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Revista do Villa

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Eli Peixoto - empresária e atriz

Apresentação

Eli Peixoto é empresária e atriz. Iniciou sua trajetória artística há três anos e, desde então, vem construindo uma carreira sólida e multifacetada no audiovisual. Com passagens por séries, filmes, podcasts, programas de TV e entrevistas online, Eli amplia sua atuação tanto no campo artístico quanto no midiático, transitando entre diferentes linguagens e formatos com autenticidade e presença.


Entrevista


DM — Houve algum momento marcante que confirmou para você que a arte seria um caminho definitivo na sua vida?


Eli Peixoto —

Um dos momentos mais marcantes da minha carreira foi quando participei de uma produção audiovisual e percebi o impacto real do meu trabalho nas pessoas. Estar em cena, contar uma história e ver como aquilo tocava o público me deu a certeza de que era isso que eu queria para a vida. Ali entendi que a arte não era apenas um sonho, mas um propósito que eu desejava construir todos os dias.


DM — Como você enxerga o papel do artista no Brasil de hoje?


Eli Peixoto —

Vejo o papel do artista como essencial. O artista é uma voz que provoca reflexão, gera identificação e dá visibilidade a histórias que muitas vezes não são ouvidas. Em um país tão diverso e cheio de contrastes, a arte tem o poder de emocionar, questionar e transformar. Ser artista hoje é assumir a responsabilidade de comunicar, inspirar e contribuir para uma sociedade mais consciente e sensível.


DM — Quais desafios você enfrenta na profissão e como eles influenciam sua forma de criar?


Eli Peixoto —

Os principais desafios são a instabilidade da profissão, a necessidade constante de provar o próprio trabalho e a busca por espaço em um mercado altamente competitivo. Esses obstáculos me ensinaram a ser resiliente, disciplinada e verdadeira na minha criação. Cada dificuldade acabou moldando meu olhar artístico, trazendo mais consciência, sensibilidade e propósito para o que faço.


DM — Onde você encontra inspiração e como é o seu processo criativo como atriz?


Eli Peixoto —

Busco inspiração principalmente na vida real: nas pessoas, nas emoções, nas histórias do cotidiano e nas minhas próprias vivências. Gosto de observar comportamentos, ouvir relatos e transformar tudo isso em verdade cênica. Não tenho um ritual fixo, mas sempre procuro me conectar emocionalmente com o personagem. Filmes, séries, teatro e grandes intérpretes também são referências fundamentais no meu processo.


DM — Quais são seus próximos projetos e desafios artísticos?


Eli Peixoto —

Estou envolvida em projetos muito significativos. Em breve inicio as gravações de um documentário sobre mulheres, um trabalho de grande força e representatividade. Também participarei de uma novela vertical voltada para as redes sociais, explorando novas linguagens e formatos. Além disso, seguimos com as gravações da série Era Uma Vez Favela, onde interpreto a personagem Verônica há três anos, e do filme A Última Chance, no qual dou vida à personagem Dona Josy. São projetos que me desafiam e reafirmam meu compromisso com histórias potentes e necessárias.


Delcio Marinho


 
 
 

1 comentário


Convidado:
15 de jan.

Muito bem,respondeu a altura!!!

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