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Revista do Villa

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Revista luso-brasileira de conteúdo sobre cultura, gastronomia, moda, turismo,

entretenimento, eventos sociais, bem-estar, life style e muito mais...

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  • Encontro Luso-Brasileiro debaterá o associativismo

    Evento terá vários temas com assuntos que focam nas ações, cooperação, apoios e as experiências do associativismo português no Brasil. Foto: arquivo da entidade A Comunidade Portuguesa de Fortaleza, no Nordeste do Brasil, vai realizar entre os dias 19 a 20 de março, na Sociedade Beneficente Portuguesa “dous” de fevereiro, existente desde 1872, o “Encontro Luso-Brasileiro do Associativismo”. Dirigentes associativos do Brasil e de Portugal, bem como autoridades convidadas de ambos os países, estarão presentes para acompanhar o tema “Reinventar o Associativismo”.   Os debates foram divididos por assuntos pertinentes a alguns aspetos do associativismo, que englobarão as “Práticas de Governança e Estatutos Jurídicos”, a “Cooperação e consórcio entre associações”, os “Apoios da Secretaria de Estado das Comunidades”, “Apoio institucional e cooperação com o Corpo Diplomático e Consular, Deputados da Jurisdição e dos Conselheiros das Comunidades” e as “Experiências de Encontros Regionais”.   Durante os dois dias do evento, além da programação cultural com os debates em busca de novos rumos para o associativismo, a organização incluiu as refeições e o transporte entre os hotéis e o espaço do evento, sendo que as viagens e alojamento são por conta dos participantes.   O encontro terá a participação do secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário, e do embaixador de Portugal no Brasil, Luiz Faro Ramos. A iniciativa é um trabalho conjunto entre o Consulado de Portugal em Fortaleza, da Sociedade Beneficente Portuguesa, da Câmara Brasil Portugal de Comércio e o Conselho das Comunidades Portuguesas. Aos interessados em obter informações, podem comparecer no local do evento, Avenida Dioguinho, 2493, Praia do Futuro, ou enviar mensagens para os e-mails: beneficenteportugalfortaleza@gmail.com e secretariace@cbpce.org.br     Ígor Lopes

  • 2ª Edição do “Encontro de Povos de Terreiro” Oferece ao Público Palestras, Shows, Oficinas e Culinária na Pequena África, na Gamboa (Entrada Gratuita)

    Tendo como tema “A Força da Mulher Ancestral”, evento prioriza as abordagens femininas nos cinco dias de programação, que se encerra no dia 02 de fevereiro com um grande cortejo em homenagem a Iemanjá. Após levar mais de 5 mil pessoas à sua primeira edição, que evocava a força do tambor ancestral, a 2ª edição do evento “Encontro de Povos de Terreiro” acontece de 29 de janeiro a 02 de fevereiro na Gamboa, espaço sagrado para as religiões de matriz africana, com uma programação totalmente gratuita. Celebrando a cultura afro-pindorâmica e tendo como norte desta edição o tema “A Força da Mulher Ancestral”, o evento acontece com um enfoque majoritariamente feminino, trazendo às palestras nomes como Mãe Flávia Pinto, Elaine Marcelina, Sol Shakur, Iyá Luciana Carneiro, Janamô e Mãe Sara Pinheiro – também dirigente da ÚNICA (União Umbandista, Luz, Caridade e Amor) e organizadora do evento ao lado de Leandro Bacellar e Ramon Alcântara, produtores do Encontro. Reconhecido como um dos grandes estudiosos das religiões de matriz africana, o escritor e professor Luiz Antônio Simas entra como único representante masculino da programação.  A 2ª edição do Encontro conta ainda com rodas de conversa, apresentações de dança, música e teatro, oficinas, culinária, feira de artesanato e um espaço de recreação para crianças, possibilitando a ida das mães com seus filhos.   O projeto é contemplado pelo edital PRÓ-CARIOCA (LINGUAGENS) - PROGRAMA DE FOMENTO À CULTURA CARIOCA - EDIÇÃO PNAB – POLÍTICA NACIONAL ALDIR BLANC, categoria “MOSTRAS, FESTIVAIS E MULTILINGUAGENS”, da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, através da Secretaria Municipal de Cultura e contemplado no Zonas de Cultura com cogestão da Fetaerj. Com a programação dividida entre o CCU - Centro Cultural da UNICA e o espaço Sacadura 154, no dia 02 de fevereiro acontece a participação do evento no circuito Praça da Harmonia - Praça Mauá - Sacadura 154 o Cortejo e Presente de Iemanjá com os Filhos de Gandhi.   “O objetivo do Encontro de Povos de Terreiro é mostrar para a sociedade a importância da cultura negra e originária, a cultura dos povos de terreiro. Nossa cultura e identidade preta e indígena sofreram muito apagamento com as imposições do colonizador. É de primeira ordem mostrar que Exu não é diabo, que banho de erva não é bruxaria. É necessário reverenciar e celebrar a beleza da nossa ancestralidade e suas tradições, perpetuando o que os negros e os povos originários deixaram marcados na nossa sociedade”, sintetiza Mãe Sara, cuja inspiração deu corpo ao projeto.  Combater o preconceito, a intolerância e o racismo religioso é um dos propósitos do evento, mas ele não se limita a isso. Ao longo do Encontro serão apresentadas diversas palestras e rodas de conversa com temáticas relevantes sobre a Umbanda e a Africanidade. Dentre os recortes da programação deste ano estão reflexões sobre o matriacardo, sustentabilidade, relações entre diversidade de gênero, travestilidade e ancestralidade e a “nagotização da Umbanda”.  “A Umbanda começa na colonização, nasce da união do povo Banto com os povos originários. Existe muita referência da religião a partir de 1908, através do médium Zélio Fernandino de Moraes, contudo, não se encontram escritos sobre a Umbanda antes do Zélio. Nessa deficiência, muitos terreiros começaram a misturar seus fundamentos e migrar para o Candomblé, unindo duas religiões diferentes. O problema não é migrar ou reunir os fundamentos, nosso alerta é que existe raiz na Umbanda e em sua respectiva formação ancestral. Portanto, prezamos por um resgate de nossa ancestralidade, dos verdadeiros fundadores da Umbanda, ao invés de fundamenta-la, sem pesquisa e entendimento, somente no Nagô”, pondera Leandro Bacellar.  A pesquisa cuidadosa e o olhar interessado nas raízes da Umbanda têm dado o tom do Encontro, inclusive na escolha do tema deste ano, “A força da mulher ancestral”. O produtor Ramon Alcântara reconhece a responsabilidade e honra em poder projetar e investigar a mulher ancestral, e reitera que a proposta do evento não é apenas fortalecer a religião, mas também discutir e celebrar a mulher, consolidando na região a cultura da entrega do Presente de Iemanjá, a grande mãe de todas as cabeças, prática realizada há muitos anos pelos Filhos de Gandhi, ambicionando um avanço rumo à projeção nacional.  “A temática será abordada com diversas frentes e num prisma diverso. As rodas de bate papo e palestras compactuam com a missão desta edição, exaltando essa mulher preta e a mulher originária, mas também a mulher contemporânea, artista, artesã, trabalhadora, mãe, avó, filha. Vamos debater a trajetória que trouxe as mulheres brasileiras até aqui, refletindo sobre os nossos sagrados e nossa cultura. É um evento multi-linguagem, onde fizemos de tudo para levar para o foco da celebração as Yabás, a mulher preta e indígena e a mulher entidade”, ressalta Ramon.  Mãe Sara reconhece que o debate sobre africanidades e povos originários já está no nosso dia a dia, mas acredita que é preciso amplificar essa comunicação e potencializar a resistência, aprofundando o tema para todos, negros e brancos. “Para que os negros não percam suas identidades e para que os brancos aprendam ou mantenham o respeito. Temos muita coisa pra debater e informar. Buscamos propagar que a Umbanda é muito mais que uma religião, é uma filosofia de vida. É a nossa história, nossa cultura e identidade. Queremos mostrar que os povos de terreiro têm em sua cultura a verdadeira força, e que o respeito, a tolerância e a consciência do espaço do outro são imperativos. E deixando evidente que estaremos sempre aqui, em todos os espaços. Isso é o óbvio, não nos apagarão”, conclui Mãe Sara.    SERVIÇO: “ENCONTRO DE POVOS DE TERREIRO – A FORÇA DA MULHER ANCESTRAL” QUANDO: 29 de janeiro a 02 de fevereiro  ENDEREÇOS DOS ESPAÇOS:  CCU - Centro Cultura Única: Rua Sacadura Cabral, 109 - Saúde Sacadura 154: Rua Sacadura Cabral, 154 -  Saúde ENTRADA GRATUITA   PROGRAMAÇÃO                                                               QUARTA-FEIRA – 29 DE JANEIRO  CCU: 15h - PALESTRA “Salve o Matriacardo - O Manual da Mulher Búfala” Com Mãe Flávia Pinto (Tradução em LIBRAS) + Lançamento de Livro   17h - RODA DE CONVERSA “A Força da Mulher Ancestral” (Tradução em LIBRAS) Com Mãe Flávia Pinto, Elaine Marcelina e Mãe Sara Pinheiro  Mediação: Gisele Machado   20h - ABERTURA OFICIAL DO FESTIVAL  Batucada de Macumba com Curimba UNICA    QUINTA-FEIRA – 30 DE JANEIRO CCU: 13h - VIVÊNCIA/OFICINA  Capoeira com Anderson Dyno   16h - PALESTRA  “Xica Manicongo - A Pequena África em Transição” (Tradução em LIBRAS) Com Sol Shakur   17h - RODA DE CONVERSA “Diversidade de Gênero, Travestilidade e Ancestralidade”  (Tradução em LIBRAS) Com Sol Shakur, Kaye A’nu e Mãe Sara Pinheiro  Mediação: Gisele Machado   19h - VIVÊNCIA/OFICINA Samba de Roda com ReconcaRio   20h - APRESENTAÇÃO MUSICAL RECONCARIO   SEXTA-FEIRA - 31 DE JANEIRO CCU: 14h - VISITA GUIADA EDUCATIVA - Cais Do Valongo x Pequena África Com Rafael Moraes    15h - VIVÊNCIA / OFICINA  Artesanato de Axé - Caçando Sonhos Com Mariana Pinheiro   17h - RODA DE CONVERSA “Axé é Sustentabilidade” (Tradução em LIBRAS) Com Marcelle Oliveira, Mãe Sara Pinheiro (Única) e Iyá Luciana Carneiro (Terreiro Sustentável) Mediação: Gisele Machado   19h - PALESTRA “Mulher Ancestral: Feminismos, Territórios e Resistências Decoloniais” (Tradução em LIBRAS) Com Janamô   21h - APRESENTAÇÃO MUSICAL Janamô   SÁBADO – 1º DE FEVEREIRO   SACADURA 154: 12h - APRESENTAÇÃO MUSICAL CURIMBA UNICA    12h às 20h: ESPAÇO DE RECREAÇÃO INFANTIL 12h às 21h: FEIRA DE ARTESANATO  12h às 21h: MOSTRA DE CULINÁRIA – CASA OMOLOKUM   12H30 – RODA DE CONVERSA “A mãe de santo, a dirigente de terreiro, a zeladora. A matriz é mulher” (Tradução em LIBRAS) Com Mãe Márcia Marçal e Mãe Sara Pinheiro.  Mediação: Gisele Machado   Lançamento do Livro: “Faria Tudo Outra Vez - Mãe Márcia Marçal”    14h - VIVÊNCIA/OFICINA  “Nas Águas de Iemanjá” Com Armazém Cultural das Artes   14h - PALESTRA Com Luiz Antônio Simas   16h - APRESENTAÇÃO DE DANÇA Cia de Dança Afro Bamboyá    17h - APRESENTAÇÃO DE TEATRO DANÇA Awure Mirim - Ilê Asé D'Oluaiyè Ni Oyá   18h30 - APRESENTAÇÃO MUSICAL Mulheres da Pequena África   21h - SHOW MUSICAL Tambores de Olokum convida Glória Bonfim                                                                                                                                                                                                                                            DOMINGO – 02 DE FEVEREIRO  SACADURA 154: 09h – (Praça da Harmonia x Praça Mauá x Sacadura 154) CORTEJO, LAVAGEM E ENTREGA DO BALAIO DE YEMANJÁ COM PARTICIPAÇÃO DO CORTEJO E PRESENTE DE YEMANJÁ dos FILHOS DE GANDHI   12h às 20h: ESPAÇO DE RECREAÇÃO INFANTIL 12h às 21h: FEIRA DE ARTESANATO  12h às 21h: MOSTRA DE CULINÁRIA – CASA OMOLOKUM   12h às 13h45 1º BLOCO FESTIVAL DE CURIMBA ENCONTRO DE POVOS DE TERREIRO / 2ª EDIÇÃO   14h - APRESENTAÇÃO MUSICAL FILHOS DE GANDHI    15h30 às 17h 2º BLOCO FESTIVAL DE CURIMBA ENCONTRO DE POVOS DE TERREIRO / 2ª EDIÇÃO   17h30 - APRESENTAÇÃO MUSICAL LETÍCIA VENTANIA    18h30 – APRESENTAÇÃO MUSICAL CARTA NA MANGA   21h - SHOW MUSICAL FINA BATUCADA convida CURIMBA ÚNICA Alex Varela

  • Missão empresarial vai estreitar laços comerciais entre Maricá, Brasil, e a região das Beiras, em Portugal

    Brasileiros e portugueses unidos em mais um encontro para o desenvolvimento comercial entre duas regiões com potenciais turísticos e empresariais A Câmara de Comércio da Região das Beiras (CCRB), com sede no Fundão, região Centro de Portugal, está a organizar uma missão empresarial da prefeitura de Maricá, município brasileiro, localizado no Estado do Rio de Janeiro, comandada pelo prefeito Washington Quaquá, à região da Beira, em solo luso, entre os dias 26 e 29 deste mês. Estão previstas visitas institucionais e culturais, em horários e locais pré-determinados. A “Missão Maricá” pretende “conectar ecossistemas entre a região de Maricá, Brasil, e a região das Beiras, em Portugal”.   Os organizadores ressaltaram que a missão é “uma excelente oportunidade para promover o ‘networking’ e oportunidades de negócios unindo e criando pontes entre as Beiras”, pois “representa um passo significativo para a criação de laços comerciais que beneficiarão não apenas as regiões envolvidas, mas também as suas comunidades e economias”.   Segundo a presidente da CCRB, Ana Correia, a missão à Cova da Beira, “com foco na cidade do Fundão”, pretende ainda “explorar parcerias com Maricá, uma cidade costeira do Brasil”. O objetivo é “atrair empresas e startups brasileiras para o Interior de Portugal, ao mesmo tempo que procura abrir portas para os empresários portugueses no Brasil”.   Ana Correia, ao considerar a região Centro como o “coração e o pulmão de Portugal”, destacou “a importância de dar protagonismo à região”, porque “enquanto grandes cidades como Lisboa e Porto enfrentam uma saturação crescente, o Interior do país oferece oportunidades únicas para a expansão de negócios e inovação”.   Esta responsável sublinha o potencial natural e turístico de Maricá, considerado “ideal para estabelecer um diálogo frutífero”, além de pontuar que do “mar à serra, há regiões de oportunidades” sem falar no turismo, e citou áreas como o “agrotech, tecnologias inovadoras e a cultura”, ambas sendo de “interesse mútuo”.   “A região beirã, além dos seus atrativos naturais únicos, pode tornar-se um destino de intercâmbio que beneficie ambas as regiões, fortalecendo tanto o turismo quanto o desenvolvimento económico”, acrescentou a presidente do CCRB.   Dada a importância marítima de Maricá e a relevância e oportunidades existentes nas Beiras, Ana Correia frisou o “potencial de cooperação em setores como o turismo costeiro e a economia azul.   “Unir Maricá às Beiras representa uma oportunidade colossal de inovar no uso sustentável dos nossos recursos marinhos, contribuindo para o crescimento económico e a preservação ambiental”, finalizou a presidente da CCRB.     Destino brasileiro marcado pela natureza A comitiva comandada pelo prefeito de Maricá, Washington Quaquá, tem mais de 30 integrantes, entre eles o secretário de Turismo, José Alexandre Silva. Antes de chegarem a Portugal, as autoridades de Maricá marcaram presença na Feira Internacional de Turismo – FITUR, uma iniciativa promovida pelo IFEMA e pela Organização Mundial do Turismo (OMT), entre 24 e 26 de janeiro, em Madrid, Espanha.   Em Madrid, Washington Quaquá apresentou ao público e a investidores internacionais os projetos estratégicos do município, entre eles a implementação do parque histórico Puy du Fou, com sede em França e na Espanha. O empreendimento, que já atrai milhões de visitantes anualmente em outros países, estima levar três milhões de turistas para Maricá, consolidando a cidade como um polo turístico no Brasil.   “Estamos transformando a economia de Maricá para uma economia do turismo, da cultura, da ciência e tecnologia, da agricultura orgânica e da agroindústria. O turismo será uma alavanca fundamental, criando milhares de empregos e beneficiando diretamente as famílias e os moradores”, afirmou Quaquá, durante a sua participação no evento.   Outro destaque apresentado na FITUR foi o projeto para a construção de um conjunto de hotéis na orla de Itaipuaçu, de três e quatro estrelas. O complexo, projetado para atender a diferentes públicos, combina sofisticação e acessibilidade, ampliando as opções de hospedagem no município.   Note-se que Maricá é rodeada por maciços costeiros. As serras principais são Calaboca, Mato Grosso (onde fica o ponto mais alto do município, o Pico da Lagoinha, com 890 metros), Lagarto, Silvado, Espraiado e Tiririca. No município está localizado um grande complexo lagunar, que contempla as lagoas de Maricá, Barra de Maricá, do Padre, Guarapina, Jacaroá, Araçatiba, Boqueirão e Jaconé. Elas são ligadas ao mar por meio dos canais de Ponta Negra e Itaipuaçu.   Maricá também é conhecida pelas suas praias oceânicas, entre as quais se destacam as de Jaconé, Ponta Negra, Barra de Maricá, do Francês e Itaipuaçu. A topografia peculiar cria um ambiente propício à prática de esportes radicais como voo livre, trekking e mountain bike, entre outros.   A Serra da Tiririca, entre Maricá e Niterói, é um parque estadual com valioso trecho de Mata Atlântica.   A Área de Proteção Ambiental Estadual de Maricá, tipicamente de restinga, localizada na costa do município, é formada pela antiga fazenda São Bento da Lagoa, a Ponta do Fundão e a Ilha Cardosa. Abriga ainda a comunidade pesqueira tradicional de Zacarias, presente desde o século XVIII, os sítios arqueológicos e o complexo ecossistema de restinga.   Atualmente, o território municipal estende-se por 362.480 km², dividido entre os distritos Maricá (sede), Ponta Negra, Inoã e Itaipuaçu. A população é estimada em 167.668 pessoas, segundo dados de 2021.   Estudiosos explicam que a colónia Maricá começou a ser povoada no início do século XVI, devido à necessidade da Coroa Portuguesa de defender o litoral de ataques dos corsários franceses. A partir de 1574, as terras foram doadas aos colonizadores portugueses, divididas em sesmarias (lotes de terras distribuídos em nome do rei de Portugal, com intenção de incentivar o cultivo em terras virgens).   Em 1814 (considerado o ano da fundação da cidade de Maricá), o local passou a se chamar Vila de Santa Maria de Maricá, em homenagem à rainha D. Maria I de Portugal. Em 1889, o recém-criado governo republicano elevou a vila à categoria de cidade. O nome Maricá vem de uma árvore denominada Mimosa sepiaria Benth, popularmente conhecida como espinheiro-maricá, muito comum e abundante na região.   A equipa da CCRB irá acompanhar toda a missão nos próximos dias.   Ígor Lopes

  • Abertura da Exposição Horizonte Cerrado: Viver no centro do Mapa, no Centro Cultural Justiça Federal

    Centro Cultural Justiça Federal inaugura exposição Horizonte Cerrado: Viver no centro do Mapa, um recorte da coleção Sérgio Carvalho Com 140 obras de mais de 40 artistas,  HORIZONTE CERRADO: VIVER NO CENTRO DO MAPA   reflete a potência artística de uma região que, embora geograficamente central, é culturalmente excêntrica.  Os trabalhos, que pertencem à Coleção Sérgio Carvalho, abrangem as últimas décadas do século XX e as duas primeiras deste século – revelam narrativas que resistem ao apagamento e celebram a ancestralidade.    Com curadoria de Marília Panitz, a exposição mostra que o segundo maior bioma da América do Sul –, situado no coração do Brasil, é mais do que uma paisagem de árvores retorcidas, cupinzeiros avermelhados e céus azulados: é um espaço de memória, resistência e transformação.  E reúne produções dos estados do Centro-Oeste (Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal) e regiões limítrofes de Minas Gerais e Bahia.    "O Cerrado, enquanto espaço físico e simbólico, influencia não apenas os que nasceram ali, mas também aqueles que, por escolha ou destino, passaram a habitá-lo, reinterpretando sua força e beleza em diversas linguagens artísticas",  salienta a curadora. RELEASE Horizonte Cerrado  Viver no Centro do Mapa   Exposição no Centro Cultural Justiça Federal apresenta um panorama da poética do Cerrado, a partir da coleção de Sergio Carvalho, ao mesmo tempo em que estabelece conversas-embates entre obras que configurem este universo que o centro excêntrico (em relação ao mapa cultural brasileiro) produz como discurso visual e estético. Com curadoria de Marília Panitz, a mostra que reúne cerca de 140 obras de mais de 40 artistas, será inaugurada no dia 25 de janeiro GALERIA DE IMAGENS O Bioma Cerrado é o segundo maior da América do Sul. As modernas capitais dos estados abarcados pelo bioma vão tendo que se haver com a potência da ancestralidade em seus entornos. Cada vez mais, os habitantes desses centros, e em especial aqueles cujo matéria prima do trabalho é a poética, lançam mão da natureza e da cultura ao redor, um redescobrimento que deixa sua marca na produção artística e na ação política de declarar suas especificidades em relação a outras regiões. E suas semelhanças.   A proposta desta mostra é estudar, dentro da Coleção Sérgio Carvalho, os indícios de tal hipótese. Sérgio é um colecionador de arte contemporânea brasileira, com um acervo que contempla todas as regiões do Brasil. Mas, talvez por viver em Brasília, tenha um documento dos mais interessantes da produção artística – do final do século passado e das duas primeiras décadas deste em que vivemos –, no centro do país.   Com obras que abrangem as últimas décadas do século XX e as duas primeiras deste século, Horizonte Cerrado reflete a potência artística de uma região que, embora geograficamente central, é culturalmente excêntrica. Ao reunir produções dos estados do Centro-Oeste (Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal) e regiões limítrofes de Minas Gerais e Bahia, é possível traçar um mapeamento cultural que transcende fronteiras geopolíticas. O Cerrado, enquanto espaço físico e simbólico, influencia não apenas os que nasceram ali, mas também aqueles que, por escolha ou destino, passaram a habitá-lo, reinterpretando sua força e beleza em diversas linguagens artísticas.   Horizonte Cerrado: Viver no centro do mapa é uma realização do Instituto de Promoção à Arte e Cultura – IPAC, com produção assinada pela 4 Art e patrocínio da Eletrobras.   A EXPOSIÇÃO A mostra apresenta-se distribuída em cinco salas. Sala 1 – Na linha contínua da paisagem, o que permanece... A ideia de paisagem é percorrida por suas diferentes abordagens. Pode ser uma operação de recorte do elemento que a define, a pedra, em uma experiência de não assentamento, ou de pouso na superfície geométrica de cor – quase um inventário –, ou o relato do cotidiano, ação banal tornada poética. Pode figurar a visão do passageiro que percorre a distância da mata ao cerrado e à cidade futurista, em imagens em movimento que são quase abstrações ou a composição de horizontes oníricos, cujas personagens se perdem na imensidão ao redor. Ou pode mergulhar nos elementos que à compõem, experiência física de diluição no lugar ou decodificá-la através da tela, quase inexistente, como alusão à distopia. Artistas: Dirceu Maués, Fernanda Azou, Gisele Camargo, Irmãos Guimarães e Ismael Monticelli, Marcos Siqueira, Pedro Gandra.   Sala 2 – Entre traçados, anotações e costuras O traço aqui se impõe como desenho, não importando em que linguagem as obras são concebidas. O traço anota o pensamento, anota o lugar, deriva nas possibilidades da figuração, ganha o espaço tridimensional para se inscrever. E na criação dos trabalhos, apresenta certas questões, ou narrativas. É na justaposição, nos recobrimentos e nas emendas que o sentido se apresente para o olhador. Como se a linguagem fosse tomando para si todos os vestígios dos olhares, dos objetos, dos movimentos... Reaproveitamentos do mundo. O que já foi, continua presente nas transformações das coisas? Artistas: Athos Bulcão, Elder Rocha, Evandro Prado, Helô Sanvoy, Luiz Mauro, Miguel Ferreira,Raquel Nava, Rava, Virgílio Neto.   Sala 3 – Chão de terra, céu azul, chão de concreto Camadas de tempo vão se sobrepondo. O novo inventa uma história fictícia para estabelecer sua hipótese, aposta em um futuro como abandono do passado. Mas a raiz se impõe. Entre a construções, cresce a vegetação que retoma sutilmente o seu espaço. O cerrado dormita a cada ano, parece morrer, mas retorna à primeira chuva. A cultura se modifica e segue aprendendo com a inovação para seguir viva. Sob o imenso céu azul do centro do Brasil – sempre o mesmo – a história se faz inscrita na paisagem. O concreto se desenha sobre o chão mais antigo do país. E passamos a fazer a arqueologia das coisas, com os olhos entre duas direções. Artistas: Adriana Vignoli, Alice Lara, David Almeida, Florival Oliveira, Isadora Almeida, João Angelini, Karina Dias, Luciana Paiva, Ludmilla Alves, Marcelo Solá, Matias Mesquita, Pedro David, Pedro Ivo Verçosa, Wagner Barja.   Sala 4 – Das reminiscências do agora Há algo que atravessa as terras antigas. Uma disposição de ver o invisível. Às vezes por fé, outras por atualização da memória através de suas imagens e objetos... às vezes por medo. Há ainda aquilo que se forja pela metaforização da vida comum, um certo mergulho no fantástico, E há a conjugação das palavras com as figuras. No encontro entre ancestralidade e projeção do futuro, o imaginário se manifesta. Toda imagem transcende sua função rotineira, tudo se desloca no universo das coisas. Artistas: Andrea Campos de Sá e Walter Menon, Antônio Obá, Coletivo Três Pe, DerikSorato, Léo Tavares, Valéria Pena Costa.   Sala 5 – O comum extraordinário: subversões E a vida comum pode ser extraordinária, a depender do viés do olhar que a captura (?). a forma de descrevê-la pode torná-la experiência única, muitas vezes improvável, outras insuportável. Afinal, a naturalização do que ocorre com a sociedade provoca a banalidade. É preciso visão poética e visão política. É preciso subverter a ordem que não pareça ter sentido. E muitas vezes, é necessário inventar a realidade para poder produzir a mudança. As imagens aqui presentes são figurativas, algumas realistas. Os eventos são reconhecíveis, mas...a partir daí tudo é deslocamento, tudo é estranhamento. Como deve ser. Artistas: Bento Ben Leite, Camila Soato, Fabio Baroli, Pamella Anderson. O COLECIONADOR Residente em Brasília, Sérgio Carvalho, advogado, 64 anos, começou sua coleção de arte contemporânea em 2003, quando conheceu Nazareno, José Rufino, Eduardo Frota e Valéria Pena-Costa, que o apresentaram a outros artistas. Encantado com o universo poético de cada um deles, Carvalho resolveu vender as gravuras de Oswaldo Goeldi que possuía para comprar fotografias de Lucia Koch.   Hoje – 22 anos após iniciar sua coleção – Sérgio Carvalho reúne obras de alguns dos mais importantes artistas contemporâneos brasileiros, entre os quais Regina Silveira, Nelson Leirner, Iran do Espírito Santo, Efrain Almeida, Sandra Cinto, Emmanuel Nassar, Hildebrando de Castro, Rubens Mano, Berna Reale, Ana Elisa Egreja,  Jonathas de Andrade, Flavio Cerqueira  Sofia Borges, Camila Soato e Rodrigo Braga, Zé Crente, Cícero e Mestre Paquinha.     SERVIÇO Horizonte CERRADO – Viver no CENTRO do Mapa Abertura: 25 de janeiro – 15h Visita guiada com a curadora: 25 de janeiro – 16h Período: 25 de janeiro a 23 de março Centro Cultural Justiça Federal Av. Rio Branco, 241, Centro, Rio de Janeiro / RJ Uber: Rua México, 57, Centro, Rio de Janeiro / RJ Dias/Horários: terça a domingo, das 11h às 19h Agende sua visita mediada em: visitas.ccjf@trf2.jus.br   Assessoria de Imprensa Meio e Imagem Comunicação Vera Matagueira: (21) 3807-6497 | 97326-6868 Ana Ligia Petrone: (21) 99985-7744 Revista do Villa | Vera Donato

  • Estação Primeira de Mangueira: Tradição e Glória

    Fundada em 28 de abril de 1928, a Estação Primeira de Mangueira é uma das mais tradicionais escolas de samba do Brasil, localizada no Morro da Mangueira, no Rio de Janeiro. Suas cores icônicas, verde e rosa, simbolizam a alegria e a paixão que a escola carrega. Mangueira é conhecida por exaltar a cultura popular brasileira e possui uma trajetória de conquistas, com inúmeros campeonatos no Carnaval carioca. Entre os grandes nomes que marcaram sua história estão Cartola, um de seus fundadores e mestre da música brasileira; Dona Zica, referência de força e amor à escola; Jamelão, intérprete inesquecível; e Nelson Cavaquinho, outro ícone do samba. Mangueira é muito mais que uma escola de samba; é um símbolo de resistência, cultura e poesia que emociona gerações. Fonte : Delcio Marinho ChatGPT Revista do Villa | Delcio Marinho

  • Cinema: Meu bolo favorito

    “Meu bolo favorito” é um daqueles filmes que tem a receita para aquecer o coração da gente. O longa é uma celebração da vida e do amor na terceira idade. A trama segue Mahin, interpretada por uma atriz chamada Lili Farhadpour, uma septuagenária que, após anos de solidão, encontra uma nova oportunidade de amar ao encontrar Farramarz. Na leva de grandes atrizes, que temos tido o privilégio de assistir, Lili Farhadpour que entrega uma performance comovente, capturando as nuances de uma mulher que desafia as convenções sociais em busca de felicidade; é uma atuação emocionante, mas sem exageros. Na hora que temos a virada da história, a atriz se mantém firme, mostrando a dura realidade daquela mulher iraniana mais velha e sozinha para resolver uma situação difícil. Uma das cenas que me tocou foi quando a protagonista, Mahin, encontra uma moça de seus vinte e poucos anos em um parque; a menina está prestes a ser presa pela Polícia da Moral. Mahin intervém e salva a garota. No caminho, a senhora fala de como era a vida no Irã antes do regime totalitarista, a conversa é linda. Quem faz par romântico com a personagem Mahin é o taxista Faramarz, vivido por Esmaeel Mehrabi, no papel de Faramarz, oferece uma atuação sólida e empática, trazendo à tona a vulnerabilidade e o desejo de conexão de seu personagem, um taxista que vive sozinho há anos. É a hora que ele conta o lado do homem que vive sozinho há muito tempo. A química entre os protagonistas é tão bonita, tão delicada que torna a relação deles crível e tocante. O roteiro é um encanto e tece uma narrativa que aborda não apenas o romance na terceira idade, mas também questões culturais e políticas do Irã atual no detalhe; preste atenção nas coisas tidas como naturais para eles, mas muito diferentes da nossa realidade. A escrita é sutil, mas poderosa, permitindo que as emoções fluam naturalmente sem recorrer a clichês. Isso também se deve ao fato de que o roteiro é assinado pelos diretores do filme, Maryam Moghadam e Behtash Sanaeeha, que têm a história na mão e tocam em temas cada vez mais relevantes à medida que nós (e toda a população mundial) vivemos cada vez mais. Quem assiste se reconhece em alguma hora e se envolve com os personagens e suas jornadas pessoais. Fala-se da solidão, envelhecimento e da busca por conexão humana em tempos desse isolamento que vivemos, um isolamento, muitas vezes voluntário. A casa da Mahin tem a "louça de visita”, tem toalhinha de crochê cobrindo a mesa de centro da sala, tem a bagunça organizada da casa de quem vive sozinha. A atenção aos detalhes visuais enriquecem a experiência do espectador, criando uma atmosfera intimista.  Outra coisa que adorei foi a utilização da luz natural nas externas, o que parece que nos transporta para Teerã, uma cidade tão peculiar. “Meu Bolo Favorito” é uma obra cinematográfica que combina de maneira harmoniosa a técnica e a emoção, oferecendo uma perspectiva rara e valiosa sobre o amor e a vida no contexto iraniano. É um filme que toca profundamente e permanece no coração da gente depois dos créditos finais. www.claudiafelicio.com.br Cláudia Felício

  • Lilian Gonçalves, Rede Biroska, Bar do Nelson, uma São Paulo que você tem que conhecer

    Lílian Gonçalves , filha do lendário cantor Nelson Gonçalves, é uma empresária e herdeira do legado musical de seu pai. Ela é proprietária da Rede Biroska, um grupo de restaurantes e bares que oferecem uma experiência única de entretenimento e gastronomia. Um dos pontos mais famosos da Rede Biroska é o Bar do Nelson, localizado no Canuto do Val, 83  na capital paulista. Esse local é um verdadeiro ponto de encontro para fãs da música brasileira e da culinária típica. O Bar do Nelson é decorado com fotos e objetos que remetem à carreira de Nelson Gonçalves, criando um ambiente aconchegante e nostálgico. Além disso, o local oferece uma variedade de pratos e bebidas típicos da culinária brasileira, como a famosa feijoada e o caipirinha. Lílian Gonçalves é uma empresária visionária que conseguiu preservar o legado de seu pai enquanto inova e oferece novas experiências aos clientes. O Bar do Nelson, o Siga La Vaca, Japan Tower e toda Rede Biroska são exemplos de como a paixão pela música e pela gastronomia podem se unir para criar algo verdadeiramente especial. Quem visitar a capital paulista, não pode deixar de conhecer esse delicioso e prazeroso local. Eu sempre que um amigo ou uma amiga, um casal, diz que estará visitando São Paulo eu não deixo de recomendar a Rede Biroska, em especial o Bar do Nelson. Segundo minha amiga Lilian Gonçalves, eu me tornei "Embaixador do Bar do Nelson".  Gilson Romanelli

  • Entrevista: Liberado Júnior, o empresário da comunicação

    Entrevista com Liberado Júnior, destacando sua trajetória, sua empresa de assessoria de imprensa e as cinco revistas digitais. Exclusiva para coluna, o darling da comunicação, Liberado Júnior. 1- Como você começou sua trajetória no mundo da comunicação e o que te motivou a seguir nessa área? Sempre fui apaixonado por contar histórias e conectar pessoas. Comecei minha carreira no jornalismo impresso, mas logo percebi o potencial da comunicação estratégica, o que me levou à assessoria de imprensa. 2- Qual foi o maior desafio que você enfrentou no início da sua carreira? Convencer as empresas da importância de uma comunicação bem estruturada em um mercado cada vez mais competitivo. 3- O que mais te fascina no mundo da comunicação e do jornalismo? A capacidade de moldar narrativas, influenciar opiniões e destacar as histórias únicas de cada cliente ou projeto. 4- Quem foram suas maiores inspirações na área de comunicação? Sempre admirei nomes que inovaram na maneira de se comunicar, mas minha maior inspiração vem do desejo de criar algo relevante e duradouro. 5- Qual é o maior aprendizado que você leva da sua trajetória até agora? Que autenticidade e consistência são a chave para construir uma reputação sólida no mercado. Liberado Júnior, num dos mais incríveis cartões postais do Rio, a Praia de Copacabana 6- O que diferencia sua empresa de assessoria de imprensa no mercado? Nosso diferencial está no olhar personalizado. Criamos estratégias únicas, respeitando a essência de cada cliente e priorizando resultados concretos. 7- Quais tipos de clientes você atende atualmente? Atendemos um público diversificado, desde marcas de luxo e personalidades públicas até instituições educacionais e grandes eventos culturais. 8- Qual foi o case de maior sucesso desenvolvido pela sua empresa? Um dos mais marcantes foi alavancar a visibilidade de uma marca nacional, transformando-a em referência internacional no segmento de luxo. 9- Como você vê o papel da assessoria de imprensa na era digital? A assessoria de imprensa é essencial para filtrar e amplificar mensagens. Na era digital, temos o desafio de gerenciar informações em tempo real e aproveitar o poder das redes sociais. 10- Quais são as principais qualidades que você busca na sua equipe? Criatividade, proatividade e, acima de tudo, comprometimento com os resultados dos nossos clientes. 11- Como surgiu a ideia de criar suas revistas digitais? Sempre quis explorar um novo formato para conectar leitores a temas como lifestyle, turismo e negócios. As revistas digitais foram a evolução natural dessa visão. 12- Quais são os temas principais abordados pelas suas revistas? As revistas cobrem lifestyle, turismo, gastronomia, cultura, moda e negócios, sempre com foco em tendências e inovação. 13- Qual é a maior vantagem de trabalhar com revistas digitais em comparação com as impressas? A agilidade na produção e distribuição, além da possibilidade de interatividade com os leitores. 14- Como você escolhe os destaques e pautas para suas revistas? Buscamos temas que sejam relevantes para o público-alvo, sempre antenados às tendências globais e às demandas locais. 15- Quais são seus planos futuros para as revistas? Expandir a audiência, investir em formatos interativos e explorar ainda mais as possibilidades de integração entre conteúdo e tecnologia. O empresário da comunicação, durante estadia no sexto andar do Copacabana Palace. Fotos:Arquivo pessoal/Divulgação  Chico Vartulli

  • Benjamim "Volkswagen" um década em "Auto Rádio"

    Benjamim lança hoje uma nova versão de “ Volkswagen ” , um dos mais icónicos temas do seu primeiro registo de originais, “ Auto Rádio ” , que celebra 10 anos em 2025. A efeméride serve de mote para uma digressão pelo país, com arranque em Lisboa , no B.Leza, a 3 de Abril. ­Decarregar Música e Press Kit ­ "Volkswagen" - Ouvir Aqui ... Bilhetes Concerto B.Leza - 3 de Abril - Comprar Aqui ... Há discos que são mais do que música. Com “Auto Rádio”, lançado em Setembro de 2015, Luís Nunes largou o inglês de Walter Benjamim e encontrou, pela primeira vez, a sua voz em português. Um regresso a casa que viu nascer um dos mais importantes cantautores em língua portuguesa da sua geração e que conquistou público e crítica, rendidos ao conjunto de 12 canções, das quais fazem parte êxitos como “Os Teus Passos” ou “O Sangue”. O álbum ficou também marcado pelo feito inédito da tour “Volta a Portugal em Auto Rádio – 33 concertos em 33 dias”. Dez anos depois celebramos estes 3 nascimentos com a digressão “Uma Década em Auto Rádio”. A nova versão de “Volkswagen” (tema que marcou inegavelmente a carreira de Benjamim, apesar de nunca ter sido lançado enquanto single), oferece uma canção com um tom mais intimista, onde o piano se destaca como o fio condutor dos arranjos, com coros de Best Youth (Catarina Salinas e Ed Rocha Gonçalves) e Monday. Uma homenagem ao icónico carro que levou o músico numa viagem que percorreu o país de Norte a Sul em 33 dias. Revista do Villa | Força de Produção

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