Revista do Villa
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Revista luso-brasileira de conteúdo sobre cultura, gastronomia, moda, turismo,
entretenimento, eventos sociais, bem-estar, life style e muito mais...
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- Entrevista: Ana Cristina Carvalho
Ana Cristina Carvalho de Oliveira - Mestre em Relações Internacionais pela Universidade de Viena-Áustria, Arquiteta e Urbanista pela UFRJ, Especialização em Marketing pela ESPM, atua na Importação e Exportação e varejo a 30 anos, na cultura a 8 anos, e proprietária rural e CEO de sua empresa a 26 anos. Presidente da CAFRAM - Câmara de Comercio África América, Presidente de Turismo da FCCE, Membro do Conselho de Varejo da ACRJ, Membro do Conselho de Cultura da ACRJ, Embaixadora de Turismo do Rio de Janeiro e Vice Presidente do Conselho de Agronegócios da FCCE. 1 - O que vê o consumo comercial no Brasil quanto a procura no carnaval e se Empresas se unem no turismo para divulgar? O Carnaval de 2025 deve aquecer a economia e o turismo nacional com faturamento estimado em R$ 12,03 bilhões. O faturamento deve ser puxado pelo setor de bares e restaurantes, com receita prevista de R$ 5,4 bilhões, seguido por transporte e hospedagem. Se estes dados do governo forma confirmados, este ano 2025 será o mais lucrativo desde 2015. A divulgação e efetuada pelos governos e associações. O Governo Federal através da Embratur, o do Rio pela Rio tour e as diversas associações tais como a LIESA, liga das escolas grupo 1. Liga RJ das escolas do segundo grupo dentre algumas. 2- Qual índice de estrangeiro hospedado no Brasil para assistir o carnaval e quais países vem com mais frequência? A CNC prevê 868,4 mil visitantes de fora do Brasil, superando em 4,8% o número registrado em fevereiro do ano passado. Os países que mais enviam turistas ao Brasil na época do Carnaval e Argentina e Chile. Contudo turistas da Alemanha, França, Uruguai, Estados Unidos, Portugal, Paraguai, Bolívia, Reino Unido, também vem com frequência. 3- Atualmente a legislação brasileira falando de conexão entre países subdesenvolvidos referente ao carnaval. Sim tem diversas medidas varia de estado a estado. 4- Qual a procura maior em São Paulo ou Rio de Janeiro em hospedagens? Para o Carnaval é o Rio. 5- Quais hotéis no Rio de Janeiro mais procurados e porque pelos estrangeiros? Copacabana Palace, Fairmond Rio, Hotel Nacional, Ibis Santos Drumond , B&B Fasano. 6- Durante o período carnaval qual gasto público é disponibilizado para o setor turístico e a receita de investimentos? A prefeitura entra com R$ 13 milhões, o Governo Federal entra com mais R$ 13 milhões e dá início no processo. R$ 124 milhões são as receitas Carnaval: venda de ingressos, de camarotes, dos patrocínios, direitos de transmissão. Nesta quarta feira dia 19, o Governador Claudio Castro que, a partir de 2026, o financiamento do Carnaval será realizado pelo Estado, com previsão no orçamento oficial, e a verba destinada às escolas será paga em duas parcelas. Este ano o Governador entrou com uma verba de 40 milhões para a Liesa posteriormente com mais 4 milhões para escolas mirins. 7- Quantas escolas de samba atuam no RJ e SP e quais são elas no ano 2025? No Rio 70 escolas de samba desfilam Rio de Janeiro: Acadêmicos do Grande Rio, Acadêmicos do Salgueiro, Beija-Flor de Nilópolis, Estação Primeira de Mangueira, Imperatriz Leopoldinense, Mocidade Independente de Padre Miguel, Paraíso do Tuiuti, Portela, Regina Casé, Unidos da Tijuca. São Paulo: Barroca Zona Sul, Camisa Verde e Branco, Mancha Verde, Tucuruvi, Vai-Vai, Águia de Ouro, Rosas de Ouro, Estrela do Terceiro Milênio, Colorado do Brás, Dragões da Real. 8- Você já desfilou para alguma em especial? E se já tem preferida? Sim Já desfilei várias vezes com fantasia, sem só com camiseta, no carro no chão, ultimamente estava aproveitando o Carnaval para viajar, mas após assumir a Presidência de Turismo na FCCE estou participando de feijoadas, desfiles, blocos e bailes! As minhas preferidas são Mangueira, Beija Flor, Imperatriz e Portela. Mas adoro todas, cada uma com sua história. 9- Quanto a negociação com gestores de outros países para visitar o Brasil no período Carnaval… Existe alguma troca comercial? Sempre há propostas e negociações que são tratadas caso a caso. O slogan do Rio no Carnaval “você mais carioca". 10- Deixe uma saudação referente ao que o Carnaval representa no Setor de turismo no Brasil? Peço a todos os leitores que estiverem e visitarem a cidade, marcarem o RIO. #VisitRio #VocêMaisCarioca #TerreirãoDoSamba João Paulo Penido
- O Carnaval pelo Brasil
O Carnaval do Brasil é uma das manifestações culturais mais vibrantes e aguardadas do país, celebrando a diversidade e a alegria do povo brasileiro. Em diferentes regiões, a festa assume características únicas, refletindo as tradições e influências locais. Rio de Janeiro: Desfiles e Blocos de Rua No Rio de Janeiro, o Carnaval é sinônimo de grandiosidade e espetáculo. Os desfiles das escolas de samba no Sambódromo da Marquês de Sapucaí são o ponto alto da festa, onde agremiações como Beija-Flor e Portela encantam o público com enredos criativos, fantasias luxuosas e sambas-enredo contagiantes. Além dos desfiles oficiais, os blocos de rua atraem multidões. Blocos tradicionais como o Cordão da Bola Preta, fundado em 1918, arrastam milhões de foliões pelas ruas do centro da cidade, mantendo viva a tradição das marchinhas e da folia popular. História e "Grandes Sociedades" A origem do Carnaval brasileiro remonta ao entrudo, uma festa trazida pelos colonizadores portugueses no século XVI. No Rio de Janeiro do século XIX, surgiram as "Grandes Sociedades", grupos carnavalescos da elite que desfilavam com carros alegóricos e fantasias elaboradas. Entre elas, destacaram-se os "Fenícios" e os "Democráticos", que influenciaram o formato dos desfiles que conhecemos hoje. São Paulo: Crescimento e Tradição Em São Paulo, o Carnaval ganhou destaque com os desfiles das escolas de samba paulistanas, que ocorrem no Sambódromo do Anhembi. Agremiações como Vai-Vai e Rosas de Ouro apresentam espetáculos grandiosos, consolidando a cidade como um importante polo carnavalesco. Salvador: A Energia dos Trios Elétricos Salvador, na Bahia, oferece uma experiência carnavalesca única com seus trios elétricos. Artistas renomados se apresentam em caminhões equipados com sistemas de som potentes, arrastando multidões pelos circuitos da cidade. Os foliões podem participar adquirindo abadás, que dão acesso a áreas específicas próximas aos trios, ou aproveitar a festa gratuitamente nos circuitos públicos. Pernambuco: O Frevo e a Cultura Popular Em Pernambuco, especialmente nas cidades de Recife e Olinda, o Carnaval é marcado pelo ritmo frenético do frevo e pela presença dos bonecos gigantes. Os foliões exibem passos de dança ágeis e equilibrados, mantendo viva uma tradição centenária que celebra a cultura local. Carnaval: Fantasia e Felicidade Em diversas cidades brasileiras, o Carnaval é sinônimo de fantasia e felicidade. As pessoas se vestem com trajes coloridos e criativos, participando de festas, blocos e bailes que celebram a vida e a cultura do país. Que todos os amigos tenham um excelente Carnaval, repleto de alegria e diversão! #Carnaval2025 #CulturaBrasileira #Alegria #Folia #Tradição Fontes : Delcio Marinho ChatGPT Revista do Villa || Delcio Marinho
- Representatividade de MT
Professor da UFMT assume presidência da Abracopel e reforça compromisso com a segurança elétrica no Brasil A entidade possui representação em diversos estados do país e congrega especialistas de diferentes áreas, como engenheiros, economistas, acadêmicos, profissionais do setor jurídico e concessionárias de energia. O professor da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Danilo de Souza, assumiu a presidência da Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (Abracopel). Com ampla experiência no setor elétrico e acadêmico, Danilo traz sua expertise para liderar a entidade, cuja principal missão é reduzir os acidentes de origem elétrica no Brasil. Com duas décadas de envolvimento no setor elétrico, Danilo iniciou sua trajetória em 2005, ao ingressar no curso técnico do então Centro Federal de Educação Tecnológica de Mato Grosso (CEFET-MT), atual Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT). Desde então, construiu uma carreira sólida, com 14 anos de docência na UFMT, onde ministra disciplinas sobre instalações elétricas e energia. A Abracopel, que completará 20 anos de atuação em 2025, é uma referência nacional na conscientização sobre segurança elétrica. A entidade possui representação em diversos estados do país e congrega especialistas de diferentes áreas, como engenheiros, economistas, acadêmicos, profissionais do setor jurídico e concessionárias de energia. Além disso, mantém parcerias internacionais com instituições dos Estados Unidos e do Japão, promovendo a troca de conhecimentos sobre melhores práticas em segurança elétrica. Danilo de Souza tem participação ativa no cenário global de segurança elétrica. Anualmente, representa o Brasil no IEEE Electrical Safety Workshop (ESW), nos Estados Unidos, considerado o evento mais importante do mundo sobre o uso seguro da eletricidade. Além disso, é um dos organizadores da edição brasileira do evento, realizado bienalmente, fortalecendo o debate nacional sobre o tema. A Abracopel promove diversas iniciativas voltadas à educação e à prevenção de acidentes elétricos. Entre elas, destaca-se o Concurso de Redação, Desenho e Vídeo, que incentiva estudantes a explorarem o tema da segurança elétrica. Alex Rodrigues
- França: Adido de Segurança Social de Portugal no país “empenhado” em ajudar a comunidade portuguesa
Foto cedida pelo entrevistado A comunidade portuguesa em França é uma das mais expressivas da diáspora lusa, contando com centenas de milhares de cidadãos que, ao longo das décadas, construíram as suas vidas no país. No entanto, a distância de Portugal nem sempre significa um afastamento dos direitos e deveres no âmbito da Segurança Social, sendo essencial a existência de um suporte institucional que auxilie os emigrantes portugueses nas suas questões previdenciárias e sociais. No Consulado-Geral de Portugal em Paris, este trabalho é desempenhado pelo Adido de Segurança Social, uma função importante para garantir que os portugueses em França tenham acesso à informação e ao apoio necessário no que respeita a pensões, prestações sociais e direitos adquiridos tanto em Portugal como no sistema francês. Para compreender melhor este trabalho, conversamos com Pedro Vasco de Andrade da Silva Pacheco, Adido de Segurança Social de Portugal em França, que partilha a sua experiência, os desafios da função, as problemáticas mais comuns enfrentadas pela comunidade portuguesa residente e a importância de um acompanhamento próximo para assegurar os direitos dos cidadãos portugueses no estrangeiro. Pedro Pacheco está nestas funções em França desde abril de 2022, numa comissão de serviço de três anos. Tem 49 anos de idade, é natural de Lisboa e desloca-se regularmente a outras regiões de França para realizar sessões e ações de informação sobre a Segurança Social. Qual o papel de um Adido para a Segurança Social em Paris, França? É o representante da Segurança Social portuguesa (ISS, I.P.) na França, pelo que, desde logo, facilita a ligação dos portugueses residentes em França, com a Segurança Social portuguesa, através do atendimento especializado (presencial e à distância) e da realização de sessões de esclarecimentos, informando-os de forma simplificada sobre os seus direitos, deveres e procedimentos de acesso a pensões e prestações sociais. Numa perspetiva mais estratégica, atua como interlocutor entre o ISS, I.P. e as congéneres francesas de Segurança Social, procurando aumentar a rede de contactos nesses serviços, para potenciar o desbloqueio e o tratamento massivo de processos, em coordenação com a Rede Diplomática/Consular. Qual o seu campo de atuação? Apenas Paris? Não, é toda a França, embora tenha sido colocado em Paris, devido à dimensão da comunidade portuguesa residentes na jurisdição do Consulado-Geral de Portugal (talvez a maior do mundo). Mas os pedidos oriundos de Portugal e de outros países (Brasil, EUA, Canadá, etc.), têm vindo a aumentar, associados à dificuldade de acesso dos nossos beneficiários às caixas francesas. Quais as principais dúvidas da comunidade portuguesa emigrada em França, na perspetiva da Segurança Social? Desde o início do projeto dos Adidos (março de 2020), a matéria do direito às pensões entre Portugal e França, bem como das carreiras contributivas (descontos) registados e necessários para acesso a pensões e prestações sociais, continuam a ser as que suscitam mais procura. Que oportunidades existem para Portugal em torno da diáspora lusa espalhada pelo mundo do ponto de vista da Segurança Social? Atendendo que estamos a falar de milhões de beneficiários que pagaram contribuições para a Segurança Social antes de emigrarem, desde logo contribuíram para o desenvolvimento do sistema ao nível financeiro. No entanto, a sustentabilidade e adaptação desse sistema, aos progressivos desafios que a sociedade enfrenta – nomeadamente, aumento do envelhecimento e da mobilidade laboral -, implicam uma avaliação do contexto internacional e atualização constantes. Na conjuntura atual, em que a emigração volta a ser muito relevante, embora cada vez mais associada ao desenvolvimento de carreiras internacionais, importa facilitar o acesso às informações que permitam aos beneficiários conhecer os seus direitos e deveres de segurança social, ao abrigo dos instrumentos internacionais desenvolvidos para esse efeito. No dia a dia, que ações costuma executar? Atendendo que os pedidos recebidos provém de diversas fontes (Beneficiários em França e Portugal; Serviços da Segurança Social de Portugal - CNP, Centros Distritais, etc. - e de França - CNAV, CRAMIF, etc.-; Associações e Assistentes Sociais em Portugal e França; Hospitais em França, etc.), importa analisar, pesquisar e registar os mesmos nos sistemas de informação; contactar os beneficiários e/ou os serviços Portugal/França para dar resposta; agendar e realizar o atendimento presencial; e acompanhar e registar as respostas dos processos. Tento reservar uma hora por dia para estudar questões em Portugal ou França que poderão ter impacto em diversos casos, ou que podem contribuir para a informação ou resolução massiva, já que o atendimento ajuda um beneficiário, mas potencialmente existem centenas de milhares de beneficiários em França. Que resultados pode apontar? Da minha avaliação ao longo destes quase três anos de atividade, verifico que, por um lado, o contacto com os serviços em França está mais facilitado, não só devido ao esforço contínuo em melhorar o meu relacionamento com os seus interlocutores, mas também ao apoio e patrocínio do Ministério dos Negócios Estrangeiros/rede diplomática, em particular do Senhor Embaixador de Portugal em Paris, sendo que o mesmo é fundamental para concretizar as funções e dar melhor cumprimento ao relacionamento com entidades congéneres; e, por outro, existe uma divulgação muito maior do serviço do Adido, embora ainda sem alcançar toda a comunidade. Que experiências são mais marcantes? São várias…negativas, quando me apercebo de que, por falta de informação ou pela sua não procura junto dos interlocutores certos, algumas pessoas terão sido prejudicadas (por ex.: quando não pediram a pensão portuguesa, porque algum conhecido lhes disse que “não teriam direito”), ou não pediram um formulário na segurança social antes de saírem de Portugal. Positivas, sempre que é visível que os processos que estavam bloqueados em Portugal ou em França, conseguem ter uma decisão, e quando um beneficiário mostra que ficou esclarecido. Nestes casos, os agradecimentos recebidos conferem forças acrescidas para fazer face ao desafio de dar resposta à grande quantidade de pedidos que são remetidos regularmente. Quais os principais desafios encontrados pela comunidade portuguesa em França, mais concretamente em Paris? Não me centraria na região de Paris, da ILE-DE-FRANCE e da jurisdição do Consulado-Geral, uma vez que este trabalho é desenvolvido para toda a comunidade em França (embora também receba muitos pedidos com origem em Portugal ou mesmo noutros países). Assim, do que me tem sido transmitido pelos próprios, e quanto ao domínio da Segurança Social, parece-me que se mantém um desconhecimento generalizado das regras da União Europeia que, por exemplo, permitem a um beneficiário que trabalhou em Portugal, de utilizar os períodos de descontos nesse país, para aceder a uma pensão em França (e vice-versa); ou a um pensionista de um país, “transportar” direitos ao nível da cobertura de saúde para outro país, bem como a possibilidade de exportação de direitos a prestações sociais (caso do subsídio de desemprego) entre países. Em que consistem as sessões de esclarecimento sobre temas da Segurança Social portuguesa realizadas no país? Ao longo do tempo, tenho testado modelos diferentes de sessões de esclarecimentos, e atualmente, com o apoio do Consulado-Geral, tenho apostado mais em encontros presenciais numa versão aberta ao público (sem inscrição), centrada num tema específico que tem muita procura (por ex.: Os meus descontos e a reforma em Portugal) e em ouvir as perguntas do público, o que me parece facilitar a sua compreensão. Noutros casos, as sessões são de teor mais informativo e generalizado (como para os funcionários consulares, que acabam por alargar o alcance da divulgação para outras regiões e públicos, e dos professores do Camões em França, para além de também serem beneficiários). Também posso criar sessões “à medida”, particularmente para Associações que podem ter públicos mais interessados noutras matérias. Em termos de reformas, o que a comunidade portuguesa residente em França deve ter em conta? É possível viver no estrangeiro e continuar a descontar para a Segurança Social em Portugal com vistas à reforma? Se sim, o que orienta? Para além do já referido, tenho verificado que muitos beneficiários acham que o acesso à reforma para quem trabalhou em Portugal e França, é complicado, mas não a prepararam atempadamente (por ex.: raramente verificaram os descontos registados antes de a pedir). Simplificando: Se tem 55 ou mais anos, está na altura de conhecer os seus direitos sobre a Reforma (pensão de velhice) portuguesa, e preparar a mesma sem surpresas. Para isso, deve: 1.º: Procurar informação sobre a Idade e as regras legais da Reforma (junto do Adido e nos sites dos Consulados e da Segurança Social portuguesa e francesa); 2.º: Possuir um Documento de identificação válido (Cartão do Cidadão/BI); 3.º: Conhecer os Números de Segurança Social (de Portugal e de França); 4.º: Pedir e Verificar a Carreira Contributiva Antecipadamente (Portugal e França); 5.º: Atualizar a Morada e contactos (na Segurança Social portuguesa e francesa); 6.º: (quando chegar à idade certa) Apresentar o pedido na Caixa de Pensões do País de Residência (em França, em regra na CNAV ou CARSAT da sua área de residência - mas existem outras Caixas consoante a profissão - e deverá também apresentar um pedido na sua Caixa Complementar: https://www.info-retraite.fr/portail-info/sites/PortailInformationnel/home/qui-sommes-nous/les-membres-de-lunion-retraite.html ); em Portugal, apresente o pedido (de Portugal e/ou de França) no Instituto da Segurança Social ou na CGA, consoante o seu caso; 7.º: Registar a Conta Bancária na SS portuguesa (na Segurança Social Direta ou junto do Adido); 8.º: Registar-se na Segurança Social Direta ( https://app.seg-social.pt/ptss/gus/aderir ). Que agenda existe para este ano em termos de ação? Em 2025, está prevista a realização, em Paris, das Jornadas Internacionais de Pensões entre Portugal e França em data ainda por confirmar, onde serão efetuados atendimentos presenciais pelos serviços de pensões em França (CNAV e outros) e de Portugal (CNP). Foi proposta a criação de folhetos à CNAV, contendo exemplos específicos para os beneficiários portugueses (segunda maior população de pensionistas estrangeiros de França a residir fora de França), para simplificar a compreensão dos direitos/deveres/procedimentos de preparação para acesso às pensões. Para além das Sessões de Esclarecimento já realizadas (no Consulado-Geral de Portugal em Paris e no Santuário de Nossa Senhora de Fátima em Paris), das sessões de formação para os professores do Camões, e das habituais reuniões com congéneres (CNAV, CLEISS, France Travail, etc.), serão preparadas ações de divulgação e informação junto de Associações portuguesas, noutras regiões de França, em articulação com os Consulados dessas jurisdições. Está ainda em análise a possibilidade de o Adido efetuar vídeo atendimentos e deslocações específicas no âmbito das Permanências Consulares. Portugueses emigrados em França têm direito à assistência médica nos dois países? Sim, podem ter assistência médica nos dois países. No caso de uma estada temporária, através do Cartão Europeu de Seguro de Doença (CESD), e de residência por exercício do direito de opção ao Sistema Nacional de Saúde (SNS). Note-se que um beneficiário português que emigrou para França, e adquiriu direito à cobertura de saúde nesse país, antes de ir a Portugal de férias, deve pedir a CEAM à Segurança Social de França, porque está a descontar para esse país. Já o acesso à cobertura de saúde em França, para residentes nesse país, depende do cumprimento das regras francesas existentes (por ex.: estar a descontar para a Segurança Social francesa). Existem acordos firmados com o governo francês no campo da Segurança Social de ambos os países? Se sim, em que consistem? Atendendo que tanto Portugal como a França são Estados-Membros da União Europeia, são-lhes aplicados os regulamentos de Coordenação internacional no âmbito da UE, a saber, o Regulamento (CE) nº 883/2004 de 29 de abril de 2004 relativos à coordenação dos sistemas de Segurança Social e o Regulamento (CE) nº 987/2009 de 16 de setembro. Tem mantido contacto com os portugueses que desejam voltar a viver em Portugal? Se sim, qual o perfil? Como podem ajudar? Nalguns casos, sou contactado por cidadãos portugueses que procuram informações sobre o Programa Regressar, sendo que, embora não intervindo diretamente, apoio a sua divulgação em França (segundo país com mais candidaturas, quase 20% do total) e reencaminho-os para a equipa desse Programa. Ao nível do perfil dos potenciais candidatos, é muito variado, mas ultimamente os contatos recebidos são relativos a jovens, filhos de emigrantes de segunda geração, e que procuram mudar-se para Portugal para poderem ter melhor qualidade de vida. Na sua opinião, o Programa Regressar tem contribuído para este movimento ou tem auxiliado na tomada de decisão desse público? Julgo que tem contribuído e fortalecido a decisão, e após a última deslocação da equipa do Programa Regressar a França (2023), verificou-se algum crescimento nas candidaturas. Estamos a trabalhar com o Consulado para trazer novamente essa equipa para o terreno em França. Em que estão centradas as suas conversações com as autoridades portuguesas em Lisboa? Vou regularmente à sede do ISS, I.P., para participar em reuniões e discutir propostas de melhoria da minha atuação com as áreas internacional, das contribuições, das prestações e das pensões, tanto ao nível central como distrital. Ultimamente, temos falado muito sobre a matéria das trocas de dados entre os dois países, e de que forma esse mecanismo pode facilitar o trabalho dos serviços e acelerar as respostas aos beneficiários. Por trás desta figura do Adido, há um elevado número de funcionários nesses serviços, que contribui decisivamente para darmos uma resposta aos nossos beneficiários residentes em França e nos outros países. Quais os desafios na realização das suas funções? Especificamente quanto à França, os maiores desafios são: Quanto à comunidade portuguesa residente, a sua dimensão (provavelmente, superior a um milhão de cidadãos), e do correspondente número de pedidos (cerca de 27% do total dos recebidos nos seis países onde foram colocados estes Adidos), em grande medida apresentados por pessoas já na idade da reforma ou acima da mesma, sem grandes conhecimentos de TI, e que necessitam de apoio não só no acesso às pensões, mas também após esse acesso (para alterar dados, compreender e responder a notificações, cumprir as regras legais, etc.). Quanto à França, também a dimensão geográfica, e, quanto à estrutura administrativa da SS em França, o elevado número de serviços (sem informação oficial, mas que será superior a 350) e de Regimes Complementares (>40), que dificultam a identificação de quais os serviços mais relevantes para se obterem interlocutores (atualmente, em nove serviços, em 2020, eram dois) para apoiar no cumprimento desta missão. Quais as suas maiores preocupações nestas funções, enquanto profissional? Procuro ter uma postura pedagógica no contacto com os beneficiários – que, devido a estarem integrados no sistema francês, apresentam dificuldades de compreensão do sistema português – e na gestão de expetativas dos mesmos. Tenho também procurado ir mais ao encontro dos mesmos, estando presente nalguns eventos associativos e estabelecimentos comerciais portugueses, onde faço a divulgação da atividade para os que não estão registados nem costumam frequentar os Consulados e Associações portuguesas locais. Qual a relação da Segurança Social portuguesa em França com a diplomacia lusa local? As relações institucionais, tanto com a Embaixada, como com o Consulado em Paris e com outros postos têm vindo a melhorar progressivamente, sendo já muito comum o reencaminhamento de questões por parte destes para o Adido e vice-versa, num espírito de equipa e de missão. O cidadão português que tiver dúvidas ou necessitar de orientações e ajuda da Segurança Social onde pode recorrer aos vossos serviços em Paris? Estou colocado no Consulado-Geral de Portugal em Paris, embora procure organizar-me com os outros postos Consulares em França e deslocar-me para realizar ações com os mesmos e com associações (publicitadas por essas entidades), com a regularidade possível. Os meus contactos estão disponíveis em: https://www.seg-social.pt/servicos-de-atendimento (Internacional) e https://paris.consuladoportugal.mne.gov.pt/pt/assuntos-consulares/seguranca-social . Posso ser contactado presencialmente nesse Consulado ou através do e-mail adido-ss-franca@seg-social.pt , ou ainda entrando em contacto com quaisquer dos postos consulares existentes em França ( https://portaldascomunidades.mne.gov.pt/pt/rede-consular/europa/franca ou https://paris.embaixadaportugal.mne.gov.pt/pt/assuntos-consulares/informacao-geral ). Como avalia a vida em França? De um modo geral, verifico que a França continua a ser um país muito atrativo para a emigração estrangeira – devido à sua prosperidade e multiculturalidade -, mas talvez já não tanto para a nova emigração portuguesa, ao contrário do que aconteceu nas décadas de 1950, 60 e 70. Os sistemas de Segurança Social e de Saúde estão profundamente interligados, o que permite uma cobertura muito elevada, para além da elevada descentralização dos serviços por todo o país. Os desafios futuros são enormes, uma vez que a sustentabilidade do sistema está sempre a ser reavaliada. O povo francês é conhecido por ser muito destemido na luta pelos seus direitos, e sem dúvida esse espírito é responsável pelo desenvolvimento da França enquanto Nação. O que a França significa para si? Trata-se de um país fundamental para a construção e desenvolvimento da União Europeia, e também ao nível do despoletar do conceito de “Estado Social”, pelo que exercer estas funções aqui, é simultaneamente muito desafiante e enriquecedor no dia a dia. Por outro lado, há uma vertente muito pessoal, que me aproxima em particular de Paris: foi a primeira cidade estrangeira que visitei ao emigrar para Macau, e foi por essa mesma cidade que fiz a minha paragem ao regressar a Portugal depois de dez anos nesse antigo território português. Por fim, quem é Pedro Pacheco? Divorciado, licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, na menção de Direito Financeiro e Fiscal, diversos cursos de formação, com mais de 30 anos de experiência profissional na Função Pública portuguesa (autárquica, em Macau, e na Administração indireta do Estado, entre o INA, I.P. – 10 anos – e o ISS, I.P.). Já exerceu cargos dirigentes e equiparados, sendo que está na Segurança Social há mais de 16 anos, 13 deles na área das Prestações Sociais, nos serviços Centrais, Departamento de Prestações e Contribuições, tendo ainda trabalhado na área da Ação Social, no Departamento de Desenvolvimento Social. Ígor Lopes
- Conheça os desafios do inverno para quem vive com Fibromialgia
Diretor da Unidade de Fibromialgia e de Síndrome de Sensibilidade e Dor Crónica, pioneira em Portugal, e presidente da Academia Portuguesa de Fibromialgia, Síndrome de Sensibilidade Central e Dor Crónica, ambas localizadas na Covilhã, explica desafios dos pacientes nesta época do ano O inverno traz consigo temperaturas mais baixas, maior humidade e mudanças bruscas no clima, fatores que podem agravar os sintomas da Fibromialgia e de outras síndromes de sensibilidade central. Para muitos doentes, esta época do ano intensifica as dores musculares, a fadiga e a rigidez articular, tornando essencial uma atenção redobrada aos cuidados diários e o acompanhamento médico adequado. Para compreender melhor os desafios que os doentes enfrentam no inverno e quais as melhores estratégias para minimizar o impacto desta estação na qualidade de vida dos doentes, a nossa reportagem conversou com o Prof. Doutor José Luis Arranz Gil, especialista na área, diretor da Unidade de Fibromialgia e de Síndrome de Sensibilidade e Dor Crónica, pioneira em Portugal, na Mutualista Covilhanense, e presidente da Academia Portuguesa de Fibromialgia, Síndrome de Sensibilidade Central e Dor Crónica, sediada na Covilhã, instituição que se dedica à investigação e apoio a estes doentes. Nesta entrevista, abordamos os cuidados essenciais a ter no inverno, a importância do contacto regular com o médico e a influência das baixas temperaturas nos doentes com Fibromialgia nesta altura do ano. Que cuidados as pessoas devem ter durante o inverno em relação aos sintomas da Fibromialgia? O inverno é um período em que o clima costuma ser baixo e o frio está presente, as pessoas com Fibromialgia são muito sensíveis ao que chamamos de stress térmico, ou seja, à variação, à mudança de temperatura e, principalmente, ao frio, pois foi demonstrado e comprovado em pacientes que a maioria dos pacientes com frio piora a dor e, portanto, todos os sintomas que a acompanham, mas principalmente a dor. Quais os sintomas mais preocupantes? Aquelas que afetam principalmente as esferas respiratória e cardiovascular, pois as variações térmicas alteram todos os sistemas orgânicos através do sistema nervoso autónomo, mas devemos logicamente dar atenção prioritária àquelas que são mais importantes para a preservação da vida e da saúde. Como os pacientes podem aliviar os sintomas e a dor causados pela Fibromialgia? Seguindo os conselhos e orientações terapêuticas indicadas pelos médicos que os tratam. Que avanços a ciência demonstrou recentemente para ajudar a melhorar a qualidade de vida das pessoas que sofrem de Fibromialgia? A medicina avança a cada dia à medida que as pesquisas médico-biológicas continuam a abrir caminhos para melhorar a saúde das pessoas e, cada vez mais, pesquisas estão a ser feitas sobre a Fibromialgia, e recentemente temos visto um aumento nas pesquisas em terapias não farmacológicas e no estudo de terapias psicossomáticas para melhora e compreensão da doença. Que técnicas utiliza para ajudar os pacientes que sofrem com Fibromialgia? Na nossa Unidade de Fibromialgia, Síndrome de Sensibilidade Central e Dor Crónica, na Covilhã, damos, acima de tudo, importância ao estudo e individualização das terapias que cada paciente necessita, porque, como diz o aforismo de Hipócrates: “não há doenças, mas, sim, pessoas doentes”. Mas uma parte importante do que sempre utilizamos é a Neuroestimulação Magnética Transcraniana de baixo campo que tanto nos está a dar alegria na melhoria dos pacientes. Pacientes com Fibromialgia tendem a ter mais complicações durante o inverno ou durante o verão? Os quatro sintomas cardinais da Fibromialgia (dor, fadiga crónica, insónia, distúrbios de memória) há sempre um quinto sintoma cardinal que está presente em todos os pacientes: Termorregulação Disfuncional, o que significa que não conseguimos atingir a termorregulação corporal adequada. Cerca de 90% sentem sensação de frio interno e apresentam sintomas. E 10% apresentam sensação interna de calor e apresentam sintomas, logicamente, quando está quente. Por que as pessoas com Fibromialgia têm uma sensação interna de frio e outras de calor? Por pertencermos à espécie animal, o ser humano é homeotérmico, ou seja, necessitamos manter a nossa temperatura corporal em equilíbrio e dentro de limites muito precisos, em constante regulação com o meio externo. Para manter essa homeotermia existe um regulador cerebral que é o hipotálamo e este, através do sistema nervoso vegetativo, que produz vasoconstrição ou vasodilatação periférica, mantém condições térmicas internas estáveis. Todas as pessoas com Fibromialgia e fadiga crónica apresentam como mecanismo fisiopatológico da sua doença uma disautonomia, ou seja, um desequilíbrio ou uma desadaptação do seu sistema nervoso vegetativo. O prof. Martinez-Lavin, que estudou e pesquisou a fundo o assunto, afirma que existe um estado de simpaticotonia permanente com Hipo reatividade vagal na Fibromialgia, portanto, isto quer dizer que existe uma vasoconstrição corporal, principalmente dos vasos sanguíneos periféricos (acros) que não pode ser regulada porque o sistema “vagal” não é muito ativo, então, essa vasoconstrição é o que produz a sensação de frio interno que a maioria apresenta e, por isso, pioram com o frio. Exceto, logicamente, aqueles 10% que apresentam o mecanismo oposto. Foto: Agência Incomparáveis Ígor Lopes
- Pós-Baile Alto Rio
O universo das onças tomou conta do Baile Alto Rio no Santa Teresa MGallery Rio Na última sexta-feira (21), o Baile Alto Rio realizou mais uma edição memorável no charmoso bairro de Santa Teresa, conhecido por sua atmosfera bucólica e cultural. O evento aconteceu no sofisticado hotel Santa Teresa MGallery, reunindo diversas celebridades e personalidades do cenário artístico e cultural carioca. O tema desta edição, "Noite das Onças" , foi uma homenagem à força e beleza da onça-pintada, um dos maiores símbolos da fauna brasileira. O clima de brasilidade tomou conta do evento, embalado por música, cores vibrantes e uma energia contagiante. Os foliões, inspirados pela temática, desfilaram em fantasias e adereços que remetiam à estampa animal print, reforçando o conceito da festa e tornando a experiência ainda mais imersiva. Além de proporcionar uma noite de pura alegria e celebração, o evento teve um propósito nobre: parte da bilheteria foi destinada ao Instituto Onça-Pintada (IOP), uma organização sem fins lucrativos dedicada à conservação da espécie por meio de pesquisas científicas e programas de proteção ambiental. Uma Noite de Encanto e Arte A musa desta edição, “ Joana de Verona ”, atualmente no ar como Felipa na novela das 21h Mania de Você, da TV Globo, desfilou sua exuberância e carisma, cativando olhares e conquistando a todos com sua simpatia e elegância. Sua presença iluminou ainda mais o baile, trazendo um toque especial de sofisticação e brasilidade. Outro grande destaque da noite foi a impressionante intervenção artística ao vivo do grafiteiro Raphael Leder, conhecido como Busy , que criou uma obra impactante nos jardins do hotel. Durante a festa, ele pintou uma onça-pintada em uma tela de grandes dimensões, deixando os convidados fascinados com sua arte vibrante e expressiva. Essa fusão entre festa e arte urbana tornou o evento ainda mais marcante. Ritmos e Energia Contagiante A produção do Baile Alto Rio trouxe um cenário exuberante, repleto de elementos inspirados na fauna e flora brasileira. Plumas, folhagens tropicais e iluminação cênica deram um tom mágico ao ambiente, transformando o espaço em um verdadeiro refúgio encantado. Na trilha sonora da noite, DJ Carol Emmerick comandou as pick-ups e garantiu que ninguém ficasse parado, trazendo uma fusão de ritmos que passeavam pelo house, eletrônico e batidas tropicais. Além dela, o cortejo Trombloco incendiou o salão do Bar dos Descasados com uma mistura eletrizante de samba-reggae, fazendo os foliões vibrarem ao som dos tambores. O idealizador do evento, “Vinicius Belo, celebrou o sucesso de mais uma edição: "O Baile Alto Rio é um evento que celebra a cultura, a música e a arte do nosso país. A cada edição buscamos criar uma experiência única e inesquecível para os nossos convidados, sempre com um olhar voltado para a valorização das nossas raízes e causas importantes como a preservação da onça-pintada." Com um enredo envolvente, figurinos deslumbrantes e uma atmosfera repleta de alegria, o Baile Alto Rio consolidou-se mais uma vez como um dos eventos mais aguardados do calendário cultural carioca. Um verdadeiro espetáculo de cores, música e emoção, onde cada detalhe foi pensado para proporcionar uma experiência inesquecível aos convidados. Que venha a próxima edição! Revista do Villa || Ana Paula de Deus
- O Fascinante Mundo dos Bailes de Máscara
Os bailes de máscara sempre despertaram um misto de mistério, sofisticação e fantasia. Desde os salões luxuosos da Europa até os vibrantes carnavais brasileiros, as máscaras permitem que seus usários vivam a experiência do anonimato, da transgressão lúdica e da liberdade de expressão. A Origem e a Tradição Os primeiros registros de bailes de máscara remontam à Idade Média, com destaque para Veneza, na Itália, onde essas celebrações ganharam fama no século XIII. Durante o Carnaval de Veneza, os nobres e os plebeus se misturavam sem distinção de classes, criando um ambiente de igualdade momentânea, onde o status social era oculto pela elegância das máscaras. Os bailes se tornaram símbolos de charme, segredos e jogos de sedução, imortalizados em lendas e obras literárias. Com o tempo, a prática se espalhou por toda a Europa, especialmente na França e na Áustria, onde a nobreza promovia luxuosos eventos mascarados. Esses bailes ganharam ainda mais destaque nos tempos de reis e rainhas, sendo um dos entretenimentos preferidos das cortes. O Baile de Máscaras no Brasil No Brasil, os bailes de máscara chegaram com influências europeias e rapidamente se adaptaram ao espírito festivo do país. Durante o período colonial e imperial, eram eventos refinados, frequentados pela elite. No entanto, com a popularização do Carnaval de rua, as máscaras se tornaram acessíveis a todos, incorporando-se às celebrações carnavalescas. Até hoje, bailes de máscara acontecem em cidades como Rio de Janeiro, Recife e Salvador, combinando tradição e modernidade. O Baile do Copa, no icônico Copacabana Palace, é um exemplo contemporâneo que mistura sofisticação e descontração, atraindo celebridades e foliões apaixonados pelo glamour do Carnaval. A Máscara como Elemento de Fantasia Usar uma máscara é entrar em um mundo de mistério e liberdade. Ela transforma quem a veste, permitindo novas identidades e brincadeiras sociais. Além dos bailes e do Carnaval, as máscaras estão presentes no teatro, no cinema e na cultura pop, sempre carregadas de simbolismo e encanto. E no espírito da festa, o ChatGPT também entra na diversão! Quer uma ideia de máscara personalizada para brilhar no Carnaval? A Inteligência Artificial Avançada pode criar sugestões incríveis para você se destacar na folia. Entre no clima, escolha sua fantasia e aproveite a magia do Carnaval! #BaileDeMáscara #Carnaval #Tradição #Fantasia #InteligênciaArtificial Fontes: Delcio Marinho ChatGPT Revista do Villa | Delcio Marinho
- Perfil: Alexandre Zouari
O grande empresário francês Alexandre Zouari é destaque no Brasil e no mundo, um dos homens mais importantes e elegantes do planeta fascina as nações com suas criações, coleções de joias e outros acessórios de moda, a grife que leva seu nome AZ faz sucesso absoluto em todos os eventos da elite mundial conquistando os mais exigentes e refinados gostos. Amigos das maiores celebridades internacionais, cantores, modelos, artistas e príncipes, reis e empresários, Alexandre Zouari é a personificação da elegância parisiense, jorrando simpatia e genialidade esse lord francês alcança todos os públicos com muito requinte e sofisticação. Sucessos maiores meu amigo fino, chique e moderno Alexandre Zouari. Le grand homme d'affaires français Alexandre Zouari est une référence au Brésil et dans le monde, l'un des hommes les plus importants et élégants de la planète fascine les nations avec ses créations, collections de bijoux et autres accessoires de mode, la marque qui porte son nom AZ est un succès absolu dans tous les événements d'élite mondiale, conquérant les goûts les plus exigeants et raffinés. Ami des plus grandes célébrités internationales, chanteurs, mannequins, artistes et princes, rois et hommes d'affaires, Alexandre Zouari est l'incarnation de l'élégance parisienne, respirant la sympathie et le génie, ce seigneur français touche tous les publics avec beaucoup de raffinement et de sophistication. De plus grandes réussites mon ami fin, chic et moderne Alexandre Zouari. João Sousa
- Embaixadores de Turismo do RJ prestigiam aniversário de Bernadete Simonelli
Bernadete Simonelli, a gestora dos badalados restaurantes Fratelli, no Rio de Janeiro, recebeu um grupo de amigos para festejar seu aniversário no bar Boteco Sabu, em Ipanema. A noite com comidinhas criativas e drinks ao som do DJ Otávio Sampaio foi pura alegria e interação. Como diz a aniversariante: ”Viva la vida!“. Entre os convidados estavam vários Embaixadores de Turismo do RJ. Vejam quem passou por lá nas fotos de Vera Donato. Beernadete ,sempre alegre e feliz com o bolo de aniversário Viviane Fernandes ,Bayard Boiteux ,Bernadete ,Matheus Oliveira e Hanna . Claudia Curyn ,Villarino ,Chico Vartulli e Orlanda Freire Bernadete e Yvonne Bezerra de Mello Rawlson de Thuin,Bernadete Simonelli e Bayard Boiteux A aniversariante com o marido Joaquim Moreira Bernadete com a filha primogênita Teresa ,o genro Raul e a neta Chiara Chico Vartulli ,Marcello Antunes e Willians Haubrichs Bernadete Simonelli e o DJ A alegria em família ,Teresa ,Carla ,Chiara e Bernadete Bayard Boiteux e Sumaya Neves Liberado Júnior ,a aniversariante e Orlanda Freire Teresa Macedo , Bernadete e Moreira Revista do Villa | Divulgação Rio
- Entrevista: Selminha Sorriso, Porta-Bandeira da Beija-Flor
De corpo e alma na avenida, mostrando todo o seu talento 1- Olá Selminha! No carnaval de 2025 você completa 35 anos de avenida como primeira porta-bandeira. Qual é o balanço que você faz da sua trajetória na referida função? Sou Selminha Sorriso! Este ano estarei realizando o meu trigésimo desfile consecutivo como porta-bandeira no Sambódromo no Rio de Janeiro. O meu balanço é de uma trajetória que a cada ano vem amadurecendo, aprendendo, inspirando, sobretudo, agradecendo. Pois foi essa funçao que eu escolhi exercer quando menina, que transformou a minha vida. O meu balanço é de uma história muito feliz. Peço a Deus que ele possa me conceder os anos que ele desejar para que eu esteja nessa funçao. Por mim, será pela vida inteira! 2- Qual foi o carnaval que você começou a compor par com o Claudinho? Qual é o segredo dessa parceria de sucesso? Dentre todas as funçoes que mexeu comigo numa Escola de Samba foi o bailar de uma porta-bandeira que mais me chamou a atençao. Eu comecei em março de 1991 na Estácio de Sá. Nao tenho uma receita de bolo. Mas se há o principal ingrediente é respeitar as diferenças. Eu e Claudinho temos coisas tao mágicas, e uma vez que nós somos tao diferentes, conseguimos nos compor e viver em harmonia. Passei pela Unidos de Lucas na ala das crianças; Império Serrano pela ala de passistas, e porta-bandeira, e sigo pela Beija-Flor de Nilópolis há quase trinta anos. 3- Quais foram as agremiações pelas quais você dançou como primeira porta-bandeira? Império Serrano, Estácio de Sa, e Beija-Flor de Nilópolis. 4- Como você caracteriza o bailar da porta-bandeira? O bailar da porta-bandeira é algo muito mágico. Nós sabemos que a funçao dela é conduzir, apresentar e proteger a bandeira junto com o mestre-sala. Eu acredito que há uma magia nesse personagem, que é a porta-bandeira, que é imensurável: nao há quem nao se encante com o bailar de uma porta-bandeira. Na Sapucaí brilhando como sempre como porta-bandeira 5- Na Beija-Flor de Nilópolis, você também ocupa outras funçoes para além de porta-bandeira. Quais são os outros cargos que você desenvolve na referida agremiaçao? Na Beija-Flor de Nilópolis, eu ocupo o cargo de diretora cultural, e faço parte do projeto social da escola há dezenove anos. Eu já fui diretora das passistas, diretora do departamento feminino, vice-presidente de assistencia social, diretora social, diretora de enredo e shows, passei por algumas modalidades na escola, mas sempre mantendo o foco principal na minha funçao de porta-bandeira. 6- Quais são as suas expectativas para o desfile da Beija-Flor de Nilópolis no carnaval 2025? As minhas expectativas para o carnaval de 2025 sao boas, torcendo para que a escola faça um desfile digno de ser campeao, e na quarta-feira venha um grande resultado. Estamos sonhando com esse resultado por tudo: pelo conteúdo do enredo, pelo personagem que é homenageado (muito obrigado homenageado, desde o ano de 2018 estamos querendo gritar é campea!, encher a Mirandela, aos gritos de é campea!). E, com certeza, o nosso mestre Laíl a, onde quer que ele esteja, estará vibrando, porque o mestre era competitivo, revolucionário, atrevido. Ele era demais! E ele nos ensinou a lutar por nossos sonhos. E a Beija-Flor vai lutar por esse sonho no ano de 2025. 7- Quais são os seus projetos futuros? No momento, o meu foco é o carnaval. A seguir, continuar estudando na pós-graduaçao que eu me inscrevi, que é de cultura e história afro- brasileira. Vou me dedicar bastante, sobretudo pela temática. O verdadeiro sorriso de Selminha na avenida Crédito das fotos: Wigder Frota Chico Vartulli










