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Revista do Villa

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Revista luso-brasileira de conteúdo sobre cultura, gastronomia, moda, turismo,

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  • Ex-paquita e artistas plásticos participam de conversa no CCBB RJ

    80’s Fullgás: entre mídias e massas Conversa no CCBB RJ terá a participação da ex-paquita Ana Paula Guimarães, da Dupla Especializada (Alexandre Dacosta e Ricardo Basbaum) e da artista Rosângela Rennó. Ana Paula Guimaraes Alexandre Dacosta - imprensa Rosângela Renno - Foto: Marie Rouge - imprensa Ricardo Basbaum CCBB - Fullgás Foto: Rafael Salim CCBB - Fullgás Foto: Rafael Salim CCBB - Fullgás Foto: Rafael Salim CCBB - Fullgás Foto: Rafael Salim CCBB - Fullgás Foto: Rafael Salim CCBB - Fullgás Foto: Rafael Salim Vista por mais de 220 mil pessoas e eleita como uma das melhores exposições do ano, a mostra “ Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil ” está em cartaz até o dia 27 de janeiro de 2025 no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro . Como parte da exposição, no dia 25 de janeiro , às 18h , no Auditório do 3° andar do CCBB RJ, será realizada a palestra “ 80’s Fullgás: entre mídias e massas ”, com a participação da diretora audiovisual e ex-paquita Ana Paula Guimarães , da Dupla Especializada, formada pelos artistas Alexandre Dacosta e Ricardo Basbaum , e da artista Rosângela Rennó , que conversarão sobre suas trajetórias nos anos 1980 em um contexto de experimentações de linguagem, mídias e  cultura de massa. Com mediação do curador-adjunto Tálisson Melo, a palestra será gratuita, aberta ao público e haverá distribuição de senhas 1 hora antes na bilheteria física e digital do CCBB RJ.   SOBRE OS PALESTRANTES   Ana Paula Guimarães (diretora audiovisual):  integrante da primeira geração das paquitas, assistentes de palco da apresentadora  Xuxa Meneghel, Ana Paula dirigiu o documentário "Para sempre paquitas" (2024), além de atuar na direção de produções da Rede Globo, como as telenovelas "Volta por cima" (2024) e "Êta, mundo bom" (2016) e seriados como "Vicky e a musa" (2023).    Dupla Especializada: formada pelos artistas Alexandre Dacosta e Ricardo Basbaum, a dupla começou em 1981 com o projeto  de “Intervir em meios de comunicação de massa”. No contexto da abertura política dos anos 1980, buscou alternativas ao circuito de artes fechado da época. Entre suas atividades estavam cartazes, pinturas colaborativas, textos, manifestos, fotografias, vídeos e performances. Sempre com posições independentes e críticas, abordou temas como a “ideologia do sucesso” e a “volta à pintura”    Rosângela Rennó: nos anos 80, a artista  cria suas primeiras obras, que têm como base fotografias de álbuns de família. Em suas fotografias, objetos, vídeos e instalações, a artista aborda discussões acerca da natureza da imagem. SOBRE A EXPOSIÇÃO   A grande exposição “Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil” está em cartaz até o dia 27 de janeiro de 2025, no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro, como parte das comemorações pelos 35 anos do CCBB RJ. Com Raphael Fonseca como curador-chefe e Amanda Tavares e Tálisson Melo como curadores-adjuntos, a mostra, inédita, apresenta mais de 300 obras de quase 250 artistas de todas as regiões do país, mostrando um amplo panorama das artes brasileiras na década de 1980. Completam a mostra cerca de 400 elementos da cultura visual da época, como revistas, panfletos, capas de discos e objetos icônicos, ampliando a reflexão sobre o período.   O projeto é patrocinado pela BB Asset, gestora de fundos do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Mário Perrone, diretor comercial e de produtos da BB Asset, destaca que a responsabilidade da gestora vai além da administração de ativos. “Patrocinar a exposição ´Fullgás´ reforça nosso compromisso com o futuro, investindo não apenas em resultados, mas também naquilo que transforma uma sociedade: a cultura e arte. Como a maior gestora de fundos do Brasil, temos a honra de contribuir para a preservação do legado cultural do país, inspirando novas gerações e promovendo um Brasil mais vibrante e consciente da sua rica história e expressão artística. Este é o tipo de investimento que gera valor para todos.”   “’Fullgás’, assim como a música de Marina Lima, deseja que o público tenha contato com uma geração que depositou muito de sua energia existencial não apenas no fazer arte, mas também em novos projetos de país e cidadania. Uma geração que, nesse percurso, foi da intensidade à consciência da efemeridade das coisas, da vida”, afirmam os curadores.     A exposição ocupa todas as oito salas do primeiro andar do CCBB RJ, além da rotunda, e é dividida em cinco núcleos conceituais cujos nomes são músicas da década de 1980: "Que país é este" (1987), "Beat acelerado" (1985), "Diversões eletrônicas" (1980), "Pássaros na garganta" (1982) e "O tempo não para" (1988). Na rotunda do CCBB há uma instalação com um grande balão do artista paraense radicado no Rio de Janeiro Paulo Paes. “O balão é um objeto efêmero, que traz uma questão festiva, de cor e movimento”, dizem os curadores. Ainda no térreo, uma banca de jornal com revistas, vinis, livros e gibis publicados no período, com fatos marcantes da época, fará o público entrar no clima da exposição.   A mostra aborda o período de forma ampla, entendendo que seus questionamentos e impulsos começaram e terminaram fora do marco temporal de dez anos que tradicionalmente constitui uma década. Desta forma, a exposição abrange o período entre 1978 e 1993, tendo como marcos o final do Ato Institucional 5 e o ano posterior ao impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello. “Consideramos para a base de reflexões este arco de quinze anos e todas as suas mudanças estruturais e culturais para pensarmos o Brasil: do fim da ditadura militar ao retorno a uma democracia que, logo na sequência, lidará com o trauma de um impeachment”, contam os curadores, que selecionaram para a exposição obras de artistas cujas trajetórias começaram neste período.   Nas artes visuais, a Geração 80 ficou marcada pela icônica mostra "Como vai você, Geração 80?", realizada no Parque Lage, em 1984. A exposição no CCBB entende a importância deste evento, trazendo, inclusive, algumas obras que estiveram na mostra, mas ampliando a reflexão. “Queremos mostrar que diversos artistas de fora do eixo Rio-São Paulo também estavam produzindo na época e que outras coisas também aconteceram no mesmo período histórico, como, por exemplo, o ‘Videobrasil’, realizado um ano antes, que destacava a produção de jovens videoartistas do país”, ressaltam os curadores. Desta forma, “Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil” tem nomes de destaque, como Adriana Varejão, Beatriz Milhazes, Daniel Senise, Leonilson, Luiz Zerbini, Leda Catunda, entre outros, mas também nomes importantes de todas as regiões do país, como Jorge dos Anjos (MG), Kassia Borges (GO), Sérgio Lucena (PB), Vitória Basaia (MT), Raul Cruz (PR), entre outros.  Para realizar esta ampla pesquisa, a exposição contou, além dos curadores, com um grupo de consultores de diversos estados brasileiros.   Além das obras de arte, a exposição traz, ainda, diversos elementos da cultura visual da década de 1980, como revistas, panfletos, capas de discos e objetos, que fazem parte da formação desta geração. “Mais do que sobre artes visuais, é uma exposição sobre imagem e as obras de arte estão dialogando o tempo inteiro com essa cultura visual, por exemplo, se apropriado dos materiais produzidos pelas revistas, televisões, rádios, outdoors e elementos eletrônicos. Por isso, propomos incorporar esses dados, que quase são comentários na exposição, que vão dialogando com os elementos que estão nas obras de fato”, ressaltam Raphael Fonseca, Amanda Tavares e Tálisson Melo.   Para Sueli Voltarelli, Gerente Geral do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro, “é muito representativo realizarmos essa mostra no ano em que o CCBB comemora seus 35 anos. Ter esse olhar mais amplo sobre a produção artística dos anos 1980, se coaduna com o trabalho do próprio Centro Cultural, um equipamento que nasceu na nesta mesma década, com o compromisso de valorizar e amplificar as vozes de artistas de todo o Brasil, contribuindo para o acesso e para o processo de identificação e aproximação do público com a arte, promovendo a conexão de todos os brasileiros com a cultura”.   Depois da temporada no CCBB RJ, onde fica até o dia 27 de janeiro de 2025, a exposição será apresentada no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília, de 18 de fevereiro a 27 de abril de 2025, no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo, de 21 de maio a 04 de agosto de 2025 e no Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte, de 27 de agosto a 17 de novembro de 2025.   SOBRE O CCBB RJ Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro marca o início do investimento do Banco do Brasil em cultura. Instalado em um edifício histórico, projetado pelo arquiteto do Império, Francisco Joaquim Bethencourt da Silva, é um marco da revitalização do centro histórico da cidade do Rio de Janeiro. São 35 anos ampliando a conexão dos brasileiros com a cultura com uma programação relevante, diversa e regular nas áreas de artes visuais, artes cênicas, cinema, música e ideias. Quando a cultura gera conexão ela inspira, sensibiliza, gera repertório, promove o pensamento crítico e tem o poder de impactar vidas. A cultura transforma o Brasil e os brasileiros e o CCBB promove o acesso às produções culturais nacionais e internacionais de maneira simples, inclusiva, com identificação e representatividade que celebram a pluralidade das manifestações culturais e a inovação que a sociedade manifesta. Acessível, contemporâneo, acolhedor, surpreendente: pra tudo o que você imaginar.     SOBRE A BB ASSET A BB Asset, empresa do Banco do Brasil, é responsável pela gestão de mais de 1200 fundos de investimento para quase 3 milhões de pessoas que buscam realizar seus sonhos. Líder nacional no setor de fundos de investimento, detém aproximadamente 20% do mercado e administra um patrimônio líquido de cerca de R$ 1,6 trilhão*. Além disso, é reconhecida pela qualidade de sua gestão com as maiores notas das agências de classificação de risco Fitch Rating e Moody's. Nossas soluções de investimento estão disponíveis para atender a ampla variedade de objetivos de nossos clientes. Como líder de mercado, entendemos nossa responsabilidade na atuação em prol dos desenvolvimentos ambiental, social, de governança corporativa e cultural. Com o objetivo de agregar valor à sociedade, a BB Asset patrocina iniciativas como a exposição Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil . Porque, além de gerir ativos financeiros, investir em arte e cultura - para a maior gestora de fundos do Brasil - também é melhorar a vida das pessoas! E esse é o nosso propósito! BB Asset: busque mais para seus investimentos!   *Dados do ranking da ANBIMA de julho de 2024.   Serviço: Palestra 80’s Fullgás: entre mídias e massas 25 de janeiro de 2025, às 18h Auditório do 3º andar Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro  Endereço: Rua Primeiro de Março, 66 - Centro - Rio de Janeiro – RJ Informações: (21) 3808.2020 | ccbbrio@bb.com.br Gratuito, com distribuição de senhas 1 hora antes do início da palestra nas bilheterias física e virtual do CCBB RJ   Exposição até 27 de janeiro de 2025 Funcionamento: De quarta a segunda, das 9h às 20h. Fechado às terças-feiras. Classificação indicativa: livre Entrada gratuita Ingressos disponíveis na bilheteria física ou pelo site do CCBB - bb.com.br/cultura . Para seguir o CCBB RJ nas redes sociais: x.com/ccbb_rj | facebook.com/ccbb.rj | instagram.com/ccbbrj / tiktok.com/@ccbbcultura Imagens divulgação Alex Varela

  • Um novo roteiro enoturístico na Itália: onde tomar vinhos de vulcão

    Desde 2006, todos os anos participo da Vinitaly, principal feira de vinho na Itália, o concurso e exposição internacional de vinhos acontece em Verona, a terra de Romeu e Julieta, mas a região é o Vêneto - local de onde mais saíram imigrantes para o Brasil, por sinal minha família foi uma que atravessou o Atlântico em barcos a vapor lá pelo idos de 1890. A feira recebe mais de 4 mil produtores e quase cem mil frequentadores todos os anos.   Vou contar algo da última grande surpresa que tive na Vinitaly, a feira internacional de vinhos em Verona: os vinhos do ETNA. Vinhos vulcânicos, vinho de vulcão, vinho do maior vulcão ativo da Europa - uma experiência singular para quem aprecia grandes vinhos, os enoviajantes compreendem isso. Como conhecedor dos vinhos italianos, eu já sabia da escalada de qualidade dos vinhos daquela região, arrisco dizer que em pouco tempo os vinhos vulcânicos vão se tornar celebridades. Nas minhas degustações na feira, em relação aos produtores ali presentes, deu para perceber a vontade de crescer em qualidade.    A uva Nerello Mascalese representa o mundo das descobertas das uvas autóctones na Itália, estão proporcionando ótimos vinhos e com tendência de em breve período de se tornarem grandes estrelas do vinho italiano. As principais uvas além da Nerello Mascalese são Nerello Cappuccio e Corricanti, que são tintos, e o Catarrato para o vinho branco.   Na degustação dos vinhos tintos, espere notas minerais do início ao fim, frutas vermelhas, mas não doces, os vinhos que passam por barricas tendem à maturação nas notas de café e chocolate amargo, do mais jovem ao mais envelhecido, a persistência na boca é extremamente longa e forçada a salivação.  Na degustação dos brancos, as notas minerais lhe farão sentir o sal marinho, bicarbonato e frutas exóticas como o liche e o damasco, uma certa secura da boca provocando salivação nas partes mais internas da boca, ideal para acompanhar frituras de peixes e legumes.   Os vinhos vulcânicos do Etna A ilha da Sicília no extremo sul da Itália tem fatores bem curiosos e ótimos vinhos, imagine os feitos ao pé de um vulcão? Os vinhos vulcânicos têm sido muito apreciados. O clima quente e invernos amenos deixam a ilha bem própria para vinhos fortes e temperamentais, não tenha medo nunca de um vinho Siciliano de 14,5% de álcool, mesmo sendo vinhos de graduações alcoólicas altas são sempre muito saborosos pelo amadurecimento completo dos cachos de uva.   Na microrregião do Etna, o cultivo da uva é bem difícil, quase os considero viticultores heroicos, pois há muitas particularidades do terreno e da geografia que exigem acentuada criatividade para levar avante o cultivo das parreiras.  Para alguém trabalhar ao pé de um vulcão que é o mais ativo da Europa, o Etna, a pessoa tem de ter muita paixão pelo que faz. Em 2024, o Etna teve erupções de quantidade importante de lava.   O solo vulcânico é bom para o plantio de uvas, favorece os vinhos vulcânicos, mas o plantio só pode ser feito em pequenas localidades ao pé do vulcão, e neste solo a uva Nerello Mascalese está fornecendo ano após ano sempre uma qualidade a mais. Minha experiência me diz que quanto mais velha a vinha, melhor é o produto, e eu creio que agora que a maioria das vinhas desta região estão acima dos 40 anos, os vinhos estão na ascendente de qualidade, por este motivo eu tenho propriedade em dizer que logo estaremos vendo os preços desta pequeníssima região subir em espiral.   Os produtores estão todos no mesmo lado do vulcão, pois ali o solo está pronto e não corre risco de que o material expelido pelo vulcão os atinja. As vinícolas estão a Leste do Vulcão formando uma meia lua em torno da caldeira magmática. Os cerca de 200 produtores de vinho e outros 400 de uva dividem este pequeno território de 1200 hectares, estão divididos também por terroir, e cada setor da área produtiva representa uma real mudança das características aromáticas e gustativas do vinho.    Confira a forma de simplificar as 4 divisões:   O Versante Norte : o vinho mais mineral, equilibrado e com ótima tendência de guarda. Versante Leste : os com grande complexidade aromática, tânicos e sabores profundos.   Versante Sudeste : vinhos frutados, com mais corpo e mineralidade equilibrada. Versante Sudoeste : os mais vivazes, mais alcoólicos e taninos mais macios.   O enoturismo e o vulcão mais ativo da Europa Para se ter ideia da importância dessa microrregião, os produtores decidiram produzir menos garrafas de vinho para poderem melhorar ainda mais a qualidade do vinho de vulcão. Isto na prática quer dizer: quanto menos cachos tenha um pé de uva, mais elementos concentrados as uvas terão, fazendo por sua vez vinhos mais importantes.   Na região do Etna estão sendo realizadas muitas obras para favorecer o enoturismo. Em razão da alta busca pela experiência de se provar o vinho produzido perto do vulcão ativo, as cantinas se preparam para receber turistas de toda a parte do mundo, admiradores da natureza, curiosos por causa da visita ao vulcão e também para recepcionar os enoviajantes.   Então, na próxima vez que pensar em viajar para a Itália, faça uma parada obrigatória em Catania, que é a cidade do Etna, você terá uma belíssima surpresa, pois poderá visitar algumas “cantinas” da região e entender um vinho feito com muita coragem e ótimas uvas. Revista do Villa | Evandro Martini

  • Advogada brasileira lança livro no Porto focado em temas migratórios e previdenciários

    Crédito da foto: Divulgação, com montagem da Agência Incomparáveis O livro “Planejamento Migratório e Previdenciário Internacional”, lançado no Brasil em outubro de 2024 pela Editora Juruá, da advogada internacionalista Rita de Cássia da Silva, está prestes a ganhar o mercado português. Convidada pela Ordem dos Advogados do Porto (OAP), a escritora, mentora de carreiras, palestrante e consultora jurídica, lançará a obra na Biblioteca do Palácio da Justiça de Porto (OAP) no dia 16 de janeiro, às 18h30.   Especialista em diversas áreas do direito, como a trabalhista, em acordos e tratados internacionais, previdenciário e expatriação, Rita de Cássia da Silva revelou se sentir honrada com o convite e ressaltou sua alegria em poder contribuir com a prática do direito internacional.   “Estou emocionada e feliz em compartilhar o meu trabalho com amigos e a comunidade jurídica portuguesa. Espero que possa contribuir para o aprimoramento do conhecimento e da prática na área do Direito Migratório e Previdenciário Internacional. Que possa propagar o Brasil pelo mundo com o bom direito, simplicidade com efetividade e ajudar advogados a internacionalizarem as suas carreiras. Agradeço à Ordem dos Advogados do Porto pelo apoio!”, completou a advogada, que também atua como consultora jurídica sobre legislação brasileira nos Estados Unidos, como CEO do Internazionale e fundadora da PrevConnection, a primeira Comunidade de Direito Previdenciário Internacional.   Ígor Lopes

  • King Kong Fran retorna ao Teatro Riachuelo em apresentação única

    Link para imagens:  https://drive.google.com/drive/folders/1m-wfFUoRnTJhtDkWNteYUn2uhlaOMqjD   O  Teatro Riachuelo  recebe mais uma vez em seu palco, o sucesso de público  King Kong Fran . Com direção e dramaturgia de Rafaela Azevedo e Pedro Brício, e direção musical da cantora e compositora Letrux, o espetáculo que usa a personagem “Fran”, sucesso da atriz no Instagram (@fran.wt1) para promover uma irreverente e debochada reflexão sobre machismo, assédio, abuso, consentimento e violência de gênero, terá uma única apresentação:  14 de janeiro .  Num misto de cabaré com circo e show de mulher-gorila, Fran diverte o público virando ao avesso os estereótipos do feminino: com humor e ironia, inverte a lógica machista e brinca com a plateia fazendo com que os homens ‘provem do seu próprio veneno’.  Partindo de referências como a atração circense "Monga, A Mulher Gorila", e King Kong, o gorila gigante do cinema, Rafaela questiona a sexualidade e a distinção de gênero na construção social. Entre brincadeiras (consentidas), relatos e músicas, a atriz interage com os espectadores propondo que experimentem inversões dos estereótipos de gênero. Fazendo o papel secularmente atribuído aos homens, Fran os aborda fazendo convites e propostas. A plateia reage bem, e embarca na brincadeira.  Pedro Brício, co-autor e co-diretor, é quem conta: “Conheci o trabalho da Rafa num outro espetáculo, em que ela dublava a música ‘Toxic’, da Britney Spears. Terminou e eu falei, quero fazer um espetáculo com você. Fiz este projeto por ter visto uma artista extraordinária. Ela não é só uma comediante, ela é também palhaça, e o ‘King Kong Fran’ tem também essa especificidade, da palhaçaria, da performance, junto com o teatro. Tem um lugar híbrido que eu adoro. A base do jogo do palhaço é com o público. Então, é um espetáculo de franca comunicação, muito engraçado e também provocador, de muita empatia. O sucesso dele vem daí. Estamos falando de machismo, patriarcado, inversão de papeis, gênero. Quando ela fala da história do King Kong e também da história da mulher-gorila, fica muito evidente essa objetificação da mulher, tanto no circo quanto na vida cotidiana. As interações com a plateia são reveladoras, além de muito engraçadas. Na comunicação com o público, sobretudo o feminino, a Rafa expõe de uma maneira muito crítica os papeis sociais do homem e da mulher. E como ela inverte o jogo e faz também o papel dos homens, acho que tudo fica muito divertido para eles também.”  Teatro Riachuelo Rio O prédio, tombado como patrimônio histórico-cultural, é imponente e se destaca na Rua do Passeio, número 40 , reunindo passado, presente e futuro em um só lugar. O ícone da belle époque brasileira ficou com as portas fechadas por dois anos até 2016, quando foi devolvido à população como Teatro Riachuelo Rio, sempre com uma programação plural e acessível. Desde então, foram realizadas diversas peças, musicais, concertos e shows.  Com uma área de aproximadamente 3.500 m², o teatro oferece uma estrutura completa para seus frequentadores, incluindo foyer, salas de ensaio, escritórios, camarins, área externa e uma grande sala com plateia para 999 pessoas. Mais do que um espaço físico, o teatro representa um compromisso com a promoção da cultura e da arte em suas diversas formas. O espaço conta ainda como o Bettina, Café & Arte, que além de abrir como bomboniere para atender ao público do teatro, funciona também para café da manhã e almoço. Ficha técnica: Direção e Dramaturgia: Rafaela Azevedo e Pedro Brício  Atuação e Idealização: Rafaela Azevedo  Direção Musical: Letrux  Cenografia: Carola Leal, Gabriela Prestes e Álvaro Antônio Ferreira Figurino: Natascha Falcão, Bruno Pimentel e Bold Strap  Iluminação: Ana Luzia de Simoni  Direção de Arte: Gabriela Prestes e Carola Leal  Assistência de Direção de Arte: Álvaro Antônio Ferreira  Identidade Visual: BBhiits Assistência de Direção: Tamie Panet  Operadora de Som: Joana Guimarães  Operadora de Luz: Cris Ferreira  Produção: Victor Vaz  Serviço: Nome:  King Kong Fran Data:  14 de janeiro, 20h Vendas:  https://www.ingresso.com/espetaculos/king-kong-fran   Classificação:  18 anos Alex Varela

  • Entrevista: Valk Constantino

    Valk Constantino é Ator, Roteirista, Modelo Sênior. Capixaba formado na Escola profissionalizante de Atores CCPAC (Rio de Janeiro). Entre suas atividades, destacam-se: 2024 cursos livres: Quando Acende a Câmera e Luz, Câmera, Formação ministrado por Eduardo Milewicz-2024. No teatro se apresentou em Igrejas, escolas e festas comunitárias. Fez oficinas de teatro na cidade de Cachoeiro. Gravou em 2023 a série Estranho Amor”, exibida no Canal Axn, com Direção de Ajax Camacho, e a ser na Record Tv, produção da Sony/Visom Digital. 2024 filmou o longa "Não Olhe Pra Trás”, a ser lançado, com Direção de Marcoz gomez e Alex Reis. 2024 Campanha publicitária Rexona Hollywood" pela produtora Landscape para o Reino Unido. Canadá e Brasil. 2024 Roteirizou, protagonizou, coproduziu e codirigiu o curta Metragem "O Homem Solitário é Triste" com produção Macuca Filmes e direção de Raul Grecco. 1 – Quem é Valk Constantino na frente das câmeras quando ligadas e qual personagem já interpretou?     É ator em construção, um cara que busca interpretar na essência de cada personagem seja uma pequena participação ou grande. Fiz mais personagens em teatro, mas na tv fiz o Seu Zé, um porteiro de escola no primeiro episódio da série Estranho Amor e no cinema vai ser lançado esse ano Não Olhe Pra Trás onde interpretei o Dionísio um fazendeiro ambicioso e o curta O Homem Solitário é Triste onde faço o protagonista Roberto, um homem abatido pelo sofrimento na vida. 2 – Quando fez o personagem “Zé em Estranho Amor” em 2023 na Record Tv, como recebeu o convite?  E qual foi sua reação?   Eu estava em vias de negociação com Samuel Machado, cineasta e roteirista da Visom Digital que produziu a série para Record tv/ Sony. E ele perguntou se gostaria de fazer o teste. Foi uma alegria uma série muito importante que já foi ao ar pela Axn e agora esse ano vai ser exibida pela Record Tv. 3 – Você é Capixaba e teve Formação na Escola profissionalizante de Atores CCPAC (Rio de Janeiro) conte esta experiência na cidade maravilhosa, por favor?   A Escola é maravilhosa, professores ótimos e me deu e continua dando um suporte muito bom para minha carreira. Eu fiz todo o curso em EAD, mas a qualidade é excelente. 4 - No teatro se apresentou em Igrejas, escolas e festas comunitárias... qual aprendizado pode deixar para atores que estão iniciando nesta área social?   Faça! Se jogue! Busque conhecimentos e não tenha medo da opinião dos outros. Se é realmente sua vocação siga em frente. 5 – Acredita em algum Ser Celestial existente Religioso? Tem alguma conspiração Divina e já teve algum milagre em sua vida?   Sim, sou cristão Católico e creio que Deus opera milagres a todo tempo. Tive essa experiência com meu filho João Pedro, que quando nasceu teve infecção generalizada, ficou desenganado pelos médicos e hoje já tem 18 anos saudável e sem sequelas.   6 – Já fez propaganda para alguma marca conhecida além da Rexona? E quanto a direção você faz parte em algum momento?   A minha primeira experiência foi com a campanha da Rexona, espero que apareça muitas outras (risos). 7 – Com toda sua trajetória como ator, qual realização pessoal e profissional você carrega dentro de ti e qual importância na vida?   Felicidade em fazer o que se gosta. Acho que a vida tem dores para todo mundo e se você não estiver feliz no que faz se torna insuportável. 8 – Você lembra das brincadeiras de criança ...conte algumas para relembrar estes momentos únicos.   Muito. Cresci na roça, meus pais não tinha dinheiro pra me dar brinquedos, então fazíamos eu e meus tios e primos carrinhos de lata de sardinha, de óleo e era tudo muito divertido. Pique, amarelinha, queimada, essas coisas boas (risos). 9 – Pensando em Família: casamento, filhos traz felicidade para vida...Como você participa deste momento e o que mais lhe desperta?   Família é o Porto Seguro. O termômetro da felicidade é quando você viaja a trabalho e na volta não vê a hora de chegar em casa e abraçar sua esposa e seus filhos. 10 -  Deixe metas, objetivos e sonhos para serem realizados neste ano e explique como vai fazer.     Esse ano tenho o desejo de entrar nos festivais com meu curta, quero novos trabalhos no cinema e na TV. Estou buscando me capacitar cada vez mais pra isso.  Espero em Deus que aconteça! João Paulo Penido

  • Atriz Amanda Orestes só tem a comemorar seus sucessos em 2024 e projetos para 2025 como o lançamento de seu próximo filme " Não é da sua conta"

    A atriz Amanda Orestes  só tem a comemorar sua trajetória em 2024 e projetos para o ano que entrou. Amanda Orestes é atriz, dançarina, criadora de conteúdo, publicitária e assistente de direção. Em 2024, ela esteve no ar na novela Reis da Record, como Basemate, filha do rei Salomão (Guilherme Dellorto) e Abisague (Bárbara França). Rodou também uma dramédia ácida adolescente na sua cidade natal, em Niterói, financiada pelo edital Paulo Gustavo, na qual viveu a Helena. O filme chamado “Não é da sua conta”, que também gravou este ano, tem previsão de estreia para 2025.   Já como criadora de conteúdo, em 2024, Amanda trabalhou com marcas gigantes, foi creator da Rexona para a CONMEBOL Copa América e participou da sua primeira transmissão olímpica pela Cazé TV. Como se não bastasse, assinou contrato como embaixadora da Superbet, que é a patrocinadora Master do Fluminense (o seu clube do coração). Festivais como Rock in Rio também contaram com a presença de Amanda, produzindo conteúdo e participando da cobertura do evento, além de diversas ações com as marcas.   Essa libriana de 23 anos já traz consigo uma bagagem de "gente grande", entre seus trabalhos estão projetos como modelo fotográfica para marcas como Élseve, Reserva, Sonhos dos Pés; participação como bailarina em campanhas publicitárias para o Itaú, Reserva e Futuro Búrguer (é impossível deixar de comentar sua performance com o corpo de baile para o Criança Esperança).   Mas o que faz realmente seus olhos brilharem são seus trabalhos como atriz. Nessa carreira que escolheu coleciona projetos diversos como sua longa participação no elenco fixo do canal Parafernalha, curtas (O Ladrão de Guarda Chuvas, Matinê...), filmes (Modo Avião - Netflix e #PartiuFama - HBO…), séries (Vlog da Mila - Gloob), clipes musicais (Tão Jovens - Nicolas Germano), além dos musicais (Legalmente Loira e Fame).   Uma coisa é certa, essa menina multitarefas não para e quando se sente com a pilha meio baixa, procura sua família pra recarregar a bateria e voltar com força total para todos os trabalhos que a fazem vibrar. Ficha Técnica Modelo atriz Amanda Orestes Beleza Luiz Moreno e Robson Albuquerque Fotos Daniel Pinheiro e Thyago Andrade Looks Via Boho Agencia Fabio Rios Agenciamento Assessoria DGassessoria e comunicação Revista do Villa | Déborah Maria Barros Baptista Gonçalves

  • Coleção Al Mare Alto Verão Monthal

    Uma Viagem à Costa Amalfitana.   Inspirada nas deslumbrantes paisagens da Costa Amalfitana, a coleção "Al Mare" celebra a beleza natural e o estilo refinado do litoral italiano. Dominada por tons refrescantes de azul, esta coleção incorpora estampas sofisticadas inspiradas na vida marinha e elementos que evocam a brisa do oceano. Cada peça foi cuidadosamente concebida para capturar a serenidade do mar e a vivacidade das cidades costeiras, oferecendo uma experiência sensorial única de elegância e sofisticação.   FOTOS LUCAS SOUZA ASSESSORIA DGASSESSORIA www.monthal.com.br   Revista do Villa | Déborah Gonçalves

  • "Rio de Corpo e Alma", exposição inédita em comemoração aos 460 anos do Rio de Janeiro

    Governo Federal, Ministério da Cultura, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e Secretaria Municipal de Cultura apresentam: “RIO DE CORPO E ALMA”, EXPOSIÇÃO INÉDITA EM COMEMORAÇÃO AOS 460 ANOS DO RIO DE JANEIRO Em cartaz de 19 de janeiro a 09 de março, no Museu Histórico da Cidade, exposição apresenta o trabalho de dez artistas contemporâneos que dialogam com o acervo do museu. Repensar e refletir o Rio de Janeiro pelo olhar plural de diversos artistas. Essa é a principal proposta da exposição "RIO DE CORPO E ALMA", que abre suas portas no casarão de exposições temporárias do Museu Histórico da Cidade, na Gávea, dia 19 de janeiro, um dia antes do aniversário de São Sebastião, padroeiro da cidade. Sob a curadoria de Isabel Portella, os artistas foram convidados a apresentar uma obra inspirada a partir de um seleto acervo da reserva técnica do museu, trazendo um diálogo entre o passado e o presente da cidade maravilhosa através de diferentes linguagens. Realizado pela Fava Comunicação & Arte com produção da BelOlhar, o projeto, contemplado pelo edital Pró-Carioca, programa de fomento à cultura carioca, da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, através da Secretaria Municipal de Cultura, foi criado com o objetivo de enaltecer as belezas, a cultura e o estilo de vida da capital fluminense em meio às comemorações dos 460 anos de sua fundação, comemorados em 02 de março de 2025.   “Tivemos essa oportunidade maravilhosa de realizar um projeto que resgata um Rio de Janeiro poético e celebrativo de uma forma alegre, sem ser nostálgico. Queremos trazer esse clima de festa e celebração com um olhar atualizado e contemporâneo sobre essa cidade tão amada - em seus 460 anos”, comenta a produtora executiva do projeto, Fabiana Gabriel. Ao todo, a exposição reúne o trabalho de dez artistas contemporâneos, diversos e multidisciplinares, que foram instigados a repensar o traçado, a beleza, natural ou construída do Rio de Janeiro para apresentar um novo/outro olhar contemporâneo para a cidade. “Nem todos são cariocas. Alguns vêm de outros estados, mas adotaram o Rio como casa. Nosso objetivo foi trazer uma visão diversificada e plural da cidade, seja pela origem, percepção, posicionamento ou linguagem artística”, explica Bel Tinoco, coordenadora geral do evento.    O ponto de partida foi o acervo do próprio Museu Histórico da Cidade, que representa um importante registro do desenvolvimento urbanístico, político e social do Rio de Janeiro. Com cerca de 24.000 bens culturais, a coleção (sempre em expansão) conta com mobiliário, numismática, armaria, escultura, pintura, joalheria, gravura, fotografia, porcelana, cristais, mapas e projetos paisagísticos e arquitetônicos, entre outros itens, pertencentes aos Prefeitos da Cidade, como, Pereira Passos, Pedro Ernesto, Carlos Sampaio e César Maia. “Com Rio de Corpo e Alma, celebramos os 460 anos do Rio de Janeiro ao conectar passado, presente e futuro. A exposição reflete a essência do Museu Histórico da Cidade: um espaço vivo, em constante transformação, que abraça a pluralidade de olhares e narrativas para reinterpretar a história e o futuro da nossa cidade.", diz Gisele Nery, diretora do museu. Cada artista escolheu uma ou mais peças da reserva técnica do museu para criar uma (s) obra (s) em diálogo com a original.  O resultado são esculturas, fotografias, pinturas, instalações e performances, que trazem uma reflexão coletiva sobre a história da cidade, sua configuração de metrópole contemporânea e as transformações pelas quais vem passando ao longo desses anos. “Eu tenho essa raiz museológica de buscar a conversa entre os objetos antigos e o contemporâneo. O maior diferencial da exposição é que o público terá a oportunidade de ver este seleto acervo da reserva técnica que deu origem às novas obras. Além disso, é a primeira vez que o casarão abriga uma exposição contemporânea que dialoga com o acervo do museu”, frisa a curadora Isabel Portella. Entre os trabalhos, podemos destacar o da artista Andrea Hygino, carioca do Méier, que costuma trabalhar sobre a questão da carência alimentar. A artista criou pinturas em louças em contraponto a peças do museu que fazem referências a banquetes, propondo uma reflexão do sentar-se à mesa e da fartura como uma crítica social.  Moradora do Rio há muitos anos, envolvida com o carnaval carioca, a paraense Rafa Bqueer criou para a exposição uma obra instalativa com referências amazônicas, a partir de um figurino de uma turma de Bate-bolas do acervo do museu. O carnaval dos Clóvis ou Bate-bolas (grupos tradicionais de foliões do subúrbio carioca) também serviu de inspiração para o fotógrafo carioca Andre Arruda, que traz ampliações de fotos ainda inéditas no Rio de Janeiro de sua premiada série sobre os Bate-bolas em contraponto a registros fotográficos do carnaval do Rio antigo.    Nascida na Guatemala, a artista plástica e professora de arte, Julie Brasil, criou sete grafites inspirados em fotografias do acervo de sete maravilhas do Rio, além de uma intervenção nas bocas dos canhões localizados em frente ao Casarão Principal do Parque da Cidade. O carioca Zé Carlos Garcia, de Santa Teresa, vai trabalhar em cima de um dos ícones da cidade maravilhosa. Inspirado em fragmentos remanescentes da construção do Cristo Redentor e em fotos antigas do Corcovado antes de sua construção, ele apresenta uma escultura em madeira que ressignifica o monumento histórico frente à “falência humana”.   “A exposição nos traz a possibilidade de construir e manter esse diálogo - através do tempo - da cidade com seus habitantes. O artista tem por hábito refletir a respeito das distintas realidades que se manifestam no espaço urbano, o que influencia diretamente sua poética. Desta forma, através de um grupo tão heterogêneo de criadores, acredito que a mostra representa uma linha de pesquisa estética contemporânea que explora a percepção, a interatividade e a diversidade”, observa Portella. A exposição conta ainda com performances, um ciclo de debates com a curadora, convidados e os artistas envolvidos, além de visitas guiadas para estudantes da Rede Pública de Ensino do Rio de Janeiro.   O link abaixo abre a pasta contendo todas as fotos dos artistas e das obras:  https://drive.google.com/drive/u/0/folders/13iyTC1guA5cfcGkv0ltuNYzIEfe3CpiI   SOBRE O MUSEU HISTÓRICO DA CIDADE - O Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro (MHCRJ) foi criado em 1934, durante a gestão do prefeito Pedro Ernesto, refletindo a preocupação em preservar a história do Rio de Janeiro desde a fundação da República. Localizado no Parque da Cidade, oferece não apenas um rico acervo histórico, composto por doações e aquisições, mas também uma vista panorâmica e ampla área verde. Inaugurado provisoriamente no parque em 1941, passou por diferentes locais até ser reaberto em 1948, na gestão do prefeito Mendes de Moraes. Em 1994, um convênio entre a Prefeitura e o Governo do Estado reforçou sua administração. Além de exposições e atividades culturais, o MHCRJ promove visitas mediadas e trabalhos educativos para escolas e comunidades. Seu objetivo é ser referência em cultura, arte e educação, preservando e divulgando a história carioca.   SOBRE A CURADORA  - Isabel Sanson Portella é museóloga e crítica de arte, doutora e mestre em história e crítica da arte pela Escola de Belas-Artes/UFRJ, especialista em história da arte e arquitetura do Brasil pela PUC-Rio, pesquisadora de acervo e coordenadora da Galeria do Lago Arte Contemporânea do Museu da República, Rio de janeiro. Crítica e curadora independente desde 2005, com textos e entrevistas em várias publicações (catálogos, periódicos e livros), fez curadoria e elaborou textos de dezenas de exposições.   ARTISTAS CONVIDADOS:   Agripina Manhattan (carioca de São Gonçalo) -  artista, pesquisadora e travesti. Nasceu e cresceu em São Gonçalo, hoje vive e corre atrás de trabalho no Rio de Janeiro. Seu trabalho é parte de uma profunda preocupação sobre tudo aquilo que restringe a liberdade. A palavra, a norma, a hierarquia, o pensamento. Diz que sente que não é obrigada a nada e isso a realiza. Foi indicada ao Prêmio Pipa em 2019. Andre Arruda (carioca de Copacabana)  - trabalhou como fotojornalista nos principais jornais do Rio (JB e O Globo), entre 1992 e 2000. Há mais de 30 anos atua como artista visual. Em 2017, foi premiado pelo ensaio revelação ‘Clovis’ no Prêmio Fotografia Brasil Porto Seguro, em São Paulo. Acumula alguns outros prêmios como o ANER, Itaú Cultural e Casa Firjan. Seu trabalho já foi exibido em mais de 10 exposições. É autor do livro “100 coisas que cem pessoas não vivem sem” e coautor de dezenas de outros. Em junho de 2023, ganhou o prêmio ''O Rio do Futuro'' do edital Firjan/Sesi 2023. No início de 2024 participou da exposição coletiva: “E o palhaço, quem é”, no Paço das Artes, em SP. Andréa Hygino  ( carioca do Méier ) - atua como artista visual, arte-educadora e professora. Nos últimos anos integrou exposições coletivas em espaços nacionais e internacionais de referência, como o Museu de Arte Contemporânea – Niterói, Galeria Antônio Sibassoly (GO), Galeria Nara Roesler (Nova Iorque) e Galeria Belmacz (Londres). Foi vencedora do 3o Prêmio SeLecT de Arte e Educação (categoria Camisa Educação) e do Prêmio FOCO ARTRio 2022. Entre dezembro (2021) e fevereiro (2022), participou de residência artística na Bag Factory Artists’ Studio e realizou uma ocupação no Wits Art Museum, em Joanesburgo, África do Sul. Atualmente, participa da residência artística do JA.CA Center (MG).    Julie Brasil (da Guatemala ) - Julie Brasil vive e trabalha no Rio de Janeiro. É doutora em Imagem e Cultura, Mestre em Artes Visuais pela linha de Linguagens Visuais, Bacharel em Pintura, todos pela UFRJ. Já participou em exposições individuais e coletivas na Bienal da Caixa, Instituto Cervantes, Festival de Vídeos de Kassel, Espaço Vórtice, Curto-Circuito, Centro de Arte Hélio Oiticica, IBEU, SESC, Furnas, MUBE SP entre outros. Marcela Araujo (carioca do Alto da Boa Vista) - Marcela Araujo vive e trabalha no Rio de Janeiro, graduada em Desenho Industrial pela PUC-Rio, se dedica às artes visuais desde 2016, quando entrou na EAV – Parque Lage e foi aluna de João Magalhães, no curso Pintura II; de Ana Miguel, Brígida Baltar e Clarissa Diniz, no curso Conversas de Arte. No 1o semestre de 2021, concluiu o curso Imersões Poéticas, da Escola Sem Sítio, com Pollyana Quintella, Cadu e Efrain Almeida. Patrizia D’Angelo (paulistana)  - nasceu em SP, mas vive e trabalha no Rio de Janeiro. Se dedica mais assiduamente à pintura, mas também à produção de objetos, à performance, à fotografia e ao video. Frequentou a EAV em diversos cursos livres, esteve em intercâmbio com a ENSBA-Paris em 2014/2015, foi indicada ao prêmio PIPA de 2012, participou de várias exposições coletivas no Rio, SP, Brasília, joão Pessoa e Paris, realizou 8 exposições individuais. Pedro Varela (Niterói - vive e trabalha em Petrópolis) - Entre suas principais exposições destacam-se: Tender Constructions (com Carolina Ponte), Cité Des Arts Paris, 2017; Pedro Varela, Zipper Galeria, São Paulo, 2016; O grande tufo de ervas (Com Mauro Piva) Galeria do Lago, Museu da República, Rio de Janeiro, 2015; Crônicas tropicais, MDM Gallery, Paris, 2015; Tropical, Galeria Enrique Guerrero, Mexico DF, 2014; Dusk to dawn... Threads of infinity (com Carolina Ponte), Anima Gallery, Doha, Catar, 2014; Tropical, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, 2012. Indicado ao PIPA 2011 e 2019. Rafa Bqueer (De Belém – PA) - Suas práticas performáticas partem de investigações sobre arte política, gênero, sexualidade, afrofuturismo, decolonialidade e interseccionalidade. Drag queen e ativista LGBTQI+, Bqueer tem um trabalho que dialoga também com vídeo e fotografia, utilizando de sátiras do universo pop para construir críticas atentas às questões da contemporaneidade. Participou de exposições nacionais e internacionais, entre elas a coletiva “Against, Again: Art Under Attack in Brazil”, na Anya & Andrew Shiva Gallery, em Nova York (2020), e fez a individual “UóHol” no Museu de Arte do Rio (2020). Foi premiadx no 7º Prêmio Foco Art Rio (2019). Suas obras fazem parte das coleções do Museu de Arte do Rio (MAR) e do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio).   Zé Carlos Garcia (De Sergipe)  - As esculturas de Zé Carlos Garcia se apresentam como entes insólitos, combinando membros de diferentes espécies e, por vezes, mesclando plumas e partes de mobiliário de madeira. Participou de exposições coletivas em instituições como Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro e Brasília (2022, 2021); Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro (2022); Goethe Institut, Salvador, Brasil (2019); Fondazione Prada, Milão, Itália (2018); Ujazdowski Castle Centre for Contemporary Art, Varsóvia, Polônia (2017); e eventos como Bienal do Barro, Caruaru, Brasil (2019); Busan Biennale, Coreia do Sul (2018) e Frestas Trienal de Artes, Sorocaba, Brasil (2017). Foi o vencedor da primeira edição do Prémio Arte Sustentável ARCOmadrid, em 2023. SERVIÇO: Exposição Rio De Corpo e Alma Data: 19 de janeiro a 09 de março de 2025 Local: Museu Histórico da Cidade (Casarão de exposições temporárias) Endereço: Parque da Cidade - Estrada St Marinha s/n, Gávea. Horário:  09h às 16h (terça a domingo) Entrada Franca Classificação: LIVRE Alex Varela

  • “Ainda estou aqui” (um artigo de Bayard Do Coutto Boiteux)

    Naquela noite de novembro, quando sai do Cine Gávea, após assistir “Ainda Estou aqui”, de Walter Salles, senti um aperto no coração. O filme que retrata o endurecimento da ditadura militar, um verdadeiro marco no resgate histórico de um Brasil ainda negado por alguns me fez reviver também a história de meu pai, cassado, preso e exilado, porém sem nunca esquecer a luta em prol da Democracia. Nossa casa na Tijuca foi invadida e vários romances e livros em línguas estrangeiras levados por apregoarem o comunismo. Tentaram jogar uma bomba no quarto onde eu estava, impedidos pelo tio Ruyter.   Consegui uma proeza, com o exílio de meu pai, o gosto por viajar, pelos idiomas estrangeiros, pelas relações internacionais e ser um embaixador da Pluralidade e da Diversidade. Alguém que até hoje ,apregoa a Paz e luta por um Mundo que consiga conviver com as diferenças e aceitar grupos minoritários que tragam discussões constantes de Identidade e Sobrevivência.   O projeto, criado por um grupo de idealistas e abnegados, como Alfredo Laufer, José Eduardo Guinle e humildemente eu, os Embaixadores de Turismo do Rio reúne um contingente nunca visto e quiçá nunca pensado de tantos apaixonados pelo Rio, que lutam diariamente através de suas profissões. Temos um universo plural, mas proibimos de forma veemente, os que propagam fake news e ferem a Ética, que são convidados indiretamente a nos deixar.   Meus amigos não estão numa “bolha” mas nos quatro cantos do mundo, encontrados em viagens, em aulas, em eventos, em palestras, em discussões, nas convicções ideológicas em prol sempre do Respeito à Lei Máxima, documento que limita os que apregoam a falta de respeito pelo Poder Constituído, eleito por maioria absoluta. O direito de criticar, emitir juízos de valores ou até promover atos de repúdio faz parte, mas nunca invadir a Praça dos 3 Poderes e tentar destruir nossa memória, pretendendo ainda serem perseguidos e até se exilarem.   O Globo de Ouro de Fernanda Torres, cuja mãe, a “Fernandona”, embaixadora do Turismo do Rio, é uma amiga me trouxe um conforto espiritual. Tive a impressão de que a excelente atriz, ao lado de outros integrantes do elenco que centralizo em Selton Mello estava homenageando os que haviam sofrido para podermos estar aqui hoje. A maneira ímpar e repleta de afeto com que agradeceu o troféu fortalece ainda mais o respeito que temos por ela, sua forma de atuar, que nos faz acreditar na Arte.   Um orgulho para o Cinema Nacional, o primeiro de muitos globos, até de um Oscar me faz entender que ainda estamos todos aqui, para enfrentar qualquer movimento que queira o retorno de tempos obscuros e que a Liberdade e a Arte são nossos motores de sobrevivência.   Bayard Do Coutto Boiteux é professor, escritor e um amante das viagens para entender melhor Democracia e Pluralidade. Revista do Villa | Divulgação Rio

  • Entrevista: Douglas Volpy

    Douglas Volpy nasceu em 24 de Junho de 1980 na Cidade de Caçapava interior do Estado de São Paulo. Desde muito pequeno quando sua mãe saia para trabalhar ele já gostava de cozinhar e com a ajuda de um banquinho alcançava o fogão e fazia as refeições para seus irmãos.   Douglas sempre gostava de assistir aos programas de culinária na TV onde aprendia várias receitas e fazia para vender de porta em porta com sua bicicleta no bairro onde morava. Em 2000 decidiu mudar para a Capital para aprimorar seus conhecimentos. A jornada não foi fácil, Douglas acabou sendo morador das ruas da famosa Cracolândia tendo que usar drogas e passar por várias dificuldades. Ao deixar as ruas ele conseguiu seu primeiro trabalho com carteira assinada como operador de Telemarketing, trabalhou como vendedor de loja em shopping e foi gerente de loja de Calçados.   Em 2005 foi convidado a fazer uma receita no Programa Mulheres da TV Gazeta na época com Cátia Fonseca tendo sua participação um sucesso. Várias outras emissoras começou a chamá-lo e Douglas nunca mais saiu do ar com suas receitas. Em 2010 fez sua primeira viagem para Portugal um presente que ganhou através do Programa do Gugu, em 2011 voltou ao país para ministrar cursos aos Portugueses onde depois voltou inúmeras vezes com aulas inéditas. Em 2014 foi convidado pelo Secretário de Cultura e Lazer do Estado de São Paulo a ministrar uma aula inaugural no Bom Prato da Cidade de Bauru. Ficou conhecido como os Boleiros dos famosos onde fez bolos para várias Celebridades, foi responsável por confeccionar o Bolo de Joe Jackson quando esteve ao Brasil. Participou e participa de Vários programas de Televisão, rádios, podcast onde ficou conhecido como o Queridinho das donas de casa.   Ganhou muitos prêmios pelo seu trabalho e reconhecimento.  Atualmente se prepara para lançar seu Podcast “Panela de Pressão” e seu primeiro Livro entitulado “Acorda Menina”.     1 - Fale de sua infância no despertar para cozinha... o que te motivou neste segmento?   A necessidade criou o amor pela gastronomia, minha mãe saia para trabalhar e eu cuidava dos meus irmãos, então como tinha apenas 7 anos pegava o banquinho e subia na frente do fogão para cozinhar, minha mãe ficava muito preocupada, e ali fui pegando amor. Depois tive uma tia “Dina” que me ensinou muito, não só com suas receita, mas com palavras de incentivo que me fez forte, hoje com tudo que vem acontecendo ela faz muita falta porque gostaria que ela estivesse do meu lado.     2 – Durante o processo de mudança da adolescência para juventude você teve alguma oportunidade de carreira dentro da área da confeitaria?   Na verdade comecei muito cedo fazer bolos, sempre tive tios na família confeiteiros, e assistia muito o programa da Ana Maria Braga e fazia meus Doces e Bolos e já saia vendendo de porta em porta. A paixão pela confeitaria começou ali bem na minha adolescência. 3   – Existe alguns momentos de nossas vidas Douglas Volpy que procuramos algo improdutivo, mas que nos serve de experiência para sermos melhores. Conte esta fase por favor.   Perdi muito tempo fazendo coisas improdutivas, mas que naquele momento era necessário. E tudo na vida a gente leva como aprendizado, seja bom ou ruim. 4- Fale aqui alguns nomes, ícones no meio da celebridade artística que já pediu seu bolo? Porque é conhecido como “Boleiro dos famosos”   Foram muitos artistas que já confeccionei meus bolos como por exemplo: Hebe Camargo, Joe Jackson, Adriane Galisteu, Daniela Albuqueque, Ronnie Von, Ângela Maria, Vários jogadores de futebol, Mara Maravilha, sula Miranda, Gloria Groove... 5 -  Teve oportunidades em várias emissoras de televisão, meio da política, em Portugal ministrando cursos... inclusive no projeto Bom prato... Fale desta experiência.   Acho que todos foram grandes experiências, minha ida a Portugal foi um presente do inesquecível Gugu Liberato em 2010, poxa rodei Portugal ministrando cursos, a única experiência agradável foi a Política que não tem nada a ver comigo. 6 – Atualmente trabalha também como apresentador além de Chef e Cake Designer. Deixe uma inspiração para Master chefe iniciantes... o que precisa fazer para chegar no auge?   Persistir, ir atrás e não desistir jamais. 7 – Recentemente teve participação no programa “MaisVc” da Ana Maria Braga. Qual foi sua reação de estar ao lado desta personalidade tão querida?   A Ana Maria Faz parte da minha história, pois foi vendo o programa dela nos anos 90 que aprendia a fazer as receitas e saia para vender e fazer muito dinheiro, quando cheguei em São Paulo em 2000 passei um período na Cracolândia no centro de São Paulo e usei drogas, e sempre quando ia fazer algo muito errado parece que a Ana gritava nos meus ouvidos: “ Acorda Menino”, suas mensagens me ajudaram a chegar onde cheguei, e poder estar com ela e receber aquele carinho todo é gratificante de se dizer que a vida vale a pena. 8 – Teve algum de seus projetos que te deixou muito emocionado? Acredito que teve muitos momentos, mas fale em especial algum que lembra e leva no seu coração!   Foi poder capacitar as pessoas com deficiência para o mercado de trabalho, pessoas com Síndrome de Down, acho que além de emocionalmente eu aprendi muito também, e espero ter apoio de empresários no futuro para montar uma coxinha e continuar esse sonho.    9 – Geralmente seus clientes pedem para você elaborar o tema do bolo? E você consegue sugerir algo para incrementar no evento desejado?     Sim, sempre sugiro e sempre tem muito de minha arte seja ela onde for. Doces ou Eventos 10-  Deixe uma mensagem motivacional para seu público que segue nas redes sociais.   Nunca espera dos outros até porque o sonho é seu, então corra atrás e nunca desista porque eles vão ser realizados e você pode chegar onde quiser, pois aqui estou. “Acorda menina, menino.” João Paulo Penido

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