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Revista do Villa

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Revista luso-brasileira de conteúdo sobre cultura, gastronomia, moda, turismo,

entretenimento, eventos sociais, bem-estar, life style e muito mais...

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  • Texto do Dramaturgo Inglês Terry Johnson, "Insignificância" estreia no Teatro Adolpho Bloch

    Depois de temporada de sucesso em São Paulo, Cássio Scapin, Amanda Acosta, Marcos Veras e Norival Rizzo iniciam turnê nacional pelo Rio de Janeiro com a peça que discute as consequências da fama, sob a direção de  Victor Garcia Peralta e produção de Rodrigo Velloni Crédito: Jairo Goldflus Link com fotos:  https://www.dropbox.com/scl/fo/nek4bov354y4dcy98mn1e/AO0rVm1aqbavrapg_ZBm22E?rlkey=d876v86ijxx41kiajvn1if1zj&st=xqzn7qr7&dl=0 Em um hotel na Nova York de 1953 se passa o hipotético encontro entre quatro famosas lendas norte-americanas –  a estrela de cinema Marilyn Monroe, Albert Einsten, cientista criador da Teoria da Relatividade (que levou à criação da Bomba H e, consequentemente, à Bomba Atômica), Joe DiMaggio, renomado jogador de beisebol e marido de Marylin, e o infame senador Joe McCarthy. Encontro que poderia acontecer hoje, trocando os personagens originais por seus pares na atualidade. Este é o enredo da peça  Insignificância , com texto do dramaturgo e diretor de teatro, cinema e televisão inglês Terry Johnson, lançado em livro em 1983, na qual os atores  Cássio Scapin ,  Amanda Acosta ,  Marcos Veras  e  Norival Rizzo  assumem os papéis do Professor, da atriz, do jogador de beisebol e do senador, que estreou em outubro no Teatro FAAP, em São Paulo, passou por Campinas e Curitiba e agora chega ao Rio de Janeiro no próximo dia  14 de março , no Teatro Adolpho Bloch,  sob a direção de  Victor Garcia Peralta . Este encontro singular destaca uma das questões mais discutidas na mídia contemporânea: as consequências da fama, tanto na vida pessoal de renomadas celebridades, em relação às concessões necessárias para alcançá-la ou preservá-la, quanto à sua exploração para objetivos políticos. Através das perspectivas de figuras que simbolizam alguns dos maiores fenômenos de popularidade do século XX, o autor reflete sobre as maneiras de lidar com a fama (ou com a perda dela): a rejeição por parte do cientista, a aceitação hesitante, personificada no mito sexual que Marilyn continua a representar, e a decepção quando a fama se dissipa, refletida no personagem do jogador. Outro componente se une ao enredo: a política, representada pelo macartismo no contexto da Guerra Fria, quando o senador McCarthy capitaneou uma verdadeira “caça às bruxas” nos EUA, com o objetivo de criminalizar o comunismo e seus adeptos, cerceando as liberdades políticas. A montagem brasileira tem tradução de  Gregório Duvivier  e reedita a parceria entre o produtor  Rodrigo Velloni  e o autor, após a montagem, em 2016, do espetáculo  Histeria , com direção de Jô Soares, que recebeu o prêmio Arte Qualidade Brasil de Melhor Produção/2017. Os figurinos de  Fábio Namatame , o visagismo de  Claudinei Hidalgo  e as perucas de  Feliciano San Roman   são ingredientes essências na montagem, captando e personificando as celebridades “emprestadas” ao texto. Mais de 40 anos nos separam da escrita de  Insignificância , e outros 70 da época em que se passa o enredo, mas as situações e os personagens continuam muito atuais. A estrela de cinema hoje seria musa das mídias sociais. O jogador de beisebol, para nós, brasileiros, seria o jogador de futebol, com milhões de seguidores e sem muita noção. O senador poderia estar sentado no plenário brasileiro, dizendo e fazendo o mesmo que o escroque do texto de Johnson. O único que, se estivesse ainda entre nós, estaria trazendo contribuições à sociedade seria o cientista. O espetáculo é realizado através da Lei de Incentivo à Cultura Lei Rouanet, Ministério da Cultura e Governo Federal União e Reconstrução, e do ProAC, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas. Teatro Adolpho Bloch Localizada no histórico Edifício Manchete, na Glória, Rio de Janeiro, projetado por Oscar Niemeyer e com paisagismo de Burle Marx, o Teatro Adolpho Bloch é palco de momentos célebres da nossa cultura. Desde maio de 2019, o Instituto Evoé é responsável por devolver ao Rio de Janeiro esse espaço icônico, porém ainda mais moderno, transformado num complexo cultural. Graças à genialidade de Niemeyer, que criou um palco reversível, tornou-se possível, em um período desafiador, como a pandemia, promover espetáculos e eventos tanto na área externa, ao ar livre, quanto na interna. Ou nas duas ao mesmo tempo, em formato arena, proporcionando aos artistas, produtores, além dos cariocas e turistas, múltiplas formas de se criar e consumir arte e entretenimento. A construção é um ícone carioca – na arquitetura e na história que carrega.Único teatro na cidade do Rio de Janeiro que possui um palco reversível, permitindo que o público se acomode na área externa da casa de espetáculos, o Teatro Adolpho Bloch ganhou, em 2021, o formato arena, com capacidade para 359 lugares internos e 120 externos e um palco de 140m², equipado com a melhor estrutura. O espaço abriga ainda bistrô Bettina Café & Arte. Ficha Técnica Elenco: Cassio Scapin, Amanda Acosta, Marcos Veras e Norival Rizzo Autor: Terry Johnson Tradução: Gregório Duvivier Direção: Victor Garcia Peralta Produção: Rodrigo Velloni Diretor Assistente: André Acioli Cenário: Chris Aizner Direção de Imagem: André Grynwask e Pri Argoud (Um Cafofo) Música Original: Marcelo Pellegrini Iluminação: Beto Bruel  Figurinos: Fábio Namatame Designer Gráfico: Peu Fulgencio Consultoria de Movimento: Vivien Buckup Fotos de Estúdio: Jairo Goldflus Fotos de Cena: João Caldas Visagista: Claudinei Hidalgo Perucas: Atelier San Roman   Produção de Objetos: Jorge Luiz Alves Pesquisa e Consultoria Histórica: João Victor Silva Produção Musical: Surdina  Assistência e Programação de Luz: Pajeú Oliveira Operação de Luz: Melissa Oliveira Painel de Led e Gerenciamento de Vídeo: On Projeções Diretor de Palco: Jones de Souza Contrarregra: Eduardo Portella Camareira: Luciana Galvão Vestido Atriz: Juliano Queiroz Alfaiate: Agenor Domingos Assistente de Maquiagem: David Lenk  Cenotecnia: Casa Malagueta  Equipe de Cenotecnia: Alício Silva, Giorgia Massetani, Cleiton Willy, Demi Araújo, Igor B. Gomes, Mariana Maschietto, Shampzss e Danndhara Shoyama Produção Executiva: Swan Prado Assistente de Produção: Adriana Souza Assistente de Designer Gráfico: Daniela Souza Assessoria de Imprensa: Vicente Negrão Assessoria Captação, Criação de Conteúdo e Mídias Sociais: GaTú Filmes Anúncios Online: Lead Performance Assessoria Jurídica: Martha Macruz  Gestão Financeira: Vanessa Velloni Realização: Velloni Produções Artísticas Patrocínio:  Fórmula Natural Copatrocínio:  Alberflex e Rehau Apoio:  Instituto Adimax e Competition Serviço: Insignificância – Uma Comédia Relativa @insignificancia.teatro Temporada: 14 de março a 06 de abril Sextas e sábados às 20h; domingos às 18h Ingressos:  Plateia A: 130,00 / 65,00 (meia) Plateia B: 40,00 / 20,00 (meia)  Vendas:  https://www.ingresso.com/espetaculos/insignificancia   Informações para imprensa:  Insignificância – Uma Comédia Relativa Alisson Schafaschek –  alisson@vicentenegrao.com  | 47 99250-4678 Biba Fonseca –  biba@vicentenegrao.com  | 11 99271-5037 Renata Teixeira –  renata@vicentenegrao.com  | 11 98375-9339 Informações para imprensa: Teatro Adolpho Bloch MNiemeyer Assessoria de Comunicação -  www.mniemeyer.com.br Juliana Rosa:  juliana@mniemeyer.com.br  / (21) 97209-5898 Rafaela Barbosa:  rafaela@mniemeyer.com.br  / (21) 99061-5257 Alex Varela

  • “Vinícola Revelação de Portugal” em 2024, “Domínio do Açor” une brasileiros e portugueses à paixão pelos vinhos da região do Dão

    “Elaborar grandes vinhos de elegância, frescor e mineralidade no Dão, valorizando a região e os seus produtores, e trabalhando em harmonia com a natureza e a comunidade local”. É este o objetivo da vinícola “Domínio do Açor”, detentora do prémio “Vinícola Revelação de Portugal” em 2024. A vinícola possui um património composto por vinhas velhas de 60 anos de idade e 1.12 hectares plantados em “ field blend ”. Um trabalho acompanhado de perto por Manuel Domingos, considerado um dos últimos classificadores de castas de Portugal, além de técnicos da Comissão Vitivinícola Regional do Dão, que percorrem a vinha e identificam as variedades existentes, o que possibilita ao grupo gestor da “Domínio do Açor” investir na replantação utilizando o mesmo material genético antigo e castas que fizeram “os grandes vinhos do Dão no passado”. Entre as castas existentes no local, estão Água Santa e Campanário, Baga, Tourigo (antiga Touriga Nacional do Dão), Castelão Francês, Castelão Nacional, Jacn, Alfrocheiro, Bastardo, Tinta Pinheira, Tinta Carvalha, Trincadeira, Fernão Pires e Arinto Gordo. A equipa principal da vinícola conta com o enólogo-consultor Luís Lopes, que já atuou em França, na região da Borgonha, além da Suíça e Austrália, tendo formação em Enologia pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), em Vila Real. Também conta com o enólogo-residente João Costa, natural da região do Dão, com experiência internacional. Outro nome de peso é Guilherme Corrêa, Régisseur, natural do Brasil, tendo se tornado, em 2000, o primeiro sommelier brasileiro a realizar a sua formação no estrangeiro, na Associazione Italiana Sommeliers, na Toscana. “Alguns dos melhores vinhos de Portugal e da Europa” Os responsáveis pela vinícola celebram o facto de que a “Domínio do Açor”, cuja sede está localizada em Oliveira do Conde, na vila de Carregal do Sal, distrito de Viseu, nasceu da paixão de um grupo de amigos brasileiros apreciadores de bons vinhos, que decidiram transformar esse “entusiasmo” num projeto de excelência. Escolheram Portugal, na “promissora região do Dão”, para produzir vinhos de alto nível, com enólogos e colaboradores portugueses, já que o Dão, com a sua tradição vinícola e terroir , “tem o potencial de produzir alguns dos melhores vinhos de Portugal e da Europa”. “Viemos contribuir com esse legado”, frisaram estes mesmos responsáveis, adicionando que, por ano, são produzidas cerca de 60 mil garrafas de vinho na vinícola. Segundo Otacílio Soares, sócio-gerente da vinícola “Domínio do Açor”, a experiência tem sido enriquecedora, uma vez que “trabalhamos junto com os portugueses com o intuito de contribuir com o desenvolvimento da área dos vinhos em Portugal”. “Posicionar o nome do Dão e de Portugal” "Desde o início, fomos muito bem acolhidos em Portugal. A nossa equipa é composta também por profissionais portugueses de grande competência e somos gratos pelo apoio que recebemos de consumidores, sommeliers , donos de restaurantes, garrafeiras e dos colegas produtores de vinho, com os quais trocamos experiências que nos ajudam a melhorar. Este incentivo motiva-nos a continuar a investir na qualidade e na autenticidade dos nossos vinhos, sempre com o objetivo de posicionar o nome do Dão e de Portugal nos melhores restaurantes e entre os mais exigentes apreciadores do mundo. Os prémios que temos recebido, dentre os quais o de Vinícola Revelação de Portugal em 2024, aumenta a nossa responsabilidade e o foco em excelência", comentou Otacílio, que garante ainda que a “Domínio do Açor” tem como missão “unir tradição e inovação, respeitando o terroir  e trazendo novas perspetivas para o setor”. “Contamos com especialistas apaixonados pelo que fazem, razão pela qual queremos nos consolidar como uma referência em elegância, qualidade e expressão do Dão no cenário internacional”, informou. Vinícola com alma luso-brasileira A exportação da quinta é dirigida a países como Brasil, Estados Unidos, Japão, Alemanha, Itália, Suíça, Holanda, Reino Unido, além, claro, do mercado interno português. "A comercialização não é feita toda no mesmo ano, pois os nossos vinhos ficam, no mínimo, um ano entre cubas, barricas e garrafas. Apenas vão ao mercado quando a nossa equipa confirma que estão prontos para iniciar a comercialização”, finalizou Otacílio. Atualmente, o comércio de vinhos entre Portugal e Brasil tem-se consolidado como um pilar estratégico para a economia portuguesa, impulsionando a internacionalização da enologia nacional. Com um mercado brasileiro cada vez mais apreciador de vinhos de qualidade, Portugal destaca-se pela diversidade das suas castas autóctones e pela tradição vinícola secular, que conquistam consumidores exigentes e fortalecem as exportações. Um intercâmbio que não só contribui para o crescimento do setor vitivinícola, como também promove a identidade e o prestígio dos vinhos portugueses no cenário global, reforçando laços históricos e culturais entre os dois países, ação que recebe hoje a ajuda desta vinícola com alma luso-brasileira. A produção da vinícola “Domínio do Açor” pode ser conhecida em: https://dominiodoacor.com/vinhos/#colecao Empresário diversifica atuação Otacílio Soares, de 59 anos de idade, além de sócio-gerente da vinícola “Domínio do Açor”, atua no mercado financeiro há cerca de 40 anos. Formado em Economia, tem conquistado experiência e reconhecimento como Chairman of the Advisory Board da Targa 5 Advisors, na Suíça, onde assessora a direção da empresa, “ajudando a definir estratégias que assegurem aos clientes a navegarem pelo complexo mundo financeiro com segurança”. Desta experiência financeira para o mundo dos vinhos foi um salto. “Com alguns amigos que partilham do mesmo interesse por vinhos, investimos na produção de rótulos de alta qualidade”, finalizou Otacílio, que tem mãos também em outras áreas de negócios, como atuação no ramo do Real Estate , plantação de madeira de lei, storage , sistemas de TI, private   equity  e genética bovina. É ainda presidente da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira. Fotos: disponibilizadas pela vinícola e arquivo da Agência Incomparáveis Ígor Lopes

  • Premiada peça infantojuvenil “Do que são feitas as estrelas?” estreia no Sesc Tijuca em 15 de março

    Com direção de Kiko Marques e texto de Sofia Fransolin, espetáculo conta de forma lúdica e poética a trajetória da astrônoma e cientista britânica Cecilia Payne-Gaposchkin   Montagem tem idealização da atriz Luiza Moreira Salles, que divide a cena com os atores Carolina Fabri e Diego Chilio A astrônoma e cientista britânica Cecilia Payne-Gaposchkin (1900-1979) se tornou conhecida por ter descoberto do que são feitas as estrelas. Na época, ela tinha apenas 25 anos e precisou enfrentar o ambiente machista que dominava a ciência e o ambiente acadêmico. Este é o ponto de partida do espetáculo infantojuvenil “Do que são feitas as estrelas?”, que estreia em 15 de março de 2025, no Sesc Tijuca. Inédita no Rio de Janeiro, a montagem paulistana tem idealização da atriz Luiza Moreira Salles, com direção de Kiko Marques e dramaturgia de Sofia Fransolin. O projeto foi contemplado pelo edital Sesc Pulsar 2024/2025.   No palco, Luiza Moreira Salles divide a cena com os atores Carolina Fabri e Diego Chilio. O espetáculo mescla a história real de Cecilia Payne-Gaposchkin com uma aventura espacial, trazendo o fascínio que os fenômenos celestes despertam nas crianças. De forma lúdica e poética, a peça fortalece a importância da curiosidade e incentiva crianças a serem autênticas e seguirem seus sonhos, desconstruindo a antiga ideia de que certas coisas não são para menina.   “Apesar da trajetória da Cecilia ter início em 1900, tão longe dos dias atuais, ainda dialoga com uma realidade de muitas mulheres que não tiveram a oportunidade de estudar”, diz Luiza. “As crianças ficam fascinadas com a história da astronomia e as curiosidades da época, como o fato de a Cecilia não ter recebido o diploma universitário por ser uma mulher.”   Em “Do que são feitas as estrelas?”, a vida de Cecilia Payne-Gaposchkin se transforma em uma aventura intergaláctica: a Guerreira Cecí é uma menina encafifada com o universo dos porquês. Ela deverá enfrentar intrigas e batalhas, trapaças e chantagens, tempestades e brigas com seres intergalácticos para se tornar uma exploradora cósmica e derrotar a ideia de que mulheres são inferiores. A narrativa acompanha o crescimento de Cecí até se tornar uma das astrônomas mais importantes da história.   “Queremos que todos os espectadores saiam do teatro vendo um universo que se move, gira e se projeta, sempre em movimento, sempre em transformação”, diz o diretor.   A peça estreou em agosto de 2022, no Sesc Belenzinho. A montagem ganhou os prêmios APCA 2023 (Associação Paulista de Críticos de Arte) e Pecinha É a Vovozinha na categoria melhor direção. Desde a sua estreia, o espetáculo percorreu 18 cidades do Estado de São Paulo, tendo realizado 69 apresentações e alcançado um público de cerca de 17 mil pessoas. Luiza Moreira Salles (idealizadora e atriz) Bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp - Universidade Estadual de Campinas e pela Universidade de Évora (Portugal). Atriz, idealizadora e coordenadora geral da peça infantojuvenil “Do que são feitas as estrelas?”, vencedora do Prêmio APCA de melhor direção (Kiko Marques) e indicada a melhor atriz pelo crítico Dib Carneiro no Prêmio “Pecinha é a vovozinha”. Em 2019, integrou a equipe de criação, realizando assistência geral da peça “Stabat Mater”, de Janaina Leite; e atuou como atriz na peça “A Festa - estratégias musicais para sobreviver”, direção de Claudia Schapira e Núcleo Bartolomeu de Depoimentos. Kiko Marques (diretor) Ator, dramaturgo e diretor, cofundador da Velha Companhia. Formado pela Escola de Teatro Martins Penna. Já dirigiu e atuou em diversas montagens teatrais. Também atuou em importantes produções do cinema brasileiro, como nos filmes “Cidade de Deus” e “Carandiru”. Ganhou o Prêmio APCA de melhor diretor em 2016 com o espetáculo “Sínthia” e de melhor autor com a peça “Cais ou da Indiferença das embarcações”. Em 2023, recebeu o Prêmio APCA de melhor direção com as montagens “Do que são feitas as estrelas?” e “O monstro da porta da frente”.   Sofia Fransolin (dramaturgia) Dramaturga e pesquisadora, formada pela UNICAMP (2017), mestra e atualmente doutoranda pela mesma instituição. Como dramaturga, escreveu “Barba azul” (2016), “A louva-a-Deus” (2019), “Enquanto ninguém vê” (2021) e “Se morri já não me lembro: um ensaio para recriar o mundo” (2022), além dos infantis “Lara e o pássaro” (2019), “Quem são elas?” (2020), “Do que são feitas as estrelas?” e “Travessia”, espetáculo circense em que além da dramaturgia também assina a direção. FICHA TÉCNICA Concepção: Luiza Moreira Salles   Direção: Kiko Marques Elenco: Carolina Fabri, Diego Chilio e Luiza Moreira Salles Stand-in: Sofia Fransolin e Rhena Faria Dramaturgia: Sofia Fransolin Direção de Movimento: Bruna Longo Cenário: Zé Valdir Trilha Sonora: Ernani Sanchez Figurino e Visagismo: Victor Paula Retroprojeção: Diego Chilio, Kiko Marques, Luiza Moreira Salles, Criss de Paulo (Ilustração) Iluminação: Danielle Meireles Operação de luz: Jéssica Catharine Operação de som: Ernani Sanchez e Murilo Góes Contrarregra: Eduardo Portella Voz da criança: Iná Belintani Chilio Direção de Produção: Luiza Moreira Salles Produção Executiva: Náshara Silveira Assistente de Produção: Giselli Ribeiro e Virginia Adler Serviço: “Do que são feitas as estrelas?” Temporada: de 15 de março a 13 de abril de 2025 Sesc Tijuca (Teatro I): Rua Barão de Mesquita, 539, Rio de Janeiro - RJ Telefone: (21) 4020-2101 Dias e horários: Sábados e domingos, às 16h. Sextas: 28 de março, 4 e 11 de abril, com sessões às 11h e 15h.   Sessão com audiodescrição e Libras – 13 de abril, às 16h   Duração: 60 minutos Lotação: 228 lugares | Classificação: livre Ingressos: R$ 5 (associado do Sesc), R$ 10 (meia-entrada), R$ 20 (inteira), Gratuito (PCG) Venda de ingressos: bilheteria. Horário de funcionamento: terça a sexta, das 7h às 19h30; domingos, das 9h às 18h.   Instagram da peça: @doquesaofeitas Alex Varela

  • Lançamento nacional do livro do Padre Reginaldo Manzotti - Maria, Mais forte que o Mal

    Padre Reginaldo Manzotti lança Maria, Mais forte que o Mal Autor best-seller com mais de  6,9 milhões de  exemplares vendidos , o sacerdote lança seu vigésimo oitavo título pela Editora Petra destacando a força espiritual de Maria, a Mãe de Deus Maria, mais forte que o mal     De Padre Reginaldo Manzotti     176 páginas      R$ 39,90    Editora Petra        Lançamento em março Fenômeno digital com mais de  1 bilhão  de visualizações no YouTube e autor best-seller com  6,9 milhões  de exemplares vendidos, Padre Reginaldo Manzotti, um dos maiores comunicadores católicos do Brasil, celebra neste ano de 2025 os seus 30 anos de sacerdócio e dentro desse ano tão especial, o  sacerdote  apresenta seu vigésimo oitavo livro:  Maria, mais forte que o mal , pela  Editora Petra . A obra chega às livrarias de todo o Brasil em março, oferecendo uma reflexão sobre a Mãe de Cristo como fonte de proteção e força espiritual, além de destacar seu papel nos planos divinos e na luta contra o mal. Inspirado por sua profunda devoção à Mãe de Deus, o sacerdote mergulha em diversos aspectos da vida e da espiritualidade de Maria, além de trazer  30 importantes orações  marianas para que os leitores vivam melhor sua relação diária com a Virgem. “Maria é um exemplo vivo de amor, força e proteção Divina. Neste livro, convido a todos a descobrirem como sua presença em nossas vidas pode transformar desafios em oportunidades de fé e nos fortalecer diante do mal. Nossa maior intercessora junto a Deus nos oferece uma conexão, que todos podem e devem experimentar”, afirma o Padre Reginaldo Manzotti. Maria, mais forte que o mal também foi pensado para ser um  conteúdo multiplataformas , capaz de acompanhar o leitor em diversos momentos da rotina. Por meio de  QR Codes  impressos ao longo de suas páginas, é possível assistir a vídeos do sacerdote e rezar com ele. Na tradição cristã, Maria é representada como “bela como a lua, brilhante como o sol e temível como um exército em ordem de batalha” — uma representação de seu papel vencedor. A obra busca retratar essa força, apresentando-a como um guia para a renovação da fé e o enfrentamento das adversidades. O lançamento estará disponível em  duas versões : a  edição tradicional , com capa brochura e miolo em preto e branco, e uma  edição  premium , com capa dura e miolo colorido, exclusiva para a  Produtos que Evangelizam . Ambas as versões são lindamente ilustradas com imagens de Nossa Senhora. Maria, mais forte que o mal  é mais do que uma obra literária, é um convite para aprofundar a espiritualidade e buscar proteção sob o manto daquela que inspira milhões de fieis ao redor do mundo. Sobre Padre Reginaldo Manzotti Sacerdote, escritor, músico, compositor, cantor e apresentador de rádio e TV, o padre Reginaldo Manzotti se reinventa e inova a cada dia em prol da evangelização. Conhecido por arrastar multidões, Padre Reginaldo Manzotti também confirma sua magnitude no digital. Recentemente, o sacerdote passou a marca de 1 bilhão de visualizações em seu canal oficial no Youtube ( https://www.youtube.com/padremanzotti ) Com mais de 1 milhão e meio de cópias vendidas, Padre Manzotti já lançou 15 CD´s e 5 DVD´s e foi indicado ao Grammy Latino em 2013 pelo trabalho “Paz e Luz”. Entre as parcerias, o sacerdote já gravou com grandes nomes, como: Alok, Thiaguinho, Naiara Azevedo, Thaeme e Thiago, Fernando e Sorocaba, Fafá de Belém, Gustavo Mioto, entre outros. Padre Manzotti também recebeu o carinhoso apelido “o padre que arrasta multidões”, por reunir quase dois milhões de pessoas em suas missas seguidas de shows, a exemplo de sua passagem por Fortaleza, no Ceará, em outubro de 2018, durante o XI Evangelizar, quando reuniu 1,8 milhão de pessoas no aterro da Praia de Iracema. Na ocasião, padre Reginaldo Manzotti celebrou aquela que foi considerada a terceira maior missa do Brasil. As duas primeiras foram celebradas pelos papas João Paulo II, em 1997, e Francisco, em 2013.www.padrereginaldomanzotti.org.br Facebook:   facebook.com/padrereginaldomanzotti   Twitter:   twitter.com/padremanzotti Instagram:  @padremanzotti TikTok:  @Pe.manzotti Youtube:   youtube.com/PadreManzotti Alex Varela

  • Canina: o uivo silencioso

    Ela já foi muitas coisas: uma artista, uma mulher cheia de sonhos, uma esposa apaixonada. Agora, é apenas “Mãe”. Sem nome, sem identidade, reduzida a um papel que a engole inteira. Foi sem nenhuma expectativa que assisti a "Canina", estrelado pela Amy Adams, e o filme é uma delícia. O longa conta a história de uma mulher que foi se anulando e, agora, é só conhecida como "Mãe" e coloco aqui em letra maiúscula porque é assim que ela é chamada durante todo o filme. A ausência de um nome para a protagonista é uma escolha deliberada (e um golaço) que mostra a universalidade de uma mulher que se perdeu dela mesma por conta da maternidade. Conhecida apenas como “Mãe”, essa decisão narrativa destaca como muitas mulheres podem sentir-se reduzidas só ao papel materno, esmagada por uma rotina solitária, escondendo outras facetas e desejos de sua identidade.   Um belo dia, essa "Mãe", vê começar a nascer um rabo. Daí, então, começam pelos no corpo, aparece um olfato apuradíssimo, dentre outras coisas. Amy Adams faz essa transformação da forma mais orgânica e engraçada possível com tons que vão do realismo cru ao surrealismo. No começo, dentro da casa, temos a sensação de claustrofobia e isolamento, mostrando a rotina de muitas mães que vivem cansadas e sentem falta de apoio por parte dos pais.   Em Canina, a anulação da "Mãe” ganha forma literal quando, exausta e sufocada pelo peso da maternidade e de um casamento desigual, ela se transforma em um cachorro, um husky siberiano meio castanho, parecido com a própria Amy, inclusive. Essa metamorfose em um cachorro é super simbólica porque ela assume as rédeas: ela caça, ela vira líder da matilha da vizinhança – mostrando sua força – e corre; ela corre livremente com o vento batendo na cara, o que faz nós, espectadores sentirmos uma liberdade gostosa e desejada por aquela mulher que estava presa a ao caos de uma função só na vida, a de ser mãe.   Dirigido e roteirizado por Marielle Heller, “Canina” adapta o romance satírico de Rachel Yoder, explorando os sentimentos que envolvem a maternidade através de uma narrativa que mistura fantasia e realismo. Eu adorei porque este é um filme todo feito por mulheres, quem melhor do que nós para entendermos nossas próprias dores e fazer graça delas? A atuação de Amy Adams nos faz sentir cada momento de angústia, raiva e, eventualmente, libertação.   A mudança se dá de uma forma leve, boa de assistir. “Canina” é um filme sobre as dores e belezas da maternidade e de como podem ser cruéis as expectativas sociais relacionadas à maternidade e ao casamento. O filme utiliza a metáfora da transformação em cachorro para abordar as dificuldades da maternidade e o papel feminino no contexto conjugal, destacando a importância de não se submeter passivamente e de não deixarmos nos apagar ficando apenas no papel "Mãe". Por Cláudia Felício (autora best-seller , roteirista e crítica especializada em cinema). @claudiafelicio www.claudiafelicio.com.br Cláudia Felício

  • Entrevista: Eric Herrero

    Meu convidado é Eric Herrero, diretor artístico do Theatro Municipal e Embaixador de Turismo do Rio de Janeiro,  sempre contribuindo para a cultura. Eric Herrero, segurando o prêmio de Gestor Público do Ano de 2023 pela Rio Business Show - Foto Divulgação/Arquivo pessoal 1- Como se sente um artista clássico como diretor artístico de um dos maiores teatros do mundo? É uma honra muito grande estar à frente da diretoria artística do maior teatro do país. O nosso Municipal tem 116 anos de tradição, sendo palco, ao longo de sua história, de grandes espetáculos, recebendo alguns dos maiores artistas do mundo, sendo vanguarda em importantes estreias nas três linguagens artísticas que abrigamos e promovemos: a Música de Concerto, o Ballet e a Ópera. A responsabilidade é enorme. Estamos indo para a 4a. temporada artística oficial da casa na nossa gestão com muita alegria, mesclando o retorno de títulos consagrados, estreias de obras, formação de jovens para o mercado profissional e o desafio de mantermos os belíssimos números de média de publico que temos conseguido, desde 2022. 2- Que ações tem desenvolvido para democratizar o teatro municipal? A democratização de acesso é um objetivo comum à gestão da Cultura no estado do Rio como um todo. No TM temos uma acertada política da Presidência de preços populares de ingressos e lançamos o Municipal ao Meio Dia, modalidade de compra de ingressos a R$2,00 que aparece algumas vezes ao longo da temporada. Além disso, nossa estratégia de escolha de títulos mais conhecidos para atrair o público em geral também para as estreias de obras ou retomada de títulos que há muito não eram realizados na casa, tem funcionado. O Theatro tem tido excelente público todas as noites, batendo recordes de maneira que há muito não se via. Temos um podcast, Municipal Para Você, que leva de forma gratuita entrevistas com artistas, técnicos e gestores de forma totalmente gratuita nas principais plataformas, e que está a caminho de sua quarta temporada. Isso também aproxima o Theatro do publico. Democratização do ponto de vista profissional também temos feito. São inúmeros artistas que têm estreado em nossas temporadas e sendo formados em nossas edições do Festival Oficina da Ópera. No ano passado, foram 30 trinta jovens das mais diversas áreas que compõem o setor criativo de uma ópera que participaram e desenvolveram seus projetos dentro do TM. Temos cuidado também das crianças, nossa futura plateia, através de concertos didáticos que envolvem os três Corpos Artísticos. Além disso, o setor educativo da casa trabalha cartilhas para alunos da rede pública que nos visitam a cada ballet e Ópera, lotando estes programas. Há um setor de formação de plateia que cadastra e convida ONGs e entidades, além das universidades, para que possam também conferir nossos espetáculos de forma gratuita. Antes de cada espetáculo, temos sempre palestras gratuitas no Salão Assyrio com temas relacionados ao programa que será apresentado em seguida. Todas as nossas masterclasses oferecidas aos jovens artistas na Sala Mário Tavares são gratuitas e abertas ao público. Além disso tudo, temos o Boulevard de Portas Abertas, todas as quartas-feiras, às 17h com apresentações gratuitas. Todos os setores do Theatro, além do artístico trabalham em conjunto para que a democratização de acesso seja alcançada. É necessário fazer com que todos tenham a sensação de pertencimento. O Theatro Municipal é de todos nós. 3- Há algum segredo para uma programação de sucesso ? É fundamental você conhecer e respeitar a tradição e o DNA da casa para a qual você trabalha. Isso passa também pela importante escuta dos corpos artísticos do TM - eles opinam, pedem títulos, fazem parte da gestão. Outro ponto fundamental é conseguir equilibrar a oferta de grandes títulos com novas propostas, novas composições. Além disso, há que se pensar a praça onde se trabalha. O Rio tem no turismo alicerce mais que importante e esse público quer saber o que está em cartaz no principal teatro da cidade. A eles também precisamos dedicar nosso trabalho. A análise criterioda do mercado profissional atual também faz-se necessária. É a partir do material humano - os grandes e talentosos artistas que temos, é que programamos.   4- A gestão moderna pressupõe uma participação efetiva dos colaboradores ? Sem dúvida alguma! Sou Gestor Público de formação, à parte da minha carreira artística e, em gestão temos fundamentalmente dois alicerces: processo e gente. Esse segundo alicerce é o mais difícil de se manter. Necessita de equipe sendo ouvida, contemplada na elaboração de planos, motivada e com a real sensação de que, de fato, é parte do todo. No Municipal contamos com artistas de grande qualidade que têm profundo amor pela casa. Profissionais de alta performance que têm acesso total à diretoria artística. Na diretoria em si, conto com uma equipe altamente técnica que conhece também os setores e suas peculiaridades em minúcias. Temos reuniões de pauta constantes, discutindo planejamento e andamento de processos, métodos e resultados. 5- Quais são os grandes desafios para os próximos anos? Chegamos em um momento muito difícil de Retomada pós pandemia. Com muita estratégia e paciência, fizemos uma temporada em 2022 segura para nossos artistas e público, ao mesmo tempo atraente, para fazermos com que todos saíssem de casa. Com isso, voltamos a transmitir confiança ao setor como um todo e a atrair ainda mais a atenção de nosso patrocinador que, há que se salientar, sempre esteve ao lado do TM. O aumento considerável do patrocínio da Petrobras, nosso patrocinador oficial, nos permitiu incrementar nossas produções, aumentar a oferta de produtos culturais e investir na formação de jovens para a manutenção e renovação do nosso mercado. Vejo o TM em período de maior estabilidade, resolvendo questões técnicas fundamentais através do trabalho de nossa Secretária Danielle Barros e nossa Presidente da FTM-RJ, Clara Paulino, o que nos possibilitará intercambio de produções e, quem sabe, intercalar títulos ao longo das temporadas. Creio que é ponto fundamental trazer um Ópera Studio ao Theatro Municipal, para a formação de jovens artistas de forma perene, tal qual fazemos historicamente com o Ballet, através da Escola Maria Olenewa. Precisamos nos preocupar com o legado que deve ficar ao deixarmos nossos cargos. É fundamental para o Theatro Municipal que haja o tão esperado concurso público para o funcionamento da casa e perenidade de suas funções. O Theatro é fundamental para a cultura da cidade, do estado e do país e todos temos feito grandes esforços nesse sentido. O grande apoio da Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa também nessa pauta tem sido fundamental. Um estilo Eric Herrero, classe, determinação e dedicação a cultura - Foto de Léo Martins 6- Como é educar uma nova plateia? É um desafio muito prazeroso! Eu tenho um filho de 5 anos que já lê desde muito cedo, adora cinema, teatro e música. Analiso muito as reações dele e dos colegas ao visitarem o Municipal e seus programas, bem como a reação das plateias do Projeto Escola a cada programa. Vamos vendo em equipe o que funciona, o que não funciona e o que deve ser melhorado. A cada apresentação fazemos uma análise criteriosa para nos mantermos atualizados. 7- Tem necessidade de uma renovação constante do staff? O TM conta com servidores públicos em sua grande maioria e alguns cargos comissionados. O nosso setor artístico é aquele que conta com o maior número de servidores de carreira. É com eles que trabalhamos nossa programação, seja na elaboração, seja na execução, de mãos dadas, com o objetivo de honrar a grande tradição da casa. O que buscamos inovar sempre é na formação dos casts. Temos tido a alegria de revelar e promover o debut de inúmeros artistas em nossa temporada. Só no ano passado, 14 artistas estrearam no TM, nas diversas funções que compõem nossa complexa engrenagem. 8- Quais os principais intercâmbios internacionais na sua gestão ? Gosto muito de ressaltar sempre o primeiro de todos que foi a inclusão do TM nas Celebrações do centenário do grande soprano italiano Renata Tebaldi, na temporada de 2022. Alí, após muito tempo, foi possível ver o nome e a logo do nosso teatro ao lado dos maiores teatros do mundo, como La Scalla, Covent Garden e Met na celebração mundial do Instituto Renata Tebaldi. Tivemos uma parceria linda também com o Consulado da Áustria em um concerto em celebração à nossa Imperatriz, Dona Leopoldina. No ano passado, foi a vez do Consulado da Itália ser nosso parceiro no centenário Puccini e a coprodução da Ópera Rusalka com a Ópera de Tenerife. O Consulado da Rep. Tcheca esteve conosco nessa importante estreia do título no Rio. Ainda no ano passado, o Theatro Municipal voltou a integrar a OLA - Ópera Latino América, importante organização que congrega dezenas de teatros de Ópera na América do Sul, além de casas da Europa. Através dela, temos formado planos com outras instituições para parcerias que trarão lindas produções ao nosso publico. Exclusiva para um veículo de comunicação do super Eric Herrero - Foto de Léo Martins Chico Vartulli

  • Alain Taillard organiza exposição do Carnaval carioca na França

    O belga Alain Taillard, atuante Embaixador do Turismo do RJ na Europa acaba de inaugurar mais uma exposição sobre o Carnaval Carioca. A mesma acontece em Dreux, na França até o próximo dia 21 de abril .   ”O fabuloso Carnaval do Rio“ traz fantasias que Alain utilizou nos últimos carnavais, como destaque. Ele pode ser considerado o maior promotor do Carnaval do Rio na Europa, destaca Bayard Do Coutto Boiteux, vice-presidente executivo da Associação dos Embaixadores de Turismo do Rio Janeiro e ajuda efetivamente na promoção da Cidade Maravilhosa com os inúmeros eventos que organiza. É alguém que conhece o Carnaval,  por isso sabe destacar o que é  mais relevante.   Alain conta que este ano teve que abrir mão do carnaval carioca, onde tinha sido convidado para ser um dos destaques da Mangueira para cuidar da exposição. Ressalta que cada visitante fica maravilhado com as fantasias e demonstra vontade de vir ao Rio de Janeiro.   Viviane Fernandes, que preside os Embaixadores do Rio, salienta que a mídia espontânea gerada na França é uma verdadeira campanha promocional.   Alain Taillard com o Embaixador do Brasil na França Ricardo Neiva Tavares Revista do Villa || Divulgação Rio

  • Baile das máscaras no Fairmont reúne Embaixadores do Rio

    O Fairmont Copacabana realizou no último sábado, o seu primeiro baile de Máscaras. Imbuido de um conceito de sustentabilidade, o evento reuniu o “tout Rio” e conseguiu juntar glamour, criatividade e gastronomia inovadora.       Bayard Boiteux, um dos maiores especialistas de Turismo e Eventos ressalta que a Cidade Maravilhosa precisava de um novo conceito de baile com uma visão mais moderna e sem buscar sofísticação fora da realidade. O diretor geral do Hotel Netto Moreira e sua equipe surpreenderam com tanta organização, cuidado com todos os detalhes desde o check in, ao ar condicionado, a concepção da decoração ao show inovador da cantora Iza, a limpeza dos banheiros e o primoroso serviço com ilhas de preciosidades gastronômicas, além e bebidas volantes e em bares, como destaca Boiteux, que também faz parte da diretoria do programa de Embaixadores de Rio de Janeiro.                   Entre os presentes, destacou-se Viviane Fernandes, presidente da Associação de Embaixadores. Ela circulava com uma alegria ímpar, cumprimentando a todos e mostrando que o charme e beleza com simplicidade são atributos vitais. O evento trouxe a modernidade necessária para revolucionar o setor de bailes carnavalescos e trazer mudanças vitais para sua sobrevivência. Vejam alguns Embaixadores de Turisno que passaram pelo evento. Narcisa Tamborindeguy e Netto Moreira   Viviane Fernandes , Isabelita dos Patins e Bayard Boiteux Liliana Rodriguez e Nina Kaufmann Ana Cristina Carvalho e Nestor Rocha Matheus Oliveira  Viviane Fernandes e Bayard Boiteux  Liberado Júnior ,Viviane ,Boiteux ,Matheus e Amaro Bayard Boiteux ,Nilo Sérgio Félix ,Thereza e Luiz strauss com Viviane Fernandes  Revista do Villa || Divulgação Rio

  • Bairros Históricos do Rio de Janeiro - Catete

    Andar pelas ruas do Catete é passear pela história. O bairro ainda conserva o clima bucólico de outras épocas, decorado por construções antigas. Seria necessário um livro (ou mais) para contar a história da região...   Antes mesmo da chegada dos portugueses à cidade do Rio de Janeiro, existia o “Caminho do Catete” – onde hoje fica a Rua do Catete. Ao lado desse caminho passava um trecho do Rio Carioca e do Rio Catete. O local era habitado pelos índios tamoios da aldeia Uruçumirim (“uruçu” significa abelha e “mirim” quer dizer pequeno), chefiada por Biraçu Merin. Bairro do Catete - século XIX - Braziliana Fotográfica Relatos antigos mostram, inclusive, que franceses e portugueses travaram algumas batalhas na região onde hoje fica a Rua do Catete, a principal do bairro.   Granito para construir as igrejas do Rio   Do bairro também saíam os blocos de granito para a construção de diversas igrejas cariocas, como a da Candelária, no Centro, e a de Nossa Senhora da Glória, no Largo do Machado. A matéria-prima era extraída pelos escravizados, de pedreiras localizadas no final do que, hoje, são as ruas Pedro Américo e Bento Lisboa.   A designação Catete foi dada pelos índios tamoios, seus habitantes originais, e significa, em tupi, “mato fechado” – era o modo como os indígenas designavam o braço do Rio Carioca, que, antes da urbanização, contornava o Outeiro da Glória, desembocando no mar. A importância do bairro remonta, ainda, à expansão da cidade rumo ao sul, pois era pelo “caminho do Catete” que se ia nessa direção. Mapa do Bairro do Catete - 1791 - Iphan Na lista dos famosos moradores do bairro está o escritor Machado de Assis, que viveu por lá entre 1876 e 1882. Machado morou no número 206 da Rua do Catete, sendo a sua morada mais preservada hoje em dia. Casa de Machado de Assis - Catete No final do século XIX, o bairro passou por intenso processo de urbanização, pois a sede do Governo Federal se instalou por lá, na Rua do Catete, no Palácio do Catete”, conta o historiador Maurício Santos. Bairro do Catete no final do século XIX - Arquivo Nacional O bairro do Catete guarda a memória de uma época áurea, quando grandes produtores de café – principal produto de exportação brasileiro na virada do século XIX para o XX – construíram ali suas mansões. O bairro conta também a história da República: 18 presidentes residiram e governaram no palácio que, hoje, está aberto à visitação pública. Pintura dos Palacetes dos Baróes do Café - Catete - século XIX Palacio do Catete   Entre 1858 e 1860, o português  Antônio Clemente Pinto , Barão de Nova Friburgo, adquiriu as casas de número 159, 161 e 163 do Caminho do Catete e seus respectivos terrenos de fundos, que se estendiam até a Praia do Flamengo, entre a Rua do Príncipe (atual Rua Silveira Martins) e a Rua Ferreira Viana. Fazendeiro e comerciante de café, banqueiro e industrial, o barão chegou a ser o homem mais rico do Brasil durante o  Segundo Império . Pintura do Barão e Baronesa de Nova Fribrugo - 1867 - Museu da República Em 1858, a demolição da casa número 159 marcou o início da construção do Palácio Nova Friburgo, que seria a residência do barão e de sua família, projetado pelo arquiteto alemão  Carl Friedrich Gustav Waehneldt . O jardim foi organizado de acordo com o projeto atribuído ao paisagista francês  Auguste François Marie Glaziou .   O Palácio Nova Friburgo também era chamado de “Palácio do Largo do Valdetaro”, pois ocupava terreno antes pertencente ao escrivão português Manoel Valdetaro, em frente ao qual havia um largo com um chafariz público.   A construção do palácio terminou oficialmente em 1866, embora as obras de acabamento continuassem por mais uma década. Porém, o Barão e a Baronesa de Nova Friburgo, Laura Clementina da Silva, não viveram muito tempo na nova casa, pois ele morreu em 1869 e ela, no ano seguinte. Pal´ccio do Catete - final do século XIX - Arquivo Nacional Depois disso, o Palácio foi ocupado por um dos filhos do casal ,  Antônio Clemente Pinto Filho , o Conde de São Clemente. Em 1889, ele vendeu o imóvel para um grupo de investidores da Companhia Grande Hotel Internacional, que planejava transformá-lo num hotel de luxo.   Meses depois, a República foi proclamada. A companhia faliu após a crise especulativa do  Encilhamento  e seus títulos foram comprados pelo acionista majoritário, o conselheiro  Francisco de Paula Mayrink , que se tornou o único proprietário do Palácio. Em 1895, o conselheiro hipotecou o imóvel como garantia de crédito ao então denominado  Banco da República do Brasil . No ano seguinte, esta hipoteca foi extinta mediante a venda do imóvel à Fazenda Federal, que o incorporou ao patrimônio da União. Palácio do Catete - Implantação do Museu da República Interior do Palácio do Catete - Atualidade O Palácio funcionou como residência e sede da Presidência da República de 1897 a 1960.   Hoje em dia, o casario da Rua do Catete de fins do século XIX e início do século XX, ainda pode ser apreciado, pois muitos sobrados daquela época encontram-se conservados – edificações remanescentes de um tempo em que a região era o centro do poder no país e palco de inovações, como a primeira linha carioca de bondes elétricos, inaugurada, em 1892, no Largo do Machado. Casario do Bairro do Catete   Fontes : Arquivo Nacional Brasiliana Fotográfica Museu da República Iphan André Conrado

  • Carnaval 2025: segurança pública motivou ações intensivas no Brasil e em Portugal

    A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) realizou 500 prisões por meio do sistema de reconhecimento facial. Houve detenções nas proximidades do Sambódromo da Marquês de Sapucaí, na zona central do Rio de Janeiro, por policiais militares da Diretoria de Tecnologia. Um dos detidos contava com um mandado de prisão em aberto pelo crime de roubo.   De acordo com o governo do Estado, a “câmara utilizada pelos agentes para a prisão faz parte do reforço da Secretaria de Governo, que instalou dez torres de segurança com o sistema nos arredores da Sapucaí”, onde decorrem os tradicionais desfiles do carnaval carioca.   O governador do Rio, Claúdio Castro, destacou que a “ação corrobora com o investimento do Estado em tecnologia, como também em policiais capacitados e treinados para promover um trabalho de excelência, garantindo a segurança da população”. Este responsável ressaltou que o “sistema de reconhecimento facial demonstra o compromisso do Estado do Rio de Janeiro com a segurança pública e o uso da tecnologia para fortalecer o combate ao crime”.   Para o coronel da Polícia Militar, Marcelo de Menezes Nogueira, “não há um local de grande concentração de público que não esteja sendo monitorizado”.   Segundo apurámos, o sistema é utilizado “por militares baseados no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC)”, onde monitorizam o fluxo de pessoas em diversas áreas, seja em eventos como o Carnaval, a orla marítima, pontos turísticos, rodovias e estações de transporte coletivo. O sistema está conectado “a mais de 260 mil dispositivos (câmaras e alarmes) instalados em vias públicas em todo o território estadual” e também a “13 mil câmaras corporais portáteis dos policiais militares”.   São Paulo: drones e policiais fantasiados ajudaram na luta contra o crime Um plano estratégico das forças de segurança de São Paulo, com ações que vão de policiais fantasiados nas ruas até a utilização de drones, trouxe números expressivos no combate à criminalidade durante o Carnaval em todo o estado de São Paulo. A atuação das bases móveis, a ampliação do efetivo e atenção especial à segurança da mulher estiveram entre os destaques do enfrentamento ao crime pelas autoridades paulistas.   As forças de segurança de São Paulo prenderam 591 pessoas, recuperaram 140 telemóveis, 167 cartões de banco, apreenderam 26 armas de fogo e mais de 284 kg de entorpecentes durante o Carnaval em todo o Estado.   Os furtos reduziram 28% em todo o Estado no período analisado, passando de 3.339 ocorrências, no ano passado, para 2.395 na festa de 2025. Na capital, a queda de roubos de telemóvel foi de 36%.   “Foram ações estratégicas e criativas justamente para deter os criminosos que se aproveitam de uma festa tão grande. Mostramos que eles não podem fazer o que querem em São Paulo”, disse o secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite.   No sábado, dia 1 de fevereiro, agentes fantasiados de Power Rangers prenderam um criminoso com sete telemóveis furtados num bloco da zona sul. O caso ganhou repercussão internacional e os policiais chegaram a ser aplaudidos por foliões após capturarem o homem. Outro semelhante aconteceu, quando policiais civis disfarçados recuperaram 11 telefones com três homens, que foram detidos na região do Parque Ibirapuera, zona sul de São Paulo.   As equipas também atuaram com auxílio de drones, o que colaborou no patrulhamento e prevenção de crimes, além de andarem entre os foliões.   O Governo de São Paulo ampliou o policiamento na capital, grande São Paulo, interior e litoral durante o Carnaval deste ano. Cerca de 20 mil policiais militares estiveram nas ruas para garantir a folia na Operação Carnaval.   Os agentes estiveram nos pontos de maior fluxo de foliões em diferentes meios — viaturas, cavalos, cães, embarcações e aeronaves — em todo o Estado. As unidades policiais, como a Rodoviária, Batalhão de Trânsito, Bombeiros e Ambiental, também foram reforçadas. O Comando de Aviação da PM sobrevoou a capital paulista com dois helicópteros Águia, dando apoio às equipas em solo. No interior do Estado, nove helicópteros foram mobilizados. No litoral do Estado, foram duas aeronaves em apoio.   A PM e a Polícia Civil estiveram também nas imediações do Sambódromo do Anhembi, local dos desfiles de Carnaval em São Paulo, e nas ruas.   Marcando o início do Mês da Mulher, a Polícia Militar montou 14 tendas exclusivas para o acolhimento e atendimento de mulheres no Carnaval de São Paulo vítimas de importunação sexual durante os dias de festa.   Na sua estreia no Carnaval de São Paulo, o “Smart Sampa”, considerado o “maior programa de videomonitorização da América Latina”, provou, segundo o governo municipal de São Paulo, “a sua eficiência ao viabilizar, por meio das câmaras de reconhecimento facial, a prisão de 23 criminosos, sendo dez deles em flagrante e 13 foragidos da Justiça que estavam a ser procurados”, entre os dias 22 de fevereiro e 4 de março. A ferramenta, implementada pela Prefeitura de São Paulo há oito meses, também foi responsável pela localização de duas pessoas que estavam desaparecidas.   Experiência portuguesa: operação “Carnaval 2025” divulgou dados provisórios   A Guarda Nacional Republicana (GNR) portuguesa, entre o dia 24 de fevereiro e 05 de março, realizou a Operação “Carnaval 2025” e intensificou as ações de sensibilização, patrulhamento e fiscalização nos locais de festividades, estabelecimentos comerciais onde se procedeu à venda de artigos pirotécnicos e nos eixos rodoviários de acesso às principais zonas onde ocorram festividades associadas ao Carnaval, em todo o território nacional.   Como resultado das ações de prevenção, sensibilização e fiscalização, registaram-se dados que destacam, entre outros pontos, 56 detidos por tráfico estupefacientes; 50 detidos por furto e roubo; e 24 detidos por posse ilegal de armas ou armas proibidas. Foram ainda apreendidas 72 armas; 2.461 munições de diferentes calibres; e 13 veículos.   Houve também uma grande fiscalização rodoviária, com 493 condutores detidos por conduzirem com uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 g/l. Foram ainda detidas 194 pessoas, por conduzirem sem habilitação legal. Registaram-se 2.051 acidentes, sete vítimas mortais e cerca de 600 feridos.   Fotos: divulgação Ígor Lopes

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