Ariadne da Cunha Lima Coelho - Coragem, fé e resiliência diante das maiores adversidades
- Delcio Marinho

- 5 de jan.
- 2 min de leitura
Apresentação
Ariadne da Cunha Lima Coelho é uma mulher marcada por uma trajetória de resistência, fé e enfrentamento. Viúva há 24 anos, precisou proteger seus filhos ainda pequenos e lutar, em diferentes esferas jurídicas, contra grupos que tentaram usurpar direitos e patrimônio de sua família. Sua história é atravessada por batalhas judiciais, superação pessoal e uma fé inabalável.

DM 1 — Sua trajetória pessoal é marcada por grandes desafios. O que mais definiu sua força ao longo desses anos?
ARIADNE:
Quando fiquei viúva, há 24 anos, me vi sozinha com meus filhos ainda menores e indefesos, tendo que lutar contra um verdadeiro cartel que até hoje tenta usurpar os direitos e o patrimônio da minha filha. Tem sido por meio de um trabalho árduo que venho avançando em tribunais internacionais, com sentenças estrangeiras que comprovam a legitimidade da minha família em todas as esferas e frentes dessa batalha contra impostores e malfeitores. Eu sigo superando tudo isso porque sou uma mulher de coragem e de fé inabalável.
DM 2 — Qual foi o maior desafio emocional e profissional que você precisou enfrentar nesse caminho?
ARIADNE:
O maior desafio foi acreditar em mim mesma nos momentos mais difíceis. Houve fases de medo, insegurança e muito trabalho solitário. Mas a persistência e a clareza de propósito me ajudaram a seguir em frente e a amadurecer, inclusive como empreendedora.
DM 3 — Como você enxerga hoje o cenário do empreendedorismo no Brasil, especialmente para quem está começando?
ARIADNE:
Vejo o empreendedorismo no Brasil como um cenário desafiador, mas também cheio de oportunidades. Para os novos negócios, adaptabilidade, propósito e resiliência fazem toda a diferença para crescer mesmo em meio às incertezas.
DM 4 — A inovação é um tema muito presente no mundo dos negócios. Como ela se manifesta na sua prática diária?
ARIADNE:
Para mim, a inovação começa na escuta. Ouço o cliente, observo o mercado e incentivo minha equipe a propor novas ideias. Pequenas melhorias constantes, quando somadas, acabam gerando grandes transformações no negócio.
DM 5 — Que conselho você deixaria para quem deseja empreender, mas sente medo de começar?
ARIADNE:
O medo faz parte do processo e não deve ser um bloqueio. Comece pequeno, planeje bem e aceite que aprender com os erros faz parte da jornada. O mais importante é dar o primeiro passo.
Entrevista – Revista do Villa
Crédito: Delcio Marinho & ChatGPT
Delcio Marinho

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