Revista do Villa
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Revista luso-brasileira de conteúdo sobre cultura, gastronomia, moda, turismo,
entretenimento, eventos sociais, bem-estar, life style e muito mais...
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- Abertura da Temporada clássica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
O Theatro Municipal do Rio de Janeiro, presidido por Clara Paulino abriu sua temporada clássica com um concerto para comemorar os duzentos anos de Johann Strauss II. O espetáculo contou com a presença de um grupo de Embaixadores de Turismo do Rio de Janeiro, capitaneado por Viviane Fernandes, presidente dos Embaixadores de Turismo do RJ e por Eric Herrero, diretor artístico do Theatro . O espetáculo que trouxe valsas e polcas foi antecedido de um coquetel oferecido pela Embaixada da Áustria no Brasil e uma apresentação do músico austríaco pela Ministra Judith Schildberger. A criatividade do diretor artístico Eric Herrero na apresentação com performance de bailarinos como a embaixadora do Rio Liana Vasconcellos e a soprano Michele Menezes fizeram da noite vienense uma experiência única sob a batuta do maestro Felipe Prazeres. Vejam algumas presenças na noite de deleite clássico. Fotos divulgação Sophie Barbara ,Viviane Fernandes ,Bayard Boiteux e Judith Schildberger O camarote dos Embaixadores do Rio com Viviane Fernandes ,Matheus Oliveira ,Maurício Cotta e Bernard Valansi ,Bernadete Simonelli e Sophie Barbara Jube Viviane Fernandes e Eric Herrero Chico Vartulli com o Embaixador do Turismo Willys Haubrichs e convidados Marcello Antunes ,Regina Bogossian e Regina Ceppas Viviane Fernandes com Matheus Oliveira e a palestrante da Noite Judith Schildberger ,da Embaixada da Áustria em Brasília Revista do Villa || Divugação Rio
- Brasil: encontro sobre associativismo luso-brasileiro terá reunião das Câmaras Portuguesas de Comércio em Fortaleza
A tradicional reunião das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil, integrada na programação do Encontro Nacional do Associativismo Luso-Brasileiro, vai ser realizada na sede da Sociedade Beneficente Portuguesa em Fortaleza, capital do estado do Ceará, no próximo dia 19 de março, durante um almoço no Hotel Vila Galé do Futuro. Sob o lema “Reinventar o Associativismo”, o encontro prosseguirá até quinta-feira, dia 20, com o propósito de “fortalecer a integração e a cooperação entre Associações Portuguesas no Brasil, o Corpo Consular, Câmaras Brasil-Portugal de Comércio e Conselheiros das Comunidades Portuguesas” para efetuar “novas formas de atuação e parcerias” e, assim, refletir as atuais exigências da comunidade luso-brasileira. Os interessados podem obter mais informações sobre como se inscrever por meio dos canais oficiais do Vice-Consulado de Portugal em Fortaleza ou pelos e-mails: beneficenteportuguesafortaleza@gmail.com ou secretariace@cbpce.org.br Foto: Divulgação Ígor Lopes
- Monólogo 'O Céu da Língua', de Gregório Duvivier, chega ao Teatro Riachuelo Rio
Crédito: Joana Calejo Pires Links para imagens: https://drive.google.com/drive/folders/1mtrrXZjJy7ApFshAC_eyZocDI2KLd-oo Quem tem medo de poesia? Gregório Duvivier não faz parte deste grupo e, como um apaixonado, faz de tudo para persuadir os outros das qualidades do seu objeto de encanto – até mesmo criar um espetáculo sobre o assunto. No monólogo “O Céu da Língua” , uma comédia poética, o artista usa o seu discurso sedutor para convencer o público de que tropeçamos diariamente na poesia e o assunto é prazeroso e divertido. O Teatro Riachuelo Rio recebe o espetáculo, em uma curta temporada, de 20 a 23 de março. "Uma ode à língua portuguesa e ao poder da palavra", disse a crítica Suzana Verde, no jornal O Observador. "É comédia da boa, apesar de por vezes ser difícil rir, estando tão assoberbados com tudo o que acontece em palco". No aniversário de 500 anos de Luis de Camões, foi a peça de um brasileiro que roubou a cena em Portugal. Gregorio Duvivier, que não estreava uma peça nova há cinco anos, fez essa peça para homenagear sua língua-mãe. Encontrou, ao fazer a peça, uma legião de pessoas que compartilham dessa paixão. "Gregorio Duvivier é um artista completo, no sentido mais renascentista do termo", disse Miguel Esteves Cardoso, o maior cronista de Portugal, no jornal O Público. “A poesia é uma fonte de humor involuntário, motivo de chacota”, reconhece o ator, que cursou a faculdade de Letras na PUC do Rio de Janeiro e publicou três livros sobre o gênero literário. “Escrevi uma peça que pode ajudar alguém a enxergar melhor o que os poetas querem dizer e, para isso, a gente precisa trocar os óculos de leitura”. A direção é da atriz Luciana Paes, parceira de Gregório no espetáculo de improvisação Portátil - e nos vídeos do canal Porta dos Fundos. Se no seu solo anterior, Sísifo (2019), escrito junto com Vinicius Calderoni, Gregório subia uma grande rampa dezenas de vezes, agora, o que se tem é uma encenação desprovida de qualquer cenário. No palco, totalmente limpo, o instrumentista Pedro Aune cria ambientação musical com o seu contrabaixo, e a designer Theodora Duvivier, irmã do comediante, manipula as projeções exibidas ao fundo da cena. O resto é só o comediante e sua devoção pelas palavras. “Acredito que o Gregório tem ideias para jogar no mundo e, com essa crença, a coisa me move independentemente de qualquer rótulo”, diz Luciana, uma das fundadoras da celebrada Cia. Hiato, que estreia na função de diretora teatral. “O Céu da Língua” não é um recital. Por outro lado, garante Luciana, a dramaturgia de Gregório não deixa de ser poética. “O stand-up comedy aqui é uma pegadinha pra falar de literatura”, como ela bem define. "A peça fica na esquina do poema com a piada", arremata o ator. “O Gregório comediante está no palco ao lado do Gregório intelectual com seu fluxo de pensamento ininterrupto e por isso a plateia embarca na proposta”, explica a diretora, que compartilha com o ator a paixão pelo nome das coisas. “Graças aos seus recursos de ator, Gregorio pega o público distraído. Ninguém resiste quando é surpreendido por alguém apaixonado.” Gregório, desde a infância, carrega uma obsessão pela palavra, pela comunicação verbal, pela língua portuguesa. Assim o protagonista brinca com códigos, como aqueles que, em sua maioria, só são decifrados por pais e filhos ou casais enamorados. As reformas ortográficas que tiram letras de circulação e derrubam acentos capazes de alterar o sentido das palavras inspiram o artista em tiradas bem-humoradas. O mesmo acontece quando ele comenta a ressurreição de palavras esquecidas, como “irado”, “sinistro” e “brutal”, que voltaram ressignificadas ao vocabulário dos jovens. E aquelas que só de ouvi-las geram sensações estranhas, a exemplo de afta, íngua, seborreia, ou outras, inventadas, repetidas à exaustão, como “atravessamento”, “disruptivo” ou “briefings”? Até destas Gregório extrai humor. Para o artista, a língua é algo que nos une, nos move, mas raramente damos atenção a ela. É só pensar nas metáforas usadas no cotidiano – “batata da perna”, “céu da boca”, “pisando em ovos”. Nesta hora, usamos a poesia e nem percebemos. Para provar que a poesia é popular, Gregório chama atenção para os grandes letristas da música brasileira, como Orestes Barbosa e Caetano Veloso, citados em “O Céu da Língua” através das canções “Chão de Estrelas” (1937) e “Livros” (1997). A massa ainda há de comer o biscoito fino que fabrico", disse Oswald de Andrade. Infelizmente a literatura no Brasil nunca encheu estádios. Mas a palavra cantada, essa sim, ganhou multidões. “Foi a nossa música popular quem conseguiu realizar o sonho oswaldiano de levar poesia para as massas”, festeja o ator. Nesta cumplicidade com a plateia, Gregório mostra gradativamente que a poesia não tem nada de hermética e que a nossa língua não deve nada a nenhuma outra. Muito pelo contrário. Temos um manancial de poesia desperdiçada em cada conversa jogada fora. "Minha pátria é a língua portuguesa", diz Fernando Pessoa. Caetano continua: "e eu não tenho pátria, eu tenho mátria e quero frátria". Gregorio constroi o espetáculo em torno dessa fraternidade, e nos lembra que, apesar de todas as nossas diferenças, temos uma língua em comum que nos irmana. E também pode nos fazer gargalhar. Teatro Riachuelo Rio O prédio, tombado como patrimônio histórico-cultural, é imponente e se destaca na Rua do Passeio, número 40 , reunindo passado, presente e futuro em um só lugar. O ícone da belle époque brasileira ficou com as portas fechadas por dois anos até 2016, quando foi devolvido à população como Teatro Riachuelo Rio, sempre com uma programação plural e acessível. Desde então, foram realizadas diversas peças, musicais, concertos e shows. Com uma área de aproximadamente 3.500 m², o teatro oferece uma estrutura completa para seus frequentadores, incluindo foyer, salas de ensaio, escritórios, camarins, área externa e uma grande sala com plateia para 999 pessoas. Mais do que um espaço físico, o teatro representa um compromisso com a promoção da cultura e da arte em suas diversas formas. O espaço conta ainda como o Bettina, Café & Arte, que além de abrir como bomboniere para atender ao público do teatro, funciona também para café da manhã e almoço. Ficha Técnica Texto: Gregorio Duvivier e Luciana Paes Interpretação: Gregorio Duvivier Direção: Luciana Paes Assistente de direção: Theodora Duvivier Direção musical e execução da trilha: Pedro Aune Criação visual e projeções: Theodora Duvivier Iluminação Ana Luzia de Simoni Cenografia: Dina Salem Levy Assistente de cenografia: Alice Cruz Figurino: Elisa Faulhaber e Brunella Provvidente Costureira: Riso Monteiro Fotos: Demian Jacob Foto de capa: Joana Calejo Pires Arte Livreto: Maria Cau Designer Gráfico: Laercio Lopo Visagismo: Vanessa Andrea Administração: Andréia Porto Produção Executiva: Lucas Lentini Produção: Pad Rok Produções Culturais, Clarissa Rockenbach e Fernando Padilha Serviço: Nome: O Céu da Língua Data e horário: 20 a 23 de março Sexta e sábado às 20h e domingo às 18h Vendas: https://ingressocom.showare.com.br/Performance/PromotionsSlim.aspx?PerformanceId=68421&trk_eventId=326&sw_sc=interiachuelo Classificação: 14 anos Duração : 90 minutos Valores : Balcão R$40 Balcão Nobre R$ 80 Plateia R$100 Plateia Vip R$120 Alex Varela
- Primeira edição do “Sheree Bootcamp” resultou no encontro de parceiros de negócios com foco em startups
Foto cedida pela organização do evento A incubadora “Sheree – The Startup Place”, localizada em Lisboa, Portugal, realizou, entre os dias 15, 16 e 22 de fevereiro, a primeira edição do “Sheree Bootcamp”, um programa intensivo e gratuito, que visou “capacitar empreendedores com formação especializada, mentoria e oportunidades estratégicas de networking”. Segundo os responsáveis pelo evento, esta iniciativa possibilitou “fornecer ferramentas essenciais para que os participantes pudessem estruturar e apresentar os seus projetos de forma inovadora e sustentável”, além disso, “promoveu a colaboração entre os participantes e mentores, incentivando soluções inovadoras para desafios reais enfrentados pelas startups”. Esta iniciativa contou com 25 empreendedores participantes, com projetos em diferentes estágios de desenvolvimento. De acordo com Higor Ferro Esteves, fundador da Sheree, a programação do bootcamp foi estruturada para “garantir uma experiência dinâmica e interativa”. “O evento gerou impactos significativos. No total, cinco empreendedores apresentaram os seus pitches, e quatro foram selecionados para incubação na Sheree. Além da capacitação técnica, o bootcamp proporcionou uma valiosa oportunidade de networking, permitindo que os participantes estabelecessem conexões estratégicas, resultando em colaborações e trocas de serviços entre os próprios empreendedores. Muitos dos participantes não apenas aprimoraram as suas habilidades, mas também encontraram parceiros para o desenvolvimento de seus negócios”, afirmou Higor Ferro Esteves. Formações com um olhar atento para a atualidade das startups Ao todo, foram três dias de imersão. Nos dois primeiros dias, os participantes tiveram acesso a workshops práticos e teóricos voltados para o desenvolvimento de negócios. As sessões abordaram temas como “Business Model Canvas”, ministrado por Silvestre Rosa, onde foram discutidos conceitos de validação de ideias e estruturação de modelos de negócio. O workshop sobre “Desenvolvimento de Plataforma Digital”, conduzido por Pedro Nunes, focou em modelos de negócio digitais, estratégias de MVP e ferramentas para desenvolvimento de software, incluindo abordagens low-code e no-code. Já o workshop sobre “Plano Financeiro”, com Miguel Miranda, trouxe insights sobre projeções financeiras, cálculo de investimento inicial, fluxo de caixa e ponto de equilíbrio. O ciclo de formações foi concluído com uma sessão dedicada à “Preparação de um Pitch Eficaz”, ministrado por Higor Esteves, que ensinou técnicas para estruturar uma apresentação clara e objetiva, utilizando dados concretos, controlo de voz e postura, além de estratégias para responder perguntas e lidar com imprevistos. “O Sheree Bootcamp consolidou-se como uma iniciativa transformadora, conectando mentes inovadoras e impulsionando startups com conhecimento prático, mentorias de qualidade e oportunidades reais para crescimento no ecossistema empreendedor”, finalizou o fundador da Sheree. Recorde-se que o objetivo central da incubadora é “fomentar o empreendedorismo em Portugal através da partilha de conhecimento”. Entre os serviços disponíveis estão ações de formação e programas de incubação, com uma forte aposta em jovens e imigrantes para “desenvolverem o empreendedorismo em Portugal”. “O que pretendemos é promover e dar condições para que os cidadãos portugueses e estrangeiros residentes em Portugal possam contribuir ativamente para o desenvolvimento da economia local através do apoio ao empreendedorismo sustentável e escalonável”, finalizou Higor Ferro Esteves. Ígor LopA incubadora “Sheree – The Startup Place”, localizada em Lisboa, Portugal, realizou, entre os dias 15, 16 e 22 de fevereiro, a primeira edição do “Sheree Bootcamp”, um programa intensivo e gratuito, que visou “capacitar empreendedores com formação especializada, mentoria e oportunidades estratégicas de networking”. Segundo os responsáveis pelo evento, esta iniciativa possibilitou “fornecer ferramentas essenciais para que os participantes pudessem estruturar e apresentar os seus projetos de forma inovadora e sustentável”, além disso, “promoveu a colaboração entre os participantes e mentores, incentivando soluções inovadoras para desafios reais enfrentados pelas startups”. Esta iniciativa contou com 25 empreendedores participantes, com projetos em diferentes estágios de desenvolvimento. De acordo com Higor Ferro Esteves, fundador da Sheree, a programação do bootcamp foi estruturada para “garantir uma experiência dinâmica e interativa”. “O evento gerou impactos significativos. No total, cinco empreendedores apresentaram os seus pitches, e quatro foram selecionados para incubação na Sheree. Além da capacitação técnica, o bootcamp proporcionou uma valiosa oportunidade de networking, permitindo que os participantes estabelecessem conexões estratégicas, resultando em colaborações e trocas de serviços entre os próprios empreendedores. Muitos dos participantes não apenas aprimoraram as suas habilidades, mas também encontraram parceiros para o desenvolvimento de seus negócios”, afirmou Higor Ferro Esteves. Formações com um olhar atento para a atualidade das startups Ao todo, foram três dias de imersão. Nos dois primeiros dias, os participantes tiveram acesso a workshops práticos e teóricos voltados para o desenvolvimento de negócios. As sessões abordaram temas como “Business Model Canvas”, ministrado por Silvestre Rosa, onde foram discutidos conceitos de validação de ideias e estruturação de modelos de negócio. O workshop sobre “Desenvolvimento de Plataforma Digital”, conduzido por Pedro Nunes, focou em modelos de negócio digitais, estratégias de MVP e ferramentas para desenvolvimento de software, incluindo abordagens low-code e no-code. Já o workshop sobre “Plano Financeiro”, com Miguel Miranda, trouxe insights sobre projeções financeiras, cálculo de investimento inicial, fluxo de caixa e ponto de equilíbrio. O ciclo de formações foi concluído com uma sessão dedicada à “Preparação de um Pitch Eficaz”, ministrado por Higor Esteves, que ensinou técnicas para estruturar uma apresentação clara e objetiva, utilizando dados concretos, controlo de voz e postura, além de estratégias para responder perguntas e lidar com imprevistos. “O Sheree Bootcamp consolidou-se como uma iniciativa transformadora, conectando mentes inovadoras e impulsionando startups com conhecimento prático, mentorias de qualidade e oportunidades reais para crescimento no ecossistema empreendedor”, finalizou o fundador da Sheree. Recorde-se que o objetivo central da incubadora é “fomentar o empreendedorismo em Portugal através da partilha de conhecimento”. Entre os serviços disponíveis estão ações de formação e programas de incubação, com uma forte aposta em jovens e imigrantes para “desenvolverem o empreendedorismo em Portugal”. “O que pretendemos é promover e dar condições para que os cidadãos portugueses e estrangeiros residentes em Portugal possam contribuir ativamente para o desenvolvimento da economia local através do apoio ao empreendedorismo sustentável e escalonável”, finalizou Higor Ferro Esteves. Ígor Lopes
- Jornalista Sylvia de Castro comemora seus 80 anos com festa na Casa Julieta de Serpa
Sylvia de Castro comemorou, na tarde de ontem (11/03), seus 80 anos com chá para 150 amigas na Casa Julieta de Serpa, ao som do sax e voz de Felipe Schmitt. Bolo de Silvia Tavares, doces Maria Eny de Paula, bem vivido Marta Proto, chocolates Pat Piva e Fátima Perez. Cerimonial: Amaro Leandro Decoração: Amaro Leandro e Carlos Lamoglia Fotos: José Olímpio http://zeolimpio.jalbum.net/ Revista do Villa || José Olimpio
- Entrevista: Greg Alexandre Patelli (VJ Greg)
A carreira do até então DJ Greg, começou no Réveillon de 1996 para 1997, no Bar Blue Angel, em Copacabana. Um dos sócios (Zeka Albuquerque), foi produtor da banda Nostradamus, da cidade de Mogi Mirim, interior de São Paulo, onde o VJ Greg era Vocalista. A Banda participou de um festival, intitulado Fest Valda, em São Paulo, com mais de 40 bandas, onde a favorita era a Banda Confraria, que tinha nos vocais Pedro Mariano (Filho de Elis) e na Guitarra Max de Castro (Filho de Wilson Simonal). O festival aconteceu no PALACE, a casa de shows mais badalada de São Paulo em 1992, foram 3 eliminatórias e a grande final, onde a Banda Nostradamus consagrou-se campeã. O Prêmio, na época, foi a gravação de um compacto simples em vinil pela Sony Music e a gravação de um videoclipe para MTV. Para a gravação, o diretor Carioca Zeka Albuquerque, foi até São Paulo assistir um show da banda e sugeriu que eles gravassem o videoclipe na Cidade Maravilhosa. Chegando lá com a banda, Greg se apaixonou imediatamente pela cidade, depois de terminar a gravação do Clipe, o diretor, se ofereceu para produzir a banda que resolveu se mudar para o Rio em 1993. A Banda morando junto durante mais de um ano no Rio, pouco produziu, Greg não conseguia compor nenhuma música e chegaram a fazer menos de 10 shows nesse tempo, destacando o do Circo Voador. Dois desistiram e voltaram para o interior de São Paulo, ficou Greg e o Baixista, que logo depois desistiu também. Greg, completamente apaixonado pela cidade, acabou trabalhando como assistente de produção, na produtora ZK Filmes, do produtor da Banda. A produtora fechou as portas no começo de 1996 e nesse tempo ele teve que se virar com trabalhos ocasionais e sua inspiração para compor aflorou com tudo, mas sem banda. Até quem outubro de 1996, ele ficou sabendo que Zeka estava abrindo um pequeno bar, na rua Júlio de Castilhos, em Copacabana. Em dezembro Greg deu uma passada lá e comentou que se ele precisasse de alguém para trabalhar, em qualquer coisa, ele estaria disponível. Faltando 3 dias para a virada do ano, Zeka liga para Greg pedindo para trabalhar na noite de Réveillon, chegando lá, ele disse “Greg, Você vai ser o DJ”, suas pernas tremiam, mas no bar havia um vasto repertório em cd´s e Greg também tinha um bom conhecimento, até porque teve uma breve passagem por uma Rádio em Mogi Mirim. O público, chamado de GLS na época, não parava de gritar a cada música que ele colocava, nisso seu nervosismo aumentava, Greg Pensava “qual música colocar depois?” E as pessoas gritavam! A festa acabou as 7 da manhã e foi incrível. Dez dias depois, Zeka liga pra ele, falando que os clientes estavam perguntando do DJ do réveillon e assim começou sua carreira. No Blue Angel, havia um telão e um videocassete, então Greg resolveu começar a colocar alguns videoclipes das músicas e era uma grande novidade, dizem que ele é percursor nisso, mas com certeza alguém já fazia isso. Em 2001, Greg recebeu uma proposta para tocar no recém inaugurado bar The Copa, na rua Aires Saldanha, que até então só tinha música ambiente e funciona mais como restaurante. Lá ele começou a loucura de só tocar videoclipes, munido de dois aparelhos de videocassete, uma mesa de corte de vídeo tosca, com duas mini tv´s para preview. Ele levava uma mala de fitas VHS, todas com as marcações no papel do tempo que estava a música que ele queria na fita. Até hoje ele reflete sobre isso “como conseguia fazer essa loucura!!” Logo em seguida veio o DVD, que melhorou e facilitou bem as coisas e logo depois o laptop, aí ficou fácil, a partir daí, muitos VJ´s apareceram na cena influenciados pelo trabalho do VJ Greg no Rio. Mas voltando ao The Copa, logo no primeiro dia, apareceu uma galera animada que se jogou na pista e ficou pasma com a ideia de música com videoclipe, vários me perguntavam como eu fazia, se já era gravado, mas eu mixava uma a uma na hora. Rolou o boca-a-boca e a casa começou a encher, principalmente porque minha “vibe” era fazer como se fosse uma festinha de amigos em casa, nada de música pesada de boate, eu tocava os Hit´s originais, dos anos 1970 até atuais. Em 2006, ao pedir uma melhora no seu cachê e mediante uma negativa, desligou-se em novembro do The Copa. A sorte foi que em dezembro ele tinha algumas festas particulares pra fazer. No inicio de 2007 tocou algumas vezes numa loja que a noite virava um barzinho, num shopping da Barra, mas durou pouco, até que um amigo o chamou para ir no Karaokê do Boy Bar, que era anexo da famosa Boate Le Boy. Quando Greg entrou, o gerente foi em sua direção e perguntou “Você é o Greg?”, “Estou há meses tentando seu contato, pedi para um DJ “amigo” seu, mas ele não quis me dar…”, que “amigo”, né? Uma semana depois Greg já estava tocando lá aos sábados e o público que o seguia soube e começou a encher a casa, o que rendeu dele tocar as sextas também lá, com casa cheia e fila na porta. Só que no Boy Bar ele firmou um contrato bem melhor, ficando com boa parte da bilheteria, pouco tempo depois começou a tocar as quintas no La Cueva em Copacabana e aos domingos no Galeria Café em Ipanema. Todos no mesmo formato de negociação, agora sim, o VJ tinha o valor que merecia. Pouco tempo depois, deixou de tocar no La Cueva, porque recebeu uma proposta melhor as quintas no Galeria Café. Até que em 2009, quis realizar o sonho de ter sua própria casa noturna, o TV BAR, no Shopping Cassino Atlântico em Copacabana, tendo que se desligar das casas em que tocava. O TV BAR foi inaugurado no começo de dezembro 2009, foram 10 anos de sucesso, mas de muito estresse também. Toda a concepção do Bar, voltada pra história da TV, foi criada por Greg, junto com seus dois sócios, Felipe Hauch e Ronaldo Ricardo. Greg vivia intensamente aquele bar, de segunda a segunda estava lá, junto com seus sócios, inventando decorações novas, novas ideias, muitas vezes nem voltava pra casa, dormia lá mesmo. Era o seu “Brinquedinho”. Vale ressaltar que a maioria das coisas ele e os sócios metiam a mão na massa, um dos sócios trabalhava com marcenaria, então sofás, cabine do DJ, mesas e tudo que fosse possível eles mesmo faziam. Esse trabalho insano do VJ, acabou tendo consequências a sua saúde física e emocional, tendo que por duas vezes se afastar durante um tempo do bar, mas depois sempre voltava no mesmo ritmo. Mas com a chegada da pandemia, eles tiveram que fechar as portas, porque estava ficando inviável os custos para manter o bar fechado durante tanto tempo. Passada a pandemia, o VJ Greg tocou em diversas casas, atualmente no Galeria Café, La Cueva, Mansão L&D (antigo Buraco da Lacraia) e Pub Retrô lapa, tanto o Vj quanto seu público envelheceram, mas muitos ainda frequentam as festas aonde toco e sempre me contam histórias, de terem se casado ao som das minhas músicas, entre outras várias histórias. Mas o VJ GREG continua ganhando novos fãs e está aí, na Luta. E você, conhece o VJ GREG? Curiosidades: No Blue Angel tocou na presença de várias celebridades, entre elas, Guilherme Karan, Mauricio Branco, Rodolfo Botino, Elke Maravilha, Watusi, Márcia Cabrita, Luís Salem, Gilberto Gawronski, Aloísio Abreu, Guilherme Leme, André Gonçalves e Marilia Padilha ( que no final o aplaudiu pela mixagem onde tocava uma música da Fernanda Abreu com imagens de Carmem Miranda dançando),entre outros. No The Copa: Ângela, Fernanda Abreu, Juliana Paes, Flávia Alessandra (que fez questão de cumprimentar o trabalho dele) e pasmem, fez dançar William Bonner e Fátima Bernardes, que foram jantar e comemorar o aniversário de um diretor da Globo. No Boy Bar: Vera Fischer (que foi até sua cabine e disse: “Você é Maravilhoso!!”), Gretchen, Rita Ribeiro, Jean Willys, entre outros No Galeria Café: Eduardo Duzek, Bruno Chateaubriand, Rodrigo Fagundes, Paulo Gustavo, Rodrigo Sant´Anna, Claudio Lins entre outros. No TV Bar: Alline Moraes, Leonardo Vieira, Luiz Fernando Guimarães, Rosanah, Totia Meireles, Alessandra Maestrini, Patricia Marx, Emilio Santiago, Elisangela e até o cantor de “Despacito” Luis Fonsi, entre muitos outros. 1 - Sua carreira como DJ Greg, começou no Réveillon de 1996 para 1997, no Bar Blue Angel, em Copacabana. Como foi para você este início badalado em uma ´época do auge da música Eletrônica e Dance Music? Bom, no começo foi um pouco assustador, jamais pensei em ser DJ, mas como eu tinha um vasto conhecimento de música pop, tanto internacional como Nacional, e no Blue Angel, já havia uma grande variedade de cd´s a disposição facilitou bastante no começo. Só não sabia que as pessoas iam gostar tanto da minha seleção. Veja bem, nunca me considerei um DJ/VJ de boate, minha vida era criar um clima de um encontro de amigos para dançar e curtir músicas nas suas versões originais, raramente tocava Remixes. E ainda com a disponibilidade que o bar tinha de tocar vídeos com um videocassete e o telão, comecei a intercalar clipes e só música. Até que quando saí do Blue Angel e fui para o The Copa, que tinha várias TV´s espalhadas pelo bar, daí resolvi investir em 2 videocassetes, monitores e um mixer de vídeo improvisado. E coloquei na minha cabeça que daquele momento em diante eu só tocaria músicas com seus videoclipes e pouquíssimos remixes, somente depois da pandemia, quando comecei a tocar em lugares que eram realmente “Boates” investi bastante em músicas remixadas, antes eram “ casas noturnas com um clima mais pra música pop, no caso tocava um ou outro remix, de cantoras que as músicas originais eram mais lentas, como Whitney Houston , Mariah Carey entre outras. 2- Foi vocalista da Banda Nostradamus que participou do festival Fest Valda, em São Paulo com mais de 40 bandas... sendo campeã, como foi esta participação? Foi a realização de um sonho, quando entro em algo, entro pra vencer, se caso perdesse, só iria pensar nisso depois, mas, modéstia a parte, eu era bem performático e carismático, me sentia totalmente seguro e forte em cima do palco, mas os conflitos com os integrantes da banda, a coisa se desfez e eu corri atrás de algum trabalho , principalmente porque eu queria continuar morando no Rio e por acaso continuei trabalhando com música, agora como VJ, levando junto minha performance de palco e carisma, muitos clientes me falavam que não sabiam se olhavam pros clipes ou para minha performance contagiante. Eu acredito muito na energia que a pessoa emana juto com a música que toca. Claro que nesse meio tempo, eu continuava tentando encontrar músicos para formar uma nova banda, até consegui, mas cada um tinha metas diferentes para a vida. 3 - O Prêmio, na época, foi a gravação de um compacto simples em vinil pela Sony Music e a gravação de um videoclipe para MTV... Uma trajetória com uma organização muito Influente...isto ajudou na sua publicidade na mídia? Sim, na época fizemos várias entrevistas para MTV, nosso clipe passou algumas vezes no canal, saímos na revista Veja (Interior SP), Folha de São Paulo, Estadão, entre outros. Fomos até perseguidos por um grupo de garotas, quando fomos tocar em São Paulo, que tinham visto nossas entrevistas e nosso clipe na MTV, foi bem engraçado! Já no Rio, fizemos entrevista numa rádio, alguns shows, destaque para o do Circo Voador, mas como todos moravam no mesmo apartamento, os conflitos e discussões foram crescendo e afetou meu lado compositor, fiz uma ou duas músicas. E quando todos foram embora, a inspiração voltou muito forte, compus muitas canções. Mas, precisava de músicos e dinheiro, que na época era pra pagar contas e se alimentar e uma ida ao teatro, cinema, rs. 4 - Como foi para você ser convidado para ser Dj por “Zeka” na abertura do Bar em Copacabana? Foi assustador, pois ele me avisou faltando duas horas pra festa começar, corri pra cabine do DJ, testei os equipamentos e já fui escolhendo músicas pra tocar, mas Zeka me conhecia muito bem, principalmente meu gosto e conhecimento musical, mas tocar para uma pista de dança?? Deu medo! Minhas pernas tremiam cada vez que eu colocava uma música, as pessoas chegavam a gritar e cantar junto, daí eu tinha que surpreender na próxima, as pernas tremiam mais, mas acho que meu anjo da guarda estava do meu lado me ajudando, comecei a tocar as 22 horas e só parei as 7 da manhã, tensão do começo ao fim, mas saí feliz e sem acreditar no que tinha acontecido! 15 dias depois, Zeka, dono do Blue Angel, me convidou para tocar todo final de semana, devido principalmente pelos pedidos dos clientes. 5 – Conte a fase que morou no Rio de Janeiro, Cidade consagrada como Maravilhosa? Moro no Rio, desde 1993, foi paixão à primeira vista, não me imagino saindo daqui, voltando pro interior de São Paulo ou qualquer outro lugar, a não ser um ano em Madri ou Londres!! Kkk Mas, por mais que as vezes a cidade pareça perigosa e abandonada pelos seus administradores, sou apaixonado pelo Rio, compus várias canções enaltecendo a cidade, que quero gravar ainda esse ano. Hoje tenho 53 anos, mais de 27 anos trabalhando como VJ, fiz muitos e bons amigos, além de conhecer muita gente legal e que me admira muito pelo meu trabalho. Saí da cidade de Mogi Mirim (SP), onde nasci, com 22 anos. Já moro no Rio há quase 32 anos, aqui agora é o meu lugar, sou muito ligado a minha família em Mogi e muitos amigos especiais lá, hoje sempre nos falamos por Whatsapp, eles já vieram me visitar várias vezes e eu tento ir pelo menos 1 vez no ano pra lá, mas é bate e volta, eles não ficam muito felizes com isso, mas logo bate saudade do Rio. 6 – Tocou em várias Boates famosas no RJ: Boy Bar (anexo da Le Boy), The Copa, La Cueva, o Galeria Café em Ipanema... até ter sua própria, TV BAR que te consagrou muito mais...conte esta fase, por favor? Foi uma fase incrível, de muito sucesso com o público LGBT, ganhava muito bem, não tinha porque não estar feliz, mas era difícil namorar, ir a festas, viajar com amigos, pois eu trabalhava muitos vezes de quinta a domingo e com a abertura do TV Bar, consegui viajar algumas vezes e ficava em contato remoto com todos da casa, já que eu era o cara que controlava, cuidava de tudo lá, da parte técnica, mas além dos meus sócios, tínhamos 2 gerentes que estavam conosco desde a abertura do bar e eram maravilhosos e já sabiam se virar. Mas só em 2018, consegui ficar tranquilo para fazer uma viagem longa, passei um mês na Europa (Lisboa, Paris, Londres, Barcelona, Madri, Roma e Palermo, onde mora uma das minhas irmãs), confesso que queria ter ficado mais! O Bom que voltei cheio de novas ideias, conhecendo os bares e boates de lá, deixei meus sócios malucos, eram muitas idéias. 7 – Seu público é antigo e sempre batiam carteirinha nas baladas, teve até casamentos neste meio...como é pra você saber que através de sua festa aconteceu estes matrimônios? Cara, esses lugares que eu tocava eram praticamente “Clubinhos” e todo mundo acabava se conhecendo, namorando, casando. Sempre aparece um contando histórias sobre as minhas noites, que casou, que mudou sua vida, que foram os melhores momentos que viveu na noite entre outras coisas. Isso, nossa, me faz muito feliz e agradecido. O mais engraçado são os que davam bem meus amigos e confessaram que dava em cima de mim e eu nem me ligava!! Semana passada mesmo, um cara que já foi algumas vezes nas minhas festas em meados dos anos 2000, veio falar comigo que estava adorando a música e perguntou meu nome, quando disse “Greg”, ele falou “ Rapaz, sou apaixonado por você faz 17 anos e você nunca me deu bola, jamais te esqueci”!!! kkkkkk Rimos muito. 8- No Blue Angel tocou na presença de várias celebridades... quais foram estas? O Blue Angel era um bar bem pequeno, cheio de obras de arte e antiguidades na decoração, além do público “GLS”, termo usado na época, iam muitos artistas, que Zeka, por ter trabalhado na Rede Globo, conhecia, posso citar Beth Faria, Guilherme Karan, Mauricio Branco, Rodolfo Botino , Elke Maravilha, Watusi, Márcia Cabrita, Luis Salem, Gilberto Gawronski, Aloísio Abreu, Guilherme Leme, André Gonçalves e Maria Padilha (que no final me aplaudiu pela mixagem que fiz, tocando uma música da Fernanda Abreu com imagens no telão da Carmem Miranda dançando) em sincronia) ,Eram muitos artistas, Narcisa Tamborindeguy sempre ia com amigos tb. 9 – Teve alguma cantada por alguma famosa neste meio musical? Ah, cantadas diretas tive de alguns Atores, que prefiro não citar nomes, mas tive elogios de 3 artistas que me marcaram pelo carinho, Beth Faria que foi até a cabine do Blue Angel, apertou minhas bochechas e falou que eu era lindo, Vera Fischer que entrou no Boy Bar toda cheia de luz, foi na minha direção é disse “Você é Maravilhoso”!! E Flávia Alessandra, no The Copa, que ficou encantada com meu trabalho com videoclipes e foi até a cabine falar que meu trabalho era maravilhoso e estava encantada, além claro, dos aplausos que citei da Maria Padilha e a loucura que foi tocar pra William Bonner e Fátima Bernardes (quando ainda estavam na bancada do Jornal Nacional e juntos) e foram no The Copa, num jantar de aniversário de um diretor da Globo. Pena que na época, celular não tirava foto! Eu fiquei até meio nervoso, imagina, dois apresentadores do Jornal Nacional, numa pista de dança, dançando suas músicas? Não parecia real, mais foi. 10- Deixe uma mensagem para entrar na mente dos que amam música pop para dançar. A música Pop desde os anos 1970 até hoje, grande parte é atemporal, principalmente quando toco anos 80 e 90, as pessoas se jogam na pista, cantam junto e se emocionam, relembrando momentos, histórias é um mix de emoção, alegria e dança. Eu foco muito nos Hit´s, sem fazer bloquinhos de anos 80, atuais, ou 90, eu misturo tudo, porque, música boa é música boa, não tem época. Admiro os dj´s de outros estilos, vertentes, mas o meu forte é o Pop. E tem muita gente que acha que não tem mais lugares que tocam músicas assim e acabam nem saindo mais de casa, pois saibam que ainda existem bons lugares assim e continuarão ainda por muito e muito tempo! Termino citando um trecho de uma música minha, chamada “Vem Dançar”: “Vem dançar, que nessa vida nem tudo é pra valer, Se a noite tem que terminar, que seja com você. Vem Dançar!!!” Instagram: @vjgreg E-mail: vjgregtv@gmail.com Facebook: Greg Alexandre Patelli João Paulo Penido
- Orquestra Petrobras Sinfônica abre a Temporada 2025 com homenagem a Antonio Meneses no Theatro Municipal do Rio de Janeiro no dia 16 de março
A apresentação conta com a regência do maestro Isaac Karabtchevsky e inicia as celebrações dos 50 anos da Petrobras Sinfônica O violoncelista Antonio Meneses é um dos mais renomados solistas e cameristas brasileiros do mundo, referência da sua geração. Vencedor de concursos como o de Munique e o Tchaikovsky, ele é o homenageado da Orquestra Petrobras Sinfônica no concerto do dia 16, domingo, às 16h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A apresentação conta com a participação dos solistas Hugo Pilger, Miguel Braga e Rafael Cesario, sob a batuta do maestro Isaac Karabtchevsky, regente titular e diretor artístico da orquestra. O repertório apresenta obras emblemáticas de Meneses e dá início à temporada 2025 de Concertos Clássicos. A escolha do programa reflete a trajetória de um dos maiores violoncelistas brasileiros, que faleceu aos 66 anos devido a um tumor. Entre solistas convidados, Miguel Braga tem um laço especial com o compositor por ter tido a oportunidade de ser aluno de Meneses, de 2017 a 2022, na Universidade de Artes de Berna, na Suíça. O musicista teve uma vida dedicada à música, com uma discografia ampla e colaboração em algumas das mais importantes orquestras do planeta. Os irmãos do homenageado, Eduardo Meneses e João Meneses, ambos músicos da Petrobras Sinfônica, também vão estar presentes na ocasião, tornando a celebração ainda mais significativa. No palco, Eduardo integra o conjunto que apresenta o concerto. João acompanha tudo da plateia, dividindo com o público a experiência de viver esta grande homenagem. Serviço 16 de março (domingo), às 16hIngressos: https://bit.ly/2025_TMRJ1 Local : Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano, S/N - Centro, Rio de Janeiro - RJ, 20031-050 Programa Isaac Karabtchevsky, regente Hugo Pilger, violoncelo Miguel Braga, violoncelo Rafael Cesario, violoncelo Homenagem a Antonio Meneses HEITOR VILLA-LOBOS Fantasia para violoncelo e orquestra, W454 I. Largo II. Molto vivace III. Allegro expressivo PIOTR ILITCH TCHAIKOVSKY Variações sobre um tema Rococó, op.33 ANTONÍN LEOPOLD DVOŘÁK Concerto para violoncelo, em si menor, op.104 I. Allegro II. Adagio ma non troppo III. FINALE: Allegro moderato Sobre a Orquestra Petrobras Sinfônica: Aos 50 anos, a Orquestra Petrobras Sinfônica se consolida como uma das mais conceituadas do país e ocupa um lugar de prestígio entre os maiores organismos sinfônicos do continente. Fundada pelo maestro Armando Prazeres, a orquestra se firmou como um ente cultural que expressa a pluralidade da música brasileira e transita fluentemente por distintos estilos e linguagens. Tem como diretor artístico e maestro titular Isaac Karabtchevsky, o mais respeitado regente brasileiro e um nome consagrado no panorama internacional. Modelo de Gestão: A Orquestra Petrobras Sinfônica possui uma proposta administrativa inovadora, sendo a única orquestra do país gerida por seus próprios músicos. Site : https://petrobrasinfonica.com.br Facebook : @PetrobrasSinfonica Instagram, YouTube e TikTok : @petrobras_sinfonica Sobre a Petrobras: Patrocinadora oficial da Orquestra Petrobras Sinfônica desde 1987, a Petrobras oferece uma parceria essencial para mantê-la entre os principais organismos sinfônicos do continente, sempre desenvolvendo um importante trabalho de acesso à música clássica, de formação de jovens talentos egressos de projetos sociais diversos, bem como de formação de plateia. Ao incentivar diversos projetos, a Petrobras coloca em prática a crença de que a cultura é uma importante energia que transforma a sociedade. Por meio do Programa Petrobras Cultural, apoia a cultura brasileira como força transformadora e impulsionadora deste desenvolvimento, nas áreas de artes cênicas, música, audiovisual e múltiplas expressões. Alex Varela
- Luxemburgo: Adélio Amaro apresenta “73 Sonetos Diva Mitológica” durante festival
Entre os dias 15 e 16 de março decorre no Luxemburgo a 42.ª edição do “Festival des Migrations, de la Culture et de la Citoyenneté”, nas instalações da LuxExpo The Box. O escritor português, Adélio Amaro, é um dos convidados, através da In-Finita Editorial, com o mais recente livro de sonetos, intitulado “73 Sonetos Diva Mitológica”. Segundo nos referiu a editora, esta será a primeira apresentação do novo livro de Adélio Amaro, das mais de duas dezenas já agendas para 2025, um pouco por todo o país, incluindo Açores e Madeira, assim como Alemanha, França, Suíça e Brasil. Em Portugal haverá sessões nas principais Feiras do Livro, como Lisboa, Porto e Coimbra, entre outras. Fora do país também estará presente em grandes eventos como a maior Feira do Livro do mundo, em Frankfurt, na Alemanha, assim como em Paris e na Festa Literária Internacional de Pernambuco (Fliporto), no Brasil. Existem outras possibilidades, tanto em Portugal como no estrangeiro, alargando a agenda para 2026. O livro de Adélio Amaro apresenta alguns sonetos traduzidos para Alemão, Espanhol, Francês, Inglês, Italiano, Polaco, Turco e Ucraniano. 73 Sonetos Diva Mitológica “73 Sonetos – Diva Mitológica”, de Adélio Amaro, mergulha nas profundezas do imaginário coletivo no qual encontramos as figuras femininas divinas que, através dos tempos, têm moldado culturas, crenças e mitos. Estas deusas, personificações da natureza, da paixão, da sabedoria e da guerra, entrelaçam-se nas páginas desta obra poética, seguindo a métrica e respetiva sinalefa / sinérese das sílabas em cada verso. Adélio Amaro, não querendo seguir a linha da mitologia comparada, acaba por beber inspiração nas diferentes culturas, sendo que, em grande parte da designação mitológica atribuída a cada “deusa”, existem muitas semelhanças que variam de cultura para cultura e respetiva simbologia, tendo em conta a região e a história geográfica, sendo, muitas vezes, também ela “mitológica” e fruto do desenvolvimento de culturas, de origens e comuns mitos de dissemelhantes religiões, sejam elas monoteístas, henoteístas ou politeístas. Como tal, o autor selecionou 73 deidades de diferentes religiões e regiões, tais como o Antigo Egito, a Grécia Antiga, a Roma Antiga, a Mesopotâmia, o Hinduísmo, o Taoismo, o Xintoísmo, o Paganismo, a Céltica, a Germânica... “73 Sonetos – Diva Mitológica” é um tributo à sublime essência do feminino. Cada soneto é uma homenagem à mulher com alusões metafóricas, tendo a inspiração do autor nascido da complexidade e da beleza das deusas, concludentemente imortais. Cada uma, por sua vez, representa uma homenagem às mulheres mortais, celebrando suas diversas qualidades, forças, virtudes, sabedoria, coragem, amor, resiliência e paixão... Cada soneto foi cuidadosamente estruturado para firmar a essência única de cada divindade, enquanto estabelece um paralelo com as experiências das mulheres comuns. Alguns sonetos estão traduzidos para oito línguas. Sobre Adélio Amaro Natural de Leiria, Portugal. Doutorando em Ilhas Atlânticas: História, Património e Quadro Jurídico-Institucional pela Universidade dos Açores. Presidente do Centro do Património da Estremadura. Consultor para a Cultura Popular do Município de Leiria. Presidente da BiblioRuralis – Associação Cultural. Diretor do jornal Gazeta Lusófona (Suíça). Coordenador Editorial da editora Portugal Mag (França). Foi jornalista profissional com a carteira profissional n.º 5158, diretor e fundador de vários jornais. Colabora na imprensa de Portugal, Suíça, França, Brasil, Canadá e EUA. Foi fundador e sócio-gerente da editora Folheto Edições (2003-2015). Tem participado em congressos na Europa, Ásia e América. Autor de centenas de intervenções, palestras, prefácios e apresentações de livros, assim como a curadoria de dezenas de eventos culturais. Diversas vezes distinguido. Impulsionador de várias antologias de Poesia em 24 países. Membro de várias Associações e Academias em Portugal, França, Brasil, Suíça e Canadá, tendo sido empossado (2019) no Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina (Brasil). Referido em vários manuais. É autor, coautor e coordenador de mais de 70 livros. Fotos: cedidas pelo autor Ígor Lopes
- “MATILDE”, uma comédia dedicada a Paulo Gustavo, com Malu Valle e Ivan Mendes
Idealizada em 2015 por Paulo Gustavo, especialmente para Malu, a peça ganha vida dez anos depois, como uma ode ao eterno artista brasileiro Card de divulgação Fotos de divulgação: crédito Daniel Chiacos https://docs.google.com/document/d/1VhDD-ihvwCKX0rzDJjm1_PAyZQyPdGhH/edit?usp=sharing&ouid=118239516171090339838&rtpof=true&sd=true Uma história que começou há 20 anos, quando Paulo Gustavo, na época estudante de Artes Cênicas da CAL, convidou Malu Valle para dirigir o espetáculo "INFRATURAS" (2005), um compilado de esquetes cômicas que marcou o início da carreira dele e de seu colega de cena Fábio Porchat, ganha em 2025 um novo e especial desfecho. O projeto que impulsionou a carreira de Paulo, consolidando uma amizade profunda entre ele e Malu, em 2015 ganhou novas proporções com a ideia do espetáculo “ MATILDE ” , quando o ator quis inverter os papeis e convidou Malu para estar em cena, sob sua direção. Agora, esta peça volta à vida para celebrar os 35 anos de carreira de Malu Valle e homenagear o revolucionário Paulo Gustavo. Com texto de Julia Spadaccini e direção de Gilberto Gawronski, a estreia nacional acontece no palco do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro , no dia 13 de março , em curta temporada até o dia 13 de abril . Ingressos disponíveis aqui. "MATILDE" apresenta a história de uma mulher de 60 anos (Malu Valle), aposentada, que vê sua rotina pacata em Copacabana ser transformada ao alugar um quarto para Jonas (Ivan Mendes), um ator de 36 anos em busca de sua grande oportunidade. Com humor e sensibilidade, o texto de Julia Spadaccini aborda temas como envelhecimento, relações intergeracionais e os desafios da sociedade patriarcal. O espetáculo, dirigido por Gilberto Gawronski, investe na comédia satírica para explorar os medos e anseios de Matilde e Jonas, personagens que se provocam, se desafiam e se transformam ao longo da narrativa, em reflexões sobre a discriminação etária e os estigmas sociais impostos às mulheres mais velhas, questionando tabus sobre sexualidade e identidade na terceira idade. Um dos maiores artistas do Brasil, Paulo Gustavo, além de lotar os teatros por onde passava, enaltecia o espaço como poderosa arma de reflexão, que admite as contradições culturais e transpõe barreiras irreversíveis. Afinal, a crítica nasce quando a arte espelha a sociedade e faz valer seu poder de comunicação ao incorporar em uma mesma obra a multiplicidade de elementos que enriquecem o debate coletivo. Em “MATILDE”, essa capacidade é potencializada ao máximo quando vai de encontro à comédia satírica, um gênero tido pelos ingênuos como sutil, para tratar um tema de relevância mundial – repensando grandes certezas e questionando estereótipos como um caminho para uma sociedade mais positiva e menos discriminatória. “MATILDE” é apresentado pelo Ministério da Cultura e pelo Banco do Brasil, com realização do Centro Cultural Banco do Brasil e da Bucker Produções Artísticas. SOBRE O CCBB RJ : Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro marca o início do investimento do Banco do Brasil em cultura. Instalado em um edifício histórico, projetado pelo arquiteto do Império, Francisco Joaquim Bethencourt da Silva, é um marco da revitalização do centro histórico da cidade do Rio de Janeiro. São 35 anos ampliando a conexão dos brasileiros com a cultura com uma programação relevante, diversa e regular nas áreas de artes visuais, artes cênicas, cinema, música e ideias. Quando a cultura gera conexão ela inspira, sensibiliza, gera repertório, promove o pensamento crítico e tem o poder de impactar vidas. A cultura transforma o Brasil e os brasileiros e o CCBB promove o acesso às produções culturais nacionais e internacionais de maneira simples, inclusiva, com identificação e representatividade que celebram a pluralidade das manifestações culturais e a inovação que a sociedade manifesta. Acessível, contemporâneo, acolhedor, surpreendente: pra tudo que você imaginar. SERVIÇO “MATILDE” @matilde.oespetaculo Data: 13 de março a 13 de abril de 2025 Horário: Quintas, sextas e sábados às 19h | Domingos às 18h Local: Centro Cultural Banco do Brasil - Teatro I Endereço: R. Primeiro de Março, 66 – Centro, Rio de Janeiro, RJ Classificação: 14 anos Ingressos: R$30 (inteira) e R$15 (meia), à venda na bilheteria ou pelo site ( bb.com.br/cultura ). Funcionamento: aberto todos os dias, das 9h às 20h, exceto às terças-feiras. Contato: (21) 3808-2020 / ccbbrio@bb.com.br Mais informações em bb.com.br/cultura Redes Sociais: x.com/ccbb_rj | facebook.com/ccbb.rj | instagram.com/ccbbrj | tiktok.com/@ccbbcultura FICHA TÉCNICA Texto: Julia SpadacciniDireção: Gilberto Gawronski Elenco: Malu Valle e Ivan Mendes Direção de Movimento: Marcia RubinCenário: Nello Marrese Figurino: Carla Garan Iluminação: Ana Luzia Molinari de Simoni Direção Musical e Trilha Sonora: Cláudia Elizeu Design Gráfico: Bady CartierVisagismo: Marcos Freire Fotos de Divulgação: Daniel ChiacosCamareira: Giulia Gomes Cenotécnico: André SallesAssistente de Cenografia: Avner Proba Adereços da Maquete: Márcia Marques Equipe de Montagem de cenário: Leandro Brander, Gilvan Carmo, Marcinho Domingues, Gilmar Kalkmann e Wellington Silva Equipe de montagem de luz: Thayssa Carvalho, Jéssica Barros, Guiga Ensá e Victor Tavares Direção de Produção: Caio BuckerCoordenação do Projeto: Renato Rangel Produção Executiva: Bucker Produções Artísticas Produtor Associado: Fábio Gonçalves Produção de Turnê: Ricardo Fernandes Assistência de Produção: Aline Monteiro Assistência de Direção: Valeria Campos Pesquisa Dramatúrgica: Márcia Brasil Operação de Som: Aline Monteiro Operação de Luz: Thayssa Carvalho Coordenação de Mídia: Rodrigo Medeiros | R+ Marketing Criação de conteúdo audiovisual: Gustavo Trindade Assessoria de Imprensa: Ágata Cunha Assessoria Jurídica: Renan Nazário Contadores: Cissa Freitas e Francisco Junior Idealização: Malu Valle Apresentado por: Ministério da Cultura e Banco do Brasil Realização: Centro Cultural Banco do Brasil e Bucker Produções Artísticas Alex Varela
- São Paulo comemora o centenário de Inezita Barroso
Dia 4 de Março, Inezita Barroso completaria 100 anos de vida e dia 8 de Março completou 10 anos de sua partida. A Orquestra Brasil Jazz Sinfônica, sob a regência de Gustavo Petri, convidou as irmãs Celia e Celma para uma homenagem a Inezita Barroso. O show contou a participação especial de Adriana Farias, Maria Alcina e Raimundo Fagner. Realizado no dia 9 de Março no Teatro Franco Zampari, o mesmo onde ocorriam as gravações do programa “Viola, Minha Viola” que era comandado por Inezita. Foi gravado e será exibido posteriormente pela TV Cultura. Os ingressos para essa apresentação foram esgotados rapidamente, logo após a abertura das vendas. O teatro estava completamente lotado! O público caiu nas graças de Celia e Celma, que comandaram o espetáculo. Muito aplaudidas do início ao fim. Fizeram uma apresentação magistral de “Ronda” canção de Paulo Vanzolini que foi lançada em 1953 por Inezita Barroso. Não posso deixar de citar que Maria Alcina foi ovacionada pelo público, aplaudida fervorosamente pela plateia de pé. Entre o público presente, destaque para: Raimundo José, Thiago Marques Luiz, Cristiane Marques e Alexandre Arez. Por falar em Alexandre Arez, dia 7 de Junho ele estará no Rio de Janeiro com o “Baile dos Namorados”, no Club Municipal (Tijuca). Os ingressos já estão sendo vendidos pelo Sympla. Um parabéns especial ao produtor Daniel Amabile, que teve todo um cuidado especial para que o show fosse perfeito. E foi! Vale lembrar que durante o mês de Março, Celia e Celma estarão no Bar Brahma às terças feiras, a partir das 20h. Tadeu Kebian










