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Revista do Villa

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Revista luso-brasileira de conteúdo sobre cultura, gastronomia, moda, turismo,

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  • Musical Encontro entre Mercedes Baptista e Ivanna Cruz - Resgate do Jongo e ancestralidade dos ritmos trazidos da África

    G overno Federal, Ministério da Cultura, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Paulo Gustavo apresentam: “Mão na barra, pé no terreiro, a vida e a dança de Mercedes Baptista”. Bailarina e coreógrafa que revolucionou a dança contemporânea no Brasil, quebrando barreiras e inspirando gerações. Uma história de luta e perseverança pelo sonho de brilhar nos palcos com a sua arte, fez com que Mercedes Baptista, tornasse sua trajetória um marco histórico para a dança brasileira, tendo se tornado a primeira bailarina negra a integrar o corpo de baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, um dos mais importantes palcos do país. Sua história e carreira longeva estará nos palcos em  “Mão na barra, pé no terreiro, a vida e a dança de Mercedes Baptista” , onde a atriz e bailarina Ivanna Cruz, conduz o enredo, relembrando origens e as batalhas da mulher negra, tal como ela, para conseguir que sua arte fosse reconhecida. A história de duas gerações que não desistiram!  A estreia será dia 20 de novembro, celebrando o Dia da Consciência Negra, às 19h, no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro, Tijuca - para apenas 05 apresentações, seguindo para o Instituto Pretos Novos, na região da Pequena África, de 27 a 29 de novembro, sempre às 15h. A cidade de Itaocara, município do noroeste do estado, também receberá duas apresentações do espetáculo, nos dias 02 e 03 de dezembro. A peça tem direção artística de Luiz Antônio Rocha e texto de Ivanna Cruz, Luiz Antônio Rocha e Pedro Sá de Moraes, coreografias de Diego Rosa e Cenário e Figurinos de Eduardo Albini. Também estarão em cena os músicos/atores Chico Vibe e Lelê Benson e a montagem conta com iluminação de Ricardo Fujii. Mais de 90% da ficha técnica desse projeto é composta por artistas e técnicos negros, atuantes na cena cultural brasileira.  O espetáculo é um musical que resgata ritmos como o Jongo, a Mana Chica e ancestralidade dos ritmos trazidos da África pelos antepassados africanos, escravizados e retirados à força de suas terras e seus laços familiares e culturais e impostos à diáspora dolorosa pelos portugueses que aqui dominaram e colonizaram as terras brasileiras a partir do ano de 1500.  O repertório apresenta o resgate dessa cultura, dos sons que remetem à memória e a preservação da cultura afrodescendente, o que tanto Mercedes fez e conseguiu e que anos depois sua conterrânea, Ivanna Cruz, também seguiu pelo mesmo caminho. As duas, nascidas em Campo dos Goytacazes, nunca desistiram mesmo com a imposição de todas as formas de racismo existentes na sociedade.  O diretor artístico, Luiz Antonio Rocha, aponta que Mercedes Baptista foi e é a pedra fundamental da identidade afro-brasileira na dança influenciando várias gerações de artistas e movimentos culturais. Valorizou a identidade negra dando visibilidade, respeito às mulheres e combate ao racismo.  “Sua história nos inspira, além de homenageá-la, vamos resgatar ritmos que estão desaparecendo como o Jongo e a Mana-Chica (RJ). O projeto tem como referência a cultura e a arte popular influenciadas por matrizes culturais de povos afro diaspóricos” , afirma o diretor. Quem foi Mercedes Baptista Nascida na cidade de Campos dos Goytacazes, Região Norte do estado do Rio de Janeiro, Mercedes Baptista superou obstáculos e quebrou barreiras raciais, abrindo caminho para futuras gerações de bailarinos negros, como eu. Sua ascensão é um testemunho do poder da arte em transcender fronteiras sociais e raciais. Foi a responsável pela criação do balé afro-brasileiro, inspirado nos terreiros de candomblé, elaborando uma codificação e vocabulário próprio para essas danças.  O seu Ballet Folclórico Mercedes Baptista foi responsável pela consolidação da dança moderna do Brasil.  Ao longo de sua trajetória, Mercedes recebeu diversos prêmios e reconhecimentos, solidificando sua posição como uma das principais bailarinas do país. Sua estreia no Theatro Municipal é um momento culminante de sua carreira e um exemplo inspirador de superação. A produção artística negra, sistematicamente apagadas e desvalorizadas, quando entendida sob o viés decolonial, evidencia o potencial intelectual e econômico da cultura afro-brasileira. São produções essenciais que possibilitam a manutenção de laços comunitários entre a população negra, assim como ofertaram as bases que estruturaram a identidade nacional. A inserção da dança afro-brasileira, batuque, canto preto e filosofia africana como eixo central da pesquisa, contribui ao fazer a ponte entre o que existiu com a atualidade. Para Luiz Antonio Rocha,  “é impressionante como o apagamento de tantos artistas negros, como Mercedes e muitos contemporâneos seus, sofrem até hoje. Mercedes merece ter sua história contada e recontada de todas as maneiras possíveis, pois ela foi pioneira, que enfrentou toda e qualquer adversidade e para ser a figura que se tornou” .  O espetáculo parte do encontro entre Mercedes e a atriz e bailarina Ivanna Cruz, com meio século de intervalo entre elas, duas artistas pretas da dança que nasceram na mesma Campos dos Goytacazes, uma das últimas cidades do Brasil a acatar a abolição da escravidão.  “Diante dos obstáculos, cada vez mais duros enfrentados em sua caminhada de artista negra, Ivanna encontra em Mercedes uma fonte de resiliência e encantamento, uma chave para destravar as portas do seu futuro. No espetáculo, há uma teia formada por relato pessoal, investigação histórica, dança e canções que ecoam a tradição e as raízes compartilhadas por ambas" , acrescenta Luiz. Luiz Antonio Rocha ainda reforça que, para ele, é difícil fazer um recorte da vida de uma mulher como Mercedes Baptista e trazer à cena o protagonismo de uma mulher preta de sucesso dos anos 60, quebra não apenas um paradigma do racismo estrutural de um país, mas também traz uma história decolonial de ancestralidade. “Essa história dialoga e faz pensar sobre o massacre cometido pelos colonizadores da América latina e do atraso histórico da realidade da sociedade da América Latina. Estamos reescrevendo a história do Brasil. A trajetória de Mercedes Baptista é absolutamente necessária para ser contada, não pode ser apagada como tentaram apagar a história do povo preto dos livros de história” , reforça o diretor artístico. “Mercedes Baptista é um ícone da resistência e do talento. Sua presença no Theatro Municipal é um passo importante para a representatividade e inclusão racial na dança brasileira. É uma honra fazer parte de um projeto como este, pensado nos mínimos detalhes e tão sonhado em executá-lo para além de poder homenagear, apresentar a grandeza que foi e é a Mercedes Baptista”,  declara Ivanna Cruz. “Para além da primeira bailarina do Theatro Municipal, Mercedes também foi uma mulher aguerrida que manteve sempre a cabeça erguida em um propósito: mostrar que ela merecia chegar onde chegou e ainda ousar em quebrar paradigmas e mostrar a cultura da nossa gente, a cultura afro, sobretudo por interferir de maneira positiva na percepção de novos significados para o contexto da dança, com a diversidade, inclusão e memória, tão presentes na sua trajetória” , completa a atriz.  Ivanna ainda conta que, durante o processo de preparação, ficou surpresa com a força de Mercedes em empreender, em não esmorecer, ao brigar pelo espaço dela. A bailarina cuidou da criação, da venda do seu produto, sua arte, ela sabia o que acontecia em cada detalhe da cadeia de criação dos projetos dela.  “Ela mesma arrecadava e pagava cada integrante, cada cachê, ela valorizava o profissional da arte, visionária e corajosa. Para cada porta que ela encontrava fechada, criava mais força para desenvolver e executar projetos culturais numa época ainda onde a mulher não tinha voz e nem vez",  salienta Ivanna.  "Eu espero com esse projeto, passar por um processo de cura, de ressignificação, que as pessoas se reconheçam merecedoras, de uma maior união, de mãos dadas a quem se propõe a ser aliado e gritar junto pelo espaço que não é para segregar, separar é para juntar mais ainda. Eu me sinto muito forte quando encontro outras mãos que me ajudam e dizem que eu devo seguir, persistir, porque eu mesma já pensei em desistir muitas vezes. Mas eu lembro de Mercedes e tantos outros que deram o sangue para que eu pudesse estar aqui. Conhecer a nossa História faz parte do aparato de força e nivelação para se chegar aos resultados. Muita coisa mudou para os artistas negros, para o povo negro em geral mas ainda temos sim um longo caminho pela frente" , diz Ivanna.  "A expressão da arte do povo preto tem suas características, tem suas nuances, tem seu jeito de ser e fazer, finalmente conseguindo se desvencilhar de um modo de produção niveladamente eurocêntrica. Isso vem mudando, a demanda para que nós possamos contar nossas histórias, cantar nossas músicas e falar de tudo o que nos norteia e nos constrói como uma cultura característica, se faz necessária. É a nossa hora de contarmo à nossa maneira, com todo o colorido e a vibração dos nossos sons, sobre o que nos pertence e quebrar essa corrente histórica de aniquilamento, de apagamento, derrubando mais uma forma de escravidão, a do silenciamento forçado sobre quem somos" , celebra, Ivanna.  Para Pedro Sá Moraes o projeto é como uma reparação, uma pequena colaboração para jogar luz sobre a fortaleza de uma mulher que tanto lutou com as armas mais nobres para quebrar paradigmas, a arte. Gritou com os batuques e a sua dança para mostrar que merecia ser vista e ouvida. “Falar sobre Mercedes Baptista é não deixar que sua trajetória brilhante seja esquecida e, sobretudo, com relação às novas gerações que possuem o direito e a obrigação de conhecer quem fez pela sua cultura. No caso de personalidades afrodescendentes, a responsabilidade é não permitir mais um apagamento histórico de pessoas negras que se mostraram capazes e enfrentaram tantas divergências para estarem nos lugares de direito” , comenta.   A estreia da peça sobre Mercedes Baptista no Teatro é aguardada com grande expectativa. O enredo, construído por meio de extensa pesquisa sobre a trajetória artística e vida pessoal da artista, promete inspirar um novo público e reforçar o compromisso do teatro com a diversidade, inclusão, respeito e consciência da ocupação dos espaços pela comunidade afrodescendente.  “Falar de Mercedes é falar do novo com o olhar no futuro. Uma mulher preta que quebrou o tabu do tutu branco e da sapatilha cor de rosa e ganhou o mundo. Sua história se repete e inspira artistas pretas que tiveram suas histórias interligadas não apenas pela dança, mas principalmente pelo racismo, que interviu no caminho de todas elas” , finaliza Luiz Antonio Rocha. Ivanna Cruz, atriz e bailarina multifacetada que respira arte A atriz, dançarina, produtora, Educadora Popular e professora de dança Afro, nasceu em Campos dos Goytacazes, Cursou Teatro Experimental do SESC e Curso Técnico Profissionalizante da Cal. Atuou em espetáculos como: “Vestido de Noiva”, “Antígona”, “A Serpente”, “Marido Oscar”, “O outro lado da história”, “O boi e seus alegres brincantes”, “Histórias Encantadas”, “A Arca de Noé”, ”Ilê Sain à Oxalá”, 2000 a 2015 “A menina e o vento” "As Feras”, de Vinicius de Moraes de 2017 a 2019. Dirigiu os musicais: “Metal contra as nuvens” e “Batuque das Tias”, e o infantil “A Fada cheia de ideias”. Participou dos Curtas Metragens “Broadway" dir. de Maycon Gual ( 2017) e “A Casa de Pedra”, dir. Ricardo Conti (2018). Participou da novela "Quanto Mais Vida melhor", na Rede Globo. Ivanna também está a frente de trabalhos como ativista cultural na cidade onde desenvolve um trabalho em terreiros e escolas divulgando a tradição popular da cidade com danças como “Mana Chica”, uma dança similar às quadrilhas de roda com nuances do Fado do tempo da escravidão.  Luiz Antonio Rocha, um operário das artes por vocação Produtor, autor e diretor teatral, é um dos mais conceituados diretores de casting do mercado, segundo a revista Veja. Foi membro do conselho da Michael Chekhov Brasil e em 2012, fez parte do júri oficial do International Emmy Awards realizado em Nova York. Foi indicado ao prêmio Shell de 2019 na categoria inovação por Paulo Freire, "O Andarilho da Utopia”. Sendo considerado por Flávio Marinho no seu livro “Quem tem medo de besteirol” como um dos reinventores do gênero. Seus espetáculos, além de ficarem muito tempo em cartaz, possuem uma marca autoral com grande sensibilidade que valoriza a força do ator e da palavra. Seus últimos espetáculos são: “ Anima”;“O Profeta”, uma releitura filosófica da obra de Khalil Gibran; “ Helena Blavatsky, a Voz do Silêncio, “Zilda Arns, a dona dos Lírios ; “Brimas” , “ Frida Kahlo, a Deusa Tehuana”, “ A história do Homem que ouve Mozart e da Moça do lado que escuta o Homem” , “Uma Loira na Lua”; “Eu te darei o Céu” entre outros.   Pedro Sá Moraes e sua versatilidade e sensibilidade artística Ator e músico, começou sua carreira musical como intérprete de samba, compartilhou palco e gravações com mestres do gênero, como Nelson Sargento, Wilson Moreira, Elton Medeiros e outros. Em 2007, lançou-se como compositor de MPB, e a carreira internacional se abriu em frequentes turnês pela Europa, América Latina, Ásia e América do Norte. Foi escolhido pela rede nacional de rádios públicas (NPR) dos Estados Unidos os dez artistas revelação de 2012, aclamado pelo jornal The New York Times. Em 2016, vencedor do Prêmio Profissionais da Música como Melhor Cantor, naquele ano. Em 2018, estreou o solo “A Paixão de Brutus”, uma adaptação autoral sua sobre o Julius Caesar de Shakespeare, com direção de Norberto Presta, com o qual visitou dezenas de cidades brasileiras. A Folha de São Paulo, numa crítica de destaque, afirma que "Pedro Sá Moraes se transmuta, como um trovador, em versos de um lirismo tocante e pungente". Em 2018, junto a Jéssica Barbosa, realizou Em Busca de Judith, que estreou como peça-filme em 2021, contemplado pelo Edital da Lei Aldir Blanc, e estreou nos palcos em 2022 em temporada no Itaú Cultural (SP). Desde 2020, dedica-se a aprofundar sua pesquisa sobre a relação entre a música popular brasileira e o teatro, através de um doutorado em Artes Cênicas, pela Universidade de Campinas (UNICAMP), em São Paulo.   FICHA TÉCNICA Espetáculo ‘Mão na barra, pé no terreiro, a vida e a dança de Mercedes Baptista’  Texto: Ivanna Cruz, Luiz Antônio Rocha e Pedro Sá Moraes Canções: Pedro Sá de Moraes Encenação: Luiz Antônio Rocha Atriz: Ivanna Cruz Instrumentistas/atores: Chico Vibe e Lelê Benson Cenário e Figurinos:  Eduardo Albini Projeto de Luz: Ricardo Fujii Coreografia e preparação corporal: Diego Rosa Direção musical:  Pedro Sá Moraes Preparação Vocal: Jorge Maya Assistente de direção: Tai Xavier Consultoria Jongo/ Mana-chica: Neusinha da Hora e Neide da Hora Agradecimentos especiais: Viviane Ramiro e Dona Ruth Fotografia: Jow Coutinho e André Brito Aderecistas: Nilton Souza Confecção figurino raízes: Marcos Vieira Tingimento figurino raízes: Aline Nogueira Costureira:  Maria Madalena de Oliveira Operador de luz: Thiago Monte Assessoria de imprensa: Alessandra Costa Mídias sociais e edição vídeos: Jow Coutinho Design Gráfico: Cristhianne Vassão Elaboração de Leis de incentivos: Lilian Maya Gestão de novos projetos: Jarbas Galhardo Produção Executiva: Ivanna Cruz e Luiz Antônio Rocha Direção de Produção e Prestação de contas: Karina Nadaletto Produção: Arteiro Produções & Espaço Cênico Produções Artísticas & Teatro em Conserva SERVIÇOS  Mão na barra, pé no terreiro, a vida e a dança de Mercedes Baptista Classificação: Livre Duração: 80 minutos Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro de 20 a 23 de novembro - às 19h e 24 de novembro - às 18h Rua José Higino, 115 - Tijuca Lotação: 150 lugares ENTRADA GRATUITA: Retirada de ingressos no site do  Rio Cultura Instituto Pretos Novos de 27 a 29 de novembro - às 15h. Rua Pedro Ernesto - 32 - 43 - Gamboa Lotação: 60 lugares ENTRADA GRATUITA: Retirada de ingressos no site do  Sympla Rede Cine + Itaocara Rua Coronel Roque Teixeira Alves, 83, Itaocara - dias 02 e 03 de dezembro- às 19h Lotação: 65 lugares   ENTRADA GRATUITA: Retirada de ingressos no site do  Sympla Revista do Villa - Recomenado por Alessandra Costa (Assessoria de Imprensa e Comunicação)

  • Sucesso de "Amigos da Treta" no Teatro Villaret: Novas datas - até 2 de Fevereiro

    O espectáculo "Amigos da Treta", protagonizado por José Pedro Gomes e Aldo Lima, continua a conquistar o público desde a sua estreia em Agosto. Com lotação esgotada quase todas as noites no Teatro Villaret, o espetáculo que está em cena de Quinta a Domingo alarga agora a sua temporada até 2 de Fevereiro. Este prolongamento de temporada é uma excelente oportunidade para quem ainda não assistiu ao espectáculo e para aqueles que desejam partilhá-lo como presente de Natal. O nome “Treta” é já um marco incontornável da comédia de palco nacional. A combinação de crítica e humor num estilo irreverente e repleto de boa disposição, tem vindo a conquistar plateias de todas as idades desde 1997. SINOPSE Os influencers, os gurus do coaching e do lifestyle, a inteligência artificial e a estupidez natural - as novas tretas que se juntam à treta de sempre, e fazem crescer este mundo da treta onde cada vez mais se fala... treta. Jóni, amigo de Zézé que se ausentou para fazer Erasmus numa terra distante — aventura que o obrigou a fazer a maior viagem da sua vida e até a ter de atravessar a ponte sobre o Tejo para nunca mais ser visto — regressa agora ao bairro vindo das entranhas da terra. Literalmente. Até porque, mal chega, cai no buraco das obras de expansão do metropolitano e faz uma rotura parcial do ligamento cruzado do cigarro electrónico. Jóni, auto-proclamado guru da espiritualidade hashtag-deus-no-comando, e das medicinas à base de batidos com raspas de kombucha, é recebido por um emocionado Zezé, que nunca esqueceu o amigo... exceptuando o nome, a cara, a voz, o penteado e o local propriamente dito onde ele morava. Vão agora pôr a conversa em dia, recordar o passado que ambos concordam ser uma espécie de futuro que ficou pelo caminho, comentar o presente que os dois entendem ser um passado que está a acontecer naquele preciso momento, e prever o futuro, que mais não é que um passado que teima em ser presente mas chega sempre atrasado porque tem a mania. De Filipe Homem Fonseca, Mário Botequilha e Rui Cardoso Martins Com José Pedro Gomes e Aldo Lima Encenação José Pedro Gomes e Aldo Lima Desenho de luz Luís Duarte Música Alexandre Manaia Assistente de encenação Diana Vaz Produção Força de Produção Teatro Villaret Até 2 de Fevereiro Quinta a Sábado às 21h | Domingos às 17h Bilhetes 20€ M14 ­Bilhetes Site Revista do Villa - Recomendado por Teresa Sequeira | Força de Produção

  • Fliporto abrirá as portas em Olinda com foco em necessárias “reflexões”

    Antônio Campos, curador geral da Fliporto, promete edição 2025 em simultâneo no Brasil e em Portugal. Entre os dias 14 e 17 de novembro, o Mercado Eufrásio Barbosa, em Olinda, Brasil, vai ser palco da XIII Festa Literária Internacional de Pernambuco, que conta com um programa que promete “novidades e reflexões”. Este ano, a Fliporto homenageará o jornalista e escritor brasileiro Raimundo Carrero e o músico brasileiro Chico Science, em celebração aos 30 anos do disco “Da Lama ao Caos”, da Nação Zumbi. Segundo os seus organizadores, o festival, “após uma pausa, retorna com força total e promete ser uma celebração cultural definitiva que conecta literatura, música e outras artes com proposta de um importante espaço de intercâmbio multicultural”. De acordo com Antônio Campos, curador geral da Fliporto, o evento é hoje considerado “património cultural de Pernambuco, reafirmando a sua importância dentro das festas literárias no cenário internacional”. “A Fliporto voltou ao calendário das festas literárias, contribuindo para o diálogo entre a literatura e outras artes”, afirmou Campos, que revelou que o programa inclui uma série de atividades, como palestras, exposições e sarais, que têm como objetivo “promover a literatura, a música e a arte, destacando a relevância das festas literárias na formação de novos autores e na difusão do conhecimento”. Momentos de cultura e literatura Haverá uma mesa especial com a presença de Raimundo Carrero, reconhecido pela sua contribuição à literatura brasileira contemporânea, no dia 14 de novembro, às 17h, ao lado da cineasta Luci Alcantara, com mediação de Mário Hélio. A conversa girará em torno da importância das festas literárias na formação de novos autores. Já a homenagem a Chico Science, ícone do Manguebeat, inclui um sarau de abertura no mesmo dia 14, com releituras das suas músicas pela DJ Vibra, além de uma conferência especial no dia 16 sobre os 30 anos do disco "Da Lama ao Caos", com a presença da jornalista Lorena Calábria e de Goretti França, irmã do homenageado. A escritora e académica Rosiska Darcy de Oliveira abrirá o evento com a palestra "Os tempos que correm", abordando a aceleração do tempo na contemporaneidade. Durante o programa, também será lançada a nova edição da revista da Academia Brasileira de Letras, coordenada por Rosiska. E, numa edição que promete refletir sobre questões contemporâneas, a Fliporto trará desta forma discussões sobre a literatura e a inteligência artificial, além de celebrar os 500 anos de Camões e explorar temas como o cangaço e a relação com a geografia da fome, abordados na obra de Chico Science. “A contemporaneidade da obra de Chico é grande. Vai do homem caranguejo e da Geografia da Fome de Josué de Castro, ainda muito presentes, em um mundo marcado pela desigualdade e solidão, na era das redes sociais. É sobre esse mundo caótico e de homens famintos que ele falou e deixou um legado que nos inspira, no seu genial disco da Lama ao Caos com a Nação Zumbi”, enfatizou Campos. Outra novidade desta edição é o evento paralelo Olinda das Artes/Fliporto, que abrirá ateliés de artistas da cidade e promoverá saraus, integrando a gastronomia e a cultura local. O pintor Di Farias será o homenageado dessa iniciativa, que ocorrerá mensalmente, integrando o calendário cultural de Olinda. Durante a festa, uma exposição de fotografias e textos, intitulada “Pernambuco, Jardim dos Baobás”, será apresentada sob a curadoria de Antônio Campos. De acordo com fontes, a Fliporto 2024 será acompanhada por um prémio literário: o “Prémio Caminhos”, coordenado por Henrique Rodrigues, ex-coordenador do prémio SESC, numa iniciativa que busca “incentivar novos talentos e promover a produção literária no Estado. O evento também contará com uma edição especial da revista Continente, publicada pela Companhia Editorial de Pernambuco (CEPE), e a doação de livros para bibliotecas escolares de Olinda. Recorde-se que a XIII Festa Literária Internacional de Pernambuco é realizada com o incentivo da Lei Rouanet e tem a Livraria do Jardim como livraria oficial, além de contar com o apoio da CEPE - Companhia Editorial de Pernambuco, que promoverá a doação de livros para as bibliotecas das escolas de Olinda. O evento, apoiado pelo Governo Federal brasileiro, Governo de Pernambuco e instituições culturais nacionais e internacionais, conta com entrada gratuita e terá uma estrutura de apoio, incluindo transporte para os visitantes que estacionarem no Shopping Tacaruna. Um novo site, “Fliporto em Movimento”, será lançado, trazendo atualizações sobre o programa e notícias relacionadas à literatura. “Esta edição de 2024 também prepara-se para um marco internacional, com a Fliporto Portugal prevista para 2025, que permitirá uma troca cultural entre os dois países de língua portuguesa, ampliando ainda mais os horizontes da festa”, comentou Antônio Campos, que ressaltou, ainda, que a Fliporto pretende “fazer também uma edição Fliporto Portugal simultânea a Fliporto Brasil no ano que vem, com interação virtual entre os programas, provocando uma internacionalização ainda maior das suas atividades”. A edição 2024 da Fliporto conta com a presença do escritor português João Morgado, que lançará uma obra sobre Camões. Informações sobre o evento podem ser consultadas em: http://fliporto.com.br/ ou pelas redes sociais em: @fliporto (Instagram). Ígor Lopes

  • Inauguração da Exposição Encruzilhadas da Arte Afro-brasileira no CCBB RIO

    No mês da Consciência Negra, o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro inaugura Encruzilhadas da Arte Afro-Brasileira,   em 16 de novembro.   Exposição apresenta mais de 140 obras de 62 artistas brasileiros e 12 deles nasceram ou vivem no Rio de Janeiro. A mostra pode ser   conferida  até 17 de fevereiro de 2025 , com e ntrada gratuita. Imagens, textos e outros materiais de apoio à imprensa: www.agenciagalo.com/encruzilhadas . Rio de Janeiro, novembro de 2024 – Nos livros, nas salas de aula, em exposições de arte e museus, a história e cultura do Brasil vêm sendo perpetuadas pela ótica dos brancos. A partir de 16 de novembro, uma outra visão será apresentada em Encruzilhadas da Arte Afro-Brasileira . Composta por mais de 140 obras, a exposição realizada no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB RJ) tem curadoria de Deri Andrade e reverencia a contribuição dos artistas negros para o país.   Sucesso em suas passagens pelos Centros Culturais do Banco do Brasil em São Paulo e Belo Horizonte – onde foi vista por mais de 300 mil pessoas – a exposição chega ao Rio durante a realização dos encontros do G20 Social e se apresenta como mais uma oportunidade de contato do público nacional e internacional com a arte brasileira. Em cartaz até 17 de fevereiro, a mostra   é patrocinada pelo Banco do Brasil e BB Asset , por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), e produzida pela Tatu Cultural.   Para a abertura, em 16 de novembro (sábado), o CCBB RJ está preparando um momento especial: às 16h o Terreiro de Crioulo se apresenta, gratuitamente, no térreo do Centro Cultural. Um encontro com muito samba de raiz e muita energia positiva, alegria e cheio de axé. A entrada é livre, mas haverá emissão de ingressos, disponibilizados na bilheteria digital e no site do CCBB. A exposição estará aberta ao público já a partir das 9h e as galerias permanecerão abertas durante todo o dia.   Ainda no dia de abertura, às 14h, o público conferirá a performance “Do que são feitos os muros”, de Davi Cavalcante. O artista construirá um muro, com tijolos que trazem diversas palavras.  O trabalho propõe uma reflexão poética sobre o peso da ação humana na construção das relações com o espaço e seus pares.     A EXPOSIÇÃO Coletiva, a exposição contempla o trabalho de 62 artistas, entre eles 12 cariocas nascidos ou adotados pela cidade. Dois estão entre os homenageados pela mostra, Lita Cerqueira e Arthur Timótheo da Costa. Os demais são: Andrea Hygino, André Vargas, Panmela Castro, Guilhermina Augusti, Matheus Ribs, Mulambö, Kika Carvalho, Elian Almeida, Rafa Bqueer e Yhuri Cruz.    “O propósito é um diálogo transversal e abrangente da produção de autoria negra em todo território nacional, mas há destaques locais, evidentemente”, comenta Deri Andrade, curador da mostra. “Sempre convidamos artistas que sejam reconhecidos nos estados em que a exposição é montada”, explica.   No segundo andar e no espaço próximo à bilheteria estarão pinturas, fotografias, esculturas, instalações, vídeos e documentos que revelam diferentes épocas e discussões, contextos, gerações e regiões. De grande abrangência, a mostra percorre do período pré-moderno à contemporaneidade.   Os trabalhos estão alocados em cinco eixos: Tornar-se ,   sobre a importância do ateliê de artista e do autorretrato; Linguagens ,   que aborda os movimentos artísticos; Cosmovisão , a respeito do engajamento político e direitos; Orum , sobre as relações espirituais entre o céu e a terra, a partir do fluxo entre Brasil e África; por último, Cotidianos , que aborda as discussões sobre representatividade.   Cada eixo é representado por artistas negros emblemáticos: Arthur Timótheo da Costa (Rio de Janeiro, RJ, 1882-1922), Lita Cerqueira (Salvador, BA, 1952), Maria Auxiliadora (Campo Belo, MG, 1935 - São Paulo, SP, 1974), Mestre Didi (Salvador, BA, 1917- 2013) e Rubem Valentim (Salvador, BA, 1922- São Paulo, SP, 1991).    FIGURAS CENTRAIS   No primeiro eixo, o público confere a arte do carioca Arthur Timótheo da Costa, cuja produção transita entre os séculos 19 e 20, expõe a relação do artista com seu ateliê, com a pintura, a fotografia e com artistas que se autorretratam. Seus traços revelam certa dramaticidade e evoluem para uma obra pré-modernista.   Rubem Valentim, homenageado na seção 2, é considerado um mestre do concretismo brasileiro. Propõe uma discussão sobre forma e elementos religiosos. Iniciou a carreira produzindo de natureza-morta a flores e paisagens urbanas e enveredou para o uso de símbolos e emblemas geométricos de religiões de base africanas.   O eixo 3 é dedicado à mineira Maria Auxiliadora, que encanta pelo uso das cores em seus retratos, autorretratos e festas religiosas. Mas não só. Sua obra carrega uma discussão mais política, engajada no debate sobre moradia, territórios, segurança alimentícia e direitos da população negra. Mestre Didi, na seção 4, foi artista e sacerdote, revelando muito da espiritualidade e da relação Brasil/África em seus trabalhos. Sua obra também é marcada pelo uso de materiais naturais como búzios, sementes, couro e folhas de palmeira e trata bastante das afro-religiosidades a partir das relações entre Brasil e África. No último eixo, a artista central é Lita Cerqueira, única ainda viva dentre os cinco nomes-chave da exposição. Aos 72 anos se consagra como uma das mais importantes representantes da fotografia brasileira, com reconhecimento internacional. Iniciou a carreira capturando imagens de festas populares da Bahia, da capoeira e detalhes da arquitetura do centro histórico de Salvador. Logo depois, enveredou para a fotografia cênica, realizando importantes registros de músicos de sua época, como Gilberto Gil, Caetano Veloso, Maria Bethânia e Gal Costa. Atualmente, vive e trabalha no Rio de Janeiro.   CURADORIA A exposição é um desdobramento do Projeto Afro ( projetoafro.com ), em desenvolvimento desde 2016 e lançado em 2020, que hoje reúne cerca de 330 artistas catalogados na plataforma. São nomes que abarcam um vasto período da produção artística no Brasil, do século 19 até os contemporâneos nascidos nos anos 2000. “A exposição traz outra referência e um novo olhar da arte brasileira aos visitantes”, afirma o curador. “A história da arte do Brasil apaga a presença negra e o artista negro do seu referencial, a exposição enfatiza essa produção como central para repensarmos nossa própria história”, completa.   O trabalho de pesquisa por trás do projeto e da exposição nasceu do desejo e, na sequência, da frustração de Andrade ao não encontrar muitas referências em torno da arte afro-brasileira no Brasil. Ao se debruçar em publicações, materiais de outras exposições (a exemplo de várias com curadoria de Emanoel Araujo nos anos 90, que mais tarde viria a se tornar diretor da Pinacoteca do Estado de São Paulo e fundador do Museu Afro Brasil) e inúmeras pesquisas para o mapeamento de artistas negros e suas obras pelo Brasil, Deri Andrade iniciou um minucioso projeto de catalogação de uma arte que, por vezes, foi marginalizada pela sociedade.   “Ser artista acho que já é difícil, ser artista negro no Brasil é ainda um pouco mais complicado”, afirmou o artista Sidney Amaral (São Paulo, SP, 1973/2017), em 2016, ao ser entrevistado pelo projeto AfroTranscendence. Desde a conversa, esse pensamento acompanha Andrade, que dedica parte de seu tempo a conhecer e investigar a produção artística de autoria negra no Brasil.   Deri também é pesquisador e curador, jornalista por formação, curador assistente no Instituto Inhotim e criador da plataforma Projeto Afro ( projetoafro.com ) de mapeamento e difusão de artistas negros/as/es.   EDITAL A exposição foi contemplada no último edital de patrocínio do Centro Cultural Banco do Brasil 2023-2025 , realizado no primeiro semestre de 2023, que aprovou projetos com temas e abordagens alinhados aos pilares conceituais definidos para essa seleção: pluralidade cultural, identidade, multidisciplinaridade, diálogos e novos olhares. “O Banco do Brasil tem a satisfação de patrocinar esta mostra que celebra o talento de 61 artistas negros, das diversas regiões do nosso país. Este é um dos vários projetos que valorizam nossa cultura e resgatam a ancestralidade, selecionados por meio do Edital de Patrocínios elaborado em parceria com o Ministério da Cultura e publicado em janeiro de 2023. Acreditamos que a arte é uma poderosa ferramenta de transformação social e, ao incentivar este projeto, reafirmamos nosso papel na construção de uma sociedade mais justa e plural", destaca a presidenta do BB, Tarciana Medeiros.   Sobre o CURADOR Deri Andrade é pesquisador, curador e jornalista. Mestre em Estética e História da Arte (Universidade de São Paulo - USP), especialista em Cultura, Educação e Relações Étnico-raciais (CELACC - Centro de Estudos Latino-Americanos sobre Cultura e Comunicação - USP) e formado em Comunicação Social: Habilitação em Jornalismo (Centro Universitário Tiradentes - Unit). Curou exposições individuais e coletivas no Brasil e em países como Inglaterra e Itália, dentre elas “Bará”, de Gustavo Nazareno, no Museu Afro Brasil Emanoel Araujo e “Abdias Nascimento e o Museu de Arte Negra˜, no Inhotim. Interessa-se por arte contemporânea, com foco nas poéticas de artistas negros/as/es e desenvolveu a plataforma Projeto Afro, resultado de um mapeamento de artistas negros/as/es em âmbito nacional. Tem passagens por instituições culturais, como o Museu de Arte Moderna de São Paulo, a Unibes Cultural e o Instituto Brincante. Atualmente é curador assistente no Instituto Inhotim.   Sobre o CCBB RJ    Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro marca o início do investimento do Banco do Brasil em cultura. Instalado em um edifício histórico, projetado pelo arquiteto do Império, Francisco Joaquim Bethencourt da Silva, é um marco da revitalização do centro histórico da cidade do Rio de Janeiro. São 35 anos ampliando a conexão dos brasileiros com a cultura com uma programação relevante, diversa e regular nas áreas de artes visuais, artes cênicas, cinema, música e ideias. Quando a cultura gera conexão ela inspira, sensibiliza, gera repertório, promove o pensamento crítico e tem o poder de impactar vidas. A cultura transforma o Brasil e os brasileiros e o CCBB promove o acesso às produções culturais nacionais e internacionais de maneira simples, inclusiva, com identificação e representatividade que celebram a pluralidade das manifestações culturais e a inovação que a sociedade manifesta. Acessível, contemporâneo, acolhedor, surpreendente: pra tudo que você imaginar.     SERVIÇO Exposição : Encruzilhadas da Arte Afro-Brasileira Período:  de 16 de novembro de 2024 a 17 de fevereiro de 2025 Funcionamento:  de quarta a segunda, das 09h às 20h (fecha às terças)  Local:  Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro Endereço : R. Primeiro de Março, 66 - Centro, Rio de Janeiro  Informações: bb.com.br/cultura Entrada gratuita Ingressos disponíveis a partir de 04 de novembro, na bilheteria física e no site do CCBB RJ.   Assessoria de imprensa do CCBB RJ Giselle Sampaio (21) 3808-0142 | gisellesampaio@bb.com.br    Assessoria de imprensa da exposição Agência Galo: contato@agenciagalo.com   Tales Rocha | (11) 98870-1089 Mariana Nepomuceno | (11) 97152-4834 Thiago Rebouças | (11) 98562-3094 Atendimento no Rio de Janeiro: Toni de Oliveira | (21) 98108-7170 Alex Varela

  • Expominério movimenta R$ 75 milhões em negócios em Cuiabá

    A 2ª Expominério superou as expectativas, gerou mais de R$ 75 milhões em negócios, recebeu cerca de 6 mil visitantes e teve uma programação técnica de 30 horas de palestras e outras 16 horas de cursos, com as turmas preenchidas e vagas esgotadas. Além disso, 50 empresas voltadas para o segmento estiveram como expositoras durante três dias de feira, com muito networking, prospecto de novos negócios e conhecimento. Devido a mais uma edição de sucesso, o trio de organizadores: Pâmela Alegria, Disney de Paula, e Humberto Paiva informaram que a Expominério 2025 está garantida. O evento deve ser realizado na primeira semana de novembro do ano que vem.   "A Expominério mostrou, mais uma vez, o potencial da nossa região e a importância do setor mineral para o desenvolvimento econômico e social. Essa edição superou nossas expectativas, reunindo empresas, investidores, e profissionais do setor em um ambiente de troca de conhecimento, inovação e oportunidades de negócios. Queremos consolidar a Expominério como uma referência nacional, incentivando o crescimento sustentável e o fortalecimento de parcerias que beneficiem toda a sociedade”, disse Pâmela Alegria. Representantes de cooperativas, às gigantes da mineração que atuam em Mato Grosso, estiveram presentes no evento, além de autoridades estaduais e federais, advogados, engenheiros, geólogos e estudantes da área. A Expominério também ajudou a “furar a bolha” e comunicar com a sociedade sobre a verdadeira face da mineração no Estado: um setor que gera empregos, e renda, mas que tem o desafio de mostrar as boas práticas e que os minérios estão presentes no nosso dia a dia e são essenciais para o desenvolvimento. “Muitas vezes, as pessoas não percebem que o minério está presente em quase tudo ao nosso redor, desde os dispositivos eletrônicos até os materiais de construção. Mostrar as iniciativas de responsabilidade ambiental, segurança e inovação que o setor vem adotando é uma maneira de aproximar a sociedade dessa realidade e destacar a contribuição da mineração para o desenvolvimento sustentável. Com informação clara e acessível, podemos construir um entendimento mais positivo e consciente sobre o setor”, destacou o jornalista Disney de Paula. Um dos organizadores do evento, Humberto Paiva, que também comanda o escritório da Metamat em Guarantã do Norte, ressaltou que a Expominério já está consolidando um legado fundamental para o setor mineral em Mato Grosso, ao promover um ambiente de inovação, sustentabilidade e desenvolvimento econômico. "O grande desafio da Expominério é tornar o setor mineral mais próximo das pessoas, algo que o agronegócio fez com maestria ao longo dos anos. Queremos mostrar à sociedade o quanto o minério está presente no cotidiano e como ele pode ser extraído de maneira sustentável e responsável. Esse é um trabalho contínuo de comunicação e conscientização, no qual mostramos o potencial da mineração para o crescimento econômico e o desenvolvimento social, construindo uma imagem de confiança e parceria com a comunidade”. Sobre a Expominério 2024 A Expominério 2024 contou com o patrocínio oficial do Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) e da Companhia de Mineração de Mato Grosso (Metamat). Também tem patrocínio da Alpha Minerals e da Federação das Cooperativas de Mineração de Mato Grosso (Fecomin), Azevedo Sette Advogados, Nexa, Keystone, Aura Apoena, Rio Cabaçal Mineração, Ero Brasil Xavantina e Fomentas Mining Company. O evento conta com apoio institucional da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Grupo de Trabalho da Mineração da ALMT, Frente Parlamentar da Mineração Sustentável (FPMin), Agência Nacional de Mineração (ANM), Instituto Brasileiro de Gemas & Metais Preciosos (IBGM), Associação dos Profissionais Geólogos do Estado de Mato Grosso (Agemat), Federação Brasileira dos Geólogos (Febrageo), Núcleo de Mineração da USP (Nap.Mineração), Câmara de Comércio Brasil-Canadá, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e a Abrasel. Alex Oliveira

  • Entrevista: Faro Ramos, embaixador de Portugal no Brasil

    “As prioridades brasileiras são as prioridades portuguesas”, afirmou Faro Ramos, embaixador de Portugal no Brasil, sobre as expetativas em relação à reunião do G20. “A expetativa é que as três prioridades definidas pela presidência brasileira recebam endosso dos líderes presentes”. É o que espera o embaixador de Portugal no Brasil, Luís Faro Ramos, sobre a realização da reunião do G20 no Rio de Janeiro, nos dias 18 e 19 de novembro. O encontro vai contar com a participação de Portugal como país convidado, através de uma comitiva liderada por Luís Montenegro, primeiro-ministro português. O foco da cimeira é “discutir a aliança global contra a fome e a pobreza, grande bandeira do presidente brasileiro, Luís Inácio Lula Da Silva”. “Portugal entrou no G20 pela mão do Brasil. Foi a primeira vez que tal aconteceu, e sentimo-nos privilegiados por termos sido convidados por um país com o qual temos relações únicas. É de assinalar que temos participado ativamente em todos os eventos. (…) Significa que as nossas relações se encontram num momento de excelência”, frisou Faro Ramos, que, nos últimos meses, acompanhou de perto a participação das autoridades portuguesas nas reuniões de preparação do encontro, tendo como base temas diversos. O embaixador português ressaltou ainda que, em relação aos temas que mais merecem a atenção de Portugal neste momento, tendo em vista o encontro do G20, “as prioridades brasileiras são as prioridades portuguesas”. No âmbito da sua agenda no Brasil, no dia 19, Luís Montenegro participará numa receção restrita à comunidade portuguesa no Palácio de São Clemente, Consulado-Geral de Portugal no Rio de Janeiro, na zona Sul da cidade. Recorde-se que o G20 é um dos principais fóruns internacionais sobre cooperação económica e desenvolvimento internacional. Foi estabelecido em 1999 e inclui, desde 2008, uma Cimeira anual, com a participação dos respetivos Chefes de Estado e de Governo. Os membros do G20 são: EUA, China, Alemanha, Rússia, Reino Unido, França, Japão, Itália, Índia, Brasil, África do Sul, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Canadá, Coreia do Sul, Indonésia, México, Turquia e, ainda, a União Europeia e a União Africana e representam as maiores economias, compondo cerca de 85% do PIB mundial, mais de 75% do comércio mundial e cerca de 2/3 da população mundial. Ígor Lopes

  • Querido Evan Hansen, em cena até 2 de Fevereiro no Teatro Maria Matos, em Lisboa

    Junte-se às mais de 13 mil pessoas que já viram “Querido Evan Hansen” no Teatro Maria Matos, em Lisboa. O musical que tem emocionado plateias consecutivas, desde a estreia em Setembro, prolonga agora a sua temporada até ao dia 2 de Fevereiro.   Mais do que um musical adolescente, "Querido Evan Hansen" transformou-se num fenómeno teatral intergeracional. (Frederico Bernardino, Agenda Cultural de Lisboa)   “Querido Evan Hansen” é um musical que se destaca pela autenticidade ao abordar temas contemporâneos e por tratar, com sensibilidade, os laços entre as pessoas, a busca por um lugar e a importância das relações numa sociedade que, muitas vezes, nos distancia. A mensagem é clara e tocante: ninguém é invisível e todos merecemos ser vistos.   A busca por um lugar no mundo, aceitação e integração ganham corpo no palco através de personagens cujas emoções espelham as nossas, prevalecendo uma mensagem tocante sobre o impacto que podemos ter na vida uns dos outros. É sobre a construção de laços que nos salvam, redenção e reinvenção. Sobre a importância de criar ligações num contexto social que por vezes tende a afastar em vez de unir. Sobre como ninguém é invisível e ninguém merece ser esquecido. É sobre o amor nas suas mais diversas amplitudes. É sobre estar presente. Aqui.   Uma carta que ninguém devia ter lido marca o arranque desta história onde Evan, um adolescente tímido, ansioso e com problemas de integração, salta do anonimato social para se transformar no protagonista de uma história que não lhe pertence. Autêntico, comovente e inspirador, “Querido Evan Hansen”, é um espectáculo que promete deixar o público rendido do primeiro ao último acorde.   Cada pessoa no público vai rever-se em cena, seja nas memórias mais dolorosas da adolescência, seja na busca pelos passos certos da paternidade ou maternidade, seja na necessidade de estar mais presente e atento no dia a dia. O que é garantido é que ninguém sairá do Teatro Maria Matos igual. (Andreia Costa, Observador) A vivência juvenil no ambiente escolar e nas redes sociais (que aqui vão ser determinantes no desenrolar da ação) aliada às questões adultas da paternidade são tratadas na peça com um justo equilíbrio entre a comédia e o drama, entre a luz e as sombras. (Frederico Bernardino, Agenda Cultural de Lisboa) Ficha Artística De Steven Levenson música Benj Pasek e Justin Paul adaptação, tradução e encenação Rui Melo direcção musical Artur Guimarães cenografia Eric da Costa movimento Bruno Cochat desenho de luz Cristina da Piedade vídeo Pedro Prata assistente de encenação Catarina Moreira Pires direcção vocal e assistência de direcção musical Carlos Meireles consultor técnico Ricardo Dias (ShowCockpit) apoio figurinos Rui Lopes produção Força de Produção   Com Brienne Keller, Dany Duarte, Gabriela Barros, Inês Pires Tavares, João Maria Cardoso, João Sá Coelho, Miguel Raposo e Sílvia Filipe   Músicos Artur Guimarães (teclados), Tom Neiva (bateria), André Galvão (baixo), Marcelo Cantarinhas (guitarra), João Valpaços (violoncelo) e Inês Nunes (viola de arco)   Teatro Maria Matos Quinta a Sábado às 21h00 | Domingo às 17h00 Bilhetes 20€ - 22€ M14 Revista do Villa - por Teresa Sequeira | Força de Produção

  • Teatro Riachuelo recebe Ópera de Pequim, a mais importante instituição do gênero do país

    Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, a Ópera de Pequim chega com sua magia, tradição e beleza ao Teatro Riachuelo. Link para imagens:  https://drive.google.com/drive/folders/1cD-srsbM-p_UGtHuQ4W3gTduTGmokIPx     A Companhia Nacional da Ópera de Pequim , a mais importante instituição do gênero do país, chega ao Brasil em novembro, para apresentar ao público todo o encanto das tradições e da cultura chinesa, em um espetáculo mágico, com diferentes peças que reúnem dança, música, teatro, acrobacia e até artes marciais. No Rio de Janeiro, serão duas apresentações no Teatro Riachuelo , nos dias 18 e 19 de novembro.   A Ópera de Pequim tem suas raízes no século XIII, durante a dinastia Yuan. Naquela época, a ópera era uma forma de entretenimento popular entre as classes mais baixas da sociedade chinesa. No entanto, foi durante a dinastia Ming (1368-1644) que a Ópera de Pequim começou a se desenvolver como uma forma de arte mais sofisticada. Durante o reinado do imperador Qianlong (1736-1795), a ópera ganhou popularidade entre a elite chinesa e se tornou uma parte importante da cultura imperial.   A Companhia Nacional da Ópera de Pequim foi fundada em 1955, concebida como uma organização performática de Ópera de Pequim e diretamente ligada ao Ministério da Cultura e Turismo da República Popular da China.    Reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO, a Ópera de Pequim , também chamada na China de Jingju, é a mais reverenciada forma de arte tradicional chinesa, famosa por sua combinação única de música, dança, teatro e acrobacias. Os artistas usam uma variedade de técnicas vocais, incluindo canto, fala e recitação, para contar histórias e expressar emoções.    A música é executada por uma orquestra tradicional chinesa, composta por instrumentos como o erhu (um instrumento de cordas) e o suona (um instrumento de sopro). A dança é caracterizada por movimentos graciosos e gestos simbólicos, enquanto as acrobacias adicionam um elemento de espetáculo e habilidade física.   A companhia valoriza a precisão absoluta e a elegância na atuação, e os artistas da companhia são treinados durante muitos anos em uma variedade enorme de técnicas para dominar a arte de expressar emoções através de gestos, movimentos corporais e expressões faciais. Além disso, eles também precisam ser habilidosos em acrobacias e artes marciais, já que muitas vezes realizam cenas de luta complexas durante as apresentações.    Em sua passagem pelo país, a companhia trará ao Brasil um espetáculo único, que reunirá diferentes peças de seu repertório, como “A Encruzilhada” (“The Crossroads”, um famoso repertório de dramas de combate, é um trecho da Saga do Yang); “ Donzela Celestial Espalhando Flores” (“Heavenly Maid Scattering Flowers”, história em que Buda ordena que a donzela celestial espalhe flores no quarto de um santo budista para testar sua fé); “Roubando a Erva” (Stealing the Herb”, que faz parte de “A Lenda da Cobra Branca” e se baseia em uma antiga lenda sobre uma cobra branca que se transforma em uma bela mulher e se casa com um mortal) e “Combate no Campo de Treinamento, Patrulhamento no Quartel e Exploração do Vale” (“Combat at Drill Ground, Patrolling in Barrack, Exploring Valley”, três peças contínuas de um dos programas clássicos da Ópera de Pequim - as Mulheres Generais da Família Yang). A escolha das peças teve como princípio reunir o que há de mais tradicional no gênero, mas também mostrar um novo lado, com a evolução da ópera para os novos tempos.    Companhia Nacional da Ópera de Pequim   Durante 60 anos, a Companhia Nacional da Ópera de Pequim herdou, escreveu e encenou mais de 500 peças tradicionais, históricas e modernas da Ópera de Pequim, algumas delas reescritas com vários temas e formas. Até agora, desenvolveu um espírito artístico de herança, inovação, aprendizagem de outras formas artísticas, e a arte de bem retratar personagens. Além disso, criou um estilo artístico com rico conteúdo, pensamento profundo, várias escolas e um elenco bem equilibrado.    O primeiro presidente da companhia foi o grande mestre da Ópera de Pequim, Sr. Mei Lanfang. Desde a sua fundação, a empresa reuniu um grande número de excelentes artistas e dramaturgos, diretores, compositores e artistas de palco, que gozam de grande reputação tanto no país como no estrangeiro. Com uma galáxia de mestres, a companhia foi transformada em uma organização performática de Ópera de Pequim com grande sucesso.    Atualmente, com o reconhecimento da Ópera de Pequim como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, a companhia é reverenciada em todo o mundo como um baluarte na preservação e divulgação dessa forma única de arte. Com seu enorme repertório, oriundo da história, do folclore e da cultura chinesa, a companhia ganhou ainda um merecido reconhecimento no exterior.   Os figurinos e adereços da Ópera de Pequim são verdadeiras obras de arte, feitas à mão por artesãos especializados e desempenham um papel importante na companhia, ajudando a criar a atmosfera e a identidade dos personagens.    Os figurinos são elaborados e coloridos, com detalhes intrincados que refletem a personalidade e a posição social dos personagens. Os adereços, como espadas, leques e lenços, são usados pelos artistas para enfatizar gestos e movimentos durante as cenas.    Teatro Riachuelo O prédio, tombado como patrimônio histórico-cultural, é imponente e se destaca na Rua do Passeio, número 40 , reunindo passado, presente e futuro em um só lugar. O ícone da belle époque brasileira ficou com as portas fechadas por dois anos até 2016, quando foi devolvido à população como Teatro Riachuelo Rio, sempre com uma programação plural e acessível. Desde então, foram realizadas diversas peças, musicais, concertos e shows.  Com uma área de aproximadamente 3.500 m², o teatro oferece uma estrutura completa para seus frequentadores, incluindo foyer, salas de ensaio, escritórios, camarins, área externa e uma grande sala com plateia para 999 pessoas. Mais do que um espaço físico, o teatro representa um compromisso com a promoção da cultura e da arte em suas diversas formas. O espaço conta ainda como o Bettina, Café & Arte, que além de abrir como bomboniere para atender ao público do teatro, funciona também para café da manhã e almoço.   Serviço: Nome:  Companhia Nacional da Ópera de Pequim  Data:  18 e 19 de novembro, 20h Vendas:  https://www.ingresso.com/espetaculos/opera-de-pequim-china-national-peking-opera-company   Classificação:  Livre Duração : 120 minutos (com 15 minutos de intervalo) Valores : Plateia VIP -R$150,00 Plateia (Preço Popular) - R$39,60 Plateia - R$150,00 Balcão Nobre(Preço Popular) - R$39,60 Balcão Nobre - R$100,00 Balcão Superior (Preço Popular) - R$39,60 Balcão Superior - R$60,00   Informações para a imprensa: MNiemeyer Assessoria de Comunicação -  www.mniemeyer.com.br Juliana Rosa:  juliana@mniemeyer.com.br  / (21) 97209-5898 Rafaela Barbosa:  rafaela@mniemeyer.com.br  / (21) 99061-5257     Alex Varella

  • Memórias do Carnaval é lançado no Fairmont Copacabana

    O livro Memórias do Carnaval , da editora CRV, coordenado por Matheus Oliveira, foi lançado em evento temático, no salão Copacabana do Fairmont Copacabana, com mais de 300 convidados. A obra, que traz a participação de 13 co-autores, é prefaciada por João Pedro Figueira e traz relatos que preconizam uma história do Carnaval. Nestor Guimarães Rocha foi homenageado por ter idealizado a Passarela do Samba. Veja quem passou por lá, nas lentes de Messias Martins. Revista do Villa - por Divulgação Rio

  • Joshua Bell: dia 20 / Série Dellarte Concertos Internacionais / Theatro Municipal

    Ministério da Cultura e Bradesco Seguros apresentam 29. EDIÇÃO DA SÉRIE O GLOBO/DELLARTE CONCERTOS INTERNACIONAIS 2024   Uma Noite com Joshua Bell e seu Stradivarius: encerramento da Temporada 2024 Série O Globo/Dellarte Concertos Internacionais O violinista  Joshua Bell  se junta ao pianista  Peter Dugan  para o  encerramento  da Programação 2024 da  Série O Globo/Dellarte Concertos Internacionais , na quarta-feira,  20 de novembro, às 18h,  no  Theatro Municipal do Rio de Janeiro.    Bell toca em um violino Stradivarius de 1713 chamado “Gibson ex Huberman”. Este violino é considerado um dos melhores instrumentos já criados e possui uma sonoridade rica e poderosa. A combinação da habilidade de Bell com o som excepcional de seu violino resulta em performances verdadeiramente memoráveis.   Link para imagens:  https://drive.google.com/drive/folders/1mtxwJQKRCmvUQbNOzqL0jN1_3MuVZ7su?usp=drive_link   O violinista  Joshua Bell  se junta ao pianista  Peter Dugan  para o encerramento da Programação 2024 da  Série O Globo/Dellarte Concertos Internacionais , na quarta-feira,  20 de novembro, às 18h,  no  Theatro Municipal do Rio de Janeiro.   Em 2020,  Bell  se juntou a Dugan  para “Joshua Bell: At Home With Music”, uma transmissão  da rede de televisão PBS  produzida durante o lockdown,  e lançamento de álbum ao vivo pela Sony Classical . Nesta temporada, os dois se apresentam também no Wigmore Hall, em Londres, no National Theater and Concert Hall, em Taipei, e no Kennedy Center, em Washington, DC.  No programa carioca, Tartini, Schubert, Gabriel Fauré e Henryk Wieniawsk.   “Nessa 29ª edição da  Série  O Globo/Dellarte Concertos Internacionais , a Dellarte mantém seu compromisso com a excelência artística reunindo renomadas orquestras, maestros, cantores e virtuosos instrumentistas.  Nossos agradecimentos aos parceiros O Globo e a Bradesco Seguros em nos ajudar a fazer com que a música clássica seja mais acessível a cada ano”,  comentou Steffen Dauelsberg, diretor executivo da Dellarte.   Joshua Bell Nascido em Bloomington, Indiana, Bell começou a tocar violino aos quatro anos e, aos doze, começou seus estudos com seu mentor, Josef Gingold. Aos 14 anos, Bell estreou com Riccardo Muti e a Orquestra da Filadélfia, e fez sua estreia no Carnegie Hall aos 17 com a Sinfônica de St. Louis. Aos 18 anos, Bell assinou com seu primeiro selo, London Decca, e recebeu o Avery Fisher Career Grant. Nos anos seguintes, Bell foi indicado a seis prêmios Grammy, nomeado "Instrumentista do Ano" pela Musical America, considerado um "Jovem Líder Global" pelo Fórum Econômico Mundial e recebeu o Prêmio Avery Fisher. Em 2000, foi nomeado uma "Lenda Viva de Indiana".   Em 2007, uma matéria do Washington Post, vencedora do Prêmio Pulitzer, centrada em Bell tocando em uma estação de metrô de Washington, D.C., provocou uma conversa contínua sobre a recepção artística. A reportagem inspirou o livro infantil de Kathy Stinson, “O Homem com o Violino”, de 2013, e um filme de animação com música da compositora vencedora do Oscar Anne Dudley.   Bell colaborou com colegas como Renée Fleming, Chick Corea, Regina Spektor, Wynton Marsalis, Chris Botti, Anoushka Shankar, Frankie Moreno, Josh Groban e Sting, entre outros. Bell participou na experiência “Joshua Bell VR” com o Sony PlayStation 4 VR, que apresenta Bell com o pianista Sam Haywood em VR de 360 graus.  Bell toca em um violino Stradivarius de 1713 chamado “Gibson ex Huberman”.   Com uma carreira de quase quatro décadas, o violinista vencedor do Grammy, é atualmente um dos artistas mais conceituados no mundo. Bell tocou com praticamente todas as grandes orquestras e continua a manter compromissos como solista, recitalista, músico de câmara, maestro e como diretor musical da Academy of St Martin in the Fields. Peter Dugan Tendo a versatilidade como marca registrada, Dugan transita com facilidade entre os estilos clássico, jazz e pop, tendo colaborado com artistas que vão de Jesse Colin Young a Renée Fleming e Paquito D'Rivera. O Wall Street Journal descreveu a colaboração de Dugan com o violinista e vocalista Charles Yang como uma dupla “clássico-encontra-astro do rock”. Nas performances de Dugan com sua esposa, a mezzo-soprano Kara Dugan, o repertório varia de art song ao American Songbook, incluindo canções originais e estreias mundiais.   Peter Dugan defende uma cultura musical clássica inclusiva e acolhedora para todos, desde as salas de concerto e teatros de uma comunidade até suas escolas e hospitais. Como criador fundador da Operation Superpower , uma ópera de super-heróis para crianças, ele visitou dezenas de escolas na região metropolitana de Nova York, apresentando-se para os alunos e incentivando-os a usar seus talentos – seus superpoderes – para o bem.   A Série Concertos Internacionais é apoiada pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, apresentada pelo Ministério da Cultura e Bradesco Seguros, e corealização da Dellarte, Ministério da Cultura e Governo Federal - União e Reconstrução.   SOBRE O CIRCUITO CULTURAL BRADESCO SEGUROS Manter uma política de incentivo à cultura faz parte do compromisso do Grupo Bradesco Seguros, considerando a cultura como ativo para o desenvolvimento e do convívio social. Neste sentido, o Circuito Cultural Bradesco Seguros se orgulha de ter patrocinado e apoiado, nos últimos anos, em diversas regiões do Brasil, projetos na área de música, dança, artes plásticas, teatro, literatura e exposições, além de outras manifestações artísticas. Dentre as atrações incentivadas, destacam-se os musicais “Bibi -Uma Vida em Musical”, “Bem Sertanejo”, “Les Misérables”, “70´Década do Divino Maravilhoso”, “Cinderela”, “O Fantasma da Ópera”, “A Cor Púrpura” e “Conserto para Dois”, além da exposição “Mickey 90 Anos”.  Programa : Tartini:  Sonata para violino em sol menor, "Devil's Trill" Schubert:  Fantasia em dó maior para violino e piano, Op. Póstumo 159, D. 934 Gabriel Fauré:  Sonata para violino nº 1 em lá maior, Op. 13 Henryk Wieniawski:  Variações sobre um tema original, Op. 15   SÉRIE O GLOBO/DELLARTE CONCERTOS INTERNACIONAIS  20 de novembro, quarta-feira, às 18hJoshua Bell, violinoPeter Dugan, piano Theatro Municipal do Rio de Janeiro Ingressos: Frisas e Camarotes: R$ 3.000,00 Plateia/Balcão Nobre: R$ 500,00 Balcão Superior: R$ 200,00 Galeria: R$ 100,00  Promocional: R$ R$ 39,60 (limitado a 20% de ocupação) Classificação 10 anos Forma de pagamento: PIX ou depósito à vista Desconto de 50% (eventos avulsos) idoso, estudante e Clube O Globo Vendas em   ingresso.dellarte.com.br   ou 4002 0099 - de 2a. a 6a., das 9h às 17h, no whatsapp (21) 98698-1103 ou no e-mail  dellarte@dellarte.com.br MAIS INFORMAÇÕES : Reg Murray - Assessoria de Imprensa regmurray.jornalista@gmail.com (21) 98892-1549 celular e whatsapp       Revista do Villa - por Reg Murray

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