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Revista do Villa

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Entrevista: Juliana Torres

Apresentação

Juliana Torres é Mentora e Professora de Direito Ambiental, Advogada e Mediadora.

Atua na área socioambiental e migratória no Brasil e em Portugal.

É Co-fundadora e Diretora do Instituto Brasileiro de ESG, Coordenadora Financeira da APRODAB — Associação dos Professores de Direito Ambiental no Brasil — e Consultora do IBAP — Instituto Brasileiro de Advocacia Pública.

Trabalha também no CESUC — Centro de Estudos Superiores da Universidade de Coimbra, preside a Comissão de Direito Ambiental na OAB-SP Santana e é Conselheira na Sociedade de Excelência Luso-brasileira.

Mestre e graduada pela PUC-SP, é pesquisadora do GPTC-USP e do Grupo Fashion Law da FAAP.



1. Como sua formação e vivência entre Brasil e Portugal influenciam sua atuação no Direito?


Minha formação e vivência entre os dois países me permitem atender clientes de culturas diversas, explicando direitos, deveres e oportunidades em ambos os ambientes jurídicos. Essa troca me expõe a práticas diferentes e me possibilita internacionalizar métodos eficientes de Portugal para o Brasil.



2. Quais temas ou causas mais despertam sua dedicação na prática jurídica?


A defesa ambiental e a governança socioambiental (ESG) são os pilares da minha atuação. São áreas que exigem estudo contínuo, responsabilidade coletiva e visão de longo prazo.



3. O que você destacaria como diferencial no exercício da advocacia em contextos culturais distintos?


O principal diferencial é acessar formas eficientes de trabalho e incorporá-las — com adaptações inteligentes — à rotina profissional, mesmo diante das grandes diferenças culturais. Integrar esses dois mundos e transmitir isso com segurança ao cliente ou ao aluno é uma responsabilidade que assumo com alegria.



4. Quais são os desafios mais frequentes enfrentados por mulheres advogadas hoje — e como você lida com eles?


Um dos maiores desafios é aprender a vender o próprio serviço e desenvolver estratégias voltadas à cultura de paz. Não fomos preparadas pela academia nem pela vida social para essas habilidades. Isso exige mais estudo, dedicação e consciência no cotidiano.



5. Que conselhos daria a jovens profissionais que desejam seguir uma carreira jurídica com propósito e ética?


Estudem de forma correta, busquem bons professores e instituições sérias.

Cerquem-se de pessoas éticas.

Fiquem longe de práticas ilegais.

Abandonem o amadorismo.

Seguir seus valores é o caminho mais sustentável.

Ter um mentor ao lado garante segurança e acolhimento.


E, se fizer sentido ao seu propósito, estou disponível no meu grupo de estudos e redes sociais:


@julianadireitoambiental

@juliana.assessoriaemportugal

Grupo de Estudos (WhatsApp):




Crédito

Texto produzido por Delcio Marinho & ChatGPT

para a Revista do Villa.


Delcio Marinho


 
 
 

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