre planeamento e evasão está na transparência, na substância económica e no cumprimento das regras de cada jurisdição. “O empresário internacional não precisa de zonas cinzentas. Precisa de método, estrutura e assessoria jurídica capaz de ler Brasil, Europa e Golfo ao mesmo tempo”, acrescentou. O direito digital surge como parte inseparável desta agenda. Luiz Eduardo Fernandes considera que internacionalizar hoje não é apenas abrir uma empresa, exportar um produto ou emitir facturas no exterior. Envolve fluxos internacionais de dados, contratos tecnológicos, protecção de propriedade intelectual, cibersegurança, plataformas digitais, due diligence regulatória e capacidade de demonstrar conformidade perante parceiros e autoridades. Para empresas brasileiras que pretendem negociar com a Europa, o cumprimento do RGPD e das regras europeias de transferência de dados deixou de ser tema acessório e passou a integrar a própria estratégia de negócio. Entre os sectores com maior potencial neste novo eixo, o advogado aponta tecnologia, agronegócio, foodtech, energia, saúde, educação, fintech, logística, indústria farmacêutica, serviços digitais, economia criativa e investimentos estruturados. Em comum, todos exigem desenho jurídico internacional, definição clara de onde produzir, onde vender, onde deter marcas e tecnologia, onde captar investimento, onde gerir lucros e como responder a diferentes ambientes regulatórios. A Corvus Advisory pretende actuar precisamente neste cruzamento entre direito, negócios, regulação digital, protecção de dados, cibersegurança e internacionalização. Segundo Luiz Eduardo Fernandes, o objectivo é apoiar empresas, investidores e grupos económicos na transformação de ambição internacional em estruturas viáveis, seguras e sustentáveis. “Não se trata apenas de abrir portas. Trata-se de desenhar pontes sólidas entre mercados, jurisdições e oportunidades”, concluiu. Ígor Lopes
- Assistida por mais de 200 mil pessoas em 270 sessões entre Brasil e Portugal, peça DOIS DE NÓS, chega pela primeira vez ao ao Rio de Janeiro, no Teatro Axia Casagrande. A partir de 23 de julho.
Espetáculo tem direção de José Possi Neto e texto de Gustavo Pinheiro e no elenco Antonio Fagundes, Christiane Torloni, Thiago Fragoso e Alexandra Martins “Dois de Nós” celebra os 60 anos de carreira de Antonio Fagundes e os 50 de Christiane Torloni, além dos 45 de amizade e parceria profissional de ambos. A peça oferece “experiência 360º”: visita aos bastidores (mediante ingressos, aos que desejarem) e bate-papo com elenco ao final da sessão. Imagem: “Dois de Nós” - Foto: Divulgação “Dois de Nós”, um dos maiores sucessos da recente temporada teatral no Brasil e em Portugal, chega ao Rio de Janeiro em 23 de julho. A peça reúne um dos casais mais icônicos da televisão e do cinema brasileiros, Antonio Fagundes e Christiane Torloni, que se encontram pela primeira vez no teatro, ao lado dos atores Thiago Fragoso e Alexandra Martins. O texto inédito é de Gustavo Pinheiro, sob direção de José Possi Neto. A peça já foi assistida por mais de 200 mil pessoas em São Paulo e outras 10 cidades do Brasil, além de 11 cidades em Portugal, para onde já está convidada a voltar. O espetáculo celebra os 60 anos de carreira de Antonio Fagundes e os 50 de Christiane Torloni, além dos 45 de amizade e parceria profissional de ambos. Fagundes e Torloni trabalharam juntos pela primeira vez na série “Amizade Colorida” (1981) e, em seguida, na novela “Louco Amor”, ambas da TV Globo. Depois, contracenaram na telona, no filme “Besame Mucho” (1987). Há 30 anos, em 1994, formaram um dos casais mais antológicos da teledramaturgia brasileira: Dinah e Otávio, em “A Viagem”. Os atores se encontraram pela última vez diante das câmeras em “Velho Chico” (2016), também da Globo. Outro reencontro em cena é o de Fagundes com o ator Thiago Fragoso que, juntos, fizeram enorme sucesso na novela “Amor à Vida” (TV Globo). “Em primeiro lugar foi o elenco que me fez ser atraído por esse projeto, Fagundes e Chris Torloni são atores que não só admiro, mas que são exemplo e inspiração para mim. Quando li o texto então, já estava dentro”, conta Fragoso, que, além de novelas e séries de enorme repercussão, também dedicou boa parte da sua carreira ao palco em peças como “Romeu e Julieta” (1998), “O beijo no asfalto” (2000), “O Despertar da Primavera” (2001), “Veneza” (2005) e “Rock’n’Roll” (2009). Imagem: “Dois de Nós” - Foto: Divulgação A PEÇA Na comédia “Dois de Nós”, dois casais de gerações diferentes se encontram num quarto de hotel. Segredos e mentiras começam a ser revelados trazendo à tona um divertido turbilhão de sentimentos, com muita emoção e desafios que mudarão as suas vidas para sempre. “A peça propõe um jogo muito prazeroso e divertido para os atores e mais ainda para a plateia”, afirma Fagundes, há 22 anos sem encenar um texto de autor brasileiro (o último foi “Sete Minutos”, de sua própria autoria). De forma poética e bem-humorada, são abordados assuntos comuns aos casais, como rotina, filhos, dinheiro, tempo, realização profissional, desejo sexual, frustrações e mágoas, tudo à luz das mudanças velozes de comportamento, características da atualidade. Da interação dos personagens, emergem as picuinhas da intimidade, as questões mal resolvidas, as implicâncias, mas também as cumplicidades. “Estar com o meu querido Antonio Fagundes em ‘Dois de Nós’ tem sido uma celebração dos nossos 40+5! Uma provocação para uma VIAGEM ainda mais bonita. Dessa vez pelos palcos, nossa casa, compartilhando emoções com novos companheiros como Alexandra e Thiago e… mais um reencontro com meu delicioso e rigoroso diretor, amigo, irmão, José Possi. Evoé!”, celebra Christiane Torloni. O projeto surgiu em julho de 2023 no Ciclo de Leituras do Teatro Adolpho Bloch, no Rio de Janeiro, onde peças inéditas são lidas gratuitamente para o público. Na leitura de “Dois de Nós”, os 350 lugares do teatro ficaram lotados e outras 200 pessoas ficaram de fora. “As pessoas gargalhavam e se emocionavam também! Essa resposta que tivemos do público no dia da leitura foi muito marcante para nos incentivar a fazer a montagem”, relembra Alexandra Martins que, além de atriz, estreia como produtora executiva do espetáculo ao lado de Fagundes, dando continuidade à parceria de sucesso do casal no teatro, cinema e TV. Os dois estiveram juntos na comédia “Baixa Terapia” entre 2017 e 2023, arrebatando 450 mil espectadores em 600 apresentações entre Brasil, EUA e Portugal. Imagem: “Dois de Nós” - Foto: Divulgação Fagundes e Martins conheceram o autor Gustavo Pinheiro quando assistiram à peça “A Tropa”, de sua autoria, em 2017. Desde então, acalentavam a vontade de trabalhar juntos. “Nestes últimos anos, tenho a alegria de poder dizer que ficamos amigos. Tive as primeiras ideias para a peça em 2018, então conhecer o Fagundes e a Alexandra foi um motivo perfeito para finalmente colocar o texto no papel, propondo um jogo onde o público é surpreendido a cada minuto e as certezas são postas em xeque a cada nova reviravolta”, conta Pinheiro, também autor dos sucessos “A Tropa”, com Otavio Augusto, e “A Lista”, com Lilia Cabral e sua filha, Giulia Bertolli. A montagem da peça “Dois de Nós” também renova a longa e bem-sucedida parceria profissional de Torloni com o diretor José Possi Neto, com quem já trabalhou em peças de sucesso como “O Lobo de Ray-Ban” (1988), “Salomé” (1997), “Joana D’Arc” (2000), “Mulher por um fio” (2005) e “Master Class” (2015-2019) “DOIS DE NÓS é uma comédia que impõe e expõe ao espelho a história de dois casais contemporâneos e essencialmente brasileiros. Noves fora as rabugices e implicâncias que nos fazem morrer de rir, assistimos o desnudar de quatro personagens revelando suas dores e mazelas, suas vitórias e alegrias. Atravessam em uma hora e meia de espetáculo uma longa noite cumprindo o exercício fundamental do teatro que é enfrentar os deuses e mudar seu próprio destino”, afirma Possi Neto, um dos mais respeitados e premiados diretores do Brasil – vencedor, entre outros, de três Prêmios Mòliere; quatro Prêmios APCA e três Prêmios Mambembe –, e que trabalha pela primeira vez com Fagundes. Christiane Torloni e Antonio Fagundes - celebram no palco 45 anos de amizade e parceria profissional “A peça chega me oferecendo a alegria de trabalhar pela primeira vez com o grande Antonio Fagundes e voltar à sala de ensaios com minha parceira mais fiel, Christiane Torloni, somados ao privilégio de um primeiro encontro com os talentos de Alexandra Martins e Thiago Fragoso. Posso querer mais? Posso sim: divertir e encantar nosso público. Com esse time de frente eu tenho certeza que POSSO”, diz o diretor. Fabio Namatame, nos figurinos e no cenário, Wagner Freire, no desenho de luz, e André Abujamra, na música original, completam a ficha técnica. SINOPSE Dois casais de gerações diferentes se encontram em um quarto de hotel. Segredos e mentiras começam a ser revelados e trazem à tona um divertido turbilhão de sentimentos, com muita emoção e desafios, que mudarão as suas vidas para sempre. EXPERIÊNCIA 360º ENSAIOS ABERTOS Assim como em outros espetáculos de Antonio Fagundes, como “Vermelho” e “Baixa Terapia, esta produção também realizou ensaios abertos antes da estreia em 2024. Durante esse período, o público teve a oportunidade de acompanhar o processo de criação, observando de perto o desenvolvimento das cenas e o trabalho conjunto da equipe artística e técnica. A iniciativa busca aproximar o público do fazer teatral e revelar as diversas etapas que antecedem a estreia de um espetáculo. BASTIDORES O público também pode ter acesso aos bastidores, antes de todas as sessões, para vivenciar o que acontece por trás do espetáculo. O espectador que comprar o ingresso para o espetáculo, pode comprar também o ingresso de acesso aos bastidores, onde participa de um tour guiado pelo ator Antonio Fagundes, com visita aos camarins, acesso às coxias e sessão de fotos. Para realizar a visita, limitada a 40 participantes, o espectador deve chegar ao teatro uma hora e meia antes do espetáculo começar. BATE-PAPO Ao fim de cada sessão, o elenco voltará ao palco para um bate-papo com a plateia, numa troca divertida e informal sobre a peça. Atenção: o bate-papo é realizado por liberalidade e cortesia da produção. A realização do bate-papo não é obrigatória. Sujeito a disponibilidade de agenda dos atores. FICHA TÉCNICA: Texto: Gustavo Pinheiro Direção: José Possi Neto Assistente de Direção: Antonio Fagundes Elenco: Antonio Fagundes, Christiane Torloni, Thiago Fragoso e Alexandra Martins Figurinos e Cenários: Fábio Namatame Desenho de Luz: Wagner Freire Desenho de Som: Labsom Música Original: André Abujamra Produção: Antonio Fagundes Produção Executiva: Gustavo de Souza e Alexandra Martins Assistente de Produção: Vanessa Campos Assessoria de Imprensa: JSPontes Comunicação - João Pontes e Stella Stephany SERVIÇO: “DOIS DE NÓS” Teatro Axia Casagrande / Shopping Leblon – Av. Afrânio de Melo Franco, 290/Loja A, Leblon (estacionamento no local) HORÁRIOS: 5ª a sab às 20h, dom às 17h (abertura da casa: 1h antes) / BASTIDORES: chegar ao teatro com 1h30 de antecedência em relação ao início do espetáculo / INGRESSOS: plateia vip R$230 e R$115 (meia); plateia setor 1 R$210 e R$105 (meia); balcão setor 2 R$180 e R$90 (meia); balcão setor 3 R$160 e R$80 (meia); bastidores R$140 / VENDAS: https://www.eventim.com.br/artist/dois-de-nos/#calendar-start=2026-07 ou na bilheteria do teatro 4ª de 12h às 18h; 5ª de 15h às 22h; 6ª de 15h às 22h; sab de 15h às 22h; dom de 14h às 19h / CAPACIDADE: 926 espectadores / ACESSIBILIDADE: sim / DURAÇÃO: 90 min / GÊNERO: comédia / CLASSIFICAÇÃO: 12 anos / TEMPORADA: até 1º de novembro Redes Sociais: @doisdenosteatro / @fafacultural PROGRAMA DA PEÇA: https://drive.google.com/file/d/1ez8bIsbs6Stfla4SKPeaC-KheE0QG_4E/view?usp=share_link Video: Cena 3- “Dois de Nós” Alex Varela
- Morre Renato Machado, uma das vozes mais respeitadas do telejornalismo brasileiro
O jornalismo brasileiro amanheceu de luto nesta quinta-feira (16). Morreu, aos 83 anos, o jornalista Renato Machado, um dos profissionais mais elegantes e respeitados da televisão brasileira. O ex-apresentador do Bom Dia Brasil faleceu na Clínica São Vicente, na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro. Até o momento, a causa da morte não foi divulgada. Reconhecido por sua credibilidade, serenidade e apuração rigorosa dos fatos, Renato construiu uma carreira de mais de quatro décadas na TV Globo, tornando-se referência para diferentes gerações de jornalistas e telespectadores. Sua morte provocou grande comoção entre colegas de profissão e admiradores. A TV Globo divulgou uma nota oficial lamentando a perda: “O Brasil perdeu um de seus profissionais mais respeitados.” A emissora destacou o rigor jornalístico, a elegância na condução das notícias e a contribuição de Renato para a formação do telejornalismo moderno no país. Foto: Reprodução- Memória Globo Uma trajetória marcada pela excelência Formado em Direito e Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Renato Machado iniciou sua carreira no rádio no início da década de 1970. Antes de consolidar seu nome no jornalismo, chegou a atuar no teatro, na televisão e até na dublagem. Sua carreira ganhou projeção nacional ao passar por importantes veículos de comunicação, como o Jornal do Brasil, a Rede Manchete, a BBC e, posteriormente, a TV Globo, onde viveu seus momentos mais marcantes. Na emissora, apresentou programas históricos como: Jornal da Globo; RJTV; Bom Dia Brasil; Participações na bancada do Jornal Nacional; ALém de atuar como correspondente internacional em Nova York e Londres e como repórter especial do Globo Repórter. A despedida de Renato Machado do 'Bom Dia Brasil' em 2010 (Imagens: Reprodução/TV Globo) Entre 1996 e 2010, como apresentador e editor-chefe do Bom Dia Brasil, ajudou a modernizar o telejornal, tornando-o mais dinâmico, com maior interação entre apresentadores, comentaristas e entradas ao vivo — um formato que influenciou os telejornais matinais brasileiros nas décadas seguintes. Foto: Reprodução- Memória Globo O legado para o jornalismo brasileiro Mais do que um apresentador, Renato Machado representou uma geração de jornalistas comprometidos com a informação precisa, a sobriedade e a responsabilidade editorial. Sua maneira discreta de conduzir as notícias, sem protagonismo excessivo, fez com que se tornasse sinônimo de credibilidade. Em uma época marcada pela velocidade da informação, Renato sempre demonstrou que a serenidade, a apuração cuidadosa e o respeito ao público são pilares indispensáveis do bom jornalismo. Também contribuiu para a formação de inúmeros profissionais que passaram pelas redações da TV Globo, sendo lembrado como um colega generoso, culto e profundamente dedicado ao ofício. Seu legado permanece vivo não apenas nas reportagens e telejornais que apresentou, mas também no padrão de qualidade que ajudou a estabelecer para o telejornalismo brasileiro. Sua trajetória atravessou diferentes gerações, consolidando seu nome como um dos grandes mestres da imprensa nacional. Redação
- Espetáculo que celebra o legado da banda Queen chega ao Teatro Riachuelo Rio para apresentação única
Queen Legend + Elvis Balbo proporciona uma experiência única que retoma os anos de ouro do rock "Queen Legend + Elvis Balbo" - Foto: Divulgação O Teatro Riachuelo Rio recebe, no dia 22 de julho, a apresentação única e exclusiva de "Queen Legend + Elvis Balbo", um dos maiores intérpretes de Freddie Mercury do mundo, une-se à banda Queen Legend para uma homenagem emocionante à icônica banda britânica Queen. O espetáculo promete uma experiência autêntica e eletrizante para os fãs. A banda é conhecida por sua precisão musical e respeito à obra original, recriando com maestria os maiores sucessos e clássicos atemporais, como "Bohemian Rhapsody", "We Will Rock You" e "Somebody to Love". "Queen Legend + Elvis Balbo" - Foto: Divulgação Com a proposta de trazer toda a emoção, magia e energia dos lendários shows do Queen, a banda transforma cada performance em uma noite repleta de emoções. Celebrando o legado da lendária banda britânica, QUEEN Legend + E. Balbo proporciona uma experiência única que transporta o público diretamente para a magia dos anos dourados do rock. Prepare-se para uma celebração épica e vibrante que fará você cantar, dançar e reviver os momentos mais emblemáticos do Queen. Teatro Riachuelo Rio O prédio, tombado como patrimônio histórico-cultural, é imponente e se destaca na Rua do Passeio, número 40, reunindo passado, presente e futuro em um só lugar. O ícone da belle époque brasileira ficou com as portas fechadas por dois anos até 2016, quando foi devolvido à população como Teatro Riachuelo Rio, sempre com uma programação plural e acessível. Desde então, foram realizados diversas peças, musicais, concertos e shows. Com uma área de aproximadamente 3.500 m², o teatro oferece uma estrutura completa para seus frequentadores, incluindo foyer, salas de ensaio, escritórios, camarins, área externa e uma grande sala com plateia para 999 pessoas. Mais do que um espaço físico, o local representa um compromisso com a promoção da cultura e da arte em suas diversas formas. O espaço conta ainda com o Bettina Café & Arte, que, além de abrir como bomboniere para atender ao público do teatro, funciona também para café da manhã e almoço. Serviço: Espetáculo: Queen Legend + Elvis Balbo Data: 22 de julho, quarta-feira, às 20h Vendas: Ingresso.com Valores: Plateia VIP - R$ 280,00 Plateia - R$ 240,00 Balcão Nobre - R$ 200,00 Balcão 1 - R$ 160,00 Balcão 2 - R$ 50,00 Classificação: 12 anos Duração: 90 min Local: Teatro Riachuelo Rio – Rua do Passeio, 38/40 - Centro, Rio de Janeiro - RJ Informações para a imprensa: MNiemeyer Assessoria de Comunicação - www.mniemeyer.com.br Juliana Rosa: juliana@mniemeyer.com.br / (21) 97209-589 Ana Luiza Prince: analuiza@mniemeyer.com.br / (21) 97442-876 Alex Varela
- Monólogo baseado em best-seller, “Eu matei Sherazade, confissões de uma árabe em fúria” retorna aos palcos do RJ, no Teatro TotalEnergies
Indicada ao Prêmio APTR, Carolina Chalita inicia, com a reestreia, tour da peça que mergulha na obra da autora libanesa Joumana Haddad para propor um olhar sobre o feminino "Carolina Chalita em Eu matei Sherazade, confissões de uma árabe em fúria" - Foto: Juliana Chalita Até onde as realidades vividas pelas brasileiras e pelas mulheres árabes se distanciam? Este questionamento é o ponto de partida de “Eu matei Sherazade, confissões de uma árabe em fúria”, que retorna aos palcos no Teatro TotalEnergies, na Glória, para apenas três apresentações, nos dias 24, 25 e 26 de julho, sexta-feira e sábado, às 20h, e domingo, às 18h. Indicada ao Prêmio APTR, Carolina Chalita atua e assina a dramaturgia do monólogo, primeira adaptação do livro homônimo da autora libanesa Joumana Haddad para o teatro, com direção de Miwa Yanagizawa, direção musical de Beto Lemos e música ao vivo de Maria Clara Valle. Após a reestreia, o espetáculo segue em tour até outubro pelas unidades do SESC RJ e no Centro Cultural do Poder Judiciário (CCPJ). No palco, Carolina - que tem ascendência libanesa - narra as confissões de uma árabe enfurecida pela maneira como a mulher é vista por seu próprio povo e pelo olhar preconceituoso do Ocidente. - Desenvolvemos uma dramaturgia que oferece a possibilidade de investigar as fronteiras entre os olhares árabe e ocidental sobre as mulheres. Joumana Haddad nos apresenta um caminho para a libertação da hipocrisia da cultura patriarcal - conta Chalita. O caminho para a libertação, na obra de uma das mais influentes escritoras do mundo árabe, é encontrado por meio de uma crítica à forma como é apresentada a personagem Sherazade no livro “As mil e uma noites”, obra que compilou histórias populares originárias do Oriente Médio e do sul da Ásia em língua árabe a partir do século IX. Sherazade sempre foi exaltada, especialmente sob o olhar ocidental, como uma referência de insubmissão feminina, ao utilizar sua imaginação para sobreviver aos abusos de um sultão. Segundo Joumana Haddad, no entanto, ela não rompe com o sexismo. Pelo contrário, o perpetua por trás de histórias que ludibriam e que maquiam uma transformação do sultão, um assassino de mulheres. - O sultão, que, a cada noite, matava uma virgem de seu reino como vingança por ter sido traído por sua primeira esposa, fica curioso com as fábulas de Sherazade, o que, para o mundo ocidental e para os próprios árabes, significa que a personagem não é submissa. É exatamente isso que Joumana questiona - detalha Carolina. A sua ascendência, inclusive, foi um dos motivos pelo interesse de Chalita por “Eu matei Sherazade”. A atriz conta que assistiu a uma leitura dramatizada de uma adaptação do livro realizada por Clarisse Niskier, em 2013. - Quando acabou a leitura, procurei a Clarisse e disse que, se ela não fosse montar, de fato, o texto, eu me interessaria. Depois de um ano, ela me liberou e procurei a Joumana – revela. "Carolina Chalita em Eu matei Sherazade, confissões de uma árabe em fúria" - Foto: Juliana Chalita Sinopse do espetáculo: O espetáculo narra as confissões de uma árabe enfurecida pela maneira como a mulher é vista por seu próprio povo e pelo olhar preconceituoso do Ocidente. Ela descobre, através da literatura, o caminho para se libertar da hipocrisia patriarcal e, assim, escolher o que realmente deseja ser e criticar a forma como a personagem Sherazade, do livro “As mil e uma noites”, é exaltada em todo o mundo por ser uma referência de insubmissão feminina. Segundo Joumana Haddad, Sherazade não rompe com o sexismo. Pelo contrário, o perpetua, por trás de uma transformação maquiada. A autora enaltece a importância de as mulheres conquistarem o protagonismo sobre suas vidas para a construção de uma nova consciência do feminino. "Carolina Chalita em Eu matei Sherazade, confissões de uma árabe em fúria" - Foto: Juliana Chalita Sobre Carolina Chalita: Com 20 anos de carreira, Carolina Chalita começou no teatro aos oito anos de idade. Aos 16, foi estudar na Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), no Rio de Janeiro, onde conheceu o Amok Teatro, grupo em que atuou por três anos. Foi integrante da Cia Teatro Esplendor, dirigida por Bruce Gomlevsky, por 10 anos, na qual, entre outras, participou da montagem de “Festa de Família”, peça que ficou seis anos em cartaz e por conta da qual Carolina foi convidada para integrar o elenco da novela “Viver a Vida”, exibida originalmente pela TV Globo, entre 2009 e 2010, e reprisada, atualmente, no canal Viva. Entre seus trabalhos na TV, destacam-se as séries“Impuros”, da Star plus, “Os Suburbanos”, do Multishow, “Amor de 4”, do Canal Brasil, “Os homens são de Marte e é pra lá que eu vou”, do GNT, “A Grande Família”, da TV Globo. Além disso, esteve na telenovela “O Astro”, na TV Globo. No cinema, é protagonista, ao lado do ator Thiago Lacerda, do filme “Água na Boca”, de Duanne Buss, que tem estreia prevista para 2025. "Carolina Chalita em Eu matei Sherazade, confissões de uma árabe em fúria" - Foto: Juliana Chalita Sobre Joumana Haddad: Joumana Haddad é poeta, jornalista e ativista de direitos humanos. Ela foi selecionada como uma das 100 mulheres mais poderosas do mundo pela Arabian Business Magazine por conta de seu ativismo cultural e social. Em 2021, estava na lista da ONG inglesa Apolitical como uma das 100 pessoas mais influentes na política de gênero. Joumana é fundadora da Jasad, uma revista erótica trimestral em língua árabe, especializada em artes e literaturas do corpo. A escritora lançou um novo programa de TV, em novembro de 2018, na estação de televisão libanesa Alhurra, destacando os temas da liberdade de expressão e do pensamento crítico. Em setembro de 2019, fundou uma ONG centrada na juventude, em Beirute, no Líbano, chamada Joumana Haddad Freedoms Center. Em fevereiro de 2020, em parceria com o Institut Français do Líbano, ela lançou o primeiro Festival Internacional de Feminismos no Oriente Médio, junto a um grupo de coorganizadores locais e internacionais. Ficha técnica: Livre adaptação do livro homônimo de Joumana Haddad Dramaturgia: Carol Chalita e Miwa Yanagizawa Idealização e Atuação: Carol Chalita Direção: Miwa Yanagizawa Direção Musical e Trilha Sonora Original: Beto Lemos Musicista: Maria Clara Valle Cenografia: Constanza de Córdova Figurino: Tereza Fournier Costureira: Georgina Moallak Loureiro Iluminadora: Nina Balbi e Pedro Carneiro Operador de Luz: João Gaspary Interlocução de Movimento: Laura Samy Preparação Vocal: Sonia Dummont Fotos: Juliana Chalita Assessoria de Imprensa: Carlos Pinho Produção Executiva: João Eizô Y Saboya Direção de Produção: Sérgio Saboya e Silvio Batistela Realização: M S Documenta Produções Artísticas e Jornalísticas AGENDA: APRESENTAÇÕES - TEATRO TOTALENERGIES: Sessões: dias 24, 25 e 26 de julho, sexta-feira e sábado, às 20h, e domingo, às 18h Local: Teatro TotalEnergies – Sala Adolpho Bloch – Rua do Russel, 804, Glória, Rio de Janeiro - RJ Ingressos: Plateia A: R$ 90 (inteira) e R$ 45 (meia-entrada) Plateia B: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada) Vendas e mais informações pelo site https://www.ingresso.com/espetaculos/eu-matei-sherazade-confissoes-de-uma-arabe-em-furia Duração: 60 minutos Classificação: 14 anos PROGRAMAÇÃO - SESC RJ: SESC TERESÓPOLIS – 08/08, sábado, horário em breve Endereço: Av. Delfim Moreira, 749 - Várzea, Teresópolis Ingressos: informações em breve SESC QUITANDINHA – 28/08, sexta-feira, horário em breve Endereço: Av. Joaquim Rolla, 02, Quitandinha, Petrópolis Ingressos: informações em breve SESC SÃO JOÃO DE MERITI – 12/09, sábado, horário em breve Endereço: Av. Automóvel Clube, 66 - Centro, São João de Meriti – RJ Ingressos: informações em breve SESC NOVA FRIBURGO – 26/09, sábado, horário em breve Endereço: R. Cadete Xavier de Alencar, 01, Vila Nova, Nova Friburgo Ingressos: informações em breve SESC CAMPOS – 23/10, sexta-feira, horário em breve Endereço: Avenida Alberto Torres, 397 - Centro – Campos Ingressos: informações em breve APRESENTAÇÕES – CCPJ-RJ: Endereço: Centro Cultural do Poder Judiciário (CCPJ) - Av. Erasmo Braga, 115 - Centro, Rio de Janeiro – RJ Sessões: dias 06, 07, 13 e 14 de outubro, terças e quartas-feiras, às 18h Ingressos: informações em breve Redes sociais: https://www.instagram.com/chalitacarol/ https://www.instagram.com/eumateisherazade/ Carlos Pinho
- Rosana Rabelo: liderança, propósito e compromisso com a sociedade, a serviço da infância e da família
Advogada, mãe, cristã e uma das principais referências na defesa dos direitos fundamentais em São Paulo, Rosana Rabelo construiu uma carreira pautada pelo compromisso com a proteção das crianças, o fortalecimento das famílias e a promoção da dignidade humana. Dra. Rosana Rabelo - Foto: Divulgação Mulheres Preciosas Podcast Ela tem a força de uma mulher que escolheu defender a família, a infância e os valores que sustentam a sociedade Existem pessoas que transformam sua profissão em um propósito de vida. A Dra. Rosana Rabelo é uma delas. Advogada há mais de dezoito anos, esposa, mãe de João Pedro, cristã e uma das principais vozes na defesa da família, da infância e dos direitos fundamentais no Estado de São Paulo, Rosana construiu uma trajetória marcada pela coragem, pela coerência e por princípios que permanecem inegociáveis. Em um cenário de constantes transformações sociais, sua atuação tornou-se referência para milhares de famílias que encontram em seu trabalho segurança, orientação e esperança. Com firmeza e profundo senso de justiça, dedica sua carreira à proteção das crianças, ao fortalecimento das famílias e à promoção da dignidade humana. Sua liderança ganhou ainda mais notoriedade durante a eleição para o Conselho Tutelar, quando foi eleita com 7.004 votos, tornando-se a Conselheira Tutelar mais votada do Brasil. Um reconhecimento que reflete a confiança da população em uma mulher cuja história é construída pelo compromisso, pela integridade e pelo serviço ao próximo. Para Rosana, defender a infância significa proteger o futuro da sociedade. Sua atuação em favor da educação de qualidade, da alimentação saudável, da valorização da família e da proteção integral das crianças demonstra uma visão responsável e comprometida com as próximas gerações. Dra. Rosana Rabelo e Familia - Foto: Arquivo Pessoal Atualmente, participa ativamente de movimentos sociais voltados à defesa da mulher, da família e da vida, além de integrar a Frente Parlamentar em Defesa da Vida e da Família na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. Sua presença em debates públicos e iniciativas sociais reforça sua missão de promover políticas e ações fundamentadas na justiça, na responsabilidade e no respeito à dignidade humana. Foi uma honra para o podcast Mulheres Preciosas receber a Dra. Rosana Rabelo. Em uma conversa conduzida por Francieli Romeiro e Samara Maiza, os espectadores conheceram não apenas a advogada e a líder pública, mas também a mulher de fé, sensível às causas que abraça e determinada a fazer da justiça um instrumento de transformação social. A trajetória de Rosana Rabelo revela que liderança verdadeira não se constrói apenas por discursos, mas pelo exemplo, pela coragem de permanecer fiel aos próprios princípios e pela disposição de servir. Sua história inspira homens e mulheres que acreditam que valores sólidos, compromisso com a verdade e amor ao próximo continuam sendo os pilares para a construção de uma sociedade mais justa, forte e humana. Tivemos a honra de olhar nos olhos; conhecê-la ouvi-la nos estúdios da bmcchannelsjc Dra. Rosana Rabelo ao lado das apresentadoras Fran Romeiro e Samara Maiza, no podcast Mulheres Preciosas Contato: Instagram @rosanarabelo.sjc / entrevistada @franciely_romeirooficialsjc / idealizadora do projeto e apresentadora @samara_porvoce / socia apresentadora @bmcchanneloficial / estúdio gravação Fran Romeiro & Samara Maiza
- Rumores e boatos: Quando a informação não chega, a imaginação faz o resto
A ausência de informações claras abre espaço para suposições, distorções e narrativas que podem comprometer relacionamentos, reputações e a confiança entre as pessoas. Imagem gerada por IA Rumores e boatos são o lado mais humano (e mais perigoso!) da comunicação informal. Estes aparecem quando falta clareza, quando há silêncio, quando a liderança não diz o que devia dizer no tempo certo. E, entre Portugal e Brasil, circulam com a mesma lógica, mas com texturas diferentes. Em Portugal, o rumor tende a ganhar forma de sussurro, insinuação e leitura de corredor. A rádio alcatifa funciona com subtileza: meia frase, olhar trocado, conclusão apressada. No Brasil, a rádio pião costuma correr com mais velocidade, mais volume e mais dramatização; o boato ganha corpo quase instantaneamente e pode chegar a muita gente antes de alguém ter confirmado o básico. A provocação é esta: os rumores não nascem porque as pessoas são más. Nascem porque as organizações são ambíguas. Quando a empresa não comunica, alguém comunica por ela. Quando há tensão não explicada, o grupo preenche os vazios com hipóteses. Quando existe medo, as pessoas procuram segurança na versão mais plausível, mesmo que não seja verdadeira. O rumor, no fundo, é uma tentativa improvisada de dar sentido ao que ainda não foi esclarecido. Em Portugal, o boato costuma ser mais contido, mas também mais persistente. Vive do não dito, da entrelinha e da interpretação sofisticada do que “se calhar” significou. No Brasil, o boato pode ser mais expansivo, mais emocional e mais rápido a espalhar-se por redes formais e informais ao mesmo tempo. Num lado, ele infiltra-se. No outro, ele corre... E ambos fazem o mesmo estrago. Porque o rumor tem uma força especial: não precisa de ser verdadeiro para produzir efeitos reais. Basta que seja credível. E o que torna um boato credível nas organizações não é só a sua forma. É o contexto em que este aparece. Se a confiança é fraca, qualquer detalhe vira confirmação. Se a liderança é opaca (ou pouco clara), qualquer silêncio vira prova. Se a cultura é insegura, qualquer mudança vira ameaça. Talvez por isso boatos sobre despedimentos, promoções, fusões, salários, favoritismos ou reestruturações sejam tão frequentes. Eles preenchem o vazio deixado por sistemas que falam tarde demais. E, em muitos casos, o rumor corre porque as pessoas já aprenderam que a versão oficial chega depois da versão do corredor. Entre Portugal e Brasil, a diferença está menos no fenómeno e mais na temperatura social que o envolve. Em Portugal, o rumor pode ser mais discreto, quase elegante na forma, mas corrosivo no conteúdo. No Brasil, pode ser mais ruidoso, mais direto e mais expansivo, mas também mais fácil de circular e mais difícil de conter. Um lado sussurra. O outro amplifica. Mas os dois desgastam e muito! E aqui está a pergunta séria: por que razão as pessoas preferem um boato a uma verdade tardia? Porque o boato dá uma coisa que a organização muitas vezes não dá: sensação de antecipação. Mesmo errada, mesmo incompleta, mesmo parcial, ele permite às pessoas sentir que estão a preparar-se. Só que essa preparação vem ao preço da ansiedade, da desconfiança e da distorção. Por isso, combater rumores não é apenas “desmentir”. É comunicar cedo, comunicar bem e comunicar com coragem. É admitir incertezas sem alimentar fantasias. É explicar o que se sabe, o que ainda não se sabe e quando haverá nova atualização. É tratar adultos como adultos. No fundo, rumor e boato são isto: a prova de que, quando a organização não ocupa o espaço com verdade, o espaço ocupa-se sozinho. E entre Portugal e Brasil, isso acontece com sotaques diferentes, mas com o mesmo resultado: menos confiança, mais desgaste e mais ruído invisível. Pedro Ramos









