Entrevista: Juliana Torres
- Delcio Marinho

- 8 de dez. de 2025
- 2 min de leitura

Apresentação
Juliana Torres é Mentora e Professora de Direito Ambiental, Advogada e Mediadora.
Atua na área socioambiental e migratória no Brasil e em Portugal.
É Co-fundadora e Diretora do Instituto Brasileiro de ESG, Coordenadora Financeira da APRODAB — Associação dos Professores de Direito Ambiental no Brasil — e Consultora do IBAP — Instituto Brasileiro de Advocacia Pública.
Trabalha também no CESUC — Centro de Estudos Superiores da Universidade de Coimbra, preside a Comissão de Direito Ambiental na OAB-SP Santana e é Conselheira na Sociedade de Excelência Luso-brasileira.
Mestre e graduada pela PUC-SP, é pesquisadora do GPTC-USP e do Grupo Fashion Law da FAAP.
1. Como sua formação e vivência entre Brasil e Portugal influenciam sua atuação no Direito?
Minha formação e vivência entre os dois países me permitem atender clientes de culturas diversas, explicando direitos, deveres e oportunidades em ambos os ambientes jurídicos. Essa troca me expõe a práticas diferentes e me possibilita internacionalizar métodos eficientes de Portugal para o Brasil.
2. Quais temas ou causas mais despertam sua dedicação na prática jurídica?
A defesa ambiental e a governança socioambiental (ESG) são os pilares da minha atuação. São áreas que exigem estudo contínuo, responsabilidade coletiva e visão de longo prazo.
3. O que você destacaria como diferencial no exercício da advocacia em contextos culturais distintos?
O principal diferencial é acessar formas eficientes de trabalho e incorporá-las — com adaptações inteligentes — à rotina profissional, mesmo diante das grandes diferenças culturais. Integrar esses dois mundos e transmitir isso com segurança ao cliente ou ao aluno é uma responsabilidade que assumo com alegria.
4. Quais são os desafios mais frequentes enfrentados por mulheres advogadas hoje — e como você lida com eles?
Um dos maiores desafios é aprender a vender o próprio serviço e desenvolver estratégias voltadas à cultura de paz. Não fomos preparadas pela academia nem pela vida social para essas habilidades. Isso exige mais estudo, dedicação e consciência no cotidiano.
5. Que conselhos daria a jovens profissionais que desejam seguir uma carreira jurídica com propósito e ética?
Estudem de forma correta, busquem bons professores e instituições sérias.
Cerquem-se de pessoas éticas.
Fiquem longe de práticas ilegais.
Abandonem o amadorismo.
Seguir seus valores é o caminho mais sustentável.
Ter um mentor ao lado garante segurança e acolhimento.

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Crédito
Texto produzido por Delcio Marinho & ChatGPT
para a Revista do Villa.
Delcio Marinho

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