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Artigo 7- Ganhar ou perder? O que realmente fica dos dois lados do Atlântico
Ganhar é fácil de celebrar. Perder é fácil de analisar. O difícil é perceber o que, de facto, fazemos com uma coisa e com a outra. Entre Portugal e Brasil, essa resposta nunca é igual. E talvez por isso o futebol continue a ser uma das melhores formas de entender como cada lado aprende a lidar com a glória e com a frustração. Há quem diga que o que interessa é participar. A frase soa generosa, pedagógica, quase civilizacional. Mas também pode ser uma forma elegante de protege
13 de jun.4 min de leitura


Artigo 6- Quase a começar... o Mundial de Futebol Ou Copa do Mundo?
Quando portugueses e brasileiros pensam que estão a falar do mesmo jogo Começa logo no nome. Em Portugal, dizemos Mundial de Futebol. No Brasil, Copa do Mundo. E não, isto não é apenas uma diferença de vocabulário. É uma diferença de imaginário. “Mundial” soa a competição, estrutura, enquadramento, escala. “Copa do Mundo” soa a evento, ritual, emoção, narrativa, festa. Um parece organizado por uma federação. O outro parece vivido por um povo. E se a provocação começasse exata
11 de jun.6 min de leitura


Artigo 5- Dizer Na Cara Ou Guardar Para Depois: Afinal, Quem É Que Evita O Confronto?
Diferenças culturais entre Portugal e Brasil revelam como o feedback é dado — e evitado — nas organizações Toda a gente diz que valoriza feedback. Nas organizações, então, tornou-se quase obrigatório: cultura de feedback, feedback contínuo, feedback construtivo. Mas há uma pergunta que raramente se faz e que muda tudo: o que é, afinal, “dar feedback”? Portugal e Brasil respondem de forma bastante diferente. Em Portugal, o feedback tende a ser mais direto. Ou, pelo menos, m
10 de jun.2 min de leitura


Artigo 4- Urgente para quem? O tempo não é o mesmo dos dois lados do Atlântico
Há algo que raramente entra nas reuniões, mas que decide quase tudo: a forma como cada cultura vive o tempo. Portugal e Brasil não estão apenas em fusos horários diferentes. Estão em ritmos diferentes. Em Portugal, o tempo é tratado com respeito, quase com cautela. Decide-se depois de analisar. Avança-se depois de validar. Há uma relação forte com o planeamento, com a sequência lógica, com a ideia de que fazer bem à primeira evita corrigir depois. É um tempo mais deliberad
9 de jun.2 min de leitura


Artigo 3- Confiança: dá-se de início ou conquista-se com o tempo?
Se há palavra que todos dizem valorizar - tanto em Portugal como no Brasil, nas organizações, nos discursos de liderança - é “confiança”. O problema é que raramente estamos a falar da mesma coisa. Em Portugal, a confiança constrói-se devagar. É quase artesanal. Observa-se, testa-se, valida-se. A relação vai sendo consolidada ao longo do tempo, com consistência, com provas dadas, com comportamentos previsíveis. Confiar depressa demais não é virtude, pode ser ingenuidade. No
8 de jun.2 min de leitura
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