A exposição individual "Matéria e Luz", de Marcos Duprat, teve seu período expositivo prolongado até 13 de junho no Ateliê Casa Um, com 20 pinturas a óleo e 25 desenhos
- Alex Gonçalves Varela

- 4 de jun.
- 4 min de leitura
Artista participou de ato de doação de 12 obras ao Governo de São Paulo, no Palácio dos Bandeirantes, e de conversa sobre pintura no Ateliê Casa Um

A exposição individual "Matéria e Luz", de Marcos Duprat, que está em cartaz até o dia 4 no Ateliê Casa Um, teve seu período expositivo prolongado até 13 de junho. No último dia 22, ele participou do ato de doação, no Palácio dos Bandeirantes, de 12 obras ao Governo de São Paulo, recebidas pelo Acervo dos Palácios, do departamento museológico da Casa Civil. No dia 23, o artista participou de “Uma conversa sobre pintura”, na galeria, com a curadora do Acervo dos Palácios do Governo de São Paulo, Renata Rocco, e o curador da exposição, Luis Sandes.

Entre as obras doadas ao Acervo dos Palácios estão “Horizontes”, “Limites 1”, “Interior em Kyoto”, “Interior IV” e “Interior V”, que evidenciam temas recorrentes na produção do artista, como paisagem, espacialidade e a relação entre luz e arquitetura.
“A chegada dessas obras de Marcos Duprat ao acervo dos Palácios reforça nosso compromisso de valorizar e preservar a arte brasileira contemporânea. São trabalhos que convidam à reflexão e ampliam o acesso do público a diferentes expressões artísticas, fortalecendo a relação entre cultura e sociedade”, ressalta Renata Rocco, curadora do Acervo dos Palácios do Governo de São Paulo.

Na exposição, as pinturas exploram o uso sutil e criterioso da velatura, a técnica tradicional da pintura a óleo que utiliza diversas capas de tintas na construção da imagem. Como Antonio Cicero Lima ressaltou, isso cria a extraordinária pulsação cromática de suas obras.
“Por meio do trabalho com a luz, o pintor discute a solidão, o duplo, a impermanência, o transcendente e o onírico.
Nas obras presentes nesta mostra, Marcos Duprat explora os limites entre a representação da realidade visível e a criação de espaços pictóricos geométricos em que a luz, denominador comum das obras expostas, têm um papel protagonista, como define o curador Luis Sandes (Doutor em História da Arte pela USP).
A exposição, em São Paulo, reúne 20 pinturas e 25 desenhos. No release de imprensa original da exposição, ainda é possível acessar os textos críticos do curador e de Antonio Cicero Lima, da Academia Brasileira de Letras (ABL).
Na exposição, as pinturas exploram o uso sutil e criterioso da velatura, a técnica tradicional da pintura a óleo que utiliza diversas capas de tintas na construção da imagem. Como Antonio Cicero Lima ressaltou, isso cria a extraordinária pulsação cromática de suas obras.
“Por meio do trabalho com a luz, o pintor discute a solidão, o duplo, a impermanência, o transcendente e o onírico. Nas obras presentes nesta mostra, Marcos Duprat explora os limites entre a representação da realidade visível e a criação de espaços pictóricos geométricos em que a luz, denominador comum das obras expostas, têm um papel protagonista, como define o curador Luis Sandes (Doutor em História da Arte pela USP).
A exposição, em São Paulo, reúne 20 pinturas e 25 desenhos. No release de imprensa original da exposição, ainda é possível acessar os textos críticos do curador e de Antonio Cicero Lima, da Academia Brasileira de Letras (ABL).
Mais sobre o artista

O artista Marcos Duprat
Marcos Duprat nasceu no Rio de Janeiro, onde iniciou sua formação artística no ateliê do Museu de Arte Moderna (MAM). Prosseguiu na prática do desenho e da pintura, completando o Mestrado em Belas Artes na American University em Washington, D.C., onde realizou sua primeira mostra individual em 1977.
Diplomata, após sua permanência nos Estados Unidos, viveu sucessivamente em Lima, Tel Aviv, Milão, Budapeste, Montevidéu,Tóquio, Cidade do Cabo e Kathmandu.
Dentre suas exposições individuais no Brasil, cabe assinalar aquelas realizadas no Museu de Arte de São Paulo (MASP), em 1979 e 1988, no Museu de Arte Contemporânea (MAC ), em 1995, na Pinacoteca do Estado (2006) e no Museu Brasileiro da Escultura (MuBE), em 2015, em São Paulo. No Rio de Janeiro, expôs no Centro Cultural Correios (1995 e 2008), no Instituto Cultural Villa Maurina (1996), no Centro Cultural Banco do Brasil (1999), na Biblioteca Nacional (2016/2017) e no Museu Nacional de Belas Artes (2017).
No exterior, cumpre destacar as exposições realizadas em Milão, no Centro Culturale San Fedele (1990); em Budapeste, no Museu Nacional (1993); em Montevidéu, no Museo de Arte Contemporaneo (1999); em Tóquio, no Teien Metropolitan Art Museum (2002) e na Fujyia Art Gallery ( 2005) Em Kathmandu na Sidhartha Art Foundation (2013). E em Roma, no Pallazzo Pamphilj (2019). Ele realizou inúmeras mostras em galerias no Brasil e no exterior e tem obras nas instituições culturais acima mencionadas, bem como em outras, e em coleções particulares no Brasil e no exterior.
Serviço:
Abertura no dia 20, das 18h às 22h
Visitação de terça a sexta-feira, das 14h às 18h, e sábados, das 11h às 15h.
Alex Varela

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