Entrevista: Ronei Farias – Ator/Influenciador
- Delcio Marinho

- 7 de abr.
- 2 min de leitura
A construção de um artista passa por escolhas, deslocamentos e, principalmente, pela coragem de se reinventar. Em um cenário onde o digital e o audiovisual se tornam cada vez mais protagonistas, novos perfis surgem conectando arte, presença e narrativa com o tempo presente.
Nesta edição da Revista do Villa, conversamos com um ator e influenciador digital que vem construindo sua trajetória com consistência e propósito, explorando diferentes linguagens e buscando seu espaço no cenário artístico brasileiro.

Apresentação
Ronei Farias
Origem:
Mato Grosso do Sul
Cidade / Estado:
Rio de Janeiro – RJ
Profissão
Ator e influenciador digital
Trajetória:
Há cinco anos mora no Rio de Janeiro, onde vem construindo sua trajetória artística em busca de oportunidades e novos desafios na carreira, transitando entre o audiovisual e o ambiente digital.
Entrevista
DM 1 — Para começarmos, quem é você na arte e o que te levou a escolher a atuação como caminho?
Eu me vejo como um artista em construção constante, alguém que usa a arte como ferramenta de expressão, conexão e transformação. A atuação entrou na minha vida como um chamado — foi ali que eu entendi que podia viver várias histórias, dar voz a sentimentos e provocar reflexão nas pessoas. Não foi só uma escolha profissional, foi uma identificação profunda com quem eu sou.
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DM 2 — Todo ator constrói seu próprio método. Como funciona o seu processo de criação e preparação para um personagem?
Meu processo começa muito pela escuta e pela observação. Gosto de entender o contexto do personagem, o que ele viveu, o que sente e como se posiciona no mundo. A partir disso, busco trazer verdade para a construção, com referências reais, trabalhando corpo, voz e, principalmente, o emocional.
Também deixo espaço para o improviso e para o que surge no momento, porque muitas vezes é ali que nasce algo mais autêntico.
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DM 3 — Entre palco, televisão e audiovisual, onde você mais se encontra hoje e por quê?
Hoje me encontro muito no audiovisual, principalmente pela conexão direta com o público e pela força que as histórias ganham nas telas.
Mas valorizo todas as linguagens. O palco me deu base, a TV me deu ritmo e o digital/audiovisual me conecta com o agora.
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DM 4 — O mercado artístico no Brasil exige resiliência. Quais foram os principais desafios que você enfrentou até aqui?
Um dos maiores desafios foi manter a constância e acreditar no processo, mesmo quando as coisas não avançavam na velocidade que eu queria.
Também existe a questão das oportunidades, que muitas vezes são limitadas. Isso exige reinvenção constante, criar seus próprios caminhos e não depender apenas do mercado tradicional.
Tudo isso me fortaleceu e me fez crescer não só como ator, mas como um profissional mais estratégico.
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DM 5 — Para além da técnica, a atuação também carrega propósito. Que tipo de história você quer contar ao longo da sua carreira?
Quero contar histórias que gerem identificação e impacto. Histórias que falem sobre propósito, identidade, escolhas e as consequências do mundo digital na vida real.
Quero que as pessoas se vejam, se questionem e, de alguma forma, saiam transformadas. Pra mim, a arte precisa entreter, mas também provocar.
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Entrevista:
Delcio Marinho & ChatGPT
Delcio Marinho





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