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LUSO-BRASILEIRA

REVISTA DO VILLA

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  • Feira Nacional do Podrão volta ao Carioca Shopping com edição recheada de sabores e diversão

    Evento gratuito reúne gigantes da gastronomia de rua, música ao vivo e atrações para toda a família Foto - Crédito @ondecomernorio Sucesso de público, a 38ª Feira Nacional do Podrão desembarca novamente no Carioca Shopping, na Zona Norte do Rio, nos dias 14, 15 e 16 de agosto (sexta a domingo). Com entrada gratuita, o evento espera reunir milhares de visitantes em um fim de semana dedicado à gastronomia de rua, música e entretenimento para todas as idades. Realizada no terraço do shopping (G5), a feira ocupará uma área de aproximadamente 5 mil metros quadrados e contará com cerca de 30 expositores, reunindo alguns dos mais famosos e criativos "podrões" do estado. O público poderá saborear clássicos da culinária de rua, como: “Hambúrguer de Três Quilos”, “Coxinha de Dois Quilos”, “Acarajé de Dois Quilos”, “Cachorro-Quente de 1,20 metro”, “Batata Turbinada”, “Torre de Churros”, “Sorvete na Chapa”, “Churrasco” e diversas outras especialidades que conquistaram os cariocas. Foto - Crédito @ondecomernorio "Estamos muito felizes em retornar ao Carioca Shopping para mais uma edição da Feira Nacional do Podrão. O evento faz parte do calendário gastronômico da cidade e reúne pessoas de todas as idades em torno da boa comida, da diversão e da valorização da cultura dos tradicionais podrões cariocas. Nossa expectativa é proporcionar mais um fim de semana inesquecível para toda a família", afirma Suzanne Malta, idealizadora e promotora da feira, criadora do perfil @ondecomernorio, ao lado do arquiteto e produtor Filipe. “Após o sucesso da primeira edição, realizada em 2025, a Feira do Podrão volta, fazendo parte das comemorações do aniversário de 25 anos do Carioca Shopping, como mais uma opção de entretenimento, reforçando o compromisso do shopping em oferecer as melhores opções de lazer e entretenimento para nossos clientes”, destaca a gerente de marketing do Carioca Shopping, Michelle Coutinho. Além da programação gastronômica, a feira contará com um espaço infantil equipado com recreadores e diversas atrações, como touro mecânico, tobogã gigante, Discoplay, jacaré inflável, cama elástica, pula-pula inflável e barraca de algodão-doce. A programação musical também promete animar o público durante todo o evento, com apresentações de DJs, rodas de samba e grupos de pagode. SERVIÇO: 38ª Edição da Feira Nacional do Podrão Local: Carioca Shopping (Av. Vicente de Carvalho, 909 / Terraço Carioca (G5) - Vila da Penha). Dias: 14, 15 e 16 de agosto (sexta, sábado e domingo). Horários: Sexta - das 17h às 22h / Sábado e domingo - das 14h às 22h. Entrada: Gratuita Siga as redes: @feiradopodrao / @carioca_shopping Nando Andrade

  • Com Daphne Bozaski e Gabriela Medvedovsky, 'Pergunte alguma coisa' estreia quinta, no Tucarena

    Um atraso. Uma mentira. Um encontro inesperado. Este é o ponto de partida da peça ‘Pergunte alguma coisa’, que reúne no palco, pela primeira vez, duas das mais queridas jovens atrizes do Brasil: Gabriela Medvedovsky e Daphne Bozaski. Crédito: Brunno Rangel Um atraso. Uma mentira. Um encontro inesperado. Este é o ponto de partida da peça ‘Pergunte alguma coisa’, que reúne no palco, pela primeira vez, duas das mais queridas jovens atrizes do Brasil: Gabriela Medvedovsky e Daphne Bozaski. A amizade e parceria das duas vem de longe, quando protagonizaram a novela “Malhação – Viva a Diferença” (2017), o spin off “As Five” (2020) e, mais recentemente, na novela das nove “Três Graças” (2026). Com direção de Guilherme Gobbi, a estreia será no dia 06 de agosto, no Teatro Tucarena, em São Paulo. Crédito: Brunno Rangel Agora, as atrizes têm um primeiro encontro marcado nos palcos. Escrita especialmente para Daphne e Gabriela por Gustavo Pinheiro (autor de “Dois de Nós”, com Antonio Fagundes e Christiane Torloni, “A Lista”, com Lilia Cabral e “A Tropa”, com Otavio Augusto), “Pergunte alguma coisa” discute e explora uma das questões mais recorrentes nos dias de hoje: quais são os limites entre o que é humano e o que é criado pela tecnologia? Ao longo da temporada, Gabriela e Daphne se revezam nas personagens em diferentes dias, fazendo com que o público nunca saiba quem estará interpretando qual papel. “Temos visto, cada vez mais, recursos digitais e tecnológicos invadindo áreas que até então eram essencialmente humanas. Todo dia há alguma matéria no jornal falando sobre isso, jovens que fazem terapia com ChatGPT, pessoas se casando com inteligência artificial... as fronteiras entre verdade e mentira parecem cada vez mais borradas e o espetáculo, com duas excelentes atrizes, me parece uma oportunidade preciosa de discutirmos – e rirmos! – disso tudo, com inteligência e acidez”, explica o autor. Gabriela concorda que a inteligência artificial está rompendo as barreiras da realidade. “Já não se pode confiar no que se vê. Vivemos um tempo de constante dúvida: o que é de fato real? A peça propõe aprofundar a reflexão do tempo em que vivemos, das relações que construímos, das verdades que acreditamos. Como atriz, me interessa trazer para pauta discussões como estas e que envolvam o público, para que a conversa comece no palco e siga reverberando fora dele”, diz Gabriela. A opinião é compartilhada por Daphne Bozaski. “Até que ponto nós já estamos totalmente absorvidos pelas facilidades da tecnologia? Será que conseguimos pesquisar numa Barsa? E se um fio romper e ficarmos por muito tempo sem comunicação de internet… Será que conseguimos lidar com nossas vidas cotidianas sem nos expor, sem ter a validação do outro? Me questiono sobre isso! Quando Gustavo e Guilherme Gobbi nos chamaram para esse projeto, pensei: É sobre isso! Esse projeto me instiga, traz de uma maneira bem escrita e com uma boa dose de bom humor, temas que me atravessam. Que oportunidade boa para quem nos assiste, se divertir e se questionar sobre inquietações como essas minhas… Que oportunidade! Criar com esses artistas que tanto admiro. Acredito que a arte, mais principalmente o teatro, tem a grande importância de nos fazer refletir sobre a vida. Quem sabe encontramos juntos caminhos para responder essas minhas perguntas e tantas outras”, afirma. Crédito: Brunno Rangel Para Guilherme Gobbi, que estreia na direção em “Pergunte alguma coisa”, a peça oferece a oportunidade de trabalhar com duas atrizes que conhece bem: Gobbi foi o responsável por fazer a escalação das atrizes para o trabalho em “Malhação”. “A inteligência artificial já é uma realidade, e seus desdobramentos nas nossas vidas seguem despertando fascínio e medo. O teatro, para mim, é o lugar ideal para discutir temas urgentes como esse. Sempre admirei a maneira como o Gustavo imprime humor e sofisticação em sua escrita, e estou muito feliz em dirigir um texto seu. Soma-se a isso a alegria de trabalhar com duas atrizes extraordinárias, que acompanho há anos e que atravessam um momento brilhante de suas trajetórias”, explica Gobbi. O diretor convidou a atriz e diretora Debora Lamm para a interlocução artística da montagem. “Desde que começamos a falar desse projeto, o nome da Debora Lamm me veio imediatamente à cabeça. Nossa afinidade artística vem de longe. Temos um olhar semelhante para o trabalho do ator e para a cena. Ao longo do tempo, fomos cultivando o desejo de nos encontrarmos nos palcos. Quando a ideia dessa peça surgiu, tive a sensação clara de que ele oferecia o terreno ideal para isso. Nossas inquietações convergem diretamente com o universo proposto pelo texto do Gustavo”, explica. A direção de produção de “Pergunte Alguma Coisa” é de Celso Lemos. FICHA TÉCNICA: Elenco: Daphne Bozaski e Gabriela Medvedovsky Texto: Gustavo Pinheiro Direção: Guilherme Gobbi Interlocução Artística: Debora Lamm Assistente de direção: Talita Franceschini Direção de arte: Natalia Miyashiro Figurinos: Luiza Romar Desenho de Luz: Marina Meyer Desenho de som: Lucas Marcier Direção de movimento: Fabricio Licursi Fotógrafo: Brunno Rangel Programação visual: Vinicius Fadel Assistente de Produção: Will Siqueira Assessoria de Imprensa: Alan Diniz e Pedro Neves Direção de Produção: Celso Lemos Realização: Musa Produções SERVIÇO: “PERGUNTE ALGUMA COISA” Teatro Tucarena – Rua Monte Alegre, 1024 – Perdizes / SP Tel: (11) 3670-8455 Temporada: de 06 de agosto a 11 de outubro (quinta a domingo) HORÁRIOS: 5ª, 6ª e sábado às 20h, dom às 17h INGRESSOS: R$140 e R$70 (meia) VENDAS: www.sympla.com.br ou na bilheteria de 3ª a sab de 14h às 20h, dom de 14h às 18h CAPACIDADE: 388 espectadores ACESSIBILIDADE: sim DURAÇÃO: 60 min GÊNERO: comédia CLASSIFICAÇÃO: 12 anos Redes Sociais: @perguntealgumacoisa INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA: Alan Diniz alan@xavantecomunicacao.com.br - (21) 99473.6974 Pedro Neves pedro@climaxconteudo.com – (21) 99676-4917 Alex Varela

  • Alegria apresenta tributo à Sade no Dolores Club com clássicos do soul, do R&B e do smooth jazz

    A cantora e compositora Alegria se apresenta no Dolores Club, no Centro do Rio, na próxima quinta-feira (6), às 20h30, com o espetáculo Tribute to Sade, homenagem à icônica banda britânica liderada por Sade Adu. Alegria - Divulgação Com um repertório que atravessa alguns dos maiores clássicos do soul, do R&B e do smooth jazz, o show convida o público a revisitar canções que marcaram gerações, como Smooth Operator, Your Love Is King e outros sucessos que ajudaram a consolidar a elegância sonora do grupo. Ingressos a partir de R$40. Abertura da casa às 19h. Com uma carreira construída ao lado de importantes nomes da música brasileira, Alegria já dividiu palco com Sandra Sá e Cidade Negra, colaborou com Anitta e atualmente integra a banda de Fernanda Abreu nos vocais de apoio. Sua voz também pode ser ouvida em trilhas sonoras de novelas e minisséries da TV Record, como Os Dez Mandamentos e Amor e Intrigas. Além disso, participou da gravação do DVD Rock in Rio 30 Anos, acompanhando artistas como Frejat, Paula Toller, Baby do Brasil, Paulo Ricardo e a própria Fernanda Abreu. Nascida no Rio de Janeiro e criada em Barra de Guaratiba, Alegria cresceu em um ambiente cercado pela música. Filha de Paulo César, amigo de integrantes dos Novos Baianos, como Pepeu Gomes, Baby do Brasil e Luiz Galvão, teve desde cedo contato com diferentes referências musicais. Ainda criança, já se apresentava em eventos escolares e, em 2003, aprofundou sua formação vocal ao estudar canto com André Gabeh. Paralelamente aos projetos em que atua como intérprete e backing vocal, Alegria também desenvolve um trabalho autoral. Em 2021, lançou o single e videoclipe Vinil e Vinho e a canção Can You Believe, que integrou a trilha sonora da novela Amor e Intrigas. Suas músicas estão disponíveis nas principais plataformas digitais. A direção musical do espetáculo Tribute to Sade é assinada pelo tecladista Thiago Gomes, que também integra a banda ao lado de Juno Moraes (guitarra), Felipe Ramos (bateria), Vini Lobo (baixo) e Mario Grigorowsky (saxofone). Dolores Club R. do Lavradio, 10 – Centro – RJ Alegria – “Tribute to Sade” Data: Quinta-feira 6 de agosto, às 20h30. Abertura da casa às 19h. Ingressos: a partir de R$40. Contato: (21) 96550-0002 (WhatsApp) e faleconosco@rioscenarium.com.br Programação e ingressos: https://site.bileto.sympla.com.br/doloresclub/ Mais informações: www.rioscenarium.com.br / @rioscenarium Assessoria de Imprensa Grupo Scenarium – Arteiras Comunicação Iolanda Vieira – (21) 99430-2418 Teresa Tavares – (21) 98176-5423 Rô Lopes – (21) 99693-8333 gruposcenarium@arteiras.com.br Teresa Tavares - Arteiras

  • Claudia Raia emociona o público no Theatro Municipal do Rio com musical sobre Tarsila do Amaral

    O Theatro Municipal do Rio de Janeiro recebeu, nos dias 1º e 2 de agosto, as quatro apresentações do musical Tarsila, a Brasileira, espetáculo que retrata a vida e a obra da maior pintora brasileira e marca o início de uma turnê nacional por sete cidades. A produção, apresentada pelo Ministério da Cultura e pela Brasilprev, conquistou o público com uma montagem 100% nacional, que une teatro, música e artes visuais. - Crédito: Cristina Granato Protagonizado e produzido por Claudia Raia, o espetáculo conta ainda com a atuação de Jarbas Homem de Mello, no papel de Oswald de Andrade. O texto e as letras são assinados por Anna Toledo e José Possi Neto, que também responde pela encenação e direção de arte da montagem. Inspirado na trajetória de Tarsila do Amaral, o musical apresenta ao público uma narrativa que revisita momentos marcantes da vida da artista e sua importância para o modernismo brasileiro, combinando interpretações, números musicais e uma sofisticada concepção cênica. As apresentações no Rio de Janeiro reuniram um público formado por artistas, personalidades da cultura, amigos do elenco e convidados especiais, que prestigiaram a produção e aplaudiram de pé a performance dos atores. O clima de celebração marcou a temporada carioca, reforçando o reconhecimento do espetáculo como uma das grandes produções nacionais em cartaz. A fotógrafa Cristina Granato realizou diversos registros fotográficos dos bastidores e da apresentação. Suas imagens captaram momentos marcantes do espetáculo, do elenco e bastidores, registrando a presença de artistas e convidados que foram prestigiar Claudia Raia, Jarbas Homem de Mello e toda a equipe envolvida na produção. Após a temporada no Rio de Janeiro, Tarsila, a Brasileira segue em turnê por outras cidades do país, levando ao público um espetáculo que homenageia o legado da artista modernista por meio de uma linguagem contemporânea, emocionante e visualmente impactante. Jarbes Homem de Mello , Claudia Raia , Carla Khouri e Netto Moreira - Crédito: Cristina Granato Carla Khouri e Netto Moreira - Crédito: Cristina Granato Juliana Amorim, Jarbas Homem de Mello, Claudia Raia e Maria Gil - Crédito: Cristina Granato As namoradas Maria Gil e Juliana Amorim - Crédito: Cristina Granato Mariana Ximenes, sua mãe Fatima Ximenes e Katia Amorim - Crédito: Cristina Granato Jarbas Homem de Mello, Katia Amorim, Claudia Raia e Fatima Ximenes - Crédito: Cristina Granato Jarbas Homem de Mello e Claudia Raia - Crédito: Cristina Granato Jarbas Homem de Mello e Claudia Raia - Crédito: Cristina Granato Jarbas Homem de Mello, Claudia Raia e o sobrinho Kaian Raia - Crédito: Cristina Granato Claudia Raia e Jarbas Homem de Mello - Crédito: Cristina Granato Crédito: Cristina Granato Jarbas Homem de Mello e Claudia Raia - Crédito: Cristina Granato Jarbas Homem de Mello e Claudia Raia - Crédito: Cristina Granato Maria Gil e Mariana Ximenes - Crédito: Cristina Granato Fátima e sua filha Mariana Ximenes - Crédito: Cristina Granato Mariana Ximenes - Crédito: Cristina Granato Jarbas Homem de Mello, Caru Truzzi e Claudia Raia - Crédito: Cristina Granato Jarbas Homem de Mello e Claudia Raia - Crédito: Cristina Granato Crédito: Cristina Granato Crédito: Cristina Granato Mariana Ximenes e José Possi Neto - Crédito: Cristina Granato Claudia Raia e Angélica Laureano - Crédito: Cristina Granato Claudia Raia, Mariana Ximenes e Jarbas Homem de Mello - Crédito: Cristina Granato Claudia Raia e Mariana Ximenes - Crédito: Cristina Granato Mariana Ximenes e Jarbas Homem de Mello - Crédito: Cristina Granato Mariana Ximenes e Jarbas Homem de Mello - Crédito: Cristina Granato Claudia Raia e Mariana Ximenes - Crédito: Cristina Granato Cristina Granato

  • O baile de gala mais badalado do século 21 e de toda a América

    O Clube Central comemorou seus 106 anos de história em grande estilo com a realização do tradicional Baile de Gala, um dos eventos mais emblemáticos do calendário social de Niterói. Fotos: Divulgação O Clube Central comemorou seus 106 anos de história em grande estilo com a realização do tradicional Baile de Gala, um dos eventos mais emblemáticos do calendário social de Niterói. Realizada no salão nobre da sede, na Praia de Icaraí, a celebração reuniu sócios, autoridades, empresários, representantes da sociedade civil e convidados em uma noite marcada pela elegância, emoção e valorização da história da instituição. Símbolo da tradição do clube desde sua fundação, em 18 de julho de 1920, o Baile de Gala reafirmou o papel do Central como um dos mais importantes espaços de convivência social, cultural e esportiva da cidade. A programação contou com o animado show da Banda Celebrare, que embalou a pista de dança e fez o público reviver grandes sucessos. A gastronomia foi assinada pelo Buffet Vera Soares, sob o comando da chef Paola Soares, enquanto a decoração do salão nobre e da varanda levou a assinatura de Jorge Mendes. Um dos momentos mais emocionantes da noite foi a exibição, em telão, de imagens históricas de antigas edições do baile e de diferentes fases do clube, proporcionando uma viagem pela memória afetiva de gerações de associados. Durante a cerimônia, o presidente do Clube Central, Fernando Tinoco, recepcionou os convidados ao lado da diretoria e do Conselho Deliberativo, destacando a importância de preservar a história e fortalecer as tradições da instituição."No Central, honramos nossa história e todos aqueles que ajudaram a construí-la, sempre celebrando a vida, a amizade e o espírito de união que fazem parte da essência do nosso clube", afirmou Fernando Tinoco. Representando o prefeito Rodrigo Neves, a primeira-dama Fernanda Neves prestigiou a comemoração. Também participaram da solenidade autoridades civis e militares, representantes de entidades, dirigentes de clubes, jornalistas e personalidades da sociedade fluminense. Mais do que celebrar um aniversário, o Baile de Gala reafirmou o compromisso do Clube Central com a preservação de sua história e de suas tradições, mantendo viva uma trajetória de mais de um século que faz parte da memória de Niterói. Créditos especiais a Duplinha comunicação ( Leandro Amora do Lago e Fernanda Leal) Inês, Fernanda e Marcos Souza Leandro Amora do Lago, a chef Paola Soares e Fernanda Leal Hugo, Helena e Renata Palha Cesar Gabriel de Almeida

  • Isla Canela: Entre o azul do Atlântico e o verde que respira

    Entre o azul do Atlântico e o verde da natureza, Isla Canela revela um refúgio onde tranquilidade, sofisticação e bem-estar se encontram no sul da Espanha. Crédito Fotográfico: Pedro Ramos Há lugares que vivem de contrastes. E depois há Isla Canela, onde tudo parece encontrar equilíbrio. Situada no extremo sul de Espanha, em Ayamonte, junto à foz do Guadiana e na Costa de la Luz, Isla Canela abre-se para o oceano Atlântico e não para o Mediterrâneo, com mais de sete quilómetros de praia que marcam a transição para o Algarve português. É mais do que um destino balnear: é um estado de espírito, uma ilha urbana onde a natureza continua a dar o tom e onde a energia positiva se sente desde a chegada. Aqui, o azul domina. O céu surge amplo e luminoso, e o Atlântico acompanha essa sensação de liberdade com praias extensas de areia fina e águas limpas, num cenário que convida a longas caminhadas, a banhos demorados e a uma desaceleração rara. Mas basta voltar o olhar para o interior para perceber que Isla Canela não vive apenas do mar. Crédito Fotográfico: Pedro Ramos Os campos verdes, as zonas naturais envolventes e a proximidade do mar e do rio criam uma paisagem de grande frescura visual, onde a luz intensa do sul de Espanha encontra um contraponto sereno e repousante. Esse diálogo entre o azul da costa atlântica e o verde da envolvente faz de Isla Canela um lugar de equilíbrio, onde a vitalidade e a tranquilidade convivem sem esforço. Já para não falar do por-do-sol por este lugar... que magnifico quadro entre calor e magia de luz. Isla Canela é também movimento, convivência e vida ao ar livre. A marina, os passeios, os restaurantes e as esplanadas reforçam uma dinâmica contemporânea e descontraída, sem quebrar a harmonia com a paisagem natural que define todo este território. A proximidade com Portugal acentua ainda mais essa identidade aberta, luminosa e acolhedora, feita de cruzamentos subtis entre margens e culturas. Crédito Fotográfico: Pedro Ramos Há, porém, uma outra dimensão que eleva ainda mais a experiência de Isla Canela: o golfe. O destino dispõe de dois campos de 18 buracos integrados num ambiente natural singular, junto ao mar e às margens do Guadiana, confirmando que o desporto, a paisagem e o bem-estar fazem aqui parte da mesma linguagem. Estar hospedado no Hotel Isla Canela Golf Boutique, apresentado como um hotel boutique junto ao campo de golfe e pensado para o descanso, o desfrute e o desporto, é descobrir uma forma mais serena e sofisticada de viver este destino; como se, no coração do verde, Isla Canela revelasse uma elegância tranquila que completa na perfeição a sua energia positiva. Bem-vindos (ou bien venidos !!) a Isla Canela! Onde o azul e o verde se misturam sem formar nenhuma cor diferente. Pura magia! Pedro Ramos

  • Famosos prestigiam o encerramento do Enel Festival de Inverno Rio

    O encerramento da 9ª edição do Enel Festival de Inverno Rio reuniu grandes atrações musicais e um seleto grupo de convidados famosos em uma noite de celebração na Marina da Glória. O último dia do Enel Festival de Inverno Rio, realizado neste domingo (2), na Marina da Glória, reuniu um time de famosos que acompanhou a programação de encerramento da 9ª edição do festival. A noite contou com shows de Belo e Gabi Melim, Criolo e Rael, além de Seu Jorge e Marcelo D2. Entre os convidados presentes estavam Raphael Logam, IZA, João Vitor Silva, Sérgio Malheiros, Marcelo Serrado e Emiliano D’Ávila, Paloma Bernardi, entre outros nomes que prestigiaram o evento. Alex Varela

  • Entrevista: Gregory Rodrigues/ Cantor e Compositor 

    Após conquistar o público no Jovens Talentos e se destacar em cruzeiros internacionais, Gregory Rodrigues prepara o lançamento de seu primeiro audiovisual e homenageia grandes clássicos da música. Gregory Rodrigues: Fenômeno Musical no meio do Mar Gregory Rodrigues é cantor, compositor e intérprete brasileiro, com uma trajetória construída sobre talento, versatilidade e paixão pela música. Seu primeiro contato com o universo musical aconteceu ainda na infância, aos 3 anos de idade, despertando uma vocação que o levou aos palcos profissionalmente aos 12 anos. Em 2010, ganhou projeção nacional ao participar do quadro Jovens Talentos, do Programa Raul Gil (SBT), experiência que marcou o início de uma carreira em constante ascensão. Desde então, Gregory vem consolidando seu nome com apresentações em grandes eventos, casas de espetáculo e temporadas internacionais. Com ampla experiência no mercado do entretenimento, atua há vários anos como cantor em companhias de cruzeiros internacionais, levando a música brasileira e grandes clássicos da música mundial para públicos de diferentes nacionalidades. Seu repertório transita com naturalidade entre MPB, pop, jazz, boleros, clássicos internacionais, música italiana, latina e canções autorais, sempre valorizando interpretações marcadas por emoção, elegância e forte presença de palco. Atualmente, Gregory vive um dos momentos mais importantes de sua carreira. Recentemente realizou a gravação de seu primeiro audiovisual (DVD), um projeto que reúne músicas autorais inéditas e que será lançado em breve em todas as plataformas digitais, representando uma nova fase artística e reafirmando sua identidade como cantor e compositor. Paralelamente, prepara o lançamento do projeto “Músicas Eternas”, um espetáculo dedicado às releituras de clássicos que marcaram gerações. O show presta homenagem a grandes cantores e cantoras inesquecíveis, apresentando interpretações contemporâneas e sofisticadas de obras que permanecem vivas na memória do público. Com autenticidade, sensibilidade e um repertório que une tradição e modernidade, Gregory Rodrigues segue ampliando sua presença no cenário musical, conquistando novos públicos e consolidando uma carreira pautada pela excelência artística e pelo compromisso com a boa música. Leia a entrevista na íntegra e conheça a trajetória de Gregory Rodrigues. Quando tinha 3 anos de idade, despertou o cantar! Quais foram as primeiras músicas cantadas? Sim, minha família relata que eu já tinha um dom pra música porque eu adorava cantar, dançar. E foi nessa idade que minha mãe gravou um vídeo eu cantando e interpretando com os olhinhos fechados. Eu costumava a cantar músicas de Altemar Dutra, Frank Sinatra e eu realmente me jogava nas interpretações achando que estava num grande palco, mas era o meu quarto. Kkkk Na adolescência já estava brilhando nos palcos, conte esta vocação Musical, neste período de mudanças da puberdade? Dos 12 ao 17 aprimorei meu canto em aulas de técnica vocal com professores que sempre me davam dicas de acordo com minha transição e mudança de voz. Foi um período de descobertas e amadurecimento. Iniciei minha carreira profissional aos 17 anos e foi bem difícil conciliar estudos junto com a música. Gregory Rodrigues: Fenômeno Musical no meio do Mar Quando participou do “Jovens Talentos”, programa apresentado na Emissora SBT, que na época dava linda audiência ao Comunicador Raul Gil, O que te faz lembrar deste tempo? Foi um dos momentos mais bonitos da minha passagem pela música, pela primeira vez que participei na Rede Record aos 12 anos de idade e logo após 5 anos retornei ao programa com 17 me tornando finalista, o que foi um grande marco na época tendo uma participação por quase 1 ano na tela do SBT. Carrego um grande carinho pelas lembranças, amizades e fãs que até hoje me acompanham em shows e nas redes sociais (pós 16 anos que se passaram é uma grande conquista, pelas pessoas lembrarem de você) eu cantava músicas de Dolores Duran, Orlando Silva, Frank Sinatra, creio que isso marcou uma geração e pessoas que gostam de clássicos. As companhias de Cruzeiro internacionais o identificou e daí deram início para contratos de gradativos shows... Conte esta experiência no meio do mar e pessoas lindas do seu lado te ouvindo? Essa experiência foi um diferencial e uma mudança de chave na minha profissional e pessoal, foram 10 anos dedicados a shows a bordo de grandes transatlânticos em países do Brasil, Europa e nos Estados Unidos passando por México, Bahamas e Flórida Iniciei aos 21 anos essa jornada pelos mares que me trouxe grande conhecimento musical, intelectual e de outros idiomas que melhoraram muito meu vocabulário. Eu passei por algumas companhias consagradas que me possibilitaram conhecer o mundo, são cerca de 30 países que conheci, fora as pessoas que ficam pra uma vida toda. Os shows eram pela noite e a energia dos passageiros sempre é contagiante, os shows sempre muito animados e divertidos. Seu repertório entre Mpb, Pop, Jazz, Boleros, Clássicos internacionais, música Italiana, Latina e canções autorais, quais artistas consagrados chegou a cantar e fale destas emoções individualmente. O meu gosto musical sempre foi rebuscado, ou seja, escuto músicas dos anos 20, 30 até a atualidade. Minhas referências artísticas desde muito novo foram esses estilos musicais pela grande estrutura da música, poesia e interpretações. Eu gosto de consumir e sentir. Já cantei Altemar Dutra jr., Markinhos Moura, Edith Veiga. Com Altemar foi um sonho realizado por eu escutar e cantar com meu avô as músicas do pai dele em minha infância. MARKINHOS conheci no bar do Nelson (bar famoso pela boemia em São Paulo) e pudemos compartilhar muitas vezes o palco juntos. Edith uma lenda viva que cantou ao meu lado no projeto músicas eternas. Recentemente realizou a gravação de seu primeiro audiovisual (DVD), um projeto que reúne músicas autorais inéditas. Explique este seu projeto lindo e o que busca neste contexto musical? Sim, uma realização pessoal e profissional. São 8 músicas inéditas no EP que vou lançar em todas as plataformas e dentre essas 8 selecionei 4 para gravar o meu primeiro projeto audiovisual (DVD). O projeto reuniu familiares, amigos e fãs que gostam do meu trabalho. Agradeço muito todos que fizeram parte e em breve vou disponibilizar tudo no YouTube. As músicas autorais selecionadas foram “Vidro Quebrado”, “Jeito de Amar”, To bem Demais” e “Meu Caminho” do cantor e compositor D’Black. O lançamento do projeto “Músicas Eternas”, um espetáculo que marca títulos de vários cantores você está com foco em qual meio artístico e o que inspirou neste proposito? Eu idealizei esse projeto para dar continuidade no repertório que eu já canto há muito tempo, “Músicas Eternas” é para reverenciar artistas da época do rádio, do ouro e que são inesquecíveis em nossa memória, o projeto é uma celebração a música popular brasileira, nesse show trago músicas de Dalva de Oliveira, Cauby Peixoto, Raul Seixas, Roberto Carlos, entre outros. Em breve esse show será reproduzido com banda em grande estilo, como realmente merece. No momento estou lançando clipes e um álbum nas plataformas digitais para assim o público sentir a vibe dos novos arranjos. Estou fazendo tudo diferente, arranjo, jeito de cantar, espero que o público goste, porque o original não pode ser mudado, são clássicos eternos. Mas entre as músicas selecionadas as que mais eu tenho paixão é a música Que Será de Dalva de Oliveira. Não vejo a hora de começar!!! Deixe uma mensagem para seu público que te ama e segue... pode deixar aqui também suas redes sociais. Sem o público não somos nada, todo artista depende do prestígio, do carinho e do engajamento das pessoas. Então eu sou muito grato por sempre ter pessoas torcendo por mim e fazendo da minha carreira sempre um sucesso. Eu envio meu beijo, meu abraço e minha eterna gratidão por me acompanhar tanto tempo nessa jornada musical. Quem ainda não me conhece deixo aqui o convite para visitar minhas redes sociais (@GregoryRCantor) e também temos um grupo no WhatsApp em que apenas eu tenho contato direto com fãs. Fico no aguardo de mais pessoas para entrar no nosso time. Obrigado a todos do Villa. Feliz por essa entrevista! João Paulo Penido

  • Grace Gianoukas estreia “Dora”, comédia inédita de Thereza Falcão, no Teatro dos Quatro

    Com direção de Gilberto Gawronski, espetáculo estreia em 7 de agosto e apresenta uma personagem espirituosa diante das surpresas da vida Arte da peça - Divulgação Uma das grandes referências da comédia brasileira, Grace Gianoukas protagoniza “Dora”, novo espetáculo escrito por Thereza Falcão e dirigido por Gilberto Gawronski. A montagem inédita estreia no Teatro dos Quatro, no Shopping da Gávea, em curta temporada, de 7 a 30 de agosto, com apresentações às sextas e aos sábados, às 18h, e aos domingos, às 17h. Os ingressos estão à venda na bilheteria do teatro e pelo site da Eventim. Apresentada pelo Ministério da Cultura e BB Seguros, com realização da Inova Brand, “Dora” é uma comédia sensível e bem-humorada sobre uma mulher espirituosa, cheia de certezas e com uma maneira muito particular de enxergar o mundo. Entre lembranças, relações familiares e situações inesperadas, ela percebe que a vida ainda pode guardar grandes surpresas. Na peça, Grace encarna uma mulher que acreditava que sua história já estava escrita. Mas a vida provou que ainda faltavam alguns capítulos. Dora passou décadas cuidando dos outros. Dedicou-se à família, preservou suas histórias, assumiu responsabilidades e adiou desejos que pareciam poder esperar. Acreditava conhecer perfeitamente a mulher que havia se tornado e as razões que determinaram cada uma de suas escolhas. Até que as certezas que sustentavam sua existência começam a perder o lugar. É desse ponto de partida que a comédia se desdobra, transitando com naturalidade entre o riso e a emoção para falar sobre aquilo que todos carregamos: as escolhas que fazemos, as versões que construímos sobre nós mesmos e a possibilidade de transformar o próprio destino. Em cena, Dora se vê diante de perguntas que evitou durante toda a vida. Ao revisitar relações familiares, amores interrompidos, promessas não cumpridas e sonhos adiados, ela percebe que o passado não é uma narrativa imutável. Cada lembrança pode esconder um novo significado, e cada verdade pode alterar profundamente a maneira como nos enxergamos. O espetáculo toca, com delicadeza e irreverência, em temas como luto, pertencimento, culpa, envelhecimento, solidão e desejo. Grace Gianoukas como Dora (Crédito fotográfico João Pedro Hachiya) Espirituosa, contraditória, impaciente, afetuosa e dona de uma percepção particular sobre o mundo, a personagem vive cercada pelas presenças de uma família que já não está fisicamente ao seu lado, mas que continua influenciando seus gestos, decisões e afetos. A sua relação com a família, com os vizinhos, com o trabalho, com a tecnologia e até com a própria ideia de felicidade cria situações absurdas e reconhecíveis, de suas manias e pequenas revoltas às suas tentativas de manter tudo sob controle enquanto a vida insiste em surpreendê-la. Dora faz o público rir enquanto propõe questionamentos que permanecem depois que as luzes do teatro se apagam: quantas escolhas fizemos para atender aos outros? Quantos sonhos chamamos de impossíveis apenas porque tivemos medo de vivê-los? E quem seríamos se, pela primeira vez, nos permitíssemos escolher livremente? Mais do que uma história sobre aquilo que ficou para trás, “Dora” é uma celebração de tudo o que ainda pode começar. Sobre a BB Seguros A BB Seguros é uma empresa de participações de capital aberto que atua nos segmentos de seguros, previdência aberta, títulos de capitalização e planos odontológicos. Com foco constante na inovação, tanto no canal do Banco do Brasil quanto em canais próprios e de parceiros, adotamos uma estratégia centrada no cliente, buscando oferecer experiências cada vez mais simples, relevantes e personalizadas. A companhia se destaca como líder de mercado em seguros rurais, previdência e capitalização. Como parte de sua estratégia para ampliar a proteção dos brasileiros, a BB Seguros dispõe do maior programa de relacionamento em proteção e futuro do Brasil: o Nível de Proteção, que reconhece como “Superprotegido” o cliente que possui quatro ou mais produtos. Quem é Superprotegido tem acesso a benefícios exclusivos, como atendimento prioritário e especializado, vantagens mensais, ingressos para eventos patrocinados, consultoria financeira e previdenciária e serviços de assistência residencial. Saiba mais sobre o programa em https://www.bbseguros.com.br/superprotegido. Grace Gianoukas como Dora (Crédito fotográfico João Pedro Hachiya) Grace Gianoukas vive Dora Premiada atriz, autora e criadora do emblemático “Terça Insana”, Grace Gianoukas é uma das grandes referências da comédia brasileira. O projeto transformou a linguagem do humor no país e revelou uma geração de talentos da cena teatral de São Paulo. Depois da turnê nacional de “Nasci para ser Dercy” e de sua participação na novela “Êta Mundo Melhor!”, da TV Globo, Grace retorna aos palcos em um solo escrito para explorar diferentes registros de interpretação. Além da protagonista, a atriz dá corpo e voz às pessoas que atravessam suas lembranças, construindo em cena um universo de gestos, afetos e conflitos familiares. Em “Dora”, sua precisão cômica se une a uma dimensão íntima e sensível, em uma atuação que transforma observação humana em humor e aproxima a personagem do público. No cinema, atuou em filmes como “A Festa”, de Ugo Giorgetti, “Eu Não Conhecia Tururu”, de Florinda Bolkan, e “O Clube das Mulheres de Negócios”, de Anna Muylaert, pelo qual recebeu o Kikito de Melhor Elenco no Festival de Cinema de Gramado. Em 2022, levou ao palco “Grace em Revista”, espetáculo comemorativo de seus 40 anos de carreira teatral, que lhe rendeu o Prêmio Prio de Humor e o Troféu Miguel Arcanjo. Sua trajetória reúne ainda o Troféu Açorianos por “O Acre Vai à Rússia”, o Prêmio Mambembe de Melhor Atriz por “O Pequeno Mago”, o Troféu Nelson Rodrigues de referência nacional no teatro e na televisão e o Prêmio Aplauso Brasil de Melhor Atriz por “Grace Recebe”. Em 2023, estreou em São Paulo “Nasci pra Ser Dercy”, espetáculo que segue em turnê pelo Brasil. Por sua atuação, Grace recebeu o Prêmio Shell, o Prêmio APCA e o Prêmio I Love Prio de Humor como Melhor Atriz. Grace Gianoukas e o diretor Gilberto Gawronski (Crédito fotográfico João Pedro Hachiya) Gilberto Gawronski | Direção Ator, diretor e cenógrafo, Gilberto Gawronski é um dos nomes mais premiados do teatro brasileiro. Formado pela Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), construiu uma trajetória marcada pelo rigor artístico, pela valorização do texto teatral e por montagens que unem refinamento estético e investigação da condição humana. Entre seus trabalhos estão “Dama da Noite”, “Na Solidão dos Campos de Algodão”, “Medida por Medida”, “Bom Crioulo”, “Ato de Comunhão”, “À Beira do Mar Aberto” e “A Ira de Narciso”. Vencedor de prêmios como Shell, APCA, Sharp, Mambembe, Qualidade Brasil e Açorianos, conduz em “Dora” uma encenação que equilibra humor, delicadeza e emoção, valorizando a presença da atriz e as diferentes camadas do texto. Thereza Falcão | Texto Dramaturga, roteirista e diretora teatral, Thereza Falcão tem mais de 30 anos de atuação no teatro, na televisão e no audiovisual. Durante mais de duas décadas, integrou o núcleo de dramaturgia da TV Globo, onde assinou como autora titular “Novo Mundo”, “Nos Tempos do Imperador” e “Elas por Elas”. Também foi coautora de “Cordel Encantado” e “Joia Rara” e colaboradora de “Avenida Brasil”. Nos palcos, é autora de “Emilinha e Marlene – As Rainhas do Rádio”, “Sonho Encantado de Cordel – O Musical”, “Festa no Arraial – O Musical” e “Dora”. Também dirigiu a comédia “A Manhã Seguinte”, de Peter Quilter, e adaptou obras como “A Mulher que Escreveu a Bíblia”, “Memórias de Adriano” e “Fim de Caso”, além de traduzir “Sra. Klein”, de Nicholas Wright. Sinopse “Dora” é uma comédia sensível e bem-humorada sobre uma mulher espirituosa, cheia de certezas e com uma maneira muito particular de enxergar o mundo. Entre lembranças, relações familiares e situações inesperadas, ela percebe que a vida ainda pode guardar grandes surpresas. Serviço: Espetáculo Dora Temporada: de 07 a 30 de agosto Sessões: sextas e sábados, às 18h, e domingos, às 17h Local: Teatro dos Quatro – Shopping da Gávea - Rua Marquês de São Vicente, 52 – Gávea, Rio de Janeiro – RJ Ingressos: de R$ 25 a R$ 140, disponíveis na bilheteria do teatro e no site https://www.eventim.com.br/artist/teatro-dos-4/dora-4205387/ Gênero: comédia Classificação: 14 anos Duração: 60 minutos Abertura: 30 minutos antes do início do espetáculo Bilheteria: segunda a domingo, das 14h às 20h (até o início do evento); sem taxa de serviço Capacidade: 400 lugares (sujeito a lotação) Reservas pelo WhatsApp: (21) 97309-6234 Rede social: https://www.instagram.com/dora.acomedia/ Ficha técnica: Autora: Thereza Falcão Direção: Gilberto Gawronski Cenógrafo: Nello Marrese Figurinista: Rosina Lobosco Iluminador: Vilmar Olos Direção Musical e Trilha Sonora: Rodrigo Marçal Vídeos: Rico Vilarouca Visagismo: Vitor Martinez Direção de Arte Gráfica: Mauricio Tavares Designer Gráfico: Ramon Silva Assessoria de Imprensa: Carlos Pinho Fotos de Divulgação: João Pedro Hachiya Produtor de Elenco: Felipe Ventura Aderecista: André Wonder Costureira: Railda Costa Assistentes de Produção: Michele Spindola e Thaisa Azeredo Assistente de Direção: Wesley May Assistente de Cenografia: Avner Coordenação de Produção: Filomena Mancuzo Diretor de Produção: Sergio Lopes Marketing, Comercial e Coordenador de Projeto: Mauricio Tavares Carlos Pinho

  • "História Puxa História, Leitura Faz Memória" – com a Cia Rabo de Cutia – dias 05/08 (SESC RAMOS), às 10h, e 07/08 (SESC BOTAFOGO), às 17h, e outras cidades.

    Espetáculo gratuito de contação de histórias apresenta a literatura de forma lúdica e interativa através da oralidade para narrar contos populares, com linguagem cênica e uma trilha sonora original e ao vivo. A ideia é despertar o hábito da leitura em crianças e jovens, de uma f0rma prazerosa, formando novos leitores 'Cia Rabo de Cutia' Credito - Malaki Producoes O espetáculo “História puxa História, Leitura faz Memória” da Cia Rabo de Cutia para o público infanto-juvenil, estará em circulação por algumas cidades do estado do Rio de Janeiro, incluindo a capital, durante o mês de agosto, pelo edital Sesc Pulsar 2026. A montagem reúne Narração de Histórias, combinada com elementos cênicos e musicais. Ao criar o projeto, Sandra Guzmán, entendeu ser importante apresentar a literatura de forma lúdica, interativa e acessível. Desta forma, promove um contato vivo e estimulante com histórias que enriquecem a memória e a imaginação dos jovens espectadores e de adultos de todas as idades. A Cia Rabo de Cutia apresentará o espetáculo “História puxa História, Leitura faz Memória” nos seguintes locais e datas abaixo. Algumas das apresentações terão Intérpretes de LIBRAS: Sesc Ramos – Espaço Multimídia (RJ/RJ), 05 de agosto, às 10h (Intérprete de LIBRAS) Sesc Duque de Caxias – Auditório (Duque de Caxias/RJ), 06 de agosto, às 14h (Intérprete de LIBRAS) Biblioteca Machado de Assis/Sesc Botafogo (RJ/RJ), 07 de agosto, às 17h (Intérprete de LIBRAS) Sesc Rosinha de Valença – Teatro (Valença/RJ), 08 de agosto, às 16h Sesc Teresópolis - Teatro (Teresópolis/RJ), 11 de agosto, às 14h Sesc São Gonçalo - Teatro (São Gonçalo/RJ), 12 de agosto, às 14h (Intérprete de LIBRAS) 'Cia Rabo de Cutia' Credito - Malaki Producoes Além da encantadora Narração de Histórias, o público irá se divertir com as cantigas, poesias e folguedos incluídos no repertório do espetáculo, que foram cuidadosamente selecionados por sua importância dentro da Cultura Popular Brasileira. Estas manifestações culturais são fundamentais para a formação dos saberes das crianças e permanecem vivas na memória afetiva dos adultos, fortalecendo vínculos e identidades. As cantigas e folguedos são fundamentais para a Literatura e a Cultura da infância, preservando a oralidade e a memória afetiva. O espetáculo traz uma experiência interativa com canções e trilha sonora original assinadas pelo músico André Gonçalves — especialista em ritmos da cultura popular com sólida trajetória na narração de histórias. A sonoplastia apresenta uma diversidade de instrumentos percussivos e de efeito, como cajon, pandeiro, alfaia, tamborim, tambor do divino, cascos de boi e de lhama, carrilhão, queixada, tupã, apitos (de pássaros e pedhuá), chocalhos, agogô, blocos sonoros, sinos, cowbell e kazoo. Com essa tapeçaria percussiva, André desenha uma paisagem sonora que pulsa junto com a cena, valorizando a oralidade e proporcionando uma experiência com a narração de histórias completa e imersiva. Grande parte das cantigas escolhidas são de domínio público, como “Se essa rua fosse minha” e “Mulher rendeira”, clássicos que atravessam gerações. Além dessas, a montagem também apresenta composições autorais, como “Só sei que foi assim”, com letra de Sandra Guzmán e melodia de André Gonçalves. Essa canção dialoga com a obra de Ariano Suassuna, especialmente com o personagem Chicó do Auto da Compadecida, trazendo uma releitura criativa e contemporânea das tradições populares. 'Cia Rabo de Cutia' Credito - Malaki Producoes Dessa forma, o repertório articula a riqueza do folclore brasileiro com a linguagem inovadora desenvolvida pela companhia, promovendo um encontro entre tradição e experimentação artística. O espetáculo ainda reúne algumas histórias e poesias selecionadas, que incluem a poesia de Cecília Meireles, que é apresentada de forma lúdica e rítmica, combinando com estilos musicais como o funk carioca. Além disso, o trabalho faz uma releitura da obra de Janaína Tokitaka, Pedro vira Porco Espinho, e homenageia a vida da escritora Carolina Maria de Jesus, integrando a oralidade dos contos tradicionais. Jô Jorvino, na direção de arte, valoriza a interação do público como elemento essencial do espetáculo. Ao romper com a "quarta parede", a linguagem cênica transforma o espaço em um ambiente de convivência e troca constante. Em determinado momento, os espectadores são convidados a subir ao palco para abrir o "Grimório" — um livro sagrado que guarda as memórias das primeiras literaturas. A partir desse gesto, revelam-se as histórias e canções que conduzem a apresentação. Esse recurso amplia o caráter lúdico e participativo da obra, promovendo uma experiência coletiva, dinâmica e afetiva. Sandra Guzmán, criadora, diretora, roteirista e artista da Cia Rabo de Cutia, nos conta um pouco sobre a receptividade do público infantil: “A participação das crianças, e do público em geral, é genuína, lúdica e espontânea, e experimentam intensamente o que o livro e o espetáculo proporcionam - uma verdadeira viagem pelo universo da Literatura. Observa-se que, inicialmente, poucas crianças demonstram gostar de poesia, mas após a apresentação de “A Língua do Nhem”, de Cecília Meireles, quase todas manifestam entusiasmo, levantando as mãos para expressar que agora apreciam a poesia. Outro detalhe positivo é que quando contamos em bibliotecas, logo após a apresentação as crianças buscam os livros que apresentamos em cena. Essas respostas evidenciam o impacto sensível e transformador da experiência artística, tornando o contato com a Literatura mais significativo, afetivo e acessível para o público infantil.” – pondera Sandra. O espetáculo “História puxa História, Leitura faz Memória” da Cia Rabo de Cutia é realizado através do Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar 2026, iniciativa do @sescrio que incentiva a produção artística e cultural em suas diversas manifestações. MINI-BIOS DA EQUIPE: Sandra Guzmán: Narradora de histórias internacional, atriz e escritora de livros infanto juvenis. É patrona da Academia Brasileira de Contadores de Histórias (ABCH), vencedora do Prêmio Baobá pelas contribuições literonarrativas, além de roteirista e diretora da Cia Rabo de Cutia. Atua como produtora cultural de saraus literários e representa o Brasil em festivais internacionais de narração oral na Argentina, Peru, Bolívia, entre outros. Há 13 anos ministra oficinas para sensibilizar pessoas interessadas na arte de ler, mediar, brincar e narrar histórias. Phaedra Lessa: Especialista em Linguagens Artísticas, Cultura e Educação pelo IFRJ e graduada em Comunicação Social – Relações Públicas pela UNICAP/PE, atua nas áreas de gestão cultural, produção artística, curadoria e formação. É idealizadora e curadora da Mostra Multilinguagem Arte das Quebradas (2018, 2023 e 2025/2026) e curadora do Seminário UQ 10+10, da exposição Ofício Cromático – uma ativação poética e do cineclube Cinecult Jovem, desenvolvendo ações voltadas à democratização do acesso à arte e à cultura. Entre seus trabalhos destacam-se os espetáculos Encruza (Sesc Pulsar) e Lirismo na Rua. Produziu shows e projetos musicais como Carolina Sá, EmbandoCanto, Primavera das Mulheres, Essa Lenda é Sua e Brasil de Todos os Sambas (CCBB-SP), além dos projetos literários Parada de Leitura, Sarauzeiras Oníricas e Sarau Estação 67. Participou da produção do MIMO Festival, Festival Multiverso ZO, Panorama Internacional de Dança, Festival do Rio e das exposições Björk Digital, Morrinho e Paisagem Carioca. Jô Jorvino: Graduada em pedagogia, artes visuais e artes cênicas. É escritora de livros infantis. Atua como intérprete da dança contemporânea, diretora de espetáculos infantojuvenis, narração de histórias e arte educação. André Gonçalves: Músico percussionista, contador de histórias, compositor, sonoplasta e responsável pelas trilhas sonoras dos espetáculos da companhia. Paula Evelise: Arte-educadora, artesã e aderecista, responsável pela cenografia e pelos adereços dos espetáculos da Cia Rabo de Cutia, além de atuar em outros projetos culturais. Christine Keller: Paulista radicada há 26 anos no Rio de Janeiro, a jornalista Christine Keller tem pós em Negócios/Relações Internacionais pelo IBMEC-RJ. Trabalha há mais de 20 anos com Assessoria de Imprensa, Produção de Textos e Revisão. Além disso, faz a pesquisa, reportagem, redação e revisão do Jornal ICAPRA. Coordenou por 15 anos a Comunicação e Marketing das ONGs Circo Crescer e Viver, AfroReggae e São Martinho, da Virada Sustentável Rio 2018 e de três edições do Festival Internacional de Circo do Rio. Chris já fez programa de Rádio (AfroRitmia), produção de shows (Poladian), produções de TV e foi repórter e redatora das revistas Guitar Player Brasil e Dynamite e do portal StarMedia. Fala inglês e espanhol e quer aprender yorubá e tupi-guarani. SOBRE A CIA RABO DE CUTIA: A Cia Rabo de Cutia foi idealizada por Sandra Guzmán, contadora de histórias com ampla experiência internacional, que fundou a companhia a partir de sua trajetória artística e cultural. Em 2020, para atender a uma demanda de apresentações junto à Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo (SMC-SP), o músico André Gonçalves foi convidado a integrar o grupo. Desde então, ambos representam a companhia, que conta ainda com uma equipe formada por músicos convidados e pela artesã e aderecista Paula Evelise, responsável pela criação dos cenários e adereços dos espetáculos. A companhia nasceu da vontade de valorizar as manifestações culturais populares brasileiras, promovendo a riqueza da Literatura, Oralidade, Mediação de Leitura, Intervenções Brincantes, Vivências e Formação — elementos que orientam todo o seu processo artístico. O repertório da Cia Rabo de Cutia é composto por 10 espetáculos que abordam temáticas diversas, atendendo públicos que vão desde bebês até adultos. Muitas dessas produções foram apresentadas em festivais internacionais de narração oral na Argentina, Bolívia e Peru. No Brasil, a companhia esteve presente na Mostra Sesc Cariri, em seis edições do Programa Viagem Literária do SISEB-SP, na Virada Cultural de São Paulo, além de se apresentar em diversas unidades do Sesi e Senac-SP, Festivais e Festas Literária por todo o país, e em mais de 60 bibliotecas públicas, contempladas por editais no estado de São Paulo. Ao todo, mais de 16 mil pessoas prestigiaram os espetáculos da Cia Rabo de Cutia 'Cia Rabo de Cutia' Credito - Malaki Producoes SERVIÇO: Sesc Ramos (RJ/RJ) – Espaço Multimídia - 05 de agosto, às 10h (Intérprete de LIBRAS) Endereço: Rua: Teixeira Franco, nº 38 - Ramos, Rio de Janeiro - RJ Capacidade: 60 lugares Site: https://www.sescrio.org.br/unidades/sesc-ramos/ Instagram: @sescramos Sesc Duque de Caxias – Auditório (Duque de Caxias/RJ), 06 de agosto, às 14h (Intérprete de LIBRAS) Endereço: Rua: General Argolo, nº 47 – Centro, Duque de Caxias – RJ Capacidade: 99 lugares Site: https://www.sescrio.org.br/unidades/sesc-duque-de-caxias/ Instagram: @sescduquedecaxias Biblioteca Machado de Assis (Biblioteca Popular Municipal de Botafogo / Sesc Botafogo - RJ/RJ), 07 de agosto, às 17h (Intérprete de LIBRAS) Endereço: Rua: Farani, nº 53 - Botafogo (em meio à Praça Chaim Weizmann) – Botafogo, Rio de Janeiro – RJ Capacidade: 70 lugares Site: https://www.sescrio.org.br/unidades/sesc-botafogo-biblioteca-machado-de-assis/ Instagram: @bibliotecamachado Sesc Rosinha de Valença – Teatro (Valença/RJ), 08 de agosto, às 16h Endereço: Avenida Professora Silvina Borges Graciosa, nº 44 – Bairro Belo Horizonte, Valença – RJ Capacidade: 170 lugares Site: https://www.sescrio.org.br/unidades/teatro-sesc-rosinha-de-valenca/ Instagram: @teatrosescrosinhadevalenca Sesc Teresópolis - Teatro (Teresópolis/RJ), 11 de agosto, às 14h Endereço: Av. Delfim Moreira, nº 749 – Várzea, Teresópolis – RJ Capacidade: 200 lugares Site: https://www.sescrio.org.br/unidades/sesc-teresopolis/ Instagram: @sescteresopolis Sesc São Gonçalo – Teatro (São Gonçalo/RJ), 12 de agosto, às 14h (Intérprete de LIBRAS) Endereço: Av. Presidente Kennedy, nº 755 - Estrela do Norte, São Gonçalo - RJ Capacidade: 350 lugares Site: https://www.sescrio.org.br/unidades/sesc-sao-goncalo/ Instagram: @sescsaogoncalo OBS: OS INGRESSOS SÃO GRATUITOS em todas as unidades. Mas é necessário dirigir-se à Bilheteria da Unidade na semana do espetáculo, ou no dia, até 40 minutos antes do espetáculo. Sujeito à lotação. Duração do espetáculo: 60 minutos Classificação etária: Livre Instagram: @ciarabodecutia.sandraguzman FICHA TÉCNICA: Direção Geral e Contadora de Histórias: Sandra Guzmán Músico Percussionista e Sonoplasta: André Gonçalves Direção de Arte: Jô Jorvino Direção de Produção: Phaedra Lessa Cenografia e adereços: Paula Evelise Iluminador: Lennom Lence Fotógrafo da temporada: Thiago dos Santos Programação Visual: Kelly Saura Assessoria de Imprensa: Christine Keller Intérpretes de Libras: Flor de Libras Para contato com a Assessoria de Imprensa do espetáculo: Christine Keller - Assessora de Imprensa WZP: (21)98110-1335 Email: chriskeller.assessoria.comunica@gmail.com Alex Varela

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