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- Galeria de Arte Ipanema | Leontina, Milton e Alexandre – A transmissão do olhar - Fotos Vera Donato
Exposição reúne, pela primeira vez, obras de Maria Leontina, Milton Dacosta e Alexandre Dacosta, em um diálogo entre três gerações de artistas e os diferentes caminhos de um olhar transmitido, transformado e reinventado pela pintura “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato A Galeria de Arte Ipanema celebra seus 61 anos de atividade com a exposição: “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar”, que reúne pela primeira vez obras de Maria Leontina, Milton Dacosta e Alexandre Dacosta, mãe, pai e filho. A mostra estabelece um diálogo entre três gerações ligadas pela pintura e pela experiência familiar, revelando não apenas continuidades e diferenças entre suas linguagens, mas também a permanência de um olhar transmitido, transformado e reinventado ao longo do tempo. Entre abstração, construção geométrica, figuração, cor, gesto e matéria, as obras percorrem diferentes, do moderno ao contemporâneo, tendo a pintura como território comum de investigação. Ao celebrar simultaneamente a trajetória da galeria e a história de uma família profundamente vinculada à arte, a exposição propõe pensar a criação não como herança passiva, mas como um processo de transmissão, ruptura e reinvenção — em que cada geração recebe um olhar e, ao transformá-lo, inaugura outro. SERVIÇO: Leontina, Milton e Alexandre – A transmissão do olhar Galeria de Arte Ipanema | R. Aníbal de Mendonça, 27 – Ipanema Abertura: quinta, 10 de setembro, às 10h De segunda a sexta, das 10 às 19h, e sábado, das 11 às 15h. Entrada gratuita Domi Valansi e Patrizia D'Angello, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato ,Antonio Pedro Camargo, Alexandre Dacosta, Ralph e Ana Luiza Camargo, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Dora de Assis, Gustavo Vilela e Isabella Nobrega, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Alexandre Dacosta e Aloisio de Abreu, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Aloisio de Abreu, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Sueli Sambowsky e Luiz Seve, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Pedro Tebyrica e Roma Drummond, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Ricardo e Sueli Stambowsky e Edward Baldo, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Ligia Teixeira e Alexandre Dacosta, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Luciana Seve entre Teodosia Sofia e Luiz Fernando Pontes, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Joana Nolasco, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Ana Luisa Rego Macedo, Maria Cecilia Rego Macedo, Joana Nolasco e Maria Laura Freitas, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Samir Murad e Georgina Martins, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Luciana Seve e Joana Nolasco, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Chica Granchi, Alexandre Dacosta, Eduarda e Cesar Ache, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Luiz Aquila e Luiz Seve, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Luiz Aquila e Vania Castro, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Alexandre Agra, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Jeanitto Gentilini e Humberto Macedo, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Goncalo Ivo e Denise Ivo, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Lopes, Viviane Teixeira, Mirela Luz e Chang Chi Chai Sueli e Ricardo Stambowsky, Guida Seve e Tisse Pereira, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Fernando Mendonça,Eva Doris Rosental,Mrco Rodrigues e Alicinha Silveira, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Barrao, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Jose Eduardo Almeida, Luiz Seve e Ivan Nunes Ferreira, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Luciana Seve, Katia Leite Barbosa e Luiz Seve Filho, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Chica Granchi, Claudio Valansi e Gabriela Noujaim, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Tisse Pereira e Luiz Seve, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Jean Shimada e Joao Moura, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Marco Rodrigues entre Alicinha Silveira e Katia Leite Barbos, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Luiz Chrysostomo e Luciana Seve, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Felipe Carone Junior e Luiz Seve, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Goncalo Ivo, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Helinho Cass, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Eleonora Dobbin, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Monica de Serpa, Alexandre Dacosta e Samir Murad, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Fabiana Eboli Santos, Alexandre Dacosta, Denise Tollette e Eric Tollette, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Luiz Seve, Lucilia de Assis, Alexandre Dacosta, Guida Seve e Doris de Assis, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Cristina Vignoli e Luiz Castro, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Guida e Luiz Seve, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Newton Rezende, Luiz Eugenio Teixeira Leite e Osmar Marques, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Jose Claudio Reis, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Douglas Fasolato, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Raphael Serruya, Luciana Seve e Luiz Seve, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Barrao, AC e Ricardo Basbaum, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Gabriel Lerner e Laura Borelli, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Maria Alice Poppe e Ronald Palatnik, “Leontina, Milton e Alexandre — A Transmissão do Olhar” - Crédito fotográfico - Vera Donato Vera Donato
- Teresa Cristina apresenta repertório inédito em nova turnê no Teatro Riachuelo (RJ)
Espetáculo, que tem o apoio de Natura Musical, celebra a canção autoral e o samba chega ao Teatro Riachuelo Rio no próximo dia 23 de setembro Crédito fotográfico - Nana Moraes Em setembro, Teresa Cristina leva aos palcos de Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo a turnê de lançamento de "Tudo Que Eu Tenho", seu primeiro álbum totalmente autoral e inédito. Contemplado pelo edital Natura Musical, o espetáculo tem realização da Rinoceronte Entretenimento e Lavoura Produções. Neste novo trabalho, a sambista carioca reúne tudo o que tem em um projeto centrado em suas canções, histórias de vida e seu olhar atento sobre o país. No Rio, o espetáculo acontece no Teatro Riachuelo Rio, no dia 23 de setembro. O novo show marca o encontro entre diferentes tempos da carreira da artista. O repertório costura passado e presente para apresentar ao público a compositora Teresa Cristina, dimensão artística que ganha protagonismo com o novo disco, disponível nos aplicativos de música com distribuição da Altafonte. Além das músicas do novo álbum produzido por Pretinho da Serrinha, o show resgata composições autorais ligadas ao início de sua caminhada, há quase três décadas, como "Candeeiro", "Acalanto" e "Pedro e Teresa", e apresenta parcerias construídas ao longo dos anos, como "Oferendas", composição feita com Arlindo Cruz, "Sem Poder Dançar", parceria com Joyce, "Armadilha", criada com Kátia B e Dé Palmeira, além de "Trégua Suspensa", composta com Lula Queiroga. Crédito fotográfico - Nana Moraes No palco, Teresa Cristina é acompanhada por Samara Líbano (violão); João Callado (cavaquinho); Paula Pardón (baixo); Jessica Nepomuceno (bateria); Paulino Dias, Jessica Zarpey e Rodrigo Jesus (percussão); e Alexandre Caldi (saxofone e flauta), em apresentações que celebram o samba, a canção brasileira e a potência de uma obra construída com maturidade, liberdade e verdade. Mais do que um lançamento, "Tudo Que Eu Tenho" representa um momento de afirmação criativa: uma artista que, depois de uma trajetória consolidada, apresenta ao público o trabalho mais íntimo e autoral de sua carreira. Sobre Natura Musical Natura Musical é a plataforma cultural da marca Natura que valoriza a música como um veículo de bem estar e conexão há mais de duas décadas. Desde o seu lançamento, em 2005, o programa já investiu mais de R$ 202 milhões no patrocínio de mais de 620 artistas e projetos em todo o Brasil, promovendo experiências musicais que projetam a pluralidade da nossa cultura. Impactou mais de 4MM de pessoas presencialmente com cerca de 200 shows e 20 lançamentos por ano. Em parcerias com festivais e com a Casa Natura Musical, São Paulo, a Casa Apoena, em Belém, e a Autêntica, em Belo Horizonte, fomentamos encontros que transformam o mundo. Quer saber mais? Siga a gente nas redes sociais: @naturamusical. Teatro Riachuelo Rio O prédio, tombado como patrimônio histórico-cultural, é imponente e se destaca na Rua do Passeio, número 40, reunindo passado, presente e futuro em um só lugar. O ícone da belle époque brasileira ficou com as portas fechadas por dois anos até 2016, quando foi devolvido à população como Teatro Riachuelo Rio, sempre com uma programação plural e acessível. Desde então, foram realizadas diversas peças, musicais, concertos e shows. Com uma área de aproximadamente 3.500 m², o teatro oferece uma estrutura completa para seus frequentadores, incluindo foyer, salas de ensaio, escritórios, camarins, área externa e uma grande sala com plateia para 999 pessoas. Mais do que um espaço físico, o teatro representa um compromisso com a promoção da cultura e da arte em suas diversas formas. O espaço conta ainda como o Bettina, Café & Arte, que além de abrir como bomboniere para atender ao público do teatro, funciona também para café da manhã e almoço. Crédito fotográfico - Nana Moraes Serviço: Teresa Cristina - Tudo que eu Tenho 23 de setembro de 2026 (quarta-feira) Vendas online: Ingresso.com Valores: Plateia VIP - R$ 220,00 Plateia - R$ 190,00 Balcão Nobre - R$ 140,00 Balcão - R$ 100,00 Classificação etária: livre Duração: 90 minutos Teatro Riachuelo Rio - Rua do Passeio, 38 - Centro, Rio de Janeiro - RJ Alex Varela
- Sons Pelas Mulheres – Série de concertos da Orquestra Filarmônica Metropolitana (OFM) celebra o protagonismo feminino na música brasileira
Projeto do Instituto dos Sonhos com patrocínio da Vale terá seis apresentações gratuitas em Duque de Caxias, Ilha do Governador e São Gonçalo Crédito: Jéssica Borges Sons Pelas Mulheres – Série de Concertos da Orquestra Filarmônica Metropolitana (OFM), iniciativa do Instituto dos Sonhos com patrocínio da Vale, começa no dia 17 de outubro (sábado), em Duque de Caxias, e encerra sua programação em 18 de novembro (quarta-feira), em São Gonçalo, depois de passar também pela Ilha do Governador. Ao todo, serão seis apresentações gratuitas, que propõem uma leitura da Música Popular Brasileira a partir do protagonismo feminino. Com regência da maestra Waleska Araújo e participação das musicistas da OFM, o projeto celebra a produção de mulheres compositoras brasileiras e sua contribuição para a construção da identidade musical do país. Um dos destaques do espetáculo é o repertório da MPB que ganhou voz e vida com intérpretes brasileiras nascidas entre os séculos XIX e XXI, reunindo diferentes períodos, estilos e gerações da música nacional. A seleção percorre uma trajetória que evidencia a diversidade e a força da criação musical feminina no Brasil, apresentando ao público mulheres intérpretes de diferentes épocas e suas contribuições para a história da música popular brasileira. Ao longo da história, inúmeras mulheres emprestaram suas vozes, sua sensibilidade e sua coragem para transformar a maneira como o país canta e se reconhece. Muitas romperam barreiras, abriram caminhos e redefiniram padrões em um universo historicamente marcado pela desigualdade de oportunidades. Ainda assim, suas trajetórias nem sempre receberam o mesmo espaço ou reconhecimento. É a partir dessa perspectiva que nasce Sons Pelas Mulheres. O espetáculo revisita essa história por meio de uma seleção inteiramente dedicada à criação de mulheres compositoras e de mulheres intérpretes da música brasileiras, aproximando diferentes gerações e revelando como essas artistas contribuíram para transformar a música e a cultura do país. Entre uma obra e outra, o público também é conduzido por narrativas, curiosidades e dados que contextualizam a participação das mulheres no mercado da música. A proposta é apresentar conquistas e avanços, mas também trazer à luz desafios que permanecem e transformações que continuam em curso. Dessa forma, a música se transforma em espaço de conhecimento, diálogo e reflexão. Sob a regência da maestra Waleska Araújo, as musicistas da Orquestra Filarmônica Metropolitana dão vida a arranjos, solos e interpretações que simbolizam o florescer da presença feminina na música brasileira. A participação da orquestra reforça a dimensão artística do projeto e evidencia a atuação das mulheres também no universo da música de concerto. "A série de concertos Sons Pelas Mulheres é um convite para ouvir a música brasileira por meio de histórias e vozes femininas que ajudaram a construir a nossa identidade cultural. Mais do que apresentar grandes compositoras, queremos criar uma experiência que desperte curiosidade, identificação e inspiração, especialmente entre as mulheres que estarão na plateia e entre as novas gerações que ainda estão descobrindo seu lugar na música.", destaca a regente Waleska Araújo. O projeto é realizado pelo Instituto dos Sonhos, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), com patrocínio da Vale e realização do Ministério da Cultura, além de uma homenagem, Sons Pelas Mulheres propõe um olhar para o passado capaz de inspirar o presente e projetar novos caminhos para o futuro. Uma ponte entre diferentes gerações e uma demonstração que a presença feminina na criação musical brasileira é uma história contínua, marcada por talento, resistência, criatividade e transformação. Sobre a Vale A Vale acredita que a cultura transforma vidas. Pelo quinto ano consecutivo é a maior apoiadora privada da Cultura no Brasil, patrocinando e fomentando projetos em parcerias que promovem conexões entre pessoas, iniciativas e territórios. Seu compromisso é contribuir com uma cultura cada vez mais acessível e plural, ao mesmo tempo em que atua para o fortalecimento da economia criativa. Sobre o Instituto dos Sonhos Fundador e mantenedor da Orquestra Filarmônica Metropolitana (OFM), o Instituto dos Sonhos é uma Organização da Sociedade Civil que desenvolve soluções para a Economia Criativa e no Terceiro Setor, gerando oportunidades por meio da cultura, da educação, da inovação e da sustentabilidade, com o objetivo de tornar sonhos possíveis e impulsionar a prosperidade. Fundado por Rafael Vieira, o Instituto tem como missão promover soluções sociais nas áreas da cultura, do esporte e do meio ambiente, contribuindo para a geração de renda, a ampliação do acesso à educação, a promoção da saúde, o fortalecimento da confiança no futuro e a construção de trajetórias de prosperidade, tendo como eixo central a realização de sonhos. Além da Orquestra Filarmônica Metropolitana, o Instituto dos Sonhos mantém a Escola de Música do Instituto dos Sonhos, atendendo cerca de 500 alunos em ações formativas continuadas e desenvolve o jogo educativo Recycle Rio, voltado à sustentabilidade e ao turismo consciente. Realiza e produz festivais; atua na organização de festas populares, como arraiás juninos e o carnaval de rua, e mantém o Hub IS, único Hub Criativo do município de São Gonçalo, por meio de sua incubadora de projetos voltada a iniciativas culturais e criativas do território. Sobre a Orquestra Filarmônica Metropolitana (OFM) Fundada pelo Instituto dos sonhos no município de São Gonçalo, a Orquestra Filarmônica Metropolitana (OFM) é um dos mais importantes corpos artísticos do Estado do Rio de Janeiro, reunindo músicos de excelência de diversos municípios da Metrópole e Região Serrana que têm como missão levar música de qualidade para todos os públicos valorizando o repertório e compositor Fluminense. Criada com o propósito de democratizar o acesso à música de concerto, a OFM acredita que a arte transforma vidas e deve estar presente em todos os espaços – dos teatros às praças, das escolas às comunidades. Com um repertório que vai do clássico ao contemporâneo, passando por gêneros populares brasileiros, a OFM tem se destacado pela versatilidade de seus programas e pelo carisma de suas apresentações. Sob a regência do maestro Gustavo Fernandes, a orquestra busca aproximar o público da experiência musical, criando concertos que emocionam, educam e inspiram. CONFIRA A PROGRAMAÇÃO SONS PELAS MULHERES DUQUE DE CAXIAS Data: Dia 17 de outubro (sábado) Horários: Concerto 1 - 18h / Concerto 2 - 20h Local: Teatro Raul Cortez (Praça do Pacificador, s/nº - Centro - Duque de Caxias) Ingressos: Gratuitos com distribuição pelo teatro / Ticketmaster Mais informações: https://www.instagram.com/filarmonica.metropolitana/ ILHA DO GOVERNADOR Data: Dia 31 de outubro (sábado) Horários: Concerto 3 - 18h / Concerto 4 - 20h Data: 1º de novembro (domingo) Horário: Concerto 5 - 19h Local: Teatro da Ilha (Estrada do Galeão, s/nº - Galeão - Rio de Janeiro). Anexo ao Colégio Cenecista Capitão Lemos Cunha (antigo Teatro Lemos Cunha) Ingressos: Gratuitos com distribuição pelo teatro / Sympla Mais informações: https://www.instagram.com/filarmonica.metropolitana/ SÃO GONÇALO Data: 18 de novembro (quarta-feira)Horário: Concerto 6 - 19h Local: Teatro Sesc São Gonçalo (Avenida Presidente Kennedy, 755 - Estrela do Norte - São Gonçalo) Ingressos: Gratuitos disponíveis pelo Sympla Mais informações: https://www.instagram.com/filarmonica.metropolitana/ Nando Andrade
- Cultura em cena: Grupo Nômade apresenta “Caravana do Circo Sem Futuro” em São Sebastião (SP)
Espetáculo gratuito mistura teatro, música ao vivo, humor popular e poesia para contar a trajetória de artistas que resistem nas estradas do Brasil. Caravana do Circo Sem Futuro – Divulgação Espetáculo gratuito mistura teatro, música ao vivo, humor popular e poesia para contar a trajetória de artistas que resistem nas estradas do Brasil. O Teatro Municipal de São Sebastião recebe, no dia 19 de setembro, sábado, às 20h, o espetáculo Caravana do Circo Sem Futuro, do Grupo Nômade. Com entrada gratuita, a montagem promete levar ao público uma experiência que reúne arte, música e reflexão sobre a vida dos artistas de rua. Contemplado pelo ProAC Editais, o espetáculo apresenta uma fábula contemporânea sobre a resistência cultural brasileira. A história acompanha uma trupe de artistas que percorre um país marcado pelas desigualdades, enfrentando fracassos, dificuldades e desafios, sem abandonar o sonho de continuar fazendo arte. Caravana do Circo Sem Futuro – Divulgação Uma viagem pelo Brasil profundo Inspirado no clássico do cinema brasileiro Bye Bye Brasil, dirigido por Cacá Diegues, Caravana do Circo Sem Futuro transporta para o palco a atmosfera de um Brasil itinerante, popular e poético. A trilha sonora, inspirada nas sonoridades do grupo Cordel do Fogo Encantado, combina arranjos originais e composições próprias, criando uma atmosfera visceral e mística que acompanha a narrativa. A direção e dramaturgia são assinadas por Ana Cristina Freitas e Jonas di Paula, que destacam a importância de colocar em cena a realidade dos artistas brasileiros que seguem resistindo, mesmo diante das adversidades. “Montar 'Caravana do Circo Sem Futuro' é colocar em cena o reflexo de todo artista brasileiro que resiste nas estradas.” Humor, tragédia e esperança Após uma tragédia no picadeiro, a narrativa ganha contornos surpreendentes quando um pacto com o diabo é firmado. A partir daí, tem início uma saga irreverente para salvar a alma de uma inocente. Com 50 minutos de duração e classificação indicativa de 14 anos, a obra utiliza o humor popular e a força da presença cênica para abordar temas como esperança, resistência e a persistência de quem escolhe a arte como caminho. Uma oportunidade para prestigiar a cultura A apresentação do Grupo Nômade representa uma oportunidade para o público de São Sebastião conhecer uma produção teatral que valoriza a cultura brasileira, a música ao vivo e a trajetória dos artistas que mantêm viva a tradição das artes de rua. Para quem aprecia teatro, cultura popular e entretenimento, a programação é um convite para prestigiar a arte e se deixar levar por uma história de sonhos, desafios e esperança. Caravana do Circo Sem Futuro – Divulgação Serviço: Caravana do Circo Sem Futuro Data: 19 de setembro (sábado) Horário: 20h Local: Teatro Municipal de São Sebastião Endereço: Avenida Doutor Altino Arantes, 2 – Centro, São Sebastião Classificação indicativa: 14 anos Duração: 50 minutos Entrada gratuita. Os ingressos podem ser retirados na bilheteria do teatro 1 hora antes do início do espetáculo. Prestigie a cultura, valorize a arte e viva essa experiência teatral! Gabriella Oliveira
- “Fragmentos encantados”: Iuri Sarmento abre exposição na Cassia Bomeny Galeria, em Ipanema; veja fotos de Cristina Granato
Mostra reúne obras que dão continuidade à pesquisa do artista sobre o barroco, o embrechamento e suas conexões com a arte contemporânea Iuri Sarmento — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina GranatoErika Thies e Luma Lorenzon Marcus de Lontra , Iuri Sarmento e Cristina Genaro — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Marcus de Lontra , Iuri Sarmento e Cristina Genaro — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Marcus de Lontra, Iuri Sarmento e Cristina Genaro — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Iuri Sarmento e Renata Salgado — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Cristina Genaro e Iuri Sarmento — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato O casal Pedro Henrique Cardoso e Evangelina Seiler — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato O curador Marcus Lontra e Evangelina Seiler — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Iuri Sarmento e Marisa Duarte — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Marcus de Lontra, Evangelina Seiler Alessandra Monteiro de Carvalho e Renata Salgado — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Renata Salgado e Alessandra Monteiro de Carvalho — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Paulo Henrique Cardoso, Evangelina Seiler e Iuri Sarmento — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Evangelina Seiler - Van Van e o artista Iuri Sarmento — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato O artista Iuri Sarmento e o curador Marcus de Lontra — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Daniel e Manuela Tavares — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Iuri Sarmento, Manuela e Daniel Tavares — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Matheus Mestiço e Thalma de Freitas — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Ricardo Rocha, Cassia Bomeny Marcos Comaru — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Ricardo Rocha, Marcos Comaru e Cassia Bomeny — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Ricardo Rocha, Marcos Comaru — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Iuri Sarmento e Thalma de Freitas — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Cassia Bomeny e Alessandra Monteiro de Carvalho — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Luma Lorenzon, Iuri Sarmento e Erika Thies — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Patricia Pacote, Nana Viveiros, Alessandra Monteiro de Carvalho e Tatiana Fragoso — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Mica Barbot e Sandra Barreto — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Iuri Sarmento e Cassia Bomeny — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Cassia Bomeny entre Iuri Sarmento e Marcus de Lontra — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato O casal Cassia e Gustavo Bomeny — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Leonardo Borges e Iuri Sarmento — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Leonardo Borges, Alessandra Monteiro de Carvalho e Iuri Sarmento — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Karin Cagy e Sandra Barreto - — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Alessandra Monteiro de Carvalho e Iuri Sarmento - — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Ticiana Amarante e Iuri Sarmento — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Leonardo Brunet e Iuri Sarmento — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Leonardo e Ticiana Amarante — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Leonardo e Ticiana Amarante e Alessandra Monteiro de Carvalho — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato O artista Iuri Sarmento e o curador Marcus de Lontra - — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato uri Sarmento, Marcus de Lontra e André Gaia— exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Patrícia Pacote, Alessandra Monteiro de Carvalho e Naná Viveiros — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Edna Mota e André Gaia — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Marcus de Lontra, Edna Mota e André Gaia — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Sandra Barreto e Iuri Sarmento — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Marcus de Lontra, Alessandra Monteiro de Carvalho e Rafael Peixoto — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Os irmãos Katia e Zacché — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Iuri Sarmento , Kátia e Zacché - exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granat Alessandra Monteiro de Carvalho e Cristina Genaro - exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granat Iuri Sarmento — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Iuri Sarmento — exposição “Fragmentos encantados” na Cassia Bomeny Galeria — setembro de 2026 - Crédito fotográfico - Cristina Granato Sobre a exposição “Fragmentos encantados” dá continuidade à pesquisa de Iuri Sarmento apresentada na bem-sucedida exposição “O sorriso do barroco”, realizada em 2025 na Galeria Casa Bomeny, em Ipanema, no Rio de Janeiro. Natural de Montes Claros, em Minas Gerais, o artista estudou na Escola Guignard, em Belo Horizonte, e, posteriormente, transferiu-se para Salvador. O contato com a arquitetura colonial da primeira capital do Brasil foi fundamental para o desenvolvimento de sua pesquisa sobre a imagem barroca, com especial atenção à técnica do embrechamento, que consiste na incorporação de fragmentos de louça à construção e à ornamentação. Nesse percurso, a obra de Iuri atua como uma ponte entre diferentes tempos, recriando o barroco sob uma perspectiva mais leve e sensual, que o aproxima do rococó francês. Ao ressignificar essas referências, o artista desenvolve formulações estéticas próprias e cria imagens de grande potência visual e criativa. Atualmente radicado em São Paulo, Iuri Sarmento reúne em sua produção o acúmulo de vivências, referências e pesquisas construídas ao longo de sua trajetória. Suas pinturas e objetos desenvolvem uma figuração vigorosa, que revisita nossas heranças artísticas e valoriza a riqueza cultural e a diversidade de linguagens que marcam o cenário da arte contemporânea. Cristina Granato
- Sucesso de público, Thaís Fraga faz show “Mais de 30 Anos de Bossa n’ Jazz” no Vinícius, em Ipanema
Cantora desfilará clássicos acompanhada por um trio de peso da MPB no dia 18 de setembro, sexta-feira, às 20h Thaís Fraga - Divulgação O projeto “Mais de 30 Anos de Bossa n’ Jazz”, de Thaís Fraga, retorna ao Vinícius Show, em Ipanema, no dia 18 de setembro, sexta-feira, às 20h. Depois do sucesso de suas três recentes apresentações no icônico palco, a cantora se apresenta acompanhada pelo seu trio: Ricardo Mac Cord ao teclado, o baixista Rodrigo Villa e o baterista Amaro Junior, histórico músico de Emílio Santiago, vindo do interior de São Paulo especialmente para essa ocasião. No programa, vários standards da bossa nova, do samba-jazz e jazz, entre outras pérolas, por eles garimpadas, em versões personalizadas, com a vibração e a dinâmica da sonoridade e interpretação já consagradas pelo quarteto. Durante o espetáculo, Thaís apresentará seu livro de poesias, intitulado “Meu Coração, Minhas Algemas”, e recitará poesias de antologias poéticas portuguesas, lançadas em Lisboa, em referência à sua nacionalidade, também portuguesa, mas sem perder sua essência “carioca da gema”. Thaís Fraga - Crédito fotográfico: Deyse Krieger Ficha técnica: Thaís Fraga – voz e percussão, tamborim/bongô Ricardo Mac Cord – teclado Rodrigo Villa – baixo Amaro Junior – bateria Carlos Pinho – assessoria de imprensa Serviço: Local: Vinicius Show - Rua Vinicius de Moraes, 39, Ipanema, Rio de Janeiro - RJ Dia e horário: sexta-feira, 18 de setembro, às 20h Ingressos: R$ 60 (meia-entrada) e R$ 120 (inteira), vendas pelo site https://www.sympla.com.br/evento/thais-fraga-trio-em-mais-de-30-anos-de-bossa-n-jazz/3476767 Classificação etária: 18 anos Rede social: https://www.instagram.com/thaisfraga_bossanjazz/ Carlos Pinho
- Kiko Mascarenhas volta com “Todas as Coisas Maravilhosas” ao Tucarena, em São Paulo
Texto de Duncan Macmillan e Joe Donahoe. Direção de Fernando Philbert. Vencedora do Prêmio APCA 2024, da Associação Paulista de Críticos de Arte, na categoria de Melhor Espetáculo. Kiko Mascarenhas em Todas as coisas maravilhosas, Crédito fotográfico - Luciana Mesquita Vencedora do Prêmio APCA 2024, da Associação Paulista de Críticos de Arte, na categoria de Melhor Espetáculo. A peça conta a história de um menino que descobre que sua mãe sofre de depressão e começa a escrever listas de todas as coisas maravilhosas que podem fazê-la recuperar a vontade de viver. Ele deixa essas listas em locais estratégicos, para que ela encontre e redescubra “motivos” para continuar viva. “Todas as Coisas Maravilhosas”, vista nesta montagem por mais de 20 mil pessoas, é um elogio à vida e à redescoberta das pequenas alegrias que podem redesenhar a existência. Depois do sucesso de crítica e público em 2024, quando venceu o Pr êmio APCA de Melhor Espetáculo, Kiko Mascarenhas volta a São Paulo com o solo “Todas as Coisas Maravilhosas”, com texto dos ingleses Duncan Macmillan e Joe Donahoe e direção de Fernando Philbert (“Job”, “Três Mulheres Altas”, “O Escândalo Philippe Dussaert”). Em uma de suas montagens, o texto recebeu elogiosa resenha do The New York Times. “A peça de Macmillan, embora seja muito engraçada, é completamente consciente de que, quando encaramos perdas e depressão, uma grande força de vontade é exigida para lembrar porque vale a pena continuar vivendo. Essa busca é a potência que torna o texto fascinante”, escreveu o crítico Ben Brantley. Kiko Mascarenhas em 'Todas as Coisas Maravilhosas, Crédito fotográfico - Gab Lara Sinopse Aos sete anos de idade, um menino descobre que sua mãe sofre de depressão. A partir daí, ele começa a escrever listas de todas as coisas maravilhosas que podem fazê-la recuperar a vontade de viver e as deixa em locais estratégicos, para que ela encontre e redescubra “motivos” para continuar viva. A montagem Na pele deste menino que dedica seus dias a salvar a mãe, e com a ajuda e a participação do público, Kiko Mascarenhas vai criando, ao longo da peça, uma grande lista formada por coisas, lugares e sensações que remetem ao prazer e à alegria. O público participa, de forma consentida, sugerindo itens para a “lista da felicidade” e/ou representando, a pedido do ator, alguma personagem da vida do menino. “Uma peça de teatro se realiza no encontro maravilhoso entre o público e o ator. No olhar da plateia é que as cenas ganham sentido e se tornam teatro. (...) O teatro tem sua delicada tradução nesta parceria em cena (...). Esta peça é sobre viver. Sobre prestar atenção na vida em todos os seus pequenos detalhes. De um banho de chuva ao macarrão à bolonhesa. Que o espectador volte para casa e, no caminho, comece a sua lista: número um...”, reflete o diretor Fernando Philbert. “A peça propõe uma interação entre o ator e o público de uma forma delicada, respeitosa, divertida e leve, sem nunca ser invasiva. A história é contada junto com o público, que me ajuda nessa narrativa, fazendo com que cada apresentação seja verdadeiramente única”, explica Mascarenhas. Como numa grande brincadeira coletiva, o ator recria esse universo repleto de imaginação, quando o personagem é menino, e memórias, conforme ele vai crescendo, lançando mão de objetos simples do cotidiano, como papel e lápis, caixas, meias e objetos de uso pessoal. O que diz a crítica “Kiko Mascarenhas — em atuação de uma humanidade contagiante — recebe e cumprimenta cada espectador como se fôssemos todos amigos de longa data envolvidos em uma mesma celebração. (…) em ótima adaptação de Diego Teza e sob a delicada direção de Fernando Philbert, o próprio ato de ir ao teatro torna-se item obrigatório de qualquer lista congregando todas as coisas maravilhosas que fazem a vida, apesar de tudo, valer a pena.” (Patrick Pessoa, O Globo) “O texto dos ingleses Duncan Macmillan e Jonny Donahoe por si só já é cheio de emoção, mas o talento e a entrega de Kiko em cena tornam a história ainda mais envolvente e comovente. Ele tem brilho no olhar. Nos momentos divertidos, a doçura do personagem encanta o público, enquanto, nos trechos com narrativas mais tensas e dolorosas, a empatia abarca a todos.” (Fabiana Seragusa, Culturice) “Ator carismático, vai do menino ao adulto com espontaneidade, apoiado na vibração das histórias, da relação com o público e da emoção que sabe acioná-las com maestria nos momentos certos. Espetáculos assim, que exigem extrema comunicabilidade com a plateia, só funcionam com intérpretes experientes, preparados e capazes de travar um jogo teatral acertado entre o texto e a improvisação.” (Celso Faria, blog e-urbanidade) “Nenhuma palavra do dicionário pode descrever, de fato, o que é viver a experiência de estar presente no universo de Todas as Coisas Maravilhosas, que trata de um tema espinhoso de uma maneira tão lúcida e humana que você sai do teatro absolutamente renovado e celebrando a vida. (…) Este espetáculo ficará impresso para sempre na vida de Kiko, e também na de todos aqueles que entraram na sala do Teatro Poeira, para dividir com ele dezenas de minutos da mais grande expressão do teatro da delicadeza.” (Ricardo Schöpke, Revista Programa) “Kiko leva o espetáculo com naturalidade, segura suas emoções. Ele brinca no palco, se entrega e nós o recebemos entendendo, mais uma vez, a missão do teatro, que é transformar.” (Paty Lopes, Olhar Teatral) Kiko Mascarenhas em Todas as coisas maravilhosas, Crédito fotográfico - Luciana Mesquita Ficha técnica: Ator: Kiko Mascarenhas Autor: Duncan Macmillan e Joe Donahoe Tradução e adaptação: Diego Teza Direção: Fernando Philbert Preparação de ator: Ana Luiza Folly Iluminação: Vilmar Olos Figurinista: Tereza Nabuco Concepção cenográfica e adereços: Luciane Nicolino e Mauro Vicente Ferreira Direção de arte: Luciane Nicolino Programação visual / design gráfico: Vento Estúdio Fotos, arte e vídeos: Gab Lara Assessoria de imprensa: JSPontes Comunicação – João Pontes e Stella Stephany Operação de luz, som e direção de palco: Daniel Marques Assistente de produção: Cintia Duque Direção de produção: Cristiana Lara Resende Coprodução: Ufa! Produções Artísticas Ltda. Produção e realização: KM ProCult Kiko Mascarenhas — ator Kiko Mascarenhas contabiliza, no teatro, mais de 40 espetáculos como ator, tendo trabalhado com grandes diretores e recebido prêmios e indicações ao longo de seus 40 anos de carreira. Entre seus trabalhos estão “O Desaparecimento do Elefante”, “Os Altruístas”, “A Falta Que Nos Move” e “O Camareiro”, ao lado de Tarcísio Meira, espetáculo no qual também assinou a produção. Em parceria com Lázaro Ramos, produziu e dirigiu “O Jornal” e, na sequência, realizou uma ocupação artística no Teatro Poeirinha com duas peças: “Meninas e Meninos” e “Todas as Coisas Maravilhosas”. Na TV, estreou na novela “A Viagem” e atuou nos seriados “Separação?!”, fazendo o peruano Delavega; “Tapas e Beijos”, interpretando o advogado Tavares; e “Mister Brau”, como Gomes, o fiel secretário dos Brau, vividos por Taís Araújo e Lázaro Ramos. Nas novelas, seus personagens mais recentes são Teófilo, o “congelado” em “O Tempo Não Para”; Virgulino, em “Éramos Seis”; e, mais recentemente, Irandir/Bob Wright, em “Cara e Coragem”. No cinema, fez dupla com Leandro Hassum na trilogia “Até Que a Sorte nos Separe”, além de atuar em filmes como “Lost Zweig”, “Salve Geral” e “Meu Nome Não é Johnny”, entre outros. Duncan Macmillan — autor Dramaturgo e roteirista britânico, nascido em 1980, é conhecido por suas peças provocativas e emocionalmente impactantes, que frequentemente exploram temas como família, saúde mental e questões contemporâneas. Macmillan colaborou com companhias de teatro renomadas, como o Royal Court Theatre e o National Theatre, em Londres. Suas obras notáveis incluem “People, Places & Things” (2015), que explora vícios e recuperação, e “Every Brilliant Thing” (2013), escrita em parceria com Joe Donahoe, peça interativa que aborda depressão e suicídio. Além de seu trabalho no teatro, Macmillan escreveu para o cinema e a televisão. Ele corroteirizou o filme “Mum’s List” (2016), baseado nas memórias de St. John Greene. Também trabalhou como roteirista na série de televisão “Brexit: The Uncivil War” (2019), que retrata os eventos que levaram ao referendo do Brexit, em 2016. Fernando Philbert — diretor Fernando Philbert iniciou sua carreira como diretor assistente de Gilberto Gawronski e Domingos Oliveira e, desde 2008, trabalha com o diretor Aderbal Freire-Filho, de quem foi assistente em mais de quinze peças, entre elas “Hamlet”, com Wagner Moura; “A Ordem do Mundo”, com Drica Moraes; “Incêndios”, com Marieta Severo; e “Macbeth”, com Renata Sorrah e Daniel Dantas, entre outras. Assinou a codireção de “O Topo da Montanha”, com Lázaro Ramos e Taís Araújo. Como diretor, assinou “O Escândalo Philippe Dussaert”, com Marcos Caruso, vencedor de prêmios de melhor ator no Rio de Janeiro em 2016. Em 2017, dirigiu “Contos Negreiros do Brasil” e, em 2018, dirigiu Louise Cardoso em “O Que é Que Ele Tem”, baseado no livro homônimo de Olivia Byington. Entre outros espetáculos, dirige Kiko Mascarenhas em “Todas as Coisas Maravilhosas”, indicado aos Prêmios Shell nas categorias Melhor Direção e Melhor Ator; Pedro Paulo Rangel em “O Ator e o Lobo”, indicado na categoria Melhor Dramaturgia; e Thelmo Fernandes em “Diário do Farol – Uma Peça sobre a Maldade”, vencedor do Prêmio Cesgranrio nas categorias Melhor Ator e Melhor Espetáculo. Também dirigiu “Órfãos” e “Três Mulheres Altas”, agraciados com diversos prêmios e indicações. Recentemente, dirigiu “JOB”, com Bianca Bin e Edson Fieschi, e “Na Marca do Pênalti”, autobiografia cênica com Walter Casagrande. Serviço: Reestreia: 16 de outubro, sexta-feira, às 20h Onde: Teatro Tucarena Endereço: Rua Monte Alegre, 1024 (entrada pela Rua Bartira), Perdizes – São Paulo (SP). Tel.: (11) 3177-5555 Horários: sexta e sábado, às 20h; domingo, às 18h Ingressos: R$ 120 e R$ 60 (meia-entrada) Vendas online: www.sympla.com.br Duração: 70 minutos Classificação: 12 anos Gênero: comédia dramática Capacidade: 288 espectadores Temporada: até 13 de dezembro Instagram: @todasascoisasteatro Alex Varela
- Revista do Villa celebra o aniversário de Luís Villarino
Fundador e diretor executivo da publicação, o economista, escritor e produtor cultural construiu uma trajetória marcada pela cultura, pela memória carioca e pela conexão entre Brasil e Portugal A Revista do Villa celebra, neste 16 de setembro, o aniversário de Luís Villarino, fundador e diretor executivo da publicação e do Programa do Villa. Luís Villarino - Acervo pessoal Economista, escritor, produtor cultural e empresário, Villarino construiu sua trajetória profundamente ligada à cultura e à vida social do Rio de Janeiro. Neto do fundador da tradicional Casa Villarino, vivenciou desde cedo um dos importantes pontos de encontro da boemia carioca, convivendo com nomes ligados à música, à cultura e à sociedade brasileira. Sua trajetória profissional também inclui experiências internacionais, com períodos vividos em Paris e Milão, além de atuações no setor hoteleiro, em relações públicas e na produção de eventos no Brasil e no exterior. À frente da Revista do Villa, mantém um projeto editorial voltado à cultura, gastronomia, turismo, entretenimento, moda, design, bem-estar e às relações entre Brasil e Portugal. Também é autor de Casas Cariocas, obra dedicada à memória afetiva e à história da boemia do Rio de Janeiro. Neste dia especial, a Revista do Villa brinda a Luís Villarino, desejando que o novo ciclo seja à altura de sua trajetória: repleto de projetos bem-sucedidos, novas conquistas e ideias que continuem transformando sonhos em realizações. Que os próximos capítulos sejam marcados por grandes encontros, reconhecimento e muitas histórias para celebrar. Feliz aniversário, Luís Villarino! Equipe Revista do Villa Redação Revista do Villa
- Museu Nacional de Belas Artes apresenta "Abolicionistas brasileiras"
A mostra será realizada na icônica Sala Bernardelli que, a partir dessa mostra, volta a poder ser percorrida integralmente. São 47 artistas mulheres negras que trazem novos olhares sobre os legados de símbolos de resistência, liberdade e protagonismo negro feminino, como Aqualtune, Anastácia, Maria Firmina dos Reis, Maria Felipa, entre outras.A mostra faz parte da Semana de Arte do Rio. Andrea Hygino - Crédito fotográfico: Hannah Carvalho O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) inaugura em 16 de setembro (quarta-feira) a exposição “Abolicionistas Brasileiras”, promovida pelo Instituto Artistas Latinas. Com curadoria de Ana Carla Soler e co-curadoria de Francela Carrera e Carolina Rodrigues, a mostra reúne trabalhos de 47 artistas visuais que revisitam as trajetórias de mulheres negras que marcaram a história e tiveram seus nomes silenciados ou apagados pelas narrativas oficiais. Em diálogo com pinturas do acervo da instituição, obras contemporâneas lançam novos olhares sobre personagens como Aqualtune, Anastácia, Maria Firmina dos Reis, Maria Felipa, entre outros símbolos femininos de resistência, protagonismo negro e luta por liberdade. Com entrada franca, a exposição ocupa a icônica Sala Bernardelli, agora totalmente reformada. A abertura acontece junto com a reinauguração de três espaços expositivos do museu em setembro, que passa por reformas desde 2020. O evento integra a agenda da Semana de Arte do Rio, promovida pela Secretaria Municipal de Cultura, de 16 a 27 de setembro, durante a ArtRio 2026, que, este ano, celebra sua 16ª Edição, na Marina da Glória, de 16 a 20 de setembro. Stefany Lima "Homenagem a Adelina" Crédito fotográfico - Hannah Carvalho Promovida pelo Instituto Artistas Latinas, “Abolicionistas Brasileiras” reúne trabalhos de artistas como Luna Bastos, Renata Felinto, Guilhermina Augusti, Lidia Lisbôa, Mônica Ventura, Aline Motta, Manuela Navas, entre outras. Ao todo, a mostra já alcançou mais de 100 mil visitantes ao longo de suas passagens pelo Museu de Arte do Rio (MAR); pelo Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (MAMAM), no Recife; pela Casa da Cultura da América Latina, em Brasília; e pelo Centro Cultural São Paulo (CCSP). De volta ao Rio de Janeiro, o projeto ganha nova dimensão, incorporando obras do acervo do MNBA, como pinturas de Marcia Falcão e Maria Auxiliadora. “Abolicionistas Brasileiras” apresenta-se como a maior exposição já realizada no Brasil dedicada à produção de mulheres artistas negras, reunindo diferentes gerações, linguagens e perspectivas em torno de experiências, memórias e lutas protagonizadas por mulheres negras no país. Ao ampliar a visibilidade dessas artistas e promover o reconhecimento de suas contribuições para a produção contemporânea das artes visuais brasileiras, o projeto reafirma o compromisso do Instituto Artistas Latinas com a pesquisa, a preservação e a difusão da produção de mulheres artistas latino-americanas, consolidando a instituição como uma referência na construção de novas narrativas para a história da arte. Segundo Paulo Farias, diretor do Instituto Artistas Latinas, “Abolicionistas Brasileiras” articula passado e presente para questionar os mecanismos de apagamento produzidos pelo projeto colonial e evidenciar como essas estruturas ainda moldam as disputas de memória e representação no Brasil. “Em diferentes linguagens, as obras nos fazem refletir sobre a permanência das estruturas de raça e gênero na sociedade brasileira, propondo novas formas de compreender o passado e pensar o futuro”, explica ele. “A mostra traz uma reflexão sobre as formas de representação da mulher negra e sobre questões como o direito à memória, à moradia, ao território, à educação, elaborando visões de futuro pautadas pela liberdade, pelo cuidado, pela ancestralidade e pela construção de novos imaginários”, diz Ana Carla Soler. Para Daniela Matera do Monte Lins, diretora do MNBA, a inclusão da mostra no calendário expositivo do museu, que completa 90 anos em 2027, amplia as possibilidades de articulação entre patrimônio, história e produção artística contemporânea. “A mostra Pretagonismos abriu, a partir do acervo do MNBA, importantes caminhos para a revisão das narrativas sobre quem produz, ocupa e constrói a história da arte brasileira. Abolicionistas Brasileiras se insere nesse mesmo compromisso institucional, trazendo para o centro trajetórias e protagonismos que, por muito tempo, permaneceram à margem das narrativas oficiais”, afirma. A assinatura do projeto expográfico é de Gisele de Paula. A realização é do Instituto Artistas Latinas, que, em 2026, celebra sete anos de atuação na promoção, pesquisa e difusão da produção artística de mulheres latino-americanas. May Agontinmé "Iansã Abolicionistas - SP nstituto Artistas Latinas ARTISTAS Alice Lara, Aline Motta, Amanda Cursino, Ana das Carrancas, Ana Lira, Andréa Hygino, Azizi Cypriano, Bianca Foratori, Brenda Bazante, Claudia Lara, Daiane Lucio, Daniele Rodrigues, Débora Passos, Dyana Santos, Guilhermina Augusti, Janaina Vieira, Julia Vicente, Larissa de Souza, Laryssa Machada, Letícia Miranda, Lidia Lisbôa, Lídia Vieira, Luna Bastos, Manu Gomez, Manuela Navas, Márcia Falcão, Maria Auxiliadora, Maria Lídia Magliani, Mariana Maia, May Agontinmé, Medusa Yoni, Mônica Ventura, Nazaré Soares, Nice Nascimento, Renata Felinto, Renata Leoa, Roberta Holiday, Sheyla Ayo, Silvana Mendes, Siwaju Lima, Stefany Lima, Suelen Lima, Thais Basilio, Thais Iroko, Valquíria Pires e Xica PERSONAGENS HISTÓRICAS Aqualtune: mulher negra líder quilombola, chefe de um dos principais assentamentos que formavam o Quilombo dos Palmares, no século XVII. Anastácia: conhecida como Escrava Anastácia, teria sido escravizada no século XVIII e sentenciada a usar uma máscara punitiva de ferro na boca por se negar a ter relações com seu escravizador. Maria Firmina dos Reis: considerada a primeira romancista negra da América Latina, foi uma professora, compositora e escritora brasileira, nascida no século XIX. Maria Felipa: combateu na Batalha de Itaparica, na campanha de Independência da Bahia, também chamada de Independência do Brasil na Bahia. Ao lado de Joana Angélica e Maria Quitéria, entrou para a história como símbolo da resistência. SERVIÇO: Exposição: Abolicionistas Brasileiras Curadoria: Ana Carla Soler Co-curadoria: Francela Carrera e Carolina Rodrigues Abertura: 16 de setembro de 2026 (quarta-feira), às 11h Período expositivo: até 19 de dezembro de 2026 Horários: de terça a sábado, das 11h às 17h (última entrada às 16h30). No segundo sábado do mês, das 11h às 15h. Local: Museu Nacional de Belas Artes – Sala Bernardelli Endereço: Avenida Rio Branco, 199 – Centro – Rio de Janeiro (RJ) Realização: Instituto Artistas Latinas Projeto expográfico: Gisele de Paula Valor: Entrada franca Classificação etária indicativa: Livre MNBA: Nelson Moreira /Thais Lima (21)992196986 Instagram: https://www.instagram.com/ museunacionaldebelasartes Facebook: www.facebook.com/MNBARio Site oficial: www.mnba.museus.gov.br Inscreva-se no Canal do Youtube: museunacionaldebelasartes -- Júnia Azevedo
- Rhana Abreu reúne Casé Neves, Guga Mendonça e Zezo em uma noite de música e celebração em Botafogo – Rio de Janeiro
Quem gosta de Cássia Eller já pode preparar a voz. O TLT, em Botafogo, recebe o show “Os Anjos Ainda Cantam”, com a cantora Rhana Abreu, em uma noite para relembrar grandes músicas do rock brasileiro, cantar junto e curtir o clima descontraído do bar. No palco, Rhana estará acompanhada por Casé Neves, no baixo; Guga Mendonça, na guitarra; Zezo, na bateria; e Gabriel Ferraz, nos teclados. O time de músicos dá peso e energia ao repertório, criando uma sonoridade que combina com a proposta do TLT e com a força das músicas escolhidas para a noite. Rhana Abreu - Divulgação No repertório, estão sucessos que marcaram a carreira de Cássia Eller, além de músicas de nomes que fizeram parte de seu universo musical, como Cazuza e Renato Russo. É aquela trilha sonora que muita gente conhece de cor e que continua fazendo sucesso entre diferentes gerações.Com muita energia e presença de palco, Rhana Abreu dá sua própria cara às músicas sem perder a essência que fez de Cássia uma das artistas mais queridas e marcantes da música brasileira.A cantora começou sua carreira nos anos 1990 e construiu uma trajetória marcada pela versatilidade e por sua forte ligação com o rock nacional. Agora, leva ao TLT uma apresentação para quem quer matar a saudade, descobrir novas interpretações e, principalmente, cantar junto. A ideia é simples: boa música, bons drinks, comida, amigos e aquela vontade de cantar junto. No TLT, o tributo ganha o clima perfeito para uma noite em Botafogo, reunindo música e diversão em um espaço que mistura bar, arte e música.“Os Anjos Ainda Cantam” é um convite para celebrar Cássia Eller, seus grandes sucessos e um repertório que continua vivo, agora com a energia de Rhana Abreu e uma banda formada por grandes músicos. Serviço: TLT (Times Like These) R. Visconde de Silva, 14 – Botafogo, Rio de Janeiro Ingressos: R$ 50,00 — à venda pelo Sympla Horário: 20h https://www.sympla.com.br/evento/tritbuto-cAssia-eller-com-rhana-abreu/3570766 Ficha Técnica: Idealização e voz: Rhana Abreu Baixo: Casé Neves Guitarra: Guga Mendonça Bateria: Zezo Produção executiva: Nando Andrade Nando Andrade









