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Revista do Villa

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Revista luso-brasileira de conteúdo sobre cultura, gastronomia, moda, turismo,

entretenimento, eventos sociais, bem-estar, life style e muito mais...

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  • Dupla do Rio: 35 anos elevando o Carnaval Carioca

    O Carnaval do Rio de Janeiro é feito de tradição, alegria e personagens inesquecíveis. Entre eles, há uma dupla que literalmente se destaca acima da multidão: Raul Faria Lima e Isa Xavier, a Dupla do Rio! Há 35 anos, eles abrem o Carnaval Carioca como Mestre-Sala e Porta-Bandeira da Prefeitura do Rio e da Riotur, levando sua arte única sobre pernas de pau para saudar os foliões e dar as boas-vindas à festa mais esperada do ano. Com elegância, graça e muito samba no pé (ou melhor, no alto!), Raul e Isa são um verdadeiro espetáculo à parte na Marquês de Sapucaí. Petropolitanos de coração e cariocas por vocação, eles também brilham em eventos culturais como a Bauernfest e o Natal Imperial, mostrando que o talento dessa dupla vai muito além da Avenida. Mas é no Carnaval que eles se tornam ícones, abrindo alas para a folia com sua dança imponente e cheia de encanto. Neste ano especial, em que celebram 35 anos de dedicação ao Carnaval Carioca, fica aqui nosso aplauso, nosso reconhecimento e nossos votos de muito mais sucesso! Que a tradição continue e que o samba jamais perca a altura! E, claro, sucesso a todas as Escolas de Samba, componentes e foliões que fazem dessa festa um espetáculo inesquecível! Que venha um Carnaval de muita alegria, brilho e samba no pé (e no alto)! Parabéns, Dupla do Rio! Viva o Carnaval! Fontes : Delcio Marinho ChatGPT #Carnaval2025 #DuplaDoRio #RaulEIsa #AberturaDoCarnaval #SambaNasAlturas Revista do Villa || Delcio Marinho

  • Quando acontece a colheita de uvas para o vinho no Brasil?

    Escrevo eu em meados da segunda quinzena mês de fevereiro - estamos na fase da colheita das uvas no Brasil, é um período de festa no setor, um momento peculiar pelo equilíbrio entre o medo e a surpresa. Os homens do campo fizeram o seu melhor, agora é tempo de recolher os frutos. As melhores uvas serão os melhores vinhos,” isso se o enólogo não atrapalhar” - este é o ditado nesse período para aqueles que mantiveram com alma, trabalho e cuidado o fruto celeste. Digo isso porque eles terminaram e deram o melhor de si, e agora sob uma outra responsabilidade aquelas uvas se transformarão em vinhos à altura de tanto sacrifício e atenção.    Durante este período é muito interessante visitas às estruturas das vinícolas, é um momento em que se pode provar o mosto recém feito, e até o mosto em andamento no processo que está se transformando em vinho. A cada dia o mosto estará num estágio muito diferente do inicial, para quem é curioso e apaixonado por vinhos recomendo encontrar uma vinícola próxima ou, para os que estão em diversas localizações do país ou fora dele, vale uma visita ao Rio Grande do Sul onde se concentram empresas do setor.   Período de Repouso e Colheita - a parreira precisa de descanso   Parreira após a poda, Norte da Itália ( Crédito Matheus Henrique Martini) A colheita da uva tem um nome próprio: Vindima, do Latim VENDIMIA, de VINEA, “vinha”, mais DEMERE, “arrancar, tirar, tomar, retirar”. Nada mais justo, pois retiramos os frutos da planta de uva. A vindima em uma época era feita inteiramente manual, isto é, retiravam as uvas, as colocavam em cestos e as levavam para os locais onde prosseguiam com os trabalhos. A colheita manual ainda é a mais usada, por fatores como qualidade na escolha dos cachos ou preço do aluguel ou aquisição da máquina que colhe uvas. Mas tem também certos tipos de parreirais nos quais ainda hoje é impossível colher com máquinas, como as em pergolado, onde a uva fica na parte interna e por baixo do teto protetivo da vinha.  Atualmente há máquinas especiais que fazem este retiro das uvas, desde máquinas mais simples até as mais sofisticadas. As mais simples retiram a uva por meio mecânico e expirado, colocando em recipientes adequados. As mais sofisticadas e modernas usam medidores para calibrar a temperatura do mosto antes mesmo de chegar à vinícola, mas também sensores que identificam a acidez e a quantidade de açúcar no pré mosto.  Além disso, há os que adicionam produtos químicos para inibir a oxidação e a fermentação do mos to, tudo calculado por computadores já conectados com a vinícola, que sabendo informações antecipadas podem já selecionar o mosto para o tipo de vinho que será produzido.   Bem, isso ocorre no Brasil e em todo Hemisfério Sul, mas acima da Linha do Equador nesse período as plantas descansam, estão na fase de dormência, é a fase em que a vinha perde suas folhas, os seus ramos são podados e ela ganha um aspecto melancólico, toda aquela vida que há poucos meses era esplêndida, agora é só um tronco seco e aparentemente sem vida.   Na Europa aqueles grandes vinhos que amamos, as parreiras agora dormem, depois de um grande esforço para fazerem as frutas, agora merecidamente repousam. Esse ritmo de dormir, acordar e produzir, que demora um ano, faz com que a planta se reorganize para produzir o açúcar necessário para a doçura da uva e consequentemente para garantir qualidade na fermentação, assim gerando as maravilhas em garrafas que chegam até nós.   Parreira em repouso, Centro da Itália (Crédito Brenno Martini) Sempre que penso no esforço que a parreira faz quando sai do repouso para produzir as uvas faço comparações com o trabalho na colheita, no período da Vindima. O campo me trouxe muitas experiências. Decidi ser sommelier porque trabalhei na terra e vi cada processo e cada fase em tempo real. Portanto, é inevitável não pensar na história que segue.   No período em que trabalhei como “Capo Vendemmia” ou Líder de Vindima passaram por mim várias equipes de vindimadores - eram chamadas de esquadras também. Algumas dessas equipes eram mais rápidas, as mais familiares, as mais malucas possíveis. Uma vez uma esquadra me fez rir a colheita inteira, eu os chamei de “A Vindima dos Mentirosos”, a cada dia alguém chegava com um absurdo maior que o dia anterior. Tudo começou por causa de um jovem rapaz que chegou dizendo que era herdeiro do piloto Ayrton Senna, claro que todos ouviram com paciência, mas no outro dia um outro vindimador veio com a história de que o avô dele era dono da metade do estado Santa Catarina, e isto não parava mais. Surgiu foi filho de todo tipo de celebridade - de jogador de futebol ao dono do show do milhão. Um pilotava aviões, outro que tinha sido contratado pelo Barcelona e estava esperando ser chamado, esse tinha até uma foto com o jogador Zico, dava para notar que foi em alguma churrascaria e que a foto revelava que ele era um fã como todos nós somos do Galinho de Quintino. E as mentiras tomaram proporções incríveis, a cada dia alguém tinha que superar a do dia anterior.  Então, para entrar no espírito da brincadeira eu resolvi falar a minha também, os vindimadores eram pagos na sexta-feira, quando todos já se locomoviam para a sede da empresa para receberem a horas da semana. Então, quando nos encontramos na sexta-feira, um pouco antes do tão esperado pagamento, eu cheguei perto deles na frente do escritório e me vinguei daquela mentirada sem fim - avisei eles que a empresa tinha falido e que eles não teriam nada para receber. Pense no desespero dos vindimadores com os olhos arregalados.    Como eu sempre me mantive uma posição muito séria diante deles, eles acreditaram em mim, e a peça caiu tão certa que nem eu estava acreditando, eles simplesmente começaram a abandonar a ideia de receber e fizeram menção de irem direto para casa, mas em seguida desfiz a mentira e a situação virou uma piada e todos puderam rir da “pegadinha”.    A vindima é um momento mágico para quem acompanhou todo o processo da uva, brincadeiras à parte é o momento mais solene do mundo do vinho, se você pode participar ou visitar uma vinícola por esses dias, vai ver nos olhos dos produtores a esperança de que o vinho seja bom. Credito: Acervo Evandro Martini Revista do Villa || Evandro Martini

  • Brasil: durante agenda oficial no país, Marcelo Rebelo de Sousa conheceu projeto da “Fliporto 2025” em Aveiro

    Durante visita oficial ao Brasil, o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, esteve na cidade de Recife, entre 16 e 17 de fevereiro, para uma agenda de dois dias. No dia 17/02, pela manhã, Marcelo visitou o Real Hospital Português de Beneficência, e mais tarde recebeu um doutoramento `honoris causa` pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pernambuco (UEFP). O último ponto do seu programa na capital do estado nordestino de Pernambuco foi um encontro com a comunidade portuguesa no Gabinete Português de Leitura, momento que foi acompanhado de perto por Antônio Campos, advogado, escritor, membro da Academia Pernambucana de Letras e ex-presidente da Fundação Joaquim Nabuco. Este responsável, que é também curador da Festa Literária Internacional de Pernambuco (Fliporto) e membro da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), disse à nossa reportagem que “o presidente Marcelo Rebelo de Sousa é uma personalidade singular e cativante”, sublinhando que, “entre as suas falas, uma me marcou especialmente: "Que o Brasil e este Estado irredento que é Pernambuco sempre serão um Portugal além-mar, irmãos”. A vista ao Gabinete Português de Leitura do Recife, que é o segundo mais antigo do Brasil, tendo sido criado em 1851, mas oficialmente inaugurado em 1855, contou com a presença de diversas autoridades locais e dos dois países, como a vice-governadora do Estado, cônsules, embaixadores, entre outras personalidades. Na opinião de António Campos, “vivemos num mundo novo, e as relações entre Brasil e Portugal precisam se atualizar para acompanhar essas mudanças”, acrescentando que “a ligação Brasil-Portugal, no campo cultural, é gigantesca, a começar pela língua portuguesa”. Este empreendedor cultural teve a oportunidade de revelar ao chefe de Estado português os projetos que está a organizar em solo português, no campo cultural. “Dei-lhe os parabéns pela sua gestão e mencionei a Fliporto, que terá uma edição em Portugal, em outubro, na cidade de Aveiro, evento literário que mantém fortes laços com Portugal”, disse Antônio Campos, que recordou pontos que comprovam que a influência portuguesa no Estado de Pernambuco. “No dizer do sociólogo Gilberto Freyre, somos uma civilização portuguesa nos trópicos, com grande contribuição negra e uma influência indígena menor. Fomos colonizados por Portugal, enquanto o período holandês durou apenas cerca de 24 anos, marcado por um gestor notável: Maurício de Nassau. A comunidade e as instituições portuguesas ainda são muito presentes no nosso Estado”, frisou. Evento cultural pretende ligar Brasil e Portugal em Aveiro António Campos confirmou que estão em negociações a realização de uma edição da Fliporto em Aveiro, em outubro. “As negociações estão indo bem. Já temos um diálogo aberto com a Câmara Municipal de Aveiro, além do apoio do Porto Digital Europa, também em Aveiro. O evento acontecerá durante a Aveiro Tech Week, de 6 a 12 de outubro de 2025. Contamos com bons parceiros em Portugal”, mencionou. A Festa Literária Internacional de Pernambuco (Fliporto) 2024 aconteceu entre os dias 14 e 17 de novembro, em Olinda, Brasil, quando completou 20 anos, tendo como tema central: "Literatura, tecnologia e sustentabilidade: interfaces e diálogos". Diversos autores estiveram presentes, como o português João Morgado, entre outros, numa iniciativa organizada pela editora luso-brasileira “In-Finita Editorial”, liderada por Adriana Mayrink. “O resultado foi bastante positivo. A Fliporto é uma festa literária com fortes laços com Portugal”, afirmou Antônio Campos, curador cultural geral e responsável pelo Festival. Reuniões culminaram em acordos assinados entre os dois países Após a agenda em Recife, Marcelo seguiu para a capital brasileira, onde foi recebido pelo presidente do Brasil, Lula da Silva, no Palácio do Planalto. Ainda em Brasília, Marcelo visitou o Senado Federal, a Câmara dos Deputados e o Supremo Tribunal Federal, além de participar na cerimónia de entrega do Prémio Camões de 2024 à poetisa brasileira Adélia Prado. Após Marcelo retornar a Portugal, Luís Montenegro, primeiro-ministro português, reuniu-se com Lula da Silva, durante a 14.ª Cimeira Luso-Brasileira, tendo ao seu lado 11 dos 17 ministros do atual governo de Portugal. Diversos acordos foram assinados entre os dois países. Sobre a Cimeira, que decorreu no dia 19/02, em Brasília, Antônio Campos avalia como “um encontro diplomático de alto nível, realizado periodicamente para fortalecer a cooperação bilateral entre os dois países, um diálogo fundamental e que deve continuar” para “fomentar ainda mais os intercâmbios económicos, culturais e educacionais”. Montenegro terminou a sua agenda no Brasil em São Paulo, ao participar num fórum económico. Fotos: Agência Incomparáveis Ígor Lopes

  • Luciene Franco, uma estrela nunca se apaga

    Esta é a primeira publicação que faço aqui na Revista do Villa, onde a partir de agora passo a integrar ao cast de colunistas. Creio que não poderia escolher uma maneira melhor para este meu pontapé aqui a não ser de prestar uma homenagem a grande e tão saudosa voz, Luciene Franco. Luciene Franco foi uma cantora de relevância importante do fim Era do Rádio, do período de transição para a Televisão, tendo sido uma das pioneiras. Sua primeira gravação ocorreu em 1957, mas em 1960 ela participou do Festival do Rio e lá lançou um dos seus grandes sucessos “Ternura Antiga”, de Ribamar e Dolores Duran. E em 1964, foi cedida pela Copacabana Discos para a RCA Victor, onde gravou o grande sucesso “Ma Vie”. Vale ressaltar que Luciene era uma das intérpretes favoritas de Ary Barroso, tendo inclusive que ter sido emancipada para que pudesse trabalhar com ele. Só pelo fato dessa escolha do Ary, um dos maiores gênios da música brasileira e extremamente conhecido pela sua crítica exigente, podemos observar o tamanho talento que Luciene tinha. Rodou o Brasil e o mundo levando a boa música, tendo discos lançados em Portugal, onde fez bastante sucesso. Ganhou diversos prêmios ao longo de sua carreira, com destaque a duas premiações Revelação da TV (1958) e Revelação do Rádio (1959). Na década de 60 Luciene se dividia entre Rio e São Paulo para suas apresentações em Rádio e TV, como contratada. No dia 15 de Janeiro de 1963, indo para São Paulo, ela foi vitima de um acidente aéreo. Tendo sido uma das poucas sobreviventes, Convair da Cruzeiro do Sul (Prefixo PPCEV). Muitas figuras importantes fizeram parte da vida dela, como Antônio Maria, Baden Powell, Luiz Bonfá e tantos outros. Foi a primeira a gravar uma composição de Geraldo Vandré, “Rosa Flor”. Depois de alguns anos, Luciene decidiu se afastar dos palcos e se dedicou ao ramo da Hotelaria, em Cabo Frio. Fazia esporádicas apresentações em shows e em programas. Anos se passaram e algum tempo depois dela decidir “se aposentar” da Hotelaria, conheceu o cantor Márcio Gomes, que insistiu e persistiu muito para que ela voltasse a brilhar nos palcos. E assim aconteceu, com shows solos e participações em projetos. Cerca de 40 anos de sua ultima gravação, ainda em vinil, foi convidada pelo produtor Thiago Marques Luiz para gravar no disco em homenagem ao centenário de Dalva de Oliveira, que foi sua sogra. Ainda participou de outro projeto de Thiago, em homenagem ao Ivon Curi. Luciene partiu no dia 10 de Dezembro de 2024, aos 85 anos, em decorrência de sérios problemas na coluna e sucessivos procedimentos e cirurgias. Permaneceu internada durante dois meses, mas infelizmente não resistiu. Busquei fazer um pequeno resumo desta grande voz. Mas qual seria o motivo da minha escolha para que ela fosse o tema escolhido para a minha primeira publicação? Bem, eu vos explico agora. Eu tive o privilégio de conhecer Luciene com 14 anos de idade e convivi com ela durante 13 anos, a acompanhava em seus shows e também era sua companhia na plateia para prestigiar os amigos. Tanta amizade, carinho e cumplicidade nos uniu de uma maneira muito especial, fazendo tamanha ternura nos tratássemos como mãe e filho do coração, o que foi registrado por ela em dezenas de autógrafos. Era o “amigo número 1 e filho número 4”. Pelo destino ou até mesmo intervenção espiritual, consegui comprar parte do seu acervo, o resgatando e a podendo assim fazer a sua vontade. Que era que eu fosse o guardião de seu legado. Só tenho lembranças felizes ao longo desses anos de convívio e hoje posso cumprir seu desejo e preservar a sua história. Tadeu Kebian

  • Grupo Cultural Sopro de Gaia apresenta o show Firma o Tambor em 4 unidades Sesc

    Grupo Cultural Sopro de Gaia apresenta temporada do show ‘Firma o Tambor’  Com repertório sobre  diferentes manifestações da Cultura Popular Brasileira, os eventos acontecem nas unidades Sesc de Niteroi, Petrópolis,  Ramos  e Tijuca   Jongo, Samba de Roda, Maracatu, Coco de Roda e outras express ões da Cultura Popular Brasileira serão celebradas no show  Firma o Tambor , realizado pelo  Grupo Cultural Sopro de Gaia,  com  quatro apresentações  ao longo do mês de março - em  Niteroi (07), Petrópolis (15), Tijuca (25) e Ramos (27).  O Sopro de Gaia foi fundado pelo  percussionista e  Mestre de Capoeira Angola,  Marcus Vinicius Macul, conhecido internacionalmente como  Mestre Marcus Feinho . Ele também é o  idealizador da  Casa do Saber Popular , considerado um dos maiores espaços de vivência, valorização e preservação da Cultura Popular Brasileira no Rio de Janeiro e que também está por trás dessas apresentações. “Vamos apresentar ao público músicas de diferentes manifestações culturais brasileiras, com letras que soam como um grito de liberdade, de resistência, como se estivéssemos firmando nossas raízes em solo ancestral. São canções autorais minhas, presentes no nosso 15º e último CD, que trazem essa força e mostram a importância da nossa identidade cultural, das nossas origens, dos saberes de povos que nos antecederam“, explica o Mestre  Marcus Feinho que, em sua trajetória e trabalho como pesquisador, desenvolveu o projeto Cultura Popular para a Paz.  As danças que acompanham cada ritmo também estarão presentes no show. “O Coco de Roda, por exemplo, é uma tradição da Cultura Popular Brasileira, que ultrapassa gerações e é riquíssima”, ressalta a Doutora em Educação e Psicopedagoga Ana Carolina Rosa, coordenadora da Casa do Saber Popular e uma das integrantes do Sopro de Gaia. “ Além do  resgate da Cultura Popular Brasileira, os brincantes das manifestações populares também têm a possibilidade de reconhecer-se nessa história, elevando sua autoestima e seu olhar mais reflexivo a respeito de si, do outro e do mundo”, afirma.  O evento é uma realização do Edital Sesc RJ Pulsar 2024/2025. A apresentação contará com intérprete de Libras e profissional especializado em acessibilidade.  Sobre o Grupo Cultural Sopro de Gaia Fundado pelo Mestre Marcus Feinho há mais de 20 anos, se dedica a pesquisar e a salvaguardar os saberes e tradições de diversas manifestações da nossa Cultura Popular Brasileira. Para isso, realiza viagens de pesquisa para espaços tradicionais, produz materiais audiovisuais (entrevistas, documentários, livros, CDs) e promove eventos com oficinas, rodas e apresentações. Sobre a Casa do Saber Popular Localizada em  Guaratiba , na  comunidade Jardim Maravilha , que vem a ser o maior loteamento da América Latina, a Casa do Saber Popular é um espaço de vivência, valorização e preservação da  Cultura Popular Brasileira  em suas diversas manifestações. Esse projeto resgata  as influências africanas na cultura e história do Brasil, valoriza os (as) Mestres (as) e  promove a troca de conhecimentos  através da boa prática de expressões culturais brasileiras. Fundada em 2015 pelo casal  Marcus Vinícius , também conhecido como Mestre Feinho, conceituado Mestre do Coletivo Ondas do Mar de Capoeira Angola, e  Ana Carolina Rosa , psicopedagoga e Doutora em Educação, a Casa do Saber Popular oferece uma série de  atividades gratuitas  para crianças, jovens e adultos como  aulas de Capoeira, Danças - como Jongo, Maracatu e Coco de Roda - Percussão, Canto e Confecção de Instrumentos .  Além disso, o espaço também oferece oficinas, encontros, eventos e rodas culturais, com o objetivo de disseminar os saberes populares e proporcionar a troca de conhecimentos com a implantação de uma Cultura de Paz.  Essa é uma iniciativa que funciona sem apoios empresariais ou governamentais, apenas com a ajuda de parceiros para a manutenção das suas atividades.  Sua missão é ser um espaço inclusivo e dinâmico, no qual o conhecimento é compartilhado e as vozes da Cultura Popular encontram um eco, fortalecendo os laços entre passado, presente e futuro. Um ponto de encontro para estudiosos, artistas, comunidades locais e todos aqueles interessados em mergulhar nas profundezas das narrativas e práticas que definem a Cultura Popular Brasileira. Ficha técnica: Mestre Marcus Feinho: voz principal/coro, bombo, berimbau, conga Ana Carimbó: voz principal/coro, ganzá, berimbau, pandeiro Cecilia Einsfeld: voz principal/coro, berimbau, pandeiro, conga Vitor Barbosa: coro, pandeiro Amle Albernaz: coro, conga, pandeiro, prato SERVIÇO:  Show Firma o Tambor - com Grupo Cultural Sopro de Gaia Datas: 07,15, 25 e 27 de março - a partir das 19 horas Locais: Sesc Niteroi (07), Centro Cultural Sesc Quitandinha (Petrópolis),           Sesc Tijuca e Sesc Ramos Entrada:  15 reais (inteira) 7,50 reais (meia entrada) 5 reais (credencial plena) Gratuito para PCG I nformações pelo whatsapp: (21) 99459-4165

  • Imaginação e Criatividade: O encontro entre Gláucio e Aderbal

    Estreou Show do Gláucio Apresenta o Teatro Aberto de Aderbal no teatro Gláucio Gill.   O texto de Gillray Coutinho narra um fictício encontro entre Aderbal Freire-Filho e Gláucio Gill. É uma ficção porque os dois personagens viveram em tempos distintos, e nunca se encontraram e conviveram. Mas, na mágica do texto teatral, há lugar para a imaginação e a criatividade. E o texto homenageia a ambos, cuja trajetória é marcada por uma intensa inquietação artística.   O texto inicia com um vídeo narrando a história do teatro Gláucio Gill, que inicialmente se chamava  teatro da praça.    A seguir, entra em cena o apresentador Gláucio Gill. A peça se passa no ambiente do programa "Show da Noite", da TV Globo, uma espécie de  talk show . Gláucio, num programa post-mortem inusitado e divertido, recebe como convidado o diretor Aderbal Freire-Filho para uma entrevista.     A escolha de Aderbal não é por acaso. Ele foi uma pessoa atuante no teatro Gláucio Gill.    Gláucio iniciou apresentando uma carta de Aderbal Freire Filho para o seu pai no início da década de setenta.   E, a seguir lhe concedeu o premio de dedicação especial ao teatro. Ele foi concedido por três personagens de peças teatrais dirigidas por Aderbal: Lampião de Saia; a prima da Angélica; e o China..   Os três personagens causaram uma mudança na dramaturgia. Eles passaram a intervir na entrevista. Discordavam das perguntas feitas por Gláucio. Eles queriam perguntas sobre criação teatral.   De repente, Gláucio se sentiu mal. E os três personagens assumiram a entrevista. China passou a ser o condutor da entrevista. Até que, em um determinado momento, Gláucio retornou.   Glacio começou a perguntar sobre o Centro de Demolição e Construção do Espetáculo, fundado em 1989, e sediado no próprio Teatro Gláucio Gill. Pergunta sobre a forma como se mantinham; Por que juntar um grupo, dando um caráter coletivo; sobre a expulsão do grupo do teatro, entre outras questões.    A seguir, pergunta a Aderbal como ele se define como diretor, e o que faz o teatro permanecer. Aderbal responde que, para ele, o teatro é um provocador de imaginação.   Ao final, Aderbal corta a fita de reinauguração do teatro. E, profere um discurso.   O texto é didático, simples, de fácil compreensão, divertido,  homenageia dois indivíduos que tiveram atuações importantes na história do teatro brasileiro. Não se conheceram, nem se cruzaram, mas seus destinos foram cruzados pela eternidade em função de um espaço, em que um deu o nome, e outro atuou e ocupou.   Cláudio Mendes faz o inquieto apresentador Gláucio Gill, que auxiliado por Martinha (Carmen Frenzel), realiza um animado programa de auditório com seus entrevistados. No caso da peça o diretor Aderbal Freire-Filho. Este último é interpretado por  Marcello Escorel, que apresenta de forma clara e correta a forma como o seu personagem via a direção teatral e compreendia o teatro.   Os três personagens que integravam as peças de Aderbal foram interpretados por Ana Barroso (prima da Angélica), Thiago Justino (China), e Xando Graça (cangaceiro de saia). Eles estão divertidos e cómicos, dando um ar jocoso ao espetáculo.   A direção é de Leonardo Netto que realizou as marcações certeiras e corretas, e deu uma direção a correta interpretação dos atores em seus respectivos personagens.   Os figurinos criados por Luiza Fardin são adequados aos personagens, e de bom gosto.    A cenografia criada por Mina Quental é clean , apresenta os elementos cênicos com uma correta disposição, e imperando os tons azul no cortinado, verde e vermelho nas poltronas, e vermelho no tapete de chão.   A iluminação criada por Aurélio de Simoni apresenta bonitos desenhos de luz, e realça a interpretação dos atores e seus respectivos personagens.   Show do Gláucio apresenta o teatro aberto de Aderbal é uma peça teatral que realiza um encontro ficcional entre o apresentador Gláucio Gill, e o diretor Aderbal Freire-Filho; apresenta um elenco sintonizado, ajustado e divertido; e uma cenografia clean  e bem realizada. Ótima produção cênica! Alex Varela

  • Entrevista: Sergio da Costa e Silva

    Sergio Reis da Costa e Silva, mais conhecido como Sergio da Costa e Silva completará 80 anos no dia 27 de março de 2025. É natural de Rio de Janeiro, morador de Ipanema. Denomina a profissão como advogado-empresário. 27 de março é o Dia da Música no Museu.   Música no Museu completa 28 anos de atividades ininterruptas em 2025 e é uma das maiores séries de música clássica do Brasil. É Patrimônio Cultural Imaterial do Estado e da Cidade do Rio de Janeiro já recebeu cerca de 30 prêmios e honrarias nacionais e internacionais entre elas a Ordem do Mérito Cultural (federal), Golfinho de Ouro (estadual) e Mérito Carioca (Municipal). Criado e dirigido pelo Empresário Sérgio da Costa e Silva, no dia do seu aniversário, 27 de março foi inserido no calendário oficial do Estado do Rio de Janeiro o Dia da Música no Museu. A comemoração será iniciada no  dia 21 de março em Lisboa no histórico Grêmio Literário dia 22 de março e em Sintra, no Lawrence´s Hotel - o mais antigo da Península Ibérica- no dia 22 de março com Música no Museu Internacional apresentando a pianista Fernanda Canaud tocando clássicos brasileiros. E no dia 27, no Rio de Janeiro, programa duplo: Museu da Justiça, 12:30hs Teclas Sonoras e às 17hs no Palácio Tiradentes (Alerj) com o Oficina de Cantoria + 60, Coral do Cepel e Grupo Vocal Molho Inglês com um programa de clássicos brasileiros e internacionais.   Como surgiu a ideia do Música no Museu?   Nas minhas andanças profissionais em países da Europa e Estados Unidos visitava seus museus e via que paralelamente as suas atividades de artes plásticas, desenvolviam programas de música. Ao voltar ao Brasil em uma destas viagens, resolvi montar o projeto, registrei o título Música no Museu no INPI e ofereci a sua realização a Heloisa Lustosa, então diretora do Museu Nacional de Belas Artes e que aceitou de pronto e ai começou a escalada do projeto e que cresceu exponencial e geometricamente chegando agora a 80 espaços no Brasil e no exterior. Música no Museu é hoje a maior serie de música clássica do Brasil e Patrimônio Cultural Imaterial do Rio de Janeiro título que somente a OSB e o projeto receberam na música clássica.   Quando começou?   Em 1997 no Museu Nacional de Belas Artes.   Em quais lugares foi realizado?     Cerca de 80 espaços sendo 95% no Rio de Janeiro, nas capitais e cidades emblemáticas do Brasil de norte a sul (Olinda, Búzios, Tiradentes, São Joao del Rei, Parati, Petrópolis) e na versão internacional em cidades de países de todos os continentes com destaques para o Carnegie Hall, em Nova Iorque, a comemoração dos 725 anos e depois dos 730 anos da Universidade de Coimbra, a comemoração dos 25 anos das relações Brasil-Vietman, o primeiro evento brasileiro no Museu Guggenhein, em Bilbao entre tantos outros.   Como é a curadoria para a escolha dos artistas e repertórios?    Temos consultores musicais, músicos de excelentes currículos e também professores de escolas de músicas e que chamam a atenção sobre os músicos e ai, recebidos os seus currículos e propostas, os convidamos. Devemos muito ao jornalista e membro da Academia Brasileira de Letras, Luiz Paulo Horta, precocemente falecido, muitas das indicações de músicos e recebemos propostas de apresentações e que apreciadas geram convites também. Estamos atentos aos inúmeros concursos de música e atrás dos jovens talentos e aos ganhadores sempre abrimos espaços para se apresentar. Quanto aos repertórios deixamos por conta dos músicos selecionados sem qualquer ingerência mas pedindo, sempre, que seja um repertorio de músicas clássicas e ênfase na produção brasileira. E os patrocínios?    Com muitas dificuldades que se renovam ano a ano, buscamos patrocínios que possibilitem realizar o programa que tem todos os eventos são gratuitos utilizando recursos captados através das leis de incentivo federal, estadual e municipal. Há uma estimativa de quantas pessoas já prestigiaram o projeto?    Nestes 27 anos de atividades ininterruptas já registramos um público presencial e que supera a 1 milhão 200 mil  pessoas, E temos cadastrados 160.000 e-mails e o nosso site, renovado há 18 meses, já tem quase 700 mil acesos aos quais enviamos a nossa programação constantemente. Perspectivas para o futuro do projeto? O que está sendo planejado?    Manter o projeto no mesmo formato de sucesso que se verifica ano a ano. Dividido em concertos vinculados às estações do ano (Concertos de Verão, Outono, Inverno, Primavera) e em dezembro natal, privilegiando a cada mês um tema ou um naipe. Também dar sequência aos vitoriosos RioHarpFestival (julho) e RioWindsFestival (novembro) nas suas 20ª. e 15ª. versões respectivamente  enfatizando a harpa e os instrumentos de sopros. E ampliar a versão internacional realizando mais concertos principalmente em países da Europa mas também chegar a América do Sul.       MÚSICA NO MUSEU: Informações básicas   https://drive.google.com/file/d/1nCG0AP_Kamyq_LMQnSNGu6R6Sy7qhvAI/view?usp=gmail   Realizamos há 28 anos o projeto Música no Museu-Patrimônio Cultural Imaterial do Rio de Janeiro- concertos gratuitos cujas informações seguem abaixo. No seu âmbito o XX RioHarpFestival em julho 2025 e hoje com a manifestação de harpistas de 25 países e, assim, prenunciando um grande sucesso com estas importantes confirmações. Trata-se do maior festival de harpas do mundo porque além do Rio e SP, estende-se para 10 cidades de países europeus- Versão Europeia- (Portugal, Espanha, França, Bélgica, Croácia, Itália, Áustria e Alemanha), Versão Americana- (México, Estados Unidos, República Dominicana) e Versão Africana (África do Sul) entre julho e outubro de 2025. O RioHarpFestival inseriu o Rio de Janeiro no circuito mundial da harpa. De 1 a 31 de julho de 2025 Rio de Janeiro- BRASIL.   RIO - CAPITAL MUNDIAL DA HARPA    O RioHarpFestival é uma derivação do projeto Música no Museu, -Patrimônio Cultural Imaterial do Estado e da Cidade do Rio de Janeiro- a maior série de concertos do Brasil em seus concertos de Inverno, informações abaixo. Ganhou importância internacional e hoje é o maior festival de harpa do mundo. Consolidado na agenda cultural do Rio, o RioHarpFestival amplia o espaço dedicado à música de boa qualidade. E chega à sua 20ª Edição.   Neste ano de 2025 como um produto cultural importante e vem desenvolvendo uma carreira sólida e continuada, apresentando ao público artistas conhecidos e famosos e promovendo sua jornada habitual pelo mundo da harpa, que é um dos instrumentos musicais mais antigos da história da humanidade.   PROGRAMAÇÃO/AGENDA   Os concertos são diários e gratuitos e assim é desde a sua primeira edição realizada durante todo o mês de julho, do primeiro dia até o dia 31 nos mais diversos e importantes pontos culturais e turísticos do Rio de Janeiro. Ressaltando a música de boa qualidade, independentemente de sua origem, escolar ou época, da medieval aos clássicos europeus, do romântico ao impressionista, do moderno ao contemporâneo brasileiro e mundial aos sons de harpas de vários estilos e modelos.  Estamos trabalhando muito para mais uma conquista bem-sucedida do nosso XX RioHarpFestival neste ano de 2025.    Sergio da Costa e Silva. Idealizador e Diretor do XX RioHarpFestival.  Telefone: (21) 999889332  http://www.rioharpfestival.com  .br http://www.musicanomuseu.com.br/ MÚSICA NO MUSEU  Patrimônio Cultural Imaterial do Estado e da Cidade do Rio de Janeiro. Iniciado em 1997, tornou-se uma das maiores Séries de música clássica do Brasil, reconhecida pelo RankBrasil, versão brasileira do Guinness Book. Seus números são expressivos chegando a fazer mais de 500 concertos por ano, de norte a sul do Brasil, ocupando cerca de 2.500 músicos / ano, além de uma vertente internacional, desde 2006 em cidades da Alemanha, Áustria, Bélgica, Espanha, França, Grécia, Itália, Portugal, República Tcheca, (Europa), Argentina, Canadá, Chile, EUA (inclusive no Carnegie Hall em Nova Iorque), (Américas), Marrocos (África), Índia, Vietnã (Ásia), Austrália, (Oceania ) além do Líbano (Oriente Médio) levando músicos e a música brasileira para o exterior. A Tal publicou ampla matéria em sua revista de bordo e que foi distribuída em todos os seus voos. Público e mídia: Nestes 28 anos de atividades já registra um público superior a 1.200.000 pessoas e uma mídia espontânea de registros em todos os veículos do Brasil, rádios, TVs, jornais, revistas, internet e até do exterior, com destaques para publicações no New York Times, Le Monde de lá Musiques, Pariscope, L´Officiel entre outras. Também a excelência do projeto, que já entregou inúmeros prêmios e honrarias nacionais (Ordem do Mérito Cultural, Golfinho de Ouro, Ordem do Mérito Carioca, Embaixador do Rio, Urbanidades do IAB, Mérito do Trabalho etc e internacionais (Cultura Viva da Unesco, Excelência em Cultura-Lisboa, Prémios Latino-americanos de Qualidade, Buenos Aires, Cultura Viva, Madrid e foi tema de Mestrado na Universidade de Berlim. Festival de Harpas e Sopros: Paralelamente e no seu âmbito, realiza um Festival Internacional de Harpas-RioHarpFestival, já na sua 20ª. versão e de Sopros- XV RioWindsFestival na sua 15a. e que colocou o Brasil no circuito mundial da harpa assim como o l com os instrumentos de sopros. Também renova o panorama da música clássica no Brasil através do Concurso Jovens Músicos-Música no Museu, já na décima versão e que recebe a cada ano uma bolsa de U$ 105 mil da James Madison University-uma escola Steinway- para o vencedor. Também criou a Orquestra Jovem Música no Museu e que já começa a ter vida própria. Outras realizações: Ao completar 15 anos em 2012, realizou uma programação especial que incluindo os melhores concertos da Série com destaque para a apresentação do pianista Nelson Freire em Tiradentes São João del Rei-MG. Em 2013, além da Série normal de concertos, foi feito o lançamento do livro ¨Música no Museu- 15 ​​anos depois além da exposição das pinturas das capas dos seus programas (cada mês feito por um artista plástico brasileiro) e doadas para a Academia Brasileira de Filosofia e que ora faz parte do seu acervo. Outro grande diferencial da Série é a absorção de iniciativas sociais junto a Comunidades dando espaços para apresentações de suas orquestras em nossos espaços e sempre com o maior sucesso. Mesmo com a pandemia mantivemos o projeto ativo e realizamos quatro grandes eventos: Música no Museu on line in concert- (distribuído em todo o Brasil e aos países de língua portuguesa), XV RioHarpFestival-virtual e SPHarpFestival-virtual (agosto / setembro 2020) e o XI RioWindsFestival (novembro 2020) e, em 2021, graças à Lei Aldir Blanc, o XVI RioHarpFestival-versão latino-americana e ¨Os Imortais da Música Brasileira e os Gênios Internacionais : Já Música no Museu Internacional concertos em cidades de Portugal e Espanha (janeiro / fevereiro 2020) e participante das comemorações dos 730 anos da Universidade de Coimbra (setembro 2020) complementando os dos 725 anos em 2015. Música no Museu no Google tem milhões de registros e o seu site  www.musicanomuseu.com.br  , na sua versão nova, em 18 meses já tem mais de 650.000 acessos. E em 2020 criou a Rádio Música no Museu (website www.radiomusicanomuseu.com ) divulgando os seus concertos. Em dezembro de 2023 no Rio de Janeiro e março 2024 em Lisboa, lançou o livro Música no Museu 25 anos , uma vida retratando a trajetória do projeto. João Paulo Penido

  • “Muitos jovens luso-brasileiros sentem-se distanciados das políticas de Portugal”, revelou Beatriz Pereira, integrante da nova Comissão de Juventude do CCP

    O Conselho Permanente do Conselho das Comunidades Portuguesas (CP-CCP) anunciou, em novembro de 2024, a criação de uma nova estrutura. Trata-se da Comissão de Juventude (CJ/CCP), que representa, segundo este órgão consultivo, “um marco significativo na promoção da inclusão e da representação dos jovens portugueses e que evidencia o compromisso em integrar as vozes das novas gerações nas discussões e decisões que impactam a Diáspora”. Segundo apurámos, a recém-criada CJ-CCP deverá ser uma plataforma para que jovens líderes possam “contribuir com as suas perspetivas únicas e inovadoras, refletindo a diversidade e a riqueza cultural das nossas Comunidades”. “Este espaço objetiva fortalecer a representatividade dos jovens no CCP e promover um ambiente de diálogo e cooperação entre diferentes culturas e experiências. A expetativa é que possa desenvolver iniciativas que atendam de forma mais eficaz às necessidades e aspirações das novas gerações. É fundamental garantir que a voz dos jovens portugueses seja ouvida, permitindo que as suas inquietações e propostas sejam consideradas”, comentou Flávio Martins, presidente do CP-CCP, e deputado eleito pela emigração pelo círculo de fora da Europa para atuar na Assembleia da República portuguesa. Integram esta nova Comissão Beatriz Guedes Neves Pereira - São Paulo, Brasil; Daniel Loureiro – Montreal, Canadá; Diogo José dos Reis Barbosa Marques Leal – Angola; Isabel Sebastião Canana – Suíça; João do Nascimento Martins Pereira - Paris, França; João Pedro dos Santos Alves da Cruz – Londres; Kátia Susana Esteves Caramujo - Toronto, Canadá; Martin Fabian Oliveira – Argentina; Rui Barata – Estrasburgo, França; Tiago Rodrigues Soares - Haia, Países Baixos; e Vítor Oliveira – Bordeús e Toulouse, França. Para perceber melhor este cenário, conversamos com Beatriz Pereira, residente e natural de São Paulo, no Brasil, sendo uma das integrantes da CJ-CCP. Tem 32 anos, é advogada, especializada em compliance  e integridade corporativa e direito do trabalho, com escritório localizado na região da Barra Funda, em São Paulo. Beatriz garante que “os portugueses no Brasil mantêm uma vida comunitária ativa, preservando as tradições e a cultura portuguesa”. Esta responsável explicou como pretende atuar para fortalecer a participação dos jovens no Brasil junto do CCP e da realidade, cultural, política e social em Portugal. Há quanto tempo conhece e participa no CCP? Conheço o Conselho das Comunidades Portuguesas (CCP) e participo dele ativamente desde 2023, ano em que fui eleita conselheira. Sou membro permanente deste conselho e recentemente fui indigitada como membro para integrar o ISS - Instituto da Segurança Social em Portugal. Qual trabalho será desenvolvido pela Comissão de Juventude (CJ/CCP) no Brasil? A Comissão de Juventude do CCP no Brasil visa integrar os jovens luso-descendentes, promovendo a sua ligação com Portugal através de actividades culturais, sociais e políticas. O nosso objetivo é criar redes de apoio para jovens empreendedores e estudantes, valorizando as suas histórias e ligações com Portugal. Como espera mobilizar a juventude portuguesa? Que exigências existem? Pretendo mobilizar a juventude portuguesa através de uma comunicação acessível e de projetos que conjuguem tradição e modernidade, incentivando a participação ativa nas decisões que afetam as comunidades portuguesas. Existem exigências de criatividade e adaptação às novas realidades para manter o associativismo relevante. Acredita que esta Comissão poderá atuar na promoção da inclusão e da representação dos jovens portugueses? Sim, acredito que a Comissão de Juventude desempenhará um papel essencial na promoção da inclusão e representação dos jovens portugueses, criando espaços para que as suas vozes sejam ouvidas e consideradas nas políticas migratórias. O que pensam os jovens luso-brasileiros em relação ao “mundo” político em Portugal, sobretudo no que toca às políticas para a emigração? Muitos jovens luso-brasileiros sentem-se distanciados das políticas de Portugal, especialmente no que diz respeito à emigração, mas reconhecem a importância de medidas que promovam a educação, o trabalho e a cultura. Na sua opinião, de que forma esta nova Comissão poderá fortalecer a representatividade dos jovens no CCP? Esta nova Comissão poderá fortalecer a representatividade dos jovens no CCP ao garantir que as suas perspetivas e ideias sejam integradas no planeamento e execução de políticas, assegurando a sua relevância e impacto. Como pretende auxiliar esta Comissão? Pretendo contribuir para a Comissão com a minha experiência como profissional e minha ligação profunda com a cultura portuguesa. Planeamos campanhas de envolvimento e encontros culturais e académicos. Segundo o CP-CCP, é “fundamental garantir que a voz dos jovens portugueses seja ouvida”. Por que é tão importante esta movimentação atualmente? Acredita que no Brasil o cenário favorece esta integração entre os jovens e o CCP? É crucial que a voz dos jovens portugueses seja ouvida para garantir que a comunidade continue vibrante e relevante. No Brasil, o cenário é favorável a essa integração, devido ao interesse crescente pela cultura portuguesa entre os jovens. Como pretende interagir com os demais jovens integrantes da Comissão? A interação com outros jovens da Comissão será facilitada por reuniões e ferramentas digitais, promovendo a troca de ideias e experiências entre os membros. Convive com a comunidade portuguesa? Sim, convivo intensamente com a comunidade portuguesa, participando em eventos e iniciativas culturais. Como é a vida dos portugueses no país? Os portugueses no Brasil mantêm uma vida comunitária activa, preservando as tradições e a cultura portuguesa. Que imagem tem de Portugal? Vejo Portugal como um país rico em história e tradição, mas que necessita de reforçar as políticas para melhor atender às comunidades emigrantes. Como vê as políticas para as comunidades portuguesas por parte do governo central em Lisboa? Considero que as políticas para as comunidades portuguesas podem ser melhoradas, especialmente no que se refere à integração e ao apoio aos emigrantes e às novas gerações. Foto: cedida pela entrevistada Ígor Lopes

  • "Deixa Clarear - musical sobre Clara Nunes" volta ao Teatro Adolpho Bloch em temporada curtíssima

    Visto por mais de 500 mil pessoas, espetáculo protagonizado pela atriz Clara volta à cena carioca Link com imagens:  https://drive.google.com/drive/folders/1NvKW8v5O_QsgHllhJMnbCKm_GGb2420Z     Com texto de Marcia Zanelatto e direção de Isaac Bernat,  Deixa Clarear – musical sobre Clara Nunes , protagonizado pela atriz Clara Santhana no papel de Clara Nunes, volta ao  Teatro Adolpho Bloch , para uma temporada curta: de  07 a 09 de março .  Sob a direção musical de Alfredo Del Penho, o espetáculo mistura música e poesia na construção de um olhar sobre a cantora Clara Nunes e sua carreira que busca incentivar a juventude a valorizar a música brasileira e suas raízes genuínas. “Nossa ideia é apresentar o legado da cantora para as novas gerações”, explica Clara Santhana, idealizadora do projeto e apaixonada pela obra da cantora mineira. Ela se apresenta acompanhada por um quarteto de violão, cavaco, percussão e sopros (flauta/ sax).  No repertório estão clássicos de grandes compositores como “O canto das três raças” (Paulo Cesar Pinheiro/ Mauro Duarte), “Na linha do mar” (Paulinho da Viola), “Morena de Angola” (Chico Buarque), “Um ser de luz” (João Nogueira/Paulo Cesar Pinheiro e Mauro Duarte), “O mar serenou” (Candeia), entre outras.    Trajetória de sucesso   “Deixa Clarear - musical sobre Clara Nunes” estreou em 2013, na FITA – Festa Internacional de Teatro de Angra dos Reis, em homenagem aos 30 anos de morte de Clara Nunes. Aos poucos, a peça cresceu e chamou a atenção da crítica e do público. Cumpriu três temporadas de sucesso absoluto no tradicional Teatro João Caetano, passou pelos mais importantes palcos da cidade, entre eles o Imperator - Centro Cultural João Nogueira, o Teatro das Artes, o Teatro Maison de France, o Teatro Glauce Rocha e o Teatro da UFF, em Niterói.  Fora do Rio o espetáculo circulou pelas cidades de Goiânia, Salvador e São Paulo.  Em Minas Gerais, fez uma turnê pelos teatros do circuito SESI em Belo Horizonte, Contagem, Itaúna, Uberlândia, Ouro Preto, Mariana e Tiradentes. Em Uberaba, foi registrado em DVD - incentivado pelo SESI Minas e com selo da Gravadora Biscoito Fino. Há também no DVD um minidocumentário, gravado em Caetanópolis, cidade Natal de Clara Nunes (com depoimentos de pessoas ligadas à sua infância, sua irmã e mãe de criação, Dindinha) e na Portela (com depoimentos de integrantes da escola que conviveram com a cantora). Teatro Adolpho Bloch Localizada no histórico Edifício Manchete, na Glória, Rio de Janeiro, projetado por Oscar Niemeyer e com paisagismo de Burle Marx, o Teatro Adolpho Bloch é palco de momentos célebres da nossa cultura. Desde maio de 2019, o Instituto Evoé é responsável por devolver ao Rio de Janeiro esse espaço icônico, porém ainda mais moderno, transformado num complexo cultural. Graças à genialidade de Niemeyer, que criou um palco reversível, tornou-se possível, em um período desafiador, como a pandemia, promover espetáculos e eventos tanto na área externa, ao ar livre, quanto na interna. Ou nas duas ao mesmo tempo, em formato arena, proporcionando aos artistas, produtores, além dos cariocas e turistas, múltiplas formas de se criar e consumir arte e entretenimento. A construção é um ícone carioca – na arquitetura e na história que carrega.Único teatro na cidade do Rio de Janeiro que possui um palco reversível, permitindo que o público se acomode na área externa da casa de espetáculos, o Teatro Adolpho Bloch ganhou, em 2021, o formato arena, com capacidade para 359 lugares internos e 120 externos e um palco de 140m², equipado com a melhor estrutura. O espaço abriga ainda bistrô Bettina Café & Arte. Ficha técnica :  Idealização e atuação  - Clara Santhana Texto  - Marcia Zanelatto Direção  - Isaac Bernat Direção Musical  - Alfredo Del Penho Músicos  –  João Paulo Bittencourt (violão) Geiza Carvalho (percussão) João Gabriel Gomes (flauta) Marcos Garret (cavaco/percussão) Direção de Movimento  - Marcelle Sampaio   Assistência de Direção  - Daniel Belmonte Iluminação  - Aurélio de Simoni   Figurino  - Desirée Bastos   Cenário  - Doris Rollemberg Foto divulgação banner  - Marcelo Rodolfo Operação de Luz -  Brisa Lima Operação de Som -  Fernando Capão   Contrarregra  – Angela Santanna Produção Executiva -  Marcio Netto Direção de Produção  – Sandro Rabello Realização –  Diga Sim! Produções e Naine Produções Serviço: Nome:  Deixa Clarear – musical sobre Clara Nunes Data:  07 a 09 de março Dias e horários: Quinta a sábado - 20h Domingo - 17h Vendas:   https://www.ingresso.com/espetaculos/deixa-clarear   Classificação:  Livre Duração : 1h15min Valores : Plateia A - R$120,00  Plateia B - R$40,00 Lista Classe - R$30,00 Alex Varela

  • Afonso Padilha está de volta ao palco do Teatro Riachuelo Rio com seu novo show solo

    Link com imagens:  https://drive.google.com/drive/folders/1X2kj2vhWfM9fYQLyeNWxz4DBMDHSenZo   Prepare-se para rir com o comediante, humorista, roteirista, escritor e pagodeiro Afonso Padilha. Percorrendo todo o Brasil com seu mais novo show solo, Padilha volta aos palcos do  Teatro Riachuelo Rio,  em uma única apresentação, no dia  08 de março . Neste novo show, Padilha aborda temas como o fim do mundo (sim, do jeito mais engraçado possível), amigos entrando na vida adulta – e virando pais – e seus medos mais íntimos, transformando tudo em situações cômicas que só ele sabe contar. Com seu estilo inconfundível, Afonso mais uma vez nos convida a dar boas risadas com suas histórias e comentários, tudo baseado em suas próprias experiências Teatro Riachuelo Rio O prédio, tombado como patrimônio histórico-cultural, é imponente e se destaca na Rua do Passeio, número 40 , reunindo passado, presente e futuro em um só lugar. O ícone da belle époque brasileira ficou com as portas fechadas por dois anos até 2016, quando foi devolvido à população como Teatro Riachuelo Rio, sempre com uma programação plural e acessível. Desde então, foram realizadas diversas peças, musicais, concertos e shows.  Com uma área de aproximadamente 3.500 m², o teatro oferece uma estrutura completa para seus frequentadores, incluindo foyer, salas de ensaio, escritórios, camarins, área externa e uma grande sala com plateia para 999 pessoas. Mais do que um espaço físico, o teatro representa um compromisso com a promoção da cultura e da arte em suas diversas formas. O espaço conta ainda como o Bettina, Café & Arte, que além de abrir como bomboniere para atender ao público do teatro, funciona também para café da manhã e almoço. Serviço: Nome:  Afonso Padilha - Novo Show Data e horário:  08 de março, 20h Vendas:  https://www.ingresso.com/espetaculos/AfonsoPadilha-NovoShow   Classificação:  14 anos Duração : 70 minutos Valores : Plateia VIP - R$ 150,00 Plateia - R$ 130,00 Balcão Nobre - R$ 100,00 Balcão Superior - R$ 45,00 Informações para a imprensa: MNiemeyer Assessoria de Comunicação -  www.mniemeyer.com.br Juliana Rosa:  juliana@mniemeyer.com.br  / (21) 97209-5898 Rafaela Barbosa:  rafaela@mniemeyer.com.br  / (21) 99061-5257 Alex Varela

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