A Extraordinária História do Jovem Colunista Social: Cesar Gabriel de Almeida
- João Paulo Penido

- 9 de ago.
- 8 min de leitura
Cesar Gabriel de Almeida/ Socialite e colunista social da CG society e Revista do Villa - @cgsocietycolunasocial

Antes de existir o colunista social, existia um menino. Um menino chamado Cesar Gabriel Volta de Carvalho, que chegou ao mundo cercado de histórias e que, ainda no início da vida, teve seu nascimento registrado pelos jornais O Globo, O Dia e Extra. Anos depois, ao construir sua identidade pública, escolheu ser conhecido como Cesar Gabriel de Almeida, uma homenagem às suas raízes paraibanas e à família que sempre representou uma parte essencial de sua história.
A trajetória de Cesar não começou nos grandes salões, nos eventos ou nas colunas sociais. Ela começou dentro de casa, nas lembranças de uma família marcada por amor, valores e profundas emoções. Uma das figuras mais importantes de sua vida foi seu avô, Beni Jordão, um homem que deixou uma marca impossível de apagar. Importante e respeitado latifundiário, engenheiro de grande inteligência, profissional que trabalhou em Furnas e reconhecido por sua bondade, generosidade e pelo ser humano que era, Beni foi muito mais do que um avô: foi uma referência, um exemplo e um dos grandes amores da vida de Cesar.

Aos nove anos, Cesar enfrentou uma das maiores dores de sua vida: a perda do avô. Uma ausência que permanece presente diariamente e que deixou uma saudade profunda. Antes disso, a família já havia atravessado momentos extremamente difíceis. Em dezembro de 2015, Beni, que enfrentava complicações relacionadas à diabetes, recebeu a notícia de que sua esposa, Dona Heloísa Melo, havia sido atropelada por um carro forte. O impacto daquela notícia foi devastador. Naquele mesmo momento, segundo a família, seu sistema nervoso foi profundamente afetado e ele perdeu a visão.

Mesmo diante das dificuldades, o amor entre Beni e Heloísa permaneceu como uma das histórias mais bonitas que Cesar presenciou: uma união construída por companheirismo, cuidado, fidelidade e uma ligação que atravessou todas as fases da vida. Um amor recíproco, daqueles que permanecem como exemplo para quem teve o privilégio de acompanhar.
A partida de Beni Jordão deixou uma ausência impossível de preencher. Para Dona Heloísa, perder o companheiro de uma vida inteira representou uma das maiores dores que enfrentou. O luto trouxe um período de profunda tristeza e sofrimento emocional, mas foi justamente nesse momento que a ligação entre avó e neto se tornou ainda mais forte.
Cesar e Dona Heloísa encontraram um no outro a força para continuar. Unidos pela saudade de Beni e pelo amor que compartilhavam por ele, construíram uma relação de cumplicidade, cuidado e proteção. Segundo a própria Dona Heloísa, Cesar foi a razão que a ajudou a seguir em frente após a perda do marido, aquele que trouxe novamente sentido aos seus dias. Para ela, o neto foi uma luz em meio a uma das fases mais difíceis de sua vida.
Essa relação marcou profundamente a forma como Cesar passou a enxergar o mundo. Ele aprendeu desde cedo que cada pessoa carrega uma história, uma memória e sentimentos que muitas vezes não aparecem aos olhos de todos. Talvez por isso, anos depois, ao entrar no universo social, seu olhar nunca tenha sido apenas para festas ou acontecimentos, mas principalmente para as pessoas.
Antes de se tornar colunista, Cesar descobriu que histórias merecem ser preservadas. Foi essa sensibilidade que o aproximou da sociedade, da comunicação e do desejo de registrar trajetórias.
O primeiro grande capítulo dessa caminhada foi escrito em 2023, quando, ainda muito jovem, participou da celebração dos 60 anos de Luiza Paula Sampaio, CEO da Arteiras Comunicação. Naquele encontro nasceu uma amizade marcada pelo carinho, pelo respeito e pela admiração. Luiza passou a acompanhar de perto o crescimento de Cesar, acolhendo-o com um afeto genuíno que permanece até hoje.

Aquele momento representou mais do que uma simples participação em uma comemoração. Foi o primeiro contato de Cesar com um universo que despertaria sua curiosidade e mostraria a ele que a alta sociedade não era apenas formada por eventos, mas por histórias, famílias e relações construídas ao longo do tempo.
No ano seguinte, 2024, uma aproximação maior com suas raízes paraibanas ampliou ainda mais seus horizontes. O convívio com suas primas Rose Almeida e Lúcia Nóbrega, além da querida amiga Terezinha Loureiro, aproximou Cesar de pessoas que carregavam consigo tradição, memória e uma forte ligação com a sociedade paraibana.
Ao observar essas trajetórias, acompanhar suas presenças nos acontecimentos sociais e conhecer melhor o trabalho dos colunistas, Cesar percebeu que existia ali um universo onde cultura, história e relações humanas se encontravam.
Em fevereiro de 2025, um novo encontro marcaria definitivamente a trajetória de Cesar. Uma linda celebração oferecida por Luiza Paula Sampaio e Tânia Paranhos aos seus amigos, realizada em um cenário paradisíaco em Pedra de Guaratiba, no Rio de Janeiro, tornou-se um daqueles momentos que, sem que ninguém perceba naquele instante, acabam mudando caminhos.

Foi naquela ocasião que Cesar conheceu Moacyr Arcoverde e sua então esposa, Patrícia Xavier. A partir daquele encontro nasceu uma ligação muito especial. Mais do que um novo relacionamento social, surgiu uma amizade construída com carinho, admiração e uma identificação que fez com que Cesar passasse a considerar Moacyr um verdadeiro primo.
A relação entre os dois ganhou uma dimensão especial. Moacyr tornou-se uma das figuras mais importantes da caminhada de Cesar, não apenas pela proximidade familiar existente, mas principalmente pela forma generosa com que o acolheu. Foi alguém que abriu portas, apresentou pessoas e mostrou ao jovem colunista novos ambientes e novas histórias.
Com sua maneira acolhedora de reunir pessoas, Moacyr proporcionou a Cesar encontros que seriam fundamentais para sua formação dentro desse universo. Ele mostrou que a verdadeira sociedade não está apenas nos lugares frequentados, mas nas amizades construídas, na elegância dos gestos e na capacidade de receber e aproximar pessoas.
Com todas essas experiências ainda muito vivas, Cesar decidiu transformar sua paixão em realidade. Em maio de 2025 nasceu a CG Society, uma coluna social criada com o propósito de registrar acontecimentos, homenagear pessoas e preservar histórias que mereciam ser lembradas.
A ideia nasceu de uma admiração pelo universo social, mas rapidamente se transformou em um projeto próprio. Cesar passou a colocar em prática seu olhar atento, sua curiosidade e sua vontade de mostrar que por trás de cada evento existe uma história, uma trajetória e pessoas que merecem reconhecimento.
Em pouco tempo, a CG Society conquistou espaço. Vieram as coberturas dos principais acontecimentos sociais do Rio de Janeiro, São Paulo e Paraíba, ampliando sua rede de contatos e consolidando seu nome entre os novos talentos do colunismo social brasileiro.

Poucos meses depois, em julho de 2025, outro momento se tornaria inesquecível. Moacyr Arcoverde promoveu uma tradicional feijoada em sua residência para celebrar o aniversário de Patrícia Xavier. O encontro reuniu pessoas queridas da sociedade e representou um dos capítulos mais importantes da trajetória de Cesar.
Foi naquela ocasião que ele se aproximou de nomes que se tornariam fundamentais em sua caminhada, como Cristina e Cláudio Aboim, Aloysio e Joana Maria Teixeira, Orlanda Freire, Luiza Paula Sampaio, Tânia Paranhos, Franklin Toscano, Sylvinha de Castro, Sérgio Carvalhal, Thyna Mendes e William Guedes, entre tantos outros.
Cristina e Cláudio Aboim tiveram um papel muito especial nessa fase. O carinho, a confiança e a acolhida do casal fizeram com que Cesar ampliasse ainda mais seus horizontes e conhecesse profundamente a sociedade carioca. Através dessa convivência, novas portas se abriram e novos laços foram criados.

O aniversário de Cristina Aboim tornou-se outro momento marcante. Foi uma celebração que aproximou Cesar ainda mais desse universo e reforçou a importância das relações que havia construído. Com generosidade e amizade, Cristina e Cláudio contribuíram para que aquele jovem comunicador encontrasse seu espaço em meio a pessoas com histórias de décadas.
Mas, entre tantos encontros importantes, uma presença ganhou um significado especial na vida de Cesar: Sylvinha de Castro.
Para ele, Sylvinha representa muito mais do que uma personalidade da sociedade. Representa inspiração. Uma mulher de fé, força e coragem, alguém que transmite elegância não apenas pela forma de se apresentar, mas principalmente pela maneira como conduz sua vida.
O carinho de Cesar por Sylvinha é enorme. Ele enxerga nela uma referência de superação, espiritualidade e humanidade. Seus conselhos, suas palavras e sua maneira de olhar a vida se tornaram ensinamentos que levará consigo. Em um universo muitas vezes marcado pelas aparências, Sylvinha demonstra que os valores verdadeiros estão na essência, na fé e no coração.
Outro grande nome que passou a fazer parte dessa caminhada foi Franklin Toscano. Com sua experiência e conhecimento do colunismo social, Franklin tornou-se um importante conselheiro para Cesar. Seus ensinamentos sobre postura, ética, comunicação e relacionamento ajudaram o jovem colunista a compreender que uma coluna social vai muito além de registrar eventos: é uma forma de contar histórias e valorizar pessoas.

A partir dali, os convites passaram a se multiplicar. Cesar passou a acompanhar aniversários, encontros beneficentes, lançamentos, eventos culturais e grandes celebrações da sociedade carioca, paulista e paraibana.
Também passou a circular pelos ambientes mais tradicionais da sociedade carioca, entre a Barra da Tijuca e a Zona Sul, convivendo com aquilo que muitos chamam de o high society raiz: pessoas que preservam uma elegância discreta, histórias familiares e uma tradição que atravessa gerações.
Sua atuação chamou atenção também no setor turístico. Ao acompanhar e divulgar eventos ligados aos Embaixadores de Turismo do Rio de Janeiro, aproximou-se do professor Bayard Do Coutto Boiteux, uma das grandes referências do turismo brasileiro, por quem Cesar tem uma tremenda consideração e admiração.

Em janeiro de 2026, Cesar recebeu um dos maiores reconhecimentos de sua trajetória: foi convidado a integrar a associação e recebeu o título de Embaixador de Turismo do Rio de Janeiro, tornando-se um dos mais jovens a receber essa distinção.

Hoje, Cesar Gabriel de Almeida é reconhecido como o colunista social mais jovem do Rio de Janeiro. Mas, para ele, sua maior conquista não está apenas nos títulos, nos eventos ou nos lugares que passou a frequentar. Está nas pessoas que encontrou pelo caminho. Franklin, com seu carisma e humor, o apelidou de mini colunista e o apelido seguiu, provocando muitas risadas.

Ele guarda como um dos maiores presentes de sua trajetória o fato de ter sido acolhido por muitos como filho, neto ou alguém da própria família. Pessoas que poderiam simplesmente enxergar um jovem começando agora escolheram oferecer carinho, amizade, conselhos e confiança.
Atualmente, Cesar continua circulando pelos principais eventos da cidade, registrando momentos e valorizando pessoas. Entre uma cobertura e outra, mantém sua leveza e seu bom humor. Quando alguém brinca dizendo que ele é uma socialite, responde sorrindo que é apenas um “socialite colunista da Shopee”.
Talvez essa seja uma das maiores marcas de sua trajetória: conquistar espaços sem perder a simplicidade.
Em pouco tempo, Cesar Gabriel de Almeida construiu um caminho próprio, feito de encontros, gratidão e histórias.
Mais do que escrever sobre a alta sociedade, ele passou a fazer parte dela. Não apenas pelos eventos que frequenta, mas pelas relações que construiu, pelas memórias que preserva e pelas pessoas que encontrou.
Sua história continua sendo escrita todos os dias, mostrando que grandes trajetórias não nascem apenas de oportunidades, mas da capacidade de reconhecer o valor de cada encontro.
João Paulo Penido

Parabéns!!! Bela matéria sobre meu filho.
Adorei! Muitíssimo obrigado pela maravilhosa matéria. Abs, Cesar Gabriel de Almeida