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- O premiado monólogo “Só vendo como dói ser mulher do Tolstói” chega ao Teatro Adolpho Bloch
Com sucesso de público e elogios de críticos, o premiado monólogo “Só vendo como dói ser mulher do Tolstói” chega ao Teatro Adolpho Bloch dia 28 de outubro Com texto de Ivan Jaf, direção de Johayne Hildefonso e interpretação de Rose Abdallah, a peça expõe a relação tóxica entre o escritor russo e a esposa Sofia. O figurino assinado por Giovanni Targa foi indicado ao Prêmio Shell e venceu o Prêmio Fita Um dos escritores mais importantes da literatura ocidental, o russo Leon Tolstói teve uma relação extremamente tóxica com a esposa Sofia. Essa é a revelação do elogiado monólogo “Só vendo como dói ser mulher do Tolstói” que, atendendo a pedidos, chega ao Teatro Adolpho Bloch em ÚNICA APRESENTAÇÃO, segunda-feira, dia 28 de outubro, às 20h. Com texto de Ivan Jaf, direção de Johayne Hildefonso, interpretação de Rose Abdallah e música original de André Abujamra, a peça procura desmitificar o mito Tolstói, ao expor o machismo do autor de “Guerra e paz” e “Anna Karenina”, e jogar luz sobre o protagonismo feminino. O detalhado figurino de época da peça, assinado por Giovanni Targa, foi indicado ao Prêmio Shell e venceu o Prêmio Fita. Idealizadora do projeto, a atriz Rose Abdallah dá vida a Sofia Tolstói, cujos diários escritos durante 48 anos comprovam um relacionamento patriarcal, machista e abusivo. Ofuscada pela fama do marido por dois séculos, só agora, com os movimentos de empoderamento feminino, a voz de Sofia começa a ser ouvida. Em “Só vendo como dói ser mulher do Tolstói”, uma atriz prepara-se para entrar em cena no papel de Sofia. No camarim, mistura a voz da personagem com sua voz feminista atual, indignada e revoltada com o escritor machista e abusivo. Mistura também épocas – inícios dos séculos XX e XXI – e espaços – Rússia e Brasil. Em uma linguagem do nosso tempo, Sofia, enfim, fala. Nos bastidores da vida de um grande homem, havia mesmo uma grande mulher, mas ela foi massacrada e oprimida. “Conhecia Sofia Tolstói apenas por foto e sempre ao lado do marido Leon Tolstói, o grande romancista russo. Quando li o monólogo, foi uma mistura de sentimentos: amor por ela e choque por conhecer o outro lado de Tolstói. Apesar de toda a sua genialidade, ele era um homem comum, um russo seguidor fiel dos ensinamentos do Domostroi, que, em russo, significa ‘ordem na casa’, ‘se o marido não domar a esposa, todo lar desmorona’. Conheço várias mulheres que ainda hoje vivenciam os mesmos conflitos que Sofia. Talvez leve mais alguns séculos para que uma mudança concreta ocorra e que, finalmente, as mulheres tenham seu protagonismo reconhecido, reflete Rose Abdallah. Sofia foi casada com o célebre escritor russo Leon Tolstói por 48 anos, até que, no dia 28 de outubro de 1910, ele fugiu de casa e acabou morrendo dez dias depois na estação ferroviária de uma pequena vila a 300 quilômetros de distância. A culpa sobre a morte do famoso escritor recaiu sobre Sofia, que foi considerada uma megera da qual Tolstói havia fugido e, por isso, morrera. Foram quase 50 anos de brigas entre o escritor e a esposa. Um século de machismo estrutural, somado à imensa fama planetária e importância da obra de Tolstói, legou à Sofia o papel de megera. No entanto, o movimento feminista vem corrigindo essa injustiça. Durante toda a relação, cada qual retratou em diários o que se passava entre eles, em detalhes. É a leitura atual desses diários que deixa clara a relação tóxica, abusiva e patriarcal do homem Leon, independentemente de seu inquestionável talento literário. É a partir do conteúdo desses diários que o dramaturgo Ivan Jaf constrói seu monólogo, dando voz a Sofia. Não uma voz contida pela repressão da mulher na Rússia do começo do século XX, sob o peso da Igreja Ortodoxa e da mão pesada do czarismo, mas um discurso com toda a verve libertária da indignação feminina atual. Os trajes pesados do figurino de Giovanni Targa, que remetem ao severo inverno russo, são destaques na encenação. “O figurino por si só é um espetáculo, passando por vários séculos 18, 19 e 21 as roupas são colocadas e trocadas durante a apresentação como camadas. Como são roupas pesadas com muitos detalhes e muitos botões, a concentração é ampliada na execução. Tem uma ordem certa para vestir as peças”, explica Rose. Sobre o Teatro Adolpho Bloch Localizado no histórico Edifício Manchete, na Glória, Rio de Janeiro, projetado por Oscar Niemeyer e com paisagismo de Burle Marx, o Teatro Adolpho Bloch é palco de momentos célebres da nossa cultura. Desde maio de 2019, o Instituto Evoé é responsável por devolver ao Rio de Janeiro esse espaço icônico, porém ainda mais moderno, transformado num complexo cultural. Graças à genialidade de Niemeyer, que criou um palco reversível, tornou-se possível, em um período desafiador, como a pandemia, promover espetáculos e eventos tanto na área externa, ao ar livre, quanto na interna. Ou nas duas ao mesmo tempo, em formato arena, proporcionando aos artistas, produtores, além dos cariocas e turistas, múltiplas formas de se criar e consumir arte e entretenimento. A construção é um ícone carioca – na arquitetura e na história que carrega. Único teatro na cidade do Rio de Janeiro que possui um palco reversível, permitindo que o público se acomode na área externa da casa de espetáculos, o Teatro Adolpho Bloch ganhou, em 2021, o formato arena, com capacidade para 359 lugares internos e 120 externos e um palco de 140m², equipado com a melhor estrutura. O espaço abriga ainda bistrô Bettina Café & Arte. Link para imagens: https://drive.google.com/drive/folders/1E5kzndpCpxrseuRLrWQ2H8D-02uyF-iu Serviço: “Só vendo como dói ser mulher do Tolstói” Dia 28 de outubro, 20h Segunda-feira, às 20h. Teatro Adolpho Bloch: Rua do Russel, 804 - Glória Duração: 1h Classificação: 16 anos Venda de ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/99465/d/283349 Valor: entre R$20,00 e R$60,00 Informações para a imprensa: MNiemeyer Assessoria de Comunicação - www.mniemeyer.com.br Juliana Rosa: julianaalmeida@mniemeyer.com.br / (21) 97209-5898 Rafaela Barbosa: rafaela@mniemeyer.com.br / (21) 99061-5257 Alex Gonçalves Varela historiador, professor do Departamento de História da UERJ, e autor de diversos artigos cientificos e livros. Atuou como pesquisador de enredo no universo das Escolas de Samba, sagrando-se campeao nos anos de 2006 e 2013. Amante das artes e da cultura.
- ApexBrasil promove “Matchmaking Day” em Portugal no mês de novembro
A edição 2024 do WebSummit Lisboa vai contar com várias ações paralelas de aproximação do mercado empresarial internacional, incluindo interações entre brasileiros e portugueses. Um desses momentos será liderado pelo escritório europeu da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (FUNCEX Europa), que vai realizar o “ Matchmaking Day ”, no próximo dia 13 de novembro, nas instalações do DNA Cascais, com o apoio da Câmara Municipal de Cascais. O objetivo desta ação, que acontece no âmbito do apoio à missão da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), especificamente para o evento de tecnologia na capital portuguesa, é “apoiar o desenvolvimento do comércio exterior brasileiro, em especial a partir de Portugal para toda a Europa e para os países da CPLP”. Dentre os participantes confirmados, estão Carlos Carreiras, presidente da Câmara Municipal de Cascais; Frederico Nunes, vereador e presidente da DNA Cascais; e Nelma Fernandes, presidente da Confederação Empresarial da CPLP, entre outros nomes. “O WebSummit Lisboa é um evento estratégico para mostrarmos para ao mundo o Brasil como celeiro de inovação e a ApexBrasil está levando a maior delegação brasileira da história para o evento, oferecendo trilhas de preparação para que tenham os melhores resultados possíveis em Lisboa”, comentou Ana Paula Repezza, diretora de Negócios da ApexBrasil. Esta responsável sublinha que o “Matchmaking Day é um dos pontos altos para as nossas startups”. “Depois de participar de uma trilha de preparação, elas estarão frente a frente com investidores e parceiros locais para expandir os seus negócios para a Europa”, acrescentou Ana Paula Repezza. “Após dois anos e meio de ações contínuas, onde demos início à operação da Funcex Europa, a partir de Portugal, já que temos a sede da Fundação no Brasil, é recompensador vermos os resultados e reconhecimento que conquistamos até aqui. Sermos escolhidos pela APEX, pelo segundo ano consecutivo, para recebemos as startups brasileiras durante o WebSummit é um exemplo concreto desse resultado”, afirmou Higor Ferro Esteves, diretor geral da Funcex Europa. Segundo Cristiano Jardim, diretor da FUNCEX Europa e responsável pelo escritório da entidade em Cascais, esta iniciativa “será uma oportunidade paras as startups brasileiras entenderem um pouco mais sobre o processo de internacionalização, tendo como referência a experiência dos consultores da Funcex Europa e o apoio da Câmara Municipal de Cascais, através da DNA Cascais, que irá trazer, além de todo o seu conhecimento e know-how no apoio às startups, parceiros, empresas e instituições que irão auxiliar e abrir portas para o desenvolvimento de novos negócios na Europa, através de Portugal e com Cascais como porta de entrada”. Ígor Lopes Jornalista, escritor e social media entre Brasil e Portugal. Licenciado em Comunicação Social, na vertente Jornalismo, pela FACHA Brasil; Mestre em Comunicação e Jornalismo pela Universidade de Coimbra; Especialista em Gestão de Redes Sociais e Comunidades para Jornalistas pela Universidade de Guadalajara; Especialista em Comunicação Mediática Contemporânea pela Universidade de Santiago de Compostela e Doutorando em Ciências da Comunicação pela Universidade da Beira Interior. Foi professor convidado de MBA em Hard News nas Faculdades Integradas Hélio Alonso (FACHA Brasil).
- Desenvolvimento da Hotelaria Baiana
A hotelaria em Salvador a partir dos anos 50 teve o Hotel da Bahia como um marco, inaugurado em 1951. O hotel é considerado uma referência da arquitetura modernista brasileira e foi tombado como Bem Cultural do Estado em 2010. O Hotel Tropical da Bahia, também conhecido como Hotel da Bahia, foi o primeiro hotel cinco estrelas de Salvador , no estado da Bahia . Exemplar da arquitetura moderna , foi tombado em 2010 pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC). Foi implementado por Octávio Mangabeira , governador da Bahia entre 1947 e 1951, através de uma parceria público-privada no final de 1951. Foi o passo inicial para transformar a cidade de Salvador em polo turístico, oferecendo um hotel com capacidade para receber políticos, artistas, empresários, entre outros. Tornou-se reuto de encontro da alta sociedade baiana e celebridades. O projeto elaborado por Diógenes Rebouças , engenheiro agrônomo e artista plástico, e Paulo Antunes Ribeiro, arquiteto carioca, teve repercussão internacional, aparecendo na revista "L’Architecture d’Aujourd’hui" e no livro "Modern Architecture in Brazil", de Henrique Mindlin, que foi publicado em diversas línguas (inglês, francês, alemão e português). Passou por intervenções em 1970, reformulando sua decoração e adicionando piscinas, porém mesmo assim foi fechado em 1978. Após novas reformas e ampliações em 1980, foi reaberto no final de 1984. Foi nesta reforma que os painéis de Carybé foram implementados. Em fevereiro de 2010 foi fechado novamente e em abril do mesmo ano, o hotel foi adquirido pelo Grupo GJP Hotels em leilão, que aportou em torno de cem milhões para sua compra. O grupo também investiu na reforma da edificação, que foi supervisionada pela IPAC, e teve um investimento em torno de setenta milhões para a reforma, dos quais boa parte foram destinados à restauração das obras de arte existentes no hotel. Durou três anos a reforma, sendo reaberto em 2013. O hotel além de sua importância histórica também possui grandes obras de arte. O painel de Genaro, o mural "Festas Regionais" foi totalmente restaurado e está localizado na área do restaurante. Na recepção, encontra-se o painel de autoria de Carybé , elaborado com placas de concreto. Além deste, têm mais outros dois do mesmo artista na área de eventos. Já o painel "Vegetação", de Fernando Duarte, encontra-se em torno da piscina. Outro painel, de Júlio Spinosa, está localizado no Café Teatro do hotel. Também possui uma mandada do mesmo artista, que foi adaptada para ser colocada na parede. Além dos painéis, fotografias de Pierre Verger estão distribuídas pelos quartos do hotel além das quarenta gravuras de Calasans Neto . Le Meridien Bahia Construído sobre as rochas, praticamente pendurado no mar do Rio Vermelho, o Hotel Le Meridien nasceu para ser destaque na capital baiana. Primeiro hotel cinco estrelas da Bahia, inaugurado em 1974, viveu momentos de glória que viveu entre os anos 70 e 90, quando recebia artistas, chefes de estado, celebridades, empresários e muita gente que juntava dinheiro só para se hospedar em seus quartos. Quem tem mais de 40 anos se lembra do Bar Canoa e da Boate Regine´s, points da elite que por muito tempo funcionou dentro do hotel. A Regine´s rivalizava com a Hipopótamos, instalada no Othon, em Ondina. Muitos chefes de estado optaram pelo Méridien, como os reis da Suécia, em 1984, o primeiro ministro da Espanha Felipe Gonzalez, em 1987, e os presidentes de diversos países no II Encontro Íbero americano, em 1993. Mas anônimos endinheirados também usufruíam de sua piscina com a Iemanjá desenhada pelos azulejos do fundo ou fizeram compras nas suas lojas do lobby. O Hotel Le Méridien de Salvador foi construído pelo Banco do Brasil, que arrendou o prédio à Sisal Bahia Hotéis Turismo em 1987. O hotel foi inaugurado em 1974 com grande pompa; época áurea na hotelaria brasileira. O hotel fechou em 2000 devido a uma dívida de R$ 1,2 bilhão da Sisal com o Banco do Brasil. O grupo português Pestana Hotéis e Resorts comprou o prédio por R$ 17 milhões e investiu mais R$ 20 milhões em reformas. O hotel foi reinaugurado com o nome de Carlton Bahia e, posteriormente, passou a se chamar Pestana. O Hotel Pestana Salvador teve uma história marcada por mudanças de nome e de proprietário, além de períodos de crise no setor hoteleiro: Em 2001, o grupo Pestana comprou o prédio do Banco do Brasil por R$ 17 milhões e em pouco tempo, o Carlton passou a se chamar Pestana. Em 2015, o hotel demitiu pelo menos 130 funcionários devido à crise no setor hoteleiro. Em junho de 2024, o antigo hotel foi arrematado pela Moura Dubeux e passará por um retrofit. A torre principal receberá um resort de uso misto, com estúdios, apartamentos, salas comerciais, lojas e restaurantes. Na próxima matéria falaremos de outros grandes marcos hoteleiros da capital baiana. Não percam! Fontes: BAHIA – Setur BAHIA TURISMO IPHAN Prodetur Nacional André Conrado Cidadão do mundo, carioca de nascimento e atualmente residindo em Salvador/Bahia; profissional de múltiplas habilidades. Hoteleiro de formação, com pós-graduação em Gestão de Turismo, estudou em Boston/USA. Apaixonado por artes, história e viagens, é apreciador de relíquias mundo afora. Com gosto e senso de humor apurado, busca incessante conhecimento em diversas Áreas e Gestão em Hospitalidade. Em sua coluna “ Relíquias da História “ na Revista do Villa, irá levar ao leitor uma verdadeira viagem pela história e o conhecimento.
- Perfil: Jakson Valverde
Jakson Valverde, amante de esportes radicais e da boa forma, com seus 28 anos de idade e 1.69 altura, sagitariano natural de Quebrangulo, em Alagoas, cidade natal de Graciliano Ramos. É um ator formado desde o ano 2016 (DRT 1592/AL) e foi mister brasil juvenil 2015. Mora em São Paulo há 8 anos, tendo vindo tentar a vida artística na capital paulista com intuito de realizar seus sonhos pessoais em alguma produção artística; já participou de alguns trabalhos com diversos diretores e atualmente trabalha como assistente de produção. Jakson está se reiterando ao áudio visual novamente, depois de um período sabático onde se dedicou a meditação, estudos de textos e projetos, pois sabe que todo crescimento pessoal e profissional é embasado em muito estudo e disciplina. Das passarelas para os palcos, Jakson Valverde é um jovem focado no mundo cultural, nas produções de teledramaturgia e cinematográficas. Com tanto talento, foco e determinação esse belo ator conquista seu espaço como uma das promessas da nova geração de artistas. Sucessos em sua trajetória, Jakson! E que o sudeste abrace mais esse artista nordestino e seu talento plural. João Sousa Psicanalista Clínico especialista em Saúde Mental e Medicina Tradicional Chinesa.
- Anda Pacheco lança “mal-viver”, o segundo single do aguardado álbum de estreia do projecto de Mariana Pacheco
(Clique na imagem para abrir o videoclipe) Descarregar Música e Press Kit A actriz e cantora Mariana Pacheco continua a surpreender com a sua estreia no mundo da música, sob o nome artístico de Anda Pacheco. Após o lançamento de “Barco Vazio”, single de apresentação, Anda Pacheco lança agora o segundo tema do seu primeiro registo de originais. O novo single, “Mal-Viver”, está disponível a partir de hoje em todas as plataformas digitais. “Mal-Viver” é uma reflexão profunda sobre as complexidades do amor. Numa narrativa visceral, Anda Pacheco explora a vulnerabilidade e o poder que se sentem ao entregar-se a alguém, abordando a sabotagem das relações e o medo da exposição. É um retrato da rendição emocional, onde se aceita a fragilidade diante dos sentimentos e se mergulha de cabeça no desconhecido. Com uma sonoridade intensa, marcada por uma tonalidade electrónica, e uma mensagem arrebatadora, este single representa mais um passo em frente na trajectória artística de Anda Pacheco e reforça o seu lugar no panorama musical português. O videoclipe, realizado e idealizado por Carlos Marta, acrescenta uma dimensão visual à profundidade emocional da canção. Filmado num cenário místico e metafórico, o vídeo retrata a personagem principal, que transita do vídeo de Barco Vazio, num espaço de transição entre a vida e a morte, criando uma atmosfera onírica e surreal. A estética do vídeo assenta num equilíbrio entre um ambiente simultaneamente dramático e poético que reflecte as incertezas e os medos explorados na música. O tema chega como mais uma prova da sua versatilidade artística, apresentando um lado ainda mais íntimo e vulnerável, e prometendo ressoar profundamente com o público. Quanto à escolha do nome artístico “Anda Pacheco”, Mariana esclarece: “surge como homenagem ao meu avô, António Luís Pacheco, guitarrista da lendária voz do fado Hermínia Silva. Esta frase foi inventada pela fadista quando cantava acompanhada por ele e acabou por se tornar numa expressão popular que chegou a todo o país. Muitas vezes me chamaram ‘Anda Pacheco’ na brincadeira e no total desconhecimento de que a expressão original era referente ao meu avô. Quando foi altura de determinar com que nome gostaria de arrancar a minha carreira musical, não houve qualquer dúvida de que seria este.” Com o lançamento do seu primeiro álbum marcado para 2025, Anda Pacheco prepara-se para firmar a sua voz única no mundo da música. Além do sucesso de “Barco Vazio”, o single colaborativo com Syro, “Dor de Amar”, lançado em 2023, já conta com mais de 1 milhão de visualizações no YouTube e milhares de streams nas plataformas digitais, consolidando o talento multifacetado de Anda Pacheco. Management e Agenciamento: Força de Produção Teresa Sequeira - Revista do Villa
- Rio Mountain Festival 2024 leva cultura, esporte e cuidado com a natureza ao CCBB RJ
Festival acontece entre os dias 6 e 10/11 e contará com filmes, livros e exposições fotográficas voltadas a esportes na natureza. A 19ª. edição do Rio Mountain Festival exibirá, entre os dias 06 e 10 de novembro, 30 filmes de esportes de aventura, natureza e cultura de montanha, no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB RJ). A programação também inclui exposição fotográfica, literatura e palestras. Entre os 9 filmes nacionais da mostra competitiva, estão “Bonito por Natureza” e “Latitude 70”. O primeiro, do diretor Alan Schvarsberg, mostra a batalha da escaladora Jordana Agapito para se tornar a primeira mulher a conquistar o boulder Bonito Por Natureza , localizado na mítica Cocalzinho de Goiás. No segundo, o casal de aventureiros brasileiros Michelle Francine Weiss e Roy Rudnick percorre, em sua segunda volta ao mundo de carro , pontos de latitude 70°N do planeta: Alasca, Noruega e Sibéria, encarando regiões remotas pouco visitadas. Entre os destaques estrangeiros, está “Resiliente”, do diretor argentino Emiliano Rodriguez, que narra a aventura de Leo ‘Poke’ Martínez, atleta paraplégico pioneiro do esqui adaptado , em direção ao cume do vulcão Lanín, na Argentina, com o apoio de 20 amigos. Já o filme Moyo , de Henry Kamara, narra a trajetória de um projeto social de escalada na Tanzânia que visa apresentar o esporte para crianças do vilarejo Jipe Moyo. Outro filme com cunho social é o brasileiro “Kalungueiro Guerreiro”, dirigido por Lucas Szabo, que conta a trajetória do projeto Vão do Moleque, voltado para o incentivo e a formação de escaladores na comunidade quilombola Kalunga , na Chapada dos Veadeiros, em Goiás. Filmes de superação Filmes que mostram o espírito de superação de pessoas com deficiência também estão na programação, como o “Com duas pernas é fácil”, que mostra as aventuras de Steve Karczewski, um esquiador americano que teve a perna amputada em decorrência de um câncer; o brasileiro “Despertar”, que traz um atleta com Parkinson se superando em altas montanhas como o Aconcágua, e “O Presente” , que retrata um ciclista com uma doença neurodegenerativa que parte de bike da Cidade do México até o Ushuaia. Já em “ Paisagem Sonora” , apresenta os desafios de Erik Weihenmayer, um atleta de aventura e autor mundial com deficiência visual, que escala uma enorme parede de rocha alpina nas profundezas da Serra Nevada. Papo com autores O festival também realizará encontros com autores, como André Fatini, do livro "Transeunte - Do Alasca ao Brasil de Bicicleta" e André Ilha, autor de “Rumo ao Desconhecido – A história da conquista de grandes montanhas brasileiras”, Rafael Duarte, com “Pão de Açúcar: monumento natural” e Vitor Marigo, autor de Parque Nacional da Tijuca. Exposição fotográfica Os visitantes poderão conferir a exposição fotográfica “Matterhorn: a montanha mais bonita do mundo”, de Rafael Duarte, fotógrafo, documentarista e jornalista, que usa a fotografia para provocar reflexões sobre a conexão entre o ser humano e a natureza, além de promover a conservação dos patrimônios naturais, históricos e culturais do planeta. “Todos os anos, o público aguarda para ver as tendências dos esportes de aventura pelo mundo. Nesta edição, acrescentamos 12 filmes, em relação ao ano passado. Nosso objetivo com o Rio Mountain Festival é promover um estilo de vida”, diz Alexandre Diniz, Diretor do festival. Confira a programação completa do Rio Mountain Festival 2024: https://riomountainfestival.com.br/edicao-2024/programacao/ Rio Mountain Festival 2024 Data: 06 a 11 de novembro de 2024 Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) Estudantes, idosos e clientes Ourocard pagam meia-entrada. Adquira seu ingresso em bb.com.br/cultura ou na bilheteria do CCBB, a partir das 9h do dia da exibição do filme Local: Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB RJ) Rua Primeiro de Março, 66 – 2º andar - Centro – Rio de Janeiro / RJ Alex Gonçalves Varela Alex Gonçalves Varela, historiador, professor do Departamento de História da UERJ, e autor de diversos artigos cientificos e livros. Atuou como pesquisador de enredo no universo das Escolas de Samba, sagrando-se campeao nos anos de 2006 e 2013. Amante das artes e da cultura.
- Andréa Teixeira e Marcello Linhos atuaram em concerto solidário em Portugal
O Auditório da Biblioteca Municipal António Salvado, em Castelo Branco, região Centro de Portugal, contou com sala cheia para receber, no último dia 16 de outubro, um “Concerto Solidário”, promovido pela Associação Mais Lusofonia, com a presença do “Dueto Brasil”, dupla brasileira de músicos pesquisadores, formado por Marcello Linhos (viola caipira e voz) e Andréa Teixeira (flauta transversal). O público participante doou alimentos que serão distribuídos durante o projeto “Natal Solidário 2024”. De caráter humanitário, o concerto contou com um repertório com canções e sonoridades tradicionais de países pesquisados pelos instrumentistas, como, por exemplo, Portugal e Brasil. Dedicados à pesquisa de estruturas musicais brasileiras de séculos passados e de povos indígenas, Marcelo Linhos e Andrea Teixeira denominam tais estruturas como “música do Brasil de dentro”. Um trabalho que a dupla tem divulgado em vários países além de Portugal e Brasil, passando por EUA, Holanda, México, França, África do Sul, Moçambique, entre outros. A agenda dos artistas em Portugal contou com passagem por diversas cidades. O programa na região Centro iniciou no dia 15 de outubro com uma apresentação da dupla no Centro Cultural Raiano, no município de Idanha-a-Nova, no âmbito da Semana da Alimentação, iniciativa criada para “comemorar em comunidade o Dia Mundial da Alimentação que se celebra a 16 de outubro”, trazendo “reflexões pertinentes”. No dia seguinte, 16, já em Castelo Branco, a música de raiz brasileira encontrou um público solidário, através da iniciativa promovida pela “Mais Lusofonia”. Sensibilizados, os dois artistas ofereceram o espetáculo como forma de ajudar nas ações dessa entidade luso-brasileira sediada em Castelo Branco. “O Dueto Brasil fez a sua estreia em Lisboa há quase dez anos, sempre em espaços muito especiais, mas essa turnê nos trouxe algo muito especial, que faz parte também de nossa essência enquanto seres humanos e artistas, que é a ajuda ao próximo. Participar nessa turnê com a Associação Mais Lusofonia nos conectou com o que é mais caro para mim, partilhar, ajudar, estar em contato com pessoas que realmente fazem a diferença no mundo”, disse Andréa Teixeira, que destacou que “estar com a Mais Lusofonia nessa experiência foi dos momentos mais lindos e emocionantes que já vivi em todas as turnês que já participei”. “Agradeço imensamente o convite para estar com o grupo e espero estarmos sempre de mãos dadas unindo a arte e a ajuda humanitária nesse mundo que tanto carece de apoio e cultura”, frisou Andréa. Por sua vez, Marcello Linhos recordou que, “na nossa última tour por Portugal, pude me sentir mais conectado e acolhido pelas raízes portuguesas que nos inspiram”. “Após o concerto de Lisboa, no Palácio de Ulrich e em Sintra, no Palácio Monserrate, tivemos a honra, o orgulho e a oportunidade de ir além da música nas cidades de Idanha-a-Nova e Castelo Branco. Uma amizade plantada em Brasília floriu além-mar. Estas duas oportunidades na região Centro de Portugal foram produzidas pela Mais Lusofonia, associação de ajuda ao próximo, e que agora temos a honra de fazer parte”, exaltou este músico. “Este concerto solidário foi um evento mágico que contou com diversos participantes. O objetivo foi a recolha de alimentos para os cabazes de Natal de famílias identificadas”, comentou Sofia Lourenço, presidente da Mais Lusofonia. Presente no evento, o presidente da Junta de Freguesia de Castelo Branco, José Dias dos Santos Pires, mostrou-se sensibilizado com a ação e reconheceu o trabalho prestado pela entidade albicastrense, oferecendo a oportunidade de uma parceria para cooperação e o reforço das ações entre as duas entidades. Sobre os músicos Marcello Linhos, nascido em Brasília, dedicou 30 anos da sua vida a composições da tradição originária na “Companhia de Comédia Os Melhores do Mundo” e como integrante da “CIA Armorial”. O cantor e compositor já lançou vários discos e se apresentou em diversos países. O seu disco “Violinha Caipira” teve reconhecimento educacional por trabalhar o cerrado brasileiro. Por sua vez, a goianiense Andréa Teixeira, que também é pianista, já tocou, entre outros afamados espaços de shows, no Carnegie Hall, em Nova Iorque, no Venetian Theater, em Macau, na China e no Teatro de São Carlos, Lisboa, tendo conquistado 18 prémios nacionais e internacionais. Como idealizadora do projeto “Sons do Cerrado”, lançou, pela série, 13 CDs. Assim como Linhos, a artista mantém-se ativa na divulgação da música brasileira como pianista, com apresentações em cidades da Europa, das Américas e da Ásia. Em virtude da sua pesquisa e divulgação da cultura brasileira, foi eleita, em 2021, personalidade da Música, quando recebeu o Prémio Internacional “Gala da Lusofonia”, em Lisboa, Portugal. Ígor Lopes Jornalista, escritor e social media entre Brasil e Portugal. Licenciado em Comunicação Social, na vertente Jornalismo, pela FACHA Brasil; Mestre em Comunicação e Jornalismo pela Universidade de Coimbra; Especialista em Gestão de Redes Sociais e Comunidades para Jornalistas pela Universidade de Guadalajara; Especialista em Comunicação Mediática Contemporânea pela Universidade de Santiago de Compostela e Doutorando em Ciências da Comunicação pela Universidade da Beira Interior. Foi professor convidado de MBA em Hard News nas Faculdades Integradas Hélio Alonso (FACHA Brasil).
- As videiras
As videiras são plantas cultivadas há milênios para a produção de uvas, principalmente para a vinificação, mas também para consumo fresco, sucos e passas. Elas se dividem em diferentes categorias, com base em sua origem, características genéticas e finalidades de cultivo. Aqui estão as principais distinções entre Videiras Americanas, Vitis Viníferas, Clones e Híbridas: Videiras Americanas (Vitis labrusca e outras espécies) As Videiras Americanas referem-se a espécies nativas das Américas, principalmente Vitis labrusca , Vitis riparia , Vitis aestivalis e Vitis rotundifolia . Essas videiras são mais resistentes às pragas e doenças, como a filoxera , um inseto que destrói as raízes das vinhas, e são tolerantes a condições climáticas mais extremas, como geadas e solos pobres. Embora as Videiras Americanas sejam menos utilizadas na produção de vinhos de alta qualidade devido às suas características organolépticas (sabores mais intensos de frutas silvestres e aromas considerados "foxados"), elas são amplamente empregadas como porta-enxertos de Vitis vinifera devido à sua resistência às doenças. Uvas americanas também são usadas para a produção de sucos e vinhos doces em regiões onde as vinhas tradicionais não prosperam. Vitis Viníferas A Vitis vinifera é a espécie de videira mais amplamente cultivada e utilizada para a produção de vinhos finos. Originária da região do Mediterrâneo e do sudoeste da Ásia, essa espécie é responsável pela maior parte das uvas de vinho de alta qualidade no mundo, incluindo variedades icônicas como Chardonnay , Cabernet Sauvignon , Pinot Noir e Merlot . As vinhas de Vitis vinifera são mais suscetíveis a doenças e pragas, especialmente à filoxera, por isso, muitas vezes são enxertadas em porta-enxertos de Videiras Americanas para garantir sua sobrevivência. Elas prosperam em climas temperados e secos, onde as condições favorecem a produção de uvas de alta qualidade com grande diversidade de sabores e aromas. Clones Dentro da Vitis vinifera , existem numerosas variações genéticas conhecidas como clones . Um clone é uma seleção de uma variedade específica de videira que possui características desejáveis e que é propagada vegetativamente (através de enxertos ou estacas) para preservar essas características. Essas variações ocorrem de forma natural por mutação, e são selecionadas pelos produtores de vinho com base em atributos como resistência a doenças, rendimento, ou características sensoriais como concentração de açúcar, taninos e compostos aromáticos. Por exemplo, a Pinot Noir tem centenas de clones diferentes, cada um com sutis diferenças que podem influenciar o estilo e a qualidade do vinho. Clones permitem que viticultores adaptem suas vinhas a diferentes condições de cultivo, como clima, solo e estilo de vinho desejado. Videiras Híbridas As Videiras Híbridas são o resultado do cruzamento de duas ou mais espécies de videiras, normalmente entre Vitis vinifera e espécies americanas, como Vitis labrusca . O objetivo desses cruzamentos é combinar as qualidades de resistência das videiras americanas com a qualidade enológica da Vitis vinifera. Os híbridos são particularmente importantes em regiões de climas mais frios ou com alta umidade, onde a Vitis vinifera pode não prosperar sem grandes intervenções químicas. Esses híbridos são resistentes a doenças como o oídio e a filoxera, além de suportarem melhor condições adversas. Variedades híbridas incluem Baco Noir , Seyval Blanc e Chambourcin , que são cultivadas em regiões como o leste dos Estados Unidos, o Canadá e partes da Europa, onde as condições climáticas dificultam o cultivo das vinhas tradicionais. Resumo ● Videiras Americanas : Espécies nativas das Américas, resistentes a pragas e usadas principalmente como porta-enxertos ou para produção de uvas de mesa e suco. ● Vitis Viníferas : Espécie europeia utilizada para produção de vinhos de alta qualidade, mais sensível a doenças, mas amplamente cultivada em regiões vinícolas. ● Clones : Variações genéticas selecionadas de uma mesma variedade de Vitis vinifera, usadas para adaptar a videira a condições específicas de cultivo e produzir vinhos com características particulares. ● Híbridas : Resultantes do cruzamento de Vitis vinifera com outras espécies, combinam resistência a pragas e doenças com características vinícolas aceitáveis, sendo importantes em climas desafiadores. Cada um desses tipos de videiras desempenha um papel vital na viticultura global, permitindo a produção de uvas em uma ampla gama de condições climáticas e geográficas. Josão Souza Sommelier com uma carreira distinta e apaixonada no mundo do vinho e da gastronomia. Com uma base sólida em Caxias do Sul, Brasil, ele começou sua jornada nas atividades enológicas desde pouca idade, trabalhando nas vindimas locais. A partir daí, ele dedicou-se incansavelmente a aprimorar seu conhecimento e habilidades. Sua jornada e experiência no mundo do vinho o tornam um profissional respeitado e influente na indústria, sempre comprometido em compartilhar sua paixão e conhecimento com entusiasmo e dedicação. Brasília/DF - Telefone:(21)96581-9864 Email: sommeliersouza@gmail.com
- Minas Gerais recebe segundo congresso de “Internacionalização de Negócios” em novembro
Por iniciativa do Instituto Nacional de Engenharia Civil (INEC) e com apoio do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA) e do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA), será realizado, entre os dias 5 e 7 de novembro, em Belo Horizonte, no estado brasileiro de Minas Gerais, o segundo Congresso de Internacionalização de Negócios. Um evento que integra o programa “Engenharia Sem Fronteiras”. Neste ano, em parceria com a Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil – Minas Gerais, o Congresso abordará o tema da “Sustentabilidade Brasil-Portugal” no sentido de “estimular o intercâmbio de relacionamentos, experiências e tecnologias entre os países”. Elaborado sob a ótica Environmental, Social and Governance: governança ambiental, social e corporativa ( ESG), este congresso tem como finalidade “promover o debate e a troca de conhecimentos, fortalecendo e ampliando a conscientização dos indivíduos quanto à sustentabilidade em seus vários aspectos”. Além disso, o evento tem como meta “promover a integração das comunidades empresarial, acadêmica e política do Brasil e de Portugal”. “O objetivo do ESG é definir indicadores para que possamos medir os impactos causados pelo sistema produtivo das organizações; para na sequência, identificarmos as ações necessárias para a mitigação desses efeitos colaterais da produção e disseminar o conceito de uma empresa verdadeiramente sustentável em todos os setores,” disse Miguel Jerónimo, presidente da Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil-Minas Gerais, que afirmou que o evento visa “desenvolver uma mentalidade de perenidade nas empresas, isto é, de uma gestão consciente e responsável, tanto com o desenvolvimento dos seus colaboradores e comunidades quanto do meio ambiente e do seu produto, tornando-se, portanto, sustentável também do ponto de vista das futuras gerações”. Temas diversos O Congresso contará com vários painéis liderados por especialistas que vão abordar temáticas como “A Reputação do Brasil no Exterior,” “Preservação do Capital Natural,” “A Descarbonização e Seus Desafios,” Crescimento Econômico Inclusivo e Sustentável,” “Compliance nas Organizações Empresariais,” “Finanças Sustentáveis,” entre outras. “Sabemos que nos dias de hoje as práticas ESG nas empresas transformam-se em diferenciais relevantes e competitivos para o mercado financeiro. Isso é importante em nível global e esse Congresso abordará várias áreas do ESG que são cruciais tanto para o Brasil quanto para Portugal”, afirmou Ricardo Caldeira, CEO da ISQ Brasil e diretor do comitê de sustentabilidade da Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil-Minas Gerais, que revelou que, durante os dias do evento, ocorrerá o lançamento do primeiro Prêmio de Sustentabilidade Brasil-Portugal. Segundo apurámos, o congresso ocorrerá no Centro Cultural UNIMED-BH Minas, no Minas Tennis Clube I – Salão Evandro Negrão de Lima; na Rua da Bahia nº 2244 – Lourdes, BH/MG. Terá início às 16h30 para credenciamentos e visitação aos estandes dos patrocinadores. As palestras iniciarão a partir das 18h. A expetativa, segundo os organizadores, é receber cerca de 400 pessoas no evento, tendo como público-alvo executivos, professores, estudantes, profissionais liberais e formadores de opinião envolvidos com a temática da sustentabilidade. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas em: https://www.inecbr.org.br /.evento/ Ígor Lopes Jornalista, escritor e social media entre Brasil e Portugal. Licenciado em Comunicação Social, na vertente Jornalismo, pela FACHA Brasil; Mestre em Comunicação e Jornalismo pela Universidade de Coimbra; Especialista em Gestão de Redes Sociais e Comunidades para Jornalistas pela Universidade de Guadalajara; Especialista em Comunicação Mediática Contemporânea pela Universidade de Santiago de Compostela e Doutorando em Ciências da Comunicação pela Universidade da Beira Interior. Foi professor convidado de MBA em Hard News nas Faculdades Integradas Hélio Alonso (FACHA Brasil).
- Personalidade: Sonia Coutinho
O meu conceito de Personalidade e bem abrangente, como por exemplo, não é necessário uma Personalidade estar na Midia para ser … ela pode ter sido. Por isso hoje, acordei um pouco nostálgico e me lembrei de uma pessoa que fez acontecer nos anos 80 com muita audácia e irreverência, até hoje somos amigos e tenho muito orgulho da Sonia Coutinho. Acho muito interessante mostrar um pouco desta mulher, que foi casada com um Comandante da Marinha, tem dois filhos e alguns netinhos. Sonia Coutinho cansou de ser simplesmente uma dondoca e resolveu por em prática todos os seus talentos como empresaria e estilista. Sempre moradora do Leblon, frequentava quase que diariamente o salão do famosíssimo Jambert, fiel ao Alvaros Restaurante, ela teve a grandiosa ideia de convidar o Luis Romero (Elle et Lui), para uma parceria, onde nasceu a mais linda loja do Rio de Janeiro, a Sonia & Romero Modas Exportação e Importação Ltda. Quando falo de grandiosa ideia, porque primeiramente, em plena Avenida Ataulfo de Paiva e em segundo, para quem não se lembra, a loja funcionava onde hoje e a Farmacia Pacheco, ao lado do Alvaros, com dois andares de puro luxo e ao mesmo tempo aconchegante. A Loja Sonia & Romero decolou com muito sucesso um desfile no Rio Palace, confecção própria com modelos exclusivos vestindo grande parte do High Society. Atendimentos agendados com os horários de happy hour sempre os mais concorridos e mais alegres. Como se não bastasse duas vitrines em baixo e uma enorme no segundo andar, em tempos de lançamentos, um carro, mas precisamente, um Camaro branco, que a própria Sonia trouxe dos Estados Unidos, era colocado na calcada em frente a loja com uma modelo dentro. Imaginem o trânsito na Ataulfo de Paiva? Foram alguns anos de pura beleza e sofisticação desde 1986 e início dos anos noventa. A própria Sonia Coutinho fazia as compras e negociava com seus fornecedores. Assinou vários modelos teatrais para a atriz Nathalia Timberg, aliás, são amigas até hoje. Vestiu com muita elegância, as Tamborindeguys, começando pela mãe, Alice. Isadora Ribeiro também era uma cliente bem assídua na Sonia & Romero. O empreendimento saia porta a fora com vários desfiles para clientes e amigos. Participou por alguns anos no desfile beneficente Chá da Acácia Dourada, no Hotel Nacional e anualmente por ocasião do aniversário da loja, um belíssimo desfile acontecia no Rio Palace com manequins de altíssimo nível, como Carla Souza Lima, Marlene Silva, Maria Rosa, Philipa, Orlando Nascimento, Vinicius Mane, entre outros. Hoje, Sonia Coutinho vive em seu apartamento em Ipanema, fazendo parte da decoração, o seu quadro feito pelo amigo Albery, voltada para a família, academia também sempre fez parte de sua rotina. Não curte muito noitadas, mas se for para dançar, o corpo está em dia em festas ¨Flash Back¨. Nilson Netto Formado em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda pela Faculdade de Comunicação Hélio Alonso, Teatro, Televisão e Moda nos Anos 80. Com cidadania americana, tendo vivido mais de 16 anos nos Estados Unidos. Gerente de bar, eventos. Empresa de Mudanças para o Brasil. Colunista do Jornal Brazilian Press Social Press Connecticut. Caravanista do Brazilian Day em New York por 16 anos.










