top of page
FB_IMG_1750899044713.jpg

Revista do Villa

Revista do Villa

Revista do Villa

Revista luso-brasileira de conteúdo sobre cultura, gastronomia, moda, turismo,

entretenimento, eventos sociais, bem-estar, life style e muito mais...

Resultados encontrados para busca vazia

  • Exposição | José Bechara | 10/abril

    A exposição “Atlas Memória” celebra o início da representação do artista pela galeria, um dos mais renomados do país. Bechara_Progressão-I-2024-Oxidação-de-cobre-e-ferro-sobre-tela-110-x-270-cm Crédito: Mario Grisolli Bechara apresenta suas pinturas singulares feitas em lona de caminhão oxidadas por ferro e cobre, agora com cores intensas. A maioria das obras é inédita. Acostumado a grandes escalas, conhecido por suas esculturas e instalações monumentais, Bechara traz obras de pequenos e médios formatos, em diálogo com o espaço da galeria e lançando-se em novos desafios. Com texto crítico de Bianca Dias, a exposição abre no dia 10 de abril, das 18h às 21h, e vai até 6 de junho, com entrada franca. Bechara_S-título-2025-Acrílica-e-oxidação-de-ferro-sobre-lona-usada-de-caminhão-60-x-50-x-6-cm Crédito: Mario Grisolli Celebrando a nova parceria com José Bechara, que passa a ser representado pela galeria, a Maneco Müller : Multiplo abre a exposição “Atlas Memória”. Na individual, o artista conhecido por suas pinturas sobre lonas de caminhão trabalhadas com emulsões de cobre e ferro apresenta sua produção mais recente. As obras, a maioria inéditas, incorporam cores mais altas e intensas, e distinguem-se por formatos menores. Acostumado a escalas monumentais, onde atua também por meio de esculturas e instalações, o interesse do artista na parceria com a Maneco Müller : Multiplo parte justamente do desejo de se desafiar em uma escala mais intimista e menos usual para ele. A mostra abre no dia 10 de abril, das 18h às 21h, e vai até 6 de junho, com entrada franca. O texto crítico é de Bianca Dias. O título da mostra vem da obra de mesmo nome, “Atlas Memória”, trabalho que, segundo Bechara, reúne características de diferentes momentos de sua produção, iniciada no final da década de 80. A individual na Maneco Müller : Multiplo traz dez pinturas que vão de 0,60 X 0,50 m a 2,20 X 2,20 m. As telas carregam os atributos que identificam o trabalho marcante do artista. Um deles é a opção pela lona de caminhão como suporte, onde as marcas de uso, os remendos, as manchas remetem poeticamente a uma forma de congelamento do tempo. Outra é a instabilidade do jogo entre o rigor formal geométrico e as ocorrências imprevisíveis surgidas das reações químicas da oxidação de ferro e cobre sobre a lona. A novidade fica por conta das cores altas, sólidas, como vermelho, verde, amarelo, incorporadas recentemente em sua paleta. "Ao expor seu atlas o artista se expõe, se coloca em crise, acolhe o desvio, o acidente, danifica a ordem, criando uma geometria hesitante onde as linhas surgem, desaparecem e ressurgem condenando certezas”, afirma Bianca Dias. “Essa exposição é muito importante para mim porque inaugura uma nova fase de uma relação com dois galeristas pelos quais eu tenho muita admiração”, afirma Bechara. Depois de individuais em espaços muito grandes, como o salão monumental do MAM no Rio; o Ludwig Museum, em Koblenz, na Alemanha; ou os jardins da Fundação Gulbenkian, em Lisboa; ele revela um novo interesse: “A galeria me apresenta um desafio de caráter espacial, o que me instiga muito. A grande escala é onde me sinto mais confortável de trabalhar e o espaço deles é intimista, o que para mim é muito provocativo. Estou muito feliz com esse desafio”, diz Bechara. Sócios da galeria, Maneco Müller e Stella Ramos acompanham a trajetória do artista carioca desde o início, num relacionamento de longa data. “Vimos de perto a incorporação das lonas e depois das emulsões de ferro e cobre em seu trabalho. Bechara é um artista devotado à experimentação, que encontra resultados extraordinários a partir de uma atividade obstinada em seu ateliê, de segunda a segunda”, diz Stella. “Vivemos num mundo em que a velocidade nos empurra para a superfície das coisas, para o olhar apressado, para o consumo ligeiro. Bechara ao contrário, nos convida a um tempo de arte; que é o tempo da imersão e da transformação”, complementa Maneco Müller. SOBRE JOSÉ BECHARA Nasceu no Rio de Janeiro em 1957, onde trabalha e reside. Estudou na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV). Participou da 25ª Bienal Internacional de São Paulo; da 29ª Panorama da Arte Brasileira; 5ª Bienal Internacional do Mercosul; Trienal de Arquitetura de Lisboa de 2011; 1ª Bienalsur (Buenos Aires, Argentina); 7ª Bienal de Arte Internacional de Beijing (China); Anozero’19 – 3ª Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra (Portugal); Bienalsur 2019 – Museu Nacional de Riade (Arábia Saudita); e das mostras “Caminhos do Contemporâneo” e “Os 90” no Paço Imperial (RJ). Realizou individuais e coletivas em instituições de destaque, entre elas MAM - RJ; Culturgest (Portugal); FLAD - Fundação Luso Americana para o Desenvolvimento (Portugal); Ludwig Museum (Koblenz, Alemanha); Fund. Iberê Camargo (Porto Alegre); Fund. Calouste Gulbenkian (Portugal); MEIAC (Espanha); Fundação Biblioteca Nacional (RJ); MAC (Paraná); MAM - Bahia; MAC - Niterói; Museu da Pampulha (B. Horizonte); Instituto Tomie Ohtake (SP); Haus der Kulturen der Welt (Berlim, Alemanha); Ludwig Forum Fur Intl Kunst (Alemanha); Kunst Museum (Alemanha); Museu Brasileiro da Escultura – MuBE (SP); Gropius Bau (Berlim, Alemanha); Centro Cultural São Paulo (SP); ASU Art Museum (USA); Museo Patio Herreriano - Museo de Arte Contemporáneo Español (Espanha); MARCO de Vigo (Espanha); Es Baluard Museu d’Art Modern i Contemporani de Palma (Espanha); Musee Bozar (Bélgica); Museu Casa das Onze Janelas (Belém); Casa de Vidro/Instituto Lina Bo e P.M. Bardi (SP); Museu Oscar Niemeyer (Paraná); Centro de Arte Contemporáneo de Málaga - CAC (Espanha); Fundação Eva Klabin (RJ); entre outras. Possui obras em coleções públicas e privadas, a exemplo do MAM - RJ; Centre Pompidou (Paris, França); Pinacoteca do Estado de São Paulo (SP); Ludwig Museum (Koblenz, Alemanha); ASU - Art Museum (USA); Museu Oscar Niemeyer (Paraná); Es Baluard Museu d’Art Modern i Contemporani de Palma (Espanha); Universidade de Coimbra – CAPC (Portugal), Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (Portugal); Coleção Gilberto Chateaubriand; Fundação Biblioteca Nacional; Coleção Ateliê de Gravura da Fundação Iberê Camargo; Coleção Dulce e João Carlos Figueiredo Ferraz/Instituto Figueiredo Ferraz; Coleção João Sattamini/MAC - Niterói; Instituto Itaú Cultural; MAM - Bahia; MAC - Paraná; Culturgest (Portugal); Benetton Foundation – IT/CAC (Málaga, Espanha); MOLAA (USA); CIFO Foundation Ella Cisneros (USA); Museu da Universidade do Arizona (USA); Universidade Cândido Mendes; Itaú Cultural Institute; Museu de Arte Contemporânea de Palma de Mallorca (Espanha); FLAD (Portugal); MARCO de Vigo (Espanha); Brasilea Stiftung (Suíça); Fundo BGA, entre outras. SOBRE A MANECO MÜLLER : MULTIPLO A Maneco Müller : Multiplo é mais que uma galeria onde as obras ficam expostas para apreciação do público, é um espaço de encontros, reflexão e fruição estética, que propõe uma maneira singular de relacionamento com a arte contemporânea.  Aqui, artistas consagrados e novos talentos oferecem o melhor de sua produção em múltiplos e obras em pintura, objetos e papel, assim como em projetos especiais. Além de comercializar obras selecionadas a partir de critérios estéticos de extraordinária densidade artística, a Maneco Müller : Multiplo realiza permanente trabalho de pesquisa no sentido de identificar e divulgar novos trabalhos. Por seu engajamento na circulação da arte e pela recusa em tomá-la como produto, a galeria vem se consolidando como um espaço que investe no lançamento de edições exclusivas, um lugar que cultiva preciosidades. Seja atraindo não especialistas, despertando novos colecionadores ou enriquecendo coleções já estruturadas com os múltiplos e as obras em outros formatos de grandes artistas brasileiros e estrangeiros, a Maneco Müller : Multiplo espera sempre desafiar o olhar do público e promover encontros proveitosos em torno da arte contemporânea.    SERVIÇO Exposição de arteTítulo: “Atlas Memória”Artista: José BecharaTexto crítico: Bianca DiasAbertura: 10 de abril, das 18h às 21hLocal: Maneco Müller : MultiploPeríodo de visitação: de 10 de abril a 6 de junho de 2025Horário: de segunda a sexta, das 10h às 18:30h; sábados, das 10h às 14hEnd: Rua Dias Ferreira, 417/206 - Leblon – Rio de Janeiro
Tel: + 55 21 2294 8284 | +55 21 20420523 (WhatsApp)
 Entrada franca: www.mmmgaleria.com.br Revista do Villa || Júnia Azevedo

  • Perfil: Petrônio Gontijo

    Petrônio Gontijo é um dos homens mais lindos da televisão brasileira, um ator que eletriza os espectadores com suas atuações fenomenais e a energia que canaliza aos personagens que interpreta, sendo considerado pelo público e críticos um dos mais brilhantes e completos atores da atualidade. Petrônio Gontijo começou a carreira no teatro amador na infância, se mudando para São Paulo aos 17 anos para estudar Artes Cênicas na Unicamp e estreando na TV em 1991 na novela Salomé, da Rede Globo, ao lado da grande atriz Patrícia Pillar. Em sua Trajetória de sucessos estão incluídos os trabalhos: O Ator Petrônio Gontijo Participou de outras novelas, como Olho no Olho (1993), Pátria Minha (1994), Malhação (1995), Pícara Sonhadora (2001), Marisol (2002) e Seus Olhos (2004) além das participações em produções bíblicas, como Os Dez Mandamentos (2015), Jesus (2018) e Gênesis (2021) na Rede Record. Petrônio Gontigo é conhecido pelas personagens impactantes que interpreta em novelas, nos cinema e nos teatros tendo participado de peças acadêmicas, como Deixa Estar e Vem... Senta Aqui Ao Meu Lado e Deixa o Mundo Girar, Jamais Seremos Tão Jovens. O ator Petrônio Gontigo é considerado um dos homens mais encantadores da teledramaturgia nacional não apenas por seu talento peculiar mas também pela generosidade com que trata seus fãs, amigos e colegas de trabalhos. Bravo Petrônio Gontijo, sucessos milhões em seu novo Filme. Abraços, meu amigo. Gratidão por nos fazer tão bem! João Sousa

  • Hotel Tambaú, João Pessoa: o cenário ideal para o maior cassino da América do Sul

    João Pessoa, a vibrante capital da Paraíba, desponta como a candidata perfeita para sediar o primeiro cassino físico do Brasil após a legalização da atividade. A cidade, reconhecida nacional e internacionalmente por seu potencial turístico e localização estratégica, reúne todas as condições para se tornar o epicentro do entretenimento e lazer na América do Sul. Localização e logística privilegiadas, pois é o ponto mais oriental das américas.A posição geográfica de João Pessoa, como o ponto mais oriental das Américas, confere à cidade uma vantagem logística única. Sua proximidade com outros países da América do Sul e Europa a torna um destino acessível e atraente para turistas de todo o mundo.  Infraestrutura turística em desenvolvimento,a cidade possui uma infraestrutura  em constante crescimento, com hotéis de alta qualidade, restaurantes renomados e uma variedade de atrações culturais e naturais. O Hotel Tambaú,a Joia da Coroa,arquitetura icônica, singular em forma de roleta de cassino, é o local ideal para abrigar o maior e mais luxuoso cassino da América do Sul.Sua história e design o tornam um ponto de referência na cidade e um símbolo de elegância e sofisticação.  Arrematado em leilão recentemente,pelo empresário Rui Galdino,o Hotel Tambaú abre um leque de possibilidades para o futuro o empreendimento.Com sua visão empreendedora e experiência no setor, Galdino sabe do potencial de transformar o hotel em um complexo de entretenimento de classe mundial.Rui sabe da responsabilidade que hoje pesa sobre ele. O nordeste, João Pessoa foi privilegiado pelo fato do  Hotel Tambaú,ter sido arrematado e ficado na responsabilidade de um paraibano, pois é a garantia que jamais vai colocar obstáculos caso um empreendedor venha procurá-lo para uma possível negociação. Depois da aquisição, depois de várias perseguições políticas, embates judiciais, que Rui enfrentou, inclusive pessoas querendo demolir esse patrimônio cultural e turístico do nordeste, Galdino, se sente o guardião da preservação de uma linda história que teve seu início na década de 70, e hoje 54 anos após, tudo aquilo que se vislumbrava a para o Hotel Tambaú, pode vir a ser concretizado,  o tão sonhado e planejado cassino. Arquitetura de Sérgio Bernardes, do ano de 1966, e inaugurado na noite de 11 de setembro de 1971, o Hotel Tambaú sem dúvida hoje é o principal ponto no país para se implantar o primeiro Cassino legalizado do país.  Apenas um  detalhe,que talvez poucas pessoas tenham conhecimento, falo sobre as exigências previstas para os cassinos, que só poderão funcionar em complexos de lazer, como resorts, ou em embarcações.  Esses locais precisarão de capital social mínimo de R$ 100 milhões, acomodações de alto padrão e licenças de operação de 30 anos, renováveis, alerta o amigo Mário Guardado, renomado Consultor Internacional de Cassinos Físicos, com 25 anos de experiência em Las Vegas. e Consultor de Tecnologia em Hidrogênio . Guardado tem  todo uma importante participação junto ao Congresso Nacional, na formatação e aprovação do projeto que regulamenta os cassinos no Brasil. "O Hotel Tambaú praticamente está pronto pra ser o maior cassino da América do Sul." ( Mário Guardado). Um Cassino de classe mundial, sem dúvida será atração turística não só nacional mas principalmente Internacional. A instalação de um cassino no Hotel Tambaú impulsionaria o turismo em João Pessoa, atraindo visitantes de todo o mundo e gerando um impacto positivo na economia local. Entretenimento e lazer de alto nível, o cassino ofereceria uma variedade de opções de entretenimentos, jogos de azar, shows de artistas renomados, restaurantes de alta gastronomia e lojas de grife, sem falar da  geração de empregos e desenvolvimento.A construção e operação do cassino gerariam milhares de empregos diretos e indiretos, impulsionando o desenvolvimento social e econômico da região. Um futuro promissor.  João Pessoa tem o potencial de se tornar um destino turístico de classe mundial, com um cassino que atrairá visitantes de todo o mundo. A combinação de sua localização estratégica, infraestrutura turística em desenvolvimento e o icônico Hotel Tambaú a torna o local ideal para sediar o maior e mais luxuoso cassino da América do Sul. É importante ressaltar que a legalização dos cassinos no Brasil ainda está em processo de discussão. No entanto, a perspectiva de um cassino em João Pessoa já gera grande expectativa e entusiasmo na cidade e em todo o país. Sou Gilson Romanelli, Jornalista, consultor Imobiliário,apaixonado pela Paraíba,e torço muito para que isso se concretize.  Gilson Romanelli

  • O Que Se Sabe Sobre Jacinta? Nada! Ou Quase Nada!

    Estreou na Sala Multiuso do Sesc Copacabana a peça teatral Jacinta. Você Só Morre Quando Dizem Seu Nome Pela Última Vez. O espetáculo é da Cia do Pássaro – Voo e Teatro (SP).   O texto de autoria de Dawton Abranches narra o caso real de Jacinta Maria de Santana, mulher negra brasileira que, após sua morte, teve o corpo embalsamado e exposto como curiosidade científica, sendo usado em trotes estudantis por quase trinta anos na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, na cidade de São Paulo.   O texto é crítico, memorialístico, potente, antirracista, denunciador, é um grito de alerta contra o apagamento da memória preta do nosso país. A preservação dessa memória é importante elemento na luta pela resistência e contra o preconceito. E a imortalidade dessa figura se dá numa ribalta. Teatro é resistência!   Por sua vez, o professor Amâncio de Carvalho, da USP, que a utilizou para a realização de experimentos de embalsamado, teve seu nome eternizado em uma rua da Vila Mariana, bairro majoritariamente branco da cidade. Portanto, enquanto a memória preta é apagada e negligenciada, a memória branca é preservada e valorizada.   O elenco é constituído por Gislaine Nascimento e Alessandro Marba que tem uma atuação perfeita. Eles estão sintonizados e ajustados. Eles interpretam com uma técnica perfeita, e associam a emoção. Eles sensibilizam a plateia que se faz presente para assistir a bela encenação e, num palco de teatro, imortalizar a figura da preta Jacinta, cujo seu corpo virou parte do trote universitário e pesquisas médicas. Eles apresentam um domínio correto do texto, passando com clareza e sensibilidade, e do palco, realizando uma intensa movimentação e dominando a ribalta. Os atores interpretam, emocionam, cantam, e são acompanhados pela musicista Camila Silva, que executa a trilha sonora ao vivo no cavaquinho e na cuíca. Os três se complementam.   A direção é de Dawton Abranches, que realizou as marcações certeiras e precisas, e direcionou a correta atuação e interpretação dos atores.   Os figurinos criados por Pedro de Alcântara e Érika Bordin são simples, de bom gosto, e adequados ao espetáculo.   A cenografia criada por Pedro de Alcântara e Dawton Abranches é decorada por rosas vermelhas na parte dianteira e contém uma cadeira, e na parte traseira remete a uma sala de necropsia, com uma mesa repleta de jarras para realização de experimentos, e a parede com o número sete, a sala onde o corpo de Jacinta ficou hospedado, e funciona também como um quadro negro, onde os atores escrevem palavras.   A iluminação criada por Alice Nascimento apresenta um bonito desenho de luz, e realça a interpretação dos atores.   Jacinta é uma peça teatral que resgata a história de uma preta que, depois de morta, teve seu corpo violentado e vilipendiado; uma dupla de atores que tem uma atuação perfeita, realizada com garra e determinação; e cenografia, figurinos e iluminação bonitos e adequados. Ótima produção cênica!   Fotógrafo: Bob Sousa Alex Varela

  • Brasil: INPI cria guia com orientações para exportadores focado no mercado português

    Com a leitura do manual, exportadores iniciantes vão obter um conteúdo de fácil entendimento Foto: Andrey PopovGetty Images O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) do Brasil lançou recentemente o “Guia de Propriedade Intelectual para Exportadores” dedicado a Portugal. O volume de 29 páginas contém informações para auxiliar os exportadores a terem entendimento da legislação de Portugal e de diversos países sobre Propriedade Intelectual (PI).   Organizado pelos temas que mais afligem os interessados em tirar dúvidas sobre a questão, como marcas, patentes, desenhos industriais, indicações geográficas, novas variedades vegetais e direitos de autor, o guia foi dividido em três partes.   Na primeira, indica as “fontes confiáveis” sobre PI. Na segunda, apresenta “o sistema de PI de Portugal, orientando sobre como proteger seus ativos de PI no país” e o que se deve considerar “antes de começar a exportar para lá”. A terceira parte traz informações “sobre o que fazer, caso sofra algum tipo de violação de seus direitos”.    Os criadores ressaltam que o objetivo “é fornecer informações importantes e de fácil compreensão, para que você possa navegar com segurança pelos desafios da PI e aproveitar ao máximo as oportunidades de exportação para Portugal”.   No guia é possível obter informações com embasamento objetivo sobre uma série de questões como, por exemplo, “os cinco mais comuns do exportador iniciante em PI”, locais onde você deve registar, pesquisar e também obter dados sobre PI em Portugal, além de saber sobre alguns aspetos legais, regulamentações e acordos internacionais.    O guia em PDF relativo a Portugal pode ser visto em: chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/ https://www.gov.br/inpi/pt-br/central-de-conteudo/publicacoes-de-propriedade-industrial/arquivos/guias-para-exportadores/guia-propriedade-intelectual-para-exportadores-portugal.pdf   Ígor Lopes

  • A participação da Embratur na SeaTrade Cruise Global 2025

    A participação da Embratur (Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo) na SeaTrade Cruise Global 2025, com 14 coexpositores, representa um passo estratégico na promoção do Brasil como destino de cruzeiros marítimos no cenário internacional. O que é a SeaTrade Cruise Global? A SeaTrade Cruise Global é o maior e mais importante evento mundial da indústria de cruzeiros. Realizado anualmente nos Estados Unidos, o evento reúne: • Companhias marítimas • Portos e destinos turísticos • Agências de turismo • Fornecedores do setor • Autoridades e tomadores de decisão do mercado internacional É uma vitrine global onde se fecham parcerias, negociações e se discutem as tendências do setor. Participação da Embratur Ao levar 14 coexpositores brasileiros — que podem incluir autoridades portuárias, secretarias de turismo, operadores receptivos e empresas especializadas — a Embratur busca: • Fortalecer a imagem do Brasil como destino atrativo para cruzeiros • Atrair novas rotas e companhias marítimas ao país • Ampliar a presença do Brasil em catálogos internacionais • Conectar destinos brasileiros com operadores internacionais • Incentivar o turismo náutico como motor de desenvolvimento regional Essa ação também promove diversificação de destinos além dos tradicionais, apresentando ao mercado portos e regiões menos conhecidas, mas com alto potencial turístico. Impacto para o Brasil • Geração de receitas no setor de turismo, especialmente em cidades portuárias • Aumento no número de escalas de navios internacionais • Criação de empregos diretos e indiretos nas áreas de receptivo, alimentação, artesanato, transporte e cultura • Fomento ao turismo sustentável e regionalizado • Aumento da competitividade do país no setor de cruzeiros Oportunidades para o Rio de Janeiro Como um dos principais destinos de cruzeiros da América do Sul, o Rio de Janeiro se destaca nesse cenário: • O Porto Maravilha e a revitalização da Zona Portuária tornaram a cidade ainda mais atraente para embarques e desembarques • A cidade possui estrutura turística robusta e grande apelo internacional • Pode se beneficiar com o aumento de escalas, parcerias comerciais e novos investimentos no setor náutico Conclusão A presença da Embratur na SeaTrade Cruise Global 2025 é mais do que uma ação promocional: é um movimento estratégico para consolidar o Brasil no mapa dos cruzeiros internacionais. Ao articular o setor público e privado, o país se posiciona como player relevante num mercado que cresce de forma consistente e movimenta bilhões em receitas turísticas globais. Viviane Fernandes

  • Perfil: Ramon Botelho

    Ramon Botelho é um grande artista: ator, diretor, produtor, artista plástico e cenógrafo. Formado em teatro na CAL e Literaturas na UFF. Começou a fazer teatro amador ainda criança, mesmo sem nunca ter visto uma peça em teatro, apenas em circos que circulavam pelo interior de São Paulo, onde morava. Esse ano completa 40 anos de teatro, tendo estudado com grandes mestres, como Antunes Filho, Moacyr Góes, Gabriel Vilela, Grupo Galpão, Sérgio Brito, Aderbal Freire Filho, The Living Theatre (grupo americano), Tizuka Yamazaki (cinema), Walter Lima Júnior (cinema), Luis Carlos Ripper, Luis Carlos Vasconcelos, entre outros. Começou a carreira como ator, fez “Par ou Ímpar”, com texto de Eber Inácio e direção do Wilson Belém; “Cantata do Rio de Janeiro”, com o grupo americano The Living Theatre, direção da Judith Malina, “Brinquedos, Jogos e Armadilhas” do Luiz Carlos Tourinho, “O Livro dos Cegos”, “A Farra dos Atores”, “A Alma Quando Sonha é Teatro” e “Meu Pai Voa!” do encenador Márcio Vianna, que marcaram o panorama teatral carioca dos anos 90, e o tornaram conhecido. Ramon Botelho e Adriana Rabelo se conheceram nessa época (1995). São parceiros há 30 anos. Em 2004 a atriz Adriana Rabelo e Ramon Botelho se reencontraram durante a filmagem do curta-metragem “Arraiada” no interior de São Paulo. Então, Adriana convidou o Ramon para escrever, dirigir e dividir a produção com ela da peça “Visitando Camille Claudel”, que agora volta em cartaz no Teatro Laura Alvim em Ipanema, comemorando 20 anos de trajetória. Botelho fez cenário para outras duas peças protagonizadas por Adriana: “Afinidades Eletivas” do diretor Marcos Barreto e “Porque Deixei de Te Amar” de Fernando Philbert. Ramon Foi produtor geral e recebeu o Título de Benfeitor do Real Gabinete Português de Leitura pelo projeto “O Real em Revista”, com lançamento de livros, filmes, exposições, simpósios, visitas guiadas e shows de Adriana Calcanhotto e Teresa Cristina. Motivo de orgulho para o artista. Além de Camille Claudel, nos últimos anos, realizou outros sucessos sobre mulheres: escreveu e dirigiu “Carolina Maria de Jesus, Diário de Bitita” com Andréia Ribeiro, que segue em turnê pelo Brasil e exterior desde 2015; e dirigiu, junto com Sidnei Oliveira, a peça “As Sete Vidas de Alva”, que teve cinco indicações ao Prêmio nacional WeDo 2023, e venceu na categoria Melhor Atriz para Anja Bittencourt. Atualmente mora em Niterói cidade que ama. “Não saio de casa para fazer qualquer coisa, projetos nos quais não acredita, arte precisa ter prazer, lirismo e divertimento.” - comentou ele. Cheio de planos para o futuro, está adaptando um filme francês para a Adriana Rabelo protagonizar, buscando patrocínio para um musical sobre Linda Batista, que escreveu, tentando montar outra peça baseada em contos góticos feministas dos séculos XVIII e XIX, e uma Farra de Atores para homenagear o diretor Marcio Vianna. Ele sabe que não é fácil, mas não desiste. Ramon Botelho um artista completo, plural, que segue há anos levando produtos artísticos de qualidade para todo o Brasil e exterior, um homem belíssimo que dedica muita energia aos trabalhos que desenvolve. Uma carreira brilhante, que vem sendo reconhecida e merece ser consagrada. Sucessos maiores, Ramon! Créditos das fotos: Pablito João Sousa

  • Depois de aclamada carreira internacional, longa maranhense 'Betânia' chega aos cinemas

    Rodado nos Lençóis Maranhenses e aplaudido em festivais da Ásia, Europa e América Latina, 'Betânia' estreia no Maranhão dia 24 de abril e nos cinemas de todo Brasil no dia 8 de maio. Nádia D'Cassia, Diana Mattos e Ulysses Azevedo em “Betânia” - crédito: Felipe Larozza/Salvatore Filmes Produzido pela Salvatore Filmes, " Betânia" , primeiro longa de Marcelo Botta , chega aos cinemas do Maranhão no dia 24 de abril de 2025. O lançamento em todo Brasil será no dia 8 de maio. Depois do sucesso da exibição no 74º Festival de Berlim, o longa passou por mais de 20 festivais em 16 países. A lista inclui eventos de peso no cenário internacional, como os festivais de Guadalajara (México), Leeds (Inglaterra), Toulouse (França), Rio, Mostra de SP, Huelva (Espanha), Taiwan e o Malaysia International Film Festival, onde recebeu o prestigiado troféu New Hope Award. A estatueta abriu as portas do mercado asiático para o longa brasileiro. Betânia passou por mais três festivais na Índia e outros dois na China após a premiação na Malásia. “Em todos os países por onde 'Betânia' passa, as plateias se encantam com as belezas naturais e culturais do Maranhão", comenta o diretor Marcelo Botta. "O Bumba Meu Boi e a história da família de Dona Betânia mexem demais com as pessoas, não foi raro ver gente dançando na cadeira, rindo, gargalhando ou até mesmo chorando durante as exibições", relembra. Ambientado nos Lençóis Maranhenses, o filme "Betânia" se destaca por mesclar comédia, drama e aventura no retrato de uma mulher de 65 anos e sua família, tratando de temas sociais e ambientais, sempre com muita música e exalando maranhensidade.  O longa é uma homenagem ao povoado que dá título ao filme, e é também uma exaltação à rica cultura do Maranhão, trazendo em sua trilha sonora o Bumba Meu Boi, o Tambor de Crioula e o Reggae Remix, gêneros tão populares no estado conhecido como a Jamaica Brasileira. Entre os artistas que compõem a trilha, além de Tião Carvalho, que atua no filme, há músicas de ícones maranhenses como João do Valle e Alcione, e também as toadas originais do Boi da Betânia. A première nacional de Betânia aconteceu em junho passado no encerramento do Festival Guarnicê de Cinema, com o Teatro Artur Azevedo completamente lotado e os 750 ingressos esgotados em menos de meia hora. As filmagens foram realizadas no povoado de Betânia, município de Santo Amaro do Maranhão e teve diárias adicionais em São Luís e Barreirinhas. O elenco é 100% maranhense e conta com nomes como: Diana Mattos, que recebeu a Menção do Júri como Melhor Atriz no Festival do Rio; Nádia D'Cássia, Caçula Rodrigues e Ulysses Azevedo, esses três também indicados como atores coadjuvantes no Rio; Michelle Cabral e Rosa Ewerton Jara, ambas indicadas como atriz coadjuvante na Malásia; a artista pop Enme Paixão, o comediante ludovicense Vitão Santiago e o Mestre Tião Carvalho, que - além de ter sido indicado como melhor ator no Festival do Rio - também assina diversas músicas que compõe a tão elogiada trilha sonora de "Betânia". O filme é uma produção da Salvatore, com coprodução do Canal Brasil e distribuição da O2 Play. Acompanhe a jornada de "Betânia" em festivais em todo o mundo no instagram @betaniafilme .   Sinopse Depois de perder seu marido, a parteira Betânia se muda para o povoado onde nasceu, mas jamais habitou. Empurrada pelo som ancestral do Bumba Meu Boi, pela força da família e da comunidade, Betânia tenta renascer, assim como as flores que desabrocham nos Lençóis durante a seca.   Ficha Técnica Produzido por: Salvatore Filmes Escrito e dirigido por: Marcelo Botta Produzido por: Gabriel Di Giacomo e Marcelo Botta Coprodução: Canal Brasil Produção Executiva: Luciana Coelho, Diego Sousa, Ana Paula Fuliaro e Isabel Abduch Direção de Fotografia: Bruno Graziano Direção de Arte: Mariana Cristal Hui Montagem: Marcio Hashimoto Som direto: Raoni Gruber Mixagem de Som: Caio Guérin e Armando Torres Jr. (Fullmix) Desenho de Som: Martin Grinaschi (La Borbuja) Cor: Marcus Tenchella e Luísa Cavanagh (Quanta) Direção de produção: Luciana Coelho e Jéssica Lauane Coordenadora de Produção: Maria Fernanda Bin Produtores associados: Marcelo Campaner, Marcio Hashimoto, João Queiroz  Distribuição: O2 Play Sobre Marcelo Botta Escreveu e dirigiu o longa “Betânia” , que estreou na 74ª Berlinale e passou por mais de 20 festivais de 15 países de 3 continentes. Criou e dirigiu a série documental “Portraits” rodada em lugares isolados  da América do Sul, além da série de ficção “Auto Posto”, em coprodução com a Paramount, sucesso de audiência no Comedy Central com 20 episódios produzidos e indicada ao prêmio ABRA de melhor roteiro.   Junto com Gabriel Di Giacomo, escreveu e dirigiu a série “Foca News” (2016), coprodução com a Fox exibida no FX e produziu “O Último Programa do Mundo” (2016). Também foi produtor dos longas documentais “Marcha Cega” (2018) e “Memória Sufocada” (2021) de Gabriel Di Giacomo, filmes que passaram por importantes festivais no Brasil e Europa.   Antes da Salvatore Filmes, trabalhou na MTV Brasil onde dirigiu os programas Comédia MTV (vencedor do APCA 2010), Furo MTV, Furo em Londres 2012, Trolalá, Adnet Ao Vivo e Adnet Viaja, programa rodado em 13 países da Europa e Caribe também em 2012. Alex Varela

  • Cidadão português nomeado membro do Conselho Empresarial da ABRH Brasil

    O português Pedro Ramos, CEO da KeepTalent Portugal e especialista em gestão das pessoas no ambiente lusófono, foi incorporado Membro do Conselho Empresarial da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH) Brasil, numa cerimónia de tomada de posse dos novos órgãos diretivos da associação que decorreu no Rooftop do Teatro Santander, em São Paulo. O evento reuniu mais de 400 convidados e ficou marcado por partilhas de experiências com foco na importância da “Gestão das Pessoas no desenvolvimento de um mundo melhor”. Entre os presentes, estavam profissionais de renome do setor, como Helton Yomura, ex-ministro do Trabalho do Brasil, e outros líderes do meio empresarial e académico brasileiro, como Theunis Marinho, Luiz Alberto Campos e Cesar Souza. Em declarações à nossa reportagem, Pedro Ramos expressou o seu “orgulho” ao testemunhar a ascensão da sua colega Carla Caracol à Diretoria de Gestão para o triénio, ressaltando a importância da conexão e do trabalho colaborativo. “Estou muito grato pelo acolhimento caloroso que recebi dos 23 presidentes das ABRHs Seccionais de todas as regiões do Brasil. Estamos juntos nesta jornada e prontos para trabalhar em prol de uma gestão que transforme vidas", afirmou Ramos, que confessou “retornar a Portugal com o coração "bem apertado" e uma motivação renovada, pronto para contribuir ativamente para o desenvolvimento da gestão de pessoas no Brasil e nos restantes países da lusofonia”. “Este é um marco significativo na minha trajetória profissional”, complementou. Durante o certame, a nova presidente da Direção da ABRH Brasil, Eliane Ramos Vasconcellos Paes, e o presidente do Conselho Deliberativo, Paulo Sardinha, foram reconhecidos pelos “esforços em guiar a ABRH Brasil em direção a um futuro promissor”. “Este momento reflete o nosso compromisso contínuo com a excelência na gestão de pessoas, uma área fundamental para o desenvolvimento das organizações e do mercado de trabalho. Estamos prontos para enfrentar os novos desafios e continuar promovendo a transformação no setor”, disseram os atuais responsáveis pela entidade brasileira. Recorde-se que a ABRH Brasil é uma associação sem fins lucrativos que “promove as melhores práticas em recursos humanos e gestão de pessoas em todo o país”. Fotos: Agência Incomparáveis Ígor Lopes

  • Lançamento global de Pushkar Anand, ex-executivo do mercado londrino: “Manifeste Sua Riqueza Infinita - Aprenda a Arte de Viver uma Vida de Abundância"

    Como algumas pessoas parecem ter tudo - dinheiro, harmonia espiritual e uma vida cheia de alegria? Uma jornada de autodescoberta em busca da verdadeira riqueza que habita cada ser humano, sem desvalorizar o poder aquisitivo. Este é o fio condutor do livro “Manifeste Sua Riqueza Infinita - Aprenda a Arte de Viver uma Vida de Abundância”, primeiro livro de Pushkar Anand, que trabalhou no setor bancário em todo o mundo por mais de 20 anos, no qual fala sobre propósito e riqueza.   Com base em sua trajetória de vida, o autor, que é formado pela Universidade de Cambridge e London School of Economics, usa como ponto de partida o período de 15 anos que vivenciou uma busca profunda por realização pessoal. Pushkar traduz o conhecimento que encontrou em mais de 500 livros, 30 seminários e um intenso programa de estudos em conselhos práticos e insights inspiradores. Uma reflexão sobre como estamos acostumados a ver o dinheiro e exemplos de vida real com histórias de pessoas que transformaram suas próprias vidas.   O percurso para chegar a seu livro não foi fácil. No ano de 2008, Pushkar trabalhava no mercado financeiro e, com a crise financeira global de 2007-2008, passou a questionar a validade de suas escolhas naquele universo corporativo, reavaliando  suas expectativas e prioridades.  “Aos 30 anos, cheguei a um lugar na minha vida em  que, pela maioria dos critérios, era considerado bem-sucedido: era funcionário do banco mais global do mundo na época, casado e feliz, com o primeiro filho a caminho e a família vivendo por perto. Aparentemente, eu estava  com a vida resolvida. Mas era de fato a minha vida ideal ou aquela que todos os outros presumiram que eu iria  querer?”, conta o escritor. Pushkar decidiu se jogar numa mudança de 360 graus. Sacou cada centavo que tinha no banco e foi para Cambridge cursar um MBA, sem medo de começar do zero. “Todo mundo dizia que era loucura eu desistir da minha carreira e assumir uma dívida no valor de cem mil dólares, mas segui adiante, porque eu queria, e minha voz interior me guiava”, relembra. Nesse período, Pushkar teve a oportunidade de ler mais de 500 livros e participar de 30 seminários. Também fez um intenso programa de estudo individual de quatro anos com Blaine Bartlett, um guia espiritual com presença global proeminente na intersecção de espiritualidade, negócios e liderança, a quem carinhosamente chama de Grão-Mestre B². “Tudo isso mudou a forma com que eu encarava a vida”, completa.   O resultado dessa busca e encontro está em “Manifeste Sua Riqueza Infinita” que, dividido em quatro partes, ensina, de forma simples e direta, que todos podem, com acesso ao conteúdo certo, aplicação disciplinada e prática consistente, manifestar riqueza em todas as áreas da sua vida, seja financeira, espiritual ou pessoal. “Meu principal objetivo neste livro é oferecer o que aprendi: viver em harmonia. Ao explorar a riqueza infinita, podemos alcançar o que quisermos — seja abundância  financeira, sucesso na carreira, um estilo de vida sonhado ou a expressão perfeita da própria felicidade”, diz ele, que, na obra, se desdobra em vários papéis, assumindo horas o personagem de guia, mentor ou tutor.   Ao compartilhar sua compreensão de lições aprendidas ao longo de anos de estudo, combinada a sua perspectiva distinta sobre algumas mensagens-chave de outros filósofos que admira, o resultado é um manual único e poderoso para conquistar uma vida infinitamente rica, com base em exemplos da vida real, conceitos teóricos e exercícios práticos. Pushkar também criou o Centro para Riqueza Infinita®️, empresa social com presença em todos os continentes, que tem como foco desenvolver pessoas e oferecer a elas o que ele mesmo encontrou durante seus estudos.   “Criei um método que vale para todo tipo de pessoa. O leitor começa sendo apresentado a conceitos-chave como as Seis Leis do Dinheiro™️ e o Modelo Multifacetado™️, e, depois, é guiado ao longo de um processo gradual para conceber seu próprio ritual diário para manifestar sua riqueza infinita”, destaca.   Sobre Pushkar Anand Fundador do Centro para Riqueza Infinita®️, empresa social com presença em todos os continentes, que tem como foco desenvolver pessoas para a conquista da riqueza infinita, o autor é formado na Universidade de Cambridge e na London School of Economics. No ano de 2008, Pushkar vivia o estágio inicial de sua carreira num banco quando um profundo momento de percepção o tomou por completo, fazendo com que reavaliasse as prioridades de sua vida. Esse momento de reflexão iniciou a jornada do autor: uma busca extraordinária de pesquisa e autodescoberta ilimitada que envolveu mais de 500 livros, 30 seminários e um intenso programa de estudos de quatro anos com seu guia espiritual e filosófico, Blaine Bartlett. A jornada de quinze anos do autor resultou na fundação do Centro de Riqueza Infinita e na criação deste livro. Revista do Villa || Alessandra Dayrell

bottom of page