Revista do Villa
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- FIN Brasil 2024: Maior evento empresarial do Brasil pretende reunir mais de 45 países, incluindo nações lusófonas
Com mais de 45 países confirmados, incluindo Portugal, Angola e Moçambique, a terceira edição da Feira Internacional de Negócios (FIN) Brasil 2024 está prestes a abrir as portas com a responsabilidade de ser o maior evento empresarial de Florianópolis, no estado de Santa Catarina, no Sul do Brasil. Com destaque para a presença dos países lusófonos, o certame promete impulsionar oportunidades de negócios entre os países de língua portuguesa e as regiões de Portugal. Entre os participantes confirmados, estão autoridades governamentais e delegações de mais de 60 países, além de entidades como a InovCluster - Associação do Cluster Agroindustrial do Centro de Portugal; Patrícia Coelho, vereadora da Câmara Municipal de Castelo Branco, Portugal; e a Zona Económica Especial Luanda-Bengo, de Angola, entre outros. “O Estado de Santa Catarina está de braços abertos para receber a comunidade portuguesa na terceira edição da Feira Internacional de Negócios (FIN) Brasil 2024”, garantiu o presidente da Câmara de Comércio Brasil-Portugal de Santa Catarina, Jatyr Ranzolin, que é também CEO desta iniciativa. Este responsável destaca também a recetividade à comunidade portuguesa naquele que é um dos mais importantes encontros empresariais de Florianópolis, que decorre entre os dias 3 e 4 de abril próximo. Com mais de 300 empresas expositoras e a participação de 45 países confirmados, a FIN Brasil 2024 promete ser ainda “maior e o mais impactante” evento depois de passar pela Europa e Ásia. Segundo os organizadores, “a FIN Brasil 2024 será um ambiente propício para negócios e networking , contribuindo para a internacionalização e inovação nos mercados locais e internacionais”. Com a introdução de conceitos como ESG (Ambiental, Social e Governança) e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, a feira reforça o seu compromisso com o crescimento sustentável dos países participantes. O presidente da Câmara de Comércio Brasil-Portugal de Santa Catarina, Jatyr Ranzolin, ressalta a importância da FIN como um dos mais importantes encontros empresariais de Florianópolis, enquanto o Secretário de Estado de Articulação Internacional, Juliano Froehner, sublinha a oportunidade para Santa Catarina atrair investimentos e promover relações comerciais com os participantes, incluindo os interessados que podem aceder ao site oficial do evento: https://finbrasil.com.br/pt Ígor Lopes
- Relíquias da história: aniversário da cidade do Rio de Janeiro
No início deste mês, comemoramos 459 anos da nossa cidade maravilhosa; e a pergunta é: 1º de março ou 20 de janeiro? - Muitos ficam indecisos entre as duas datas. Por isso, inúmeras vezes se tem comemorado o aniversário do Rio de Janeiro no dia do santo padroeiro. Para afastar quaisquer dúvidas, fica aqui registrado sucintamente o episódio de fundação da cidade. Em 1555, os franceses invadiram o Rio de Janeiro pretendendo aqui fundar uma colônia. Em 1564, os portugueses resolveram, enfim, organizar uma expedição para expulsá-los e fundar uma cidade fortificada com o objetivo de impedir para sempre outras investidas. Estácio de Sá, sobrinho do governador Mem de Sá, chegou em terras cariocas no dia 28 de fevereiro com alguns navios e soldados, desembarcando na praia entre o morro Cara de Cão e o Pão de Açúcar. No dia seguinte, 1º de março de 1565, fundou oficialmente a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, em homenagem ao rei menino de Portugal e escolheu o santo de mesmo nome para padroeiro, a quem se presta homenagem no dia 20 de janeiro. A lenda diz que o mordomo encarregado de cuidar da capela do santo foi atacado por índios. Invocou seu nome e imediatamente chegaram reforços. Em uma das canoas um moço louro lutou bravamente, desaparecendo depois de finda a batalha. Foi identificado como sendo o santo padroeiro que lutara em defesa de sua cidade. A expulsão e derrota definitiva dos franceses e seus aliados indígenas, no entanto, só se deu em janeiro de 1565. A vitória de Estácio de Sá , subjugando elementos remanescentes franceses (os quais, aliados aos tamoios , dedicavam-se ao comércio e ameaçavam o domínio português na costa do Brasil), garantiu a posse do Rio de Janeiro, rechaçando, a partir daí, novas tentativas de invasões estrangeiras e expandindo, à custa de guerras, seu domínio sobre as ilhas e o continente. A povoação foi refundada no alto do antigo Morro do Castelo , que se localizava no atual centro da cidade . O morro foi removido em 1922 como parte de uma reforma urbanística. O novo povoado marcou o começo de fato da expansão da cidade. Durante quase todo o século XVII, a cidade acenou com um desenvolvimento lento. Uma rede de pequenas ruelas conectava entre si as igrejas, ligando-as ao Paço e ao Mercado do Peixe, à beira do cais. A partir delas, nasceram as principais ruas do atual Centro. Com cerca de 30 000 habitantes na segunda metade do século XVII, o Rio de Janeiro tornara-se a cidade mais populosa do Brasil, passando a ter importância fundamental para o domínio colonial. Essa importância tornou-se ainda maior com a exploração de jazidas de ouro em Minas Gerais , no século XVIII: a proximidade levou à consolidação da cidade como proeminente centro portuário e econômico. Em 1763, o ministro português Marquês de Pombal transferiu a sede da colônia de Salvador para o Rio de Janeiro, mas isso será assunto para a próxima matéria! Fontes: Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro Biblioteca Nacional Instituto Moreira Salles André Conrado Cidadão do mundo, carioca de nascimento e atualmente residindo em Salvador/Bahia; profissional de múltiplas habilidades. Hoteleiro de formação, com pós-graduação em Gestão de Turismo, estudou em Boston/USA. Apaixonado por artes, história e viagens, é apreciador de relíquias mundo afora. Com gosto e senso de humor apurado, busca incessante conhecimento em diversas Áreas e Gestão em Hospitalidade. Em sua coluna “ Relíquias da História “ na Revista do Villa, irá levar ao leitor uma verdadeira viagem pela história e o conhecimento.


