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Revista do Villa

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Revista luso-brasileira de conteúdo sobre cultura, gastronomia, moda, turismo,

entretenimento, eventos sociais, bem-estar, life style e muito mais...

Resultados encontrados para busca vazia

  • Entrevista: Vinicius Belo (empresário, produtor, um menino de luz)

    Vinicius Belo, é um prazer imenso lhe entrevistar. Por favor nos conte um pouco sobre você.   Como começou a sua carreira como produtor artístico, com tão tenra idade? A minha trajetória profissional foi dinâmica desde o inicio e passei por diferentes áreas, fiz turismo e hotelaria, comecei no extinto Sheraton Barra como menor aprendiz, depois fui promovido a estagiário, de estagiário fui contrato como assistente de alimentos e bebidas. Fiquei alguns anos ali, na hotelaria, sai, tirei um ano sabático, do nada comecei a trabalhar como assessor de imprensa, me reinventei, sempre gostei de escrever. Como assessor de imprensa fiz mais de 200 assessorias, para pessoas importantes, para projetos muito bacanas, foram mais de 10  anos atuando como assessor de imprensa pela minha extinta empresa (Staff Company), através desse meu trabalho como assessor de imprensa cheguei até a Secretaria Municipal de Cultura do Rio, e pude realizar também esse atendimento para eles durante a gestão do Sérgio Sá Leitão. Como assessor de imprensa também trabalhei com Juliana Paes, abrindo todas as franquias de salões de beleza que ela abriu pelo país, por quase 6 anos, ali em diante eu comecei como relações públicas, produzindo eventos, festas, convidando pessoas, e descobri como era gostoso fazer isso. Como produtor artístico, foi uma coisa do astral, do universo, de Deus mesmo, posso dizer que cai de paraquedas nessa área. Nunca planejei ou busquei me tornar um produtor.   Deseja contar sobre seu primeiro encontro com a Zezé Motta, uma das mais importantes artistas do Brasil? Eu estava cuidando da assessoria e da produção do lançamento da exposição ‘Brasileirice’ no ano de 2011, no Rio, que tinha como objetivo homenagear estrelas da MPB, as fotos eram da Paula Klien e eu fiz o casting, entre eles estava a Zezé Motta. Dali em diante, nos tornamos amigos, quando eu vi estava cuidando das redes sociais dela, que ela até então não tinha, e logo me tornei seu produtor. Começamos a trabalhar juntos, hoje temos uma linda parceria de trabalho de mais uma década.   Como você se sente por dentro e como acha que as pessoas te vêm? Eu me sinto muito generoso, me sinto atento, me sinto pensando em coisas que ninguém pensa muitas vezes, me sinto sempre preocupado com tudo e com todos. Acredito que as pessoas mais sensíveis consigam me olhar exatamente assim, já outras pessoas, me veem talvez como uma pessoa mais reservada, alguns chamam isso de “metido” mesmo, mas fazer o que? Eu sou assim. Tenho esse lado também de parecer um pouco mais fechado ou não dar intimidade assim, de cara, pra quem eu não conheço intimamente, mas minha essência é de pura generosidade. Até demais, tenho trabalhado isso nas minhas seções de psicanalise.   Com tantas atividades e compromissos, como você costuma organizar os seus dias? Mesmo sendo jovem, estou com 35, e sendo dessa geração internet, eu não abro mão de um caderno e uma caneta. Eu escrevo diariamente tudo que tenho para fazer, faço uma lista, e vou executando. Se não faço isso eu me perco, é uma loucura. Tenho déficit de atenção, tenho muitas manias, essa é uma. Por exemplo, faço isso antes de dormir, pra que eu possa ficar mais relaxado sabendo que eu não estou esquecendo de nada.   O que é essencial para você? Falar com Deus todos os dias, comer bem, evitar o que eu sei que não vai me fazer bem, treinar todo dia, ter alguém para amar, ter amigos, acreditar que tudo vai dar certo, ter sonhos. E lembrar todos os dias que eu sou capaz.   Um sonho? D e todas as perguntas que você me fez, essa foi a que eu levei mais tempo pra responder, na verdade são tantos, alguns já estão encaminhados, outros prefiro não expor agora, mas tenho muitos sonhos, são eles que me movem todos os dias.   Se fosse uma música, qual seria? E ssa é uma pergunta difícil, porque eu amo música, ouço música para trabalhar, para treinar, para acordar, para dormir... Não sei, de verdade, agora respondendo as suas perguntas estou ouvindo Everybody Wants to Rule the World. Mas eu adoro também ouvir Caetano, Milton Nascimento, Sade, Rhye, gosto de música.   E se fosse um filme? É bem difícil também responder isso, porque são muitos, não consigo reduzir em 1, infelizmente.   Que ansia para nosso planeta? Mais amor, mais compaixão pelo próximo, cada vez mais tenho visto que realmente o ser humano não deu certo, não é mesmo?   Gostaria de compartilhar seus novos projetos? E u tenho aprendido, aliás isso é uma das minhas metas, a só compartilhar coisas depois de fechadas, concretas, e compartilhar com poucos também, posso te afirmar que 2025 será um ano muito bom, porque eu estou muito focado e entusiasmado com diversas ações que tenho trabalhado e depositado a minha energia.   Uma resposta a uma pergunta que sempre desejou que fizessem para você: Caetano Veloso, é a resposta. E a pergunta seria: Um homem...? Crédito das Fotos: Fabio Audi Susi Sielski Cantarino

  • Dia Internacional da Mulher - Noélli Santiágo: "O Que Você Tanto Procura Fora, Está Dentro. Você é a Sua Cura."

    No Dia Internacional da Mulher, muito se fala sobre conquistas, empoderamento e liberdade. Mas o que é a verdadeira liberdade senão a reconciliação com quem realmente somos?  Para Noélli Santiágo, especialista em sustentabilidade emocional indutiva e reequilíbrio energético, a mulher é a própria espiritualidade manifesta. “Não estamos separadas da cura, da abundância ou do amor. Somos a fonte de tudo isso. Mas nos ensinaram a procurar fora, a esperar que a solução venha do outro. O caminho é o inverso: tudo está dentro.”   Essa visão não é apenas filosófica. A neurociência já demonstrou que nossos pensamentos moldam a realidade. O Dr. Joe Dispenza, neurocientista e autor de “Quebrando o Hábito de Ser Você Mesmo”, explica que o cérebro não distingue entre uma experiência real e uma fortemente imaginada. Ou seja, se estamos constantemente presas a padrões de dor e sofrimento, nosso corpo responde quimicamente a essa realidade interna. Mas quando conscientemente criamos novas conexões neurais através do pensamento intencional e da espiritualidade, reprogramamos nossa biologia.   A cura, portanto, é um processo de autorreconhecimento. A psicanálise também reforça esse conceito: Freud já dizia que “a cura vem da fala”. Mas falar com quem? Conosco mesmas. O silêncio é um espelho que reflete verdades que evitamos enxergar. A meditação, a escrita intuitiva e a auto-observação são ferramentas poderosas para resgatar partes de nós que ficaram esquecidas em meio à pressa da vida cotidiana. “A mulher que silencia para se ouvir, desperta”, afirma Noélli. “Não precisamos de permissão para acessar nossa própria cura. Precisamos de coragem. E coragem é lembrar-se do próprio poder.”   Estudos sobre epigenética também comprovam que somos capazes de alterar nossa expressão genética através do ambiente interno que criamos. O Dr. Bruce Lipton, autor de “A Biologia da Crença”, revela que pensamentos e emoções podem ativar ou desativar genes, influenciando diretamente nossa saúde. Isso significa que o modo como nos sentimos em relação a nós mesmas impacta nossa fisiologia.   Noélli reforça que, para muitas mulheres, o processo de cura é atravessado por culpas e feridas ancestrais. “A dor das que vieram antes de nós ainda habita nosso inconsciente. Somos fruto de histórias que nos ensinaram a renunciar a nós mesmas para sermos aceitas. Mas a cura acontece quando paramos de carregar o peso que não nos pertence.”   Neste Dia Internacional da Mulher, a maior celebração que podemos fazer é o retorno a nós mesmas. O reconhecimento de que não precisamos buscar fora o que já existe dentro. Porque ser mulher é ser a própria essência da vida. E quando compreendemos isso, a cura acontece. Noélli Santiágo Terapeuta, mentora e palestrante, especializada em sustentabilidade emocional indutiva e hipnose, com uma expertise reconhecida em reequilíbrio energético, Noélli Santiágo tem suas  práticas fundamentadas nas técnicas do Mestre Choa Kok Sui e orientadas pelo Institute For Inner Sciences de Mrs. Charlotte Anderson, combinando ciência e espiritualidade de forma única e eficaz.   Com sua visão singular de que a vida espiritual está totalmente conectada à vida física, Noélli aborda questões de desigualdade, justiça social e sustentabilidade, destacando a importância de incorporar valores espirituais em ações concretas para construir um mundo mais justo e equilibrado para todos.   Depois de se dedicar por quase vinte anos à área de saúde, especificamente no campo ligado à dermatologia, a relação com vários pacientes a fez entender que o que tanto se procurava fora, na verdade, já existia dentro de cada um.  Noélli  foi seguindo a sua jornada e se encontrou totalmente nas terapias integrativas que têm como fundamento uma visão holística, enxergando o ser humano como parte de um todo integrado ao Universo. Perceber o que se passa no interior de cada paciente e as dificuldades que cada um está vivendo, desfazendo tudo o quanto impede a evolução e a realização dos sonhos é o trabalho que a terapeuta traz para si, despertando a força interior capaz de dar movimento e de gerar impulso para se alcançar propósitos e objetivos que podem até mudar o destino de cada indivíduo. A manipulação energética busca as ferramentas facilitadoras que podem transformar significativamente questões individuais como a superação dos medos, angústias, traumas e frustrações, entre tantos outros bloqueios.    Noélli se considera o seu primeiro case de sucesso como terapeuta. Começou quebrando a cara, caindo, se descabelando, mas sem desistir. Foi entendendo que para mudar sua vida, a mudança teria que ser de dentro pra fora. Aprendeu a se escolher, a olhar o quanto de si tinha nos seus dias, e foi se conhecendo e reconhecendo nos detalhes. Entender o que pensava e principalmente por que pensava, compreendendo como a sua mente funcionava, dos sentimentos que isso gerava e a consciência de si mesma, do que não abre mão, mas também de rever o que não estava fazendo bem. Foi aprendendo a dizer não, muitas vezes pra si mesma que descobriu que a vida não é só sobre motivação, mas sobre decisão e ação. A vida é sobre expansão e podemos ser sempre mais.   Pensando em como poderia facilitar este desenvolvimento para outras pessoas, a terapeuta é a idealizadora do projeto VIDERE, que em latim quer dizer “ver”, criando um método próprio de atuação, que estimula a expansão dos canais para o autoconhecimento, fortalecendo a ideia de que, a cada escolha que fazemos diariamente, constrói-se uma nova filosofia na forma de viver, integrando corpo, mente e espírito. Por meio de uma sensibilidade mais apurada nos tornamos naturalmente mais intuitivos, percebendo detalhes que estão muito além do que nos foi imposto ou ensinado ao longo da vida.   Através de técnicas terapêuticas como Cura Prânica, Mesa Quântica Estelar e Mandala, Noélli identifica, previne e trata os desequilíbrios físicos, emocionais e espirituais, que podem se manifestar em algum momento da vida de todos nós.   Tudo é energia. Somos energia. Tanto o que motiva e alegra, quanto o que entristece ou que até faz adoecer  fazem parte do campo energético. O equilíbrio energético é o objetivo das terapias, pois uma vez que os nós energéticos são desatados, promove-se a liberação dos bloqueios estacionados, impulsionando questões pessoais para viver com mais qualidade de vida e harmonia. O autoconhecimento é libertador e à partir do momento em que se consegue perceber os quês e os porquês que  levam a comportamentos ruins ou improdutivos, o indivíduo se torna apto para descobrir suas habilidades e virtudes, buscando novos caminhos. Pequenos atos, que antes pareciam intransponíveis e muito difíceis, adquirem força, dando desenvoltura para organizar, construir e renovar a vida à partir de atitudes de enfrentamento e coragem.   Evoluir é uma conquista que começa por uma escolha! Escolher a si mesmo é o primeiro passo para o desenvolvimento individual, que por sua vez, possibilitará as transformações coletivas. Fotos de Wallace Ximenes Revista do Villa || Alessandra Dayrell

  • Monólogo “Absolvição” aborda o dilema da justiça pelas próprias mãos no sombrio mundo do abuso infantil

    Inédito no Brasil, o monólogo premiado ganha montagem com Andriu Freitas e direção de Daniel Herz, em cartaz de 7 a 30 de março no Espaço Abu, em Copacabana O  teatro  tem o poder de nos confrontar com verdades incômodas e, às vezes, nos deixar sem respostas definitivas. O monólogo  “Absolvição” , com  Andriu Freitas  e direção de  Daniel Herz , traz as confissões de um homem movido por um propósito obsessivo:  caçar padres abusadores de crianças  e fazer  justiça com as próprias mãos . Com um enredo instigante, reviravoltas e revelações, o texto levanta  questões profundas sobre ética e justiça , provocando o público a refletir: ele é um  anjo vingador  em uma missão divina ou  simplesmente um assassino ? A peça entra em cartaz de sexta a domingo a partir de  7 de março , no  Espaço Abu , em Copacabana. O texto original do irlandês  Owen O’Neill  e traduzido por  Diego Teza , aposta em saltos temporais que  revelam aos poucos as camadas desse homem atormentado . Para desenvolver o texto, o dramaturgo conta que entrevistou vários  homens que haviam sido abusados na infância : “Todos se sentiam muito decepcionados, não apenas pela igreja, mas por todas as outras pessoas nas cidades e vilas que sabiam. Então levei isso muito a sério e tentei tornar os assassinatos dos padres o mais plausíveis possível”, conta  O’Neill . Apesar de ter escrito há quase 20 anos, o dramaturgo diz que é um problema que não desapareceu. “Toda semana ouço falar de alguma criança que foi abusada”, revela. Na montagem brasileira,  Andriu Freitas  se desdobra entre diferentes facetas de seu personagem, ora movido pela dor e pela  memória de traumas passados , ora tomado pelo fervor de  sua missão de justiça . O ator acredita que a  peça não oferece respostas fáceis . “Pelo contrário, ela instiga o público a pensar sobre as instituições que deveriam nos proteger, sobre a dor que molda nossas escolhas e sobre os limites da ética e da lei”, comenta  Andriu . A  direção de Daniel Herz  conduz o espetáculo para  fora do óbvio , trazendo  soluções e movimentações cênicas  que trazem uma bela  plasticidade  à peça, ao mesmo tempo que nos fazem  enxergar as histórias  narradas pelo polêmico personagem. “O texto lança uma provocação ao público que inevitavelmente vai sair do teatro tomado por essas perguntas. Também provoca um estado contraditório e me parece que é disso que são feitos os bons textos de teatro”, explica  Herz .  Sucesso em sua estreia no Festival Fringe de  Edimburgo , a peça rapidamente conquistou a  aclamação da crítica . Em seguida foi apresentada nos palcos de  Nova York e Londres , chegando pela primeira vez ao  Brasil , com montagem nacional. Com um  enredo impactante , “ Absolvição ” fica em cartaz no mês de março no  Espaço Abu , em Copacabana, entregando uma  performance intensa e visceral , em um espetáculo que promete não deixar ninguém indiferente. SERVIÇO “Absolvição” - monólogo Temporada:  7 a 30 de março | sextas e sábados às 20h; domingos às 19h Classificação etária:  16 anos |  Duração:  60 minutos Local:  Espaço Abu - Nossa Senhora de Copacabana, 249, loja E - Copacabana Ingressos via Sympla:   https://linktr.ee/absolvicao.peca Ficha Técnica: Atuação e Idealização: Andriu Freitas Texto: Owen O’Neill Tradução: Diego Teza Direção: Daniel Herz Diretora Assistente: Carol Santaroni Cenário e Figurino: Wanderley Gomes Iluminação: Aurélio de Simoni Trilha Sonora: Pedro Araujo Cenotécnica: Beto de Almeida Design Gráfico: Luiz Stein Fotografia: Victor Hugo Cecatto Operador de luz: Marcelo de Simoni Operador de som: Daniel Studart Direção de Produção: Bárbara Montes Claros Assessoria de Comunicação: Rodolfo Abreu / Interativa Doc Apresentado por: Pirata Produções Instagram:  @absolvicao.peca Andriu Freitas Ator pós-graduado em Direção Teatral pelo CAL-RJ, tem trabalhos recentes incluindo atuações no teatro, nas peças “Proibido" e “Tebas Reloaded” da Cia. Ar Cênico. Além de participações nas novelas "Mania de Você", "Volta por Cima" e “Elas por Elas" (TV Globo) e Reis 11º Temporada (Record); e na série "Reencarne" (Globoplay). No cinema, atuou nos filmes "História de pescador”, “Aro", “Um Tanto Mais” e “Pináculo”. Daniel Herz Diretor, autor, ator e professor de teatro, é diretor geral da Companhia Atores de Laura há mais de 30 anos, com montagens de textos de autoria própria, criação coletiva, adaptações e textos clássicos (Molière, Shakespeare, Nelson Rodrigues, Jean Anouilh, Plínio Marcos, Samuel Beckett). Daniel Herz está concorrendo  ao Prêmio APTR 2025 na categoria Direção pelo espetáculo “A Palavra Que Resta”.  Pedofilia no Brasil “Absolvição” contribui para o debate sobre o tema, contribuindo ao jogar luz sobre os  abusadores de crianças e suas redes de proteção . No  Brasil , os jornalistas  Fábio Gusmão e Giampaolo Braga  fizeram um trabalho de reportagem que reuniu  108 casos reais , que foi publicado no livro  “Pedofilia na Igreja”  (Editora Máquina de Livros, 2023). O resultado do trabalho que durou cerca de três anos é um minucioso  retrato da pedofilia na Igreja Católica no Brasil , com membros da igreja acusados, indiciados, denunciados, condenados ou que se tornaram réus por envolvimento em abuso sexual de  148 crianças, adolescentes ou pessoas com deficiência intelectual em   96 cidades de 23 estados . Alex Varela

  • "Vinte!" estreia no CCBB RJ com direção de Mauricio Lima e texto de Tainah Longras

    Espetáculo teatral é uma releitura poética do Rio, das artes e do tempo a partir de "Tudo Preto", da Companhia Negra de Revistas (1926). Fotos: Íra Barillo A fusão entre teatro, dança e música dá o tom de 'Vinte!', espetáculo escrito por Tainah Longras e dirigido por Mauricio Lima, que estreia no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB RJ) em 13 de março de 2025. A temporada acontece no Teatro III, com apresentações de quinta a domingo – quinta, sexta e sábado às 19h; domingo às 18h – até 6 de abril. A montagem propõe uma revisitação ficcional dos movimentos artísticos negros dos anos 1920 no Brasil, em diálogo com a cidade do Rio, as artes, e suas camadas de tempo. A peça parte de uma crítica à montagem "Tudo Preto" (1926), da Companhia Negra de Revistas, para reconstruir narrativas sob uma perspectiva negra e contemporânea.   O Harlem Renaissance , movimento cultural e intelectual que floresceu na comunidade negra de Nova York na mesma época, serviu como ponto de partida da pesquisa. "É a abertura para toda a investigação e fonte de muitas elaborações importantes para a peça",  explica Longras, que está em cena ao lado de AfroFlor, Felipe Oládélè e Muato. A pesquisa levou à Companhia Negra de Revistas, grupo que reuniu nomes como Pixinguinha e De Chocolat e marcou a história do teatro musical negro brasileiro. " Esses artistas e suas histórias são nossos maiores pontos de conexão com o Rio dos anos 1920",  destaca a dramaturga.   No palco – ou melhor, no espaço cênico que dissolve as fronteiras entre artistas e público – a palavra ganha múltiplas formas: falada, cantada, dançada, inventada. "A encenação parte de uma relação radical dos atores com a palavra. Isso não significa que exista uma hierarquia entre as linguagens. O teatro, a dança e a música dialogam de forma orgânica, compondo uma cena que se constrói numa perspectiva filosófica afroindígena não linear do tempo e, consequentemente, da História ", explica o diretor. O espetáculo aposta em uma experimentação cênica e sonora inspirada no choro, jazz e samba, ritmos fundamentais na identidade cultural negra.   A direção musical é de Muato, com direção de movimento de Romulo Galvão, direção de arte de Júlia Vicente, direção de produção de Bem Medeiros e iluminação de Dadado de Freitas. Sinopse Vinte! é uma reivindicação ficcional da memória dos movimentos artísticos negros dos anos 1920 no Brasil. A partir de uma crítica à peça Tudo Preto (1926) , da Companhia Negra de Revistas, a peça constrói uma relação poética com a cidade do Rio, com as artes e com o tempo, sob uma perspectiva negra e contemporânea.   Ficha Técnica   Idealização e Texto: Tainah Longras  Dramaturgia: Mauricio Lima e Tainah Longras   Direção: Mauricio Lima   Assistência de Direção: Juliane Cruz  Elenco: AfroFlor, Felipe Oládélè, Muato e Tainah Longras   Interlocução de direção: Ana Kfouri  Interlocução teórica: Olívia Burzlaff  Direção de Produção: Bem Medeiros  Produção Executiva: Matheus Ribeiro  Direção Musical: Muato  Direção de movimento: Rômulo Galvão  Direção de arte: Júlia Vicente  Iluminação: Dadado de Freitas  Assistência de iluminação e Operação de luz: Tayná Maciel  Montagem de luz: Hud Figueiredo  Operação e montagem de som: Bob Reis  Fotografia: Íra Barillo  Vídeo, Design e Social Media: Rodrigo Menezes  Visagismo Sessão de fotos: Thiogo Andrade  Costureiras: Lisete Alves e Ana Vita Captação de Parcerias: Renata Leite  Assessoria de Imprensa: Lyvia Rodrigues/ Aquela Que Divulga  Realização: Centro Cultural Banco do Brasil e L&B Produções Culturais   Este projeto foi fomentado pelo PROGRAMA FUNARTE RETOMADA 2023 - TEATRO   Tainah Longras – autora, dramaturga e atriz    Tainah Longras é atriz, diretora, preparadora de atores e curadora independente. Fez a formação profissional na Casa das Artes de Laranjeiras, estudou Letras na UFRJ e Dança na Angel Vianna. Dirigiu com Felipe Vidal, a peça-palestra "O Museu sem fim de 1976", de Daniele Ávila Small. Seus trabalhos mais recentes como atriz no teatro são Catarse - uma para-ópera em 2018; Há mais futuro que passado, em 2017-2022, com o qual fez duas temporadas no Rio de Janeiro, participou de Festivais Internacionais em São Paulo, Brasília e Cidade do Porto (Portugal); e Revenguê, em 2021, projeto de áudio-dramaturgia disponível no spotify. Compôs a curadoria do Festival às Escuras - primeiro festival de artes performáticas negras lgbtia+ online realizado pelo Pandêmica Coletivo de Criação em setembro de 2020. Como assistente de direção trabalhou na peça "Uma frase para minha mãe", de Christian Prigent, com direção e atuação de Ana Kfouri em 2018- 2020 com quem vem desenvolvendo parceria em artes da cena, audiovisual e ensino ao longo de 8 anos. Na televisão fez preparação de atores na série "Desalma" e na série "Vicky e a Musa", ambas da Globoplay.    Mauricio Lima – direção e dramaturgia Mauricio Lima é ator e performer formado pela Escola de Teatro Martins Pena e graduando do curso de Teoria da Dança, UFRJ. Em seu trabalho autoral tensiona as questões ético-estéticas relacionadas às negritudes contemporâneas latino-americanas, suas identidades e ancestralidades. Está indicado ao prêmio Shell 2025 nas categorias de melhor direção e melhor dramaturgia pelo espetáculo “Arqueologias do Futuro”, ao lado de Dadado de Freitas. Foi artista contemplado no programa NEXT GENERATION da fundação holandesa Prince Claus Fund, criando a obra transdisciplinar Museu dos Meninos - obra-museu composta por uma série de ações no audiovisual e nas artes cênicas e visuais, a partir de depoimentos e memórias de homens negros moradores do Complexo do Alemão, território de origem do artista, investigando processos de inscrição, preservação e invenção de memória. É diretor artístico e curador do Festival às Escuras, mostra de artes cênicas voltada para artistas negres e LGBTQIA+, com realização do Pandêmica Coletivo Temporário de Criação, do qual faz parte. Integra a cia carioca Teatro de Extremos e o coletivo de performance Líquida Ação.  Sobre o CCBB RJ   Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro marca o início do investimento do Banco do Brasil em cultura. Instalado em um edifício histórico, projetado pelo arquiteto do Império, Francisco Joaquim Bethencourt da Silva, é um marco da revitalização do centro histórico da cidade do Rio de Janeiro. São 35 anos ampliando a conexão dos brasileiros com a cultura com uma programação relevante, diversa e regular nas áreas de artes visuais, artes cênicas, cinema, música e ideias. Quando a cultura gera conexão ela inspira, sensibiliza, gera repertório, promove o pensamento crítico e tem o poder de impactar vidas. A cultura transforma o Brasil e os brasileiros e o CCBB promove o acesso às produções culturais nacionais e internacionais de maneira simples, inclusiva, com identificação e representatividade que celebram a pluralidade das manifestações culturais e a inovação que a sociedade manifesta. Acessível, contemporâneo, acolhedor, surpreendente: pra tudo que você imaginar.      Serviço:   VINTE!   Temporada: 13 de março a 06 de abril de 2025 Quando: quinta a sábado, às 19h; domingo, às 18h  Duração: 100 min     Classificação: 12 anos    Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (Meia) - disponíveis na bilheteria física ou no site do CCBB ( bb.com.br/cultura )   Estudantes, maiores de 65 anos e Clientes Ourocard pagam meia entrada   Local: Centro Cultural Banco do Brasil - Teatro III  Endereço: Rua Primeiro de Março, 66 - Centro, Rio de Janeiro (RJ)  Tel. (21) 3808-2020  | ccbbrio@bb.com.br    Informações sobre programação, acessibilidade, estacionamento e outros serviços:  bb.com.br/cultura    Confira a programação completa também nas redes sociais:   x.com/ccbb_rj  | facebook.com/ccbb.rj  | instagram.com/ccbbrj  | tiktok.com/@ccbbcultura   Alex Varela

  • Violas brasileiras e portuguesas protagonistas em concerto de Fernando Deghi em Castelo Branco

    Repertório do compositor e instrumentista brasileiro envolverá diversas afinações da viola caipira brasileira, numa conjugação com o mesmo instrumento na sua vertente portuguesa Fernando Deghi, prestigiado instrumentista, professor, compositor, arranjador e pesquisador brasileiro, com raízes em Portugal, vai apresentar-se no próximo dia 7 de março, às 18h, no Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco (CCCCB) na região Centro de Portugal.   Durante o concerto intitulado “Geografias”, este músico, nascido em Santo André, no estado de São Paulo, em 1962, vai mostrar o seu talento formado sob várias influências musicais, tendo como protagonistas as violas brasileiras e também um repertório com as suas composições originais para violas portuguesas.   Deghi levará ao público toda a experiência musical e formação adquirida como professor, com o pai e os bisavós, numa viagem sonora aproximando culturas musicais como a espanhola, a brasileira e a celebração da musicalidade luso-brasileira e a universalidade da viola.   É característico do artista a experimentação e o aprendizado de formas diferentes de execução. Durante o concerto, o público vai poder ainda ouvir “diversas afinações da viola caipira brasileira, como o Cebolão, Rio Abaixo, Paraguaçu, Rio Acima”.   Segundo apurámos, Deghi vai revelar “as nuances e as riquezas sonoras que cada afinação proporciona” por meio das suas próprias composições, “criadas para as afinações das violas tradicionais portuguesas, como a beiroa, campaniça, braguesa e açoriana”.   “Cada música vai ser intercalada por “contos e causos que permeiam o universo místico dos violeiros”, revelou o artista.   A organização do concerto ressaltou que, durante o momento do BIS, haverá duas “grandes surpresas: guitarra portuguesa e viola braguesa”, com a presença de convidados “especialíssimos”.   O valor do bilhete será 5 euros. O auditório de 275 lugares, integrado num edifício arquitetado pelo catalão Josep Lluis Mateo e pelo português Carlos Reis de Figueiredo, vai proporcionar ao público a audição de todas as nuances sonoras criadas pelo instrumentista, porque o sistema acústico, de autoria do catalão Higini Arau, foi elaborado sem depender dos “sistemas de amplificação”.   Fernando Deghi conta com vasta experiência musical internacional   De formação erudita, Fernando Deghi desenvolve o seu trabalho em torno da composição, recuperação, divulgação e ensino de viola brasileira, de dez cordas e caipira, desde 1989. Iniciou os seus estudos na área musical em 1975, sendo grande parte desta trajetória dedicados a estudos intensos na prática violonística e inúmeros concertos individuais e duo. As suas composições exploram as possibilidades deste instrumento.   Deghi é o autor dos livros “Viola brasileira e suas possibilidades” (2001), “Ensaios para Viola Brasileira” (2003), “Iniciação a Arte da Viola Brasileira” (2007), “Navegares” (2011), e “Ensino à Distância de Viola”.   Possui três CD’s gravados: “Violeiro Andante” (2000), “Brasil Violado” (2004) e, recentemente, “Navegares”, lançado em junho de 2011. Deghi está, ainda, presente na coletânea “Veredas da Atlântida - uma caminhada simbólica”, lançado na Ilha Madeira em 2005, e no CD “Navegantes Lisboa”, em 2007. Interpretou sinfonia 40 de Mozart no CD “Viola em Concerto”, de 2011, onde foram reunidos os ícones da viola brasileira.   Apresentou-se em centros musicais de renome em São Paulo e em diversos estados brasileiros, além de cidades portuguesas em 2003, 2004, 2005, 2007, 2012, incluindo Lisboa, Coimbra, Évora, Seixal, Castro Verde, Ilha da Madeira (Festivais-Raízes do Atlântico, Machico, Ribeira Brava), Músicas do Mundo, e participação em vários trabalhos como arranjador e compositor.   Em 2005, participou no ano do Brasil na França no “Festival D’Ille de France” a convite de produção francesa. Em 2012, atuou no ano do Brasil na Colômbia. Tem ainda passagens pela Alemanha, Espanha, Itália e Argentina.   Participou como ator e músico na telenovela brasileira “Escrava Isaura” exibida pala Rede Record em 2003, 2004, 2005, sendo reapresentada em edição especial em 2007.   Para a novela “Bicho do Mato”, também na Rede Record, a sua participação foi como compositor, tendo três obras da sua autoria na banda sonora da novela: “Cavalgada”, “Sertão do Canto”, “Riacho” e “Doce”. Além da área musical, é formado em cinema.   Foi curador e diretor-geral do “INSTRUMENTA VIOLA”, na sua segunda edição.   Fotos: divulgação Ígor Lopes

  • Sílvia & Salvador o projecto musical de Sílvia Pérez Cruz e Salvador Sobral em dois concertos imperdíveis

    Sílvia Pérez Cruz e Salvador Sobral apresentam o seu projecto musical: Sílvia & Salvador em dois concertos imperdíveis no dia 19 de Setembro no Coliseu dos Recreios (Lisboa) e no dia 20 de Setembro no Coliseu do Porto AGEAS. Dois dos mais brilhantes artistas da actualidade vão estar em digressão, Lisboa e a cidade Invicta não podiam ficar fora do mapa. As novidades não ficam por aqui: Braga é também uma das cidades confirmadas (local a anunciar) e em breve serão anunciadas mais datas. Sílvia & Salvador nasce de um enorme desejo de ambos de traduzir a amizade e cumplicidade que os une num registo que contará com temas de outros autores que os inspiram e apaixonam numa celebração de amizades e inspirações compositores e compositoras próximos de Sílvia e de Salvador serão os protagonistas do repertório deste disco, escrevendo novas peças para o mesmo. Jorge Drexler, Luísa Sobral, Dora Morelenbaum, Lau Noah, Carlos Montfort, Jenna Thiam, Marco Mezquida, Javier Galiana de la Rosa e David Montiel (além de originais de Sílvia e de Salvador), entre outros, oferecerão as suas canções para a ocasião. Sílvia sobre Salvador: “O Salvador tem uma voz de ouro, transparente como ele, capaz de entrelaçar os sonhos com as nuvens, pondo a pele de quem escuta atenta ou a recolher-se para dentro com os graves elásticos que o fazem sorrir e a nós também. Da intimidade mais frágil ao jogo mais partilhado. Com um ouvido que celebra a beleza e a criatividade de quem o rodeia. Com uma sinceridade difícil de encontrar. Para além de ter uma das vozes mais especiais a solo, ao cantar com outra voz tem o dom de abraça-la e fazê-la soar melhor, como se sempre tivesse cantado ao seu lado. Quando o conheci, foi antes de tudo, antes das suas profundas mudanças de vida e experiências tão peculiares; quão complicado é colocar-me no lugar dele. Lembro-me daquela voz tão bela e daquele solo tão encantador e musical num clube de jazz em Lisboa. Depois, quando tudo se transformou noutro filme, recordo novamente aquela voz magnífica e o desejo de brincar e partilhar com a música e com os músicos, e aquela consciência do presente que faz de cada canto uma celebração da vida. Depois de cantar, chorar e rir juntos, era um desejo partilhado e natural continuar a partilhar momentos e canções, e achámos bonito celebrar os nossos amigos compositores contemporâneos cantando-os”. Sílvia Pérez Cruz Salvador sobre Sílvia: “Quando ouvi, pela primeira vez, a voz de Sílvia Pérez Cruz, senti que tinha encontrado a origem do canto. Um mundo completamente novo e, ao mesmo tempo, ancestral abria-se quando as suas cordas vocais vibravam. A partir desse dia, não consegui deixar de a ouvir. Essa voz acompanhou-me na tristeza e na amargura, na felicidade e no êxtase, na doença e na esperança. Quando nos conhecemos anos mais tarde, a minha admiração estendeu-se para além da sua música. Ali estava alguém que, com muitos anos de experiência, mantinha uma relação pura, genuína e honesta com a música. Tudo o que me transmitia, quer fosse de forma musical ou mesmo pessoal, eram ensinamentos que tenho guardado comigo até hoje, em cada cenário que piso, em cada nota que canto. Quando finalmente cantámos juntos, todas essas emoções do passado culminaram nas nossas vozes, fundidas. Dizem que nunca devemos conhecer os nossos heróis, mas ninguém jamais falou em partilhar o palco com eles.” Salvador Sobral Os bilhetes para ambas as datas já estão à venda: Lisboa | Bilhetes à venda na BOL e locais habituais. Porto | Bilhetes à venda da Ticketline e locais habituais. ­ Ficha técnica: Silvia Pérez Cruz - voz Salvador Sobral - voz Dario Barroso - guitarra Sebastia Gris - guitarra, banjo e bandolim Marta Roma - violoncelo Técnico som - João Tereso Técnico monitores - Juan Casanovas Técnico luzes - Isa de Moral ­ Coliseu dos Recreios (Lisboa) | 19 de Setembro às 21h Bilhetes 20-40€ Coliseu do Porto AGEAS | 20 de Setembro às 21h Bilhetes 20-40€ M6 Site Bilhetes Coliseu dos Recreios Lisboa ­ Revista do Villa || Teresa Sequeira

  • Yara Castanha brilha como musa no Baile ‘Folia com As Kariokas’" no Clube Monte Líbano

    A atriz e empresária Yara Castanha brilhou como musa do bloco As Kariokas durante o evento ‘Folia com As Kariokas’, realizado na Boate 701 do Clube Monte Líbano, na Lagoa Rodrigo de Freitas, Zona Sul do Rio de Janeiro. A festa,  foi um verdadeiro sucesso e reuniu seletos convidados em uma noite de muita animação e elegância. Atriz e empresária foi um dos grandes destaques da noite e ainda presenteou foliões com kits de sua linha de cosméticos.   Com sua presença carismática e cheia de glamour, Yara encantou o público e celebrou o momento com um gesto especial: o sorteio de kits de cosméticos para os foliões.   “Foi uma noite incrível! O Carnaval é uma das maiores expressões da nossa cultura, e estar aqui, representando As Kariokas, é uma honra imensa. A energia desse evento foi única, e poder compartilhar essa alegria com todos os presentes torna tudo ainda mais especial”, destacou Yara Castanha.   A trilha sonora ficou por conta do grupo Swing Carioca e da cantora Marysa Alfaia, que colocou todo mundo para dançar.   O evento foi idealizado e organizado por Marisa Araújo, CEO da Absolute Rio e da Rádio Marujo Carioca, e por Lúcia Faria, que trouxeram um conceito diferenciado para a festa. “Um evento de alto nível, pensado para um público seleto. A banda foi sensacional, e a Marysa Alfaia brilhou!”, ressaltou Marisa.   Com sua presença radiante e envolvente, Yara Castanha festeja entre amigos. Assessoria: DG Assessoria e Comunicação Texto: Claudia Mello Revista do Villa || Déborah Gonçalves

  • Banda recordista de apresentação na Internacional BeatleWeek em Liverpool, BlueBeetles se apresenta nesta sexta-feira no Soberano em Itaipava

    BlueBeetles Formada no Rio de Janeiro em 2008 por um grupo de amigos aficcionados pelo quarteto de Liverpool, a  BlueBeetles , banda cover dos Beatles, se apresenta na  sexta-feira, dia 7, às 21h , no  Soberano de Itaipava , com o show  “Uma Noite em Liverpool” . No repertório, com versões cheias de personalidade,  os maiores sucessos como também as músicas menos conhecidas do grupo de rock mais popular do mundo. A atual formação conta com Marcus Romariz (guitarra base e vocal), Jonas Miller (guitarra base/solo e vocal), Rodrigo Toledo (guitarra solo e vocal), Glauco Veloso (baixo e vocal), Costeleta (bateria) e Claudio Vargas (técnico de som e piano/teclado). A BlueBeetles utiliza guitarras Rickenbacker, Gretsch, Fender, Gibson, baixo Hofner, violões Takamine, Gretsch, Yamaha e Ovation.   A BlueBeetles tem no currículo diversas apresentações nos Estados Unidos, Argentina e Reino Unido, em Liverpool, cidade natal dos Beatles, onde participou em 2024 pela décima-segunda vez do International Beatleweek Festival. Em Petrópolis, já se apresentou no Tamboatá, Castelo de Itaipava, Nucrepe, Teatro D. Pedro e na Praça da Liberdade, sempre com performance que empolgam a plateia e fazem todo mundo cair na dança. No Rio de Janeiro, entre tantos shows, destacam-se: Rio Open, Sala Baden Powell, Iate Clube do Rio de Janeiro, Clube Piraquê, Bar do Tom, Teatro Cesgranrio, Casa de Cultura Julieta de Serpa, Museu Histórico Nacional, PUC e Blue Note. BlueBeetles em Liverpool   O fundador e guitarrista do projeto BlueBeetles ,  Marcus Romariz Marcus Romariz conheceu os Beatles quando tinha 10 anos, e foi amor à primeira vista após ouvir o disco A Hard Days Night. Aficcionado por John Lennon, faz a guitarra base da BluBeetles e é um grande colecionador do grupo inglês, a começar pela decoração de seu estúdio. Itens como as  réplicas de todos os discos de ouro e platina que os ingleses ganharam, diversas miniaturas, mais de 300 livros e tantos discos e cds, se juntam a coleção completa de isqueiros Zippo, tendo como motivo a mais famosa banda de todos os tempos.  A paixão é tanta que, em uma das paredes, encontra-se um pôster-montagem gigantesco dos Beatles gravando, com Marcus observando-os ao fundo: uma brincadeira que representa o sonho de qualquer beatlemaníaco: ver os quatro Beatles em ação, em seu momento criativo. Amante de causas sociais, Marcus Romariz é associado do Rotary Club Ipanema e Cavaleiro da Ordem de Malta do Vaticano.   Soberano No burburinho de Itaipava, o Soberano Jazz Club, em parceria com o maior grupo gastronômico da serra, no Bistrô Locanda, oferece uma gastronomia inovadora e um espaço para as artes nunca visto na região. A ideia da criação de um espaço de música e teatro de alto nível em Itaipava nasceu em setembro de 2021, da percepção dos empreendedores, moradores da região, de que faltava um local apropriado para grandes nomes da música e do teatro se apresentarem.   SERVIÇO:  BLUEBEETLES – Uma Noite em Liverpool Sexta-feira, dia 7 de março, às 21h. Soberano Jazz Club Estação Locanda - Est. União e Indústria, 11.000, loja 104 Itaipava - Petrópolis, RJ Classificação Etária: Maiores de 18 anos Vendas pelo whatsapp: 24 22376339 Valores: inteira é R$120/R$60 meia entrada. Moradores Estado RJ e Juiz de Fora também pagam meia - R$ 60,00 BlueBeetles => A Beatle way of Living www.bluebeetles.com.br facebook perfil: Marcus BlueBeetles facebook page: Blue Beetles Instagran: BlueBeetles   MAIS INFORMAÇÕES:   Reg Murray Assessoria de Imprensa Tel e zap: 21 988921549 regmurray.jornalista@gmail.com Revista do Villa || Reg Murray

  • Brasil: Centro Português em Pelotas recebe homenagens no Parlamento português pelos 99 anos de fundação

    O Grupo Centro Português 1º de Dezembro comemorou 99 anos de fundação em janeiro, efeméride que mereceu do Grupo Parlamentar do Partido Social Democrata (PSD) português uma homenagem durante sessão plenária realizada em fevereiro no Palácio de São Bento com o “Projeto de Voto de Saudação − 573/XVI”, onde celebra a data e regista o “legado” da instituição como “fundamental para manter viva essa nossa importante Comunidade no Brasil”.   “O Centro Português é uma ponte entre Brasil e Portugal, entre o passado e o futuro, representa a celebração da identidade e da contribuição dos portugueses para a cidade de Pelotas e o testemunho vivo da herança, dos valores e das tradições que atravessaram o Atlântico e encontraram raízes profundas no Sul do Brasil”, destacaram os parlamentares sociais-democratas.   Em audiência pública realizada no dia 24 de janeiro de 2025, a Câmara Municipal de Pelotas, no estado brasileiro do Rio Grande do Sul, também prestou homenagem ao Centro Português e destacou as suas atividades durantes os 99 anos de uma “trajetória dedicada à preservação da cultura lusitana, a integração da comunidade luso-brasileira e a promoção de eventos culturais, sociais e filantrópicos”.   Fundado em 24 de janeiro de 1926 na cidade de Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil, a formação do Centro Português foi estabelecida a partir da união de duas entidades: o Congresso Português de 1° de Dezembro e o Grémio Republicano Português. O primeiro presidente foi Francisco Alves de Carvalho. Desde a criação do Clube, o objetivo sempre foi “manter viva a cultura lusitana entre os compatriotas portugueses e difundir seus costumes na pátria que os acolhia”.   No decorrer dos anos, a “instituição recreativa, social e cultural” foi acolhendo novas manifestações, como os festejos cívicos, religiosos e o enaltecimento de autoridades brasileiras e portuguesas. Com um “património material e imaterial: as estruturas desportivas, o salão social e a Casa de Charqueada à beira do Arroio Pelotas, onde também está a Capela de Nossa Senhora de Fátima, e a sede Centro tombada pelo património histórico”, o Centro Português mantém as suas atividades em prol da “manutenção da cultura portuguesa no sul do Brasil”.   O projeto de recuperação da Casa de Charqueada tem o “apoio da Direção Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas, do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal”, com o objetivo, entre outros, de “resgatar a herança portuguesa através da arquitetura com sua utilização em benefício da comunidade junto ao Centro Português 1º de Dezembro”.   Recorde-se que, no dia 25 de janeiro, a entidade comemorou os 99 anos do Clube, os 39 anos do Rancho Folclórico e a Posse Festiva da Gestão do Centenário 2025-26, com a presença de representantes do Governo Português, do prefeito Municipal e da primeira-dama, além de clubes coirmãos, entidades Civis e Militares e associados e convidados. Fotos: disponibilizadas pela entidade Ígor Lopes

  • Tropik faz animada feijoada com Embaixadores do Rio de Janeiro

    O Tropik, badalado quiosque do Fairmont Copacabana, em conjunto com a Associação dos Embaixadores de Turismo do Rio de Janeiro, promoveram uma feijoada carnavalesca .O ponto alto foi a apresentação do grupo Bagunço, formado por colaboradores do hotel que fez os mais de 100 convidados dançarem ao som de um repertório de muita emoção carnavalesca. O diretor  geral do Hotel Netto Moreira e a presidente dos Embaixadores do Rio de Janeiro, Viviane Fernandes, receberam os animados participantes, com uma linda camiseta que tinha um quadro de Philippe Seigle estampado. É um carnaval diferente, com muita criatividade e buscando inovar, diz Bayard Boiteux, vice-presidente executivo dos Embaixadores. Fotos de Messias Martins Bayard Boiteux ,Viviane Fernandes ,Isabelita dos Patins ,Netto Moreira e Matheus Oliveira  Célia Domingues e Martina Farmbauer  A cantora Hanna e Marcelo Daher  Marisa Araújo e Gustavo Delesderrier  Matheus Oliveira ,Tatiana Zaharov ,Bayard Boiteux e Viviane Fernandes  Fofa e Walther Class Dorys Daher  O animado grupo de colaboradores do Fairmont que animou a feijoada -o bloco do Tropik O bonito quadro de Philippe Seigle estampado na camiseta  Marco Rodrigues e Alicinha Silveira  Viviane Fernandes ,Matheus Oliveira,a cantora Hanna ,Isabelita dos Patins e Magda Cotrofe Matheus Oliveira com os chefs Jerome Dardillac e Felipe Alves que cuidaram da feijoada  Adriana e Netto Moreira  Revista do Villa || Divulgação Rio

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