Todas as cidades do mundo têm sua galeria tragicômica de celebridades, mesmo que involuntárias. A maioria desses personagens vive de biscates, caridade alheia, pequenos golpes e sem moradia fixa. Tipos extravagantes, vítimas da má sorte, do vício, de problemas mentais, da falta de assistência pública, são alvos recorrentes do populacho, das molecagens e da polícia. Na corte do Rio de Janeiro do século XIX, não foi diferente. Ela também tinha sua coleção de figuras que perambu