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Revista do Villa

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Revista luso-brasileira de conteúdo sobre cultura, gastronomia, moda, turismo,

entretenimento, eventos sociais, bem-estar, life style e muito mais...

Resultados encontrados para busca vazia

  • Encontro Luso-Brasileiro debaterá Inteligência Artificial e Direitos Humanos em Coimbra

    Foto: divulgação O “ Encontro Luso-Brasileiro sobre IA e Direitos Humanos: Desafios Éticos e Legais” realiza-se a 3 de fevereiro de 2026 , entre às 9h e às 13h , na Sala 1.05 do Colégio da Trindade , na cidade portuguesa de Coimbra, um evento que constitui um espaço de diálogo académico entre docentes e investigadores de Portugal e do Brasil sobre os mais recentes desenvolvimentos na interação entre Direito e Inteligência Artificial, com particular enfoque no impacto da IA nos direitos humanos. A iniciativa visa “aprofundar a reflexão sobre os desafios éticos e legais colocados pela Inteligência Artificial, dando especial destaque a uma análise comparada dos desenvolvimentos legislativos no Brasil e na União Europeia/Portugal”, incluindo matérias como governança algorítmica, responsabilidade civil, direitos de personalidade, direitos de autor, autodeterminação informacional e avaliação de impacto em direitos fundamentais. O programa inclui intervenções de académicos do Instituto Jurídico da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (IJ/FDUC) , da Universidade do Vale do Rio dos Sinos ( UNISINOS) e  da Universidade de São Paulo . O encontro será realizado no âmbito do projeto estratégico UIDB/04643/2025 – Instituto Jurídico da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra , reforçando a cooperação académica luso-brasileira e o debate interdisciplinar sobre os desafios jurídicos da inovação tecnológica. O evento conta com entrada gratuita, mediante inscrição prévia em https://ls.uc.pt/index.php/946218?lang=pt Ígor Lopes

  • Ivan Alves Filho - historiador e pesquisador brasileiro

    Apresentação Ivan Alves Filho é historiador e pesquisador brasileiro, com trajetória dedicada ao estudo da história social, política e cultural do Brasil. Há mais de cinco décadas desenvolve pesquisas aprofundadas sobre o Quilombo dos Palmares, tema ao qual se dedica desde 1975, com investigações em arquivos e bibliotecas do Brasil, de Portugal e da França. Autor do livro Memorial dos Palmares, atualmente em sua quarta edição, Ivan Alves Filho consolidou a obra como uma referência internacional sobre o tema, presente em dezenas de bibliotecas brasileiras e em mais de 50 bibliotecas estrangeiras. A obra recebeu reconhecimento institucional da UNESCO por sua relevância para o conhecimento histórico e para a preservação da memória da luta contra a escravidão. DM 1 — Quando e de que forma começou sua pesquisa sobre o Quilombo dos Palmares, que se tornaria uma obra de referência internacional? Ivan Alves Filho — Comecei a pesquisar Palmares em 1975, durante meu primeiro mergulho nos arquivos de Portugal, logo após a Revolução dos Cravos. A partir dali, nunca mais interrompi esse trabalho. Foram décadas de pesquisa em arquivos e bibliotecas do Brasil, de Portugal e da França, sempre buscando compreender, com rigor histórico, a dimensão política, social e humana do Quilombo dos Palmares. DM 2 — O livro Memorial dos Palmares já está presente em dezenas de bibliotecas no Brasil e no exterior. O que esse reconhecimento representa para o senhor? Ivan Alves Filho — Naturalmente, fico extremamente feliz. Saber que a obra está catalogada em 52 bibliotecas internacionais e em muitas outras no Brasil demonstra que o tema ultrapassa fronteiras nacionais. Palmares não é apenas um episódio da história brasileira, mas uma experiência universal de resistência, organização social e luta pela liberdade. DM 3 — A UNESCO reconheceu oficialmente o Memorial dos Palmares como obra relevante para o conhecimento histórico. Qual o peso desse reconhecimento? Ivan Alves Filho — Trata-se de um reconhecimento de enorme importância. A UNESCO, que é uma espécie de ministério mundial da Educação, reconheceu a relevância da obra em 1998, dez anos após sua primeira edição. Isso reforça o valor do livro não apenas como pesquisa acadêmica, mas como instrumento de preservação da memória histórica da humanidade. DM 4 — Na sua visão, por que o Quilombo dos Palmares ocupa um lugar tão central na história da luta contra a escravidão? Ivan Alves Filho — Porque Palmares talvez represente a luta mais longa, organizada e heroica travada pela humanidade contra a escravidão. Entre o final do século XVI e o início do século XVIII, o quilombo construiu uma experiência coletiva de liberdade, resistência e autonomia que desafia até hoje as narrativas simplificadas sobre o período colonial. DM 5 — Após quase cinquenta anos de pesquisa e reconhecimento internacional, o que o senhor considera mais importante que o público compreenda sobre Palmares hoje? Ivan Alves Filho — Que Palmares não pertence apenas ao passado. Ele continua sendo um símbolo vivo de resistência, dignidade e luta por justiça. Reconhecer Palmares é reconhecer a importância da memória histórica como ferramenta para compreender o presente e construir um futuro mais justo e consciente. Entrevista – Revista do Villa Criação de Conteúdo Digital: Delcio Marinho & ChatGPT Delcio Marinho

  • Ruan Peixoto - ator, criador e empresário

    Apresentação Ruan Peixoto é ator, criador e empresário, com atuação que transita entre o audiovisual, projetos autorais e o universo do empreendedorismo criativo. Dono de uma trajetória multifacetada, ele equilibra diferentes funções com consciência estratégica, ética e um olhar atento às transformações do mercado cultural e das redes sociais. Entrevista DM 1 — Você atua em diferentes frentes — artística, criativa e empresarial. Como faz para equilibrar tantas funções sem perder o foco e a saúde emocional? Ruan Peixoto — “Eu diria que o segredo está em saber priorizar. Em momentos de maior demanda em uma área específica, como no lançamento de um novo projeto empresarial, por exemplo, preciso focar mais no lado empreendedor. Mas em outras fases, como durante a criação de um roteiro ou gravação de um programa, série, filme, podcast ou até novela, é essencial dedicar a energia necessária para cada função. Sempre tento ouvir meu corpo e minha mente para saber quando desacelerar ou quando acelerar o ritmo. A chave está em manter uma rotina organizada, ter uma visão clara das prioridades e confiar na minha equipe para que eu possa focar nos aspectos que exigem mais minha presença naquele momento.” DM 2 — Entre tantas atividades, qual delas você sente que mais revela quem você é — e qual te desafia mais? Ruan Peixoto — “Eu acredito que o trabalho de ator é o que mais revela quem eu sou, porque é onde consigo me expor de forma mais crua, seja por meio das emoções ou das vivências de personagens. O palco ou as câmeras têm um poder de expressão que, para mim, é único. Já o que mais me desafia, sem dúvida, é a função de empresário. Essa área exige uma visão mais estratégica, um equilíbrio entre risco e planejamento, e uma constante adaptação ao mercado e ao comportamento do consumidor. Sinto que essa função me desafia a ser mais racional, enquanto as outras me pedem mais emoção e criatividade.” DM 3 — De que forma o seu olhar empreendedor influencia suas escolhas e processos no campo artístico? Ruan Peixoto — “Como empresário, sou muito pautado pela eficiência e pela inovação. Tento trazer essa visão para o meu lado artístico, o que significa pensar sempre em como um projeto pode agregar valor ao público, ser sustentável e, ao mesmo tempo, autêntico. Sempre que desenvolvo uma ideia criativa, tento imaginar como ela pode se conectar com as pessoas, não apenas de forma superficial, mas criando um impacto genuíno. A experiência de gerir e administrar negócios me deu uma visão mais pragmática da arte, ajudando a encontrar soluções criativas dentro dos recursos disponíveis, sem perder a essência.” DM 4 — Você já recusou projetos importantes ao longo da carreira? O que pesa nessa decisão? Ruan Peixoto — “Sim, já recusei — e mais de uma vez. Já me afastei de filme, série e até clipe musical quando percebi que o projeto não estava alinhado com os meus valores e com a minha visão artística. Em um desses casos, ao longo do processo, descobri comportamentos e atitudes do diretor que não condiziam com uma boa índole nem com o ambiente profissional em que acredito. Quando tive essa clareza, optei por sair do projeto, mesmo sabendo que isso poderia gerar impacto na minha carreira naquele momento. Acredito muito que o sucesso não pode vir a qualquer custo. Prefiro construir uma trajetória coerente, limpa e verdadeira.” DM 5 — Como você encara a responsabilidade de ter visibilidade e influência nas redes sociais hoje? Ruan Peixoto — “É uma grande responsabilidade, sem dúvida. Vejo as redes sociais como uma ferramenta poderosa para conectar e inspirar as pessoas, mas também entendo que exige cuidado constante. Tento ser sempre autêntico nas minhas postagens e na maneira como compartilho minha vida e meu trabalho, sem expor aspectos pessoais de forma invasiva. Acredito que, como influenciador, tudo o que faço online pode impactar positiva ou negativamente as pessoas. Por isso, tento sempre passar uma mensagem construtiva, que promova autoconhecimento, diversidade e respeito.” Entrevista – Revista do Villa Criação de Conteúdo Digital: Delcio Marinho & ChatGPT Delcio Marinho

  • ‘CÃO’: Parceria inédita entre os premiados grupos Clowns de Shakespeare (RN) e Magiluth (PE) estreia dia 15 de janeiro no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro

    Grupos apresentam uma fábula contemporânea sobre relações de trabalho, poder e precarização CÃO - Fotos de Rogério Alves Fotos de divulgação: https://drive.google.com/drive/folders/1PYqz22ILwsYB5rdUfHVQR8DyW2V_EAGE?usp=sharing     A luta de classes costuma acontecer longe dos palcos, mas, nesta história, fica claro como o esforço de muitos sustenta o poder de poucos. É desse ponto que nasce CÃO , a primeira parceria entre os premiados grupos nordestinos Clowns de Shakespeare  (RN) e Magiluth (PE), que estreia dia 15 de janeiro de 2026 no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro. A temporada seguirá até 15 de março, com sessões de quinta a sábado, às 19h; e domingo, às 18h. O espetáculo conta com o patrocínio do Banco do Brasil, com incentivo da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet). Em circulação, ainda cumprirá temporadas no CCBB Belo Horizonte e CCBB Salvador.   Com direção de  Fernando Yamamoto  e Luiz Fernando Marques (Lubi) , CÃO foi criada a partir de cinco residências artísticas realizadas entre Natal, Recife e Rio de Janeiro. Embora inspirado na tragédia shakespeariana “Coriolano”, a peça não busca adaptá-la. O que se vê em cena é uma fábula contemporânea atravessada por elementos do realismo fantástico, comicidade e música, marcas que se entrelaçam nas linguagens do Clowns e do Magiluth.   A trama acompanha um grupo de trabalhadores de eventos: técnicos, cenógrafos, produtores, mestres de cerimônia e seguranças que, após dias preparando um teatro para a posse de um recém-eleito líder em uma jovem república, recebe uma notícia que desmonta toda a cerimônia e os coloca num vertiginoso jogo de pressões, ordens e urgências incompreensíveis: a morte do novo governante.   É nesse momento que CÃO revela a capacidade de transformar o caos em comicidade. A partir daí, abre-se um sem-fim de situações rocambolescas, desdobramentos absurdos e peripécias hilárias que incluem confusões políticas, protocolos impossíveis, desmandos surrealistas e a necessidade de reorganizar tudo em poucas horas.   “ A gente parte de Shakespeare, mas usando só o que nos interessa: o conflito de classes, a insatisfação do povo, a manipulação política e o jogo de forças que recai sempre sobre quem trabalha. O processo da montagem foi muito natural. Fomos descobrindo, juntos, onde estavam as fraturas do presente, e daí nasceu CÃO. É uma obra que reflete profundamente a poética dos dois grupos, esse encontro tão desejado há tantos anos ”, afirma Fernando Yamamoto, diretor e coautor da dramaturgia.   CÃO - Fotos de Rogério Alves   A comédia como ferramenta de reflexão   Para Yamamoto, o espetáculo cria um riso que, ao mesmo tempo em que diverte, faz refletir sobre temas urgentes e profundos, especialmente as relações de trabalho, tão em voga no Brasil contemporâneo. O humor, aqui, não alivia a crítica, mas a expõe. Cada atropelo, cada falha de comunicação, cada ordem descabida evidencia a precarização que realmente vem atravessando as relações de trabalho no Brasil.   “ Quando partimos para investigar ‘Coriolano’, foi ficando claro que o que nos movia era o olhar para quem trabalha. Tanto no texto original quanto na realidade latino-americana, são sempre essas figuras que sustentam tudo, organizam tudo, reorganizam tudo, e são justamente as mais precarizadas ”, comenta o diretor Luiz Fernando Marques (Lubi).   Lubi lembra ainda que a peça também questiona o fazer cultural: “ A cultura é um campo em que a precarização aparece de maneira gritante. E é justamente nesse campo que seguimos criando, resistindo e nos reinventando ”, completa.   Em cena, quem dá corpo a essa engrenagem é o elenco composto por Caju Dantas, Diogo Spinelli, Erivaldo Oliveira, Giordano Castro, Lucas Torres, Mário Sergio Cabral, Olivia León e Paula Queiroz , sob dramaturgia assinada por Giordano Castro  e Fernando Yamamoto , com cenário de Fernando Yamamoto, Luiz Fernando Marques e Rogério Ferraz , direção de produção de Talita Yohana , figurino de Maria Esther , iluminação de Ronaldo Costa e dramaturgia sonora de Ernani Maletta .   Entre tropeços, correrias, confusões e descobertas, CÃO celebra aquilo que o teatro tem de mais vivo: rir da própria tragédia e seguir em frente, mesmo quando o protagonista morre antes mesmo de entrar em cena. O espetáculo também revela ao público o movimento dos bastidores e as urgências de quem precisa fazer tudo acontecer e, ainda assim, inventar poesia em meio ao caos.   ACESSIBILIDADE : Haverá interpretação em Libras e audiodescrição em apresentações com datas a confirmar.   SINOPSE: CÃO é uma colaboração entre os grupos Clowns de Shakespeare (RN) e Magiluth (PE), que nasceu de uma pesquisa sobre o Brasil contemporâneo, suas contradições, afetos e resistências, com foco na questão do trabalho precário em suas diversas facetas. Um grupo de trabalhadores de eventos — mestres de cerimônia, técnicos de som e luz, cenógrafos, produtores, seguranças e outros —, após trabalharem ininterruptamente por 48 horas para garantir que o teatro estivesse impecável para a posse do recém-eleito líder da jovem república do Lácio, recebe uma notícia que interrompe toda a programação e os coloca em uma situação de extremo estresse e submissão aos interesses de pessoas poderosas cujas motivações lhes são incompreensíveis. A partir dessa situação fabular, CÃO lança luz sobre o lugar do trabalhador no Brasil contemporâneo, na América Latina e no mundo.   FICHA TÉCNICA: Direção : Fernando Yamamoto e Lubi (Luiz Fernando Marques) Dramaturgia : Giordano Castro e Fernando Yamamoto Elenco : Caju Dantas, Diogo Spinelli, Erivaldo Oliveira, Giordano Castro, Lucas Torres, Mário Sergio Cabral, Olivia León e Paula Queiroz Stand-in : José Medeiros Figurino : Maria Esther Cenário : Fernando Yamamoto, Luiz Fernando Marques e Rogério Ferraz Adereços: Boneca : Carlos Alberto Nunes, Mona Magalhães e Raibolt Perna : Mona Magalhães e Raibolt Taxidermia sintética : Vitor Martinez Dramaturgia sonora : Ernani Maletta Colaboração em palhaçaria : Ésio Magalhães Projeto de iluminação : Ronaldo Costa Engenharia de som : Gabriel Gianni Coordenação geral e produção executiva : Renata Kaiser Direção de Produção : Talita Yohana Design gráfico : Bruno Parmera Fotos de divulgação : Rogério Alves Assessoria de imprensa : Prisma Colab Consultoria e desenho de projeto para lei : Ana Paula Medeiros Realização:  Ministério da Cultura, Centro Cultural Banco do Brasil e Governo do Brasil, do lado do povo brasileiro Patrocínio : Banco do Brasil   SOBRE O CCBB RIO DE JANEIRO: Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro marca o início do investimento do Banco do Brasil em cultura. Instalado em um edifício histórico, projetado pelo arquiteto do Império, Francisco Joaquim Bethencourt da Silva, é um marco da revitalização do centro histórico da cidade do Rio de Janeiro. São 36 anos ampliando a conexão dos brasileiros com a cultura com uma programação relevante, diversa e regular nas áreas de artes visuais, artes cênicas, cinema, música e ideias. Quando a cultura gera conexão ela inspira, sensibiliza, gera repertório, promove o pensamento crítico e tem o poder de impactar vidas. A cultura transforma o Brasil e os brasileiros e o CCBB promove o acesso às produções culturais nacionais e internacionais de maneira simples, inclusiva, com identificação e representatividade que celebram a pluralidade das manifestações culturais e a inovação que a sociedade manifesta. Acessível, contemporâneo, acolhedor, surpreendente:  pra tudo que você imaginar. SERVIÇO: CÃO Temporada: de 15 de janeiro a 15 de março de 2026 Horário: quinta a sábado, às 19h; domingo, às 18h Duração: 90 minutos Classificação: 16 anos Ingressos: R$ 30 (inteira) | R$15 (meia) Estudantes, maiores de 65 anos e Clientes Ourocard pagam meia entrada Ingressos adquiridos na bilheteria do CCBB ou antecipadamente pelo site https:/ bb.com.br/cultura     Local: Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro Endereço: R. Primeiro de Março, 66 - Centro, Rio de Janeiro Funcionamento: de quarta a segunda, das 9h às 20h (fechado às terças) Contato: (21) 3808-2020 e ccbbrio@bb.com.br   Mais informações em bb.com.br/cultura   Siga também o CCBB nas redes sociais: facebook.com/ccbb.rj  | instagram.com/ccbbrj  | tiktok.com/@ccbbcultura     ASSESSORIA DE IMPRENSA CCBB RIO DE JANEIRO : Giselle Sampaio gisellesampaio@bb.com.br   21 3808-0142 | 21 99972-6933   ASSESSORIA DE IMPRENSA: Mario Camelo Prisma Colab mariocamelo@gmail.com   mario@prismacolab.com.br   +55 21 99992.3644 Alex Varela

  • Júpiter domina o céu de janeiro e transforma noites comuns em um espetáculo raro

    O maior planeta do Sistema Solar atinge seu auge de brilho em 2026 e se torna o grande protagonista do céu noturno. Crédito: NASA / ESA / A. Simon (Goddard Space Flight Center) / Origem: Telescópio Espacial Hubble Em janeiro de 2026, o céu noturno ganha um personagem central. Júpiter surge mais brilhante e imponente do que em anos recentes, chamando a atenção até de quem não costuma observar o firmamento. O fenômeno ocorre por causa da aproximação da oposição, quando a Terra se posiciona entre o Sol e o planeta, intensificando seu brilho e tornando-o visível durante praticamente toda a noite. O resultado é um ponto luminoso marcante, estável e impossível de confundir com estrelas comuns. Júpiter aparece logo após o pôr do sol e acompanha o céu ao longo das horas, dominando o horizonte com uma presença silenciosa e constante. Mesmo sem equipamentos, o planeta se destaca com clareza. Com binóculos simples, já é possível observar suas principais luas alinhadas ao redor do disco luminoso. Mais do que um espetáculo visual, Júpiter carrega um peso simbólico e científico. Maior planeta do Sistema Solar, ele abriga fenômenos extremos, como a famosa Grande Mancha Vermelha, uma tempestade que persiste há séculos. Suas dezenas de luas continuam sendo objeto de estudos, especialmente aquelas que podem esconder oceanos sob camadas de gelo. Janeiro também favorece encontros visuais entre Júpiter e a Lua, criando composições naturais que rendem imagens elegantes e impactantes. Em noites de céu limpo, o planeta assume o papel principal, oferecendo um raro equilíbrio entre ciência e contemplação. Para o olhar editorial, o momento é ideal. O fenômeno permite narrativas visuais amplas, mapas celestes explicativos e imagens detalhadas captadas por observatórios e missões espaciais. Em um mundo acelerado, Júpiter surge como um lembrete discreto de que alguns dos maiores espetáculos continuam acontecendo acima de nós, sem ruído, sem pressa e com absoluta elegância. Cesar Gabriel de Almeida

  • Douglas Gomes - artista visual brasileiro

    Apresentação Douglas Gomes é artista visual brasileiro, com trajetória marcada pela pesquisa autodidata, experimentação constante e uma forte conexão afetiva com a memória, a infância e o universo da animação. Seu trabalho transita entre a arte abstrata, o neoexpressionismo e referências visuais que vão dos gibis clássicos aos jogos e filmes antigos. Atualmente, suas obras circulam por galerias no Brasil e no exterior. DM 1 — Para começarmos, apresente-se aos leitores da Revista do Villa. Quem é Douglas Gomes e o que seu nome artístico representa dentro da sua trajetória? Douglas Gomes — Me chamo Douglas Gomes, que é também meu nome artístico. Gomes é o sobrenome da minha mãe. Eu não vivi com ela, mas carrego ao longo da minha história momentos importantes que pude estar ao seu lado. Esse nome representa pertencimento, memória e identidade — elementos que atravessam meu trabalho artístico. DM 2 — Como se deu o início da sua carreira nas artes visuais? Houve algum momento decisivo que marcou esse caminho? Douglas Gomes — Iniciei minhas pinturas em telas em 2014, a partir de muitos estudos e experimentos com diversas técnicas. Sempre fui incansável nesse processo de aprendizado. Em 2021, com a chegada da minha filha Sara, pintei a parede do quartinho dela e decoramos tudo com arte. A partir desse momento, comecei minhas primeiras telas de forma mais consistente e, logo depois, já estava expondo minhas obras em galerias de arte. DM 3 — Quais formações e experiências foram fundamentais para moldar sua linguagem artística até aqui? Douglas Gomes — Estudei com artistas plásticos, mas grande parte da minha formação é autodidata. Sempre estudei por conta própria, pesquisando, testando e transformando meu próprio espaço em um verdadeiro laboratório de vida. A prática constante foi essencial para o desenvolvimento do meu estilo. DM 4 — O que mais te inspira no dia a dia, tanto no campo profissional quanto no pessoal? Douglas Gomes — Sempre amei desenhar. Desde pequeno, tinha facilidade para criar. Minhas principais inspirações vêm dos desenhos antigos, filmes clássicos, jogos antigos de videogame, animações e gibis. Todo esse universo da animação, aliado à arte abstrata e ao neoexpressionismo, é a base da minha criação. DM 5 — Quais são seus próximos projetos e sonhos para o futuro próximo? Douglas Gomes — Em 2025, me dediquei à produção de obras para galerias em Miami, Bélgica e Líbano, principalmente trabalhos em grandes formatos. Tem sido uma experiência incrível. Já tenho obras espalhadas por outros países, mas agora estarei presencialmente em cada um deles, levando ainda mais do meu trabalho. E deixo um spoiler: meus brinquedos colecionáveis estão sendo criados e em breve estarão em exibição em grandes galerias. Entrevista – Revista do Villa Criação de Conteúdo Digital: Delcio Marinho & ChatGPT Delcio Marinho

  • "Vem Que Tem" cumprirá temporada no Rio de Janeiro, a partir de 14/ 01, todas as quartas feiras às 20h, no Teatro Vannucci (Shopping da Gávea)

    "Vem Que Tem" é um espetáculo de entretenimento que aborda, de forma crítica, alguns episódios do cotidiano da sociedade, através de esquetes – quase todas elas fruto da observação do autor Ricardo Peixoto , em transportes públicos, bares, festas, velórios, redes sociais, ruas, praças, etc... Essa quase que obsessiva curiosidade de Ricardo Peixoto pelo comportamento do ser humano, em seu dia a dia, encontra respaldo nas crônicas de Luís Fernando Veríssimo , de quem é um fervoroso discípulo. Não só porque coleciona suas crônicas, desde o início da década de 80, mas também porque observar (e retratar) o homem comum sempre foi, igualmente, o foco principal das suas preocupações. Nesse sentido, encontrar na linguagem do Teatro de Revista a forma adequada para tais narrativas, foi uma decorrência natural. Até porquê, a Revista sempre foi um canal de difusão dos modos e costumes de uma determinada época, alternando, como se conhece popularmente, as relações com pintadas de humor. Em "Vem Que Tem", observa-se, ainda, a junção de vários elementos cênicos: música, paródia, dança e muita crítica social. Como bem observa o autor/diretor: -  Ao longo de quatro décadas (meu tempo de carreira artística), adaptei e produzi quatro peças no gênero Teatro de Revista. Retratar (e observar criticamente) os hábitos e costumes destes homens e mulheres que estão a minha volta, sempre foi a minha matéria prima. Costumo dizer que onde houver gente, eu estou atento – observando, registrando, aprendendo um pouco mais. Sempre. E esse longo aprendizado faz com que agora, em "Vem Que Tem", Ricardo Peixoto avance um pouco mais. O universo mágico deste gênero, que já foi consagradamente apontado como o que de mais significativo havia no teatro popular brasileiro (décadas de 40 e 50 do século passado), é reverenciado na citação de suas grandes estrelas/vedetes, dos seus consagrados atores/comediantes e, também, dos seus autores e produtores. Como bem observa Ricardo Peixoto "Estou estreando como autor e compositor, ou seja, trata-se de um trabalho totalmente autoral, pois além das composições musicais de minha autoria, ambiento o espetáculo com ilustrações apimentadas que, por si só, servem para manter o clima de descontração e alegria tão pertinente a este gênero de espetáculo. Sem falar que me permito uma licença poética e coloco também bonecos (marionetes) em cena". Ficha Técnica:   Texto: Ricardo Peixoto Direção: Viviane Alfano Elenco: Amando Amoroso – Chen Chen – Chinco Canidé – Cleidiane Darlen – Delcleciano Besouro – Parabaldo Costa – Pétua Vozes de: Dhu Moraes , Fafy Siqueira – Guilherme Fiuza e Reynaldo Gonzaga Autorais – Malandro Verdadeiro, Ritmo da Maré e Vem Que Tem: Ricardo Peixoto Arranjos: Cassio Reis Música Original e Trilha Sonora: Ricardo Severo Projeto de Luz: Cizo de Souza Operação de Som: Barbara Frazão - Alselmo Vanzelli Operação de Luz: Viviane Alfano - Cizo de Souza Preparação Vocal: Paula Capovilla Movimentos Corporais/Coreografia: Ricardo Peixoto Manipulação de Bonecos: Marcia Di Mila e Olívia Oliveira Figurino: Michelly Summer Maquiagem: Silvinho Sagica Perucaria: Milton Lombardi Efeitos Visuais de projeção: Itamar Rocha Assessoria de Imprensa: Amigos Assessoria de Comunicação Fotografia: Sal Ricardo Cenotécnico e Aderecista: George Silveira Criação e Arte Visual: N2m Criação Direção de Produção e Realização: Ricardo Peixoto Produções     SERVIÇO :   Teatro Vannucci - Shopping da Gávea A partir de 14/01/2026 (todas as 4ª feiras às 20h.) Rua Marqu ê s de S ã o Vicente, 52 - 3 º Andar - G á vea - Rio de Janeiro/RJ Tel: (21) 2274-7246 Ingressos: Inteira R$ 120,00 (meia R$ 60,00) Bilheteria: De Terça a Domingo, das 14h às 20h Capacidade: 427 lugares Classificação Indicativa - 12 anos   Assessoria de imprensa Amigos Assessoria Mauricio Aires e Rogerio Alves   Alex Varela

  • Entrevista: Bruno Monção

    Apresentação Bruno Monção Formação: Teatro Miguel Falabella, Teatro O Tablado, Centro de Investigação Artística, E-Book Filmes. Ator com formação sólida em teatro e audiovisual, Bruno Monção construiu sua trajetória a partir da comédia, da observação do cotidiano e da paixão pela arte de interpretar, sempre buscando novos desafios e projetos autorais. 1 — Qual foi o maior desafio da sua carreira até aqui — e como você superou? O maior desafio foi confiar nas pessoas erradas. Foi um erro que, em determinado momento da minha carreira, quase me fez desistir. Mas resolvi continuar em frente, sem permitir que as maldades da vida interferissem nos meus sonhos. Sigo na luta até hoje, com a graça de Deus. 2 — Existe alguma figura que inspirou ou continua inspirando o seu trabalho? Por quê? Sempre admirei muito Os Trapalhões e a comédia dos anos 90. Sou profundamente influenciado por artistas como Mussum, Zacarias, Grande Otelo, Canarinho, Jorge Lafond, Chico Anysio, entre outros. E alguém que sempre me inspirou — e continua inspirando — é o grande ator Lima Duarte. 3 — Como você enxerga o cenário atual da sua área de atuação no Brasil? Vejo um cenário bem amplo, com espaço para todos, sem a necessidade de invadir o espaço do outro ou prejudicar ninguém. A arte cresce quando existe respeito e colaboração. 4 — Quais são seus próximos projetos ou metas para o futuro próximo? Pretendo dirigir um curta-metragem e um documentário em breve. Os projetos já estão no forno e caminhando para sair do papel. 5 — Que conselho você daria para quem deseja seguir um caminho semelhante ao seu? Se não houver amor, dedicação, empenho e carinho, é melhor não entrar na profissão. Nada na vida é fácil. Aparecer na TV não é simples — existe estudo, preparação e, principalmente, muita concorrência. É preciso estar disposto a aprender sempre. Entrevista – Revista do Villa Criação de Conteúdo Digital: Delcio Marinho & ChatGPT Delcio Marinho

  • Perfil: Natália Penna

    Sou Natália Penna, tenho 36 anos, resido no município de Duque de Caxias e carrego comigo o orgulho de quem transforma origem em impulso. Atuo em todo o Rio de Janeiro, conectando pessoas, projetos e propósitos. Minha trajetória profissional não segue linhas retas. Ela é feita de escolhas corajosas. Sou formada em Letras, Ciências Contábeis e Arquitetura e Urbanismo, com atuação também em Gestão Pública e Gestão Imobiliária. Essa diversidade não é acaso: é resultado de curiosidade, disciplina e paixão por aprender. Acredito no conhecimento como ferramenta de liberdade e transformação. Atuo como corretora, avaliadora e perita de imóveis, conciliando técnica, sensibilidade e responsabilidade. Sou co-proprietária de uma empresa no setor da construção, onde aprendi, na prática, o valor da gestão e do trabalho em equipe. Também exerço função pública, acreditando que política e cidadania devem caminhar juntas. Tenho perfil estratégico, olhar analítico e comunicação clara. Mas acima de qualquer cargo, sou movida por propósito. Gosto de gente, de ideias e de construir soluções. Sou apaixonada pela vida, pelos desafios e pela possibilidade diária de evoluir. Acredito que excelência se constrói com constância, ética e coragem. Não temo recomeços, eles fazem parte do crescimento. Minha história é sobre movimento, responsabilidade e verdade. É sobre ocupar espaços sem perder a essência. É sobre fazer bem feito, com a alma. A vida recompensa quem tem coragem de ser inteiro, mesmo quando o caminho exige firmeza e fé. André Cantarino

  • Ouro Negro e o Destino Manifesto: A Genética do Petróleo na Alma Americana

    A imagem de um cavalo mecânico solitário sob o sol escaldante, ladeada pela bandeira listrada e o horizonte árido do Monument Valley, resume mais do que uma indústria; resume uma mitologia. A frase "Sempre foi assim" não é apenas um título, é um diagnóstico. Para entender a geopolítica moderna, é preciso dissecar o que parece ser o "DNA" dos Estados Unidos: uma fixação quase biológica pelo petróleo, o combustível que transformou uma ex-colônia na maior potência do planeta. ​A Gênese da Ganância: Os Reis do Petróleo ​Essa "tara" pelo petróleo não nasceu por acaso. No século XIX, o desabrochar da Revolução Industrial encontrou em solo americano o cenário perfeito para a ascensão de figuras que moldariam o capitalismo moderno. ​John D. Rockefeller: O patriarca da Standard Oil não apenas extraiu óleo; ele sistematizou a ganância. Ao controlar 90% do refino nos EUA, Rockefeller estabeleceu o arquétipo do magnata americano: a busca pelo monopólio absoluto sob o pretexto de "ordem" no mercado. ​A Corrida do Ouro Negro: Das planícies da Pensilvânia ao Texas, a busca pelo petróleo tornou-se uma extensão do "Destino Manifesto" . Se antes a missão era conquistar terras de mar a mar, agora era perfurar o mais fundo possível para alimentar a fome insaciável de progresso. ​Geopolítica de Sangue: O Petróleo como Vetor de Guerra ​Com o passar das décadas, a necessidade de garantir o fluxo ininterrupto de energia transformou a política externa americana em uma extensão do departamento de logística das petrolíferas. O século XX e o início do XXI foram marcados por intervenções onde o cheiro de pólvora se misturava ao de hidrocarbonetos: ​O Oriente Médio: Da derrubada de Mossadegh no Irã (1953) às invasões no Iraque, o objetivo raramente foi a "democracia", mas sim a estabilidade de preços e o controle das reservas. ​Doutrina Carter: A declaração formal de que qualquer tentativa de forças externas de ganhar o controle da região do Golfo Pérsico seria considerada um ataque aos interesses vitais dos EUA. ​O petróleo deixou de ser um recurso para se tornar uma razão de Estado, justificando guerras preventivas e alianças moralmente questionáveis. ​O Olhar Faminto sobre a Venezuela ​A fixação não arrefeceu com o tempo; ela apenas mudou o foco. Atualmente, os olhos das gigantes como ExxonMobil e Chevron estão fixos na bacia do Orinoco, na Venezuela — detentora das maiores reservas provadas do mundo. ​As sanções econômicas, as pressões diplomáticas e o apoio a mudanças de regime no país vizinho são vistos por muitos analistas como a versão contemporânea das guerras do século passado. A estrutura está pronta: as petroleiras americanas possuem a tecnologia e o capital; falta apenas a "abertura" política para que o DNA extrativista volte a operar em solo sul-americano, sob a justificativa de "segurança energética ocidental". Um Instinto que não se Extingue ​Dizer que o petróleo está no DNA americano é reconhecer que a própria identidade da superpotência foi construída sobre a queima de combustíveis fósseis. Das fortunas de Rockefeller às manobras de Wall Street, a "ganância" citada não é apenas um pecado individual, mas um motor sistêmico. ​Enquanto o mundo discute a transição verde, a infraestrutura — física e psicológica — dos Estados Unidos continua ancorada no cavalo mecânico da imagem. A tara pelo ouro negro não é uma fase; é o alicerce de um império que ainda não aprendeu a existir sem o que extrai das profundezas da terra. Gilson Romanelli

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