Revista do Villa
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Revista luso-brasileira de conteúdo sobre cultura, gastronomia, moda, turismo,
entretenimento, eventos sociais, bem-estar, life style e muito mais...
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- Entrevista: Gisela Markenson - atriz, bailarina e modelo
Entrevista com a atriz bailarina e modelo Gisela Markenson. Markenson em cena, recente peça teatral 1- Olá Gisela! Qual é o balanço que você faz da sua carreira como artista? Aproveitei cada momento, cada experiência, cada oportunidade que a vida me deu no meio Artístico! Na cultura, no comportamento, nos trabalhos, sabendo escolher e diferenciar. Nas amizades... Enfim, só acrescentou como ser humano para a vida... Eu aproveitei muito...E até hoje aproveito... 2- Quando você começou a se interessar pelo ballet? Desde criança que fui me apaixonando pelo Ballet Clássico. Minha mãe sempre me levou em Teatro, cinema e espetáculos de Ballet. Era uma pessoa muito linda, culta e gostava das Artes... 3- Como se deu a sua formação? Com 8 anos, decidi entrar nas aulas da saudosa Bailarina Thaís Bellini. E cada vez fiquei mais apaixonada pela dança e segui em frente. Tive minhas alunas na qual fiz espetáculos de Ballet no Theatro Municipal de Niterói, Canecão, etc. 4- Como foi a sua experiência nos desfiles de fantasias? Foi um sonho realizado que desde pequena apreciava os desfiles de fantasias pela televisão. Aos 19 anos, eu fui convidada pela dupla de empresários na época, para desfilar para o saudoso Evandro de Castro Lima. E daí surgiram outros estilistas que me convidaram para desfilar com suas fantasias na categoria Luxo. 5- Quais são as suas lembranças de Evandro de Castro Lima? O Evandro era um estilista de ponta... Muito bom gosto, generoso e me deu muitas dicas valiosas na profissão. Aprendi muito com ele e toda uma equipe que me acolheu com muito carinho. Eu era a mascote do Grupo. O Clóvis Bornay, dizia que eu era a irmã mais nova... Em Madri. Fazendo um editorial de moda 6- Como foi a sua experiência como manequim? Mais um sonho realizado! Pois como manequim, pude conhecer vários lugares dentro e fora do Brasil! Desfilei durante três décadas.. 7- Por que você se interessou em abrir uma loja de antiguidades? Passei a apreciar antiguidades aos 25 (vinte e cinco) anos. Tive um amigo antiquário que me iniciou nesse universo de antiguidades, quadros, etc.. Fui conhecendo muitos lojistas do meio... Abri duas lojas nos finais dos anos 80/90 "Brexó Arte" e a "By Used" 8- Como se deu a sua formação como atriz? Quais as peças que você já encenou? Meu primeiro curso foi na Casa de Cultura Laura Alvim, que por sinal, já havia conhecido ela, que sempre falava que quando falecesse, iria deixar para fazerem uma casa de cultura. Ela era apaixonada também pelas Artes. Daí fui me aprimorando com vários cursos, aulas com a saudosa Camila Amado, aprendi muito com ela. Fiz canto, etc. Fiz algumas peças na época: "Brincando de Fantasia" - Era um musical, fazia uma fada, onde eu cantava e dançava Ballet. " A Chantagem" no Teatro Dulcina, onde tive o prazer de trabalhar no elenco com a Vera Fischer com a direção do maravilhoso Antônio Abujamra. Dentre outras, "A Bruxinha que era boa", da Maria Clara Machado. Parei por um tempo no Teatro. Pois estava com muitos trabalhos como manequim e modelo, em São Paulo. Retornei em 2022, onde fiquei em Cartaz no Teatro Candido Mendes com a Peça "Além Da Faxina", de Lauro Senna. "Além do Espelho", também de Lauro Senna. Musical "O Galinheiro", do Edio Nunes. Monólogo "Casal", de Gherson Rodrigues dentre outras, "Filhas da Violência", de Anna Kessous. Foi maravilhosa! Um tema bastante atual. E a última agora, " Como de cama em cama se faz um Astro melodrama", de José Ribamar Araújo. 9- Quais são os seus projetos futuros? Meus projetos futuros no meio artístico é continuar com o canto, onde tenho me apresentado em alguns eventos e no Teatro com bons trabalhos... Continuo trabalhando com compra e venda de Antiguidades. Gisela em grande estilo na passarela Fotos: Arquivo pessoal/Divulgação Chico Vartulli
- Entrevista: Diogo Bonfim - ator, humorista e comunicador
DIOGO BONFIM Humor, comunicação e entrega ao público: um artista que vive para fazer o Brasil sorrir. Apresentação do Entrevistado Diogo Bonfim é ator, humorista e comunicador. Ganhou grande destaque nas redes sociais durante o período de isolamento social, especialmente no Instagram, onde realizou mais de 350 lives, entrevistando nomes importantes da cultura brasileira e criando personagens marcantes, como a “Morta Sensitiva” e a icônica “Diretora Margareth Pinto”, uma homenagem aos educadores do país. Ao longo de sua trajetória artística, também buscou formação sólida, estudando no Instituto Nossa Senhora do Teatro Fernanda Montenegro. Entre as personalidades já entrevistadas em sua Live do Bonfim, estão: Nívea Maria, Paulo Betti, Carlinhos de Jesus, Rosane Gofman, Roberta Campos, Stepan Nercessian, Denise Del Vecchio, Neguinho da Beija-Flor, Werner Schunemann, Francisco Cuoco, Daniela Escobar, Henri Pagnocelli e muitos outros. DM — Como foi seu primeiro contato com o palco ou as câmeras? Houve um momento marcante em que você percebeu que essa era sua vocação? DIOGO BONFIM: Desde pequeno fui inserido no palco. Ainda criança eu fazia inúmeras peças na igreja e logo depois descobri o teatro profissional. Eu sempre tive certeza que as câmeras e o palco eram o meu lugar de conforto, onde eu desejava estar. E graças a Deus tive muitas pessoas boas que me ajudaram e continuam ajudando. DM — Como ator e apresentador, você transita entre personagens e você mesmo. Como equilibra essas duas formas de se comunicar com o público? DIOGO BONFIM: Haja terapia (risos)! Eu tenho vários personagens, e guardá-los dentro de mim já é uma função enorme. E ainda tem o Diogo Bonfim! São vários em um único corpo. Não consigo explicar exatamente como lido com tudo isso, mas posso afirmar que tenho bom humor, levo a vida com muita risada, e isso ajuda a manter a alegria de todos os personagens. DM — O Brasil tem uma cena cultural rica e desafiadora. O que te inspira a continuar nesse meio e o que mais te move como artista? DIOGO BONFIM: Fazer o outro rir, para mim, é missão. A comunicação me move. Eu amo estar com o público e falar para ele, seja no teatro, na TV ou no rádio. O que me motiva são as inúmeras mensagens que recebo nas redes sociais e os abraços nas ruas. Isso não tem preço. DM — Existe algum papel ou projeto que tenha sido transformador na sua carreira? DIOGO BONFIM: Sem dúvida, “A Diretora é Uma Comédia” é meu carro-chefe. Fazer a Margareth Pinto é um presente! Esse espetáculo, que em maio de 2026 completa 4 anos, já me deu prêmios, monção honrosa e muitos aplausos. É sempre um desafio, porque o improviso está sempre presente. Nunca sei o que vai acontecer. Eu amo essa personagem e amo esse espetáculo. DM — Quais são os próximos passos ou sonhos que você ainda quer realizar no palco ou na televisão? DIOGO BONFIM: São muitos! 2026 promete muito. Já temos agenda para os primeiros meses com “A Diretora é Uma Comédia” e o “Humor do Bonfim”. Temos conversas avançadas para cobrir o Carnaval na Sapucaí e vem aí a peça da “Morta Sensitiva”, que vai arrancar boas risadas! Outras novidades eu ainda não posso contar, senão meu produtor puxa minha orelha (risos). Redes Sociais Instagram: @bonfimoficial TikTok: @eudiogobonfim Entrevista para a Revista do Villa – Luis Villarino Crédito: Delcio Marinho & ChatGPT Delcio Marinho
- Academia de Psicoterapia Interpessoal, liderada por Ivandro Soares Monteiro, com protocolo com a Ordem dos Psicólogos Portugueses
Imagem: ao centro, Ivandro Soares Monteiro, fundador da Academia de Psicoterapia Interpessoal, e Sofia Ramalho, bastonária da Ordem dos Psicólogos. Foto: divulgação A EME Saúde , referência nacional na prestação de cuidados de saúde mental, consultoria comportamental e formação especializada, anunciou que a sua unidade formativa Academia de Psicoterapia Interpessoal (API) foi oficialmente reconhecida pela Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) , passando a integrar, desde 17 de dezembro , a lista de Entidades Científicas e Associações de Psicoterapia protocoladas com o regulador da profissão em Portugal. Este reconhecimento institucional valida o percurso formativo da API como idóneo para a atribuição do título de Especialidade Avançada em Psicoterapia , uma das qualificações mais exigentes e prestigiadas no setor da Psicologia em Portugal, atribuída pela OPP. A Psicoterapia Interpessoal (TIP) é um modelo de intervenção clínica de primeira linha, recomendado por diretrizes internacionais como a Organização Mundial da Saúde (OMS) , a American Psychological Association e a American Psychiatric Association , especialmente no tratamento da depressão e de outras perturbações de saúde mental. Na sequência deste protocolo, a EME Saúde assegura que os psicólogos portugueses terão acesso a formação baseada na evidência científica, agora formalmente reconhecida para efeitos de especialidade profissional. Neste sentido, as horas de formação realizadas na API - desde o Nível A até à certificação avançada de Nível C completo - vão passar a corresponder diretamente às 650 horas exigidas pela OPP para a atribuição da Especialidade Avançada em Psicoterapia, em conformidade também com os critérios da EFPA - European Federation of Psychologists’ Associations . Num momento em que a saúde mental é uma prioridade cada vez mais crítica das sociedades atuais, Ivandro Monteiro , professor, fundador e diretor da API e CEO da EME Saúde, afirmou que “é fundamental garantir que os profissionais e, em particular, os psicólogos portugueses tenham acesso a formação baseada na evidência e não apenas em tendências”. “O reconhecimento da OPP valida o nosso rigor. Na EME Saúde e na API, não formamos apenas técnicos; preparamos especialistas capazes de intervir com eficácia e segurança clínica”, acrescentou, recordando ainda que a instituição foi selecionada pela OMS, em 2024 , para ministrar formação em TIP a profissionais de saúde em Cabo Verde. Fundada em 2011 e sediada no Porto , a EME Saúde é uma clínica médica e de saúde mental que integra serviços clínicos, consultoria comportamental - em parceria com a CROWE Portugal - e projetos de inovação social e digital, como a Stoicnet.pt e o Clube dos Estóicos . Adicionalmente, a EME Saúde é uma entidade formadora certificada pela DGERT e detentora da marca registada API - Academia de Psicoterapia Interpessoal , dedicada ao ensino e divulgação da TIP em Portugal e nos PALOP desde 2009. A API convida os profissionais de saúde mental e os órgãos de comunicação social a conhecerem o programa formativo e o impacto clínico da Psicoterapia Interpessoal através do site oficial www.academiatip.com Ígor Lopes
- TAP comemora mais de dois milhões de passageiros nas rotas Portugal-Brasil
Foto: divulgação/TAP Air Portugal A TAP Air Portugal celebrou, na quarta-feira, 17 de dezembro, o transporte de 2.066.000 passageiros nas rotas Brasil e Europa em um único ano. O recorde histórico da companhia foi comemorado em Manaus, capital do Amazonas, com a chegada do voo TP51, procedente de Lisboa. A bordo estava o geneticista David Pala, o passageiro premiado pelo programa Miles&Go da TAP com 150 mil milhas bônus. “Fui informado de que sou o passageiro número dois milhões, o que considero um marco bastante significativo”, ressaltou Pala, que chegou pela primeira vez ao Brasil para conhecer o litoral brasileiro e a geografia peculiar da cidade de Manaus para entender como é estar “entre o rio e a cidade”. “Este recorde na rota Europa–Brasil reflete a confiança dos passageiros na TAP e a importância do mercado brasileiro. Celebrar este marco em Manaus é simbólico, pois a rota Lisboa–Manaus reforça o nosso compromisso com a conectividade do Norte do país com a Europa”, afirmou Carlos Antunes, diretor da TAP para as Américas. O presidente da Amazonastur, Marcel Alexandre, ressaltou o fortalecimento da rota Lisboa-Manaus, retomada em novembro de 2024. Durante a celebração, também foi marcado o primeiro aniversário da rota, que ocorreu em 4 de novembro. Alexandre ainda destacou a parceria com o Governo do Amazonas, que integra a Europa e a Amazônia. A diretora Comercial da VINCI Airports, Julia Orrico, destaca a cooperação com órgãos do turismo objetivando alcançar novas oportunidades para ampliar as rotas para o aeroporto. “A presença e o crescimento das operações da TAP Air Portugal em Manaus é um reflexo desse posicionamento e evidenciam o potencial das conexões internacionais, especialmente com a Europa”, observou Orrico. O aeroporto de Manaus é gerido pela Concessionária dos Aeroportos da Amazônia, membro da rede VINCI Airports. Ígor Lopes
- Capital humano português no mundo marca encerramento do ano do Conselho da Diáspora Portuguesa
Foto: Conselho da Diáspora Portuguesa/Agência Incomparáveis/divulgação O Conselho da Diáspora Portuguesa encerrou o ano de 2025 com o seu encontro anual, realizado no último dia 18 de dezembro, no Pestana Cidadela Hotel, em Cascais, reunindo as principais figuras do Estado, da diplomacia e da economia para “afirmar o capital humano da diáspora” como ativo estratégico de Portugal, reforçar a cooperação institucional entre conselhos e sublinhar o papel das comunidades portuguesas na projeção internacional do país. Em declarações ao Jornal “As Notícias”, o presidente do Conselho da Diáspora Portuguesa, António Calçada de Sá, fez um balanço positivo do encontro anual da instituição, sublinhando o envolvimento das mais altas entidades do Estado português e o cumprimento dos objetivos estratégicos definidos. “Este encontro anual cumpre plenamente os objetivos, desde logo pela agenda, pelo poder de convocatória e pela presença institucional que conseguimos assegurar”, afirmou. Entre os destaques do encontro, António Calçada de Sá salientou o apoio expresso pela Presidência da República e pelo Governo portugueses. “Tivemos a presença de dois secretários de Estado, o depoimento do nosso vice-presidente honorário, o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, e o encerramento com o Presidente da República de Portugal, que voltou a manifestar todo o apoio à diáspora portuguesa”, referiu, sublinhando ainda o crescimento da estrutura desde a sua fundação. “Em 2012 éramos 24 fundadores. Hoje somos mais de 370 conselheiros e conselheiras, presentes nos cinco continentes e em mais de 40 países”, afirmou, considerando que este percurso demonstra a consolidação e relevância do Conselho da Diáspora Portuguesa. No plano institucional, António Calçada de Sá destacou o reforço do protocolo entre o Conselho da Diáspora Portuguesa e o Conselho das Comunidades Portuguesas. “Trabalhamos conjuntamente. Para mim, não há “Portugais” nem divisões. Isto é por Portugal e para Portugal, de forma inclusiva”, declarou. Segundo este responsável, a cooperação entre as duas estruturas é essencial para a afirmação do Conselho da Diáspora. “prioridade estratégica do Estado” “Um Conselho de Diáspora relevante tem de ser visível, útil, plural e transformador”, afirmou, sublinhando que essa pluralidade assenta na participação de portugueses e portuguesas espalhados pelo mundo. “É daí que nasce a nossa vocação e o acordo que temos com o Conselho das Comunidades Portuguesas”, concluiu. A importância desse protocolo foi também referida pelo presidente do Conselho Permanente do Conselho das Comunidades Portuguesas, Flávio Martins. “Já há mais de cinco anos que procurávamos desenvolver ações conjuntas e uma maior aproximação com o Conselho da Diáspora Portuguesa, em especial com o seu presidente, António Calçada de Sá”, afirmou ao Jornal “As Notícias”, Flávio Martins. De acordo com este responsável, o protocolo, assinado em julho, na Assembleia da República, envolve estruturas com enquadramentos institucionais distintos, mas objetivos convergentes, uma iniciativa que responde também a uma orientação do Presidente da República portuguesa no sentido da cooperação entre conselhos ligados às comunidades portuguesas. Sobre a sua presença no encontro, o presidente do CP-CCP considerou-a relevante para consolidar essa cooperação institucional. “Este encontro permite aprofundar relações, alinhar estratégias e criar condições para projetos comuns, incluindo entre os jovens dos dois conselhos”, reiterou. Por sua vez, o ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Paulo Rangel, que participou no encontro do Conselho da Diáspora Portuguesa através de uma mensagem em vídeo, garantiu que a diáspora portuguesa continua a ser uma prioridade estratégica do Estado. “Hoje, como sempre, a diáspora portuguesa é uma prioridade dos governos portugueses e também deste Governo”, declarou, sublinhando o diálogo mantido com o Conselho da Diáspora e os resultados alcançados. “Temos tido um diálogo com o Conselho da Diáspora com muitos resultados concretos”, acrescentou o ministro, que destacou o papel dos fóruns Euro África e Euro Américas, promovidos pelo Conselho. “Quero salientar o trabalho magnífico que têm feito, quer no Euro África, quer no Euro Américas, fóruns que tanto têm trazido a Portugal”, disse, apontando ainda a relevância das interações da diáspora em vários pontos do mundo. “A vossa missão é fundamental. São, se quiserem, uma extensão da nossa enorme e altamente competente máquina diplomática”, afirmou Rangel, que, na parte final da mensagem, o ministro apelou ao envolvimento da diáspora em duas candidaturas consideradas estratégicas para o país. A primeira é a candidatura de Portugal a um lugar não permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas. “A eleição terá lugar em junho de 2026. Há três países candidatos para dois lugares e todo o esforço, formal e informal, é importante para ganhar esta eleição”, comentou, defendendo a imagem de Portugal como “um país construtor de pontes no sistema internacional”. Paulo Rangel apelou ainda ao apoio à candidatura da cidade do Porto a sede da Autoridade Aduaneira da União Europeia. “Para aqueles que vivem e trabalham no espaço da União Europeia, seria muito importante dar visibilidade a esta candidatura”, realçou, sublinhando a capacidade da diáspora para afirmar temas estratégicos portugueses nos países onde está inserida. “país com presença ativa à escala global” A encerrar, o ministro reiterou a confiança no papel das comunidades portuguesas no exterior. Também em declarações ao Jornal “As Notícias”, o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, classificou como “muito importante” a sua participação no encontro do Conselho da Diáspora Portuguesa, sublinhando a relevância estratégica do diálogo estabelecido. “Foi um encontro extremamente importante e permitiu apresentar o projeto que temos para as comunidades portuguesas e para a afirmação de Portugal no mundo”, afirmou. Durante a sua fala, Emídio Sousa destacou a visão de um país com presença ativa à escala global. “Assumimos a nossa capacidade de estarmos em todo o mundo de forma profundamente ativa, enquanto uma comunidade trabalhadora, integrada e de sucesso”, declarou, enquadrando essa ambição no conceito de Portugal Nação Global. Segundo o governante, este projeto terá o seu arranque formal nos dias 29 e 30 de abril, num evento a realizar em Lisboa. “Será um momento de afirmação de um novo conceito de portugalidade, associado não apenas a um território geográfico, mas a uma nação presente em todos os continentes e em todas as comunidades”, afirmou Emídio Sousa, que defendeu que a sua presença no encontro contribuiu para clarificar a nova abordagem do Governo às comunidades portuguesas. “A participação neste evento permitiu explicar a nova dimensão estratégica que damos às comunidades portuguesas e será um elemento catalisador do sucesso do evento de abril”, concluiu. Uma visão que mereceu a atenção do secretário de Estado da Economia de Portugal, João Rui Ferreira, que destacou o papel estratégico da diáspora portuguesa na projeção económica de Portugal, sublinhando a sua capacidade de adaptação e de criação de valor em contextos internacionais diversos. “A diáspora portuguesa é, de facto, extraordinária. É um grande fator de orgulho e um grande fator de motivação para o país”, afirmou. Durante a sua intervenção, João Rui Ferreira valorizou o perfil cultural dos portugueses enquanto agentes económicos globais, salientando a flexibilidade e a inteligência relacional como ativos distintivos. “Os portugueses não se impõem pela força, impõem-se pela capacidade cultural, pela forma de comunicar e pela maneira como constroem relações”, declarou, defendendo um posicionamento assente num “orgulho moderado”, distante de posturas arrogantes. O governante destacou ainda a aptidão dos portugueses para operar em mercados muito distintos, ajustando estratégias e práticas de negócio às realidades locais. “É totalmente diferente fazer negócio na Arábia Saudita, na Dinamarca, nos Estados Unidos ou na China, e os portugueses têm uma grande capacidade de se adaptar a cada um desses contextos”, referiu, considerando essa competência determinante para o sucesso internacional das empresas nacionais. João Rui Ferreira sublinhou igualmente a importância da comunicação intercultural e da leitura dos diferentes mapas culturais no desenvolvimento económico externo. “A forma como comunicamos, como conduzimos reuniões ou como tomamos decisões varia muito entre culturas, e os portugueses conseguem posicionar-se bem nesses diferentes quadrantes”, afirmou. Ainda no início do evento, o presidente da Câmara Municipal de Cascais, Nuno Piteira Lopes, destacou a importância da história e da cultura como base da afirmação de Portugal no mundo, defendendo a continuidade do país enquanto nação relevante e solidária. “Assumimos a ligação histórica e cultural para que Portugal continue a existir como uma nação relevante”, afirmou. “exportar Portugal para o mundo” No plano identitário, o autarca sublinhou a relação entre passado e presente na construção do país. “É a história que faz o povo e é o povo que faz a nossa nação. A história é um palco contínuo onde gerações se unem”, declarou, além de referir que a diáspora portuguesa é peça estratégica para o futuro nacional. “A nossa diáspora é fundamental, porque são os seus membros que exportam Portugal para o mundo e deixam marcas no estrangeiro”, disse, salientando o contributo das comunidades portuguesas nas áreas empresarial, cultural e desportiva. Nuno Piteira Lopes reforçou ainda o papel de Cascais neste contexto, assumindo o município como centro de ligação às comunidades portuguesas no exterior. “Cascais é a vila global portuguesa por excelência e a capital europeia da diáspora portuguesa”, afirmou, agradecendo ao Conselho da Diáspora Portuguesa a escolha do concelho como sede. “Acreditamos na diáspora portuguesa. Cascais é para todos, dentro e fora das nossas fronteiras”, concluiu. A fechar o evento, discursou Marcelo Rebelo de Sousa, presidente de Portugal, mencionando que seria a sua última intervenção enquanto presidente honorário do Conselho da Diáspora portuguesa. O chefe de Estado português sublinhou o papel central da diáspora na projeção internacional de Portugal e o soft power português como um dos principais ativos estratégicos do país. “Temos um soft power poderosíssimo”, afirmou, resultante da história, da geografia, da diplomacia, das Forças Armadas e, sobretudo, da diáspora portuguesa espalhada pelo mundo. Marcelo sublinhou ainda que a dimensão real da diáspora portuguesa é frequentemente subestimada, defendendo que o país é, hoje, numericamente maior fora do que dentro do território nacional. O presidente destacou também o crescimento progressivo do Conselho, desde um núcleo inicial até à consolidação de uma rede global de excelência, reunindo portugueses de referência nas áreas da educação, ciência, tecnologia, cultura e empresariado. O seu discurso terminou com um apelo mobilizador aos conselheiros da diáspora, convocando-os para uma atitude ativa, inconformista e criativa ao serviço do país. “Continuem insubmissos e rebeldes, isso é fundamental, não deixem de sonhar”, e concluiu, citando a cultura portuguesa como motor de futuro: “Porque, como dizia um grande poeta português, é pelo sonho que vamos”. O Conselho da Diáspora Portuguesa (CDP), que reúne 376 conselheiros portugueses presentes em 44 países dos cinco continentes, realizou a 10ª edição do Encontro Anual, em Cascais, sob o tema “A Diáspora como Capital Humano”. O encontro contou com a presença de 200 convidados, incluindo líderes políticos e conselheiros de todo o mundo, que debateram a forma como as soft skills dos portugueses, como empatia, capacidade de adaptação e inteligência relacional, aliadas a formação, mérito, resiliência e visão, fortalecem a imagem de Portugal no mundo. Ígor Lopes
- Musical “Diana – A Princesa do Povo” chega ao Brasil com temporadas no Rio de Janeiro e São Paulo
Ministério da Cultura e Bradesco Seguros apresentam Musical “Diana – A Princesa do Povo” chega ao Brasil pela primeira vez em 2026, com temporadas no Rio de Janeiro e em São Paulo Com Sara Sarres no papel-título, a montagem brasileira não-réplica da Estamos Aqui, com versão e direção de Tadeu Aguiar, estreia no Rio de Janeiro em fevereiro e segue para São Paulo em maio, propondo um olhar emocional sobre a trajetória da princesa Diana. Para acessar mais fotos e teaser, [clique aqui] . Crédito Sérgio Baia A aguardada produção musical “Diana – A Princesa do Povo” chega pela primeira vez ao Brasil em 2026 , marcando sua estreia nacional no Rio de Janeiro e, na sequência, temporada em São Paulo . Com versão e direção de Tadeu Aguiar , o espetáculo apresentado pelo Ministério da Cultura e pela Bradesco Seguros é assinado pela Estamos Aqui Produções , responsável por sucessos premiados como Quase Normal , A Cor Púrpura e Querido Evan Hansen . Os ingressos já podem ser adquiridos pela Sympla e na bilheteria do teatro. A estreia brasileira acontece no dia 27 de fevereiro de 2026 , no Teatro Multiplan , localizado no Shopping VillageMall, no Rio de Janeiro. Após a temporada carioca, a produção segue para São Paulo , onde estreia em 14 de maio de 2026 , no Teatro Liberdade , ampliando o alcance de uma história que segue despertando fascínio, debate e comoção em todo o mundo. Em ambas as praças, o musical chega em uma montagem brasileira não-réplica , que propõe um olhar diferenciado sobre a trajetória da mulher que conquistou o mundo — sem abrir mão da sofisticação, da essência e do impacto emocional dessa história real. No papel-título está Sara Sarres , um dos nomes mais referenciais do teatro musical brasileiro. Dona de uma carreira sólida com quase 25 anos de trajetória no Brasil e no exterior, a atriz e cantora protagonizou títulos consagrados como Les Misérables , O Fantasma da Ópera , Cats , West Side Story , O Homem de La Mancha , Annie , Billy Elliot , Escola do Rock e A Fantástica Fábrica de Chocolate , seu último trabalho no Brasil antes de se mudar para fora do país. Longe dos palcos brasileiros há quase cinco anos, após um período de três anos no Canadá e atualmente residindo nos Estados Unidos, a artista retorna especialmente para viver Diana, a mulher por trás do mito, a convite dos produtores Tadeu Aguiar e Eduardo Bakr . O elenco reúne ao todo 23 atores e tem como núcleo central, além de Sara Sarres, Claudio Lins no papel do Príncipe Charles , em uma interpretação que explora as contradições e dilemas do herdeiro do trono; Simone Centurione como a Rainha Elizabeth , símbolo de poder e tradição; e Giselle Prattes no papel de Camilla Parker Bowles , figura central nos conflitos emocionais e públicos vividos por Diana. Esses personagens conduzem os principais embates afetivos, institucionais e midiáticos que atravessam a trajetória da princesa e da Família Real britânica, enquanto os demais integrantes do elenco — cujos nomes serão revelados em breve — completam o conjunto responsável por dar densidade e amplitude à narrativa. Nesta nova montagem, o espetáculo investe em nuances mais próximas da realidade emocional da princesa, explorando sua humanidade, complexidade e força. A mulher que revolucionou a monarquia britânica, transformando dor em voz e empatia em legado, ganha corpo e alma em uma encenação que aposta na emoção e na grandiosidade cênica, conduzida por uma equipe criativa formada também por Thalyson Rodrigues na direção musical, Natália Lana na cenografia, Ney Madeira e Dani Vidal nos figurinos, Sueli Guerra nas coreografias e Anderson Bueno no visagismo. A coordenação de produção é de Norma Thiré , com produção geral de Eduardo Bakr . __ Saiba mais INSTAGRAM OFICIAL: @dianaomusicaloficial INSTAGRAM ESTAMOS AQUI PRODUÇÕES: @estamosaquiproducoes INSTAGRAM TEATRO: @teatroliberdadesp __ SERVIÇO RIO DE JANEIRO: Local: Teatro Multiplan - Shopping VillageMall Av. Das Américas, 3900 - Piso SS1, Rio de Janeiro - Rio de Janeiro Temporada: 27 de Fevereiro a 15 de Março Sessões: Quarta, Quinta, Sexta às 20h | Sábado às 16h e 20h, Domingo às 15h30 e 19h30 Valor: Ingressos entre R$ 125,00 e R$ 340,00 Vendas : Site Sympla (com taxa de conveniência) https://bileto.sympla.com.br/event/109955/d/334909 e Bilheteria Física (sem taxa de conveniência) Classificação: 12 anos Duração : 150 min --Clientes participantes do MultiVocê, programa de relacionamento dos Shoppings Multiplan, ganham descontos especiais na compra de ingressos do Teatro Multiplan. Para obter seu cupom, baixe o aplicativo Multi e cadastre-se. COMO FUNCIONA? 1. No App Multi, você tem acesso ao CUPOM de desconto do evento desejado2. Acesse o link indicado do site da Sympla e escolha seus assentos3. Insira seu CUPOM de desconto no fechamento da compra Descontos: 10% para clientes Green, 15% para clientes Silver e 20% para clientes Gold - não cumulativo com outras promoções ou benefícios de meia entrada. Em caso de dúvida, entre em contato com a bilheteria do Teatro Multiplan pelo telefone 3030-9970. Atendimento de terça a sábado das 13h às 21h e aos domingos das 13h às 20h. -- Descontos Oficiais - Multi - Green 10% / Silver 15% / Gold 20% no ingresso - Não cumulativo2 ingressos por CPF - Venda pelo app Multi ou presencial Descontos:- Funcionários Multiplan - 10% no ingresso - Não cumulativo2 ingressos por CPF - Venda apenas presencialmente - Meia EntradaEstudantes | Menores de 21 anos | Maiores de 60 anos | Professores (Particulares ou Públicos) | Portador do Cartão Cidadão até 29 anos | Pessoa com Deficiência Formas de Pagamento:- Cartão de Crédito ou Débito | Dinheiro | Pix | Boleto – somente no site Cancelamentos:- Todo cliente pode cancelar até 48h antes do evento, estando a 7 dias da compra- O prazo para resposta do sac é de 48h- O prazo para reembolso de compras feitas por cartão de crédito ou débito é de até90 dias úteis após a confirmação do cancelamento e para dinheiro 30 dias úteis. Pontos de Venda:Bilheteria Física - Terça a Sábado das 13h às 21h e Domingo das 13h às 20h Totem de Autoatendimento VillageMall Contatos: 3030-9970 – Bilheteria do Teatro ___ SERVIÇO SÃO PAULO: Local: Teatro Liberdade Rua São Joaquim, 129 - Liberdade | São Paulo Estreia: 14 de outubro de 2026 Sessões: Quintas e Sextas às 20h00, Sábado às 16h00 e 20h30, Domingos às 15h00 e às 19h30 Ingressos: Plateia Premium Sexta-feira, sábado e 1ª sessão de domingo - R$340,00 (Inteira) | R$170,00 (Meia) Quinta-feira e 2ª sessão de domingo - R$ 280,00 | R$140,00 (Meia) Plateia Sexta-feira, sábado e 1ª sessão de domingo - R$250,00 (Inteira) | R$125,00 (Meia) Quinta-feira e 2ª sessão de domingo - R$ 190,00 | R$85,00 (Meia) Balcão Visão Parcial - R$120,00 (Inteira) | R$60,00 (Meia) Balcão A - R$170,00 (Inteira) | R$85,00 (Meia) Balcão B: R$50,00 (Inteira) | R$25,00 (Meia) Gênero: Musical Duração: 150 min. (com intervalo) Classificação: 12 anos DESCONTOS: *Desconto 35%: Obtenha 35% de desconto no ingresso inteiro ao preencher o formulário durante o processo de compra. Obs: Para comprar mais de um ingresso nessa modalidade, basta preencher um formulário por ingresso conforme será solicitado. Desconto disponível para todos os públicos. * Clientes Glesp: têm 25% de desconto nos ingressos inteiros mediante a aplicação do cupom, limitado a 4 ingressos por cupom. Válido para todos os setores. *Crianças até 24 meses não pagam entrada e ficam no colo dos responsáveis durante a apresentação. A partir de 02 anos e 1 dia, a criança paga meia-entrada mediante apresentação da carteira de identidade ou certidão de nascimento. 50% DE DESCONTO | MEIA-ENTRADA - De acordo com a Lei Federal 12.852 (Estatuto da Juventude) e 12.933 de 2013 têm direito a compra de até 40% do total de ingressos disponíveis para cada evento os seguintes beneficiários: ATENÇÃO - Para Pontos de Venda e Bilheterias é necessária a comprovação do direito ao benefício da 1/2 entrada no ato da compra e no acesso ao evento. Para vendas pela Internet e Telefone é necessária a comprovação do direito ao benefício da 1/2 entrada no acesso ao evento. Caso o benefício não seja comprovado, o portador deverá complementar o valor do ingresso adquirido para o valor do ingresso integral, caso contrário o acesso ao evento não será permitido. ESTUDANTES - Lei Federal 12.933/13, Decreto Federal 8.537/15 e Medida Cautelar Provisória concedida pelo STF em 29/12/2015 – Carteira de Identificação Estudantil (CIE), emitida pela ANPG, UNE, Ubes, entidades estaduais e municipais, Diretórios Centrais dos Estudantes, Centros e Diretórios Acadêmicos, conforme modelo único nacionalmente padronizado. Os elementos indispensáveis da CIE nome completo e data de nascimento do estudante; II foto recente do estudante; III nome da instituição de ensino na qual o estudante esteja matriculado; IV grau de escolaridade; e V data de validade até o dia 31 de março do ano subsequente ao de sua expedição. IDOSOS (PESSOAS COM MAIS DE 60 ANOS) - Lei Federal 10.741/03 e Decreto Federal 8.537/15 – Documento de identidade oficial com foto. JOVENS PERTENCENTES A FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA, COM IDADES DE 15 A 29 ANOS - Lei Federal 12.933/13 e Decreto Federal 8.537/15 - Carteira de Identidade Jovem que será emitida pela Secretaria Nacional de Juventude a partir de 31 de março de 2016, acompanhada de documento de identidade oficial com foto. PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E ACOMPANHANTE QUANDO NECESSÁRIO - Lei Federal 12.933/13 e Decreto Federal 8.537/15 - Cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou de documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social INSS que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos na Lei Complementar nº 142, de 8 de maio de 2013. No momento da apresentação, esses documentos deverão estar acompanhados de documento de identidade oficial com foto. DIRETORES, COORDENADORES PEDAGÓGICOS, SUPERVISORES E TITULARES DE CARGOS DO QUADRO DE APOIO DAS ESCOLAS DAS REDES ESTADUAL E MUNICIPAIS - Lei Estadual n° 15.298/14 - Carteira funcional emitida pela Secretaria de Educação de São Paulo ou holerite acompanhado de documento oficial com foto. PROFESSORES DA REDE PÚBLICA ESTADUAL E DAS REDES MUNICIPAIS DE ENSINO - Lei Estadual n° 14.729/12 - Carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de São Paulo ou holerite acompanhado de documento oficial com foto. INGRESSOS Internet (com taxa de conveniência): https://www.sympla.com.br/ Bilheteria física (sem taxa de conveniência): Horário de funcionamento de bilheteria: Atendimento presencial: De terça à sábado das 13h00 às 19h00. Domingos e feriados apenas em dias de espetáculos até o início da apresentação. ACESSIBILIDADE: Deficientes físicos: teatros adequados às normas de acessibilidade, contendo elevador, corrimão, espaço para cadeirantes e acompanhantes, banheiros adaptados. Deficientes auditivos – Agenda de apresentações com tradução em libras (em construção) Deficientes visuais - Previsão de que, quando solicitada, a produção disponibilize texto da peça em Braile e resumo descritivo do espetáculo em Braille e em áudio (para cidadãos devidamente identificados) Deficientes intelectuais – 4 (quatro) assentos posicionados em local de fácil mobilidade para este público, proporcionando conforto caso haja necessidade de se retirar durante a sessão e, ainda, previsão de que, quando solicitada, a produção disponibilize abafadores de ruído (para cidadãos devidamente identificados) ATENÇÃO: Este espetáculo contém Luz Estroboscópica (flashes de luz intensa). Este efeito visual é contraindicado para pessoas com epilepsia, sensibilidade à luz ou autismo. Aconselhamos cautela. OBSERVAÇÃO: Sobre os assentos especiais, cabe dizer que conforme reza no Art. 23 – A do Decreto No 9.404 de 11 de junho de 2018: “na hipótese de não haver procura comprovada pelos espaços livres, estes podem, excepcionalmente, ser ocupados por pessoas sem deficiência”. ___ Sobre o Circuito Cultural Bradesco Seguros Manter uma política de incentivo à cultura faz parte do compromisso do Grupo Bradesco Seguros, considerando a cultura como ativo para o desenvolvimento e do convívio social. Neste sentido, o Circuito Cultural Bradesco Seguros se orgulha de ter patrocinado e apoiado, nos últimos anos, em diversas regiões do Brasil, projetos na área de música, dança, artes plásticas, teatro, literatura e exposições, além de outras manifestações artísticas. Dentre as atrações incentivadas, destacam-se os musicais “Bibi - Uma Vida em Musical”, “Bem Sertanejo”, “Les Misérables”, “70´Década do Divino Maravilhoso”, “Cinderela”, “O Fantasma da Ópera”, “A Cor Púrpura” e “Conserto para Dois”, além da exposição “Mickey 90 Anos”. Sobre a Estamos Aqui Produções Com atuação contínua desde 1994, a Estamos Aqui é reconhecida pelo rigor artístico, competência técnica e pelo impacto de suas produções no cenário cultural brasileiro. Ao longo de sua trajetória, assinou montagens marcantes como Quase Normal (2012) — o musical mais premiado e indicado da história do gênero no país —, Ou Tudo ou Nada , Love Story , Eu Não Posso Lembrar que Te Amei – Dalva e Herivelto e 4 Faces do Amor , vencedor do Prêmio Bibi Ferreira de Melhor Texto e do Prêmio Destaque Imprensa Digital na categoria Destaque Roteiro. Entre seus grandes sucessos recentes, destaca-se A Cor Púrpura – O Musical , produção amplamente premiada e indicada por diferentes júris especializados, que cumpriu temporadas e turnês nacionais entre 2019 e 2024. Em 2024, a produtora esteve à frente de Querido Evan Hansen , com temporadas no Rio de Janeiro e em São Paulo, espetáculo que recebeu o Prêmio Destaque Imprensa Digital na categoria Destaque Elenco. Entre 1995 e 2020, desenvolveu o projeto Teatro Jovem , que alcançou mais de 3,5 milhões de espectadores. A atuação da Estamos Aqui também se destaca pela forte vocação para circulação nacional: entre 2022 e 2023, levou o espetáculo autoral Quando Eu For Mãe Quero Amar Desse Jeito a mais de 30 cidades brasileiras; em 2025, realizou turnê nacional com a montagem brasileira de O Casal Mais Sexy da América , passando por 25 cidades e reafirmando seu compromisso em levar produções de relevância pelo país. Alex Varela
- Monólogo Minha Vó Ri com a atriz Julia Bernat/CCBB Rio
Fotos: https://drive.google.com/drive/u/0/folders/1Wq4q-aIkmUBU3pZpsKsl0ZEdellOIczu Dia 08 de janeiro estreia no CCBB "Minha Vó Ri", primeiro solo da premiada atriz Julia Bernat, com direção de Débora Lamm Minha Vó Ri, primeiro solo da diretora, atriz e dramaturga premiada Júlia Bernat, estreia no dia 8 de janeiro. A montagem tem direção da também premiada Débora Lamm, fundadora da Cia OmondÉ, e fica em cartaz até 9 de fevereiro de 2026, no Teatro III do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB Rio), com sessões de quinta a segunda, sempre às 19h00, exceto aos domingos às 18 horas . O espetáculo utiliza a autoficção e o conceito de palestra-performance para costurar as memórias pessoais da artista — que celebra 18 anos de carreira — com um aprofundamento histórico sobre o ativismo lésbico no Brasil e no mundo. Júlia traz em sua bagagem o apreço pela pesquisa, aprofundado no mestrado em Artes Cênicas (UNIRIO), e a experiência prática atestada pela indicação ao Prêmio Shell (Melhor Atriz) , Prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante (Festival do Rio) e Prêmio CBTIJ (Melhor Texto Adaptado). Ela também é considerada a atriz que mais representa a linguagem da consagrada diretora Christiane Jatahy, vencedora do Leão de Ouro, em Veneza . Julia já marcou presença nos espetáculos de sua companhia - incluindo o último deles "Um Julgamento - Depois do Inimigo do Povo", com Wagner Moura , também apresentado no CCBB - e em alguns dos principais festivais de teatro do mundo, como Avignon , Edimburgo , Lisboa , Los Angeles e Nova York. O novo trabalho Minha Vó Ri é resultado de uma pesquisa de três anos e aborda a busca por aceitação , visibilidade e pertencimento da comunidade LGBTQIAPN+ . Neste novo espetáculo, Julia constrói uma atuação que dialoga com fatos marcantes da história. São citadas personalidades centrais, como a cineasta Chantal Akerman e a ativista brasileira Rosely Roth — uma das realizadoras do Levante do Ferro's Bar, que marca a criação do Dia do Orgulho Lésbico, e primeira lésbica assumida a aparecer na TV brasileira nos anos 1980. A peça também resgata momentos históricos como a liberdade LGBT que marcou a República de Weimar , período anterior ao nazismo, na Alemanha. A atriz comenta sua motivação para o trabalho: “ É uma proposta de dar densidade histórica e filosófica a uma trajetória que muitas vezes é invisibilizada. Eu precisava entender de onde vim para saber onde posso chegar. O palco, então, se tornou o lugar onde a minha busca particular ecoa e encontra sentido na experiência coletiva. ” A ancestralidade também é um tema forte no monólogo, que inclui a participação, em vídeo, de sua mãe e tia, as cantoras Soraya Ravenle e Ithamara Koorax , interpretando uma canção em iídiche. A trilha sonora é um elemento dramático à parte e complementa a narrativa com canções de grandes artistas lésbicas brasileiras, como Ângela Ro Ro , Leci Brandão , Cássia Eller , Marina Lima e Ludmilla . Com referências consistentes e uma partilha sensível, Minha Vó Ri transcende a experiência pessoal, transformando-se em um poderoso ato de resistência e afirmação. Sinopse: Minha Vó Ri é o primeiro monólogo da atriz Júlia Bernat , com direção de Débora Lamm . Combinando autoficção e o conceito de palestra-performance, a peça costura memórias familiares com uma extensa pesquisa sobre a história do ativismo lésbico no Brasil e no mundo. Em um ato de resistência e busca por pertencimento, a atriz resgata figuras históricas como a ativista brasileira Rosely Roth e intelectuais como a cineasta Chantal Akerman. A trilha sonora é um manifesto à parte, com canções de grandes artistas lésbicas como Ângela Ro Ro , Cássia Eller e Leci Brandão . Uma partilha sensível sobre ancestralidade e visibilidade lésbica. De 8 de janeiro a 9 de fevereiro no CCBB Rio. Opção curta: MINHA VÓ RI: O monólogo de Júlia Bernat (dir. Débora Lamm) cruza a autoficção com uma pesquisa profunda sobre a história do ativismo lésbico. Com referências a Rosely Roth e Chantal Akerman , e trilha sonora que inclui grandes cantoras como Ângela Ro Ro e Cássia Eller . De 8 de janeiro a 9 de fevereiro no CCBB Rio. Julia Bernat – atriz e autora Julia Bernat é atriz, diretora e dramaturga, graduada e mestra em Artes Cênicas pela UNIRIO. Trabalha há 14 anos com Christiane Jatahy e a Cia. Vértice , atuando em espetáculos como Julia, E se eles fossem para Moscou? (indicação ao Shell de Melhor Atriz), A Floresta que Anda , Ithaque , Entre Chien et Loup e Um Julgamento , apresentados em festivais nacionais e internacionais. Dirigiu Saco de Batata e codirigiu Shuffle , além de assinar a direção de Instabilidade Perpétua e a dramaturgia do infantil A História de Kafka e a Boneca Viajante (prêmio CBTIJ). No cinema, atuou em Aquarius , Aspirantes (prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no Festival do Rio) e Campo Grande. Codirige o projeto urbano Lambe Lambe – Histórias Sapatão . Minha vó ri é seu primeiro solo como atriz e dramaturga. Debora Lamm – diretora Débora Lamm é atriz, diretora e fundadora da Cia OmondÉ , com mais de 40 espetáculos no currículo. No cinema, protagonizou “Muita Calma Nessa Hora”, “Seja o Que Deus Quiser” — pelo qual foi indicada a melhor atriz no festival internacional da África do Sul — e trabalhou com Júlia Rezende em “Como é Cruel Viver Assim”. Na TV e no streaming, é uma das protagonistas do sucesso da Netflix Todo Dia a Mesma Noite e integra o elenco de Juntas e Separadas, da Conspiração Filmes/Globoplay. Atuou em produções da TV Globo com diretores como Maurício Farias , Walter Carvalho , Denise Saraceni , Amora Mautner e Guel Arraes , em novelas e séries como Amor de Mãe, Quanto Mais Vida, Melhor! Histórias Impossíveis e Mania de Você. Também integrou a equipe de direção do último projeto de humor de Jorge Furtado e Regina Casé . Foi criadora e protagonista, ao lado de Bruno Mazzeo , do programa Cilada, pioneiro na dramaturgia da TV a cabo, que ganhou duas novas temporadas após 15 anos. Como diretora teatral, desde 2013 assinou 17 montagens — entre elas “Gostava Mais dos Pais”, “Férias” e “Toda Donzela Tem um Pai que é uma Fera” — rendendo prêmios e indicações. Em 2026, completa 29 anos de carreira. Sobre o CCBB Rio Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro marca o início do investimento do Banco do Brasil em cultura. Instalado em um edifício histórico, projetado pelo arquiteto do Império, Francisco Joaquim Bethencourt da Silva, é um marco da revitalização do centro histórico da cidade do Rio de Janeiro. São 36 anos ampliando a conexão dos brasileiros com a cultura com uma programação relevante, diversa e regular nas áreas de artes visuais, artes cênicas, cinema, música e ideias. Quando a cultura gera conexão ela inspira, sensibiliza, gera repertório e promove o pensamento crítico. A cultura transforma o Brasil e o CCBB promove o acesso às produções culturais nacionais e internacionais de maneira inclusiva, com identificação e representatividade que celebram a pluralidade das manifestações culturais e a inovação. Acessível, contemporâneo, acolhedor, surpreendente: pra tudo que você imaginar. Ficha Técnica: Dramaturgia : Julia Bernat Direção : Débora Lamm Direção de movimento: Denise Stutz Direção de produção: Aninha Barros Assistente de direção e produção executiva : Kaká Guimarães Rosa Cenografia : Elsa Romero Iluminação : Lara Siqueira Fotos e projeções: Camilla Lapa Figurino: Debora Crusy Direção musical: Rodrigo Marçal Assessoria de imprensa: Cristiana Lobo Intérprete de libras: Claudia Chelque Interlocutor artístico: Biño Sauitzvy Designer : Lucas Botelho Mídias sociais: Nice Chagas Minha vó ri De 08 de janeiro a 09 de fevereiro de 2026 Teatro III - 2º andar Duração: 70 minutos Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada) à venda na bilheteria do CCBB e no site bb.com.br/cultura Estudantes , maiores de 65 anos, demais beneficiários por Lei e clientes com cartões BB pagam meia entrada. Classificação : 14 anos *Todas as apresentações contarão com acessibilidade em Libras. Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro Rua Primeiro de Março 66, Centro – Rio de Janeiro/RJ Contato:(21) 3808-2020 | ccbbrio@bb.com.br Funcionamento: de quarta a segunda, das 9h às 20h (fecha às terças). Mais informações em bb.com.br/cultura Siga o CCBB nas redes sociais: instagram.com/ccbbrj | facebook.com.br/ccbb.rj | tiktok.com/@ccbbcultura | x.com/ccbb_rj Alex Varela
- Entrevista: Preto Viana
PRETO VIANA Arte, ancestralidade e protagonismo: um artista que transforma espaços e histórias. DM – Preto, como você avalia esse momento da sua carreira e o que 2025 representou para você como artista? PRETO VIANA: 2025 foi um ano de muitos ventos de mudança. Um período em que consegui plantar, projetar e viver muita coisa que desejava. Talvez não exatamente da forma como pensei, mas foi um ano de crescimento, amadurecimento e conquistas. Agora 2026 chega como o ano da colheita, da prosperidade e das oportunidades. DM – Você fala muito sobre protagonismo do corpo negro e das oportunidades. Como isso atravessa sua trajetória? PRETO VIANA: Um corpo preto precisa de acesso e oportunidade. Nós já carregamos a potência, a riqueza cultural, histórica e afetiva que construiu esse país. Quando falamos de música, comida, ancestralidade, identidade… estamos falando do povo preto e indígena. Eu venho buscando o protagonismo da minha própria história — não apenas ser protagonista de um projeto, mas assumir a voz, a presença e a construção da minha trajetória. Nossos corpos são políticos, pensam, dançam, choram, amam e transformam. DM – Sua trajetória artística começa muito cedo e passa por várias linguagens. Como tudo começou? PRETO VIANA: Entrei aos 17/18 anos para a Escola do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, onde tive minha primeira formação em ballet clássico. Depois passei pela Trape da Tupi, escola de circo, e logo fui para os musicais. Meu primeiro trabalho foi com Miguel Falabella em La Cage Aux Folles (A Gaiola das Loucas). Desde então, quase toda minha trajetória no teatro foi em musicais, incluindo grandes produções com nomes fortes da cena brasileira. DM – Você vive um momento de transição importante: do teatro musical para o audiovisual. Como tem sido esse movimento? PRETO VIANA: É uma virada de chave. Hoje, junto com minha equipe, venho construindo uma imagem, estudando lugares e movimentos específicos para o audiovisual. Meu desejo para 2026 é continuar expandindo, trabalhando com cinema e TV, sem fechar portas para o teatro experimental, que também faz parte da minha essência. DM – O “Stranger Things Experience” foi um marco na sua carreira. O que essa experiência internacional representou? PRETO VIANA: Foi uma experiência incrível e transformadora. Um outro jeito de fazer teatro, de viver a cena, em grande produção. O projeto rodou o mundo — passou por Austrália, Nova Iorque e agora está no México. Eu não segui com o elenco nessa fase porque já estou envolvido com um novo projeto, mas fico muito feliz de ver a obra crescendo com artistas locais e tenho certeza de que será um sucesso. DM – Você também desenvolve um projeto pessoal muito potente, que trata de subjetividade preta. Pode falar sobre ele? PRETO VIANA: Sim, é meu projeto chamado “Subjetividade Preta”, em parceria com o roteirista Dimas — que hoje assina grandes trabalhos sobre negritude na Globo. É um trabalho de performance com roteiro, que fala da nossa subida, nossas relações, dores, alegrias e afetos. Questiona a repetição dos corpos pretos sempre colocados em lugares de subalternidade. Nosso objetivo é mostrar nossos corpos no poder, com voz, protagonizando, criando narrativa e ocupando espaços. DM – E o que você deseja para esse novo ciclo? PRETO VIANA: Desejo continuidade. Desejo espaço para trabalhar, criar, dançar, pensar, existir artisticamente com dignidade e potência. 2026 é o ano de reafirmar tudo o que venho construindo. CRÉDITOS Entrevista: Delcio Marinho (DM) Entrevistado: Preto Viana Criação de Conteúdo Digital: ChatGPT Publicação: Revista do Villa Delcio Marinho
- 6 de 12O decorador de eventos Carlos Lamoglia comemorou seus 50 anos- Hotel Nacional-São Conrado
Noite de brilho no Hotel Nacional O Hotel Nacional, em São Conrado, foi o endereço mais concorrido da noite de 22 de dezembro de 2025, quando o decorador de eventos Carlos Lamoglia comemorou seus 50 anos em grande estilo. Conhecido pelo olhar apurado e pela assinatura elegante em eventos memoráveis, o anfitrião reuniu um time estrelado de amigos, clientes e personalidades. Entre as presenças que circularam pelo salão, destaque para Narcisa Tamborindeguy, Nina Kauffmann, Vera Loyola, a desembargadora Helda Meireles e a juíza Cláudia Valéria. O ator André Lamoglia também marcou presença, assim como Fabíola Azevedo, Carla Pimentel, Renata Fraga e Patrícia Garcia, reforçando o clima de prestígio e celebração. A experiência gastronômica acompanhou o alto nível da noite: o bufê impecável assinado pela Carmelita Gastronomia foi bastante elogiado pelos convidados. A mesa de doces também brilhou, com bolo de Antônio Maciel e criações de Dona Simone, Rosângela Loureiro e Fabiana D’Ângelo, disputadíssimas ao longo da noite. Na trilha sonora, Marcos Vivan, o DJ Junior Machado e um animado grupo de pagode garantiram pista cheia e alto astral até o fim. Uma festa à altura da trajetória de Carlos Lamoglia: sofisticada, afetiva e inesquecível. Vera Donato
- Projeto vitivinícola luso-brasileiro leva o Dão ao destaque internacional com 97 pontos da Falstaff
Foto: divulgação A região do Dão voltou a afirmar-se no panorama internacional do vinho com a distinção atribuída pela revista Falstaff ao Domínio do Açor Vinha Celta 2022. O vinho alcançou 97 pontos e passou a integrar a lista dos melhores vinhos ibéricos com preço inferior a 100 euros, numa publicação considerada referência no setor do vinho e da gastronomia na Europa. O reconhecimento surge num contexto de crescente valorização da vitivinicultura portuguesa pela crítica internacional, num movimento sustentado pela “diversidade de castas autóctones, pela leitura rigorosa do território e pela conjugação entre práticas tradicionais e abordagens contemporâneas de produção”. Instalado no coração do Dão, e segundo apurámos, o Domínio do Açor resulta de um projeto criado para “valorizar o terroir da região, marcado pela altitude, pela proximidade à Serra da Estrela e pelos solos graníticos que caracterizam esta zona vitivinícola do centro de Portugal”, condições naturais que estão na base do perfil dos vinhos produzidos na propriedade. O projeto nasceu da iniciativa de um grupo de investidores brasileiros, oriundos de Belo Horizonte, que optaram por investir em Portugal no setor do vinho, apostando na estabilidade do mercado, na projeção internacional crescente dos vinhos portugueses e no posicionamento estratégico do Dão no segmento premium. Hoje, a equipa conta com brasileiros e portugueses. A enologia está a cargo de Luís Lopes, enólogo da nova geração portuguesa, enquanto a direção técnica e a curadoria do projeto contam com Guilherme Corrêa, sommelier brasileiro com percurso internacional. A abordagem do Domínio do Açor procura uma leitura contemporânea da região, mantendo a ligação às castas e aos métodos tradicionais do Dão. Na análise da Falstaff, Portugal e Espanha são hoje identificados como dois dos países mais dinâmicos da Europa no setor vitivinícola, com oferta diversificada e reconhecimento crescente nos mercados internacionais. A distinção atribuída ao Vinha Celta 2022 insere-se neste enquadramento. Os vinhos do Domínio do Açor estão atualmente presentes em vários mercados externos, entre os quais Brasil, Estados Unidos, Japão, Suíça, Reino Unido, Alemanha e países nórdicos, reforçando a presença internacional do vinho português. “Com esta classificação, o Domínio do Açor consolida a sua posição entre os projetos mais acompanhados da nova geração do Dão e contribui para a afirmação de Portugal no circuito internacional dos vinhos de qualidade. É um orgulho para nós ver que este projeto consegue apresentar ao público produtos de excelente qualidade e reconhecimento internacional”, finalizou Otacílio Soares, um dos sócios-fundadores da vinícola, sediada em Oliveira do Hospital, no coração da região do Dão, uma das mais emblemáticas de Portugal. Recorde-se que o vinho “Encruzado 2023”, da mesma vinícola, também conquistou em maio deste ano a “pontuação máxima” atribuída pela revista portuguesa “Evasões”. Ígor Lopes










