Bernardo Langlott - repórter e personalidade da mídia brasileira
- Delcio Marinho

- 22 de jan.
- 2 min de leitura

Bernardo Langlott é repórter e personalidade da mídia brasileira. Figura pública desde os 19 anos, construiu sua trajetória com forte presença no jornalismo contemporâneo, atuando em um ambiente marcado pela velocidade da informação, pela polarização e pela disputa de narrativas. Reconhecido por seu posicionamento ético e por valores inegociáveis, Bernardo defende o compromisso com a verdade, a checagem rigorosa dos fatos e a responsabilidade social de quem comunica para grandes audiências.
DM — Como você separa o compromisso com a verdade jornalística da pressão por engajamento, likes e audiência, especialmente quando a simplificação ou o sensacionalismo rendem mais visibilidade?
Bernardo Langlott —
Meu compromisso é sempre com a verdade. Não existe trabalho de credibilidade sem verdade. Uma fake news pode arruinar toda uma trajetória de sucesso.
DM — Em que momento um repórter deixa de informar e passa a influenciar — e como você lida com o poder (e o risco) de moldar opiniões em uma sociedade já polarizada?
Bernardo Langlott —
Sou uma figura pública desde os 19 anos e acredito que posso contribuir positivamente para um mundo melhor. Um exemplo disso é não esconder minha sexualidade. Todos podemos contribuir de forma positiva; é uma questão de consciência e de vontade genuína de construir um mundo melhor.
DM — Você acredita que a mídia tradicional perdeu autoridade ou apenas perdeu o monopólio da narrativa? O que isso exige, na prática, de quem escolhe continuar sendo jornalista hoje?
Bernardo Langlott —
A notícia mudou com a tecnologia. O mundo hoje é digital. Jornais e revistas saíram de circulação, o que me deixa um pouco nostálgico. Por outro lado, a tecnologia proporcionou a notícia em tempo real e deu voz ao público por meio das redes sociais. Ganhamos e perdemos ao mesmo tempo.
DM — Já houve situações em que você optou por não publicar uma informação verdadeira por avaliar que o impacto social seria mais prejudicial do que esclarecedor? Onde entra a ética nesse limite?
Bernardo Langlott —
A notícia sempre precisa ser checada, isso é fundamental. Como personalidade da mídia, já fui alvo de jornalismo tendencioso. Seria incoerente da minha parte propagar algo que possa prejudicar a reputação ou a vida de alguém.
DM — Como personalidade da mídia, você se sente responsável pela formação crítica do público ou entende que seu papel termina na entrega da informação — mesmo sabendo que muitos te veem como referência?
Bernardo Langlott —
Sou responsável pelo meu trabalho como repórter e também enquanto figura pública. Nós, sim, temos responsabilidade sobre nossos atos e escolhas. Um exemplo claro: não faço propaganda de jogos de azar. Podem me pagar o maior dinheiro do mundo — existem valores inegociáveis.

Criação de conteúdo digital:
Delcio Marinho & ChatGPT
Delcio Marinho

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