top of page
FB_IMG_1750899044713.jpg

Revista do Villa

Revista do Villa

Revista do Villa

Revista luso-brasileira de conteúdo sobre cultura, gastronomia, moda, turismo,

entretenimento, eventos sociais, bem-estar, life style e muito mais...

Resultados encontrados para busca vazia

  • Cafu fala sobre o cenário do futebol brasileiro e a esperança pelo hexa

    Cafu, o eterno capitão da seleção brasileira,  fez reflexões sobre o momento atual do futebol brasileiro em um texto emotivo, respondendo às muitas mensagens que recebeu nos últimos dias.Com uma carreira marcada por glórias e desafios, Cafu, destaca a transitoriedade dos ciclos no esporte. O campeão usou suas redes sociais para responder aos questionamentos: "Não costumo questionar  o trabalho de ninguém,   principalmente quando se trata de pessoas que admiro. Devido a tantas mensagens que recebi nesses últimos dois dias, resolvi escrever esse texto. O que eu sei, o que aprendi ao longo de 16 anos  de glórias e dificuldades  constantes, período em que orgulhosamente ,  representei a minha nação e me  tornei o atleta que mais vestiu a camisa da seleção brasileira (foram 150 jogos oficiais) é que nenhum ciclo seja bom ou ruim, dura para sempre. O que estamos vivendo é  transitório, um período de dificuldades, como todos ultrapassam  em algum momento ao longo da vida, mas  vamos nos recuperar. Hoje eu posso dizer com a minha experiência, experiência de quem já levantou uma taça e ganhou duas copas do mundo, que o Brasil tem time pra virar esse jogo e conquistar o próximo mundial. Quem acreditava que em 2002, o título seria nosso? Fomos para o Japão totalmente desacreditados  e voltamos heróis.    Nosso respeito e confiança estão abalados, mas não deixamos de ser pentacampeões. Somos os melhores, temos os melhores. Precisamos  resgatar muitos valores e com organização e foco, sigo  sonhando com o título em 2026. Nunca vou deixar de   acreditar na seleção brasileira. Nunca vou julgar atletas, que estão no mesmo lugar em  que eu  já estive um dia, aliás,  troco meu julgamento por apoio, porque é isso que vai fazer a diferença. Minha geração fez história sou orgulhoso disso,  mas essa história tem que continuar e vai continuar A vida pessoal de ninguém é feita só de acertos e virtudes, fora de campo, cada um que cuide de si  cada um é livre para as suas escolhas, aqui o que discutimos é o esporte,  o futebol e enquanto nenhuma outra equipe, nenhum outro país forem capazes de colocar  cinco estrelas no peito, por favor respeitem, quem já o fez. Ajustes precisam ser feitos com urgência, para voltarmos a  ocupar nosso  protagonismo, isso eu concordo.  Estou  incondicionalmente com a seleção. Em breve vamos voltar a brilhar.  Eu acredito no hexa",  declarou o jogador campeão, capitão, eterno capitão da seleção brasileira de futebol. www.instagram.com/cafu2 Roberto Rodrigues

  • Imigrantes e jovens assumem “protagonismo” nos projetos de incubadora de startups em Lisboa

    Foto: Agência Incomparáveis A Sheree – The Startup Place, incubadora com sede em Lisboa, tem-se destacado como um espaço “inovador” para o desenvolvimento do empreendedorismo em Portugal. Com foco particular nos jovens e nos imigrantes, a Sheree aposta no potencial desses públicos, “frequentemente subestimados como motores de crescimento económico no país”. A incubadora nasceu há seis anos como Espaço Bazaar, um departamento da Bazaar – Business Development Consulting, destinado a apoiar novos projetos e empreendedores. Apenas um ano depois, foi reconhecida pela Rede Nacional de Incubadoras (RNI) e começou a atrair empreendedores internacionais. Ao completar cinco anos, a incubadora decidiu consolidar a sua identidade e independência, surgindo assim a Sheree – The Startup Place, que hoje atua como uma referência no apoio a startups em Portugal. Localizada no Centro de Escritórios das Laranjeiras, em Lisboa, a Sheree disponibiliza um espaço físico colaborativo, estrategicamente posicionado próximo do metro e de outras infraestruturas de transporte. O ambiente é desenhado para “promover o networking e a troca de conhecimentos entre empreendedores, mentores e investidores”. Segundo os seus responsáveis, a Sheree diferencia-se ao focar-se na capacitação de jovens portugueses e estrangeiros residentes no país, ajudando-os a criar os seus próprios negócios. Segundo Higor Ferro Esteves, fundador da Sheree, “o que pretendemos é promover e dar condições para que os cidadãos portugueses e estrangeiros possam contribuir ativamente para o desenvolvimento da economia local através do apoio ao empreendedorismo sustentável e escalonável”. Ao contrário do que acontece frequentemente no mercado, onde o talento imigrante nem sempre é reconhecido como um motor económico, a Sheree vê nos imigrantes uma oportunidade para inovação e crescimento. Para isto, conta com parcerias estratégicas com fundos de investimento, como a OW Ventures e o Terralis Fund, além de oferecer suporte para linhas de financiamento público. O programa de incubação da Sheree divide-se em três fases principais: Prova de Conceito (2 meses) – Avaliação da viabilidade do projeto e desenvolvimento do modelo de negócio; Desenvolvimento do Plano de Negócios e Constituição da Empresa (3 meses) – Criação da estrutura empresarial com apoio de monitores e consultores; Implementação do Plano de Negócio (7 meses) – Acompanhamento intensivo para garantir o crescimento sustentável da startup. A incubadora oferece ainda programas como o Sheree Talks, um espaço de debate e partilha de conhecimento com profissionais experientes, e eventos como o Sheree Bootcamp, que já reuniu investidores e empreendedores em encontros estratégicos. Portugal como Hub para Startups Portugal tem investido fortemente no desenvolvimento do seu ecossistema de startups, tornando-se um destino atrativo para empreendedores. Para Higor Ferro Esteves, o país já é reconhecido internacionalmente, mas ainda enfrenta desafios no apoio às startups. “O maior desafio está em apoiar o empreendedor não só através das trocas de conhecimentos e das ferramentas técnicas, mas também na sua motivação para ultrapassar cada fase do desenvolvimento do seu projeto”, destacou este responsável. Ao apostar no talento jovem e na diversidade dos imigrantes, a Sheree – The Startup Place está a consolidar-se como um pilar essencial no cenário empreendedor português, atraindo investidores e criando um ambiente onde a inovação pode crescer de forma sustentável. Ígor Lopes

  • "Por que não cantando?" estreia na Queerioca I Uma peça sobre os preconceitos que marcam gerações

    Primeira produção original da Queerioca, estreia em março a peça “Por que não cantando?”, de Laura Castro, protagonizada por Sarah Cintra e Felipe Maia - mãe e filho também na vida real. A dramaturgia, de temática LGBT+, faz parte de uma trilogia que começa com “Aos nossos filhos”, de 2013, e aborda os conflitos entre uma mãe lésbica e seu filho trans, revelando questões universais sobre identidade, amor e empatia.  Fotos de Divulgação:  CLIQUE AQUI Crédito Ana Alexandrino  Em 2013, chegou aos palcos a peça  “Aos nossos filhos” , obra de temática LGBT+, estrelada pelas atrizes Maria de Medeiros e  Laura Castro , com direção de João das Neves. Em cena, mãe e filha travam um embate geracional, que coloca em discussão famílias formadas por casais homossexuais, memórias da ditadura brasileira e quebra de paradigmas. Indicado a melhor dramaturgia pelo Prêmio APCA, o texto foi adaptado para o cinema em 2022 em produção protagonizada por Marieta Severo e direção de Maria de Medeiros. Pouco mais de 10 anos depois,  Laura Castro  desenvolveu a continuidade do espetáculo original, e finalizou um terceiro ato com o desfecho da trilogia dramatúrgica "Contra o Vento”, que coloca novos e antigos dilemas familiares em foco, superando preconceitos a partir do amor de geração em geração. A estreia acontece em 29 de março na Queerioca, às 18h30, comemorando o Dia Internacional da Visibilidade Transgênero, e dando início às produções teatrais originais do centro cultural de referência nas pautas LGBT+ no Rio de Janeiro.  Protagonizada por  Sarah Cintra  e  Felipe Maia  – mãe e filho na vida real –,  “Por que não cantando?”  explora as complexas dinâmicas de aceitação, amor e preconceito dentro de uma família que desafia os padrões heteronormativos. A peça acompanha a história de uma mãe lésbica, Tânia ( Sarah Cintra ), que, apesar de ter enfrentado discriminação e rejeição ao se assumir, nos anos 2000, , se vê reproduzindo com seu filho trans, Davi ( Felipe Maia ), os mesmos julgamentos que sofreu no passado.  A partir da perspectiva da  doc-ficção , as experiências vividas na transição do ator  Felipe Maia  em sua relação com a mãe,  Sarah Cintra , deram ainda mais peso para a construção da dramaturgia. Em uma semi-arena, a cena se alterna com o diálogo entre mãe e filho. Diante do embate, surgem os questionamentos: Precisa ser tão difícil se assumir? Ser aceito? Ser respeitado? Será que não haveria outra forma? Por que não cantando? “Em um mundo que acaba de eleger Donald Trump como presidente dos EUA e vê os direitos da população LGBT ameaçados, ainda acredito no amor como resposta. O espetáculo aposta nas relações familiares como espaço para o diálogo e a superação dos preconceitos”, declara Laura, que também  já está adaptando o texto para o cinema , novamente em parceria com Maria de Medeiros, numa coprodução franco-brasileira.  Davi está em uma fase decisiva de sua transição de gênero, prestes a completar 16 anos, expõe para a mãe seu desejo de iniciar o tratamento com hormônios e trocar definitivamente seu nome nos documentos, o que faz aflorar um turbilhão de emoções, confrontando tabus, traumas familiares e preconceitos internalizados. Entre tensões, diálogos cortantes e momentos de profunda reflexão e afeto. “ A peça nasce da força desses laços e de um encontro de vivências. Nasce da urgência de que sejam ouvidas as vozes daqueles que precisam resistir antes de existir. É no íntimo que são vistas as faces mais duras do preconceito e da opressão, mas também os mais delicados atos de amor. A arte é temida por aqueles que não enxergam para além de seu conforto e nela veem uma ameaça, mas persevera por todos que nela encontram voz .”, comenta Felipe Maia, ator que interpreta Davi.   A trilha sonora intensifica o drama contemporâneo. Musicista e diretora musical do espetáculo,  Angeliq Farnochia , de 23 anos, transicionou em 2021, e levou para a cena suas vivências, acrescentado novas camadas à montagem. A onipresente “Balada de Tim Bernardes” reforça a urgência do debate sobre o respeito verdadeiro, e como isso pode ser tão desafiador quanto libertador, trazendo à tona questões universais sobre identidade, afeto e o que significa realmente apoiar a quem se ama.  Em  “Por que não cantando?” ,  Laura Castro  amplia o debate sobre as lutas que desafiam cada geração, chegando aos dias de hoje em um alerta contra a gritante transfobia que domina mundialmente a pauta de costumes. Basta olhar os projetos de lei em trâmite no Brasil e os discursos que se amplificam nos Estados Unidos, minando direitos civis e projetos de inclusão. “ A arte sempre assustou aqueles que querem impor formas únicas de existir. Justamente por isso precisamos falar sobre a importância de respeitar as diferenças, de reconhecer a dignidade de cada pessoa em sua singularidade e garantir que ninguém precise justificar ou lutar pelo direito de ser quem é. Em um mundo onde discursos autoritários ganham força, reafirmar esses valores não é apenas necessário – é um ato de resistência ”, afirma a atriz Sarah Cintra. O preâmbulo  “Aos nossos filhos”  tem como centro narrativo a personagem Vera, que se vê diante de um abalo existencial ao saber que sua filha Tânia pretende ter um filho por inseminação artificial com sua companheira, Vanessa. Mas a história familiar, na verdade, começa antes, durante os anos 1960. Vera havia participado da luta armada contra a ditadura militar brasileira, foi presa, exilada, casou três vezes e teve dois filhos .   Desta vez, o eixo se desloca. Aos 50 anos e entrando na menopausa, Tânia é mãe, e teme o futuro de seu filho Davi, prestes a completar 16 anos. Davi transicionou durante a pandemia e a vida em casa foi turbulenta. Tânia erra o pronome ao se dirigir ao filho, sente medo, culpa e mergulha na depressão. A cena se forma ao redor do palco, como um grupo de apoio.  “O tempo é todo junto, sem separação” , diz Davi, assim como se apresentam as lutas pregressas e as vindouras, o pêndulo dos ventos da história e a urgência de cada indivíduo na busca por ser o que se é. É preciso estar atento e forte. Selo de obras teatrais LGBT+ contemporâneas  O texto da peça será publicado na íntegra pela Editora Candido, responsável pela livraria La Lorca (de temática LGBT+, e que ocupa a Queerioca), em um livro com o programa da peça. Esse será o primeiro exemplar da coleção Queerioca que promete publicar todas as dramaturgias inéditas com estreia no espaço criando um selo de obras teatrais LGBT+ contemporâneas. Corpo em travessia O cenário de Cristina Flores se utiliza de uma obra do renomado coletivo de artistas plásticos, Opavivará, o Remo Tupy. A canoa com rodas, que em cena é o quarto de Davi,  remete a travessia da população trans, conforme conceito de Paul Preciado do corpo em travessia.  História de família Laura Castro é madrinha de Felipe Maia (16 anos), ator trans protagonista da montagem e mãe de rcn zbr (14 anos), pessoa transgênero e baixista do espetáculo. Laura e Sarah Cintra se conheceram ainda estudantes na CAL, durante a juventude. A peça que coloca os 4 trabalhando juntes é também um encontro de gerações na vida real. Teatro da Queerioca Laura Castro e Cristina Flores, gestoras do espaço, têm sua trajetória artística no teatro com indicações e premiações relevantes na cena como Prêmio Shell, APCA, APTR, Questão de Crítica e realizações constantes como atrizes, produtoras, dramaturgas e diretoras desde o final do século 20. Neste ano de 2025, a Queerioca pretende se firmar na cena teatral com produções inéditas produzidas pelo espaço, realizando cursos e  publicações que fomentem a presença da cultura queer no teatro carioca. Fotos de Divulgação:  CLIQUE AQUI Crédito Ana Alexandrino  FICHA TÉCNICA:  Dramaturgia e Direção: Laura Castro Elenco: Sarah Cintra e Felipe Maia Direção Musical: Angeliq Farnocchia  Banda: Angeliq Farnocchia (teclados) e rcn zbr (baixo) Cenografia:  Cristina Flores com obra de Opavivará (Remo Tupy) Figurinos: Sarah Cintra Iluminação: Dani Sanchez Assessoria de Imprensa: Rafael Millon e Felipe Maciel Programação Visual: Vit. Realização: Queerioca SERVIÇO:  Peça teatral “Porque não cantando?”  Local:  Queerioca  -  Travessa do Comércio, n.16 (Arco do Teles), Centro, Rio de Janeiro Datas:  de 29 de março a 22 de junho (de quinta a domingo) Horário:  18h30 Ingressos:  R$ 40,00 I R$ 20,00 (meia-entrada)  Bilheteria eletrônica:  Sympla   Duração:  60 minutos Capacidade:  30 lugares Classificação indicativa:  12 anos   E-mail para contato:   queerioca@queerioca.com Instagram:  @queerioca Site:   www.queerioca.com Alex Varela

  • Petrobras Sinfônica apresenta concerto celebrando os 150 anos da Sinfonia nº 3 de Tchaikovsky

    Orquestra Petrobras Sinfônica apresenta concerto no Theatro Municipal do Rio de Janeiro em 30 de março celebrando os 150 anos da Sinfonia nº 3 de Tchaikovsky O repertório conta com regência de Mariana Menezes, que faz sua estreia como maestra convidada com a orquestra CONCERTOS CLÀSSICOS, regência Isaac Karabtchevsky © Renato Mangolin Sob a batuta da maestra  Mariana Menezes , a  Orquestra Petrobras Sinfônica  apresenta um repertório com clássicos da música de concerto. O programa dá destaque à Sinfonia nº 3 de Piotr Ilitch Tchaikovsky, que completa 150 anos em 2025. A apresentação acontece no  Theatro Municipal do Rio de Janeiro  no dia  30 de março, domingo, às 16h.  O concerto tem início com a abertura de "Egmont, op. 84" de Beethoven, peça consagrada do compositor. Em seguida, o público é brindado com a "Sinfonia nº 3, em Ré maior, op. 29, Polonesa", de Tchaikovsky, de 1875, uma de suas obras mais alegres e que traz influência de ritmos poloneses.  Para a apresentação, a Petrobras Sinfônica convida a maestra Mariana Menezes, reconhecida como uma das mais notáveis regentes brasileiras a ocupar um cargo permanente em uma orquestra profissional. A maestra é associada da Orquestra Filarmônica de Goiás, cargo que ocupa desde 2021, além de já ter conduzido renomadas orquestras como a OSESP, a Orquestra do Teatro Municipal de São Paulo, Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, e outras. O concerto faz parte da Temporada 2025 da Orquestra Petrobras Sinfônica que celebra 50 anos de história este ano, reafirmando o compromisso com a democratização da música de concerto e a valorização da pluralidade musical. Fundada por Armando Prazeres, a orquestra é uma das únicas no mundo gerida pelos próprios músicos, o que garante uma abordagem diferenciada. O atual Diretor Artístico, Isaac Karabtchevsky, lidera o conjunto, que tem como missão aproximar o público da música de concerto.  Maestra Mariana Menezes Serviço : Data: 30 de março (domingo), às 16h Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro - Praça Floriano, S/N - Centro, Rio de Janeiro  Ingressos:  https://feverup.com/m/308482   Programa Mariana Menezes, regente LUDWIG VAN BEETHOVEN Egmont, op. 84 Abertura PIOTR ILITCH TCHAIKOVSKY Sinfonia nº 3, em Ré maior, op. 29, “Polonesa” I. Introduzione e Allegro | Moderato assai II. Alla tedesca | Allegro moderato e semplice III. Andante IV. SCHERZO | Allegro vivo V. FINALE | Allegro con fuoco Sobre a Orquestra Petrobras Sinfônica: Aos 50 anos, a Orquestra Petrobras Sinfônica se consolida como uma das mais conceituadas do país e ocupa um lugar de prestígio entre os maiores organismos sinfônicos do continente. Fundada pelo maestro Armando Prazeres, a orquestra se firmou como um ente cultural que expressa a pluralidade da música brasileira e transita fluentemente por distintos estilos e linguagens. Tem como diretor artístico e maestro titular Isaac Karabtchevsky, o mais respeitado regente brasileiro e um nome consagrado no panorama internacional. Modelo de Gestão: A Orquestra Petrobras Sinfônica possui uma proposta administrativa inovadora, sendo a única orquestra do país gerida por seus próprios músicos.  Site : https://petrobrasinfonica.com.br  |  Facebook : @PetrobrasSinfonica |  Instagram, YouTube e TikTok : @petrobras_sinfonica  Sobre a Petrobras: Patrocinadora oficial da Orquestra Petrobras Sinfônica desde 1987, a Petrobras oferece uma parceria essencial para mantê-la entre os principais organismos sinfônicos do continente, sempre desenvolvendo um importante trabalho de acesso à música clássica, de formação de jovens talentos egressos de projetos sociais diversos, bem como de formação de plateia. Ao incentivar diversos projetos, a Petrobras coloca em prática a crença de que a cultura é uma importante energia que transforma a sociedade. Por meio do Programa Petrobras Cultural, apoia a cultura brasileira como força transformadora e impulsionadora deste desenvolvimento, nas áreas de artes cênicas, música, audiovisual e múltiplas expressões. Alex Varela

  • Livro resgata o passado de opressão em Portugal sob o espólio fotográfico de Fernando Mariano Cardeira

    Daniel Bastos resgata momentos históricos a partir da “deserção, emigração e exílio” de Fernando Mariano Cardeira Foto: cedida pelo autor “Memórias da Ditadura — Sociedade, Emigração e Resistência”, do professor, escritor e historiador português Daniel Bastos, redigido a partir do espólio fotográfico, e inédito, do “militar desertor” e engenheiro nuclear, Fernando Mariano Cardeira, vai ser apresentado no dia 5 de abril (sábado) em Bruxelas, às 15h, na livraria La Petite Portugaise, promotora da língua e cultura portuguesas na capital da Bélgica.   A publicação teve o apoio da “Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril”, que relembra a luta de todos os participantes das primeiras eleições livres em Portugal, cujo resultado se deu com a Assembleia Constituinte de 25 de abril de 1975. Um desses personagens foi Fernando Mariano Cardeira e, por isso, a dedicação de Daniel Bastos em revelar o espólio do “antigo oposicionista, militar desertor, emigrante e exilado político”.   O esforço de Bastos para conceber o livro também foi devida à “trajetória marcada pela deserção, emigração e exílio nas décadas de 1960–70” de Cardeira, que retornou “a Portugal após o 25 de Abril de 1974”. Bastos destaca que o seu personagem, ainda atuante, “foi um dos fundadores da Associação de Exilados Políticos Portugueses (AEP61/74) e presidiu à Associação Movimento Cívico Não Apaguem a Memória-NAM”.   Bastos ressalta que Cardeira, “cuja lente humanista e militante”, foi um ativo participante de inúmeros eventos sob a opressão do governo e “teve o condão de captar fotografias marcantes para o conhecimento da sociedade, emigração e resistência à ditadura nas décadas de 1960–70”.   Com a publicação, o leitor fará uma viagem de retorno ao passado de arbitrariedades em Portugal. Também acompanhará demais manifestações pelo mundo, por meio das “das memórias visuais do antigo oposicionista, assentes num conjunto de centena e meia de imagens”, entre elas “as primeiras manifestações do maio de 1968 em Paris, acontecimento icônico onde o fotógrafo engajado consolidou a sua consciência cívica e política”.   E como influenciador marcante para as nações e inspiração para jovens revolucionários, as manifestações de 1968 refletiram em Portugal. A consciência desses jovens sobre o governo e a realidade portuguesa num “quotidiano de pobreza e miséria em Lisboa”, provocou “o embarque de tropas para o Ultramar, os caminhos da deserção, da emigração ‘a salto’ e do exílio, uma estratégia seguida por milhares de portugueses em demanda de melhores condições de vida e para escapar à Guerra Colonial nos anos 60 e 70”.   “Memórias da Ditadura — Sociedade, Emigração e Resistência”, obra com temáticas fundamentais na vida do historiador e comprovadas em outras publicações sobre a Diáspora, a História e a Emigração, colocam Bastos, nascido após à Revolução de Abril, em “contacto estreito com as comunidades portuguesas”.   A primeira edição do livro, quase esgotada, havia sido “lançada noutras latitudes da diáspora portuguesa”, como Espanha (Vigo), Canadá (Toronto) e na França (Paris) e também várias cidades de Portugal: Lisboa, Porto, Braga, Felgueiras, Fafe, Óbidos e Torres Novas.   A apresentação da nova edição, bilíngue (português e inglês), é da presidente da Associação José Afonso (Núcleo de Bruxelas), Maria José Gama, com tradução de Paulo Teixeira. O prefácio foi assinado pelo historiador e ex-deputado da Assembleia da República, José Pacheco Pereira, fundador do Ephemera, o maior arquivo privado em Portugal, hoje gerido de forma pública.   Ígor Lopes

  • Perfil: Condessa Rose de Ganay

    A cidade maravilhosa fica mais vibrante e internacional com a presença da Condessa francesa Rose de Ganay. Todos os anos Rose de Ganay passa uma temporada em seu apartamento no Brasil, prestigiando os eventos culturais nacionais como o carnaval carioca e frequentando lugares fabulosos de praias paradisíacas que nosso país oferece aos turistas.  Rose de Ganay não é apenas uma presença nobre e marcante no país, ela é uma artista plástica escultora de renome internacional, com exposições de suas obras de arte nas galerias mais famosas do mundo, a condessa é grande criadora de cavalos de corrida. O Rio de Janeiro fascinou Rose de Ganay e a condessa encantou o Brasil com a famosa sofisticação parisiense. Rose de Ganay é amiga das maiores celebridades nacionais e internacionais entre elas Narcisa Tamborindeguy, a cantora Bruna Barros, Alexandre Zouari e muitos outros. Sempre muito bem-vinda Rose de Ganay, sucessos maiores em seus projetos. Beijos. La merveilleuse ville devient plus dynamique et internationale avec la présence de la comtesse française Rose de Ganay. Chaque année, Rose de Ganay passe du temps dans son appartement au Brésil, assistant à des événements culturels nationaux comme le carnaval de Rio et visitant des endroits fabuleux sur les plages paradisiaques que notre pays offre aux touristes.  Rose de Ganay n'est pas seulement une présence noble et marquante dans le pays, c'est une artiste et sculpteur de renommée internationale, avec des expositions de ses œuvres d'art dans les galeries les plus célèbres du monde, la comtesse est une grande éleveuse de chevaux de course.  Rio de Janeiro a fasciné Rose de Ganay et la comtesse a enchanté le Brésil avec la célèbre sophistication parisienne. Rose de Ganay est amie avec les plus grandes célébrités nationales et internationales, parmi lesquelles Narcisa Tamborindeguy, la chanteuse Bruna Barros, Alexandre Zouari et bien d'autres.  Toujours la bienvenue Rose de Ganay, plus de réussite dans vos projets. Bisous.  João Sousa

  • "Vamos Viajar na Maionese": O novo podcast de Hugo van der Ding com Tiago Ribeiro

    Hugo van der Ding e Tiago Ribeiro estão de regresso aos microfones, com o podcast “Vamos Viajar na Maionese”. Depois de seis anos a contarem-nos histórias fascinantes em mais de mil episódios do programa “Vamos Todos Morrer” da Antena 3, Hugo e Tiago apresentam agora um novo formato independente e original. Dia 6 de Abril sai o primeiro episódio e os ouvintes já podem subscrever previamente o canal em todas as plataformas digitais. Sobre o podcast: A cada semana, uma história nova, do presente, do passado, de Portugal ou de um lugar esquecido no mundo. Com o apoio de áudios ou depoimentos, vamos ao fundo do tema e montamos o puzzle da história. A curiosidade do Tiago espicaça o Hugo a contar — na sua maneira muito particular — tudo o que conseguiu descobrir. Desfazem-se mitos da nossa História, viaja-se a aldeias perdidas, e recontam-se vidas e conhecem-se pessoas esquecidas. De vez em quando, trazem convidados, que podem ou não estar relacionados com o tema, para ajudarem à festa, com mais perguntas e quiçá algumas respostas. E abrirão também a via às questões e às sugestões dos ouvintes de outras histórias a explorar. Já é possível subscrever o canal nas plataformas de eleição e no dia 6 de Abril já estará disponível o primeiro episódio às 18h.Após a estreia os ouvintes contarão com um novo episódio todas as semanas, que sairá ao domingo às 18h. Disponível no Soundcloud, Spotify, Apple Podcasts e Youtube. “Vamos Viajar na Maionese” conta com o patrocínio da BacanaPlay. Vamos Viajar na Maionese Podcast de Hugo van der Ding com Hugo van der Ding e Tiago Ribeiro Sobrescrever/Inscrever-se Revista do Villa || Teresa Sequeira

  • Vinho & Saúde

    O que é o resveratrol? O resveratrol é um composto natural encontrado em algumas plantas, especialmente em uvas, frutos vermelhos e nozes. Ele pertence a um grupo de substâncias chamadas polifenóis, conhecidos por suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. Essa substância é produzida pelas plantas como uma resposta a estresses ambientais, como ataques de fungos ou danos causados por radiação UV.   Onde o resveratrol pode ser encontrado? O resveratrol é encontrado em diversas fontes naturais, sendo as principais: ● Uvas e vinho tinto : As cascas das uvas, especialmente as tintas, contêm uma quantidade significativa de resveratrol. O vinho tinto também é uma fonte, pois o processo de fermentação permite a extração do composto da casca das uvas. ●  Frutas vermelhas : Amoras, framboesas e mirtilos possuem pequenas quantidades de resveratrol. ●  Amendoins e pistaches : Esses frutos secos também contêm o composto, embora em concentrações menores. ●  Cacau e chocolate amargo : O cacau puro e chocolates com alto teor de cacau possuem resveratrol. ●  Suplementos : Existe a opção de consumir o resveratrol através de suplementos em forma de cápsulas.   Quais são os benefícios do resveratrol? O resveratrol tem sido amplamente estudado por seus possíveis benefícios à saúde. Entre os principais estão: Ação antioxidante O resveratrol combate os radicais livres, que são moléculas instáveis que causam danos às células e podem levar ao envelhecimento precoce e ao desenvolvimento de doenças crônicas. Saúde cardiovascular Estudos sugerem que o resveratrol pode ajudar a reduzir o risco de doenças cardíacas, pois melhora a circulação sanguínea, reduz a inflamação e pode ajudar a diminuir os níveis de colesterol ruim (LDL). Efeito anti-inflamatório A inflamação crônica está associada a diversas doenças, incluindo artrite e doenças autoimunes. O resveratrol pode ajudar a reduzir essa inflamação e aliviar sintomas. Auxílio na prevenção do envelhecimento precoce Devido à sua ação antioxidante, o resveratrol pode contribuir para a manutenção da pele jovem e saudável, reduzindo rugas e prevenindo o envelhecimento precoce. Possível proteção contra o câncer Algumas pesquisas indicam que o resveratrol pode ajudar a prevenir o crescimento de células cancerosas e até induzir a morte dessas células, embora mais estudos sejam necessários para comprovação. Saúde cerebral Estudos sugerem que o resveratrol pode ajudar a proteger contra doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson, melhorando a memória e a função cognitiva. Como consumir resveratrol? O consumo de resveratrol pode ser feito por meio da alimentação, incluindo mais uvas, vinho tinto, frutas vermelhas e nozes na dieta. Para quem busca doses mais concentradas, os suplementos de resveratrol são uma opção, mas devem ser utilizados sob orientação médica ou nutricional. Existem efeitos colaterais? O resveratrol é considerado seguro quando consumido por meio dos alimentos. No entanto, o uso de suplementos em doses elevadas pode causar efeitos adversos, como problemas digestivos, interação com medicamentos anticoagulantes e alteração na pressão arterial. Por isso, é importante buscar orientação profissional antes de iniciar o uso de suplementos. Conclusão O resveratrol é um composto natural com potentes propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, trazendo benefícios para o coração, cérebro e pele. Encontrado principalmente em uvas, vinho tinto e algumas frutas e nozes, ele pode ser um aliado para uma vida mais saudável quando inserido em uma alimentação equilibrada. Para quem busca um aporte extra, os suplementos são uma opção, desde que consumidos com responsabilidade e orientação adequada. João Souza

  • A Memória dos Movimentos Artísticos Negros

    Estreou Vinte no teatro do CCBB-RIO 3.   A idealização e texto é de Tainah Longras.  O texto parte de uma crítica à montagem da peça teatral "Tudo Preto" (1926), da Companhia Negra de Revistas, grupo que reuniu nomes como Pixinguinha e De Chocolat, e marcou a história do teatro musical negro brasileiro. Tomando como base esse ponto de partida, o texto revisita os anos vinte do século XX, quando a cidade do Rio de Janeiro era capital federal e passava por um processo de modernização. Esta excluía os populares e humildes, e perseguia os pretos e as suas tradições. É esse Rio dos anos vinte que a produção teatral recupera, por meio dos movimentos artísticos negros, uma das manifestações que representavam a resistência, numa narrativa preta e contemporânea.   A dramaturgia de Mauricio Lima e Tainah Longras  é crítica, informativa, histórica, memorialística, anti-racista, apresentando uma reflexão crítica profunda sobre os anos vinte do século XX, e apresentando um contraponto com relação a essa mesma cidade nos anos vinte do século atual. Passado um século, houve transformações, a cidade deixou de ser a capital da República, mas também há permanências, como a contínua repressão aos pretos, e a criação de espaços de resistência que contribuem para manter viva as africanidades. O texto tem o mérito de recuperar o termo quilombo e a ideia de fuga, fugir para poder viver em liberdade, resistindo. Viva Zumbi!   Reflete-se também como era ser negra, artista e doente naqueles pretéritos anos vinte, trazendo a tona a memória de Lima Barreto, preto, pobre, e suburbano.   Portanto, é a recuperação de uma memória preta e a sua ressignificação através de uma leitura contemporânea. É um teatro preto!   O elenco é constituído por quatro atores pretos:  AfroFlor, Felipe Oládélè, Muato e Tainah Longras. Eles apresentam boas atuações interpretativas. Passam o texto com vigor, força e também com segurança. Apresentam uma intensa movimentação pelo espaço cênico. Eles interpretam, cantam, dançam, tocam instrumentos, batucam, e apresentam um intenso gestual. Em suas falas e gestos há uma simbiose entre o teatro, a música, e a dança.   No nosso ponto de vista, a única falha que ocorreu quanto a atuação do elenco foi a dificuldade de entendermos algumas de suas falas ao microfone, cujas vozes soaram falhas e pouco compreensíveis.   A direção é de Mauricio Lima, que realizou as marcações pontuais e certeiras, e deu uma direção à  correta interpretação dos atores.   A direção de arte é de Júlia Vicente.   Os figurinos são simples, de pouco bom gosto, predomínio dos tons preto e cinza, e não são criativos.   Por sua vez, a cenografia é também simples. Um imenso plástico preto, que apresenta várias utilidades, mas que não conseguimos compreender o significado.   A iluminação criada por Dadado de Freitas é correta, e oscila entre momentos de escuridão, e momentos de claridade de luz branca.   Rômulo Galvão foi o responsável pela direção de movimento, conseguindo realizar um bom trabalho de deslocamento dos atores, ocupando os espaços, e dominando a ribalta.   A direção musical é de Muato, que nos brindou com diversos ritmos musicais negros.   Vinte apresenta uma dramaturgia que traz a tona a memória dos artistas negros que atuaram na cidade do Rio de Janeiro nos anos de 1920, numa perspectiva negra e contemporânea; apresenta um bom elenco com atuações convincentes; e mescla teatro, dança e música numa simbiose correta e adequada.   Boa produção cênica! Crédito das fotos: Ira Barillo Alex Varela

  • "Chatô e os Diários Associados - 100 Anos de Paixão" chega ao Rio de Janeiro para celebrar o centenário da comunicação

    A trajetória profissional de Assis Chateaubriand e o impacto dos Diários Associados na história da imprensa brasileira ganham vida nos palcos em um espetáculo inédito e original. Foto: André Wanderley  O centenário dos Diários Associados, um dos maiores conglomerados de comunicação da América Latina, será celebrado com o musical "Chatô & os Diários Associados – 100 Anos de Paixão", que estreia em 28 de março no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro. Produzido pela Voglia Produções Artísticas, o espetáculo é apresentado pelo Ministério da Cultura e Petrobras como parte do Programa Petrobras Cultural. A peça aborda a trajetória profissional de Assis Chateaubriand, fundador do império midiático que transformou a imprensa brasileira. Após a temporada carioca, o musical, com texto de Fernando Morais e Eduardo Bakr, e direção de Tadeu Aguiar, realiza apresentações em Brasília e Belo Horizonte, seguindo para São Paulo, onde faz temporada a partir de 27 de junho no Teatro Liberdade. As vendas para as temporadas no Rio de Janeiro e em São Paulo já estão abertas. O musical transita entre passado e presente para contar a trajetória de Assis Chateaubriand e seu impacto na comunicação brasileira, enquanto acompanha Fabiano, um jornalista desempregado que, ao encontrar a estátua de Chatô em Recife, é levado por ele a revisitar momentos icônicos da mídia nacional, como a criação de O Cruzeiro e a inauguração da TV Tupi, a primeira emissora de televisão do Brasil. Em paralelo, o relacionamento de Fabiano com Juliana, uma colega jornalista, se desenrola, explorando conflitos pessoais e profissionais que refletem os desafios do jornalismo contemporâneo. A trama mescla história, romance e música para destacar o legado cultural do comunicador. O elenco inclui Stepan Nercessian como Chatô, Claudio Lins como Fabiano, Patrícia França como Juliana e Sylvia Massari no papel de Dona Janete, secretária do comunicador. A produção ainda conta com Anna Priscilla, Caio Giovani, Carol Futuro, Cristiana Pompeo, Fernanda Misailidis, Flávio Moraes, Giselle Prattes, José Mauro Brant, Marcelo Alvim, Tati Cristine, Thiago Marinho, Thór Junior, Thuca Soares e Valentina Schmidt, que dão vida a personalidades que marcaram a história cultural brasileira, como Carmen Miranda, Hebe Camargo e Lolita Rodrigues. Com colaboração do Presidente do condomínio acionário dos Diários Associados, Josemar Resende, o musical tem texto de Fernando Morais e Eduardo Bakr, baseado na biografia "Chatô – O Rei do Brasil". A direção geral é de Tadeu Aguiar. A trilha sonora, composta por sucessos de nomes como Caetano Veloso, Gal Costa e Ivan Lins, tem direção musical de Thalyson Rodrigues, que também assina os arranjos vocais e instrumentais ao lado de Diógenes de Souza, com supervisão musical de Guto Graça Mello. As coreografias são de Carlinhos de Jesus - que assina pela primeira vez uma criação em musical -, a iluminação é de Paulo Cesar Medeiros, o design de som de Gabriel D'Angelo, a cenografia de Natália Lana, o figurino de Dani Vidal e Ney Madeira e o visagismo de Fernando Ocazione. Já a direção de produção é de Valéria Macedo e a produção de Naura Schneider. Assis Chateaubriand, visionário fundador dos Diários Associados, foi uma figura marcante na história do país. Jornalista, escritor, advogado, empresário e político, ele revolucionou a mídia com a criação de veículos como a TV Tupi e também deixou sua marca nas artes, ao fundar o Museu de Arte de São Paulo (MASP). Seu império midiático, que incluiu jornais, revistas, rádios e emissoras de televisão, moldou a opinião pública e transformou a maneira como os brasileiros consumiam informação. Os Diários Associados, fundados por Chatô na década de 1920, alcançaram seu auge como um dos maiores grupos de comunicação da América Latina, com mais de 100 veículos espalhados pelo Brasil. Apesar das transformações ao longo dos anos, o legado do grupo segue vivo e é celebrado no espetáculo, que homenageia essa trajetória centenária. Ficha Técnica: Texto – Fernando Morais e Eduardo Bakr Direção – Tadeu Aguiar Direção de Coreografia e Movimento – Carlinhos de Jesus Supervisão Musical – Guto Graça Mello Direção Musical – Thalyson Rodrigues Arranjos Vocais e Instrumentais – Thalyson Rodrigues e Diógenes de Souza Direção de Produção – Valéria Macedo Produção – Naura Schneider Iluminação – Paulo Cesar Medeiros Design de Som – Gabriel D'Angelo Cenografia – Natália Lana Figurino – Dani Vidal e Ney Madeira Visagismo – Fernando Ocazione Cenotécnico – André Sales Produção Executiva – Andrea Macedo e Keila Chimite Marketing – Inova Brand Assessoria de Imprensa – GPress Comunicação | Grazy Pisacane Artes Gráficas e Redes Sociais – Alexandre Furtado Realização – Voglia Produções Colaboração do Presidente do condomínio acionário dos Diários Associados, Josemar Resende Elenco: Stepan Nercessian Claudio Lins Sylvia Massari Patricia França E mais... Anna Priscilla Caio Giovani Carol Futuro Cristiana Pompeo Fernanda Misailidis Flávio Moraes Giselle Prattes José Mauro Brant Marcelo Alvim Tati Cristine Thiago Marinho Thór Junior Thuca Soares Valentina Schmidt Músicos: Piano e Regência: Thalyson Rodrigues Violão, Cavaquinho e Guitarra Baiana: João Callado Violoncelo: Thais Ferreira Clarinete, Sax e Flauta: Marco Moreira (Chiquinho) Trompete e Flugel: Nailson Simões Trombone: Leandro Dantas Baixo Elétrico/Acústico e Trompa: Diógenes de Souza Bateria e Percussão: Tiago Calderano Equipe Técnica: Assistente Direção – Erika Affonso Assistentes Coreografia – Carol Vilanova e Michelle Barreto Assistente Direção Musical e Pianista Ensaiadora – Gab Alkmin Assistente de Direção Musical e Preparadora Vocal – Anna Priscilla Lacerda Assistentes Cenário e Adereços – Alessandra Rodrigues e Mari Scott Assistentes Figurino – Bruna Nattrodt e Manu Lacerda Assistente de Produção – Raphaell Alonso Administração – Andréa Macedo Fotos Estúdio – André Wanderley Fotos Cena – Dalton Valério Vídeos – Dudu Chamon Técnico de Som – Vinícius Suzuki Técnico de P.A. – Paulo Altafim Microfonista – Michael de Alexandria Operador de Luz – Rodrigo Emanuel Canhoneiros – Jessica Barros e Ricardo Brito Chefe de Palco – Luis Mussum Contra-regras – Davi Pimentel Lopes e Carlos Elias Camareiros – Paty Ripoll e Marcelo Gomes SERVIÇO RIO DE JANEIRO: Local: Teatro João Caetano Prç. Tiradentes, s/n - Centro, Rio de Janeiro - RJ, 20060-070 Temporada: 28 de março a 27 de abril Sessões: Sexta-feira às 19h | Sábados às 19h. A partir de 05/04 sessões extras às 15h | Domingo às 17h. *Quinta-feira: sessão extra (24/04) às 19h. *Sessões em Libras e audiodescrição dia 30/03 e todos os sábados às 16h. Valor: Plateia e Balcão Nobre: R$60,00 (inteira) e R$30,00 (meia entrada). Balcão Simples R$40,00 (inteira) e R$20,00 (meia entrada). Promoções : Ingresso Petrobras (patrocinador) no valor de R$30,00 para funcionários da Petrobras, mediante apresentação de crachá funcional, na compra de até dois ingressos, válido em toda temporada. Ingresso Cemig (patrocinador) no valor de R$30,00 para funcionários da Cemig. Ingresso Grupos no valor de R$20,00 para integrantes de grupos de formação de plateia, mediante lista entregue pela produção. Vendas : https://funarj.eleventickets.com/#!/evento/a2be06bf2547fac07cf207be3636f48c67442f23 Duração: 2h20 - 15 minutos de intervalo Classificação Indicativa: 10 anos — Sobre a Petrobras A Petrobras é uma das principais empresas do país. Atua de forma integrada e especializada na indústria de óleo, gás natural e energia, tendo como compromisso o desenvolvimento sustentável para uma transição energética justa. A Cultura é também uma energia na qual a companhia investe, patrocinando há mais de 40 anos projetos que contribuem para a cultura brasileira e se fazem presentes em todos os Estados brasileiros. Sobre Voglia Produções Fundada em 2005, pela jornalista, atriz, produtora e cineasta Naura Schneider, a Voglia desenvolve projetos para cinema, televisão e teatro desde 2005. Uma de suas principais características é o investimento em produções que destacam questões relacionadas ao universo da mulher na sociedade brasileira. Principais Produções: Filmes: ”Todos Somos Diferentes” - Ficção- Longa Metragem, “ Livre Leve e Solta” - Série para TV e WEB, “Vidas Partidas” - Ficção, “Dias e Noite” - Ficção, “Flores De Pilões” - Documentário, “O Silêncio das Inocentes”- Documentário, “Meus 4 Maridos” - Ficção - Longa Metragem. Teatro: ”Diário Associados” - Musical, “Três Casamento, Uma História”, “Bodas Pelo Avesso”, ”Alguém Entre Nós”. Assessoria de Imprensa Chatô e os Diários Associados - 100 Anos de Paixão Alex Varela

bottom of page