top of page
FB_IMG_1750899044713.jpg

Revista do Villa

Revista do Villa

Revista do Villa

Revista luso-brasileira de conteúdo sobre cultura, gastronomia, moda, turismo,

entretenimento, eventos sociais, bem-estar, life style e muito mais...

Resultados encontrados para busca vazia

  • Ensaio Solidário "A Família Addams - O Musical"

    No dia 4 de Março, o Teatro Maria Matos recebe o Ensaio Solidário de "A Família Addams – O Musical", uma oportunidade única para o público assistir, em primeira mão, a este espectáculo e, por conseguinte, fazer parte de uma noite especial, em que a totalidade da receita de bilheteira será doada à InLuto – Associação Portuguesa de Cuidados Integrados no Luto. Descarregar Press Kit e Fotos: https://9tiox.r.sp1-brevo.net/mk/cl/f/sh/1t6Af4OiGsGQ0yNReRbd3MMAJNIysn/0YfdWPxzmy77 A InLuto é uma associação sem fins lucrativos que presta apoio psicológico a pessoas em luto. A sua missão é fundamental para garantir que quem enfrenta momentos difíceis tenha acesso ao suporte necessário. Ao longo dos últimos anos de convivência do público com o universo de A Família Addams, percebemos rapidamente que, para além do humor e da excentricidade, esta família também nos ensina a importância da união e do apoio mútuo. SOBRE O ESPECTÁCULO: “A Família Addams” – O Musical, leva o público a embarcar numa história inédita que mistura amor, segredos e situações hilariantes. Wednesday Addams, a sombria princesa das trevas, surpreende ao apaixonar-se por um jovem gentil, inteligente e… normal. Para complicar ainda mais a situação, confessa a sua paixão ao pai a quem pede que mantenha segredo sobre a mesma. É aqui que começam os problemas, uma vez que Gomez Addams nunca escondeu nada da sua adorada mulher, Morticia. Com uma dose extra de caos e excentricidade, a acção atinge o auge durante um jantar onde a família Addams recebe a tradicional família do namorado de Wednesday. Um encontro explosivo e inesquecível que promete gargalhadas e momentos emocionantes. A adaptação portuguesa de A Família Addams – O Musical celebra a excentricidade e reforça a ideia de que cada família é única à sua maneira. Com um enredo cativante, músicas vibrantes e performances memoráveis, o espetáculo promete conquistar públicos de todas as idades. ­ FICHA ARTÍSTICA Encenação Ricardo Neves-Neves direcção musical Artur Guimarães tradução Ana Sampaio adaptação canções Michel Simeão coreografia Rita Spider cenário Catarina Amaro figurinos Rafaela Mapril desenho luz Paulo Sabino sonoplastia Sérgio Delgado assistência de encenação Diana Vaz direcção vocal & assistência de direcção musical Carlos Meireles produção Força de Produção Com Alexandre Carvalho, Ana Brandão, André Lourenço, Artur Costa, Brienne Keller, Dany Duarte, Frederico Amaral, Irma, Joana Manuel, João Maria Cardoso, José Lobo, Leonor Rolla, Margarida Silva, Rogério Maurício, Ruben Madureira, Samuel Ferreira Alves, Sílvia Filipe e Sofia Loureiro. Teatro Maria Matos Ensaio Solidário 4 de Março Bilhetes 15€ M12 Revista do Villa | Teresa Sequeira

  • Paraíso do Tuiuti: Tradição e Resistência no Samba Carioca

    Fundada em 5 de abril de 1952, a Paraíso do Tuiuti é uma escola de samba do bairro de São Cristóvão, no Rio de Janeiro. Suas cores oficiais são azul-pavão e amarelo-ouro, herdadas das agremiações que deram origem à escola: "Unidos do Tuiuti" (azul) e "Paraíso das Baianas" (amarelo). O nome "Paraíso do Tuiuti" também é uma homenagem a essas duas escolas pioneiras da comunidade. Ao longo de sua trajetória, a Paraíso do Tuiuti destacou-se por enredos que abordam temas sociais e históricos, refletindo a realidade brasileira. Em 2018, a escola alcançou grande repercussão com o enredo "Meu Deus, Meu Deus, Está Extinta a Escravidão?", que rendeu à agremiação o segundo lugar no Grupo Especial, sua melhor colocação até então. A escola-madrinha da Paraíso do Tuiuti é a Estação Primeira de Mangueira, reforçando os laços culturais entre as comunidades vizinhas. Com uma história marcada por resistência e criatividade, a Paraíso do Tuiuti continua a encantar o público com desfiles que mesclam tradição e inovação no Carnaval carioca. Fontes Delcio Marinho ChatGPT Revista do Villa | Delcio Marinho

  • “Anora”, entre o sonho e o caos

    “Anora” não é uma obra de mero entretenimento; ela oferece uma análise profunda das dinâmicas de poder e influência da oligarquia russa nos Estados Unidos.   A história acompanha uma stripper  de Nova Iorque chamada Ani, interpretada brilhantememnte por Mikey Madison. Na boate, um dos clientes pede uma dançarina que fale russo. O rapaz é Vanya, (Mark Eydelshteyn), e vemos logo que se trata de alguém poderoso, daqueles que são cercados de amigos que aproveitam tudo que o dinheiro pode comprar. Aliás, o filme mostra bem como magnatas russos utilizam os Estados Unidos como palco para suas extravagâncias, incluindo fantasias de todos os tipos. Vanya se encanta por Ani, a contrata e a leva para a sua casa. Vanya parece não ser um bom amante a princípio, fica impressionado com a sensualidade de Ani e ela a ensina sobre as nuances do prazer e ele aprende direitiho. As cenas de paixão entre os dois são bem interessantes e a química entre os dois é boa. O rapaz a trata como namorada e aí pensamos estar assistindo a história de “Uma linda mulher” contemporânea. Roupas, mordomias, história de amor e acontece o casamento dos dois em Las Vegas. Está tudo muito lindo na primeira parte do filme.   Temos a virada da segunda parte e Ani se vê enredada nas teias de poder ao ter se casado impulsivamente com Vanya. Ao contrário do romantismo idealizado do filme da Julia Roberts, “Anora” passa uma visão desiludida das relações baseadas no poder e, claro, no dinheiro. É uma narrativa que desafia quem assiste a confrontar a realidade de que há pessoas intocáveis por causa da robustez do poder oligárquico, é um outro nível de riqueza e poder: o nível do onipotente.   Mikey Madison disputa o Oscar de Melhor Atriz pela performance em Anora. A atuação crua de Mikey mostra alguém que, apesar de ser uma profissional do sexo, tem reservas quanto à intimidade, à entrega sentimental. E é exatamente essa dicotomia, esse paradigma, que faz de Ani uma personagem com diversas camadas emocionais, dando riqueza à protagonista.   Durante a trama, descobrimos que Ani, na verdade, chama-se Anora e é descendente de armênios. Mas ela prefere ser chamada de Ani, uma forma menor e mais americanizada para se distanciar de sua ascendência, e esta é só uma de suas facetas. Ani é uma mulher que equilibra vulnerabilidade e resiliência; ao mesmo tempo que é dura e despachada, que esperneia e enfrenta os poderosos, é uma mulher sensível que chora, que sente (assim como os heróis gregos que sofrem e a gente gosta tanto). Já Ivan, que atende pelo apelido de Vanya, é um playboy sem limites. Apesar de estar na casa dos 20, Vanya é um menino; passa muitas horas no video game, é anfitrião de grandes festas regadas a drogas, bebidas e com direito a muitas acompanhantes de luxo. Apesar de viver solto e ter Nova Iorque como seu parque de diversões, Vemos um Vanya um garoto que lida com uma solidão mascarada de festividades e alguém que tem o privilégio absurdo de uma linhagem que pode fazer o que bem entende.   Durante todo o filme, temos momentos bem diferentes: de riqueza absoluta e a dureza da realidade. A direção de fotografia de Drew Daniels mostra essa dicotomia, alternando entre cenas de opulência deslumbrante e momentos de crueza desconcertante. Sean Baker assina roteiro e direção e não se esquiva de temas espinhosos, abordando a corrupção moral e a conivência de estruturas americanas. Vemos o cacife russo mandando e desmandando, o que nos faz pensar sobre a vulnerabilidade das sociedades diante de um poder hegemônico que nem permite uma reação, de tão grande que é.   O final do filme é um tapa na cara do espectador. Ele nos leva a refletir sobre a nossa própria existência, sobre a nossa própria forma de relacionamento e sobre os muros que erguemos em volta de nós mesmos para dificultar o acesso das pessoas a nós Por Cláudia Felício (autora best-seller , roteirista e crítica especializada em cinema) @claudiafelicio Cláudia Felício

  • Entrevista: Marchand Ralph Camargo

    Meu convidado é um especialista em arte, o Marchand e colecionador Ralph Camargo.  Um flash exclusivo do marchand Ralph Camargo Em sua casa, onde tem várias obras de arte, como um bom colecionador Ralph ao lado do Ex-Presidente da República Fernando Henrique Cardoso em negociações 1- O que significa a Arte no seu ponto de vista? Como dizia  Ferreira Gular:arte existe porque a vida não basta. 2- Como iniciou seu trabalho de marchand ? Primeiramente reunindo um acervo de obras antológicas do Modernismo para conquistar os poucos colecionadores que se disponham investir em 1963. Com Segall, Tarsila, Portinari, Ismael Nery e Di Cavalcanti galga-se os primeiros degraus. 3- Porque resolveu lançar novos talentos ?   Olho  cirúrgico para lançar novos e inquestionáveis talentos da arte contemporânea aliando à uma linguagem pessoal  e lançando nomes do porte de Lygia Clark, Hélio Oiticica,Mira Schendel, Gerchman,Dias,Geiger,Vergara, Wesley,Tozzi,Aguilar e 50 outros gênios inaugurando a primeira galeria de arte contemporânea de São Paulo em 1966. 4- Quais os principais desafios de sua galeria no Rio? Galeria no Rio no Cassino Atlântico foi memorável por uma década desde 1981 quando apresentei algumas mostras museologicas como Ècole de Paris, Brecheret, Burle Marx, Bandeira, Bonadei, Portinari, Di Cavalcanti e tantas outras que inovaram e agilizaram o mercado carioca. As inaugurações eram também acontecimentos sociais que balançaram o status quo previsível dos frequentadores habituais de outras galerias. Ninguém saia ,os vernissages adentravam meia-noite. 5-  Atua como curador de exposições também?   Tenho horror dessa designação genérica para pseudo valorizar e institucionalizar a mediocridade da grande parte do que se propõe atualmente. Jamais fui nem serei.  6-Tem alguma alguma coleção particular ? Impossível não reunir alguns dos tantos artistas admiráveis de linguagem profundamente original no rico panorama da arte contemporânea atual. 7- Como você tem ajudado a promover a Arte no Brasil? Quem atua no mercado desde seus primórdios 1964 impossível não ter uma contribuição altamente significativa e representativa. É só elencar as centenas de exposições realizadas em minhas galerias de São Paulo e Rio e nas muitas exposições museologicas que realizei no MNBA,MASP,MAM RJ e SP/FAAP SP/FCDF Brasília,MAP BH entre outros. 8- O Brasil prioriza seus artistas plásticos? Agora impossível não reconhecer a importância da arte contemporânea brasileira no âmbito internacional e justamente por isso porque há um reconhecimento tardio da nossa criatividade e inventividade à nível planetário antes tarde do que nunca. Há uma generalização desse reconhecimento com as múltiplas exposições temáticas de arte brasileira pelo mundo neste preciso momento. E haverá muitíssimo pela frente.Viva ! Fotos: Arquivo pessoal/Divulgação  Chico Vartulli

  • Exposição Olhares Múltiplos lota Vogue Square

    A exposição de fotos “Olhares Múltiplos “, com 25 artistas lotou o Centro Cultural do Vogue Square com mais de 200 pessoas. Com curadoria de Fátima Simões, Isabelita dos Patins retratada numa das fotos por Bayard Boiteux estava presente e animou o público. Boiteux expôs 8 lindas fotos que retratam um Rio incomparável. A correspondente estrangeira Martina Farmbauer também trouxe sua colaboração: uma visão do Brasil por uma alemã. O coquetel com comidinhas brasileiras surpreendeu os convidados. O evento contou com o apoio da Associação dos Embaixadores de Turismo do RJ. Veja quem passou por lá … Monica Delgado, Fátima Simões e Isabelita dos Patins  A sacerdotisa Alana Morgana  Thomas King ,Fátima Simões e Matheus Oliveira Bayard Boiteux e o artista plástico Alexandre Damiano Júnior  Patrícia Falabella  ,Fatima Simões e uma outra artista presente  Isabelita e o ator Christian Louzada  Boiteux ,Martina Farmbauer e um amigo brasileiro  Boiteux e suas fotos... Revista do Villa | Divulgação Rio

  • Imperatriz Leopoldinense: A Nobreza do Samba

    Fundada em 6 de março de 1959, a Imperatriz Leopoldinense é uma das grandes escolas de samba do Rio de Janeiro. Representando o bairro de Ramos, suas cores verde, branco e ouro simbolizam a realeza e a tradição da escola. Ao longo de sua trajetória, a Imperatriz se destacou pelo luxo e perfeição técnica de seus desfiles, conquistando diversos títulos no Grupo Especial. Entre seus principais nomes estão a carnavalesca Rosa Magalhães, responsável por desfiles inesquecíveis, e o intérprete Rildo Hora, que ajudou a imortalizar seus sambas. A escola ficou marcada por enredos que exaltam a cultura brasileira, com desfiles memoráveis como “Liberdade! Liberdade! Abre as Asas Sobre Nós” (1989) e “Só dá Lalá” (2000), que homenageou Lamartine Babo. Com uma trajetória vitoriosa e apaixonada, a Imperatriz continua brilhando na Marquês de Sapucaí. Fontes : Delcio Marinho ChatGPT Revista do Villa| Delcio Marinho

  • Incubadora em Lisboa aposta em jovens e imigrantes para desenvolverem o empreendedorismo em Portugal

    Foto: Agência Incomparáveis “Fomentar o empreendedorismo em Portugal através da partilha de conhecimento”. É este o objetivo central da incubadora “Sheree - The Startup Place”, localizada em Lisboa, Portugal. Entre os serviços disponíveis estão ações de formação e programas de incubação.   “O que pretendemos é promover e dar condições para que os cidadãos portugueses e estrangeiros residentes em Portugal (jovens e seniores) possam contribuir ativamente para o desenvolvimento da economia local através do apoio ao empreendedorismo sustentável e escalonável”, reforçou à nossa reportagem Higor Ferro Esteves, fundador da Sheree.   Hoje, a Sheree é uma incubadora certificada pela Rede Nacional de Incubadoras, sendo reconhecida pela Startup Portugal e acreditada para o programa Startup Visa.   Portugal como bom local para investir em startups Portugal, na última década, investiu no empreendedorismo como uma estratégia de crescimento económico. Hoje, de acordo com Higor, “o país possui um ambiente empreendedor, ainda em desenvolvimento, mas reconhecido internacionalmente”.   Sobre os desafios na orientação dos empreendedores na construção e desenvolvimento dos seus modelos de negócio no ambiente das startups, este empresário considera que “o   maior desafio está em apoiar o empreendedor não só através das trocas de conhecimentos e disponibilidade das nossas ferramentas técnicas, mas, principalmente, na sua motivação para conseguir ultrapassar cada fase do desenvolvimento do seu projeto, onde muitas vezes determina-se o sucesso ou insucesso de um projeto”.   “O nosso público está assente nos jovens e cidadãos seniores portugueses que desejam empreender e imigrantes, de diferentes nacionalidades, residentes no país, que procuram criar os seus próprios postos de trabalho, através do desenvolvimento de projetos inovadores, com uma base tecnológica e de forma escalável”, disse Higor, que adiantou que, “quanto as linhas de investimento, temos parcerias com fundos de investimento, como por exemplo a OW Ventures e Terralis Fund. Já quanto as linhas de investimentos de âmbito público, damos todo o suporte aos nossos incubados nos respetivos pedidos ou candidaturas”.   “A Sheree - The Startup Place” é conhecida no mercado nacional também pela sua dinâmica e investimento em inovação. Desta forma, novos projetos têm ganhando força recentemente, como o “Sheree Talks”, “um programa que visa criar um espaço para uma conversa informal para a troca de conhecimento, contando com profissionais de diferentes áreas que contarão as suas experiências no âmbito do empreendedorismo, da tecnologia e do social”. Segundo apurámos, o programa será lançado já na segunda semana de fevereiro.   “Na Sheree não temos clientes, mas, sim incubados, que têm acesso ao nosso programa de mentoria de um processo de candidatura”, conta o responsável pela Sheree, que explica que o processo de submissão de candidatura e avaliação dá-se em duas etapas”.   Processo de candidatura passa por várias fases de validação “Na primeira etapa, ocorre a manifestação de interesse do candidato através do formulário no site sheree.pt ou e-mail contato@sheree.pt ; em seguida, há o envio de uma breve descrição do projeto para que seja analisado o seu potencial inovador, tecnológico, exequível e escalonável. Na segunda etapa, é realizada uma entrevista virtual ou presencial com um colaborador da Sheree para avaliar a capacidade de implementação dos empreendedores do projeto. Uma vez aceite o pedido de incubação e o contrato é celebrado entre as partes, inicia-se o plano de incubação que se divide em três fases: 1º fase: Prova de Conceito- Período: 2 meses. Nesta fase, os empreendedores conhecem os respetivos monitores que os vão acompanhar durante todo o programa de incubação, assim como toda a equipa de gestão e os consultores especialistas. Com o apoio dos monitores e dos consultores especialistas, os empreendedores desenvolvem o modelo de negócio dos seus projetos. Uma vez definido o modelo de negócio, este deve ser validado através de uma prova de conceito apresentada à equipa de gestão da incubadora. Com a prova de conceito validada, os empreendedores passam para a 2º fase, que inclui o desenvolvimento do plano de negócio e constituição da empresa - Período de 3 meses. Com a prova de conceito validada na 1º fase, os empreendedores desenvolvem os seus planos de negócio, com o apoio dos monitores e da equipa de gestão. Após o desenvolvimento do plano de negócios inicia-se o processo de constituição da empresa. Já na terceira fase, ocorre a implementação do plano de negócio - Período: 7 meses. Na 3º fase os empreendedores devem dar início à implementação e gestão do plano de negócio. Nesta fase, os empreendedores contam com um apoio ainda maior da equipa de gestão, além do acompanhamento feito pelos seus monitores”, revelou Higor Ferro Esteves, que assegurou ainda que “a implementação e gestão do plano de negócio é avaliado pela equipa de gestão com base em indicadores de performance, tais como processos, qualidade, rentabilidade, relacionamento com clientes e stackholders, entre outros”.   Note-se que Higor Ferro Esteves foi um dos responsáveis pela implementação do primeiro escritório internacional da Fundação de Estudos de Comércio Exterior do Brasil - FUNCEX, tendo sido Diretor Geral da FUNCEX Europa por três anos. Atualmente, é vice-presidente da Comissão Executiva da Confederação Empresarial da CPLP (CE-CPLP), onde atua no fomento da economia entre os nove países membros. Este empresário está ligado aos mercados da Europa, América Latina, África e Oriente Médio, além de ser gestor de empresas com especialização em Marketing pela ESPM (Brasil) e Mestre em Gestão e Estratégia Industrial pelo ISEG (Portugal).   Ígor Lopes

  • Sob a ótica da misoginia e do machismo estrutural, "A Louca?" repensa a rainha D. Maria I e outras mulheres do Brasil

    MONÓLOGO “A LOUCA?” ESTREIA NA CASA DE CULTURA LAURA ALVIM Elaborando um olhar sobre a misoginia presente na sociedade, solo interpretado pela atriz Sandra Incutto apresenta um cruzamento da história contada sobre D. Maria I, chamada Maria Louca, com outras Marias reais do Brasil. Personagem notória da História do Brasil, a rainha D. Maria I , que ficou mais conhecida entre os brasileiros desde os tempos de escola como D. Maria Louca, foi o ponto de partida para Alexandre Maximino construir “ A Louca? ”, montagem que estreia em curtíssima temporada de 14 a 23 de fevereiro , na Casa de Cultura Laura Alvim - sextas e sábados às 20h e domingos às 19h . Durante a pesquisa pra confecção do texto, que surge em sua encenação na pele de Sandra Incutto sob a direção de Marcia Salgueiro , outras Marias surgiram no contexto da peça: Maria da Graça Costa Penna Burgos , a Gal Costa , que faleceu durante a criação do monólogo, e Maria , mãe do autor, uma órfã que saiu aos nove anos de Minas Gerais para o Rio de Janeiro trabalhar em casa de família, sob a mão forte do poderio machista. “Fui desafiado a escrever uma peça que localizasse o Rio de Janeiro nos 200 anos da Independência do Brasil. Para esse recorte, depois de muitas pesquisas, resolvi buscar na figura de D. Maria I, a Rainha de Portugal que veio em tempos napoleônicos para a ex-capital do Brasil e passou seus últimos dias de vida sendo considerada louca. O fim da sua dinastia imperial ocorre através de seu neto, portanto, eu tinha o cenário ideal para essa finalidade. A partir daí, busquei na vida dessa mulher as implicações de ser herdeira legítima ao trono do seu país e suas colônias num momento extremamente machista e marquei esse primeiro paralelo com o Brasil atual”, explica Alexandre. A entrada das demais Marias não se deu por acaso. “Eu estava revisitando o show ‘ Recanto’ , de Gal Costa, que tinha assistido anos antes, e algumas músicas bateram com o enredo da peça, onde as incluí. A montagem só tem razão de ser com elas, tornando uma massa só. Dessa pesquisa mais ampla, que sempre faço quando escrevo para criar paralelos sociais, mergulhei na história da minha família e vi o passado de outra Maria, a minha mãe que, como uma grande mulher brasileira, deu a volta por cima. Então, são Marias que são contadas nesse monólogo”, antecipa o autor. Na peça, D. Maria está em franca expiação da sua existência, uma autoanálise sem retornos. É ela por ela mesma, o que torna a dramaturgia mais significativa, pois é dela que virão as soluções sem nenhum apoio externo, sem mesmo da ajuda de Deus. “Ela está num limbo eterno, esperando ir para o céu Católico Romano, com grande medo de cair nos calabouços do inferno. Essa dualidade a coloca em pleno divã, questionando em suas memórias a condescendência com seu povo e família, e também o peso cruel da mão da monarca. Como está morta, sua memória atinge a tempos antes do seu nascimento e espia os momentos até os dias de hoje no Brasil, fazendo que todos nós questionemos o que é a loucura menos no seu aspecto literal, mas, sobretudo, nos efeitos nocivos que atos políticos conseguem disseminar na sociedade. Hoje, principalmente, lutamos contra muitos desses efeitos. Não é? ”, provoca Alexandre Maximino. Para a diretora Marcia Salgueiro, falar sobre uma mulher que foi considerada louca numa sociedade machista e misógina é fundamental, sobretudo quebrando paradigmas. “Evoluímos pouco. Estamos numa sociedade onde a permanência de rótulos que desqualificam o papel da mulher é constante, principalmente se ela atinge pontos de destaque ou poder. Trazer essa fala num recorte da nossa própria história utilizando o olhar de D. Maria sobre pontos de sua vida aproxima a reflexão sobre esse posicionamento, principalmente quando promovemos o comparativo com os dias de hoje. Como diretora e mulher, poder dirigir esse monólogo e criar espaço para que um olhar feminino conduza essa vivência de D. Maria só fortalece a visceralidade deste posicionamento”, atesta a diretora. Intérprete de D. Maria por 11 anos no Museu Nacional, a atriz Sandra Incutto já desejava levar a personagem aos palcos. “Mas nunca comentei isso com a Márcia e Alexandre, foi uma abençoada coincidência do destino. E o convite ter chegado por essa dupla dinâmica bateu no peito como as grandes paixões que chegam na alma. Agora eu venho numa pegada bem diferente, temos um fundo histórico forte, com grandes emoções, que cercou a trajetória dessa forte, grandiosa e soberana mulher, como tantas de nós. É um grande reboliço de emoções na minha cabeça, com medos, verdades, dúvidas e com uma grande dose de responsabilidade. Enfim, uma grande honra”, afirma a atriz, que celebra o prazer de estar no palco da Casa Laura Alvim, falando sobre Mulher. “A trajetória de D. Maria I salienta e resgata nossas vivências.Com as nossas caminhadas, passadas, presentes e futuras. Hoje D. Maria, na verdade, seria apenas uma Mulher como nós”, conclui. Se depender da direção, o espetáculo vai gerar impacto e reflexão na plateia sobre relações, direitos e reconhecimento de valor. “A peça apresenta uma encenação surrealista repleta de interferências sonoras e efeitos de vídeo mapping, com trechos de músicas do show ‘ Recanto’ , de Gal Costa, sendo inseridas pela própria D. Maria em momentos de dor. O monólogo toca em algumas feridas de nossa sociedade ainda em processo de construção. Queremos promover um expurgo sobre posicionamentos machistas, sobre desvalorização das falas femininas, entendendo que temos um melhor caminho a seguir enquanto sociedade. Agora será D. Maria a declarar a sua execução final, o desfecho da sua história que poderá surpreender até ela mesma. E o mais importante: sem qualquer julgamento”, finaliza Marcia Salgueiro.   SINOPSE O espetáculo se passa no exato momento que D. Maria I, está em plena transição de sua morte e se vê no purgatório, delirando entre a consciência e a inconsciência, enfrentando autoanálises, para um acerto de contas pelos seus atos. É ela por ela mesma, o que torna a dramaturgia mais significativa, pois é dela que virão as soluções sem nenhum apoio externo, nem mesmo a ajuda de Deus.  Como está morta, sua memória atinge momentos até os dias de hoje no Brasil, trazendo um grande paralelo entre   passado e presente, sobre poderes e decisões e o quanto evoluímos como sociedade; fazendo que todos nós questionemos o que é a loucura. Após confrontos consigo mesma, ela clama uma nova chance de voltar a viver e escolhe o Brasil, terra que identifica como valiosa e mágica. E num acordo com Deuses Originários, D. Maria retorna através de uma entidade da Umbanda, religião Afrobrasileira, que a ressignifica de forma espiritual e profunda.   SERVIÇO : “A LOUCA?” Temporada : 14, 15, 16, 21, 22 e 23 de fevereiro Dias e horários : Sexta-feira e Sábado às 20h e Domingo às 19h  Local : Casa de Cultura Laura Alvim Endereço : Av. Vieira Souto, 176 – Ipanema Telefone : (21) 2332-2016 Entrada :  R$ 40 (inteira) R$ 20 (meia-entrada) Duração : 70 minutos Classificação Indicativa : 14 anos Instagram : @alouca.monologo   FICHA TÉCNICA : Dramaturgia: Alexandre Maximino Direção Artística: Marcia Salgueiro Atriz: Sandra Incutto                                           Cenografia: Cachalote Mattos Desenho de Luz e Vídeo Mapping: Paulo Denizot Figurino: Ticiana Passos Designer: Gil Alves Assessoria de Imprensa: Marrom Glacê Comunicação Produção Executiva: Tatjana Vereza Realização: Donna Cena Investigação Artística Alex Varela

  • Aniversário Claudia Cury - Restaurante Carmelita - Arouca Barra Clube

    O Carmelita restaurante, no Arouca Barra Clube, f oi palco do almoço de aniversário de  Claudia Cury , dia 11 de fevereiro. Regada a espumante, com uma ilha gastronômica, preparada por Roberta Carmelita, estava maravilhosa.  Carlos Lamoglia na decoração nos tons de dourado e Patricia Lamoglia na recepção impecável dos convidados, ao som da cantora Mary Jam, a comemoração foi animadíssima. Cerca de duzentas pessoas passaram por lá. Galeria de Imagens dos Convidados Fotos: Vera Donato Revista do Villa | Vera Donato

  • Unidos do Viradouro: A Força do Samba de Niterói

    Fundada em 24 de junho de 1946, a Unidos do Viradouro é uma escola de samba originária de Niterói, Rio de Janeiro. Suas cores oficiais são o vermelho e o branco, que simbolizam a paixão e a energia presentes em seus desfiles.  A escola foi idealizada por Nelson dos Santos, conhecido como "Jangada", que organizava batucadas em seu quintal no bairro de Santa Rosa, Niterói. A Viradouro desfilou pela primeira vez em 1947, conquistando o quarto lugar no carnaval de Niterói. Seu primeiro título veio em 1949, com o enredo "Arariboia".  Ao longo de sua trajetória, a Viradouro alcançou destaque no carnaval carioca, conquistando títulos no Grupo Especial em 1997, 2020 e 2024. Um dos nomes mais emblemáticos associados à escola é o do carnavalesco Joãosinho Trinta, que liderou a Viradouro em desfiles memoráveis. Atualmente, a sede da escola está localizada no bairro do Barreto, em Niterói, onde continua a promover a cultura do samba e a tradição carnavalesca.  Fontes: Delcio Marinho ChatGPT Revista do Villa | Delcio Marinho

bottom of page