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Revista do Villa

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Entrevista: Kleber Fashion

A música brasileira segue se reinventando a partir de artistas que cruzam linguagens, misturam ritmos e transformam trajetória em identidade. Entre palco, dança e tecnologia, surgem novos caminhos que refletem o presente e apontam para o futuro.


Nesta edição da Revista do Villa, apresentamos um artista de Salvador que traduz essa fusão em movimento, som e presença.


Apresentação

Nome artístico ou profissional:

Kleber Fashion

Cidade / Estado:

Salvador – BA


Formação musical e/ou experiência:

Em 2014, quando o corpo virou instrumento e o ritmo comandava cada passo, minha jornada na dança ganhou vida ao integrar a Companhia do Pagode. Ali, no calor dos palcos, transformei movimento em linguagem e descobri que meu talento podia atravessar multidões. Aquele período foi mais que trabalho; foi batimento, criação e identidade.


Minha saída acabou registrada pela Revista Veja, marcando uma virada importante. O momento se tornou um portal para novas coreografias, músicas e projetos que nasceram logo depois, como se o futuro tivesse dado um passo à frente me convidando a acompanhá-lo.


Desde então, sigo desenhando caminhos com o corpo, criando projetos que unem técnicas musicais, dança, emoção e presença. Minha arte continua a se expandir, encontrando novos palcos, mas preservando a mesma chama que começou lá atrás.


Depois dali, comecei a costurar sons, ideias e parcerias como quem redesenha o próprio destino. Os palcos mudaram, mas a essência permaneceu, guiando cada passo e ampliando o cenário onde minha arte continua a se espalhar.


Atuação atual:

Realiza shows e participa de eventos, festas, aniversários e apresentações culturais.


Entrevista

DM 1 — Para começarmos, apresente-se aos leitores da Revista do Villa. Quem é você na música e como surgiu sua relação com o canto?


Após uma trajetória inesquecível e de muito aprendizado na Companhia do Pagode, senti que chegou o momento de dar um passo adiante na minha arte. O palco sempre foi meu lugar de liberdade, e foi nele que encontrei minha nova identidade musical.


Hoje, apresento o meu Eletrofunk — uma união da batida eletrônica, que domina as pistas, com o balanço e a energia da dança que o público já conhece. Não é apenas uma mudança de estilo, mas a fusão de tudo em que acredito: ritmo, tecnologia e a mesma paixão de sempre.


DM 2 — Todo cantor carrega influências. Quais artistas, estilos ou momentos foram decisivos na construção da sua identidade musical?


Janso Derulo.


DM 3 — A música exige técnica, mas também verdade. Como você equilibra preparo vocal e emoção nas suas interpretações?


O preparo acontece no ensaio, onde resolvo os desafios mais difíceis.


DM 4 — O mercado musical pode ser desafiador. Quais foram os principais obstáculos que você enfrentou até aqui?


Algoritmo vs. Criatividade: o desafio de produzir conteúdo constante para redes sociais, como TikTok e Reels, sem deixar que isso drene minha energia para compor e fazer música de verdade.


Distribuição e Alcance: colocar a música nas plataformas é simples, mas fazê-la chegar às playlists e ao público certo, sem um grande investimento, ainda é uma barreira.


Monetização Baixa: no início, o retorno por streaming é mínimo. O desafio é encontrar formas alternativas de sustentar a carreira, como shows locais, venda de produtos e participação em editais, até consolidar uma base de fãs.


DM 5 — Olhando para o futuro, quais são seus próximos passos e o que o público pode esperar da sua trajetória?


Lançamento de novos singles, além da formação de novos bailarinos e criação de coreografias.



Entrevista:

Delcio Marinho & ChatGPT


Delcio Marinho


 
 
 

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