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Revista do Villa

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Revista luso-brasileira de conteúdo sobre cultura, gastronomia, moda, turismo,

entretenimento, eventos sociais, bem-estar, life style e muito mais...

Resultados encontrados para busca vazia

  • Entrevista: Michele Umezu

    Estética e saúde são seus lemas! Michele Umezu é atleta, empreendedora e estuda biomedicina. Atende numa clínica e spa no shopping Village Mall, um dos mais badalados do Rio de Janeiro, além de colecionar diversos diplomas e títulos durante a extensa carreira. E não para de estudar. Atualmente cursa psicanálise, personal trainer e coach em nutrição. Conheça a trajetória dessa profissional ímpar numa entrevista exclusiva para a Revista do Villa! Você morou por 14 anos entre Japão, Cingapura e Tailândia. O que te motivou a buscar a Ásia? Fui morar no Japão com minha família, tinha 13 anos na época.   Além de modelo, você estudou e trabalhou como Fashion Design. Uma coisa acabou levando à outra ou a área da moda já estava nos teus planos desde o início? Fiz desfiles de concurso, conheci alguns estilistas no Japão, estudei Fashion Design em Cingapura, fiz alguns trabalhos. Foi uma época boa, mas não é todo esse glamour que todos pensam.   Sua volta ao Brasil a colocou num novo rumo: o da estética e beleza. O que te levou a insistir na questão do emagrecimento corporal? Sempre gostei dessa área. Eu tive um problema de depressão, engordei 42kg e comecei a buscar mais conhecimento nessa parte do emagrecimento. Fiz um curso na Tailândia de emagrecimento Detox, o que foi muito importante na minha carreira.   Quando o fisiculturismo entre de vez em sua vida? Tudo porque eu queria melhorar um pouco o físico, estava no processo de emagrecimento, e conheci um profissional que me ajudou a entender que eu poderia me preparar para competir.   Você tem mais de 20 troféus, a maioria de 1ºlugar nas competições de fisiculturismo. Além da disciplina envolvendo treinos e alimentação, o que mais a pessoa que busca esse tipo de modalidade competitiva precisa? Primeiramente mudar a mente, acreditar que é sempre uma evolução, e ainda estou evoluindo.   A estética e beleza está 100% na sua rotina. Você trabalha com SPA, inclusive fez curso na Ásia, é formada pela L’Oréal e estuda em Biomedicina. Em sua opinião, promover esses cuidados ao corpo é alavancar a própria saúde? Coloco sempre a saúde em primeiro lugar. Nem tudo é só a estética, autoestima é muito mais que só estética, uma pessoa se sentir bem com sua imagem. Eu gosto muito de cuidar e ajudar mulheres, sempre podemos melhorar!   Você não para de estudar. Está fazendo um curso de psicanálise, personal trainer e coach em nutrição. O bem-estar de uma pessoa pode ter uma ligação com o que ela come e alimenta a própria mente? Acredito que tem tudo a ver. Quem se alimenta bem e treina, está em dia com a saúde, endorfina, é mais feliz de modo geral.   Via Flamengo você recebeu um título agora em 2024. Fale um pouco sobre ele! Fui escolhida pelo site da UOL para receber a faixa, me sinto muito feliz e honrada.   Você atende numa clínica no conhecido e luxuoso shopping Village Mall. Quando resolveu empreender na área e quais os resultados que já obteve? Na verdade, tive essa oportunidade de estar dentro do Village Mall. Fizemos um coquetel dia 28 de maio, com convidados especiais. Quis apresentar o espaço e os serviços. Amo muito tudo isso! Comecei com uma clínica em 2016 no Recreio (RJ).   Na época em que estava na Ásia, você por pouco não lançou uma moda praia na Tailândia. Hoje você tem a sua marca de roupa, boutique e óculos (moda praia e fitness). Isso mostra a sua perseverança nos sonhos. Qual é a sua dica para quem deseja empreender, mas, por alguns percalços, não o pode realizar agora? Infelizmente eu tive até voltar ao Brasil para fazer o exame de DNA do meu filho. Muita coisa eu acabei não conseguindo fazer na época. Mas eu nunca desisti, e continuo fazendo muita coisa. O céu é o limite.   Michele é atleta, empreendedora, mãe, estudante... como conciliar tudo isso? Quanto mais ocupada eu estou, mais produtiva eu fico. Gosto de não ter tempo pra nada.   Para terminar, sua paixão pela arte também pulsa bastante. Tanto que há um projeto de uma galeria com um amigo aqui no Brasil. Em sua opinião, como será lidar com as artes plásticas num país que geralmente não coloca a cultura no destaque devido? Uma tristeza um país com muitos artistas incríveis sem recursos e sem reconhecimento, muitos artistas esquecidos. Crédito das fotos: FOTO 01 - MICHELE UMEZU - Crédito Arquivo Pessoal FOTO 02 - MICHELE UMEZU - Crédito Marcelo Magalhães FOTO 03 - MICHELE UMEZU - Crédito Rony Calisto FOTO 04 - MICHELE UMEZU - Crédito Arquivo Pessoal Xandy Novaski

  • Copacabana, a princesinha do mar – Parte III

    Avenida Atlântica Durante a gestão de  Francisco Pereira Passos   , como prefeito do Rio de Janeiro entre 30 de dezembro de 1902 a 16 de novembro de 1906, foi realizada uma significativa reforma urbana na cidade. Para saneá-la e modernizá-la, ele realizou diversas demolições, conhecidas popularmente como a política do “bota-abaixo”, que contribuiu fortemente para o surgimento do Rio de Janeiro da Belle Époque. Foi em consonância com essa política que Avenida Atlântica foi concebida, pelo Decreto Municipal nº 561, de 04 de novembro de 1905.   Poucos meses antes, Pereira Passos expôs seus planos ao presidente Rodrigues Alves  durante uma visita à Exposição Geral de Belas-Artes de 1905, diante de um quadro de um trecho da praia Copacabana ao nascer do sol, de autoria de João Baptista da Costa, foi inaugurado o Restaurante Avenida Atlântica, do sr. Gomes da Silva, e a companhia Jardim Botânico inaugurou sua nova linha elétrica pelo Túnel do Leme, indo o ramal até o ponto terminal da praça do Vigia, onde foi construída a estação de bondes. A construção da Avenida Atlântica começou em 31 de janeiro de 1906 –  as obras tiveram início no lugar denominado Murungu para a rua do Barroso  –  e, os trabalhos de aterro, em 5 de abril de 1906. Sua construção foi incluída na Carta Cadastral ( documento que reúne dados de localização, área, configuração geométrica e identificação de prédios cadastrados),  como um dos grandes melhoramentos urbanos realizados na cidade. A construção da Avenida Atlântica foi capitaneada pelo engenheiro Augusto Américo de Souza Rangel, que trabalhava na comissão da Carta Cadastral tendo, inclusive, sido seu chefe durante um período.   Seu calçadão foi feito com pedras pretas de basalto e pedras brancas de calcita, trazidas de Portugal, o que lhes rendeu o apelido de pedras portuguesas. O padrão de ondas é do século XIX e foi criado para a Praça do Rossio, em Lisboa – uma homenagem ao encontro das águas do rio Tejo com o Oceano Atlântico. As obras foram suspensas em 15 de dezembro de 1906, um mês após o início do mandato do novo prefeito da cidade, Francisco Marcelino de Souza Aguiar. A avenida tinha 485 metros de meios fios em ambos os lados e estava pronto o aterro em toda a extensão entre a praça Malvino Reis, atual praça Serzedelo Correia, e a rua padre Antônio Vieira.   Em 1907, terrenos na avenida foram anunciados para venda. O prefeito Souza Aguiar era acusado pelo abandono lamentável da avenida Atlântica e perguntado sobre o porquê de não mandar continuar as obras da avenida Atlântica    Durante a década de 1910, 0 aumento da quantidade de automóveis e a crescente popularização da prática do banho de mar tornou a avenida pequena. Além disso, as chuvas de março de 1911 causaram vários danos na Avenida Atlântica e providências eram cobradas ao prefeito Bento Ribeiro. Na gestão de Amaro Cavalcanti foram realizadas na Avenida Atlântica obras para proteção contra a fúria atlântica da esplêndida avenida beira-mar e também seu alargamento. Ainda em 1918, uma ressaca deixou a avenida esburacada e o então prefeito do Rio de Janeiro, o engenheiro Paulo de Frontin, a percorreu para inspecionar seu estado e a incluiu em seu projeto de melhoramentos da cidade.   “Construiu a nova e soberba avenida Atlântica com 17 metros de largura total em substituição à antiga rua marginal” – em jornal O Copacabana.   A nova Avenida Atlântica foi inaugurada em 22 de julho de 1919 com pista dupla e iluminação no canteiro central. O anúncio da reparação do calçamento da avenida foi feito, em 1920, durante a gestão de Carlos Sampaio .   O rei Alberto da Bélgica, e sua mulher, a rainha Elizabeth , visitaram o Brasil entre setembro e outubro de 1920, e na ocasião foram várias vezes tomar banho de mar no posto 5 da Avenida Atlântica. O Rei era um exímio nadador e em sua homenagem foi batizado o viaduto Rei Alberto na novata Avenida Niemeyer. Em 1921, uma nova ressaca atingiu a avenida cuja resistência da muralha, “honra à engenharia do sr. Frontin, resistia valentemente a todos os embates”. Mas a violência da ressaca acabou destruindo a muralha. O prefeito Sampaio decidiu então realizar obras de consolidação dos cais e das muralhas da Guanabara em defesa da avenida Beira-Mar e da avenida Atlântica. Foram contratados para o projeto, cuja quantia prevista causou polêmica, os engenheiros Adhemar de Melo Franco, Edgar Raja Gabaglia e Azevedo Amaral.   Em 1922, ano do centenário da independência no Brasil, os postos de salvamento, que eram de madeira, estavam em péssimas condições. Então o prefeito Carlos Sampaio os renovou e transferiu o posto de socorros para um novo prédio no Lido. O serviço de salvamento, agora subordinado à Assistência Municipal, passou a oferecer serviço médico à população do bairro e também o arrendamento de cabines para banhistas que quisessem trocar de roupa. Na próxima matéria seguiremos nossa viagem no tempo do desenvolvimento da bela princesinha do mar. Não percam!   Fontes : @aclubtour Arquivo Nacional Brasiliana fotográfica Instituto Moreira Salles IPHAN André Conrado

  • Orquestra Johann Sebastian Rio celebra 10 Anos com concerto especial no Teatro Adolpho Bloch

    A  Orquestra Johann Sebastian Rio  inicia as comemorações dos seus 10 anos com um concerto especial que acontece no dia 7 de dezembro, sábado, no  Teatro Adolpho Bloch . Abrindo o programa serão apresentadas obras de dois dos maiores expoentes do período barroco italiano, Arcangello Corelli e Giuseppe Torelli, representantes da tradicional forma musical denominada Concerto Grosso. Tanto o Concerto Grosso Opus 6, nº 8, de Corelli, quanto o Concerto Grosso Opus 8, nº 6, de Torelli foram escritos especificamente para o período do Natal. Obras de grande sensibilidade, abordam com maestria a atmosfera festiva natalina.    O programa apresenta ainda As Quatro Estações Portenhas (1965-1970), do compositor argentino Astor Piazzolla (1921-1992) - originalmente criada para violino, guitarra elétrica, piano, baixo e bandoneón. A obra é dividida em quatro partes: Verão Portenho (1964), Outon Portenho (1969), Primavera Portenha e Inverno Portenho (1970). A peça não foi criada a princípio como uma suíte em quatro movimentos, mas é apontada frequentemente como um contraponto moderno à célebre obra de Vivaldi, As Quatro Estações. O termo ‘portenho’ refere-se à cidade de Buenos Aires, na qual Piazzolla se estabeleceu a maior parte da vida e absorveu suas principais referências musicais ligadas ao tango e ao clássico - que mesclou aos elementos de jazz trazidos do tempo em que viveu em Nova York.   A orquestra: JOHANN SEBASTIAN RIO    O nome da orquestra é uma homenagem ao compositor alemão Johann Sebastian Bach e à cidade do Rio de Janeiro. “Sebastian” também faz referência ao padroeiro São Sebastião e a palavra bach, em alemão, significa pequeno rio, riacho.   A Johann Sebastian Rio é uma orquestra barroca, tendo junto aos naipes das Cordas a presença nobre do Cravo. Ao mesmo tempo é também uma orquestra única, que apresenta em sua formação o Violão e uma percussão genuinamente brasileira. Com sua versatilidade e identidade sonora característica, a orquestra transita com propriedade nos mais variados estilos da música popular e da música de concerto.    A orquestra foi criada em novembro de 2014 pelo seu diretor artístico, o violinista e regente Felipe Prazeres; por Ivan Zandonade, diretor executivo, violista e principal arranjador do grupo; pela escritora e produtora Vanessa Rocha e pelo violista Eduardo Pereira.    A renovação do público da música clássica e a diversificação das formas de apresentação da música de concerto são objetivos da Johann Sebastian Rio. Ao longo dos seus primeiros 10 anos, a orquestra produziu espetáculos que integram música e imagem com vários recursos, tais como, iluminação, design e interação com outras artes, como a dramaturgia. Merecem destaque ainda as séries de vídeos com conteúdos exclusivos nos canais da orquestra na internet.    Apresenta-se com frequência nas principais salas de concerto cariocas, como Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Cidade das Artes, Teatro Riachuelo e Sala Cecília Meireles, entre outras, e participou dos mais importantes festivais do país, como o de Campos do Jordão e do Festival Internacional de Música do Pará, este como orquestra residente. Em 2024 a Johann Sebastian Rio teve sua estreia internacional no famoso Rheingau Festival, na Alemanha, o que trouxe grande visibilidade à orquestra e o convite para diversas apresentações já em 2025 em importantes palcos europeus.    Atualmente o grupo é formado por 19 músicos, todos experientes e reconhecidos entre os principais conjuntos sinfônicos cariocas e brasileiros, integrantes da Petrobras Sinfônica, Orquestra do Theatro Municipal, Sinfônica da UFRJ, Sinfônica Brasileira e Sinfônica Nacional.    Diretor Artístico: Felipe Prazeres    Um dos mais conceituados músicos de sua geração, Felipe Prazeres é maestro titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, além de atuar frequentemente como regente da Orquestra Petrobras Sinfônica, onde é violinista “spalla” desde o ano 2000. Na Petrobras Sinfônica foi maestro assistente de Isaac Karabtchevsky, entre 2014 e 2018. É um dos fundadores da Academia Juvenil, projeto socioeducativo que oferece formação gratuita para jovens entre 15 e 20 anos, oriundos de escolas de música e orquestras comunitárias. No Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde atua como titular desde 2022, foi regente e diretor musical das óperas O Barbeiro de Sevilha, de Rossini, Carmen, de Bizet, e O Elixir do Amor, de Donizetti além de ter atuado como regente nas últimas três últimas Aberturas de Temporada. Em 2023 regeu a Sinfônica do Theatro Municipal e OSB juntas em um concerto dedicado a Berlioz e Wagner. Com a Johann Sebastian Rio dirige concertos com repertório de todas as épocas, mas com especial atenção à música barroca e à música brasileira. Merece destaque a gravação em 2023 do álbum Sambach, com o premiado violinista alemão Linus Roth, tendo sido apresentado em agosto de 2024 no renomado Rheingau Musik Festival, na Alemanha.    Solista: Priscila Plata Rato (violino)    Violinista, natural do Rio de Janeiro, é spalla da Orquestra Sinfônica Brasileira, da Orquestra Sinfônica da UFRJ e mestre pela Universidade Federal da Bahia. Graduou-se pela Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (2011) e em seguida aperfeiçoou seus estudos na International Menuhin Music Academy (2011 a 2013), na Suíça, na classe de Maxim Vengerov e Liviu Prunaru (spalla da Orquestra Concertgebouw de Amsterdam). Neste período, foi integrante da Camerata Menuhin e participou também da Gstaad Festival Orchestra, realizando concertos em toda a Europa. Atuou como solista com as seguintes orquestras: Sinfônica Brasileira (OSB), Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP), Sinfônica da Bahia (OSBA), Orquestra Sinfônica Nacional Sodre (Montevidéu/Uruguai), Sinfônica de Minas Gerais (OSMG), Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), Petrobras Sinfônica (OPES), Johann Sebastian Rio, Sinfônica de Campinas (OSC), Camerata Antiqua de Curitiba, Orquestra de Câmara do Amazonas (OCAM), entre outras. Foi spalla da Orquestra Sinfônica da Bahia por sete anos e atua ativamente como solista e camerista por todo Brasil. Já tocou ao lado de Antonio Meneses, Liviu Prunaru, Leonardo Hilsdorf, Cristian Budu, Érika Ribeiro, entre outros.  Teatro Adolpho Bloch Localizada no histórico Edifício Manchete, na Glória, Rio de Janeiro, projetado por Oscar Niemeyer e com paisagismo de Burle Marx, o Teatro Adolpho Bloch é palco de momentos célebres da nossa cultura. Desde maio de 2019, o Instituto Evoé é responsável por devolver ao Rio de Janeiro esse espaço icônico, porém ainda mais moderno, transformado num complexo cultural. Graças à genialidade de Niemeyer, que criou um palco reversível, tornou-se possível, em um período desafiador, como a pandemia, promover espetáculos e eventos tanto na área externa, ao ar livre, quanto na interna. Ou nas duas ao mesmo tempo, em formato arena, proporcionando aos artistas, produtores, além dos cariocas e turistas, múltiplas formas de se criar e consumir arte e entretenimento. A construção é um ícone carioca – na arquitetura e na história que carrega.Único teatro na cidade do Rio de Janeiro que possui um palco reversível, permitindo que o público se acomode na área externa da casa de espetáculos, o Teatro Adolpho Bloch ganhou, em 2021, o formato arena, com capacidade para 359 lugares internos e 120 externos e um palco de 140m², equipado com a melhor estrutura. O espaço abriga ainda bistrô Bettina Café & Arte. Serviço : Nome:  Orquestra Johann Sebastian Rio Data:  Sábado, 07 de dezembro às 19h Vendas: https://ingressocom.showare.com.br/Default.aspx?display=cards&filter=none&eventid=200&websaleschannelkey=interadolpho&sw_sc=interadolpho&trk_eventId=200    Classificação:  Livre Duração:  90 m Alex Varela

  • Anda Pacheco lança "Só Deus Sabe" o terceiro single do aguardado álbum de estreia

    A artista Anda Pacheco, nome artístico da actriz e cantora Mariana Pacheco, apresenta o terceiro single, “Só Deus Sabe”, parte do seu primeiro álbum de estúdio, com lançamento previsto para 2025. O tema sucede os sucessos “Barco Vazio” e “Mal Viver”, reafirmando a versatilidade e profundidade artística de Anda Pacheco. Uma canção profundamente pessoal e transformadora “Só Deus Sabe” destaca-se como um dos temas mais especiais na trajetória de Anda Pacheco. Com letra de sua autoria e composição partilhada com Syro e Lazuli, a música explora o conceito de escape e necessidade humana de evitar a realidade em momentos de grande pressão emocional. Curiosamente, o dia em que Anda Pacheco entrou em estúdio para gravar “Só Deus Sabe” foi o mesmo em que descobriu que estava grávida. Cantá-la "Foi como uma conversa comigo mesma, com Deus, sobre aquilo que estava dentro de mim. Tudo ganhou outra dimensão e sentido", revela a artista, destacando o impacto emocional que esta música teve no seu percurso. Uma nova promessa na música portuguesa Com um disco de estreia prometido para 2025, Anda Pacheco consolida-se como uma das vozes mais autênticas e cativantes da nova geração da música portuguesa. A honestidade lírica e a riqueza melódica das suas composições continuam a cativar o público. “Só Deus Sabe” está disponível em todas as plataformas digitais. Link para descarregar música e press kit: https://9tiox.r.a.d.sendibm1.com/mk/cl/f/sh/1t6Af4OiGsGsLgZs2nhYDcPzhCHiar/5v4cZoaunFLz Revista do Villa (Recomendado por Teresa Sequeira | Força de Produção)

  • De 5 a 7 de dezembro de 2024 o Centro Cultural do Banco do Brasil Rio de Janeiro será palco do “Kardum – Uma jornada coletiva”

    Com programação ampla voltada a temas como ESG, consumo consciente e responsabilidade das marcas, o evento, que oferece ainda workshops gratuitos no Parque Madureira, visa inspirar uma mudança real de comportamento, influenciando práticas empresariais e políticas públicas em prol de um futuro sustentável. DEBATENDO A SUSTENTABILIDADE EM COMUNHÃO COM A CULTURA, A ARTE E A ECONOMIA, EVENTO “KARDUM” ACONTECE DE GRAÇA NO CCBB RJ. FOTOS DE DIVULGAÇÃO / CRÉDITO: Disposto em cada arquivo https://drive.google.com/drive/folders/1_tUbYWRXbZfMjCqIRCOyO2hY4H07wHXK?usp=sharing De 5 a 7 de dezembro de 2024 o Centro Cultural do Banco do Brasil Rio de Janeiro será palco do “ Kardum – Uma jornada coletiva ”, uma mistura de conferência com festival de música que atua como um agente impulsionador em prol de um futuro mais justo, sustentável e regenerativo. Congregando sustentabilidade, cultura, regeneração, economia, mudanças climáticas e criatividade, o evento tem programação totalmente gratuita e permeada por debates, apresentações musicais, workshops e conteúdo audiovisual. O pontapé inicial do Kardum serão dois workshops na Arena Carioca Fernando Torres , no Parque Madureira , no dia 4 de dezembro , atendendo diretamente a população do bairro da zona norte carioca. O evento é patrocinado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, IBAP-RJ (Instituto Brasileiro de Administração Pública e Apoio Universitário do Rio de Janeiro) por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura - Lei do ISS. Inspirado pela jornada coletiva em prol de causas que impactam positivamente a vidas de todos, o Kardum é um grande encontro de pessoas de diferentes searas que, juntas, pensam em soluções práticas no presente para transformar o futuro. Realizado pela Bz Soluções Criativas , de Rafael Bz e Daniel Mello , o Kardum é uma celebração transformadora que, concretizando o desejo de seus idealizadores, abriga diversas atrações que se complementam ao longo do evento, criando assim um ambiente propício para descobertas, diálogos e trocas. “O desejo de realizar o Kardum neste formato surge da visão de que unir cultura e sustentabilidade pode impulsionar uma transformação coletiva essencial. Esta edição consolida aprendizados das edições anteriores e amplia o impacto ao promover a colaboração e o ativismo cultural como forças para regeneração socioambiental”, explica Daniel Mello, reiterando que o principal diferencial do Kardum em relação às duas edições anteriores - quando ainda se chamava Kardume - é a expansão de sua programação e o alcance do impacto desejado. A programação no CCBB RJ se divide em espaços de painéis & palestras e cultura & shows. No Kardum Summits , seis debates envolventes promoverão discussões que visam apresentar soluções e ideias inovadoras para fortalecer a cultura como linguagem essencial no engajamento à sustentabilidade, a regeneração socioambiental e o conhecimento sobre esse assunto tão complexo. No Kardum Talks , grandes nomes compartilham experiências e ideias inspiradoras em seis palestras imersivas, promovendo uma conexão profunda com o público em torno da sustentabilidade, cultura e inovação. A parte musical do evento estará ancorada em dois espaços: no Kardum Musikaa , onde instituições e especialistas compartilham conhecimentos essenciais para apoiar e impulsionar a carreira de diversos artistas e profissionais da área através de cinco painéis dedicados ao mercado musical independente; e no Palco Kardum , em que haverá shows de artistas independentes que apresentam uma música brasileira contemporânea cheia de criatividade, inovação e engajamento socioambiental. No dia 7/12 haverá ainda uma parceria com a Junta Local , e as apresentações musicais acontecerão na área externa do CCBB. “A mesa ‘ Arte como Ativismo Climático ’ retrata bem um dos principais propósitos do Kardum , que é trabalhar com a arte e cultura como o meio de nossa mensagem.  Do mesmo modo, a mesa ‘ Mudanças Climáticas, Cidades, Sociedade e Patrimônio Cultural ’, que reúne vertentes com diferentes pensamentos e experiências de vida e de onde podem sair as melhores soluções. Temos que reaprender a debater com quem pensa diferente, precisamos sair da relação de bolhas que as redes sociais criaram para termos um futuro promissor para todos”, observa Rafael Bz. No Parque Madureira , o Kardum oferecerá na Arena Carioca Fernando Torres dois workshops com seus principais temas: cultura e sustentabilidade. “Um deles será dedicado ao mercado de produção cultural, com uma abordagem no que acreditamos - a cultura é a melhor maneira de reunir as pessoas em prol de uma causa. Logo em seguida, entra o outro workshop, que mostrará como as empresas buscam por iniciativas com impactos sociais e ambientais”, adianta Rafael Bz, realçando um outro ponto forte do evento, que é trazer uma perspectiva única sobre a inclusão da diversidade no debate ambiental, abordando como a comunicação e o ativismo ambiental podem dialogar com as realidades periféricas e populações vulneráveis. Embora sustentabilidade seja um assunto que está em alta nas discussões, a abordagem do Kardum trará o seu diferencial, fugindo do tom fatalista e elaborando uma programação inovadora que amplia a forma como os temas são discutidos. “Pensamos o evento não só para falar em reciclar lixo ou plantar uma árvore, mas, sim, de construir um sistema novo que não produza o lixo, e que faça uma regeneração socioambiental consciente, pois não adianta só recuperar uma área ambientalmente e protegê-la proibindo o acesso de humanos. Assim, vamos continuar com a visão humanos X natureza. Nós podemos criar um modelo de vida coexistente com o meio ambiente”, reflete Rafael. Para Daniel Mello, a verdadeira complexidade do assunto muitas vezes é subestimada. “O meio ambiente e a sustentabilidade vão além das práticas verdes superficiais e se conectam profundamente com questões sociais como diversidade, inclusão, combate ao racismo, direitos das mulheres e a proteção ambiental . Essas pautas, que parecem isoladas, fazem parte de um sistema interconectado de regeneração e transformação social”, equaciona Daniel, reforçando que o Kardum se propõe a “explorar essa complexidade por meio de discussões que conectam áreas diversas - como consumo consciente, cultura e direitos humanos - e mostrar que a sustentabilidade requer uma transformação coletiva e de longo prazo que vai muito além das práticas convencionais”, provoca o realizador. Deste modo, nos painéis de discussão temas como finanças sustentáveis conectam o impacto econômico à regeneração ambiental, abordando o papel dos investimentos na promoção de um futuro sustentável. Em todas as atividades, o Kardum incentiva uma visão coletiva onde esses setores se complementam para transformar o futuro. “ Não teremos ações práticas pontuais como a doação de sementes ou copos retornáveis, pois nosso objetivo é reunir pessoas para uma troca de ideias que vá além de medidas superficiais e momentâneas. Essas ações são importantes, mas queremos explorar o que acontece depois: para onde vai o lixo coletado? Onde e como as árvores devem ser plantadas para que contribuam efetivamente com a regeneração ambiental?”, pondera Daniel. Celebrando a criatividade da web, o Rio Web Fest ( RWF ), maior festival web do mundo, se junta ao evento com a exibição dos indicados ao Festival no Espaço Conceito do CCBB, mostrando o que há de melhor no audiovisual independente. Após o evento principal, serão lançados quatro Curtas-Documentários e dois Filmes-Concertos dos shows para o YouTube, com o objetivo de ampliar o impacto e perpetuar as experiências proporcionadas pelo Kardum . “ O evento está ampliado para oferecer um espaço robusto de debates e painéis que conectam o público a temas essenciais como ESG, consumo consciente e responsabilidade socioambiental das marcas, reunindo um público ainda mais diversificado e promovendo uma plataforma mais potente de engajamento e transformação coletiva através da cultura e suas diferentes linguagens”, finaliza Daniel Mello.   SOBRE O CCBB RJ : Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro marca o início do investimento do Banco do Brasil em cultura. Instalado em um edifício histórico, projetado pelo arquiteto do Império, Francisco Joaquim Bethencourt da Silva, é um marco da revitalização do centro histórico da cidade do Rio de Janeiro. São 35 anos ampliando a conexão dos brasileiros com a cultura com uma programação relevante, diversa e regular nas áreas de artes visuais, artes cênicas, cinema, música e ideias. Quando a cultura gera conexão ela inspira, sensibiliza, gera repertório, promove o pensamento crítico e tem o poder de impactar vidas. A cultura transforma o Brasil e os brasileiros e o CCBB promove o acesso às produções culturais nacionais e internacionais de maneira simples, inclusiva, com identificação e representatividade que celebram a pluralidade das manifestações culturais e a inovação que a sociedade manifesta. Acessível, contemporâneo, acolhedor, surpreendente: pra tudo que você imaginar.   SERVIÇO : “ KARDUM – UMA JORNADA COLETIVA ”   Realização : 5 a 7 de dezembro de 2024 Quinta-feira a sábado – das 10h às 19h Entrada Gratuita, mediante retirada de ingressos disponíveis na bilheteria física ou no site do CCBB ( bb.com.br/cultura ) Classificação indicativa: 12 Anos   Centro Cultural Banco do Brasil Rua Primeiro de Março, 66 - Centro  –  RJ Tel. (21) 3808-2020 | ccbbrio@bb.com.br Informações sobre programação, acessibilidade, estacionamento e outros serviços: bb.com.br/cultura Confira a programação completa também nas redes sociais: x.com/ccbb_rj | facebook.com/ccbb.rj | instagram.com/ccbbrj Assessoria de imprensa do CCBB RJ: Giselle Sampaio (21) 3808-0142 - gisellesampaio@bb.com.br    Assessoria de Imprensa de “Kardum – Uma jornada coletiva”: Bruno Morais – (21) 99136-2225 - brunomorais.assessoria@gmail.com Gisele Machado – (21) 99745-5237 - gisele@marromglaceassessoria.com.br     PROGRAMAÇÃO COMPLETA – PARQUE MADUREIRA 4/12 - QUARTA-FEIRA LOCAL : ARENA CARIOCA FERNANDO TORRES Rua Bernardino de Andrade, 200 - Madureira - Rio de Janeiro   10h às 11h30 – WORKSHOP “PROFISSÃO CULTURA” Um panorama de como é trabalhar com cultura no Brasil, explorando as diversas possibilidades com ênfase na a profissionalização, a captação de recursos para projetos criativos e como viver de cultura. Instrutor : Rafael Bz Sócio-diretor da produtora Bz Soluções Criativas, é gestor cultural e cineasta. Realizou projetos nas áreas de música, audiovisual e literatura para a Farm; Banco Bari SporTV; Canal Brasil; Centro Cultural Banco do Brasil; Caixa Cultural; Angela Ro Ro, Audio Rebel, QTV Selo; Instituto Tocando em Você; Câmara Ítalo-brasileira de Comércio e Indústria do Rio de Janeiro; e curtas-metragens e programas de TV de produtoras independentes. Como roteirista e diretor, está em pós-produção de dois curtas.   11h30 às 13h – WORKSHOP “DAS CONSEQUÊNCIAS À RESPONSABILIZAÇÃO: UMA TRANSFORMAÇÃO NO MERCADO RUMO À SUSTENTABILIDADE CORPORATIVA” Um panorama sobre a evolução da consciência a respeito do impacto das ações de empresas e indivíduos na sociedade, com o surgimento da demanda por práticas responsáveis no mercado, e a consolidação da sustentabilidade corporativa como um valor essencial no cenário atual. Instrutora : Débora Maia Consultora de Finanças Sustentáveis, assessorando gestoras e Fundos a incorporarem aspectos ESG e de impacto em suas análises de investimento. Atua desde 2011 com temáticas integradas à sustentabilidade. Antes da migração para atuar com instituições financeiras, trabalhou com licenciamento ambiental, auditorias legais e certificações de meio ambiente, responsabilidade social e sustentabilidade em setores da economia real.   PROGRAMAÇÃO COMPLETA – CCBB RJ :   5/12 - QUINTA-FEIRA   ESPAÇO CONCEITO – RIO WEB FEST (RWF) 10h às 11h / 15h às 16h / 17h às 18h Exibição de filmes indicados ao maior festival web do mundo   AUDITÓRIO 3º ANDAR - KARDUM SUMMITS   10h às 12h - Riscos ESG e Oportunidades Socioambientais Desafios e Transformações Neste painel, discutiremos como empresas podem gerenciar riscos sociais, ambientais e regulatórios associados à transição para uma economia mais sustentável. E avançando na agenda, exploraremos as oportunidades na geração e mensuração de impactos positivos, aumentando sua reputação e sua resiliência no mercado. Mediador :  Vanilson Fragoso (Consultor e Especialista da Sig Consultoria) Palestrantes : Regiane Abreu (Ondas Sustentáveis), Victor Becker (Rede D'Or), Joice Portella (YDUQS) e Talita Uzeda (Grupo Cataratas).   13h às 15h - Finanças Sustentáveis: Impacto para um Futuro Regenerativo Os fundos de investimento desempenham um papel central na construção de um futuro sustentável e regenerativo. Neste painel, vamos explorar como esses fundos, ao direcionarem capital para projetos e empresas comprometidas com a sustentabilidade, podem impulsionar mudanças significativas. Discutiremos como a alocação consciente de recursos pode transformar setores, fomentar inovações verdes e apoiar iniciativas que regeneram o meio ambiente. Especialistas debaterão as oportunidades e os desafios de integrar práticas financeiras sustentáveis, destacando como os fundos de investimento podem ser catalisadores de um futuro mais justo e equilibrado. Mediador : Regiane Abreu (Ondas Sustentáveis) Palestrantes : Guilherme Teixeira (ERM), Luciana Teixeira (Executiva Sênior) e Alexandre Muller (Régia Capital)   15h30 às 17h30 - Cultura, Costumes e Consumo Consciente A cultura e os costumes moldam nossos hábitos de consumo, influenciando as escolhas que fazemos no dia a dia. O consumo consciente surge como uma alternativa para construir um futuro mais sustentável, equilibrado e justo. Mediador : André Carvalhal (Escritor, consultor e orientador de projetos em marketing, diversidade, inclusão e sustentabilidade) Palestrantes : Wagner Andrade (Menos 1 Lixo), Roberto Pessoa (Better Drinks) e Ana Leão (Jornalista e publicitária).   ESPAÇO CONCEITO - KARDUM TALKS   11h às 12h - Rafael Vieira (Instituto dos Sonhos) Rafael Vieira irá apresentar as ações em prol da inclusão social do Instituto dos Sonhos e seus impactos nas comunidades locais de São Gonçalo - RJ.   14h às 15h - Carlos Eduardo Marques (Presidente da Ambiafro) Carlos Eduardo Marques, presidente da Ambiafro e destaque global em sustentabilidade, vem ao Kardum para discutir como a inclusão da perspectiva negra pode revolucionar a comunicação ambiental no Brasil, conectando-a com as demandas reais das populações periféricas e vulneráveis.   16h às 17h - Liz Rejane Issberner Liz Rejane traz ao Kardum uma visão inovadora sobre o impacto das informações ambientais na sociedade, conectando economia, ciência e sustentabilidade com temas cruciais como o neoextrativismo e mudanças climáticas.   6/12 - SEXTA-FEIRA   ESPAÇO CONCEITO – RIO WEB FEST (RWF) 10h às 11h / 15h às 16h / 17h às 18h Exibição de filmes indicados ao maior festival web do mundo   AUDITÓRIO 3º ANDAR - KARDUM SUMMITS   10h às 12h - Mudanças Climáticas, Cidades, Sociedade e Patrimônio Cultural   As mudanças climáticas representam uma séria ameaça tanto ao modelo de cidade em que vivemos, quanto ao patrimônio cultural em todo o mundo. O aumento do nível do mar, eventos climáticos extremos e outros impactos podem danificar ou destruir sítios arqueológicos, monumentos históricos e outras formas de patrimônio cultural, que são a base da identidade e da história de uma cidade e a cultura da sociedade. Mediadora :  Camila Araújo (O Globo) Palestrantes : Hernani Heffner (Cinemateca MAM), Isabella Giesta (Arquiteta e urbanista, IEEA-RJ/PGE-RJ), Fernando Pereira (Arquitetos da Favela) e Caetano Mancini (Meteorologista, Tempo OK)   13h às 15h - Arte como Ativismo Climático A arte tem um papel crucial na transformação social, especialmente como meio de engajamento e ativismo. Exploraremos como ela conscientiza, gera empatia e mobiliza a ação para uma cultura mais sustentável. A arte é uma poderosa ferramenta para moldar a cultura em relação ao meio ambiente, promovendo conscientização e ação. A colaboração é essencial para ampliar seu impacto e construir um futuro sustentável. Mediadora : Giovanna Nader (Atriz, apresentadora, comunicadora socioambiental) Palestrantes : Marcele Oliveira (Perifa Lab), Lian Gaia (Atriz e performer indígena), Jéssica Evelyn Alves (Pesquisadora) e Luise Valentim (Especialista em ESG)   15h30 às 17h30 - Produção Cultural e Desafios Climáticos A indústria cultural enfrenta desafios crescentes devido aos impactos das mudanças climáticas. Eventos climáticos extremos, como calor intenso, tempestades e inundações, podem gerar transtornos para o público, patrocinadores e para a própria organização dos eventos. Mediadora : Louise Heine _ Agência Tecla Music Palestrantes : Nadja Oliveira (Especialista em sustentabilidade em eventos) e Liz Rejane Issberner (Pesquisadora do IBICT).   ESPAÇO CONCEITO - KARDUM TALKS   11h às 12h Daniel Archangelo - Fundador do Rio Web Fest, trará ao Kardum insights sobre o mercado de web séries independentes, abordando festivais competitivos, rodadas de negócios e oportunidades para criadores emergentes.   14h às 15h Simone Colucci - Cofundadora do Grupo Educart e pianista, trará ao Kardum o Favela Garden, projeto social do Instituto Tocando em Você que promove iniciativas de agricultura orgânica, unindo educação musical e sustentabilidade em comunidades.   16h às 17h Lucas Chiabi - Fundador do Ciclo Orgânico e engenheiro ambiental, traz ao Kardum sua paixão pela compostagem e o sonho de ver resíduos alimentares valorizados como recursos. Com mais de 4.500 famílias atendidas no Rio, ele transforma o 'lixo' em adubo para um futuro mais sustentável.   7/12 - SÁBADO   ESPAÇO CONCEITO - KARDUM MUSIKAA 10h às 11h - Rádio Samba Participa do Kardum Musikaa a Rádio Samba, um projeto multiplataforma idealizado com o intuito de promover a importância do samba, destacando todos aqueles que fazem parte dessa história.   11h às 12h – Mercado Musical Especialistas da indústria musical debatem os principais desafios e oportunidades em um mercado em constante transformação. O foco estará em inovação, independência artística e novas formas de consumo, abordando desde a produção até a distribuição de música.   13h às 14h – Musikaa na Base Musikaa na Base chega ao Kardum para fortalecer o espaço dos artistas independentes e trazendo as transformações sociais e econômicas que a arte pode produzir.   14h às 15h - Agência Tecla Music Com quase 20 anos de expertise em music branding, conecta marcas e pessoas por meio de trilhas sonoras únicas. No Kardum, ela traz a música como ferramenta de comunicação.     ÁREA EXTERNA - JUNTA LOCAL   PALCO KARDUM   15h às 16h30 - Pipa Menino Davi Canella, Rafael Lorga, Lucas Fidelis e Bessa Rodrigues são a PIPA MENINO. O show conta com um repertório principalmente autoral, trazendo canções dos 4 integrantes e parcerias com outros artistas. Além disso, a banda reverencia e interpreta composições de grandes nomes da nossa música, como Baden Powell e Milton Nascimento. Com forte presença instrumental, o palco da banda tem recebido vozes e instrumentistas da nova geração, proporcionando grandes encontros e shows sempre únicos. Pipa Menino aponta para o novo ao mesmo tempo em que expõe as suas referências e seus instrumentos, trabalha com a intensidade e com o detalhe. Canta um Brasil Latino, cheio de ritmos e raízes. https://www.instagram.com/pipamenino/   17h às 18h - Selva Lírica Uma canção tem a força de inventar um país. Mais do que uma conclusão sociológica, essa frase exprime uma intuição que os compositores e cantores Claudia Castelo Branco, Ilessi, Thiago Thiago de Mello e Demarca têm em comum. E talvez mais do que um faro curioso pelo universo da canção – sem dúvida um elemento presente entre os quatro - o que mais representa a SELVA LÍRICA é o encontro. Através de suas canções, é feita uma espécie de viagem pelo Brasil, atravessando suas diferentes paisagens e personagens em um roteiro escrito pelo sentimento. Com histórias pessoais e trajetórias artísticas que algumas vezes já haviam se encontrado, no entanto os quatro nunca haviam trabalhado juntos. Isso fez com que houvesse um frescor e, ao mesmo tempo, o desafio de pôr em diálogo compositores que já possuíam uma linguagem própria no campo da canção popular no Brasil. O tino pelos mistérios de uma nação submersa aliou-se à vontade de cantar junto, iluminando assim com suas vozes de timbres variados certos rincões do país, como já fizeram outros espetáculos brasileiros oriundos do encontro de compositores e cantores: Doces Bárbaros (1976), Cantoria (1982), Grande Encontro (1995), entre outros. SELVA LÍRICA entra numa floresta onde habitam as muitas veredas da tradição e os legados daqueles que vieram antes de nós, sem deixar de apontar para o futuro. O que há aqui é uma vontade de trazer novos olhares para a música e para o Brasil. Como, por exemplo, em “Quilombo curumim”, música de Demarca com letra de Thiago Thiago de Mello, em que vem à tona os quilombos na Amazônia e as resistências indígenas à colonização. Retrato musicado de nossa herança doce e violenta. https://www.instagram.com/selvalirica/ Alex Varela

  • FliParaíba: Governador João Azevêdo celebrou resultados da primeira edição do festival em João Pessoa

    “O FliParaíba é um festival extremamente importante para a cultura, para a literatura, em que ocorreu a celebração pelos 500 anos de nascimento de Camões, mas também a interação entre novos escritores, lançamentos de livros, apresentações musicais. Tivemos aqui três dias de festa para a cultura brasileira e portuguesa”. Foi desta forma que o governador do estado brasileiro da Paraíba, João Azevêdo, avaliou a realização da primeira edição do Festival Literário Internacional da Paraíba (FliParaíba), que decorreu entre os dias 28 e 30 de novembro no nordeste brasileiro. Este responsável participou no encerramento do festival, que contou com um extenso programa de três dias no Centro Cultural São Francisco, reunindo nomes de vulto da literatura e da cultura, como o escritor angolano José Eduardo Agualusa e a brasileira Maria Valéria Rezende. Com o tema “Camões 500 anos — uma nova cidadania para a língua”, o FliParaíba promoveu, ainda, a literatura paraibana e o intercâmbio do Brasil com outros países lusófonos, além de abrir espaço para novos talentos. Ao todo, foram lançadas 70 obras nesses três dias de evento. A última noite do evento ficou marcada pela apresentação dos cantores Chico César e Sandra Belê. Outro ponto alto foi a entrega da premiação do Desafio Nota 1000, com as cinco melhores redações sobre os 500 anos de nascimento do escritor português Luís de Camões. Acompanhado da primeira-dama Ana Maria Lins, o chefe do Executivo estadual ressaltou que, dado o sucesso da primeira edição do FliParaíba, o objetivo agora é ampliar o festival a cada edição. “A realização do Festival Literário Internacional demonstra, mais uma vez, a capacidade da Paraíba de sediar grandes eventos, e eu tenho certeza de que este é o primeiro de muitos. E o que a gente quer a partir de agora? A cada ano aumentar, ter mais participantes, envolver mais agentes dentro desse processo. É uma alegria muito grande poder celebrar esse momento e eu parabenizo todo o time de governo, mas quero fazer um agradecimento especial à Associação Portugal Brasil 200 anos, em nome de José Manuel Diogo, que pensou e sonhou esse festival junto com a gente”, ressaltou o gestor paraibano. O sucesso da primeira edição do FliParaíba também foi destacado pelo secretário de Estado da Cultura (Secult), Pedro Santos. “Por ser a primeira, foi uma edição muito desafiadora, que envolveu muitos ajustes, diversos entendimentos, mas estamos muito satisfeitos com o resultado. Conseguimos entregar um festival bem organizado, bem representativo, o público abraçou o evento. E a gente celebra também por ter sido aqui, no Centro Histórico de João Pessoa, um espaço tão relevante para a história da Paraíba”, comentou. Também na opinião do presidente da Associação Portugal Brasil 200 (APBRA), José Manuel Diogo, organizador do evento, o festival foi muito positivo. “Eu achei essa parceria tão boa que desejo muito continuar. Queremos agora fazer um evento maior, com mais tempo, com mais escritores. Sem dúvidas, um evento de muitos benefícios: divulgação da Paraíba, melhora a educação das pessoas e reforça os laços entre Portugal e o Brasil cada vez mais”, pontuou. Após cumprimentar o público e escritores, João Azevêdo foi até o camarote de Sandra Belê e Chico César. “Estou muito feliz por estar na Paraíba. E vamos celebrar. É preciso pensar a literatura brasileira, nordestina, a partir dos indígenas, a partir dos pretos. Estamos reinventando essa língua, porque estamos reinventando o sentido de liberdade, de cidadania. E eu fico muito feliz que isso ocorra aqui, no estado que me deu origem”, disse o cantor durante a visita do governador, da qual também participou a presidente da Empresa Paraibana de Comunicação (EPC), Naná Garcez. A primeira edição do Festival Literário Internacional foi uma iniciativa do Governo da Paraíba, por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), Secretaria de Comunicação Institucional (Secom), Empresa Paraibana de Comunicação (EPC), Fundação Espaço Cultural (Funesc), Secretaria de Estado de Administração (Sead), Fundação Centro Integrado de Apoio à Pessoa com Deficiência (Funad) e Companhia de Processamentos de Dados (Codata), em parceria com a Associação Portugal Brasil 200 anos (APBRA). Ígor Lopes

  • Perfil: Dejair dos Santos

    Dejair dos Santos , que assina Deja em sua obras, é artista plástico, nasceu no interior de São Paulo. De desde criança demonstrava vocação para as artes. Em São Paulo/Capital, estudou na Escola Panamericana de Arte, onde cursou comunicação e publicidade. Como empreendedor esteve a frente de uma empresa de silkscreen. Desde o ano de 2001, ele expõe suas obras de arte no Bar des Arts, no bairro do Itaim Bibi, do amigo Giancarlo Bolla. Algumas imagens de suas obras: E aqui algumas fotos dele com celebridades: Luis Villarino (Especialmente para a Revista do Villa)

  • Relatos Selvagens: explosões humanas em seis atos

    Eu berrei quando vi que "Relatos Selvagens” está voltando aos cinemas em uma versão remasterizada. O longa mistura tudo: comédia, drama, suspense, tudo junto. São seis histórias diferentes e todas politicamente incorretas e nos mostram em que ponto nós, humanos, deixamos de ser, teoricamente, civilizados e nos voltamos aos nossos instintos mais primitivos. É aquela hora que você se analisa: e se fosse eu nessa situação?   Quando saiu, há dez anos, "Relatos Selvagens” foi indicado para o Oscar de melhor filme estrangeiro  em 2015  e selecionado para a Palma de Ouro  de Cannes porque é catártico. Todos nós já pensamos em perder os freios, nos vingarmos e fazermos o que estivermos a fim, mesmo que isto flerte com a barbárie. Poucos filmes capturam a intensidade dos instintos humanos como este. Sob a direção apaixonada de Damián Szifron, esta obra-prima argentina nos leva a um mergulho visceral nas profundezas da frustração, do desejo de vingança e da busca por justiça. Cada história é um soco no estômago, nos lembrando o quão frágil é o equilíbrio entre razão e emoção, é tudo colapso.   O primeiro episódio, “Pasternak”, abre o filme com um humor cruel e uma tensão crescente. Em um voo, até então, normal, os passageiros percebem que todos têm uma conexão com o misterioso Gabriel Pasternak. A montagem acelera o ritmo, criando um clímax que provoca nossos risos nervosos. O desfecho é cômico e trágico ao mesmo tempo, como um aviso do que está por vir. Já em “As Ratinhas”, uma garçonete e uma cozinheira enfrentam um cliente abusivo do passado da jovem. A moralidade entra em xeque e essas duas mulheres fazem o que julgam melhor. A direção trabalha o confinamento e a claustrofobia de um restaurante deserto e as sutilezas constroem a tensão moral.   “O mais forte” é talvez o mais visceral (e masculino) dos episódios. Dois motoristas se envolvem em uma disputa boba na estrada, que rapidamente descamba para uma batalha de orgulho e violência. Esta história combina enquadramentos dinâmicos e cortes rápidos para escalar a violência entre dois motoristas. A cinematografia captura a degradação física e emocional dos personagens, enquanto a narrativa satiriza uma vontade masculina de ser superior ao rival. Em “Bombinha”, um engenheiro de demolição, vivido pelo fantástico Ricardo Darín, enfrenta as armadilhas da burocracia, culminando em uma explosão literal e metafórica. A antiga luta de um homem comum contra o sistema é algo que acontece com todos nós e todos nos sentimos do mesmo jeito: de mãos atadas.   “A proposta” já mergulha em dilemas éticos e no uso do dinheiro como ferramenta. Quando o filho de um casal rico atropela uma mulher grávida, seus pais tentam usar sua riqueza para resolver o problema, A narrativa se concentra nos jogos de poder entre os personagens e nas implicações morais dessa tal proposta, mas as negociações trazem à tona ganância e degradação moral.   Finalmente, “Até que a morte nos separe” encerra o filme com uma dose explosiva de caos e redenção. Em plena festa de casamento, a noiva, Romina, descobre a traição do noivo e transforma a celebração em um espetáculo de vingança. O casamento de Romina é uma loucura deliciosa, parece que todos os sentimentos humanos foram batidos no liquidificador e colocados lá.   A direção de arte adapta ambientes aos estados emocionais loucos dos personagens. Damián Szifron une essas histórias com maestria, equilibrando humor negro e tragédia. A trilha sonora de Gustavo Santaolalla e a fotografia criativa (às vezes, kitsch) transformam Relatos Selvagens em um exemplo de como explorar narrativas fragmentadas de forma coesa e impactante. É um retrato sincero, ainda que exagerado, de como todos somos, em algum nível, movidos por nossas emoções mais primitivas. Assista e me conta no Instagram o que você achou. Cláudia Felício é roteirista, escritora best-seller traduzida e crítica especializada em cinema. Quer mais conteúdo sobre filmes e séries? Siga-a no Instagram @claudiafelicio www.claudiafelicio.com.br Cláudia Felício

  • Brasil: José Eduardo Agualusa apresenta “Mestre dos Batuques” durante a Fliparaíba

    Aos 63 anos de idade, o escritor angolano José Eduardo Agualusa prepara-se para participar em mais um evento literário internacional. Entre os dias 28 e 30 de novembro, estará na primeira edição do Festival Literário Internacional da Paraíba – Fliparaíba, em João Pessoa, nordeste do Brasil. A sua apresentação acontece durante a mesa “Harmonia e Sustentabilidade. Territórios da Palavra, Nossas Histórias e Identidades”, sábado, 30/11, pelas 16h, ao lado de José Manuel Diogo, responsável pelo evento, e Rui Tavares, investigador e deputado à Assembleia da República portuguesa. A viver hoje no norte de Moçambique, José Eduardo Agualusa sublinha que “estes encontros são sempre interessantes para um escritor, na medida em que são uma possibilidade de contactar o público, de ouvir os nossos leitores”. “A minha expetativa é escutar o que os meus leitores têm para dizer sobre os livros. E também é uma oportunidade para estar com outros escritores, alguns dos quais são meus amigos, que estarão presentes neste encontro”, disse. Neste festival no nordeste brasileiro, Agualusa irá apresentar o seu novo romance: “Mestre dos Batuques”, no qual o autor expõe os crimes e contradições do processo colonial português no continente africano. A obra foi recentemente lançada em Portugal e no Brasil. Sobre a organização do festival numa zona descentralizada das grandes cidades brasileiras, Agualusa considera que este tipo de evento “tem sido muito importante no Brasil para a formação de leitores” e também para a “sofisticação desses mesmos leitores”. “Ou seja, não só criam leitores novos, como ajudam a tornar os leitores mais sofisticados. Isto nota-se pelas perguntas, por exemplo. Quando se abre espaço às perguntas, percebe-se que essas perguntas vão ficando mais profundas, mais interessantes. Portanto, acho que este tipo de festivais ajuda, sobretudo, a formar leitores”, afirmou. Sobre a literatura lusófona, este escritor, nascido em Huambo, principal cidade da região central angolana, avalia que “o universo literário da língua portuguesa, neste espaço da língua portuguesa, (…) tem vindo a diversificar-se, ou seja, há cada vez mais propostas diferentes a todos os níveis, o que é um sinal de maturidade destas literaturas”. “Evidentemente, não falo do caso português, nem do caso brasileiro, que são literaturas mais antigas, mas isto nota sobretudo nas literaturas de Moçambique, de Angola, de Cabo Verde. Existem hoje propostas muito diversas, propostas literárias muito diversas, portanto talvez é a riqueza. Se eu tivesse que definir numa palavra, diria isso, a riqueza, a diversidade”, defendeu Agualusa, que não esconde a influência da sua formação em angola no seu trabalho literário. “A língua portuguesa é importante para mim, a língua portuguesa na sua diversidade, para mim, enquanto escritor, eu uso o português global, o português que se fala em todos os territórios da lusofonia, mas eu sou um escritor angolano, sou angolano, nasci angolano, formei-me em Angola, portanto, o meu olhar sobre o mundo é sempre o olhar de alguém que nasceu naquele território. Ainda que depois a minha vida me tenha levado a muitos outros espaços. A língua portuguesa é importante, sim, mas também é importante essa formação cultural. Tudo isso me transformou, me fez ser aquilo que eu sou hoje”, reiterou. Este autor africano confessa estar “curioso” em participar na mesa proposta pela curadoria da Fliparaíba, uma vez que acredita ser “interessante participar numa mesa com um autor que não é um autor literário, o Rui Tavares”. “É um homem da política, é deputado no Parlamento Português. É uma pessoa que eu admiro muito, há muitos anos. Uma pessoa brilhante, inteligentíssima, muito sensata. Estou curioso relativamente à esta mesa, porque é uma mesa um pouco inusitada. Normalmente, partilho mesas com outros escritores, com romancistas, com ficcionistas”, finalizou José Eduardo Agualusa. Recorde-se que o Fliparaíba terá em destaque as celebrações pelos 500 anos de nascimento de Camões, sob o tema: “Camões 500 – 10 Ideias para um Futuro Descolonizado”. Nomes de vulto da literatura lusófona marcarão presença no evento, com autores provenientes de países, como Brasil, Angola, Cabo Verde, Moçambique e Portugal. A ideia é que estes escritores apresentem “perspetivas únicas sobre temas contemporâneos, inspirados na obra de Camões e no desafio de projetar um futuro descolonizado”. O festival literário, que conecta culturas de Brasil, África e Portugal num “diálogo transformador sobre a língua portuguesa”, correrá no Centro Cultural São Francisco, localizado no Centro Histórico de João Pessoa, estado da Paraíba. Ígor Lopes

  • Teatro Riachuelo recebe o tradicional Concerto de Natal Solidário realizado pela Orquestra de Solistas do Rio de Janeiro

    No próximo dia 06 de dezembro acontece no Teatro Riachuelo o tradicional Concerto de Natal Solidário, realizado pela OSRJ ( Orquestra de Solistas do Rio de Janeiro) . Além de proporcionar um concerto especial, a OSRJ se dedica a cumprir uma importante ação solidária recolhendo as doações de brinquedos e alimentos, em benefício de instituições idôneas que realizam um trabalho assistencial de excelência na cidade do Rio de Janeiro. Com um programa eclético e repleto de grandes sucessos apresentados ao longo da Temporada 2024, a OSRJ novamente celebra o Natal com a magia das tradicionais canções natalinas, passando por inesquecíveis temas do cinema, e reverenciando mestres da música brasileira como: Villa-Lobos, Pixinguinha, Tom Jobim, Ary Barroso e Luiz Bonfá. O Concerto de Natal Solidário tem direção musical e regência do maestro Rafael Barros Castro e produção de Suzana Queiroz. Teatro Riachuelo O prédio, tombado como patrimônio histórico-cultural, é imponente e se destaca na Rua do Passeio, número 40 , reunindo passado, presente e futuro em um só lugar. O ícone da belle époque brasileira ficou com as portas fechadas por dois anos até 2016, quando foi devolvido à população como Teatro Riachuelo Rio, sempre com uma programação plural e acessível. Desde então, foram realizadas diversas peças, musicais, concertos e shows.  Com uma área de aproximadamente 3.500 m², o teatro oferece uma estrutura completa para seus frequentadores, incluindo foyer, salas de ensaio, escritórios, camarins, área externa e uma grande sala com plateia para 999 pessoas. Mais do que um espaço físico, o teatro representa um compromisso com a promoção da cultura e da arte em suas diversas formas. O espaço conta ainda como o Bettina, Café & Arte, que além de abrir como bomboniere para atender ao público do teatro, funciona também para café da manhã e almoço. Serviço: Nome:     Orquestra de Solistas do Rio de Janeiro – Concerto de Natal Solidário Data:  06 de dezembro - Sexta-feira às 20h Vendas:  https://www.ingresso.com/espetaculos/osrj-concerto-de-natal-solidario   Classificação:  Livre Duração : 80 minutos Valores : Plateia VIP -R$100,00 Plateia - R$70,00 Balcão Nobre - R$70,00 Balcão Superior - R$42,00 Alex Varela

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