Revista do Villa
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Revista luso-brasileira de conteúdo sobre cultura, gastronomia, moda, turismo,
entretenimento, eventos sociais, bem-estar, life style e muito mais...
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- “Start CPLP” apresentada para dinamizar “talento” e apoiar “empreendedorismo” no ambiente lusófono
Fotos: CE-CPLP/divulgação O Auditório da Sede da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em Lisboa, foi palco, no último dia 28 de novembro, da cerimónia de lançamento oficial da “Start CPLP”, uma iniciativa que visa, através da Confederação Empresarial da CPLP (CE-CPLP), “destacar o propósito de fortalecer e conectar o ecossistema lusófono”, sendo este novo projeto “dedicado a fomentar e desenvolver o talento e o empreendedorismo no ambiente da CPLP”. Marcaram presença no evento vários empreendedores e startups, mas também representantes do Corpo Diplomático e tecido empresarial. A presidente da CE-CPLP, Nelma Fernandes, abriu o encontro com uma intervenção centrada na necessidade de aprofundar a integração económica e tecnológica entre os Estados-membros. Esta responsável sublinhou que o intuito da “Start CPLP” é “construir um futuro onde os nossos jovens não precisem de escolher entre ter talento e ter oportunidades. Um futuro em que o espírito empreendedor seja celebrado, apoiado e convertido em desenvolvimento. Um futuro em que a CPLP se afirme como uma referência global de inovação e colaboração”. De seguida, o vice-presidente da Comissão Executiva da CE-CPLP, Higor Esteves, apresentou oficialmente a “Start CPLP”, descrevendo a plataforma como um “instrumento de dinamização para startups, incubadoras, aceleradoras, investidores e agentes do desenvolvimento económico do espaço lusófono”. Segundo Higor Esteves, o funcionamento do programa está estruturado em três fases e oito níveis, tendo sido construída uma jornada completa, que vai do estudo à consolidação empresarial, “oferecendo aos jovens da CPLP um caminho claro para transformar ideias em negócios de impacto”. “O “Start CPLP” é mais do que um programa, é um compromisso com o futuro. Uma plataforma que une talento, inovação e cooperação multilateral para impulsionar uma nova geração de empreendedores na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa”, disse Higor Ferro Esteves. O painel “Incubadoras e Aceleradoras como Motores de Crescimento Económico” juntou Luciana Viana, diretora do MUDA e membro da Women in Tech, e Eduardo Sette-Câmara, Managing Partner da Acelera Angola. A moderação foi conduzida por Berta Montalvão, vice-presidente da Comissão Executiva da CE-CPLP. Durante os trabalhos foi exibido o vídeo “Jovens Empreendedores da CPLP”, que apresentou experiências e projetos inovadores protagonizados por jovens criadores da Comunidade. “Com o “Start “CPLP” pretendemos oferecer aos jovens da comunidade lusófona um caminho claro para transformar ideias em negócios de impacto”, comentou Berta Montalvão. O encerramento contou com novas intervenções de Higor Esteves e de Nelma Fernandes, que reiteraram o compromisso da Confederação Empresarial da CPLP com políticas e iniciativas capazes de “aproximar talentos, ampliar oportunidades e reforçar a cooperação económica e tecnológica entre os países da Comunidade”. Um dos participantes foi Bráulio Augusto, presidente do Conselho de Administração do Instituto Nacional de Apoio às Micro, Pequenas e Médias Empresas (INAPEM) de Angola, que exaltou a iniciativa. “Iniciativas como o “Start CPLP” ganham ainda maior relevância porque se somam a outros instrumentos já existentes, como o Fórum das Instituições de Apoio às MPME da CPLP, de quem Angola é parte ativa, através do INAPEM, criado para aproximar políticas, promover partilha de conhecimento e construir uma visão conjunta para o desenvolvimento empresarial nos nossos países”, reagiu. Na opinião dos responsáveis pela CE-CPLP, o lançamento da “Start CPLP” “marcou uma etapa relevante para o ecossistema empresarial lusófono e consolidou o papel da CE-CPLP enquanto plataforma de desenvolvimento e articulação regional”. “O “Start CPLP” é mais do que um programa, é um compromisso com o futuro. Uma plataforma que une talento, inovação e cooperação multilateral para impulsionar uma nova geração de empreendedores na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa”, finalizaram esses mesmos responsáveis. Ígor Lopes
- Entrevista: Zezé Freitas - Escritora
A minha entrevistada é a escritora Zezé Freitas. Zezé Freitas no lançamento do seu livro 1) Olá Zezé! Qual a questão central do seu mais novo livro intitulado Nós? “NÓS” é uma coletânea de 11 (onze) contos que escrevi ao longo da minha vida. Todos sobre mulheres. Mulheres em várias situações de vida e de várias idades. 2) Você é historiadora de formação. Mas sua obra é no campo da Literatura. Como você aproxima Literatura e História? Sou filha de historiador e jornalista. Cresci entre jornais – meu pai teve um jornal. Durante dez anos: IMPRENSA RURAL- e livros. Ler, na minha casa era normal. Até na praia a gente lia, no Leblon, à tarde, depois da escola e do almoço. Aos 13 anos de idade já tinha devorado Jorge Amado e Lima Barreto e depois vieram os grandes clássicos, Dostoiévski, Tóstoi, KafKa, Camus... Meu pai contextualizava o que eu e meus irmãos liamos, sempre. Em conversas corriqueiras e nós nem percebíamos que estávamos aprendendo. Portanto, História e Literatura sempre caminharam juntas na minha vida. Não se excluem, ao contrário, se completam. 3) Você teve várias experiências internacionais. Qual foi a que mais lhe marcou? Eu morei fora do Brasil algumas vezes por diferentes razões. Todas foram muito importantes. Confesso que não tenho nenhuma experiência mais marcante do que a outra. 4) Você é historiadora de formação, mas sua trajetória profissional foi consolidada na área de relações publicas, com atuação destacada no segmento de design e arquitetura, especialmente entre Rio de Janeiro e São Paulo. Poderia nos contar sobre a sua experiência no campo de Design e Arquitetura? Eu quase cursei Arquitetura que sempre adorei, mas História sempre esteve no meu sangue e morar fora foi a minha faculdade de arquitetura e design “in loco” presencial. Cada lugar e cada cidade têm suas características urbanas específicas suas escolas e seu Design, tendências e influências culturais. Eu sempre fui a fundo no CONHECIMENTO e sou uma observadora atenta. Trabalhar como RP neste segmento foi uma possibilidade estratégica para ganhar dinheiro fazendo um trabalho que me deu muito prazer. Ponto de encontro para pesquisas 5) Qual é o tipo de livro que você mais gosta de escrever? Escrever para mim é uma compulsão. Comecei a escrever estórias muito cedo. Tenho essa relação simbiótica com a Literatura e Literatura para mim não tem adjetivos. É Ficção, estórias inventadas e bem contadas, criatividade e observação na forma e no conteúdo. Naturalmente que a vivência é a grande fonte. 6) Quais são os escritores que você mais admira? Nenhum escritor escapa dessa pergunta, né? Eu tenho muitos que idolatro e estou sempre relendo. Garcia Marques, Camus, Eça de Queiroz, Dostoiévski, mas creio que esses são meio unanimidade, não é mesmo. Atualmente leio muitas mulheres contemporâneas. Brasileiras, portuguesas, africanas e inglesas... 7) Quais são as dicas que você daria para aquilo que você considera como sendo uma boa escrita? Vou dar a mesma resposta que o meu saudoso amigo, o maravilhoso Rubem Fonseca me deu: “Escreva. Você só aprende a escrever, escrevendo.” Não existem regras nem fórmulas para uma “boa escrita”. Cada um tem seu mundo e seu jeito. 8) Quais são os seus planos futuros? Te respondo com mais uma frase de um outro grande e saudoso amigo, João Ubaldo Ribeiro, o Jubaldo: “ O escritor não tem futuro, tem é mais um livro para escrever”. O meu próximo é um romance histórico. Aguarde. Um estilo da escritora Zezé Freitas Chico Vartulli
- Entrevista: Luciano Machado Barros
Apresentação do Entrevistado Luciano Machado Barros Coordenador Técnico da Vila Olímpica Radialista Apolinho – Gamboa A Vila Olímpica Radialista Apolinho Washington Rodrigues, na Gamboa, é uma das mais importantes estruturas esportivas sociais do Rio de Janeiro. Para entender seu funcionamento, importância e alcance, conversamos com Luciano Machado Barros, Coordenador Técnico da unidade e testemunha do impacto transformador que o esporte tem na vida da comunidade. Luciano, para começarmos: qual é a história da Vila Olímpica da Gamboa e como ela surgiu? A Vila Olímpica Radialista Apolinho Washington Rodrigues, localizada na Rua da Gamboa, foi fundada entre 2004 e 2005, durante o projeto do Pan-Americano do Rio 2007. É um equipamento esportivo que orgulha o Rio de Janeiro e segue, até hoje, cumprindo sua missão social com excelência. Quais atividades são oferecidas e como funciona o atendimento ao público? A Vila funciona de 7h às 18h e oferece cerca de 18 atividades, entre elas: natação, hidroginástica, atividades para pessoas com deficiência, alongamento, ginástica, dança, zumba, judô, jiu-jitsu, balé, futebol, futsal e basquete. Hoje, contamos com cerca de 2.900 inscritos nas diversas modalidades. Após o horário das aulas, das 18h às 22h, a área terrestre permanece aberta para lazer da comunidade, inclusive aos finais de semana, com atividades como futebol e basquete. As atividades têm algum custo? Como funcionam inscrições e recadastramentos? Todas as atividades são 100% gratuitas. Para se inscrever, é necessário apresentar documento de identidade, CPF e comprovante de residência. O recadastramento dos alunos já matriculados acontece de 21 a 30 de janeiro, e as inscrições para novos alunos começam em 3 de fevereiro. A Vila tem um papel muito forte na inclusão. Pode falar sobre isso? A Vila Olímpica é totalmente voltada para o social, para a inclusão e para o acesso democrático ao esporte. Aqui, trabalhamos iniciação esportiva para todas as idades e perfis, com foco no bem-estar e na saúde. O alto rendimento pode surgir como consequência da prática cotidiana — e acontece — mas o nosso principal objetivo é acolher, integrar e fortalecer a comunidade. Para que o leitor tenha uma dimensão da estrutura, quantos alunos estão inscritos em cada modalidade? Atualmente, temos 2.847 alunos distribuídos da seguinte forma: Modalidades e número de alunos Alongamento — 272 Balé — 36 Basquete — 18 Dança de Salão — 25 Futebol — 93 Futsal — 25 Ginástica — 98 Hidroginástica — 1.102 Jiu-Jitsu — 50 Judô — 73 Natação — 452 Natação Adaptada — 52 Pilates Solo — 285 Skate — 39 Treino Funcional — 74 Yoga — 14 Zumba — 139 TOTAL: 2.847 alunos atendidos Para fechar: qual a importância da Vila Olímpica dentro do projeto da cidade do Rio? A Vila Olímpica é um equipamento público da Prefeitura do Rio de Janeiro, vinculado à Secretaria Municipal de Esporte e Lazer. Além de ser referência, é também um espaço de transformação, convivência, saúde e cidadania. Cada aluno representa uma história alcançada — e esse é o verdadeiro legado. Entrevista por Delcio Marinho & ChatGPT Delcio Marinho
- Lisboa: Ligações entre Portugal e América Latina discutidas durante evento na capital portuguesa
Foto: divulgação “De Portugal à América Latina” foi o nome da iniciativa realizada dia 24 de novembro, em Lisboa, numa organização da Associação Académica de Ciências Económicas e Políticas (AACEP), e com o apoio da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB), da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX Brasil) e da Cooperativa de Habitação e Construção (Cooplar CRL). O encontro integrou o programa “Diplomacia e Futuro: à conversa com Embaixadores”, reunindo representantes diplomáticos de vários países latino-americanos. Nestas discussões, participaram autoridades residentes em Lisboa, como a Embaixadora do Chile, Marina Teitelboim Farías, o Embaixador do Paraguai, Raúl Silvero Silvagni, e o Conselheiro-Geral na Missão do Brasil junto da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Durval Carvalho de Barros, num painel dedicado às dinâmicas políticas, económicas e estratégicas que aproximam Portugal da América Latina. A sessão de abertura foi presidida pelo presidente da CCILB, Otacílio Soares, acompanhado pelo vice-presidente da AACEP, Duarte de Lidon Guerra, e por Bruno Miranda e Silva, co-coordenador de política internacional da AACEP, estudante de Relações Internacionais e Ciências Políticas na Universidade Católica Portuguesa, que tem desempenhado funções no aprofundamento da agenda externa da associação. Marcou presença também no evento, Raúl Silvero Silvagni, embaixador do Paraguai em Portugal. O encerramento do encontro esteve a cargo do presidente da AACEP, Guilherme de Lidon Guerra. Os organizadores sublinharam que o evento reforçou as relações bilaterais de Portugal com diversos países da América Latina, além de destacar a importância da diplomacia económica e da cooperação institucional na consolidação de parcerias estratégicas entre ambas as regiões. Ígor Lopes
- Salvador Cultural: Museu do Mar Aleixo Belov
Imagem do Museu do Mar Aleixo Belov - Imagem 1 Aleixo Belov nasceu em 9 de janeiro de 1943 em Merefa, na Ucrânia, durante a Segunda Guerra Mundial. Na época, a Ucrânia fazia parte da União Soviética e estava ocupada pelas tropas alemãs. Belov deixou sua cidade natal aos 7 meses de nascido, nos braços de sua mãe ucraniana Zinaida, do seu pai russo Dimitri e da sua irmã Olga, dois anos mais velha que ele. Passou pela Europa e terminou emigrando de navio pelo Porto de Genova, chegando ao Brasil em junho de 1949, já com 6 anos. Estabeleceu-se em Salvador, tornou-se engenheiro civil, mergulhador e navegador. Teve cinco filhos de dois casamentos. Foi professor da cadeira de portos, da Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia (UFBA), trabalhou em obras marítimas e nos últimos 40 anos está à frente da Belov Engenharia Ltda. Imagem de Aleixo Belov - Acervo Museu - Imagem 2 Deu três voltas ao mundo, solitário, a bordo do veleiro Três Marias, por ele mesmo construído todo em fibra de vidro, no quintal de sua casa. Depois, construiu o Veleiro Escola Fraternidade, embarcação maior e de aço, com o qual deu a quarta volta ao mundo treinando 26 alunos. Ao regressar, recebeu da presidência da República, em junho de 2012, a Medalha e o Título de Cavaleiro da Ordem do Mérito Naval. Em 2014 concluiu uma expedição para a Antártica e em 2018 completou sua quinta volta ao mundo. Em 2022, realizou uma viagem de 10 meses, no Fraternidade, para explorar a Passagem Noroeste. Essas viagens renderam 10 livros publicados e muitos materiais em textos, fotos e vídeos que podem ser vistos no MUSEU DO MAR Aleixo Belov. Imagem do veleiro três marias - Museu do Mar - Imagem 3 O MUSEU DO MAR Aleixo Belov tem sua origem intimamente atrelada às aventuras marítimas do velejador que lhe dá o nome. O MUSEU DO MAR é um presente de Aleixo Belov para a sociedade que o acolheu e permitiu que prosperasse. Afinal, foi aqui, na Baía de Todos os Santos, que ele conheceu e se apaixonou pelo mar. Imagem do acervo e veleiro - Museu do Mar - Imagem 4 O MUSEU DO MAR contém patrimônios materiais e imateriais, que unidos formam um dos mais belos conjuntos de uma história de vida entre mares, oceanos e terra firme. Os visitantes são convidados, de forma lúdica, interativa e emocional a fazerem parte dessas aventuras e se tornarem, por um breve instante, velejadores de um tempo pretérito que os estimula a sonhar com navegações de um tempo futuro. O acervo do Museu do Mar é impressionante e diverso, refletindo a vasta experiência de Aleixo Belov como navegador. Entre os itens expostos, os visitantes encontrarão: Objetos Bi e Tridimensionais: Uma coleção fascinante de objetos que Belov ganhou, trocou, encontrou e comprou durante suas viagens. Esses itens, que variam de artefatos culturais a instrumentos náuticos, oferecem um vislumbre das muitas culturas e regiões que ele visitou. Imagem de artefactos - acervo Museu - Imagem 5 Memórias Pessoais e Profissionais: O museu exibe registros pessoais de Belov, incluindo diários de bordo, fotografias e vídeos que documentam suas viagens e as pessoas que encontrou pelo caminho. Imagem do acervo do Museu do Mar Aleixo Belov - Imagem 6 Veleiro Três Marias: O veleiro original que Belov utilizou em suas expedições, exibido com destaque no museu. Este barco é mais do que um simples meio de transporte; é um símbolo das inúmeras aventuras e desafios que ele superou. O Veleiro é tão importante para Aleixo, que o eternizou, inserindo ele dentro do museu. Uma operação complexa, que transformou o sonho em realidade para o deleite dos visitantes. Imagem do içamento do Veleiro Três Marias - Acervo Museu do Mar Aleixo Belov - Imagem 7 Imagem do deslocamento do Veleiro Três Marias - Acervo - Imagem 8 Veleiro Escola Fraternidade: Outro destaque do acervo, este veleiro representa a continuidade do legado de Belov, sendo utilizado para instrução e formação de novos navegadores. Imagem do Veleiro Fraternidade - Acervo Aleixo Belov - Imagem 9 Museu do Mar Aleixo Belov celebra quatro anos com programação voltada ao universo marítimo em Salvador O Museu do Mar Aleixo Belov, no Santo Antônio Além do Carmo, comemorou quatro anos de funcionamento dia 1º de dezembro com uma semana de atividades abertas ao público no Centro Histórico de Salvador. A celebração teve início no domingo (30), com a estreia de uma exposição que traz registros inéditos da atual expedição de Aleixo Belov pela Passagem Nordeste — rota que conecta o Atlântico ao Pacífico através do Ártico Siberiano e é considerada uma das mais exigentes do mundo para a navegação. Desde sua inauguração em 2020, o espaço tem se dedicado a ampliar o acesso à cultura oceânica, com ações educativas, debates sobre sustentabilidade e iniciativas ligadas à economia do mar. Já recebeu mais de 200 mil visitantes e projeta dobrar esse número até 2026.“Somos um museu jovem, construído a partir de uma história real de coragem e paixão pelo mar. Queremos fortalecer ainda mais esse diálogo com a comunidade nos próximos anos”, afirma a diretora executiva, Larissa Nabuco. A programação comemorativa se estende até 7 de dezembro, com palestras, oficinas, apresentações musicais e atividades para crianças no museu e no Largo de Santo Antônio Além do Carmo. O Museu do Mar Aleixo Belov funciona de terça a domingo, das 10h às 17h. Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia), com entrada gratuita às quartas-feiras. Imagem de divulgalção Museu do Mar Aleixo Belov - Imagem 10 Fontes : Museu do Mar Aleixo Belov Prefeitura de Salvador Secult André Conrado
- Moda que pensa, cria e inclui: a experiência futurista de Amanda Momente no Pop Plus
Experiência multiplataforma antecipa livro da AI Fashion Architect e apresenta WonderDataset, primeiro banco de dados inclusivo da moda brasileira Amanda Momente é uma das principais vozes da Pop Plus, que será realizada nos dias 6 e 7 de dezembro, no Memorial da América Latina, na Barra Funda, em São Paulo. A profissional, que também é fundadora da primeira marca brasileira de moda esportiva plus size, a WonderSize, apresenta na maior feira de moda do setor do Brasil a visão que orienta sua nova etapa profissional. “Vou mostrar como a fusão entre inteligência artificial, inclusão e criatividade está moldando o futuro fashion em diversos aspectos. Além disso, vou fazer o pré-lançamento do meu primeiro livro de forma coletiva, com as pessoas que me acompanham participando”, adianta a AI Fashion Architect. Após dois anos de imersão, Amanda transformou seu conhecimento em moda, pesquisas e processos em um dataset próprio de referências, materiais, caimentos, modelagens e decisões criativas. Essa infraestrutura permite que qualquer criador faça o mesmo, projetando um sistema preciso para desenvolver, testar e aprimorar coleções de forma escalável. O Wonder Dataset é o primeiro banco de dados inclusivo de moda brasileira, treinado com IA generativa e metadados corporais, que conectam tecnologia, criatividade e inclusão, da formação técnica à experimentação com novas linguagens visuais. “Os bancos de dados públicos que definem ‘o corpo humano’ ficaram congelados no tempo. Se a indústria da moda pretende formar uma nova geração de estilistas preparada para o século XXI, precisamos atualizar urgentemente essas bases. Sem dados reais, diversos e mensuráveis, não existe modelagem precisa, inovação ou responsabilidade social. A próxima revolução da moda nasce da atualização do que consideramos corpo ideal e isso exige consolidar a existência desses dados que representem os corpos de hoje”, pontua Amanda. A especialista tem como objetivo ir além da roupa em si feita para corpos reais, desenvolvida pela união de engenharia têxtil, nanotecnologia e modelagem de acordo com o que busca: a liberdade em todos os níveis. Segundo a profissional, que se considera autodidata, seu principal objetivo é mostrar ser possível redesenhar a criação, a produção e a representação dos corpos na moda, revelando o papel dos algoritmos. “Tudo isso tem me dado a certeza de que quem domina arquitetura de dados + comportamentos humanos + Design Tech, hoje, domina o futuro da moda”, afirma a AI Fashion Architect. Para ela, além de produtos, esse movimento entrega algo raro na moda brasileira atual: roupas capazes de acompanhar todos os tipos de corpos no ritmo da vida real, favorecendo saúde, autonomia e o simples prazer de se movimentar. “O impacto reverberou no setor e estimulou marcas como Centauro, Netshoes, Pantys e Posthaus a ampliarem sua presença no esporte e no varejo de moda”, observa. Pré-lançamento multiplataforma se destaca como diferencial do Pop Plus Inovadora em todas as suas frentes de atuação, Amanda Momente não poderia deixar de lado sua personalidade futurista ao participar do Pop Plus. O principal diferencial do pré-lançamento do seu livro em co criação com a comunidade wonder conta com uma estratégia multiplataforma. “Durante o evento, jornalistas, influenciadores e visitantes poderão experimentar, em primeira mão, um totem interativo onde será possível conversar com o bot criado especialmente para a jornada do livro”, explica a autora. Ela conta, ainda, que a experiência imersiva traduz os “oito conceitos”, pilares criativos do projeto, em prompts que geram moda inclusiva e reflexões sobre corpo, estética e tecnologia, transformando conteúdo em vivência e aproximando inovação de afeto. Para Amanda, o momento é decisivo: “a moda brasileira está diante de um ponto de virada. Quando combinamos inteligência artificial, bancos de dados estruturados e metodologias de design centradas no ser humano, abrimos espaço para uma moda que respira responsabilidade. Uma indústria menos tóxica nasce quando o desenvolvimento de produtos começa pela empatia: compreender corpos reais, mapear necessidades e projetar soluções que respeitam quem veste e o planeta que sustenta tudo. Essa é a infraestrutura de moda do futuro”, finaliza. Sobre Amanda Momente Amanda Momente é AI Fashion Architect , Designer e uma das principais referências brasileiras em inovação na moda plus size. Há oito anos atua unindo design, tecnologia, sensações e inteligência artificial para romper padrões de exclusão e posicionar a inclusão como estratégia de mercado. Fundadora da WonderSize, primeira marca de performance esportiva plus size do Brasil, desenvolveu produtos que combinam engenharia têxtil, nanotecnologia e modelagem precisa. Criadora do primeiro curso de Moda Plus Size do país com a AUDACES, autora do primeiro artigo técnico sobre o tema na ABIT e colunista da revista Costura Perfeita, Amanda também levou seu trabalho a mais de 40 países. Reconhecida nacionalmente como referência em diversidade, já atuou como editora convidada no LinkedIn Notícias e jurada em programas de aceleração da Amazon. Sua trajetória integra inovação, impacto social e tecnologia para construir uma moda mais inclusiva e avançada. Em 2024 foi premiada na categoria PME do Prêmio. Santander X Acelera AI, pelo uso de Inteligência Artificial aplicada à moda e impacto social por meio da Wonder Size. Mentora de Multi Agentes na FINEP Redes sociais: Instagram: https://www.instagram.com/amomente/ Linkedin: https://www.linkedin.com/in/amomente/ Serviço – Pop Plus 13 anos Data: 6 e 7 de dezembro de 2025 (sábado e domingo) Horário: das 11h às 20h Local: Memorial da América Latina – Espaço Multiuso (entre Pavilhão da Criatividade e Auditório Simon Bolívar) Endereço: Av. Mário de Andrade, 664 – Barra Funda, São Paulo/SP Acesso: Estação Barra Funda (metrô, trem, ônibus e rodoviária) Entrada: Gratuita Alessandra Dayrell
- Pilates Para Além da Moda: O Corpo, a Mente e a Indústria Bilionária
Como o Pilates voltou ao centro da cultura do movimento, impulsionado por ciência, propósito e um mercado que não para de crescer. Por que o Pilates parece estar sempre passando por uma reinvenção, ora apresentado como tendência, ora como o “próximo hit” do bem-estar? Talvez porque, na velocidade com que consumimos novidades, a indústria precise empacotar até o que é clássico como se fosse lançamento. Mas a verdade é que o Pilates não precisa de hype. Ele é uma prática secular cuja essência continua exatamente onde Joseph Pilates a colocou na década de 1920: no momento presente. Seu criador, ao desenvolver a Contrologia, tinha um objetivo claro, recuperar a condição física de feridos de guerra combinando força, flexibilidade e, principalmente, concentração. Essa tríade continua sendo, até hoje, o que mais me encanta: a chance de estar inteira enquanto movimento e mente conversam. Curioso pensar que 2025 é, talvez, o ano em que o Pilates foi mais falado. É o “lifestyle da vez”, segundo uma leva de influenciadoras sempre prontas para anunciar a tendência do momento — ainda que a prática esteja por aqui, sólida, silenciosa e desacelerada, desde muito antes da internet decidir que ela era cool. Pilates é uma das minhas atividades físicas favoritas. Está comigo desde 2013 e virou relacionamento sério, desses sem altos e baixos — mesmo quando os meus desafios cotidianos tentam me sabotar: a vontade de faltar, a preguiça, o famoso “vou amanhã”. Eu sempre volto. E acho que isso diz muito sobre a força da prática. Por muito tempo, o Pilates carregou o rótulo de “exercício de gente mais velha”. E, convenhamos, mesmo que fosse, estaria tudo bem, sabedoria e longevidade nunca saem de moda. Depois da febre dos anos 1990 e 2000, o método ainda enfrentou o estigma de “treino fofo”. Agora, renasce repaginado e, mais importante, ressignificado. De modalidade, virou estilo de vida. Um lembrete de que força, presença, consciência corporal e autocuidado caminham juntos. É nesse contexto que recorro à Raquel Barcelos, minha professora, que acompanha meu corpo e minha trajetória há anos para entender o que está por trás dessa virada no universo do Pilates. Por que a prática voltou ao centro da conversa? O que explica esse boom? E, principalmente, o que garante que ele não se desfaça quando a febre das tendências passar? É aqui que entra a Raquel. Quando pergunto a ela sobre essa virada do Pilates — na vida real, no trabalho, no corpo das pessoas — ela resume assim: “O Pilates evoluiu muito nos últimos anos. As pessoas descobriram que ele não é só uma prática leve: é uma ciência corporal completa, que integra força, flexibilidade, consciência postural e funcionalidade. Hoje, ele responde exatamente às demandas do nosso estilo de vida — combater o sedentarismo, melhorar a performance, prevenir dores, reabilitar e ainda trazer foco e equilíbrio emocional.” Raquel explica que criou sua própria metodologia, unindo o Pilates contemporâneo às raízes clássicas de Joseph Pilates, para adaptar cada movimento às necessidades reais dos alunos. “No meu estúdio, o Pilates não é só uma aula. É uma estratégia de saúde, movimento e autocuidado”, diz ela. Quando pergunto sobre sua relação pessoal com a prática, a resposta vem com honestidade: “O Pilates transformou minha vida. Primeiro, me fez enxergar meu próprio corpo — meus desequilíbrios, minha postura, minha coordenação. Depois, virou um espaço de silêncio e presença que mudou minha mente. Isso influencia diretamente meu trabalho. Cada aluno que chega até mim carrega uma história, um corpo e uma intenção, e eu consigo olhar para cada um deles de forma única.” Ela completa: “Minha metodologia me permite unir técnica e empatia. O Pilates me fez ser a melhor versão de mim mesma — e é isso que tento entregar a cada pessoa que passa por aqui.” O momento do Pilates revela mais do que um modismo: ele expõe a expansão de uma indústria bilionária dedicada ao movimento consciente e à busca por longevidade. Influenciadoras podem até amplificar essa onda e tudo bem, esse também é o papel delas, mas a adesão crescente vai além dos filtros e feeds. Nasce do encontro entre autocuidado, consistência e o simples fato de que o método funciona. O crescimento do Pilates não é só perceptível nas redes sociais ele aparece, sobretudo, nos números. O mercado global do método movimentou cerca de US$120,9 bilhões em 2024 e deve ultrapassar US$520 bilhões até 2035, segundo projeções da Allied Market Research. Trata-se de um avanço consistente, acelerado e que acompanha um fenômeno cultural: o interesse crescente por práticas que envolvem consciência corporal, longevidade e presença. Em volume absoluto, a ioga ainda lidera em número de centros e praticantes. Mas o ritmo de expansão do Pilates é mais rápido. Nos Estados Unidos, por exemplo, o número de adeptos cresceu 40% entre 2019 e 2024, enquanto a ioga avançou 23,6% no mesmo período, conforme dados da Sports & Fitness Industry Association. No Brasil, o movimento é ainda mais expressivo: entre 2020 e 2024, a procura pelo método aumentou 313%, segundo dados da plataforma Wellhub publicados pelo site Neofeed. Ou seja, não estamos apenas diante de uma tendência estética, estamos diante de uma mudança de comportamento. Essa expansão também abriu espaço para a diversificação das modalidades. Ao lado do Pilates clássico surgem variações que atendem diferentes perfis: • o mat pilates, minimalista e feito apenas com o peso do corpo; • o power pilates, mais intenso e contínuo; • o aéreo, que dialoga com práticas circenses; • e studios que apostam no reformer como carro-chefe, como o Aera Pilates, do grupo Smart Fit. E, claro, há abordagens que dialogam com quem busca intensidade. Entre elas está o Lagree, técnica híbrida que combina princípios do pilates com estímulos da musculação e já caiu no gosto de nomes como Michelle Obama e Kim Kardashian. Mais intenso, mais acelerado e com aquele tremor característico de “trabalho profundo”, o método mostra como o universo criado por Joseph Pilates continua se reinventando sem perder sua essência. As aulas coletivas também ganharam força. São mais acessíveis, aproximam a prática de um público que talvez nunca tivesse entrado em um estúdio tradicional e criam uma sensação gostosa de comunidade. “Me encontrei no pilates: trabalho força, flexibilidade, equilíbrio e foco, exercito corpo e mente de forma dinâmica. Cada aula é um momento de autocuidado — um cuidado que vai muito além da estética e que esse novo movimento wellness trouxe mais à tona, sobretudo com o crescimento das aulas em reformer, que inclusive virou um programa entre amigas”. Foi observando essas novas dinâmicas que busquei experimentar uma aula em grupo com minha amiga Sabina Valerio , embaixadora da The Simple Gym, que aposta precisamente nesse formato coletivo. Saí encantada. As turmas dão ritmo, energia, senso de comunidade e uma vontade genuína de voltar. A Sabina, como praticante apaixonada, também enxerga valor nesse formato. Ela costuma dizer que a aula em grupo traz leveza, motivação e presença , porque “se movimentar ao lado de outras pessoas cria uma energia boa, que dá vontade de repetir”. Ainda assim, e aqui falo com carinho, acredito que o Pilates guarda um valor único quando há um olhar atento do professor para cada corpo. Mesmo em turmas pequenas, a experiência se transforma quando o profissional entende nossas particularidades, nossas limitações e até aquelas micro vitórias silenciosas que ninguém vê, mas fazem a gente voltar no dia seguinte. É essa mistura entre técnica, acolhimento e individualidade que, para mim, mantém o Pilates vivo para além de qualquer hype. As modalidades até se reinventam, os estúdios ganham cara de spa, as selfies se multiplicam no espelho mas o que realmente sustenta essa prática é a relação que criamos com quem nos guia e com o nosso próprio corpo. No fim, é isso que fideliza, motiva e transforma. Aos estúdios que foram casa em diferentes fases da minha vida, e aos professores que me guiaram com saber, carinho e rigor: meu muito obrigada. O Pilates que vive em mim hoje é feito de cada toque, cada correção, cada aprendizado compartilhado. Sou o resultado de muitas mãos e muitos olhares. Raquel Barcelos Ana Paula de Deus
- Árvore de Natal gigante na Enseada de Botafogo: programação imperdível
Quando eu soube que o Rio ia ganhar uma Árvore de Natal flutuante na Enseada de Botafogo, confesso que bateu uma curiosidade de criança. Por muitos anos, a Árvore da Lagoa fez parte do meu fim de ano e eu achava que nada ia superar aquela sensação de chegar perto da água e ver tudo aceso. Agora, além da volta da árvore na Lagoa, a cidade ganhou um novo ponto iluminado, em plena Praia de Botafogo, com o Pão de Açúcar como cenário. É o tipo de novidade que muda a cara do Natal carioca. A estrutura impressiona. A árvore flutuante montada para o Natal do Rio tem 80 metros de altura, o equivalente a um prédio de 30 andares, iluminada por mais de 2 milhões de luzes de LED. Ela fica posicionada a cerca de 100 metros da areia, e é possível enxergar o reflexo daquela coluna de luz ao longo de boa parte da orla de Botafogo. A sensação é de que a Baía de Guanabara ganhou um farol natalino, criado para ser visto de longe e fotografado de todos os ângulos. Caminhar pela Enseada quando o sol está caindo deixa tudo ainda mais especial. Eu gosto de chegar com calma, sentir a mudança da luz do fim de tarde e ver a árvore ganhando cor à medida que o céu escurece. É um passeio que funciona tanto para casais quanto para famílias, principalmente para quem já passou dos 40 e prefere viver o Natal com conforto, sem correria e com a sensação de segurança minimamente controlada. A região conta com esquema especial de policiamento, trânsito organizado e uma área pensada para receber milhares de pessoas, incluindo visitantes mais maduros, que muitas vezes evitam multidões. Além da árvore, o Natal do Rio transformou a Enseada numa espécie de parque cultural natalino. Tem ballet de águas, show de luzes sincronizadas com música, vila gastronômica em formato de food trucks e programação de shows e atividades gratuitas aos fins de semana. A ideia é que o carioca não vá apenas “ver a árvore”, mas viva a noite inteira ali, com tempo para comer, caminhar, descansar em algum ponto da orla e aproveitar o clima de festa com a família toda. Para quem gosta de ter o que fazer sem gastar com ingresso, é um prato cheio. Na prática, minha dica principal é simples e faz toda a diferença: chegue antes do pôr do sol. Botafogo tem um fim de tarde lindíssimo, com aquele desenho clássico da Baía de Guanabara emoldurado pelo Pão de Açúcar. Você aproveita o visual, tira fotos com luz natural e, quando escurece, já está em um bom ponto para assistir ao acendimento da árvore e ao início do ballet de águas e dos efeitos de luz. Outro cuidado que eu sempre tomo é escolher o local onde vou ficar logo que chego. Como a árvore é visível em uma grande faixa da praia, vale andar um pouco, observar o fluxo de pessoas e decidir se você prefere ficar mais perto do palco, mais próximo da vila gastronômica ou em um ponto mais tranquilo para quem está com crianças ou pessoas mais velhas. Aproveite também a programação de fim de semana, que está bem variada e gratuita. Vale ficar de olho nas datas porque tem samba, orquestra, atrações infantis, DJs e blocos temáticos. Se você gosta de música ao vivo, dá para planejar o passeio não só pela árvore, mas pelo show. Por fim, vá com calma, sapato confortável e, se possível, leve uma garrafinha de água e um leque. Mesmo à noite, o calor do Rio costuma aparecer, e ficar em pé um bom tempo exige um pouco de preparo, especialmente para quem já passou dos 40 e prefere evitar qualquer desgaste desnecessário. Serviço Evento : Natal do Rio – Árvore de Natal flutuante na Enseada de Botafogo Local : Enseada de Botafogo, Praia de Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro Período : de 30 de novembro de 2025 a 6 de janeiro de 2026 Funcionamento da árvore : acendimento diário das 19h às 0h Atrações fixas : Árvore flutuante de 80 metros, com cerca de 2,3 milhões de luzes de LED Show de luzes e efeitos sincronizados Ballet de águas em intervalos regulares a partir das 19h Vila gastronômica com food trucks e opções variadas de comida e bebida Programação de shows e atividades aos fins de semana 06/12 (sábado): Nego Álvaro, das 17h às 19h 07/12 (domingo): Tapetes Contadores de Histórias, às 16h, e Nova Orquestra, às 17h 13/12 (sábado): Vem Cá Minha Flor, às 17h 14/12 (domingo): Fróes e Banda, às 17h 20/12 (sábado): Grupo Arruda, às 17h 21/12 (domingo): Bloco do Papai Noel, às 16h, e Camerata Jovem do RJ, às 17h 27/12 (sábado): DJ Michell, às 17h 28/12 (domingo): Oficina de Circo com o Circo no Ato, às 16h, e Forró da Taylor, às 17h 03/01 (sábado): DJ Camila Brunetta, às 17h 04/01 (domingo): Bloco Que Pena Amor, às 17h Ingressos : entrada gratuita, com alimentação e bebidas pagas à parte na vila gastronômica Como chegar Para quem vem de metrô, a melhor opção é descer na estação Botafogo. De lá, você pode caminhar em direção à Praia de Botafogo e seguir a sinalização para os túneis de pedestres que dão acesso à Enseada. Esses túneis foram preparados justamente para levar o público com mais segurança até a área da árvore, evitando atravessar a avenida em pontos arriscados. De ônibus, diversas linhas passam pela Praia de Botafogo, vindas tanto do Centro quanto de bairros da Zona Sul e Zona Norte. Vale consultar o aplicativo de transporte para ver qual linha te deixa mais próximo dos acessos indicados como Túnel 1 e Túnel 2, que costumam ser os pontos oficiais de entrada. Se a ideia for ir de carro, é importante saber que a região costuma ter interdições parciais em dias de grande movimento, além de poucas vagas nas ruas internas. Existem estacionamentos privados em Botafogo, mas a combinação trânsito intenso mais preços elevados pode tornar o passeio menos agradável. Para quem está com pessoas mais velhas, uma boa alternativa é usar táxi ou aplicativo de transporte e combinar um ponto de encontro em alguma rua próxima, evitando parar bem em frente à praia. Dicas de segurança para aproveitar com tranquilidade A Enseada de Botafogo recebe reforço de policiamento e estrutura especial durante o Natal do Rio, mas ainda assim estamos falando de um grande evento em área aberta. Minha recomendação é ficar sempre nas vias principais e nas áreas mais movimentadas, evitando cortar caminho por ruas muito escuras ou desertas depois do fim dos shows. Evite levar objetos em excesso. Use bolsa pequena, de preferência transversal, mantida à frente do corpo, e tente não ficar com o celular exposto enquanto caminha em áreas mais cheias. Combine um ponto de encontro com quem estiver junto com você, caso alguém se desencontre no meio do público. Para quem tem mais de 40, é importante também respeitar o próprio ritmo, fazer pausas e se hidratar. Ficar muito tempo em pé pode ser cansativo, então vale intercalar momentos de caminhada com pequenas paradas em locais mais tranquilos. Se estiver com crianças ou idosos, chegue mais cedo, aproveite o pôr do sol, veja o acendimento da árvore e considere ir embora antes do fim do evento, quando a saída costuma ficar mais tumultuada. Assim você curte o melhor da noite e volta para casa com a sensação gostosa de Natal, sem estresse. André Aguiar
- Entrevista: Viviane Fernandes — CEO da Nice Via Ápia Turismo, jornalista e colunista especializada em turismo
Viviane, para começarmos: quem é Viviane Fernandes? Conte um pouco da sua formação e trajetória profissional. Meu nome é Viviane Fernandes. Sou formada em Turismo, formada também em Jornalismo e tenho pós-graduação em Marketing. Estou no mercado há 30 anos e hoje sou uma das CEOs da operadora Nice Via Ápia Turismo — Nice, de “bom”, em inglês, e Via Ápia, referência histórica. Minha vida sempre esteve profundamente ligada ao turismo. “O turismo está no meu DNA”. Como começou a sua trajetória no turismo? O que te motivou a se tornar colunista? Minha trajetória começou literalmente no meu DNA. Minha família fundou a operadora Nice Via Ápia há três décadas, então cresci dentro desse universo. Comecei a trabalhar muito jovem, ainda na faculdade. Sempre fui apaixonada por viagens. Quando criança, eu tinha uma brincadeira que nunca esqueço: girava o globo terrestre e colocava o dedo em um lugar aleatório dizendo que seria meu próximo destino. Eu dizia para minha mãe que queria ser aeromoça. Mas Deus foi mais generoso comigo e me deu uma operadora de turismo através da minha família. A comunicação também sempre foi natural para mim, por isso me tornei colunista. Eu gosto de falar sobre turismo de forma verdadeira, com emoção, com propósito e com experiência real. Os temas que movem a colunista Nas suas colunas, quais são os principais temas que você aborda e por que escolheu esse enfoque? Eu sou completamente apaixonada pelo turismo. Então abordo não só destinos maravilhosos que o nosso Rio de Janeiro oferece, mas também os desafios que enfrentamos: violência, miséria nas ruas, falta de emprego, falta de políticas públicas consistentes. O Rio é o principal portão de entrada do Brasil. Se o Rio funciona bem, o Brasil funciona melhor. Por isso sou militante do turismo e acredito que ele precisa ser tratado como prioridade — com profissionalismo, planejamento e visão de futuro. O turismo como motor econômico e cultural Como você enxerga o papel do turismo no desenvolvimento econômico e cultural de uma região? Eu enxergo como 100% essencial. Qualquer região que depende do turismo como fator financeiro é uma região próspera. O turismo gera empregos, traz demanda, movimenta receitas, transforma vidas. Ele enriquece qualquer local, cidade ou país. Onde há turismo bem administrado, há desenvolvimento. Experiências marcantes e destinos preferidos Entre tantas experiências, quais destinos têm te marcado mais recentemente? Eu já viajei pelo mundo — Tailândia, Dubai, vários países da Europa como França e Itália — mas a minha grande paixão é o Estado do Rio de Janeiro. Dentro do Rio, tenho dois lugares que são verdadeiros refúgios para mim: Búzios — com suas praias lindas, vida noturna vibrante, bares, restaurantes e uma alta gastronomia belíssima. É um destino sofisticado, diverso e cheio de energia. Itaipava — que me encanta pela natureza, pelo clima, pela tranquilidade e pela elegância serrana. Esses dois lugares fazem parte de mim. Entrevista realizada por Delcio Marinho & ChatGPT Delcio Marinho
- Corpo Samba Promove Imersão na Dança e Cultura do Samba
Leitores da Revista do Villa têm 20% de desconto O Studio Casa de Pedra recebe, no próximo dia 7 de dezembro , o workshop CORPO SAMBA , uma experiência dedicada a quem deseja aprofundar a relação com o samba por meio da dança, da expressão corporal e do movimento autêntico. A atividade propõe uma imersão completa nas bases do samba, explorando suas dinâmicas, ritmos e a musicalidade que marca esse patrimônio cultural brasileiro. O workshop é voltado tanto para iniciantes quanto para quem já dança e busca aprimorar sua ginga e presença. Entre os principais objetivos da aula, estão: ● Potencializar o ritmo : desenvolvimento das ações motoras e rítmicas essenciais do samba; ● Promover bem-estar e expressão : integração entre corpo, movimento e energia para ampliar a consciência e a expressividade; ● Dominar a ginga : compreensão e internalização das bases corporais que dão vida ao sambar. O encontro acontece no Studio Casa de Pedra , na Gávea, e será uma vivência intensa conduzida em ambiente acolhedor e criativo. Serviço: ● Data: 7 de dezembro (domingo) ● Horário: das 10h às 13h ● Local: Studio Casa de Pedra ● Endereço: Rua Major Rubens Vaz, 436 – Gávea/RJ Mais informações e garantir sua vaga, envie uma mensagem via WhatsApp para (21) 98729-5460, informando o código “REVISTA DO VILLA” Vagas limitadas! Nando Andrade










