Revista do Villa
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Revista luso-brasileira de conteúdo sobre cultura, gastronomia, moda, turismo,
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- Funcex torna-se promotora e responsável pelas ações do G20 África
Foto: Agência Incomparáveis A Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex) tornou-se responsável pela “criação e promoção de iniciativas” do G20 África, para a qual criou um “plano estratégico” de “ações das novas posturas do G20 e outras atividades com âmbito nacional e internacional”. Para estabelecer as ações, a Funcex assumiu o compromisso de “promover parcerias estratégicas com órgãos ou entidades públicas, ou privadas, para alcançar os seus objetivos, visando o fortalecimento das ações do G20, em África, e da COP30, no Brasil”. O presidente da Funcex, Antonio Carlos da Silveira Pinheiro, designou para CEO do programa G20 África, Paulo Manoel Lenz César Protasio, e também estabeleceu uma equipa multidisciplinar responsável pela implementação das ações do G20 África. Grupo dos 20 O Grupo dos Vinte, ou G20, nasceu em 1999 em consequência das inúmeras crises económicas no mundo. Para debater sobre os problemas enfrentados, em 2008, aconteceu a primeira reunião de cúpula do grupo, que reuniu chefes de Estado. Além das questões económicas e financeiras, os 19 países dos cinco continentes, além da União Europeia e da União Africana, integrados ao G20, debatem temas como o do meio ambiente, saúde, agricultura, combate à corrupção, questões energéticas e mudanças climáticas, entre outros. Os países integrantes do G20, além da União Europeia e da União Africana, são: Brasil, Argentina, México, Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Itália, França, Reino Unido, Austrália, China, Coreia do Sul, Japão, Rússia, África do Sul, Índia, Indonésia, Arábia Saudita e Turquia. Ígor Lopes
- A Vida é Trágica!
Estreou o espetáculo O Estrangeiro_Reloaded , no teatro do CCBB RIO 1. A peça teatral é um monólogo protagonizado por Guilherme Leme. A peça é uma adaptação do livro homônimo do escritor, dramaturgo, jornalista e filósofo franco-argelino Albert Camus (1913-1960) , lançado em 1942. Esta adaptação tem a assinatura de Morten Kirkskov, com tradução de Liane Lazoski. O texto é potente, emotivo, doloroso, aflitivo e reflexivo, nos apresenta a trajetória de vida de Meursault marcada por um conjunto de fatos que acabam por levar à perda do controle da sua própria vida, e a optar por trajetos íngremes e tortuosos que produzirão consequências nefastas. Meursault perdeu a mãe, fato que traria consequências trágicas para a sua vida. E, num segundo momento, cometeu um crime. Ele matou um homem, fato que o levou a prisão e ao julgamento. Ainda que não tivesse tido a intenção, que tenha sido traído pelo brilho do sol que refletiu na faca do homem que a apontava e cegou a sua visão, ele foi sentenciado com o corte da sua cabeça em praça pública. Na prisão, Meursault recebeu a vista de um religioso. Com ele, travou um intenso debate, pois afirmava não acreditar em Deus, e discutiram a relação entre a justiça humana e a divina. Meursault é um típico homem desse mundo contemporâneo, comum como todo mundo, que vive atormentado, com a sua saúde mental abalada e deteriorada, nesse universo caótico em que vivemos. Fragilizado, acabou por ter atitudes alheias às suas próprias convicções. Foi julgado pela lei ("Dura Lex, Sed Lex"), e acabou condenado à morte. O texto apresenta uma importante reflexão sobre a condição humana, sobre o conceito de liberdade, e as responsabilidades de cada indivíduo dentro da sociedade. Guilherme Leme protagoniza Meursault, esse indivíduo atordoado e atormentado, sentenciado pelo império da lei. Ele tem uma interpretação perfeita. E a essa técnica interpretativa notável, ele emociona, deixando transparecer as tensões que marcam o personagem. Ele domina o texto e o palco de forma segura e determinada. Apresenta uma boa movimentação, e utiliza de forma intensa o único elemento cenográfico, um banco. Nele, ele senta, deita, levanta, o coloca na forma vertical, entre outras ações. Apresenta uma boa retórica, fato que permite uma fácil compreensão pelo público do texto. Este nao é um texto simples. O espectador tem que estar atento, porque uma mero descuido acaba por perder a concentração. A direção de Vera Holtz focou no texto, e deixou o artista livre para realizar a interpretação do texto. O figurino criador por João Pimenta é adequado e facilita a movimentação. O ator veste um macacão preto, e por baixo usa uma camisa preta de alça. O ator está descalço. A cenografia é mínima, existindo apenas um banco de alumínio prata. A iluminação criada por Aline Santini caracteriza-se por um palco praticamente escuro durante todo o espetáculo, e uma luz branca incidindo sobre o ator. No chão do palco, ao fundo, há uma luz branca de led. O Estangeiro_Reloaded é um monólogo protagonizado pelo ator Guilherme Leme cujo texto apresenta uma adequada adaptação da obra do escritor Albert Camus; uma atuação perfeita e potente do ator; e uma direção consistente e precisa. Excelente produção cênica! Fotos: Gustavo Leme Alex Varela
- A riqueza do carnaval em Veneza
Belíssimas criações de alta costura! O Carnaval é a prova de que é possível inventar a alegria, colocando um pouco de cor na vida, um punhado de gliter na pele, outro tanto de confete no ar, samba no pé para que o coração pulse no ritmo da fantasia e abrir alas para que os sorrisos desfilem livres na ala da liberdade, na passarela do coração. Revista do Villa | Regina Bogossian
- União de Maricá: O Brilho do Samba da Região dos Lagos
Fundada em 26 de maio de 2015, a União de Maricá representa com orgulho a cultura e as tradições do município de Maricá, no estado do Rio de Janeiro. Suas cores vermelho, ouro e branco simbolizam a garra e a riqueza cultural da cidade, e seu símbolo, a coroa, faz referência à padroeira local, Nossa Senhora do Amparo. A escola estreou no carnaval carioca desfilando na Série C e, com esforço e dedicação de sua comunidade, chegou à Marquês de Sapucaí, participando da Série Ouro em 2024. Nesse desfile, apresentou o enredo "O Esperançar do Poeta", uma homenagem aos compositores que encantam e transformam vidas com seus versos. A apresentação contou com a participação especial de Valéria Valenssa, eterna "Globeleza", marcando seu retorno ao sambódromo após duas décadas. Com um trabalho sério e apaixonado, a União de Maricá cresce a cada ano, consolidando-se como uma força vibrante no cenário do samba, levando o nome de sua cidade para os palcos do maior espetáculo da Terra. Fontes: Delcio Marinho ChatGPT Revista do Villa | Delcio Marinho
- O Professor Lobo Jhoty e os Porquinhos Lelé, Lili e Loló
Era uma vez uma floresta, muito linda, próxima da cidade de Itapururuca. Nesta linda e encantada floresta havia casinhas de várias cores e formatos diferentes. Muitas borboletas de diversas cores voando no bosque da jaquinha, que muitas das vezes se via andorinhas voando e beija-flor ali pousando. La pelas beiradas da ribanceira avistava uma casa muito grande e sua pintura era feita de números, frações, geometria porque ali morava um lobo matemático, mas muito inteligente e conhecido em toda floresta. Quando ônibus chegava pela estrada de barro no meio da floresta, no ponto logo pela manhã já estavam esperando Lelé, Lili e Loló... três irmãos porquinhos muito divertidos e alegres. Iam sempre cantando e dando risada com a turma dentro do ônibus em sentido a Escola Pulman. Quando os porquinhos chegaram na sala de aula o Lobo Jothy já tinha enchido a lousa de contas e ficava observando todos para copiarem a lição! Todos prestavam atenção porque o lobo tinha uma expressão de carrancudo e malvado...mas isso não tinha nada, era tudo teatro. Só para a turminha fazer lição! Loló era um porquinho que ficava só mexendo no celular o tempo todo, ficava assistindo desenhos, jogando jogos, e falando do time de futebol. Quando o lobo Jothy deu a prova para ele de matemática, não conseguiu acertar nenhuma questão e ficou muito triste. Quando deu sinal para ir embora, loló saiu correndo em direção da arvore de manga e ali chorou muito envergonhado de seus irmãos. Quando lobo viu ele lá sozinho triste foi logo conversar e dar uma palavra de conforto e lição também. Assim o lobo falou: - Meu amigo porquinho Loló, não chores não! Quero te ajudar na matemática e fazer de você um estudante nota dez! mas preciso que me faça uma coisa importante. O porquinho com olhar muito esperançoso olhou para o lobo e falou, claro professor Jhoty! O que devo fazer? O lobo responde assim: Para você ser estudioso que nem seus irmãos só basta não trazer mais celular na classe e prestar muita atenção quando estiver explicando a matéria, combinado? O porquinho feliz aceitou a proposta e deixou seu celular sempre guardado dentro de uma caixa de sapatos em sua casa e ali sabia que poderia ver novamente quando chegar na sua casa, mas não o tempo todo e sim pesquisando a matéria de matemática, ajudando os pais no que quiser e jogar bola no campinho com amigos ali perto. Depois de três meses com a mudança do comportamento do porquinho ele só tirava nota 10 e era o primeiro da turma, sendo escolhido pelo professor Jhoty como aluno ajudante de matemática e todos ficaram muito felizes em aprender com Loló, porque sempre foi alegre e divertido. Moral da História: Nunca fique perdendo muito tempo com o celular e presta atenção em outras coisas da vida porque tem muita coisa bonita lá fora para aprender e se ver! João Paulo Penido
- A moda de hoje …
Uma blusa de estilo chique e atual, ideal para quem busca sofisticação Vestido Clássico elegância Elegância, café e alegria Há algo que nunca pode faltar no seu dia a dia, o ingrediente principal é sempre o amor: coloque-o em tudo o que você fizer, em cada gesto e em cada pensamento, a vida vai sorrir para você. Revista do Villa | Regina Bogossian
- EuroAtlantic recebe autorização da Anac para voos regulares no Brasil
Foto: divulgação/EuroAtlantic Airways A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) do Brasil, por meio da Portaria n.º 16.300 de 3 de fevereiro de 2025, autorizou a empresa aérea portuguesa EuroAtlantic Airways — Transportes Aéreos S.A. a operar voos regulares no Brasil, após “atender a todas as exigências regulatórias da Anac, incluindo a comprovação de capacidade operacional e a conformidade com as normas de segurança. A companhia poderá definir diretamente com os operadores aeroportuários as rotas e frequências dos voos”. Com a divulgação da aprovação da EuroAtlantic Airways, a Anac mantém o “compromisso em ampliar a oferta de transporte aéreo no Brasil, promovendo a concorrência e proporcionando mais opções para os passageiros e o setor logístico”. A Anac observou que a empresa aérea “já possuía histórico de operações no país por meio de voos fretados, agora expandindo sua atuação com a possibilidade de oferecer ligações frequentes entre Brasil e Europa”. A companhia aérea está pronta para uma nova rota entre o Brasil e Portugal. Fundada em 1993, a EuroAtlantic Airways, segundo a divulgação da empresa, há uma frota de duas aeronaves, o Boeings 767-300ER e o Boeing 777-200ER, com os quais opera algumas rotas na América Central e do Sul, Canadá, Austrália, Caribe e Estados Unidos. Ígor Lopes
- Antonio Manuel lança livro-exposição com trabalhos inéditos
Antonio Manuel, um dos grandes nomes das artes visuais brasileiras, reúne em livro sua mais recente e inédita produção Imagens divulgação Incontornáveis é o nome da série de trabalhos inéditos que Antonio Manuel produziu durante o confinamento imposto pela pandemia de covid-19. É, também, o título do livro que será lançado pela BEĨ Editora no dia 20 de fevereiro de 2025, às 19h, na Livraria da Travessa, em Ipanema, no Rio de Janeiro, com uma conversa entre o artista e o curador Paulo Venancio Filho. O livro também será lançado em São Paulo durante a SP-Arte. No volume, bilíngue, os experimentos recentes dialogam com obras e performances que marcaram a carreira do artista. Com 208 páginas, o livro, de grande apuro visual e gráfico, traz imagens dos trabalhos da série inédita Incontornáveis, incluindo dois fac-símiles. Completam a publicação textos inéditos dos curadores Ana Maria Maia e Paulo Venancio Filho, além do ensaio “O galo dos ovos de ouro”, escrito por Décio Pignatari, em 1973, para a Exposição de Antonio Manuel (de 0 às 24 horas nas bancas de jornais). “A base deste livro são esses novos trabalhos, inéditos, produzidos durante o recolhimento a que fomos submetidos em 2020. Considero que são aberturas que se realizam e se revelam na ação precisa das mãos, como linhas contínuas de luz e energia. Um exercício de liberdade que se move em acontecimentos e revelações.”, afirma Antonio Manuel. Os Incontornáveis são composições resultantes de camadas de folhas de jornal, rasgadas e pintadas. Fragmentos de notícias, palavras recobertas de tinta – ou reveladas pelas cores e pelos recortes do papel – comentam, profundam e se associam a registros da trajetória percorrida por Antonio Manuel ao longo de mais de cinco décadas de atuação – uma trajetória pautada tanto pela inquietação e pela resistência aos autoritarismos de toda ordem, quanto pela surpresa e pelo humor. “Prestem bem atenção ao rasgo; ele não vai desapontar, sua minúcia deliberadamente calculada, a praticamente infalível maestria dos dedos e a inaudita operação cirúrgica estética expõem a beleza e o desenho límpido da incisão.”, diz o curador Paulo Venancio Filho no texto do livro. O artista tem uma forte ligação com os jornais, já tendo produzido diversos trabalhos com este suporte ao longo de sua trajetória. Em 1973, ele realizou a “Exposição de Antonio Manuel (de 0 às 24 horas nas bancas de jornais)”, uma mostra no caderno de cultura do extinto periódico O Jornal, no qual buscava discutir o papel dos meios de comunicação de massa em tempos de censura. Agora, ele amplia as 24 horas do jornal para refletir sobre a transitoriedade da informação e a relevância da palavra impressa hoje. “Entre pedaços de notícias do dia e seu cancelamento enquanto forma pictórica [...], a obra documentou um percurso possível da intimidade do ateliê até o que se recordava ou almejava de uma esfera pública esvaziada.”, afirma a curadora Ana Maria Maia no texto escrito para o livro. Sobre os autores Antonio Manuel é um dos mais relevantes nomes vinculados à arte experimental brasileira. Sua obra, que compreende pintura, performance, instalação e filmes, entre outros suportes, tem como tema central o contexto social e político brasileiro e o sistema das artes. Dessa perspectiva, executou, desde os anos 1960, as "Urnas quentes", trabalhos com jornais e flans, "O corpo é a obra" “Fantasma” e “Ocupações/descobrimentos” , entre outros. Dentre suas principais exposições individuais estão Bienal de Veneza (2015); panorâmica no MAM Rio (2014); "I want to act, not represent", na Americas Society, em Nova York (2011); "Fatos", no Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo ( 2007); mostra no Pharos Centre of Contemporary Art, em Chipre (2005); no Museu da Chácara do Céu (2002); na Fundação Serralves, em Portugal ( 2000); no Jeu de Paume, em Paris (1999); no Museu de Arte Contemporânea de Niterói, em (1998); no Centro de Arte Hélio Oiticica (1997). Tem obras em importantes coleções públicas do Brasil e do exterior, como Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Museu de Arte Moderna de São Paulo, Museu de Arte Contemporânea de Niterói, Fundação Serralves, em Portugal, MoMA, em Nova York e Tate Modern, em Londres. Ana Maria Maia é pesquisadora, curadora e professora de arte contemporânea. Tem doutorado em artes pela Universidade de São Paulo (USP). É organizadora do livro Flávio de Carvalho (Azougue, 2014) e autora de Arte-veículo: intervenções na mídia de massa brasileira (Circuito e Aplicação, 2015), resultado da Bolsa Funarte de Estímulo à Produção Artística. Desde 2019, atua como curadora da Pinacoteca de São Paulo, onde tornou-se curadora chefe em 2022. Paulo Venancio Filho é curador, crítico de arte e professor na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Publicou textos sobre vários artistas brasileiros, entre os quais Antonio Manuel, Hélio Oiticica, Cildo Meireles, Lygia Pape, Waltércio Caldas, Mira Schendel, Franz Weissmann, Iole de Freitas, Carlos Zilio, Anna Maria Maiolino, Eleonore Koch e Nuno Ramos. Foi curador das seguintes exposições: Century City: Art and Culture in the Modern Metropolis (Tate Modern, Londres, 2001), Soto: A construção da imaterialidade (CCBB, Rio de Janeiro,2005/Instituto Tomie Othake,2006/MON, Curitiba, 2006), Anna Maria Maiolino: Entre Muitos (Pinacoteca do Estado de São Paulo, 2005/Miami Art Central, 2006), Fatos/Antonio Manuel (CCBB, São Paulo, 2007), Time and Place: Rio de Janeiro 1956-1964 (Moderna Museet, Estocolmo, 2008), Nova Arte Nova (CCBB, Rio de Janeiro, 2008), Hot Spots (Kunsthaus Zürich, 2009), Cruzamentos (Wexner Center for the Arts, Columbus, 2014), Possibilities of the Object: Experiments in Brazilian Modern and Contenporary Art (The Fruitmarket Gallery, Edinburgh, 2015) e Piero Manzoni (MAM-SP, 2015) e Angelo Venosa:Escultor (Casa Roberto Marinho, 2023). Sobre a Galeria Raquel Arnaud Fundada em 1974, a Galeria Raquel Arnaud é referência no cenário da arte contemporânea brasileira e internacional. Com foco em arte construtiva, cinética e contemporânea, a galeria destaca-se por promover artistas cuja produção explora a relação entre espaço, forma e luz. Para isso, contribuíram artistas como Amilcar de Castro, Willys de Castro, Lygia Clark, Mira Schendel, Sergio Camargo, Hércules Barsotti e Arthur Luiz Piza, entre muitos outros. Além de seu papel no campo da abstração geométrica, a galeria tem se dedicado a promover artistas que exploram novas possibilidades de linguagem no contexto da arte contemporânea, representando nomes como Waltercio Caldas, Carlos Cruz-Díez, Arthur Luiz Piza, Sérvulo Esmeraldo, Antonio Manuel, Iole de Freitas, Maria Carmen Perlingeiro, Carlos Zilio, Tuneu, Frida Baranek, Geórgia Kyriakakis, Julio Villani, Célia Euvaldo, Wolfram Ullrich, Elizabeth Jobim, Guto Lacaz, Carla Chaim, Carlos Nunes e Ding Musa. Localizada em São Paulo, tornou-se um espaço de vanguarda ao apresentar exposições que dialogam com a arquitetura e o design, além de fomentar a reflexão sobre questões estéticas e conceituais. Sob a liderança visionária de Raquel Arnaud, a galeria consolidou seu papel como um dos principais pontos de encontro para colecionadores, críticos e amantes da arte. Atualmente, sob direção de Raquel Arnaud e Myra Arnaud Babenco, o espaço entra em um novo momento, em conexão com o mercado e com a arte contemporânea. Sobre a BEĨ Editora Ao longo de sua trajetória, a BEĨ consolidou-se como uma editora de excelência na concepção e execução de projetos editoriais, mantendo a mesma qualidade nas plataformas de debate e educação que desenvolveu nos últimos anos. O catálogo da editora é formado por livros de arte, design, fotografia, gastronomia, arquitetura, urbanismo e economia, além de títulos voltados para a educação de jovens desde o Ensino Fundamental até a universidade. A palavra beĩ – “um pouco mais”, em tupi – define o espírito que norteia a editora desde sua fundação. O nome reflete o desejo de superar limites, o que se repete a cada projeto executado. A palavra remete ainda ao envolvimento da editora com o Brasil e a cultura brasileira, num compromisso que se reafirma não apenas nas suas publicações, mas no conjunto de suas ações durante um percurso de quase três décadas, que resultou também em iniciativas como a Coleção BEĨ de bancos indígenas do Brasil e a BEĨ Educação. http://www.bei.com.br Serviço: Lançamento livro Antonio Manuel: IncontornáveisRio de Janeiro | 20 de fevereiro de 2025, quinta-feira, das 19h às 22h, com conversa com Antonio Manuel e Paulo Venancio FilhoLivraria da Travessa - Ipanema R. Visconde de Pirajá, 572, Ipanema - Rio de Janeiro – RJ São Paulo | SP-Arte Ficha técnica: 208 páginas, bilíngue (português e inglês) Formato: 23,4 X 29 cm Preço de capa: R$ 180,00 Projeto gráfico: Sônia Barreto Alex Varela
- Governo brasileiro quer aumentar interação empresarial com África
A Missão Empresarial à África Ocidental iniciou no dia 27 de janeiro e terminou dia 7 de fevereiro, visando “fortalecer as relações do Brasil com Nigéria, Gana, Costa do Marfim e Senegal”. Promovida pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Ministério das Relações Exteriores (MRE) e o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a iniciativa reuniu mais de 40 empresas brasileiras para aprofundar as relações económicas do Brasil com o continente africano. O presidente da agência, Jorge Viana, considerou a “decisão do presidente Lula de buscar a reaproximação com o continente africano” devido ao “universalismo e pragmatismo” da política externa do governo petista. Viana também argumentou que o afastamento de sete anos dos demais países africanos levou o “fluxo de comércio” a uma queda de “US$ 28 mil milhões em 2013 para US$ 11,5 mil milhões em 2020”. “O nosso trabalho tem sido redinamizar esse comércio e buscar novas formas de cooperação, para gerar ganhos tanto para o Brasil como para os países africanos. Em 2024, as nossas exportações para a África cresceram mais de 20%, e começar o ano com essa missão mostra que o continente é prioridade para a ApexBrasil. Mais que só aumentar fluxos de comércio, queremos estabelecer parcerias, baseadas na cooperação, para que todos ganhem”, completou Viana. Para o embaixador e diretor do Departamento de Promoção Comercial, Investimentos e Agricultura do Ministério das Relações Exteriores, Alex Giacomelli, “esta missão demonstra a importância que a diplomacia brasileira atribui à África. Um passo essencial na política de incrementar o comércio e os investimentos com o continente foi dado em junho de 2023, em Joanesburgo, quando reunimos os Setores de Promoção Comercial (SECOMS) e de Ciência e Tecnologia (SECTECs), além das adidâncias agrícolas das embaixadas do Brasil na África”. Giacomelli disse que no âmbito do encontro chegou-se à conclusão de retomar a organização das “missões empresariais e a participar de feiras. Desde então, já o fizemos, por exemplo, na África do Sul, Angola, Argélia, Botsuana, Egito, Etiópia, Marrocos, Moçambique, Namíbia, Quênia, Tanzânia e Zimbábue. Pretendemos intensificar o nosso trabalho nesses países e continuar expandindo as nossas ações a outros países neste ano. Essa política coincide com o interesse da iniciativa privada. Basta ver o grande número de empresas presentes nessas missões”. A diretora de Negócios da ApexBrasil, Ana Paula Repezza, contou que “A Missão à África Ocidental” incorporou uma “estratégia de atuação regionalizada para maximizar as oportunidades. Dividimos o continente em quatro grandes áreas de atuação — Norte da África, África Ocidental, África Oriental e sul da África — e decidimos retomar as missões empresariais e a participação do Brasil nas grandes feiras do continente”. Conforme informações da diretora, as ações de aproximação foram dadas com “o Fórum Empresarial Angola-Brasil, realizado durante a visita de Estado do presidente Lula a Angola. Já em 2024, a ApexBrasil, em parceria com as agências de promoção comercial de Angola (AIPEX), África do Sul (DTIC), Moçambique (APIEX) e Tanzânia (TanTrade), realizou a Missão Brasil-Africa Solutions, que movimentou R$ 104,8 milhões em negócios para empresas brasileiras, somando as vendas imediatas e as esperadas para os 12 meses subsequentes”. Ana Paula Repezza disse ainda que as ações continuaram em 2024, quando esteve presente “nos grandes eventos comerciais africanos. Com a participação na Africa´s Big 7, na 39ª Feira Internacional de Luanda (FILDA) e na 59ª Feira Internacional de Moçambique (FACIM), retomamos as ações para o Sul da África. Em 2025, além de manter nossa atuação nessa região, teremos ações para as demais, sendo a primeira a Missão à África Ocidental”. O estudo “Inteligência de Mercado da ApexBrasil” lembra que a “África é o segundo continente mais populoso, com maior taxa de crescimento populacional do mundo e um mercado consumidor em forte expansão. Tomado em conjunto, o continente foi o terceiro maior mercado para produtos brasileiros em 2024, atrás de China e Estados Unidos, mas à frente da Argentina. Em comparação com 2023, as exportações brasileiras para a região cresceram 20,5%. Dada a queda nos preços dos produtos exportados, o resultado se deve ao aumento do volume exportado, fruto dos esforços MRE, Mapa e ApexBrasil, incluindo iniciativas como a abertura de novos mercados e a ênfase estratégica na priorização de mercados africanos”. O estudo ainda informou que “a África apresenta mais de seis mil oportunidades para produtos brasileiros, com destaque para produtos alimentícios e máquinas e equipamentos de transporte. Nigéria, Gana, Costa do Marfim e Senegal, países que receberão as mais de 40 empresas brasileiras durante a Missão à África Ocidental, somam 740 oportunidades”. “A nossa reaproximação com a África é baseada em dados e análises de inteligência. Na região, a exemplo do mundo, vemos uma concentração grande das exportações brasileiras em poucos mercados. Egito, Nigéria, África do Sul, Argélia e Marrocos somam mais de 60% das nossas exportações. Precisamos diversificar os destinos de nossas exportações e agregar valor a elas. Por isso, a Missão à África Ocidental é muito relevante.”, concluiu o gerente de Inteligência de Mercado da ApexBrasil, Igor Celeste. Ígor Lopes
- A música “No caminho da vida”
No caminho da vida, me deparei com a minha linda flor. Tinha muitas cicatrizes e comecei a dar muito valor. O sentimento lindo ia evoluindo de tanto dar muito amor e a flor sempre chorava de muita dor. Mas agora chegou o tempo da despedida da minha linda flor, que agora o meu jardim esta tão longe de seu amor. Pelos cantos vou levando minha vida, descobrindo novos horizontes, até encontrar a rosa que brotou meu coração está aberto para bater forte novamente preparado para um novo amor... mas que dessa vez, seja sem dor e sofrimento, porque sempre dou valor! O sofrer eu já aprendi e não levo rancor, pois entendo muito bem o bater da asa de um beija flor. Vou voando afora, buscando um novo amor para felicidade abrir o sorriso a todo vapor, conquistando meu espaço novamente à espera da minha flor. Chega de lembranças tristes agora e só apagar e olhar para o céu e ver o brilhar das estrelas. A noite escura e serena sei do meu lindo luar... iluminando um caminho da vida e alguma garota encontrar. Um sentimento a dois, emocionante para cantar e no escurinho do cinema o beijo esperado chegar. Como é bom amar e ser amado, agora o tempo é esse: Só quero te beijar e amar! João Paulo Penido










